Tópicos | 2º mandato

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reelegeu nesta terça-feira (24) o médico Tedros Adhanom Ghebreyesus para servir um segundo mandato de cinco anos como diretor-geral da agência. Tedros Adhanom, que era o único candidato desta vez, foi eleito pela primeira vez em 2017.

A votação desta terça, durante a 75ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, foi o resultado de um processo eleitoral que começou em abril de 2021, quando os estados-membros foram convidados a apresentar propostas de candidatos ao cargo. O novo mandato de Tedros Adhanom começa oficialmente no dia 16 de agosto.

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Subiu de 76% para 82% o total de entrevistados que consideram o segundo mandato da presidente Dilma Rousseff pior do que o primeiro, segundo pesquisa Ibope divulgado nesta quarta-feira, 1, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Por outro lado, aqueles que avaliam como melhor oscilaram de 4% para 3%, portanto, dentro da margem de erro entre o levantamento de março e o realizado em junho.

O porcentual daqueles que consideram igual os dois mandatos de Dilma caiu de 18% para 14% no período.

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O levantamento foi realizado entre 18 e 21 do mês passado, antes da divulgação do conteúdo da delação premiada de Ricardo Pessoa, dono da empreiteira UTC. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro máxima da pesquisa é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

A decisão da presidente Dilma Rousseff de indicar os senadores Armando Monteiro (PTB-PE) e Kátia Abreu (PMDB-TO) para ocupar, respectivamente, os ministérios do Desenvolvimento (MDIC) e da Agricultura tem por objetivo reaproximá-la dos dois setores. Ao mesmo tempo, Dilma busca isolar o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), dos movimentos que costura para presidir a Casa Legislativa a partir de 2015.

O convite feito por Dilma para Kátia Abreu irrita principalmente o PMDB da Câmara. Atual presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ela vai ocupar um ministério que hoje é da "cota" dos deputados do partido, com aliados de Cunha integrando a pasta. A indicação não agradou à bancada peemedebista. Um dos integrantes disse que se a presidente fez isso, ela vai ter de dar a eles outro ministério para "compensar".

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O ex-ministro Antônio Andrade (MG) teria saído da pasta em março com a promessa de Dilma de que ele indicaria um deputado para ser o titular da Agricultura em 2015, caso ele conseguisse uma boa vantagem eleitoral para a presidente em Minas. Andrade venceu a eleição mineira como vice na chapa do governador eleito Fernando Pimentel (PT) e estaria trabalhando para emplacar o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) no ministério.

A bancada peemedebista do Senado também não considera que ganharia mais uma pasta com a indicação de Kátia Abreu. A avaliação é de que a senadora reeleita é uma neófita na sigla - saiu do DEM e passou pelo PSD antes do PMDB - e não seria um "espaço" para a legenda. Um senador do partido definiu Katia como "um nome bom", mas que seria da cota pessoal de Dilma.

Atualmente, o PMDB tem cinco pastas: Minas e Energia, com o senador licenciado Edison Lobão; Previdência, com o também senador licenciado Garibaldi Alves Filho; Agricultura, com Neri Geller; Turismo, com Vinícius Lages; e Aviação Civil, com Moreira Franco.

No caso da escolha de Armando Monteiro, a intenção é tentar levar o PTB a apoiar uma candidatura à presidência da Câmara que será lançada pelo PT para tentar derrotar Cunha. O partido elegeu 25 deputados e terá três senadores a partir do ano que vem.

Ao Estado, Monteiro reconheceu que o partido tem seu "peso" na Congresso. Sem entrar em detalhes, ele disse que, durante a conversa que teve com Dilma ontem, discutiu também a situação política atual. Para ele, porém, uma eventual confirmação sua para o MDIC, seria uma indicação da "cota pessoal" da presidente. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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