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Chantek, um orangotango macho que aprendeu a se comunicar pela linguagem dos sinais, morreu, aos 39 anos, nos Estados Unidos - anunciou o zoológico de Atlanta.

Os veterinários do zoo vinham tratando Chantek por uma enfermidade cardíaca, mas se mantêm reticentes sobre a causa do óbito do animal, na segunda-feira (8).

O orangotango nasceu em Atlanta, mas foi criado como um humano por um antropólogo no Tennesssee, que lhe ensinou a linguagem dos sinais (ASL, na sigla em inglês).

Foi tema de um documentário de 2014 intitulado "The Ape Who Went to College" (O símio que foi à faculdade).

O animal se mudou para o zoológico de Atlanta em 1997.

A instituição disse que Chantek "usava a ASL com frequência para se comunicar com seus cuidadores, com os quais desenvolveu estreitos laços pessoais" ao longo dos anos.

"Era tímido" para se comunicar "com pessoas que não conhecia e, frequentemente, escolhia formas de comunicação mais típicas dos orangotangos", como gestos e vocalizações.

Chantek era um "dos orangotangos machos mais velhos" na América do Norte, acrescentou o zoo, em um comunicado.

A cerimônia de homenagem a Nelson Mandela deixou indignados os surdos-mudos da África do Sul que nesta quarta-feira (11) denunciaram o intérprete dos discursos como um impostor e não conhecia a linguagem do sinais. "A comunidade de surdos-mudos da África do Sul está ofendida", afirmou o Delphin Hlungwane, intérprete oficial da Federação de Surdos da África do Sul.

"Ele gesticulava e movia suas mãos em todos os sentidos. Não tinha gramática, não utilizava qualquer estrutura. Não conhecia nenhuma regra da linguagem. Não traduziu nada", acrescentou. "Não sabemos de quem se trata, ninguém o conhece. Ele apareceu nesta ocasião e não sabemos como", disse ainda.

O caso do falso intérprete provocou polêmica na África do Sul e inúmeras interrogações. Os serviços de comunicação prometeram dar uma resposta a respeito.

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