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O brasileiro Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot foram eliminados logo na estreia na chave de duplas do Masters 1000 de Paris, na França. Nesta quarta-feira (30), eles foram batidos pelo argentino Maximo González e pelo norte-americano Austin Krajicek por 2 sets a 1, com parciais de 6/7 (5/7), 6/4 e 8/10, em 1h54min de confronto.

Em um duelo marcado pelo equilíbrio, Melo e Kubot sofreram apenas uma quebra ao longo da partida, em seis breaks points cedidos aos rivais. E acabaram faturando duas quebras sobre os rivais. González e Krajicek, contudo, venceram os pontos mais importantes e sacramentaram a vitória.

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Com a queda, brasileiro e polonês agora vão se concentrar na preparação da dupla para a última competição deles no ano. O ATP Finals terá início no dia 10 de novembro, em Londres, e vai reunir os oito melhores tenistas da temporada e as oito melhores duplas.

Antes de Melo, Bruno Soares também se despediu de forma precoce da quadra dura e indoor de Paris. O brasileiro e o croata Mate Pavic foram derrotados pelo neozelandês Artem Sitak e pelo indiano Divij Sharn, de virada, por 2 sets a 1.

Com estas derrotas, o Brasil não tem mais representantes no último Masters 1000 da temporada 2019.

Em uma semana de muito brilho e grandes vitórias, o russo Karen Khachanov selou sua campanha no Masters 1000 de Paris com o título, o maior de sua carreira até agora. Na final deste domingo, o tenista de 22 anos derrubou ninguém menos que o sérvio Novak Djokovic, que retomará o topo do ranking na segunda-feira, num consistente triunfo pelo placar de 2 sets a 0, com placar de 7/5 e 6/4, em 1h37min.

Atual 18º do mundo, Khachanov só tinha três títulos no currículo até então, todos de nível ATP 250. Não tinha nem finais em ATPs 500 ou Masters 1000, o que foi obtido nesta semana em Paris. Com o resultado, subirá para o 11º lugar do ranking e ainda se tornará o segundo reserva para o ATP Finals, que encerrará a temporada do circuito masculino ao reunir os oito melhores do ano em Londres, entre os dias 11 e 18.

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Ele ainda encerrou um jejum de troféus dos tenistas russos no circuito. Khachanov se tornou o primeiro a vencer um Masters 1000 desde que Nikolay Davydenko foi campeão em Xangai, em 2009. No geral, é o terceiro tenista a vencer seu primeiro título deste nível na temporada 2018 - os outros são o argentino Juan Martín del Potro e o norte-americano John Isner.

De quebra, Khachanov acabou com a série invicta de 22 jogos de Djokovic, que vinha de três troféus consecutivos: Cincinnati, US Open e Xangai. Apesar da derrota na final, o sérvio vai retomar a liderança do ranking na atualização desta segunda, superando o espanhol Rafael Nadal. A posição estará em jogo no ATP Finals.

A final deste domingo foi marcada por uma queda de rendimento do sérvio ao longo da partida. Nos últimos dias, ele chegou a reclamar de uma gripe, mas não usou o mal-estar para justificar a derrota ao fim da decisão do título.

Djokovic começou impondo forte ritmo e faturou a primeira quebra do jogo ao abrir 3/1 no placar. Na sequência, fez 0/30 no saque do rival. Mas, a partir daí, foi surpreendido pela reação do russo, que devolveu a quebra e ainda obteve outra na sequência para fechar o primeiro set.

No segundo, Djokovic perdeu intensidade em quadra e passou a cometer erros em sequência. E Khachanov soube aproveitar suas oportunidades. Impôs a primeira e única quebra da parcial e manteve o forte ritmo, ameaçando o serviço do favorito em outras cinco oportunidades, salvas pelo sérvio.

Diante dos erros do futuro número 1, o tenista de Moscou manteve a consistência em seus games de serviço e sequer teve o fundamento ameaçado no set. E, na hora decisiva, fechou o set e o jogo com tranquilidade, sem se abalar com a pressão.

Em uma batalha de 3h03min de duração, de alto nível, o sérvio Novak Djokovic voltou a vencer o suíço Roger Federer e garantiu vaga em mais uma final de nível Masters 1000 neste ano. Em Paris, o futuro número 1 do mundo bateu o atual número três do ranking pelo placar de 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (8/6), 5/7 e 7/6 (7/3), pela semifinal. Na decisão, ele vai encarar o jovem russo Karen Khachanov.

Foi a 25ª vitória de Djokovic sobre Federer, que soma 22 triunfos no retrospecto direto. O sérvio tem agora quatro vitórias seguidas sobre o rival. O suíço não derrota o sérvio desde 2015. Em grande fase, Djokovic vem dos títulos de Wimbledon e do US Open. Ele busca o terceiro troféu de nível Masters no ano, após vencer em Cincinnati e Xangai.

