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Nesta segunda-feira (1º), leitor de feeds (atualizações de notícias na internet) Google Reader encerra as suas atividades. O anúncio do fim do serviço foi feito pela própria Google no mês de março. O Reader havia sido fundado em 2005.

De acordo com post no blog oficial da empresa, dois motivos motivaram o fim do serviço: a queda no número de usuários e o desejo da empresa em colocar energia em um número menor de produtos.

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Ao acessar a página do Google Reader, o usuário se depara com uma mensagem avisando sobre a descontinuação. A mensagem lembra da necessidade de ser feito o backup dos dados armazenados no serviço. O download dos arquivos é feito pelo programa Google Takeout.

Conheça três programas que podem substituir o Google Reader

Com o fim do Google Reader, muitos usuários ficaram órfãos de um aplicativo para ler notícias. Para quem gosta de agregar notícias, ainda há algumas alternativas. Conheça três programas gratuitos que podem substituir o Google Reader.

Netvibes -  Criado em 2005, o Netvibes é disponível em português e permite ao usuário ler feeds, ter acesso ao e-mail e utilizar messenger (pelo Meebo).

Feedly -  O Feedly é uma das opções mais similares ao Google Reader. Tanto que na página inicial do serviço há uma opção de importar os dados do finado programa da Google. Disponível em inglês.

Oldreader -  O Oldreader apresenta como grande vantagem a possibilidade de integrar o serviço com contas de redes sociais como o Facebook e o G+. Também é disponível em português.

O Google Reader será fechado em até três semanas e durante este tempo o Feedly poderá passar a utilizar o seu próprio servidor, com um espaço exclusivo nas nuvens, segundo foi anunciado nesta quarta (12).

Com este anúncio, os serviços do Feedly devem se manter intactos mesmo após o encerramento do Google Reader, que deve acontecer no dia 1º de julho, a transição deve ser praticamente imperceptível para os usuários.

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O Feedly encontra-se em uma barafunda de serviços de RSS que procuravam uma forma de remanejar seus usuários de feeds — os quais estão, desde sempre, associados aos servidores da Google.

Muitos internautas demonstraram sua decepção nesta quinta-feira com o fechamento do filtro de leitura RSS Google Reader, anunciado pelo gigante da internet para o começo de julho. Um abaixo-assinado pela conservação do serviço, realizado através do site change.org, registrava 73.800 assinaturas por volta das 17H45 de Brasília.

"Nossa confiança em outros produtos do Google (Gmail, YouTube e até o Google+) requer que tenhamos confiança no fato de que seja respeitado como e porque utilizamos os seus serviços. Não se trata apenas de nossos dados no Reader", explica o autor da petição, o nova-iorquino Dan Lewis.

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O Google Reader estava entre os temas mais discutidos no Twitter. A função foi lançada pelo Google em 2005 para permitir aos internautas acompanhar as atualizações dos sites que lhes interessam utilizando o programa RSS. O Twitter foi, em parte, responsável por torná-lo obsoleto, ao oferecer posts em tempo real no computador ou no celular.

"Enquanto os produtos têm seguidores leais, o uso ao longo dos anos caiu", afirmou Urs Holzle, vice-presidente da infraestrutura técnica do Google ao anunciar o fechamento do serviço em um post do blog do grupo.

Alguns defensores do Google Reader destacam que ele é utilizado para driblar a censura, por exemplo, em certos países do Oriente Médio como no Irã.

Os dados do Google Reader estão nos servidores do Google, o que significa que para bloqueá-los, os censores devem impedir o acesso a quase todos os sites do gigante da internet.

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