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Os calções brancos que compunham o uniforme principal da seleção inglesa de futebol feminino serão trocados por peças azuis durante a disputa da Copa do Mundo deste ano, que será disputada entre 20 de julho e 20 de agosto, na Austrália e na Nova Zelândia. A mudança foi realizada para que as jogadoras sintam-se mais confortáveis quando estiverem menstruadas.

"Queremos que nossas jogadoras sintam que têm nosso apoio neste assunto e pedimos aos organizadores dos torneios internacionais que levem esse tema em consideração e que permitam uma maior flexibilidade em relação a mudanças nos uniformes", comunicou a Associação Inglesa de Futebol (FA, na sigla em inglês).

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O abandono dos calções brancos é uma tendência entre as equipes de futebol feminino. O Manchester City anunciou a mudança em outubro do ano passado e foi seguido por outros clubes, como o Orlando Pride, time de Marta nos Estados Unidos.

A seleção feminina da Inglaterra costuma jogar com um uniforme todo branco. Foi com esse traje que as inglesas conquistaram a última Eurocopa, mas, antes do título, já haviam reclamado do uso dos shorts brancos durante a competição.

A atacante Beth Mead se pronunciou publicamente sobre o assunto logo após a primeira rodada do torneio europeu, em julho do ano passado. "Espero que eles mudem a cor. É muito bonito ter um kit todo branco mas, por vezes, não é prático, quando chega aquela altura do mês. Lidamos com isso o melhor que podemos", disse na ocasião.

Após a reivindicação, enfim, conseguiram concretizar a mudança. O primeiro jogo com o calção azul será contra o Brasil, nesta quinta-feira, quando as duas seleções se enfrentam pela Finalíssima, torneio que promove o embate entre as campeãs europeias e as campeãs sul-americanas.

A seleção inglesa conheceu, nesta segunda-feira (25), o seu novo técnico. Sam Allardyce, ex-treinador do Sunderland, foi apresentado com a responsabilidade de dar uma nova cara a uma talentosa geração do futebol inglês. O treinador fará sua estreia só no dia 4 de setembro, contra a Eslováquia, pelas Eliminatórias da Copa, mas já vislumbra o momento.

"Gestão humana é meu maior trunfo. Tentar ajudar os atletas a se divertirem e serem melhores do que eles já são. Tomara que isso aconteça com a seleção inglesa. Eu acho que eu trabalhei isso nos outros lugares onde estive e vou ter essa abordagem também neste trabalho", afirmou.

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Conhecido pelo apelido de 'Big Sam', Allardyce nunca trabalhou em um grande clube. Treinou Bolton, Newcastle, Blackburn, West Hum e Sunderland. Parte da imprensa inglesa criticou a escolha exatamente por essa inexperiência no trato com um elenco de estrelas. Em entrevista coletiva nesta segunda-feira, o treinador negou que isso será um problema.

"A coisa boa de ter jogadores talentosos é que eles fazem a vida ficar mais fácil, porque eles sabem o que você quer, você economiza tempo para prepará-los e eles podem assumir a responsabilidade. Então trabalhar com a elite da Inglaterra vai ser excitante para mim", disse.

Allardyce promete levar a alegria de volta à seleção inglesa. "O jogo de futebol é para ser aproveitado e eu tenho aproveitado minha vida no futebol por muitos e muitos anos", afirmou, dizendo que a chance na seleção inglesa é o ápice se sua carreira. "E quero aproveitar isso ao máximo."

Se antes a contratação de Sam Allardyce parecia encaminhada, a Associação de Futebol da Inglaterra (FA) agora tem um novo candidato para o cargo de treinador da seleção do país. Nesta terça-feira, o Hull City revelou que dirigentes da entidade têm conversado com seu técnico, Steve Bruce, mas garantiu que ainda não recebeu qualquer proposta oficial.

"O clube pode confirmar que o técnico Steve Bruce tem participado de conversas informais a respeito da vaga na Inglaterra, apesar de nenhuma aproximação oficial ter sido realizada pela FA", informou o Hull em nota no site oficial.

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A vaga de técnico da seleção está vaga desde que Roy Hodgson deixou o cargo após a decepcionante eliminação nas oitavas de final da Eurocopa deste ano para a Islândia. Desde então, o nome de Sam Allardyce aparecia como grande favorito para assumir o comando.

Na semana passada, Allardyce foi procurado pela FA, pediu a seu clube, o Sunderland, liberação para negociar e foi atendido. De lá para cá, no entanto, as negociações parecem ter esfriado, o que teria feito os dirigentes da entidade se movimentarem na busca por outro possível candidato.