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A sequência incrível de resultados a partir da metade do ano levou o sérvio da 22ª colocação do ranking, em junho, para a liderança, a ser confirmada na segunda-feira pela ATP. Federer manterá o terceiro posto, atrás do espanhol Rafael Nadal. O trio deve se enfrentar diretamente no ATP Finals, torneio que encerra a temporada ao reunir os oito melhores do ano em Londres, entre os dias 11 e 18 deste mês.

A semifinal deste sábado foi marcado pelo alto nível, principalmente no segundo e no terceiro sets, após um início de jogo de muita cautela de ambos os lados. O equilíbrio pode ser constatado pelo número de quebras na partida: apenas uma, a favor de Federer. O suíço, porém, sofreu para manter o seu serviço. Foram 12 break points salvos em toda a partida.

Federer obteve a única quebra do jogo no segundo set, no último game da parcial. Já Djokovic se saiu melhor nos tie-breaks. No decisivo, contou com uma sequência de erros do rival, incluindo uma dupla falta, para abrir boa vantagem e sacramentar a vitória.

Federer se destacou no serviço, ao contrário do que vinha fazendo em sua campanha em Paris até então. Foram 17 aces e aproveitamento de 74% dos pontos quando jogou com o primeiro serviço. Djokovic anotou oito aces e rendimento idêntico com o primeiro saque.

Com o resultado, o sérvio ampliou sua série invicta para 22 jogos na temporada. Em sua 104ª final na carreira, ele vai tentar o 73º título, sendo o quinto em 2018.

Para tanto, terá que superar Karen Khachanov, de apenas 22 anos. Atual 18º do ranking, ele disputará sua primeira grande final da carreira. Neste sábado, eliminou o terceiro rival do Top 10 em sua forte campanha em Paris ao superar o austríaco Dominic Thiem por 6/4 e 6/1.

No confronto direto, os finalistas deste domingo só se enfrentaram uma vez no circuito. Djokovic levou a melhor nas oitavas de final de Wimbledon, neste ano, em sets diretos.

Sem derrubar uma gota de suor neste sábado, o tenista escocês Andy Murray se tornou o novo número 1 do mundo. Ele garantiu a chegada ao topo do ranking pela primeira vez na carreira com a desistência do canadense Milos Raonic, faltando uma hora para a partida em que disputariam uma das semifinais do Masters 1000 de Paris, na França.

Raonic alegou dores na perna direita para desistir do jogo que valia vaga na decisão. Exame realizado nesta manhã confirmou a lesão, que torna o canadense dúvida para o ATP Finals, o último torneio da temporada, em Londres, a partir do dia 13.

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Sem Raonic do outro lado da quadra, Murray avançou à final sem fazer esforço. E somou os pontos suficientes que o levam à primeira colocação do ranking, na atualização da lista da ATP, na próxima segunda-feira.

O britânico vai desbancar Novak Djokovic, que terá encerrada uma sequência de 122 semanas consecutivas no posto de número 1. O sérvio defendia o título do ano passado em Paris, mas, vindo de desempenho irregular neste segundo semestre, caiu nas quartas de final, na sexta-feira, e abriu caminho para Murray.

Por causa da queda precoce de Djokovic, ainda nas quartas, o escocês só precisava chegar à final. A desistência de Raonic só facilitou a vida de Murray, que se tornou o segundo mais velho a alcançar a liderança, com 29 anos - o mais experiente foi o australiano John Newcombe, com 30, no ano de 1974.

Para coroar o número 1 com título, Murray vai encarar neste domingo o norte-americano John Isner na final em Paris. Isner venceu mais cedo o croata Marin Cilic, grande algoz de Djokovic nas quartas, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3. O americano nunca venceu Murray no circuito. São sete jogos e sete vitórias para o britânico no retrospecto entre os dois.

Embalado pela conquista garantida neste sábado, Murray tentará celebrar no domingo o 43º título da carreira, e o oitavo da temporada, a sua melhor no circuito profissional. Neste ano ele se sagrou campeão de Wimbledon, faturou o bicampeonato olímpico no Rio de Janeiro e ainda venceu os Masters 1000 de Roma e Xangai.

A oitava e última vaga no ATP Finals ficou com o austríaco Dominic Thiem. O tenista de 23 anos fará sua estreia na competição que reúne os oito melhores do ano após os resultados do Masters 1000 de Paris, que está sendo disputado na França nesta semana. Com a definição, estão confirmados todos os participantes da chave de simples do Finals.

Thiem garantiu a classificação com a derrota do francês Jo-Wilfried Tsonga diante do canadense Milos Raonic, na noite desta sexta-feira (4). Tsonga ainda estava na briga, mas precisava do título em Paris para buscar a última vaga do Finals. No entanto, acabou sendo eliminado nas quartas de final.

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Antes de Thiem já estavam assegurados no Finals o sérvio Novak Djokovic, o escocês Andy Murray, o suíço Stan Wawrinka, o japonês Kei Nishikori, Raonic, o francês Gael Monfils e o croata Marin Cilic, que garantiu sua vaga na semana passada.

