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Um dos destaques em termos de tecnologia anticrime apresentados na CIAB 2012 é da Prosegur. Mais conhecida pelo seus carros-fortes para transporte de valores, a empresa apresentou na feira para bancos um software de reconhecimento facial capaz de mapear todas as pessoas que entram em uma agência. “Queremos ser conhecidos também por soluções de alta tecnologia”, diz Ronaldo França, diretor de vendas. A tecnologia, de origem alemã, é a mesma usada nos aeroportos americanos.

A solução, desenvolvida em parceria com a BrScan/Cognitec, pode reconhecer até 12 pessoas simultaneamente, utilizando uma base de dados de 400 mil faces em apenas um segundo.

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Se a pessoa tiver sido cadastrada, um aviso aparece na tela do gerente. Isso pode servir, por exemplo, para que ele fique sabendo que um cliente ‘VIP’ entrou na agência.

Por outro lado, serve também para detectar suspeitos ou até fichados pela polícia. De acordo com a empresa, é possível cadastrar criminosos usando as fotos tiradas pelos órgãos de segurança, embora o nível de precisão não seja o mesmo.

A Prosegur diz que a tecnologia pode ser usada para combater o famoso crime da 'saidinha do banco", em que um criminoso fica na agência analisando quem faz saques e passa a informação para cúmplices de fora.

“Se acontece um caso de saidinha, é possível analisar as imagens de todo mundo que estava na agência naquele horário”, explica França. “Caso a mesma pessoa apareça em novo caso, em outra agência, por exemplo, iremos identificá-la”, explica. “Com o tempo, é possível construir um banco de dados de suspeitos e cooperar com a polícia”.



De acordo com ele, o sistema identifica até pessoas disfarçadas com peruca ou barba postiça, porque emprega traços fundamentais do rosto.

Segundo o executivo, vários bancos estão testando a adoção do sistema, que exige a instalação de câmeras de alta resolução.

O reconhecimento facial também pode ser utilizado para coibir fraudes no ATM. O sistema pode identificar, por exemplo, que o titular do cartão não é o mesmo que está fazendo a retirada - basta que os caixas eletrônicos sejam equipados com a câmera.

Essa mesma tecnologia serve também para identificar comportamentos fora do padrão dentro da sala de atendimento. Exemplo: alguém agachado perto do caixa por algum tempo, tal como se vê nos vídeos de roubo com explosões.

Outros recursos do sistema são identificar filas e fazer contagem de pessoas que entram em uma agência, inclusive determinando média de idade e sexo. “Isso permitiria oferecer produtos de acordo com o público”, diz França.

A Prosegur também apresentou um sistema chamado “sala de neblina”. Em caso de tentativa de arrombamento ou outra fraude,  uma fumaça espessa (mas não tóxica) preenche o ambiente, tornando impossível enxergar lá dentro. Além disso, um alarme e uma luz de alta potência disparam. Segundo ele, a dissipação leva até duas horas. “Não dá para impedir o crime, mas é possível ganhar tempo até que seja realizada alguma ação”, argumenta.

O SAS, líder de mercado em soluções e serviços de inteligência analítica, estará presente na 22ª edição do Ciab Febraban – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, maior evento da América Latina do setor financeiro e da área de tecnologia. Durante o evento, a empresa apresentará suas soluções de análise de risco e prevenção à fraude para processamento de grandes quantidades de dados (Big Data). Realizado pela Febraban, Federação Brasileira de Bancos, o Ciab acontecerá entre os dias 20 e 22 de junho, no Transamérica Expo Center, com o tema “A Sociedade Conectada”.

Entre as principais novidades da empresa, destaca-se o SAS Enterprise Risk, solução de gerenciamento de risco, que recentemente recebeu o prêmio de inovação Risk Management Technology Award, concedido pela The Banker, uma das principais publicações financeiras do mundo. Segundo a revista, a solução do SAS é completa para a realização de análise de risco e cálculos de capital, fornecendo funcionalidade para todos os tipos de operações, bem como gestão de dados e relatórios. Ao implantar a solução SAS, as unidades dos bancos podem calcular medidas de risco independente e separadamente, bem como políticas, modelos e técnicas de agregação correlatas.

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Outra solução importante para o setor financeiro visa à prevenção das fraudes. Segundo a Febraban, apenas as perdas por meio eletrônico (Internet Banking) somaram no ano passado R$ 685 milhões, um crescimento de 36% frente 2010. “Os golpes estão cada vez mais elaborados com a profissionalização dos criminosos, tanto os físicos quanto os ataques no mundo virtual. Para combate este cenário, oferecemos uma solução que auxilia as instituições financeiras na identificação de operações fraudulentas por meio de análises de padrões, tendências de comportamento e de relações entre indivíduos, visando chegar até à rede de criminosos”, explica Cassio Pantaleoni, diretor comercial do SAS para a região Brasil-Sul e responsável pelo setor de finanças.

Para reforçar essas áreas, o SAS contratou recentemente dois profissionais dos mercados financeiros e de seguros para liderarem os projetos de gestão de risco e prevenção de fraudes. “O Moises Santos se juntou ao SAS como especialista de soluções de risco agora em junho e o Ricardo Saponara, nosso especialista em fraude, está conosco desde maio desse ano. Ambos acumularam conhecimento de anos em seus respectivos setores e trabalharam em empresas como HSBC, Redecard, Unibanco AIG e Assurant, por exemplo. Contamos com a ajuda e experiências deles para crescer no mercado financeiro nessas duas áreas críticas”, afirma Pantaleoni.

No Brasil, o SAS conta com dois projetos em andamento para gestão de risco, com a Sicredi e o Banco do Brasil. Já na área de detecção e prevenção a fraudes, a empresa tem importantes projetos globais no segmento financeiro. O HSBC, por exemplo, confia no SAS para a detecção de transações fraudulentas de cartão de crédito em tempo real na América do Norte, Europa e Ásia (http://www.sas.com/success/HSBC.html). Além disso, dez dos 12 maiores bancos do País utilizam o SAS para diversas aplicações, tais como gerenciamento de dados, análises estatísticas, modelagens de crédito e de comportamento de clientes, gestão de riscos e detecção de processos impróprios e fraudulentos.

Por fim, a empresa apresentará ainda suas soluções de High-Performance Analytics (HPA), que estão transformando as relações das empresas com seus dados. “Ao utilizar essa nova tecnologia, os bancos podem analisar, em minutos, vários cenários hipotéticos usando a totalidade de seus dados, e não apenas com amostras. A análise de alta performance também contribui para que eles resolvam problemas rapidamente, pois elimina as barreiras tecnológicas impostas pela limitação do processamento de alta quantidade de dados”, explica o diretor comercial do SAS Brasil.

A 22ª edição do CIAB Febraban acontece de 20 a 22 de junho, no Transamérica Expo Center. Para mais informações do evento, acesse o site do evento

Sobre - O SAS é o líder de mercado em soluções de inteligência analítica e serviços e o maior fornecedor independente no mercado de Business Intelligence. Com aplicações de negócios inovadoras, suportadas por uma plataforma de inteligência corporativa, o SAS ajuda clientes, em mais de 50 mil localidades, a melhorar seu desempenho e oferecer valor por meio de decisões mais precisas e rápidas. Desde 1976, o SAS oferece THE POWER TO KNOW® (O Poder do Conhecimento) a seus clientes.

Instalada no Brasil desde 1996, a empresa conta hoje com 180 clientes e escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Com 150 colaboradores, o SAS atua em setores como finanças, telecomunicações, varejo, energia, governo, manufatura e educação.

*Com informações da assessoria.

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