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Para o próximo Dia de Finados a Prefeitura do Recife está realizando uma série de serviços nos cinco cemitérios públicos da cidade para atender ao público no dia dois de novembro. Segundo o poder público, o trabalho de conservação foi intensificado e o órgão já está preparando uma programação para atender aos visitantes, cumprindo os protocolos de segurança contra a Covid-19.

A expectativa é de que aproximadamente 20 mil pessoas circulem pelos locais durante a data. O horário de atendimento, que normalmente é das 07h às 17h, no dia dois fica estendido até às 18h.

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Na entrada dos cemitérios haverá dispositivos com álcool para que as pessoas possam higienizar as mãos. As cadeiras também estarão afastadas durante a celebração das missas, mantendo um distanciamento mínimo e o uso da máscara também será obrigatório. A Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana (Emlurb), montou um esquema especial de limpeza, que terá início às 06h, com expectativa de término às 22h.

Ao todo, serão 230 homens trabalhando nos cemitérios e também nas ruas do entorno. Ficam também à disposição dos visitantes, na administração dos cemitérios, funcionários habilitados para ajudar na localização dos jazigos e ossuários.

Os cemitérios de Santo Amaro, Parque das Flores, Casa Amarela e Várzea contarão com celebrações religiosas durante todo o dia. O arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, vai celebrar, no dia dois, a missa das 10h em Santo Amaro, e a das 16h no Parque das Flores. 

Sinalização

Os cemitérios de Santo Amaro e Parque das Flores também oferecem uma sinalização que permite ao visitante ter visão geral de todo o espaço, por meio de um mapa esquematizado com os nomes das alamedas e ruas, facilitando o deslocamento dos pedestres. Em Santo Amaro, além do painel, foram instaladas em locais estratégicos, placas indicativas dos principais pontos: velório principal, velório popular, administração, capela, saída e nomes das ruas. Há ainda placas com a biografia das celebridades indicadas no painel principal.

Morada da Paz

No Cemitério e Crematório Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife, será obrigatório o uso de máscaras durante a permanência no local e demais medidas de prevenção já praticadas e conhecidas por todos: distanciamento físico e utilização de álcool 70%.

Durante todo o dia, o Morada da Paz estará de portas abertas para visitação. Este ano, por conta do protocolo de biossegurança da Covid-19, que impede aglomerações, não haverá as tradicionais missas e demais celebrações religiosas em memória dos fiéis que já não se encontram na vida terrestre.

Alguns caixões do crematório de Meissen estão marcados com a menção "risco de infecção", outros carregam a palavra "corona", e muitos também trazem a mensagem "sem serviço mortuário".

No estabelecimento funerário desta cidade do leste da Alemanha, há até três caixões, um em cima do outro, nas filas da sala normalmente reservada para a reunião de parentes e amigos. Outros caixões aguardam sua vez nos corredores para serem incinerados.

Localizada na ex-RDA (República Democrática da Alemanha), Meissen registra um aumento dramático nas mortes, vítimas da Covid-19. A Saxônia, onde Meissen está localizada, é uma das regiões mais atingidas pela pandemia hoje, tendo sido relativamente poupada na primeira onda.

Em três décadas, o diretor deste crematório, Jörg Schaldach, nunca tinha visto tantas mortes em um período tão longo.

"Isso começou em meados de novembro. Os números continuam aumentando", afirmou à AFP. "O problema é que as câmaras mortuárias estão lotadas. Estamos em um estado de catástrofe", afirma.

A administração não teve alternativa a não ser usar a sala de cerimônia e de reunião para colocar os caixões.

- Demora -

Os bancos e cadeiras onde os familiares e amigos normalmente se sentam foram removidos para o fundo da sala para dar lugar a fileiras de caixões de madeira.

Muitos estão envoltos em um filme plástico transparente para lacrar pela segunda vez os das vítimas do novo coronavírus.

"Atualmente, recebemos 400 (caixões) em uma semana para cremação", o dobro do número usual no inverno, segundo Schaldach.

Empregado em um necrotério, Matthias Möbius espera há uma hora no estacionamento pela autorização para descarregar um caixão.

