Tópicos | Tóquio

A morte do líder norte-coreano Kim Jong-il provocou uma reação instintiva no mercado japonês. A Bolsa de Tóquio fechou em queda acentuada, afetada pelas ações de estaleiros, empresas de trading e outros papéis sensíveis ao risco do mercado de commodities. Nesta segunda-feira, o Nikkei perdeu 105,60 pontos, ou 1,3%, e encerrou aos 8.296,12 pontos, após alta de 0,3% na sessão de sexta-feira.

Tóquio começou em baixa por conta dos movimentos de várias agências de classificação de risco, que ameaçaram rebaixar o rating da dívida soberana de países europeus. O volume e a volatilidade das negociações, contudo, acabaram prejudicados sensivelmente após o anúncio da morte de Kim, durante a pausa do meio-dia. Com isso, o Nikkei atingiu seu menor nível desde 28 de novembro.

##RECOMENDA##

"Há preocupações sobre o rumo da Coreia do Norte e sua liderança", disse Mitsushige Akino, diretor do fundo Ichiyoshi Investment Management. "Os investidores estavam simplesmente com pressa de liquidar suas posições no Japão." Apesar do aumento inicial temporário, o volume de futuros permaneceu na média para um dia completo de negociações.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou em ligeira alta, mostrando modesto entusiasmo para os sólidos indicadores econômicos dos Estados Unidos e para o suave leilão de títulos da Espanha. Já os problemas da dívida soberana europeia e a fraqueza nas commodities pesaram sobre as empresas de trading. Nesta sexta-feira, o Nikkei adicionou 24,35 pontos, ou 0,3%, e encerrou aos 8.401,72 pontos, após baixa de 1,7% na sessão anterior.

"Está difícil negociar", disse Yoshihiro Okumura, gerente geral da Chibagin Asset Management. "Como as preocupações sobre os problemas da dívida soberana da Europa irão continuar no médio e longo prazo, o mercado não pode ser de risco, mesmo que os indicadores econômicos dos EUA sejam fortes."

##RECOMENDA##

As preocupações sobre os problemas da dívida soberana europeia e a queda nos preços das commodities derrubaram a Bolsa de Tóquio, no Japão, que recuou para o menor índice em duas semanas. Nesta quinta-feira, o Nikkei perdeu 141,76 pontos, ou 1,7%, e encerrou aos 8.377,37 pontos, após baixa de 0,4% na sessão anterior. Foi o quinto pregão no campo negativo nas últimas seis sessões, com perda de 4% no período.

Os principais índices caíram na abertura do pregão e pioraram na sessão da tarde, também influenciados pela desvalorização do euro. "O mercado está cada vez mais com aversão ao risco", disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimentos da Okasan Securities.

##RECOMENDA##

As ações sensíveis à desaceleração da economia global lideraram o declínio. O estaleiro Nippon Yusen desabou 4,6%, enquanto Mitsui OSK Lines despencou 5,5%. Entre as tecnológicas, TDK deslizou 4,4% e Tokyo Electron baixou 3%. Já as fabricantes de máquinas Komatsu e Hitachi Construction Machinery deslizaram 4,2% e 4,1%, respectivamente, influenciadas pela liquidação em Nova York dos papéis da Caterpillar.

A Olympus teve a mais pesada perda no Nikkei, ao retroceder 21% - sua pior baixa porcentual desde 8 de novembro. A empresa corrigiu vários balanços e escapou, momentaneamente, de ser desligada da lista de Tóquio.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, caiu para o menor nível em duas semanas, devido à desvalorização do euro e ao desapontamento com o fracasso do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) em anunciar novas medidas de estímulo para a economia norte-americana. Nesta quarta-feira, o Nikkei perdeu 33,68 pontos, ou 0,4%, e encerrou aos 8.519,13 pontos, após queda de 1,2% na sessão anterior.

Os principais índices passaram a maior parte da sessão definhando sob o ponto de equilíbrio, principalmente por causa da falta de ação imediata por parte do Fed, disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimentos da Okasan Securities. Sobre a zona do euro, o analista afirmou que não vê "a situação europeia realmente piorando".

##RECOMENDA##

As ações do setor exportador foram novamente as mais sensíveis à queda do euro. Sharp recuou 2,9%, enquanto Komatsu caiu 1,3%. A tecnológica Tokyo Electron baixou 1,7% e Kyocera teve declínio de 1,1%.