Agora, este nome é Steve Bruce. O treinador está no comando do Hull City há quatro anos e o levou à primeira divisão do país em 2013. Manteve o cargo mesmo depois do rebaixamento em 2015 e deu a volta por cima como retorno à elite na última temporada. Ele ainda acumula passagens por clubes como Sunderland, Wigan, Birmingham e Crystal Palace.

Se mostrou compreensão com o interesse de Bruce em comandar a seleção nacional, o Hull City só pediu que a situação seja definida rapidamente. "Nós esperamos que a FA conclua o negócio rapidamente, para evitar maiores especulações a respeito de Steve diante de uma temporada de grande importância para o clube após o retorno à primeira divisão."

Saido Berahino é a novidade na lista de convocados do técnico Roy Hodgson para defender a Inglaterra diante da Eslovênia, quinta-feira que vem, pelas Eliminatórias da Eurocopa, e depois jogar amistoso contra a Escócia. O atacante do West Bromwich, de 21 anos, nunca havia sido chamado pela seleção adulta.

"Ele está jogando muito bem não apenas pelo West Brom, mas também pela seleção sub-21. Ele tem estado em uma muito boa forma. Não existe razão para ignorar suas credenciais", disse Hodgson, em entrevista coletiva.

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Depois de ser emprestado para times da quarta, terceira e segunda divisões, progressivamente, nas últimas temporadas, Berahino apareceu no time do West Bromwich na última edição do Campeonato Inglês. Nesta temporada, foi titular nos 10 jogos que a equipe já fez e anotou sete gols. É o artilheiro entre jogadores ingleses.

Ele ganha chance no time de Hodgson para substituir o também atacante Daniel Sturridge, do Liverpool, que está machucado. Na zaga, Nathaniel Clyne, do Southampton, foi chamado pela segunda vez seguida e pode estrear pela Inglaterra. Michael Carrick (Manchester United), Theo Walcott (Arsenal) e Ross Barkley (Everton) voltam de lesão.

CONFIRA A LISTA DE CONVOCADOS PELA INGLATERA:

GOLEIROS - Joe Hart (Manchester City), Fraser Forster (Southampton) e Ben Foster (West Bromwich);

ZAGUEIROS - Gary Cahill (Chelsea), Chris Smalling (Manchester United), Leighton Baines (Everton), Phil Jagielka (Everton), Nathaniel Clyne (Southampton), Kieran Gibbs (Arsenal), Calum Chambers (Arsenal) e Luke Shaw (Manchester United);

MEIO-CAMPISTAS - Jordan Henderson (Liverpool), Adam Lallana (Liverpool), James Milner (Manchester City), Alex Oxlade-Chamberlain (Arsenal), Raheem Sterling (Liverpool),

Andros Townsend (Tottenham), Jack Wilshere (Arsenal), Theo Walcott (Arsenal), Ross Barkley (Everton), Michael Carrick (Manchester United) e Stewart Downing (West Ham).

ATACANTES - Wayne Rooney (Manchester United), Danny Welbeck (Arsenal), Rickie Lambert (Liverpool) e Saido Berahino (West Bromwich).

O Southampton vem se confirmando como maior celeiro de jogadores para a seleção da Inglaterra. Depois de levar três jogadores do pequeno clube do sul do país para a Copa do Mundo, o técnico Roy Hodgson decidiu dar chance a mais uma revelação do Southampton, o lateral-direito Nathaniel Clyne, chamado para os jogos de outubro das Eliminatórias da Eurocopa.

O garoto de 23 anos acumula passagens pelas seleções de base da Inglaterra e chegou ao Southampton em 2012, contratado junto ao Crystal Palace. Só na Copa o Southampton contou com Rickie Lambert, Adam Lallana e Luke Shaw, negociados respectivamente com Liverpool (os dois primeiros) e Manchester United. O goleiro Fraser Forster está na lista de convocados anunciada nesta quinta, enquanto o lateral Calum Chambers, agora no Arsenal, ficou de fora.

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Além de Clyne, outra novidade na lista de Rodgson para enfrentar San Marino e Estônia é o meia Jonjo Shelvey, de 22 anos, que foi tratado como craque quando surgiu no Charlton, passou sem brilho pelo Liverpool e agora está no Swansea. O garoto já jogou uma vez pela Inglaterra, em 2012, também contra San Marino, pelas Eliminatórias da Copa.

Para enfrentar San Marino (dia 9, em Wembley) e Estônia (dia 12, em Tallin), Rodgson não vai poder contar com Daniel Sturridge, do Liverpool, que volta de lesão e não foi convocado. Outros quatro jogadores da equipe, entretanto, foram convocados. Arsenal e Everton tiveram três atletas chamados, enquanto Chelsea e Manchester United só cederão um jogador cada.