"Normalmente demora 15 minutos. Chegamos, descarregamos, vamos ao escritório arrumar a papelada e pronto", explica. "Hoje, demoramos mais de uma hora e meia".

Atrás dele, três outros veículos funerários aguardam sua vez.

Möbius garante que, em 20 anos de carreira, este inverno é "de longe" o com mais trabalho. É por isso que o crematório Meissen agora funciona 24 horas por dia, sete dias por semana com dois fornos e 60 cremações por dia.

- Horas extra -

Os funcionários trabalham horas extras e também nos finais de semana. Até tiveram de recorrer a aposentados para ajudar.

Ingo Thöring, de 76 anos, ex-funcionário, é um deles, apesar de pertencer à população de risco pela idade.

Ele acompanha os médicos forenses para verificar a identidade dos mortos e determinar se há casos suspeitos.

Não se pode permitir ceder ao medo. "Não serve de nada para o trabalho". De qualquer forma, "na minha idade, já não tenho medo de nada".

Apesar do fechamento de lojas, escolas, instalações esportivas e culturais não essenciais, a segunda onda da epidemia atingiu a Alemanha com muito mais força do que a primeira.

O país mais populoso da União Europeia superou dois milhões de casos de covid-19, com 22.368 infecções e 1.113 mortes nas últimas 24 horas, anunciou nesta sexta-feira o Instituto Robert Koch (RKI).

Nas regiões mais atingidas, os crematórios também estão a todo vapor.

A cidade de Dresden anunciou na quarta-feira que um prédio em geral usado para armazenar material de proteção contra enchentes seria temporariamente convertido em uma câmara mortuária.

Em Nuremberg, na Baviera, foram montados contêineres para manter os caixões refrigerados.

E, na República Tcheca, vizinha da Saxônia, o governo decidiu que não aceitará mais corpos "importados" para cremação.

Para o diretor do crematório Meissen, as autoridades alemãs deveriam ter adotado restrições mais rígidas muito antes.

Ele critica aqueles que se opõem ao confinamento e que se reuniram em uma manifestação em massa, em novembro passado, na cidade vizinha de Leipzig.

"Gostaria de dizer aos céticos que venham nos ajudar a transportar os caixões (...) Deslocamos 750 toneladas de mortos", lamenta.

"Alguns acham que tudo isso não passa de uma cena de filme. Todos que negam o coronavírus (...) podem vir e ajudar com tudo isso", desabafou.

A Prefeitura de Milão ordenou nesta sexta-feira (18) o fechamento do principal crematório da cidade até 3 de janeiro devido ao excesso de corpos que ainda aguardam incineração.

Segundo comunicado da Prefeitura, o tempo de espera no crematório de Lambrate pode chegar a 20 dias. "A segunda onda pandêmica determinou um incremento da mortalidade em Milão", diz a nota.

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No início de novembro, a Prefeitura já havia tornado as cremações exclusivas para mortos que tinham residência fixa na cidade. "Os crescentes pedidos por cremação estão criando um estoque de caixões à espera da prestação do serviço, com prazos de até 20 dias a partir da data de falecimento", acrescenta o comunicado.

Períodos maiores que esse poderiam acarretar problemas de ordem higiênica ou sanitária. Para compensar o fechamento do crematório, a Prefeitura de Milão isentou algumas tarifas de sepultamento e ampliou o direito de acesso a tumbas familiares.

A província de Milão é a mais atingida pela pandemia na Itália em termos absolutos, com 165.537 casos, segundo o Ministério da Saúde. O país inteiro contabiliza 1.906.377 contágios.

Da Ansa

A Prefeitura de Milão ordenou nesta quinta-feira (2) o fechamento do crematório de Lambrate até 30 de abril por causa do excesso de corpos que ainda aguardam a incineração devido à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Segundo a administração municipal, a fila de espera para cremação atualmente é de 20 dias. Uma eventual superação desse prazo, de acordo com a Prefeitura, poderia causar problemas de caráter "higiênico-sanitário".

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"Para ajudar as famílias neste difícil momento, a partir de amanhã, 3 de abril, será possível sepultar os entes queridos sem custos ou colocá-los em columbários pagando apenas as tarifas de concessão", diz um comunicado oficial.