Bridgestone desabou 1,8%, com as perspectivas negativas para a demanda de pneus em 2012. A conturbada Olympus despencou 4,1%. Já as ações da Nexon, uma fabricante de videogame fundada na Coreia do Sul e com base em Tóquio, estrearam no mercado com queda de 2,3%.

Tóquio, 13 - O enfraquecimento do euro e o alerta sobre a queda no lucro do quarto trimestre da gigante norte-americana de semicondutores Intel deram um duplo golpe na Bolsa de Tóquio e fizeram o mercado do Japão passar para o vermelho nesta terça-feira. O Nikkei perdeu 101,01 pontos, ou 1,2%, e encerrou aos 8.552,81 pontos, após alta de 1,4% na sessão de segunda-feira.

O índice acionário nipônico também foi afetado pelos relatórios das agências de classificação de risco Moody's e Fitch, que criticaram duramente os resultados da recém-concluída cúpula da União Europeia.

##RECOMENDA##

Gerente-geral de estratégia de investimento e de pesquisa da Daiwa Securities, Kazuhiro Takahashi comentou, contudo, que as expectativas de um grande resultado para solucionar a crise da dívida da zona do euro não eram tão altas assim. Dessa forma, o foco se desloca agora para os indicadores econômicos dos Estados Unidos que começam a ser divulgados no final do dia, com destaque para os números das vendas no varejo.

A redução das preocupações sobre a quebra na zona do euro no curto prazo, após o primeiro passo pela integração fiscal dado pelos líderes europeus na sexta-feira, fez a Bolsa de Tóquio, no Japão, fechar no campo positivo nesta segunda-feira. O índice Nikkei ganhou 117,36 pontos, ou 1,4%, e encerrou aos 8.653,82 pontos, após baixa de 1,5% na sessão da sexta-feira.

Segundo estrategistas, também pesou na recuperação do mercado o sentimento do consumidor dos EUA para dezembro, medido pela Universidade de Michigan e que veio acima das expectativas, e a recente mudança da China para uma política de flexibilização, o que aumenta as expectativas de uma recuperação econômica global.

##RECOMENDA##

Mesmo assim, a crise da dívida soberana europeia está longe de terminar. Muito ainda depende da forma como as discussões fiscais irão evoluir daqui para frente, disse Kenichi Hirano, diretor operacional da Tachibana Securities. "Haverá muitos momentos cruciais", disse. O foco de curto prazo está em como a agência de classificação de risco Standard & Poor's irá responder ao pacto da semana passada, disseram estrategistas.

As ações mais sensíveis à crise, como a de estaleiros e siderúrgicas, tiveram fortes ganhos com as perspectivas de crescimento global. Mitsui O.S.K. Lines saltou 6,4% e Nippon Steel avançou 3,1%. Toshiba adicionou 3,3%, com notícia positiva sobre sua subsidiária americana Toshiba Westinghouse Electric. Já a Toyota Motor perdeu 0,7%, ao reduzir a previsão de seu lucro líquido para o atual ano fiscal.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou novamente em queda. Nesta sexta-feira, os players continuaram céticos sobre a possibilidade de a reunião de cúpula europeia trazer soluções significativas para o futuro da zona do euro. Também pesou a negativa do Banco Central Europeu (BCE) em expandir as compras de bônus da dívida soberana de países da zona do euro.

O Nikkei perdeu 128,12 pontos, ou 1,5%, e encerrou aos 8.536,46 pontos, após baixa de 0,7% na véspera. Na semana, o índice acumulou perdas de 1,2%. Até o momento, o Nikkei apresenta queda de quase 17% no ano.

##RECOMENDA##

"A visão desdenhosa de Mario Draghi (presidente do BCE) estimulou a realização de lucros em ações que tiveram ganhos anteriormente, devido às altas expectativas", disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de investimentos estratégicos da Okasan Securities. "As outras medidas políticas (adotadas pelo BCE) estiveram em linha com a visão do mercado."

O enfraquecimento adicional do euro em relação ao iene também fez desabar os papéis. Entre as maiores perdas, Fanuc recuou 3,1% e Sony despencou 3,3%. Já as ações de chips foram afetadas pela Texas Instruments, que reduziu suas previsões para o quarto trimestre, o que alimentou preocupações sobre a economia global e uma demanda mais fraca. Tokyo Electron baixou 1,9% e Advantest perdeu 3%.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou em queda nesta quinta-feira. Os players cortaram as posições de alta, após os robustos ganhos do dia anterior, à espera das reuniões da cúpula europeia - que acontecem hoje e amanhã e podem definir o futuro da zona do euro -, além da reunião do conselho do Banco Central Europeu.