"Sempre foi um sonho de criança participar do Finals. Nos últimos dois anos se tornou um grande objetivo e alcançá-lo com esta idade é incrível, 20 anos depois do primeiro austríaco presente na competição", comemorou Thiem, referindo-se ao compatriota Thomas Muster, que competiu pela última vez em 1997 - na época o torneio ainda se chamava Masters Cup.

Um dos talentos da nova geração, Thiem se destacou neste ano sobretudo no primeiro semestre, quando faturou quatro títulos, sobre três superfícies diferentes: Buenos Aires, Nice, Acapulco e Stuttgart. Foi ainda vice-campeão em Metz e Munique. Em junho, despontou no Top 10 do ranking pela primeira vez ao alcançar a semifinal de Roland Garros.

DUPLAS - Também estão definidos todas as parcerias que vão competir na chave de duplas em Londres, entre os dias 13 e 20 deste mês, em Londres. A disputa terá dois brasileiros: Bruno Soares e Marcelo Melo. O primeiro jogará ao lado do escocês Jamie Murray, e o segundo formará parceria com o croata Ivan Dodig (será o último torneio dos dois tenistas jogando juntos).

A chave londrina terá ainda os franceses Pierre-Hugues Herbert e Nicolas Mahut, os norte-americanos Bob Bryan e Mike Bryan, os espanhóis Feliciano López e Marc López, a dupla formada pelo sul-africano Raven Klaasen e pelo americano Rajeev Ram e a parceria do finlandês Henri Kontinen com o australiano John Peers.

Após eliminar Thomaz Bellucci em Paris, o sérvio Novak Djokovic fez mais uma vítima no último Masters 1000 da temporada, nesta quinta-feira. O número 1 do mundo não se intimidou diante da torcida contra e despachou o local Gilles Simon por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 7/5, garantindo seu lugar nas quartas de final na França.

Apesar do triunfo em sets diretos, Djokovic teve trabalho para superar o rival francês. Conhecido pelo eficiente saque, o sérvio perdeu o serviço em cinco games na partida, quatro deles no segundo set. A sequência de quebra, incomum nesta grande fase do tenista, se deveu à irregularidade no saque. Ele acertou apenas dois aces e cometeu três duplas faltas em todo o jogo.

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No primeiro set, o duelo começou empolgando a torcida francesa. Simon saiu na frente ao faturar a primeira quebra de saque do jogo. Abriu 2/1, mas não sustentou a vantagem. Djokovic não apenas virou o marcador como também emplacou duas quebras em sequência. Abatido pela reação do rival, o francês cedeu à pressão e perdeu o set inicial.

Na segunda parcial, os dois tenistas protagonizaram um duelo de quebras de saque. Foram nove (cinco a favor de Djokovic) em 12 games disputados. Oscilando no saque, o sérvio só não se complicou na partida porque o adversário também penava para levar perigo com seu serviço. Simon converteu apenas 34% dos pontos quando jogou com o primeiro saque.

Mesmo assim, o sérvio dava chances ao tenista da casa, como aconteceu no décimo game. Sacando para fechar o jogo, Djokovic abusou dos erros (foram 29 não forçados em toda a partida) e acabou cedendo a quebra. Simon, contudo, não aproveitou o momento favorável. Levou outra quebra e viu o favorito confirmar a vitória no game seguinte, após 1h36min.

Nas quartas de final, o líder do ranking terá pela frente o vencedor do confronto entre o francês Jo-Wilfried Tsonga e o checo Tomas Berdych. Eles se enfrentam ainda nesta quinta-feira na quadra dura de Paris.

Na luta para seguir no topo do ranking, Novak Djokovic fez sua parte nesta sexta-feira (31) ao derrotar o escocês Andy Murray por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/2, em 1h40min de partida, em Paris. A vitória ampliou sua vantagem na primeira colocação e garantiu sua vaga nas semifinais do Masters 1000 disputado na capital francesa.

Agora o sérvio aguarda o confronto entre o japonês Kei Nishikori e o espanhol David Ferrer para conhecer seu futuro rival, de olho na decisão. A outra semifinal terá o checo Tomas Berdych e o canadense Milos Raonic, algoz do suíço Roger Federer.

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A queda de Federer nas quartas de final favoreceu Djokovic na luta por terminar a temporada no topo do ranking. O suíço precisava chegar ao título em Paris para desbancar Djokovic já na próxima atualização do ranking, na segunda-feira. Com a queda, a disputa será adiada para o ATP Finals.

Contudo, o sérvio é o grande favorito para seguir na ponta na virada do ano. Somente uma improvável combinação de resultados faria Federer voltar à primeira colocação ao fim do torneio que reúne os oito melhores da temporada e encerra o calendário da ATP.

Nesta sexta, Djokovic teve menos trabalho do que esperava para vencer o rival e amigo Andy Murray. Os dois fizeram um duelo equilibrado no set inicial até que o sérvio faturou a primeira quebra de saque no 12º game, fechando a parcial.

Irregular, Murray caiu de rendimento no começo do segundo set. Djokovic chegou a ter três chances de quebra logo no segundo game. Mas desperdiçou todas as oportunidades. Para piorar, viu o adversário crescer na partida e quebrar seu saque.

