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O ano nem acabou, mas a musa Beyoncé já é a capa da primeira edição de 2020 da revista Elle americana. Entrevistada pela publicação, a cantora falou sobre a nova parceria de sua grife, Ivy Park, com a Adidas, além de responder várias perguntas pessoais sobre gravidez, maternidade e autoaceitação.

Mãe de três filhos - Blue Ivy, de sete anos de idade, e dos gêmeos Rumi e Sir, de dois anos - com seu marido Jay Z, Beyoncé comentou sobre o que mais a estressa no dia a dia.

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"Eu acho que o que é mais estressante é balancear trabalho com o resto da vida. Me certificar de que estou sempre presente para os meus filhos - deixar a Blue na escola, levar Rumi e Sir para as atividades deles, conseguir tempo para os encontros com meu marido, e estar em casa para ainda conseguir jantar com minha família. Conseguir cumprir todos esses papéis pode ser estressante, mas eu acho que é a vida para qualquer outra mãe que trabalha", comenta ela na reportagem divulgada no site oficial da revista.

Falando de maternidade, ela também revelou que a pergunta que mais a estressa é: você está grávida? "Deixem os meus ovários em paz!", brinca.

A musa também contou que sua confiança com seu corpo está mais alta do que nunca.

"Se alguém me dissesse 15 anos atrás que meu corpo iria passar por tantas mudanças, e que eu iria me sentir mais mulher e mais segura com minhas próprias curvas, eu não teria acreditado. Mas as crianças e a maturidade me ensinaram que meu valor está muito além de qualquer aparência física. E eu entendo isso muito bem agora", afirma ela.

Beyoncé também explicou que, com a idade, aprendeu a ver o sucesso de outra forma.

"Sucesso é diferente para mim agora. Ter abortado me ensinou que eu tinha que ser mãe de mim mesma antes de eu ser mãe de outra pessoa. E aí eu tive a Blue, e a minha busca pelo grande propósito se tornou muito mais profunda. Eu morri e renasci no meu relacionamento, e a busca por eu mesma se tornou também mais profunda. É difícil para mim sentir que eu falhei, sabe? Ser a número um não é mais minha prioridade. Minha verdadeira vitória é criar arte e um legado que vai viver bem mais que eu. Isso sim é gratificante", explica.

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