O índice Nikkei caiu 57,59 pontos, ou 0,7%, e encerrou aos 8.664,58 pontos, após alta de 1,7% na véspera.

##RECOMENDA##

"Nada realmente mudou", disse Kazuhiro Takahashi, gerente geral de estratégia de investimento e de pesquisa da Daiwa Securities. "A incerteza permanece sobre o quão longe os líderes da União Europeia vão, e se o Banco Central Europeu irá expandir a compra de títulos."

Sensíveis à oscilação do câmbio das principais moedas, as exportadoras tiveram fraco desempenho: Honda Motor deslizou 1,8% e Kyocera perdeu 1,7%. Sumco desabou 4,5%, após apontar prejuízo no ano fiscal. Tokyo Electric Power (Tepco) despencou 11%, com a notícia de que o governo japonês buscará a aprovação da emissão de novas ações na reunião de acionistas de junho.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou em alta nesta quarta-feira. As preocupações dos investidores sobre a crise da dívida da Europa deram lugar ao otimismo de que a região conseguirá elaborar um plano para lidar com seus problemas na reunião de cúpula que começa amanhã.

O índice Nikkei subiu 147,01 pontos, ou 1,7%, e encerrou aos 8.722,17 pontos, após queda de 1,4% na véspera. Foi o maior fechamento desde 9 de novembro.

##RECOMENDA##

"É desconhecida a forma como a (reunião de) cúpula irá, mas até agora nós vemos sinais de que as nações da zona do euro estão trabalhando juntas", disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimento da Okasan Securities. "Isso dá ao mercado um certo senso de alívio." Yoshinori Nagano, do departamento de pesquisas de investimento da Daiwa Asset Management, é mais incisivo. "Em vez de escutar pronunciamentos das autoridades europeias, os players querem ver o desenvolvimento das ações em comentários e promessas já feitas", afirmou. "Isso de alguma forma iria clarear as dúvidas."

O aumento da tolerância ao risco ajudou a estimular as ações do setor tecnológico. Fanuc e Sony estiveram entre os melhores desempenhos do dia, com elevação de 1,8% e 5,9%, respectivamente. Tokyo Electron avançou 3,1%.

Já a Olympus encerrou seis pregões seguidos de alta e desabou 5,2%, após um painel de observadores externos relatar que a companhia escondeu prejuízos de US$ 1,67 bilhão. A Tokio Stock Exchange (TSE) também colocou as ações da empresa sob observação, para um potencial fechamento de capital (cancelamento de registro).

A Bolsa de Tóquio, no Japão, fechou em acentuada baixa nesta terça-feira. O motivo foi o alerta da Standard & Poor's por causa da crise da dívida soberana europeia. A agência de classificação de risco ameaçou rebaixar as notas de 15 dos 17 países da zona do euro.

A notícia estimulou a realização de lucros nas ações das principais exportadoras japonesas, como TDK, que deslizou 3,4%, e Tokyo Electron, que recuou 2,3%. O índice Nikkei perdeu 120,82 pontos, ou 1,4%, para 8.575,16 pontos, após alta de 0,6% na sessão anterior.

##RECOMENDA##

Na avaliação de estrategistas, as expectativas de que a reunião de cúpula da União Europeia, que começa na quinta-feira, será frutífera em prevenir a escalada da crise da dívida na região impediram o Nikkei de ter uma baixa ainda maior. "Enquanto as expectativas (positivas) estão sustentando o índice, a cautela nas negociações provavelmente continuará até o término da reunião da UE, mantendo o pregão dentro de uma faixa estreita", disse Kazuhiro Takahashi, gerente geral de estratégia de investimento e de pesquisa da Daiwa Securities.

Tokio Marine Holdings caiu 3,9%, após reduzir a previsão de seu lucro líquido para o ano fiscal que se encerra em março. Já a Olympus disparou 9,1%, no sexto pregão seguido de alta, antes de ser divulgada a informação de que um painel de observadores externos relatou que a companhia escondeu prejuízos de US$ 1,67 bilhão. Os auditores, contudo, não encontraram evidência de que tenha havido participação do crime organizado na fraude.

A Bolsa de Tóquio encerrou em alta nesta segunda-feira, com a média do índice Nikkei fechando próximo a um mês de alta. Os exportadores se beneficiaram com as medidas de austeridade tomadas pelo governo italiano, o que ajudou a enfraquecer o iene. Além disso, a gigante do setor de varejo, Fast Retailing, teve uma apreciação favorável dos dados de vendas de sua subsidiária Uniqlo.