A vantagem de Murray, contudo, durou pouco. Na sequência, só deu o sérvio na partida. Após devolver a quebra, manteve a pressão sobre o saque do rival e obteve nova quebra, virando o placar do set. Mais consistente, fechou a parcial e o jogo, exibindo seu bom preparo físico na quadra dura de Paris.

Milos Raonic encerrou nesta sexta-feira (31) a sequência invicta de Roger Federer e praticamente acabou com objetivo do suíço de terminar a temporada na liderança do ranking. O canadense venceu o número dois do mundo por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/5) e 7/5, e avançou à semifinal do Masters 1000 de Paris.

Com seu potente saque, Raonic disparou 21 aces e faturou uma quebra de saque - a única da partida - para superar o experiente rival em 1h33min de duelo. Foi sua primeira vitória sobre Federer, após seis derrotas consecutivas no circuito. O triunfo foi ainda mais valorizado por causa da boa sequência do suíço neste fim de temporada.

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Federer vinha embalado por dois títulos seguidos, no Masters de Xangai e no ATP 500 da Basileia, na semana passada. Com estes troféus, ele havia renovado as esperanças de superar Novak Djokovic no topo do ranking. Agora, as chances ficaram bem reduzidas. Somente uma improvável combinação de resultados deixaria Federer na primeira colocação neste fim de ano.

Fora de Paris, Federer vai concentrar sua atenção agora no ATP Finals, que terá início no dia 9 de novembro. Em Londres, o suíço poderá reencontrar Raonic. O canadense ainda briga por uma das vagas restantes no torneio que reúne os oito melhores da temporada e encerra o calendário da ATP.

A disputa ficou ainda mais apertada nesta quinta com a classificação do checo Tomas Berdych ao torneio. Ele assegurou seu lugar ao vencer o sul-africano Kevin Anderson, de virada, por 6/7 (4/7), 6/4 e 6/4. Berdych ficou com o sexta vaga na competição, restante agora apenas dois lugares.

O checo será justamente o próximo rival de Raonic em Paris. Será o quarto confronto entre os dois tenistas no circuito profissional - o canadense lidera o retrospecto, com duas vitórias.

Andy Murray enfim garantiu sua vaga no ATP Finals nesta quinta-feira. O britânico conquistou a classificação ao derrotar o búlgaro Grigor Dimitrov por 2 sets a 0, com duplo 6/3, pelas oitavas de final do Masters 1000 de Paris, em apenas 1h09min. Com a vitória, Murray somou pontos suficientes para voltar a competir diante de sua torcida, em Londres, no torneio que encerra a temporada.

Murray ficara de fora no ano passado porque precisou ser submetido a uma cirurgia nas costas. O problema físico atrapalhou seu início de temporada, pouco brilhante, e exigiu maior empenho do tenista no fim do calendário deste ano para somar pontos e assegurar seu lugar entre os oito melhores de 2014. Será a sexta participação de Murray na competição - agora restam apenas três vagas no ATP Finals.

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A classificação teve sabor de vingança para Murray, que acabou com as chances de Dimitrov entrar na competição londrina. Ao derrotar o búlgaro, ele devolveu a eliminação sofrida nas quartas de final de Wimbledon, torneio que defendia o título neste ano. Dimitrov também havia superado o escocês em Acapulco, no início do ano. Com o triunfo desta quinta, Murray soma quatro vitórias em seis partidas contra o adversário.

O resultado levou o escocês para as quartas de final em Paris. Em busca da vaga na semifinal, Murray poderá cruzar com o sérvio Novak Djokovic. Para tanto, o número 1 do mundo precisa vencer o local Gael Monfils, ainda nesta quinta. Djokovic venceu as três partidas que disputou com Murray nesta temporada.

Ainda nesta quinta, David Ferrer eliminou Fernando Verdasco em confronto de espanhóis e também avançou às quartas de final. O checo Tomas Berdych despachou o espanhol Feliciano López e o sul-africano Kevin Anderson surpreendeu ao eliminar o suíço Stanislas Wawrinka, terceiro cabeça de chave, da competição. Mais tarde, o também suíço Roger Federer vai enfrentar o jovem local Lucas Pouille em busca da vaga nas quartas.

Se decepcionaram no início do dia, os tenistas franceses se recuperaram na noite desta quarta-feira e empolgaram a torcida presente no Palácio de Bercy. Gael Monfils, Jo-Wilfried Tsonga e até o jovem Lucas Pouille, de apenas 20 anos, venceram seus jogos e avançaram às oitavas de final no Masters 1000 de Paris.

Monfils eliminou o norte-americano John Isner por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/6 (7/4). Na sequência, terá um desafio bem mais complicado pela frente. Seu rival será o sérvio Novak Djokovic, número 1 do mundo e atual campeão do torneio francês.

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Tsonga teve mais trabalho para avançar. Ele precisou de três sets para bater o austríaco Jurgen Melzer pelo placar de 6/2, 4/6 e 6/2. Nas oitavas, ele terá pela frente o japonês Kei Nishikori. O sexto cabeça de chave superou o espanhol Tommy Robredo por 6/7 (4/7), 6/2 e 6/3.