Os familiares de pessoas que morrerem em hospitais terão três dias para decidir o destino dos restos mortais, caso contrário a Prefeitura fará o sepultamento. Segundo dados do governo municipal, Milão registrou 2.155 óbitos no mês de março, crescimento de 76% na comparação com o mesmo período de 2019.

A secretária de Serviços Cívicos da cidade, Roberta Cocco, disse que o aumento começou a se verificar a partir da segunda quinzena de março. "Esse incremento saturou a capacidade do crematório de Lambrate, determinando seu fechamento forçado em um momento difícil e doloroso para todos", acrescentou.

A província de Milão é a mais atingida pela pandemia na Itália em termos absolutos, com 9.522 casos, segundo a Defesa Civil. A Itália inteira contabiliza 110.574 contágios.

Da Ansa

O Cemitério Morada da Paz, em Paulista, Região Metropolitana do Recife (RMR), vai lançar o primeiro crematório especializado para animais de Pernambuco. A previsão para o início da operação do novo serviço é dezembro de 2019.

 O crematório Vila Pet será anunciado durante a PetNor 2019, feira de produtos e serviços para a linha pet e animais de produção, que será realizada de 28 a 30 de novembro no Centro de Convenções de Pernambuco. 

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 Segundo o Cemitério Morada da Paz, a iniciativa foi desenvolvida com base em pesquisas mostrando a dificuldade que as pessoas possuem para resolver os trâmites quando um animal de estimação morre. 

 O Vila Pet contará com urnas especiais para o segmento. De acordo com o cemitério, o forno apresenta uma tecnologia de ponta e totalmente brasileira, com baixo consumo de gás, monitoramento contínuo dos gases e software exclusivo de gerenciamento da cremação. Os tutores recebem as cinzas em até dez dias.

 No Rio Grande do Norte, o Vila Pet já existe desde 2016. "Vamos proporcionar uma despedida digna aos animais de estimação que, para muitas pessoas, são como membros da família", afirmou o diretor executivo do Morada da Paz, Ibsen Vila.

O corpo do fotógrafo Alexandre Severo já seguiu para o Cemitério e Crematório Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR).  Às 17h, os restos mortais dele e do cinegrafista, Marcelo Lyra, serão cremados. 

Alexandre Severo foi velado ao lado de Eduardo Campos e do assessor Carlos Percol durante toda a manhã deste domingo (17), na área externa do Palácio do Campo das Princesas. Ao longo do dia, o ex-governador e seus assessores receberam diversas homenagens.

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Por volta das 14h, Carlos Percol foi enterrado no Cemitério de Santo Amaro, área central do Recife. O mesmo local receberá o corpo de Eduardo Campos, que será sepultado no túmulo do avô, Miguel Arraes.

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A morte é única certeza de muitos seres humanos. É também um momento de despedida e para alguns de difícil aceitação. Além de todo o contexto sentimental, a “hora da partida” é a forma com que empresas ganham dinheiro, negócios são fechados e tecnologias são desenvolvidas. Uma delas, a cremação, desperta bastante curiosidade. É caro? Quem pode ser cremado? Tem mau cheiro? E, por incrível que pareça, tem gente que indaga: será que dói?

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A cremação é realizada desde a Pré-História, quando os corpos eram queimados para evitar a aproximação de bichos. Na contemporaneidade, além de representar fortalecimento do status social para algumas pessoas, o procedimento pode ser a solução para os cemitérios lotados e para a falta de higiene. “A cremação é uma forma de agilizar o processo de decomposição do corpo humano”, explica o gerente regional do Cemitério Morada da Paz, Guilherme Lithg (foto à esquerda).

De acordo com Lithg, o público que opta pela cremação é formado por pessoas da classe A. “Geralmente são pessoas de um nível intelectual avançado e formadores de opinião”, comenta. No Morada da Paz, o serviço custa R$ 4,4 mil. Além desse valor, há os preços de velório, caixão – que varia de R$ 3 a R$ 30 mil -, entre outros serviços. Segundo o gerente, o custo pode até sair mais barato em relação aos enterros tradicionais. “As pessoas precisam entender que antes da cremação pode ocorrer o velório. A única diferença é que o ente querido não vai ser enterrado”, destaca Lithg.