O índice Nikkei subiu 0,6%, em 8.695,98 pontos, seguindo o avanço de 0,5% da sessão anterior. O Índice agora subiu em cinco dos últimos seis pregões. O fechamento assinalado hoje foi o mais alto desde 9 de novembro.

##RECOMENDA##

O volume de negócios manteve-se relativamente estreito, com 1,43 bilhão de ações negociadas.

"As medidas de austeridade estão profundamente interligadas", disse Kenichi Hirano, diretor operacional da Tachibana Securities. "Isso deu ao Nikkei uma direção", completou Hirano. Segundo ele, as atenções estão agora voltadas para a reunião agendada entre a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, que deverá ocorrer na tarde de hoje.

O sentimento dos investidores também foi ajudado pelos animadores dados sobre o emprego nos EUA, mostrando que a taxa de desemprego caiu para seu nível mais baixo em novembro, em 32 meses.

As ações de vários grandes exportadores japoneses superaram os índices amplos no pregão, como os papéis da Toyota que subiram 2,7% e os da Nikon, 2,4%. As informações são da Dow Jones.

A Bolsa de Tóquio, no Japão, apresentou um modesto aumento nesta sexta-feira, após os acentuados ganhos da véspera. Ações que estavam subvalorizadas continuaram a receber as apostas dos investidores, enquanto Daiichi Sankyo e Eisai lideraram a alta no setor farmacêutico, com compras impulsionadas pela procura interna.

O Nikkei adicionou 46,37 pontos, ou 0,5%, para 8.643,75 pontos, após alta de 1,9% na sessão anterior. Foi quarto aumento do índice nas últimas cinco sessões.

##RECOMENDA##

"As nações asiáticas (Tailândia e China) estão mudando suas posições para aliviar a política monetária", disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimento da Okasan Securities. "Com isso, o Japão é a escolha mais fácil para comprar."

Entre as farmacêuticas, Daiichi Sankyo adicionou 1,4%, Astellas Pharma subiu 1,7% e Eisai teve alta de 2,1%. Daiichi Sankyo se beneficiou da autorização da Food and Drug Administration, dos EUA, para a Ranbaxy Laboratories, subsidiária da indiana Daiichi, fazer uma versão genérica da droga Lipitor, da Pfizer, para baixar o colesterol.

Houve realização de lucros, contudo, entre os principais exportadores. Kyocera perdeu 1,9% e Canon caiu 0,7%.

A Bolsa de Tóquio subiu acentuadamente na quinta-feira com a ação conjunta dos bancos centrais, durante a noite, para aumentar a liquidez em dólares. A medida deu aos investidores motivos para acreditar que uma crise global de crédito pode ser evitada, o que estimularia uma ampla recuperação liderada pelas ações do setor financeiro, como as do grupo Mitsubishi UFJ Financial.

O índice Nikkei avançou 1,93%, em 8.597.38 pontos, após a queda de 0,5% na prévia da sessão. O índice soma agora 5,4% sobre as últimas quatro sessões. O volume de negócios totalizou 2 bilhões de ações, o maior desde 28 de outubro.

##RECOMENDA##

Além da ação conjunta dos seis maiores bancos centrais para tentar fortalecer a liquidez global, a alta da Bolsa de Tóquio deveu-se também à decisão do Banco do Povo da China (PBOC) de cortar o compulsório em 0,5 pp para estimular sua atividade industrial. Outro fato importante foram os sólidos indicadores econômicos dos EUA apresentados pela ADP Private sobre o emprego.

"O risco de queda das ações japonesas em virtude da crise da dívida soberana da Europa parece estar diminuindo", disse Hideyuki Ishiguro, supervisor de estratégia de investimento da Okasan Securities.

O gerente-geral de investimento, estratégia e pesquisa da Daiwa Securities, Kazuhiro Takahashi, disse que, salvo qualquer decepção com o relatório sobre emprego nos EUA (no-farm payrolls), que abrange cerca de 80% da força de trabalho americana, a ser divulgado amanhã, e a cúpula da União Europeia no dia 9, o Nikkei terá condições de se sustentar com ganhos ao longo da próxima semana.