Nishikori não jogará motivado apenas pela vaga nas quartas de final. Ele busca garantir vaga no ATP Finals, que reúne os oito melhores tenistas da temporada em Londres, em novembro. O japonês precisa chegar ao menos nas semifinais em Paris para assegurar a classificação.

Caçula entre os tenistas franceses que entraram em quadra nesta quarta, Lucas Pouille não se intimidou diante do polêmico italiano Fabio Fognini, 16º cabeça de chave, e cravou a zebra pelo placar de 7/6 (7/5) e 7/6 (9/7). Insatisfeito com a derrota, Fognini protagonizou discussão acalorada com o árbitro da partida, o brasileiro Carlos Bernardes, ao fim da partida.

Novak Djokovic mostrou grande poder de superação neste domingo (3) para acumular mais um título nesta temporada. Após sair atrás no placar nos dois sets, o sérvio bateu o espanhol David Ferrer por duplo 7/5 e se sagrou campeão do Masters 1000 de Paris, na França.

Com a vitória, Djokovic chegou ao seu segundo título em Paris, ao sexto na temporada e ao 40º na carreira. De quebra, manteve as esperanças de terminar o ano na liderança do ranking. Para tanto, terá que defender o título do ATP Finals, na próxima semana, e torcer por uma queda precoce do número 1 Rafael Nadal.

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Ferrer, por sua vez, desperdiçou grande chance de conquistar seu segundo título de nível Masters 1000. O primeiro troféu foi obtido justamente em Paris, no ano passado. O espanhol vinha fazendo grande campanha na competição francesa nesta semana e chegou a surpreender Nadal na semifinal, mas oscilou nos momentos decisivos neste domingo e foi superado na final.

Ferrer e Djokovic protagonizaram dois sets muito semelhantes. O espanhol saiu na frente nas duas parciais ao se impor no saque do sérvio. Mais consistente no fundo de quadra, chegou a ter boas chances para faturar nova quebra, mas desperdiçou as oportunidades, nos dois sets.

Djokovic, por sua vez, foi mais eficiente e aproveitou suas chances, nas duas parciais. Depois de sair atrás, buscou o empate no décimo game quando Ferrer sacava para fechar os sets. E obteve a virada logo na sequência, sacramentando o triunfo em 1h52min de partida.

Bruno Soares e Alexander Peya não conseguiram repetir neste domingo (3) a vitória obtida sobre os irmãos Bob e Mike Bryan, no fim de semana passado. Desta vez, brasileiro e austríaco foram derrotados pelos favoritos na final do Masters 1000 de Paris. A dupla norte-americana fechou a partida pelo placar de 2 sets a 0, com duplo 6/3.

No domingo passado, Soares e Peya levantaram o troféu do ATP 500 de Valência, na Espanha, com uma vitória por 2 a 1 sobre os Bryan, que formam a melhor dupla da atualidade. Embalados, brasileiro e austríaco fizeram grande campanha em Paris nesta semana, mas não conseguiram repetir a grande apresentação do domingo passado na França.

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Para chegar à final, Bob e Mike Bryan eliminaram no sábado a dupla formado pelo brasileiro Marcelo Melo e pelo croata Ivan Dodig. As três parcerias vão se reencontrar na próxima semana durante o ATP Finals, em Londres. O torneio reunirá os oito melhores tenistas de simples e as oito melhores duplas da temporada.

Com a derrota desta manhã, Soares e Peya perderam a chance de faturar o segundo título de Masters 1000 da dupla. Neste ano, eles venceram em Montreal e foram superados na final em Madri. Também foram vice-campeões do US Open, o último Grand Slam da temporada. Soares tem agora seis títulos em 11 finais em 2013.

A final deste domingo começou com equilíbrio nos primeiros games, até a primeira quebra de saque, obtida pelos norte-americanos. Eles abriram 3/1, mas Soares e Peya logo devolveram a quebra. A dupla do brasileiro, contudo, perdeu a chance de igualar o placar ao sofrer nova quebra, que encaminhou o set para os rivais.

Mais confiantes, Bob e Mike Bryan começaram melhor no segundo set e faturaram nova quebra de serviço logo no primeiro game. Soares e Peya tentaram reagir, mas voltaram a perder o saque. Insistente, a dupla devolveu uma das quebras quando os irmãos sacavam para o jogo. Mas perdeu o serviço, o set e o título no game seguinte.

Líderes do ranking mundial, os irmãos norte-americanos Mike e Bob Bryan evitaram neste sábado que a final da chave de duplas do Masters 1.000 de Paris tivesse um duelo entre dois tenistas do Brasil. Eles venceram a semifinal deste sábado diante do brasileiro Marcelo Melo e do croata Ivan Dodig, avançando para a decisão deste domingo contra o também brasileiro Bruno Soares e o austríaco Alexander Peya.