CONFIRA A LISTA DE CONVOCADOS:

GOLEIROS - Joe Hart (Manchester City), Fraser Forster (Southampton) e Ben Foster (West Bromwich);

ZAGUEIROS - Gary Cahill (Chelsea), John Stones (Everton), Leighton Baines (Everton), Phil Jagielka (Everton), Nathaniel Clyne (Southampton), Kieran Gibbs (Arsenal).

MEIAS - Fabian Delph (Aston Villa), Jordan Henderson (Liverpool), Adam Lallana (Liverpool), JamesMilner (Manchester City), Alex Oxlade-Chamberlain (Arsenal), Jonjo Shelvey (Swansea City), Raheem Sterling (Liverpool), Andros Townsend (Tottenham) e Jack Wilshere (Arsenal).

ATACANTES - Wayne Rooney (Manchester United), Danny Welbeck (Arsenal) e Rickie Lambert (Liverpool).

A decepcionante eliminação ainda na primeira fase da Copa do Mundo, no Brasil, foi o último capítulo de Steven Gerrard com a camisa da seleção inglesa. Nesta segunda-feira, o veterano jogador de 34 anos anunciou que não defenderá mais as cores do país, 14 anos depois de sua primeira convocação.

Gerrard atuou em 114 partidas pela Inglaterra, marca que o garante como terceiro jogador com mais jogos pela seleção, atrás apenas de Peter Shilton (125) e David Beckham (115). Se deixa a equipe como jogador, Gerrard continuará ligado à seleção, já que será embaixador do futebol inglês.

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"Eu me diverti em cada minuto que representei meu país e é um dia triste para mim, sabendo que não vou vestir a camisa da Inglaterra outra vez", declarou em entrevista ao site da Associação de Futebol do país (FA). "No entanto, estou ansioso por continuar minha forte relação com a FA e ajudar de qualquer forma que puder a evoluir."

A estreia de Gerrard pela Inglaterra aconteceu em 2000, em uma vitória por 2 a 0 diante da Ucrânia, em Wembley. Desde então, foram três Copas do Mundo (2006, na Alemanha; 2010, na África do Sul; e 2014, no Brasil), sendo as duas últimas como capitão, posto que ocupou em 38 oportunidades com a camisa da seleção.

A decepção no Brasil, no entanto, foi o suficiente para colocar ponto final na trajetória do jogador pela seleção. No Mundial, a Inglaterra terminou na última colocação do Grupo D, com apenas um ponto em três partidas. Após a competição, Gerrard admitiu que cogitava deixar a equipe, mas só confirmou nesta segunda.

"Esta foi uma decisão muito difícil, uma das mais difíceis que eu já tive que tomar na minha carreira. Eu agonizei sobre isso desde que voltei do Brasil e conversei com a minha família, com amigos e pessoas próximas a mim no futebol antes de chegar a este ponto", comentou o jogador do Liverpool.

O técnico da seleção, Roy Hodgson, lamentou a decisão, mas disse respeitá-la. "Enquanto estou desapontado pela decisão, posso entender inteiramente a situação do Steven e não tenho reclamações à fazer pelo incrível serviço prestado ao país. Eu preciso respeitar seus desejos após as conversas que tivemos e o tanto que ele pensou sobre o assunto."

O atacante Andy Carroll é mais um desfalque da Inglaterra para o amistoso contra o Brasil, marcado para o dia 2 de junho, no Estádio do Maracanã, no Rio. Ele foi cortado nesta terça-feira pelo técnico Roy Hodgson, por causa de uma lesão no calcanhar - nenhum substituto foi convocado.

Antes de Andy Carroll, a seleção inglesa já tinha perdido dois jogadores por contusão. O volante Jack Wilshere, do Arsenal, e o meia Steven Gerrard, do Liverpool. Os três também não irão disputar o amistoso que a Inglaterra faz no dia 29 de maio, contra a Irlanda, em Wembley.

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Com 24 anos, Andy Carroll é um atacante grandalhão que pertence ao Liverpool e foi emprestado ao West Ham na última temporada. A imprensa inglesa, inclusive, revelou nesta terça-feira que os dois clubes estão negociando a contratação definitiva do jogador, por cerca de US$ 22 milhões.

Andy Carroll provavelmente seria reserva da seleção inglesa no amistoso no Maracanã, quando o Brasil estará em fase de preparação para a disputa da Copa das Confederações. As opções de Hodgson para escalar o ataque da Inglaterra são Rooney, Welbeck, Sturridge e Defoe.

O zagueiro Rio Ferdinand anunciou nesta quarta-feira a sua decisão de não mais defender a seleção inglesa para se concentrar na sua carreira no Manchester United. Ferdinand foi convocado para a seleção da Inglaterra em março pelo técnico Roy Hodgson depois de quase dois anos fora da equipe. Mas o zagueiro provocou a fúria dos torcedores ao recusar o chamado alegando que tinha problemas físicos. Com o seu anúncio, a sua passagem pela seleção está definitivamente encerrada.