As ações do grupo Mitsubishi UFJ Financial e as do grupo Sumitomo Mitsui Financial tiveram o mesmo avanço, de 3,0%. Os papéis das siderúrgicas também fecharam em alta, uma vez que elas foram ajudadas pelo recuo da atividade industrial na China. As ações da Nippon Steel subiram 7,1% e as da Kobe Steel avançaram 7,5%. As informações são da Dow Jones.

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa nesta quarta-feira, em grande parte pela realização de lucros, após duas sessões de fortes ganhos. O rebaixamento da nota de vários bancos globais pela agência de classificação de risco Standard & Poor's gerou um atrativo adicional para a venda de ações no setor financeiro.

O índice Nikkei caiu 0,5%, em 8.434,61 pontos, após os ganhos de 2,3% obtidos na terça-feira, e de 1,6%, na segunda-feira.

##RECOMENDA##

O volume foi um pouco mais forte do que em sessões recentes, totalizando 1,76 bilhão de ações negociadas, o maior volume desde 10 de novembro.

"As instituições financeiras japonesas dizem que sua exposição à Europa é relativamente limitada, mas as preocupações permanecem", comentou um especialista de mercado. "As ações dos bancos estão próximas de patamares baixos para perspectivas de médio e longo prazo, mas não está claro quando isso repercutirá", disse o especialista.

Os exportadores fizeram realização de lucros, bem como as peso-pesadas Fanuc, cujos papéis caíram 2,5%, e a Kyocera, que recuou 1,6%. Por outro lado, as ações da gigante de tecnologia Pioneer subiram 6,7%. As informações são da Dow Jones.

As ações na Bolsa de Tóquio subiram acentuadamente nesta terça-feira, com o índice Nikkei obtendo seu maior ganho em pontos percentuais em dois meses. Isso se deu com a expectativa de um amplo plano para enfrentar a crise na zona do euro, o que puxou para cima os papéis dos exportadores importantes do país, como a Honda Motor e a Canon.

O índice Nikkei subiu 2,3%, em 8.477,82 pontos, seguindo os ganhos de 1,6% obtidos na segunda-feira. O volume de negócios manteve-se moderado, totalizando 1,57 bilhão de ações negociadas.

##RECOMENDA##

O Nikkei saltou na abertura, acompanhando o ganho de 2,6% do índice Dow Jones na média industrial, assinalado na segunda-feira, o qual foi ajudado por expectativas de um novo pacto europeu para conter a crise da dívida soberana europeia, bem como, um sólido início da temporada de compras natalinas nos EUA.

Os líderes da Europa estão negociando um pacto fiscal para prevenir que o bloco da zona do euro não se quebre e que os países envolvidos estejam cada vez mais unidos.

"As expectativas para um plano mais claro visando resolver a crise gerada pela dívida europeia surgiram no momento em que as ações japonesas estavam relativamente desvalorizadas", disse Hiroichi Nishi, gerente geral da divisão de ações da Nikko Securities SMBC. As informações são da Dow Jones.

A Bolsa de Tóquio caiu ligeiramente, na medida em que a realização de lucros com ações da Sharp e de algumas outras empresas voltadas para a exportação sobrepujou a caça às pechinchas, bem como mais um desempenho positivo da volátil Olympus. O índice Nikkei 225 escorregou 5,17 pontos, ou 0,1%, e fechou aos 8.160,01 pontos.

O Nikkei abriu em baixa, mas oscilou sem direção ao longo do dia. A "Black Friday", início oficial da temporada de compras de fim de ano, "será observada de perto, na busca pelos sinais da tendência do consumidor, enquanto o iene também está sob crescente vigilância", disse Hiroichi Nishi, gerente geral da Nikko Cordial Securities. Analistas observaram que várias fabricantes de bens de consumo eletrônicos geralmente obtêm a maior parte do seu lucro anual nas vendas de fim de ano.

##RECOMENDA##

A venda de pesos pesados específicas foi suficiente para manter o Nikkei em baixa. Sharp perdeu 3,9%, na medida em que os players realizaram lucros em seguida a uma tendência recente de alta, depois que a empresa apresentou resultados sólidos e algumas corretoras estrangeiras elevaram a classificação dos seus papéis. A queda ocorreu a despeito de a Dow Jones ter noticiado na quinta-feira que a Apple está adicionando a Sharp como fornecedora das telas da próxima geração do iPad, citando fontes familiarizadas com o assunto. As informações são da Dow Jones

A Bolsa de Tóquio fechou em forte queda, com o índice Nikkei 225 no nível mais baixo em quase 32 meses, em meio à escalada da crise da dívida europeia e à intensificação do medo de uma desaceleração econômica global, fatores que fizeram despencar ações de empresas exportadoras, como Fanuc e Komatsu. O índice perdeu 149,56 pontos, ou 1,8%, e terminou aos para 8.165,18 pontos, o nível mais baixo desde 31 de março de 2009.