Na semifinal deste sábado no torneio francês, os irmãos Bryan ganharam de Marcelo Melo e Ivan Dodig por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 7/5, em 1 hora e 12 minutos de jogo. Um pouco antes, Bruno Soares e Alexander Peya, que formam a segunda melhor dupla do ranking mundial, também tinham vencido sua partida, diante do bielo-russo Max Mirnyi e do romeno Horia Tecau por 2 sets a 1, com 3/6, 6/2 e 10/3.

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Assim, as duas principais duplas do mundo vão se enfrentar na decisão deste domingo. E quem vencer em Paris vai chegar embalado para a disputa do ATP Finals, torneio que reúne as oito melhores parcerias da temporada, a partir desta segunda-feira, em Londres. Assim como os irmãos Bryan e Bruno Soares/Alexander Peya, Marcelo Melo e Ivan Dodig também estão classificados para jogar na capital inglesa.

David Ferrer surpreendeu neste sábado ao obter grande triunfo sobre o favorito Rafael Nadal, na semifinal do Masters 1000 de Paris. Com a vitória no duelo de espanhóis em sets diretos, por 6/3 e 7/5, Ferrer avançou à decisão e manteve a busca pelo bicampeonato na França. Seu adversário na final será o sérvio Novak Djokovic.

Ferrer comemorou a vitória não apenas pela vaga na final, mas pelo forte desempenho apresentado. O espanhol dominou o número 1 do mundo com golpes certeiros do fundo de quadra, subidas à rede e elevado aproveitamento no saque. Foram ao todo 29 bolas vencedoras, contra 19 de Nadal.

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Com esta atuação fulminante, Ferrer obteve somente a 5ª vitória em 25 jogos disputados contra o compatriota. De quebra, garantiu vaga em sua nona final na temporada - venceu apenas dois campeonatos (Buenos Aires e Auckland). Se vencer no domingo, somará seu segundo troféu de nível Masters 1000.

Nadal, por sua vez, perdeu a chance de alcançar o recorde de seis títulos de Masters em apenas um ano. Ao ficar fora da final, o espanhol desperdiçou ainda a oportunidade de somar pontos suficientes para se garantir na liderança do ranking no fim da temporada.

Em dia inspirado, Ferrer foi muito superior no set inicial e pressionou Nadal durante toda a parcial. O número 1 do mundo só conseguiu um break point, defendido pelo compatriota. Ferrer, por sua vez, converteu uma das cinco chances de quebra cedidas pelo favorito.

No segundo set, Ferrer continuou melhor e logo se impôs novamente no saque do adversário. Ele chegou a sacar para o jogo, mas Nadal conseguiu devolver a quebra a tempo. Ferrer, no entanto, voltou à carga e obteve nova quebra. Desta vez, Nadal não pôde se defender e viu o compatriota sacramentar a vitória em 1h38min de duelo.

ATP FINALS - A derrota para Ferrer traz ao menos um consolo para Nadal. O número 1 do mundo ganhou um dia a mais para descansar antes da estreia no ATP Finals, em Londrees. Encabeçando o Grupo A, Nadal entrará em quadra já na terça-feira, quando enfrentará justamente Ferrer.

No mesmo dia, o suíço Roger Federer vai duelar com o sérvio Novak Djokovic, reeditando a primeira semifinal de Paris, pelo Grupo B. Na segunda-feira, o torneio de simples será aberto com os confrontos entre o checo Tomas Berdych e o suíço Stanislas Wawrinka, e o argentino Juan Martín del Potro e o francês Richard Gasquet.

Novak Djokovic levou a melhor em seu primeiro duelo contra Roger Federer neste ano. O sérvio buscou a virada contra o suíço, neste sábado, e garantiu a vaga na final do Masters 1000 de Paris, com o placar de 4/6, 6/3 e 6/2, em duas horas de partida. Agora, o número dois do mundo aguarda o confronto entre os espanhóis Rafael Nadal e David Ferrer para conhecer seu adversário deste domingo.

No mesmo dia em que se enfrentaram pela primeira vez na temporada, Djokovic e Federer descobriram que terão pelo menos mais um confronto garantido neste ano. Eles vão duelar no mesmo grupo do ATP Finals, que definiu suas chances neste sábado. Sérvio e suíço terão ainda a companhia do argentino Juan Martín del Potro e o francês Richard Gasquet.

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Djokovic entrará neste futuro duelo embalado pela boa vitória conquistada neste sábado. Apesar das oscilações no início, o sérvio conseguiu dominar o rival a partir da metade do segundo set e obteve a grande virada.

Federer começou melhor e abriu vantagem ao faturar a primeira quebra de saque no terceiro game da partida. Após assumir a dianteira, o suíço precisou se segurar no saque para defender quatro break points no último game do set.

Mais consistente, o suíço se manteve melhor no início da segunda parcial e logo faturou nova quebra. Desta vez, porém, Djokovic reagiu rapidamente e devolveu a quebra. Sem oscilar, conseguiu se impor novamente no serviço do adversário e obteve a vantagem para fechar o set e empatar a partida.