Ferdinand ficou irritado com Hodgson no ano passado por acreditar que ficou fora da Eurocopa como uma consequência do caso em que o seu irmão - Anton Ferdinand - foi alvo de ato racial do zagueiro John Terry, do Chelsea e da seleção inglesa. Agora, ele adotou um tom amigável ao comentar a sua decisão de não atuar mais pela Inglaterra após disputar 81 partidas pela seleção.

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"Com 34 anos, eu sinto que o certo para mim é ficar de lado e deixar os jogadores mais jovens chegarem, o que permite me concentrar na carreira no meu clube", disse, nesta quarta, Ferdinand. "Considero uma grande honra e um privilégio ter representado o meu país em todos os níveis desde o Sub-17".

Nesta quarta, Hodgson exaltou Ferdinand, que disputou seu último jogo pela seleção inglesa em junho de 2011, sob o comando do técnico Fabio Capello, e exaltou a carreira de sucesso do zagueiro do Manchester United. "Ser o capitão do seu país, jogar em três Copas do Mundo e marcar gols em um dessas o coloca entre um grupo muito especial de jogadores", disse Hodgson.

"Eu aprecio o desejo de Rio em me informar da sua decisão, claramente ele pensou muito antes de chegar a este ponto. Eu desejo a ele tudo de melhor em sua carreira no clube, e eu tenho certeza que os ex-técnicos que o comandaram e todos os torcedores da Inglaterra vão se juntar a mim para agradecer-lhe pelo seu serviço".

A Associação Inglesa de Futebol (FA, na sigla em inglês), afirmou nesta sexta-feira que não encontrou evidências de que torcedores da seleção inglesa cometeram atos de racismo contra os irmãos Rio e Anton Ferdinand durante a partida contra San Marino, na sexta-feira passada, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014.

A FA analisou vídeos da partida e não encontrou qualquer evidência que comprove as acusações feitas à Fifa por conta deste caso. Mais uma suspeita de racismo envolvendo os irmãos Ferdinand, ícones da luta contra o preconceito racial no futebol, repercutiu de forma significativa na mídia inglesa durante os últimos dias.

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Os irmãos Ferdinand não entraram em campo contra San Marino, fora de casa, na sexta. Rio chegou a ser convocado, mas pediu dispensa porque precisava recuperar a forma física. Já Anton sequer foi chamado, mas ele se envolveu num caso recente de racismo envolvendo John Terry, então capitão da seleção inglesa. Os dois teriam sido alvo de cânticos racistas por parte da própria torcida do país.

O técnico Roy Hodgson ganhou nesta segunda um novo problema para montar a seleção inglesa que enfrentará a Ucrânia, terça-feira, fora de casa, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014. O atacante Theo Walcott, do Arsenal, teve um problema físico e foi cortado da delegação.

A notícia foi confirmada pela Associação de Futebol da Inglaterra (FA, na sigla em inglês), que apenas revelou que Walcott está "doente", sem especificar o que ele sentiu. Com este corte, Hodgson perdeu o quinto jogador de sua lista de convocados. O técnico ainda pode ter o desfalque de outro atacante, Daniel Sturridge, que não participou do treino desta segunda por problemas estomacais.

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Por isso, o treinador inglês decidiu convocar três jogadores às pressas. Os meio-campistas Adam Lallana, do Southampton, e Jake Livermore, do Tottenham, foram chamados, assim como a promessa do Liverpool, Raheem Sterling, atacante de apenas 17 anos. Eles chegam para suprir as ausências de Walcott, John Terry, Ashley Cole, Adam Johnson e Andy Carroll, todos cortados por lesão.

O jogador David Beckham não foi convocado para disputar as Olimpíadas de Londres pela seleção inglesa, mas ele poderá realizar outras funções durante os Jogos. Segundo Sebastian Coe, presidente do comitê organizador, o ídolo inglês deverá ganhar duas novas funções durante a competição.

O inglês teve participação fundamental na disputa que garantiu, em 2005, Londres como a cidade a sediar os Jogos Olímpicos de 2012. Acreditava-se que o ídolo do futebol inglês estaria com a presença garantida na convocação, mas após a lista oficial ter sido divulgada sem o nome do atleta, Coe levantou a hipótese de dar outras responsabilidades para o jogador.

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Em entrevista à Sky Sports News, Sebastian Coe reafirmou a importância de Beckham e disse que dará cargos de relevância a ele. Segundo o dirigente, eles não utilizarão apenas o marketing do atleta, ele será mais do que um embaixador na capital inglesa.

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