As pétalas caindo sobre o caixão, o neon de cor azul, o gelo seco e a canção leve aos ouvidos fazem da cremação um momento que meche com o sentimento das pessoas. Responsável por conduzir as cerimônias, Ana Patrícia Pereira procura entender ao máximo como as famílias estão se sentindo. “Estou aqui para dar todo o suporte à família e aos amigos, que passam por um momento tão delicado. Eu procuro me colocar no lugar deles. É como se fossem meu pai e minha mãe que estão ali”, relata a cerimonialista.

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Depois de toda a cerimônia, o caixão e o corpo são levados para o forno onde é feita a cremação– o investimento no maquinário é de mais de um milhão de dólares -. Em uma temperatura superior a mil graus, o processo é concluído depois de cerca de seis horas e as cinzas humanas são entregues aos familiares em 24 horas. “Nós retiramos o vidro e os plásticos do caixão para que não aconteçam acidentes. Não tem poluição e nem mau cheiro, porque todos os gases são queimados”, explica o funcionário Pedro Luis da Silva.

O destino às cinzas pode ser dado de várias formas. O material pode ser depositado em urnas, que têm preços de R$ 250 a R$ 3 mil. As cinzas também podem ser introduzidas em árvores – geralmente Pau Brasil – que ficam em terrenos com tamanho de um metro, ao valor de R$ 1,5 mil. Segundo a gerência do Morada da Paz, mensalmente, são realizadas em média 120 cremações, em que dessas, 40 são de clientes imediatos e 80 de pessoas que optaram por um plano pago ainda em vida. A projeção é que a busca pelo serviço aumente em 90% nos próximos anos.

Ainda de acordo com Guilherme Lithg, apenas podem ser cremadas pessoas que tiveram morte natural, desde que tenham documentado em vida o desejo. Se não houver documento, a autorização pode ser dada por testemunhas. Assassinados, vítimas de acidentes ou quedas, por exemplo, não devem ser cremados, uma vez que podem acontecer exumações.  

 

 

 

ARACAJU (SE) - Em julho de 2014, Sergipe receberá o crematório Vila da Paz, primeiro do segmento do estado. A obra é orçada em cerca de 4 milhões será implantada no município de Itaporanga – a 29 Km da capital. De acordo com o proprietário, Marcelo Jaas, este não  será apenas o primeiro que o estado irá abrigar, pois um segundo já planeja ser construído para atender as demandas. 

Mesmo antes de entrar em pleno funcionamento, os sergipanos que desejarem realizar a cremação dos corpos dos entes queridos já podem contar com os serviços do crematório, que começam a ser realizados já na segunda quinzena deste mês de dezembro. “Estamos com todo procedimento de construção em andamento, mas quem tiver interesse poderá contratar os nossos serviços e os corpos serão enviados às cidades de Salvador ou Recife. Os planos já começam a ser vendidos este mês”, afirma Marcelo. 

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Quem quiser realizar a cremação precisará desembolsar de R$ 5 mil a R$ 6 mil, que pordem ser parcelados previamente em 12 prestações ou pagos através de planos de cremação “Iremos vender os planos de três formas. O primeiro é para aqueles que decidiram cremar o corpo depois que a pessoa morreu e não antes, nesses com alguns secretários de estado e recebeu com alegria a notícia de que o empreendimento finalmente seria implantado em sua terra”, conta Jaas. 

Cremação- A cremação é um dos processos mais antigos praticados pelo homem. Em algumas sociedades este costume era considerado corriqueiro e fazia parte do cotidiano da população, por se tratar de uma medida prática e higiênica. Nenhuma das religiões mais praticadas no Brasil se opõe à prática da cremação, com exceção do  Judaísmo Ortodoxo e do Islamismo. A Igreja Católica também não é contra desde o Concílio Vaticano II. É um procedimento moderno que acelera a decomposição do corpo transformando-o em cinzas, apressando o que a natureza costuma fazer em vários anos. 

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