Em momento mais favorável, o sérvio aproveitou a queda de rendimento de Federer para abrira nova vantagem no placar. O suíço aparentava cansaço e acabou sofrendo duas quebras, sem conseguir ameaçar o serviço de Djokovic, que falhou menos (27 a 37 erros não forçados) e foi mais contundente nos golpes (27 bolas vencedoras, contra 23 de Federer).

Rafael Nadal aguentou o forte saque de Jerzy Janowicz e faturou mais uma vitória no Masters 1000 de Paris, nesta quinta-feira. O espanhol, atual número 1 do mundo, teve dificuldade para conter o veloz serviço do polonês no set inicial, mas não deixou de fechar o jogo em sets diretos, com parciais de 7/5 e 6/4.

A vitória garantiu Nadal nas quartas de final do último Masters da temporada. Em Paris, o espanhol pode alcançar o recorde de seis títulos em torneios deste nível. Ao todo, ele acumula dez troféus em 2013 e é o grande favorito. Tanto na capital francesa, quanto no ATP Finals, em Londres, na próxima semana.

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O favorito, contudo, sofreu com o poderoso saque de Janowicz. Com frequência, o golpe superava os 200 km/h. E, nesse ritmo, o polonês vendeu caro a vitória no set inicial. Nadal só obteve a primeira quebra do jogo no 11º game. O espanhol chegou a vibrar quando conseguiu se impor no saque adversário.

O segundo set foi mais tranquilo para o líder do ranking. Janowicz foi mais irregular e falhava em sequência - foram 36 erros não forçados em toda a partida, o dobro das falhas do favorito. Mesmo assim, o polonês conseguiu devolver uma das quebras de Nadal e dificultou o último game, quando o espanhol suou para fechar após 1h43min.

Mais cedo, o local Richard Gasquet bateu o japonês Kei Nishikori por 6/3 e 6/2. Gasquet entrara em quadra motivado pela vaga garantida no ATP Finals. Seu lugar foi assegurado com a derrota do canadense Milos Raonic minutos antes de sua partida. O tenista da França será justamente o adversário de Nadal nas quartas de final.

DUPLAS - O brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig estrearam com vitória na chave, sobre os locais Gilles Simon e Jeremy Chardy por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/2. Nas quartas de final, eles terão pela frente o indiano Rohan Bopanna e o local Edouard Roger-Vasselin. Melo e Dodig já estão garantidos no ATP Finals, em Londres, a partir do dia 4 de novembro.

Cinco dias após decidirem o Torneio da Basileia, Roger Federer e Juan Martín Del Potro voltarão a se encontrar no circuito profissional. Suíço e argentino vão se enfrentar nesta sexta em um dos duelos das quartas de final do Masters 1000 de Paris, o último torneio deste nível da temporada.

Federer avançou na competição ao superar nesta tarde o alemão Philipp Kohlschreiber por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4. Como aconteceu em sua estreia, na quarta, o tenista da Suíça contou com bom aproveitamento no primeiro serviço e só teve o saque ameaçado no set inicial. Com uma quebra em cada parcial, Federer fechou o jogo em apenas 1h04min.

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O suíço entrou em quadra nesta quinta aliviado por ter conquistado na véspera a vaga no ATP Finals, que reúne os oito melhores tenistas da temporada. Em Londres, na próxima semana, um dos seus possíveis rivais será o próprio Del Potro, classificado para a competição desde o início do mês.

Nesta quinta, Del Potro se garantiu nas quartas de final em Paris ao derrotar o búlgaro Grigor Dimitrov por 2 a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 6/4. Assim como Federer, o argentino contou com bom saque para fazer a diferença na partida. O favoritismo só foi confirmado, de virada, após 1h45min.

No duelo das quartas de final, Federer tentará devolver a derrota sofrida na final da Basileia, diante de sua torcida, no domingo passado. Na ocasião, o tenista da casa foi superado por 2 sets a 1. No retrospecto geral, o suíço supera Del Potro com 13 vitórias contra cinco do rival em 18 jogos disputados. O argentino, contudo, venceu as últimas três partidas.

Ainda longe do seu melhor tênis, Roger Federer conquistou nesta quarta-feira a classificação para o ATP Finals. O suíço garantiu a vaga na competição que reunirá os oito melhores da temporada, em Londres, ao vencer seu jogo de estreia no Masters 1000 de Paris, contra o sul-africano Kevin Anderson, pelo placar de 2 sets a 0, com duplo 6/4.

Ao superar Anderson e alcançar as oitavas de final, Federer somou pontos suficientes para assegurar seu posto entre os oito tenistas que competirão em Londres, na próxima semana - o torneio encerra a temporada masculina. O suíço se tornou o sexto a se classificar, após Rafael Nadal, Novak Djokovic, David Ferrer, Juan Martín del Potro e Tomas Berdych. Andy Murray também se classificou, mas desistiu por estar se recuperando de uma cirurgia.

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Com a definição da vaga de Federer, restam apenas dois lugares no ATP Finals, que serão definidos nos próximos dias, em Paris. O também suíço Stanislas Wawrinka e o francês Richard Gasquet são os principais candidatos a entrar na competição. Ambos já estão garantidos nas oitavas de final na capital francesa.

