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Com o recorte voltado para a relação entre trabalho e afeto no cotidiano do emprego doméstico brasileiro, o documentário Doméstica estreia na capital pernambucana neste sexta (19) no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco e no Cinemark do Shopping RioMar no dia 23 de julho, dentro do projeto Cine Cult.

Considerado pelo especialista em documentários Amir Labaki como o Cannes do documentário, o filme é o mais novo material cinematográfico do cineasta pernambucano Gabriel Mascaro.

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Confira o trailer:





Serviço



Estreia Doméstica



Sexta (19) l 14h50 e 18h40



Cinema da Fundação – Fundaj (Rua Henrique Dias, 609 – Derby)







Terça (23)



Cinemark Shopping RioMar (Av. República do Líbano, s/n – Pina)

O Festival Internacional É Tudo Verdade, que acontece entre 4 e 14 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro, anunciou nesta terça-feira (19) suas atrações para este ano. O evento segue depois para Brasília e Campinas. Serão 82 filmes de 26 países. Avi Mograbi, Alain Berliner, Helena Solberg, Flávio Frederico e Sylvio Back são alguns dos diretores que mostrarão novos trabalhos no 18.º É Tudo Verdade.

Nesses 18 anos, a mostra se consolidou, assim como a própria cultura do documentário, no Brasil. "Há um recorte muito forte de filmes políticos", diz Amir Labaki, que dirige o festival. Na seleção dos títulos o critério não foi social nem ideológico. "Qualidade, qualidade, qualidade", definiu Labaki.

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Uma das surpresas desta edição é o documentário de William Shatner, Os Capitães. O almirante Kirk da série Jornada nas Estrelas viaja em busca de todos os atores que fizeram o papel. O grande homenageado com a retrospectiva é o russo Dziga Vertov, nome maior do documentário. Sua obra, que sofreu muita censura na antiga URSS, vai ressurgir restaurada de um jeito nunca antes visto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O festival É Tudo Verdade chega à sua 17ª edição este ano de forma mais plural. Sem uma temática única e marcado por uma variedade de registros e formas. O evento vai apresentar uma seleção de 80 documentários de 27 países que variam, segundo seu fundador e diretor Amir Labaki, “do filme-diário ao afresco planetário, da revisita ao passado íntimo ao exame da atual conjuntura socioeconômica mundial”.

“Acho essencial a existência de uma janela nobre anual para a nova safra do documentário brasileiro e internacional. Também, importante é a oportunidade para discutir a estética e a economia específicas do cinema não ficcional, como fazemos deste a primeira edição”, disse Labaki à Agência Brasil.

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A edição do festival deste ano também apresenta uma grande variedade de filmes nacionais. “O documentário brasileiro vive um período de grande vitalidade. A produção é crescentemente diversa. É notável a busca de novas linguagens. O documentário tem se consolidado como um espelho fundamental para o Brasil do século 21”, declarou.

Na seleção internacional será exibido o vencedor do Oscar de curta-metragem deste ano, Saving Face, de Daniel Jung e Sharmeen Obaid. Entre os brasileiros, os destaques são para os filmes Tropicália, de Marcelo Machado, que abre o festival em São Paulo, no dia 22, e Jorge Mautner – O Filho do Holocausto, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt, que abre a versão carioca no dia 23.

Haverá também uma projeção especial do filme Light Up NipponHá Um Ano do Terremoto Japonês, de Kensaku Kakimoto, que apresenta o projeto Light Up Nippon, liderado por jovens de Tóquio que levantaram fundos para organizar espetáculos de fogos de artificio em dez das localidades mais atingidas pelo terremoto que atingiu o Japão no ano passado, como símbolo de resistência e recuperação.

Este ano, os homenageados especiais do festival são os documentaristas argentino Andrés di Tella e o brasileiro Eduardo Coutinho. “Coutinho é um entrevistador sem igual. O grau de intimidade com que desenvolve seus diálogos diante da câmera não tem paralelo. Segundo, há sua inquietação. O Coutinho de Cabra Marcado para Morrer é distinto do Coutinho de Edifício Master, que é diferente do Coutinho de Jogo de Cena, por sua vez também diverso do de Moscou. Ele é um dos dínamos criativos do cinema brasileiro contemporâneo”, disse Labaki.

O festival começa na próxima quinta-feira (22) e vai até 1º de abril nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. Este ano também estgará em Brasília, por onde passará entre os dias 10 e 15 de abril, e em Belo Horizonte, em maio. “Este ano, o que ampliamos é nosso circuito, voltando a ter uma itinerância em Brasília, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), e estreando em Belo Horizonte. É uma expansão muito importante ao atender novos públicos”.

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