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Diante do anúncio da Petrobras sobre um novo aumento de 6% no custo do Gás Liquefeito de Petróleo (gás de cozinha) a partir desta quinta-feira (7), o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sinregás-PE) lançou nota de repúdio. Confira:

"O SINREGÁS-PE reafirma não concordar com esse aumento no custo do Gás de cozinha, especialmente por não caber nesse momento de pandemia, nenhuma transferência de aumento de custos para os consumidores de gás do Estado de Pernambuco, que já vem sofrendo muito com os constantes aumentos repassados pela Petrobras. 

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Em 2020 a Petrobras aplicou 10 (dez) aumentos em um período de sete meses, ou seja, de abril a dezembro. O aumento no preço a partir de hoje vale tanto para o GLP vendido a granel quanto em botijões de 13 quilos (P-13).

Reafirmamos aqui a nossa indignação, justamente no momento onde deveríamos unir todos os esforços neste período de Pandemia para baixar custos, tanto para a sobrevivência comercial das revendas, quanto para não repassar reajustes para a população, pois os constantes aumentos no Gás de Cozinha, é culpa da Petrobras / Distribuidoras e da taxação do Governo do Estado com o Pátio de Triagem, a sociedade recebe mais um aumento abusivo".

O gás de cozinha fica mais caro a partir a próxima terça-feira (1º). O aumento vai variar de 8% a 12%. De acordo com anúncio divulgado pelo Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sinregás-PE) nesta sexta-feira (28), as distribuidoras aumentaram o valor por causa da inflação, gastos com o dissídio coletivo e o custo operacional.

Com base no aumento, o botijão pesando 13 kg, que atualmente é vendido em média a R$ 40,00, pode passar a custar até R$ 44,80. Cada distribuidora estará livre para praticar seu aumento, que deve ser entre 8% e 12%. Ainda de acordo com o Sinregás-PE, outras variáveis podem incidir no preço final, como a distância da base ao destino final.

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“O sindicato alerta a população que o consumo de gás com qualidade e garantia de segurança deve ser somente com nota fiscal e através da revenda autorizada. Portanto, o Sinregás vem orientar o consumidor a procurar o melhor preço e as melhores condições apenas nas revendas autorizadas, pois estas possuem o gás de cozinha com procedência comprovada e profissionais treinados e capacitados”, alerta a categoria.

O gás de cozinha vai ficar mais caro para os pernambucanos nos próximos dias. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás Liquefeito de Petróleo do Estado de Pernambuco (Sinregás-PE), as revendas do estado estão sendo obrigadas a reajustar em média 12% o valor do gás de cozinha, deixando o valor em torno de R$ 55.

De acordo com o sindicato, as revendas não estando conseguindo absorver o aumento dos custos, causado principalmente pela elevação do preço dos combustíveis. O Sinregás-PE ainda cita o reajuste do salário mínimo, encargos sociais na folha de pagamento, a alta na energia elétrica e o aumento da pauta do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) sobre o produto, divulgado em janeiro deste ano pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). 

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Uma pesquisa da Agência Nacional de Petróleo (ANP), de 1 a 7 de março de 2015, registrou que o preço máximo do botijão de gás de cozinha de 13 kg no Recife foi de R$ 48,90. Com o reajuste, o mesmo botijão passará a custar cerca de R$ 55. 

O aumento é variável, dependendo dos custos de cada revenda. O Sinregás-PE orienta que o consumidor pesquise os preços nas revendas legalizadas e solicite a nota fiscal no ato da compra. 

Com informações da assessoria

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