Ao conquistar sua classificação para o ATP Finals somente na última semana, Federer corroborou o fraco rendimento apresentado durante quase toda a temporada. O suíço, que faturou apenas um título em 2013, correu risco de ficar de fora da competição, o que não acontecia desde 2002, quando disputou o torneio pela primeira vez. De lá para cá, Federer levantou seis troféus e se tornou o recordista de títulos do ATP Finals (ex-Masters Cup).

Para evitar essa decepção, Federer começou quebrando o saque de Kevin Anderson logo no primeiro game da partida. Com bom aproveitamento no serviço, não teve o fundamento ameaçado e venceu com tranquilidade o set inicial.

Mais consistente no fundo da quadra, o suíço seguiu melhor na segunda parcial e obteve duas quebras de saque. E encaminhava a vitória com facilidade até ter o serviço quebrado quando sacava para fechar o jogo. Anderson iniciou ligeira reação, logo neutralizada por Federer no décimo game, quando fechou em 6/4, após 1h22min de partida.

Num confronto entre dois tenistas espanhóis, Rafael Nadal conseguiu uma vitória apertada sobre Marcel Granollers nesta quarta-feira, em sua estreia no Masters 1.000 de Paris. Entrando direto na segunda rodada do torneio francês, o número 1 do mundo precisou de 1 hora e 42 minutos para ganhar do compatriota por 2 sets a 0, com um duplo 7/5.

Assim, Nadal chegou nesta quarta-feira à sua terceira vitória em três jogos disputados no circuito diante de Granollers, atualmente o 39º colocado no ranking. E se classificou para as oitavas de final do Masters de Paris, quando enfrentará o polonês Jerzy Janowicz, número 14 do mundo, que tinha conseguido sua vaga no dia anterior.

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Outro favorito que estreou com vitória nesta quarta-feira foi o também espanhol David Ferrer. Número 3 do mundo, ele ganhou do checo Lukas Rosol por 2 sets a 1, com parciais de 6/0, 2/6 e 6/3. Seu próximo adversário será o francês Gilles Simon, 17º colocado do ranking, que venceu o compatriota Nicolas Mahut por 2 a 1, com 6/4, 6/7 (5/7) e 7/6 (7/3).

Número 5 do mundo, Juan Martin del Potro também venceu nesta quarta-feira, ao fazer 6/4 e 7/6 (7/3) no croata Marin Cilic, que voltou ao circuito nesta semana, após suspensão por doping. Como estreou já na segunda rodada, o argentino vai agora para as oitavas de final diante do búlgaro Grigor Dimitrov, que eliminou o italiano Fabio Fognini 6/3, 5/7 e 6/2.

Em outros jogos do dia, o suíço Stanislas Wawrinka derrotou o espanhol Feliciano Lopez por 6/3, 3/6 e 6/3, o espanhol Nicolas Almagro ganhou do croata Ivan Dodig por 6/4 e 6/3 e o norte-americano John Isner venceu o polonês Michal Przysiezny por 7/6 (7/3), 4/6 e 6/3 - o tenista dos Estados Unidos, inclusive, será o próximo rival do sérvio Novak Djokovic.

Dois dos favoritos ao título em Paris, o escocês Andy Murray e o argentino Juan Martín Del Potro venceram na estreia no último torneio Masters 1000 da temporada. Número 3 do mundo, Murray venceu o local Paul-Henri Mathieu por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/3.

Murray encaminhou a vitória com tranquilidade, contando com bom desempenho no saque. Foram 12 aces e um aproveitamento de 84% dos pontos quando jogou com o primeiro serviço. Assim, soube tirar vantagem das oscilações do francês no saque para faturar quatro quebras de saque, três delas no segundo set.

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Com a boa vitória na estreia, diante de um adversário em bom momento no circuito, Murray se consolidou como o principal favorito ao título. Terceiro cabeça de chave, o escocês se tornou o tenista mais visado do campeonato após a desistência de Roger Federer e a inesperada derrota de Novak Djokovic na estreia.

Em Paris, o britânico tenta faturar seu primeiro título de Masters 1000 na temporada, após faturar o título olímpico e seu primeiro troféu de Grand Slam, no US Open. Nas oitavas, ele terá pela frente uma das surpresas do campeonato, o polonês Jerzy Janowicz, que saiu do qualificatório e já eliminou o alemão Philipp Kohlschreiber e o croata Marin Cilic.

Juan Martín del Potro, por sua vez, superou o colombiano Alejandro Falla por duplo 6/2, em um duelo sul-americano, nesta quarta. O argentino, que ganhou confiança ao bater Federer na final do ATP da Basileia, no domingo, enfrentará agora o local Michael Llodra, que despachou o norte-americano John Isner por 6/4 e 7/6 (7/5).

Ainda nesta quarta, Nicolas Almagro venceu Albert Ramos, por 7/6 (7/1), 6/7 (4/7) e 6/3, em confronto de espanhóis. Almagro será o próximo adversário do local Jo-Wilfried Tsonga, sexto cabeça de chave em Paris.

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