Na quarta-feira, a Bolsa não funcionou devido a um feriado nacional. O Nikkei cedeu terreno em seis das últimas sete sessões. Nesta quinta-feira, o índice caiu acentuadamente desde a abertura, em meio à intensificação das preocupações com a Europa, depois que um leilão de títulos do governo alemão atraiu a demanda mais fraca desde a introdução do euro. Também pesaram indicadores anêmicos do exterior, como a significativa queda na leitura preliminar do Índice de Gerentes de Compra (PMI, na sigla em inglês) da China, medido pelo HSBC. As informações são da Dow Jones

##RECOMENDA##

A Bolsa de Tóquio fechou na mínima do ano pelo segundo dia consecutivo, em meio às preocupações com a crise da dívida soberana da Europa, combinada com a notícia de que o comitê especial do Congresso dos EUA não conseguiu chegar a um acordo para a redução do déficit orçamentário. O índice Nikkei desceu 33,53 pontos, ou 0,4%, e terminou aos 8.314,74 pontos.

As principais blue chips, incluindo Toyota e Nomura, chegaram no intraday às mínimas de 2011. A Toyota ainda conseguiu fechar em alta de 0,1%, mas Nomura perdeu 1,7%. "Isso pode muito bem ser uma jornada nervosa daqui até o fim do ano", disse Nicholas Smith, estrategista da CLSA. "Para os investidores, tudo se resume à preservação do capital e as enfadonhas ações defensivas provavelmente são o melhor lugar para estar agora."

##RECOMENDA##

Depois de abrir em queda, o Nikkei recuperou algum terreno enquanto o mercado digeria o fracasso do comitê dos EUA, que já havia sido antecipado na sessão de segunda-feira. A falta de uma reação imediata das agências de classificação de risco também diminuiu a preocupação quanto a um possível rebaixamento no rating dos EUA.

A Moody's confirmou seu rating triplo-A sobre a dívida soberana dos EUA, enquanto a Standard & Poor's disse que seus ratings não vão mudar por causa do fracasso dos congressistas norte-americanos em chegar a um acordo. A Fitch, entretanto, afirmou que o impasse provavelmente resultará em uma revisão de sua perspectiva de rating, para Negativa.

Além disso, vários assuntos de final de ano no Congresso dos EUA ficaram pendentes, incluindo o iminente aumento do imposto sobre a folha de pagamento e o fim da extensão dos benefícios por desemprego. A situação política complexa sugere que "os efeitos na economia dos EUA podem ser vistos no começo do próximo ano", disse Kazuhiro Takahashi, gerente geral de pesquisa e estratégia de investimentos da Daiwa Securities. As informações são da Dow Jones

A Bolsa de Tóquio fechou com o índice Nikkei 225 no menor nível de encerramento do ano, uma vez que as preocupações com o iene forte e a situação da dívida soberana da Europa levaram a um renovado pessimismo em relação aos exportadores, incluindo Toyota e Sony. O índice perdeu 26,64 pontos, ou 0,3%, e terminou aos 8.348,27 pontos, o que representa uma desvalorização de 18% no ano.

O Nikkei abriu com pequeno recuo e depois chegou a subir, mas passou a maior parte do dia no território negativo. "Há simplesmente poucas pistas de negociação no momento, com a temporada de balanços terminada e o anúncio do 'supercomitê' dos EUA (comissão conjunta do Congresso criada para estudar cortes no orçamento) previsto para 23 de novembro", disse Toshiyuki Kanayama, analista da Monex. "Os players estão em compasso de espera", afirmou.

##RECOMENDA##

As ações das companhias exportadoras em geral se retraíram por causa do iene persistentemente valorizado. Os principais nomes do setor de tecnologia tiveram desempenho pior do que o mercado em geral. As informações são da Dow Jones

Um terremoto de magnitude 5,1 atingiu a costa leste do Japão, segundo informado pelo Centro de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O tremor, com profundidade de 6 quilômetros, foi registrado perto da costa de Honshu, a maior ilha japonesa, às 4h27 de domingo no horário local (17h27 do sábado no horário de Brasília), a cerca de 91 quilômetros de Tóquio. As informações são da Dow Jones.

Páginas

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando