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A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informou que, nesa segunda-feira (28), o número de assinantes de TV paga, no Brasil, cresceu 27% no ano passado, para 16,2 milhões. No mês de dezembro houve alta de 1,39% no número de clientes em relação a novembro.

A Anatel estima que 27% dos domicílios do Brasil tenham serviços de TV por assinatura. A empresa que aparece em primeiro lugar é a Net/Embratel, do mexicano Carlos Slim, com 8,5 milhões de assinantes até o final de dezembro. Em seguida, aparece a SKY/Directv, com 5 milhões de clientes.

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Na terceira posição está a Oi, 748,8 mil assinantes, a empresa teve o maior crescimento percentual. A Telefônica Brasil ficou em quarto lugar, com 594,9 mil clientes. 

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicará, em sua página na internet, nesta quarta-feira, os planos de melhoria da qualidade do serviço apresentados pelas empresas de TV paga. Devido ao grande número de reclamações dos clientes dessas companhias, o órgão regulador determinou, no fim de setembro, que as maiores operadoras do setor apresentassem em até 30 dias um plano de ação para resolver o problema, assim como já havia sido feito no setor de telefonia e banda larga móvel um mês antes.

A Anatel cobra investimentos em treinamento, tecnologia, redundância da rede, serviços e infraestrutura. "A publicação será feita para que a sociedade tome conhecimento das medidas e as exija das operadoras", disse uma fonte do órgão à Agência Estado. GVT, Embratel, Net, Sky, Oi e Telefonica/Abril são as principais companhias enquadradas. Para todas o número de reclamações superava, em julho, o limite da meta ficado pela Anatel, de 0,65 para cada mil usuários.

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Os maiores problemas detectados pelo órgão regulador estão no processamento das cobranças e na área de atendimento de call center, principalmente no que diz respeito às tentativas de usuários de cancelar planos.

Com 277,6 mil novos assinantes em setembro, a TV paga no Brasil encerrou o mês com mais de 15,4 milhões domicílios atendidos pelo serviço. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a expansão em relação a setembro de 2011 foi de 29,5%. Entre setembro de 2011 e setembro de 2012, foram registradas mais de 3,5 milhões de novas assinaturas. Com isso, a penetração da TV por assinatura chega a 25,9% das residências do País.

A modalidade de TV paga via satélite continua líder no mercado brasileiro, com 59,48% da base de assinantes, enquanto o serviço via cabo atende 39,46% dos clientes do setor. Em setembro, o crescimento no satélite foi de 2,6%, com 231,6 mil adesões líquidas, enquanto o serviço por cabo expandiu apenas 0,9%, com 53,2 mil novas assinaturas.

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Segundo a Anatel, a Net detém a maior fatia do mercado brasileiro de TV paga (34,06%), seguida pela Sky (30,98%) e pela Claro (18,98%). Na sequência, com participações bem inferiores, aparecem Telefônica (3,99%) e Oi (3,92%).

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende, projeta que a penetração do serviço de TV por assinatura no Brasil pode atingir 80% entre 2018 e 2020. Na semana passada, as operadoras de TV por assinatura se comprometeram a apresentar em até 30 dias um plano de ação para melhorar os indicadores de atendimento ao consumidor. Convocadas pela própria Anatel, GVT, Net, Embratel, Oi e Sky enviaram representantes a Brasília para discutir formas de atingir as metas propostas pelo órgão regulador.

O presidente da Oi, Francisco Valim, não deu detalhes do plano que será apresentado pela companhia à Anatel para o segmento. Disse apenas que a preocupação da empresa é continuar investindo na melhora de qualidade. A Oi foi a empresa em que a Anatel identificou o maior número de reclamações a cada mil assinantes.

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A maioria das reclamações de clientes da Oi diz respeito à cobrança e atendimento ao consumidor. Sobre o plano para a melhora do serviço de telefonia móvel da Oi, após a suspensão de vendas pela Anatel no fim de julho, ele informou que está andando dentro do programado. A Oi dará mais detalhes sobre o plano durante a divulgação de resultados do terceiro trimestre, marcada para 14 de novembro.

Dígito 9

Rezende afirmou que o cronograma para implantação do dígito 9 em outras cidades além de São Paulo ainda está em estudos. Segundo ele, porém, a lógica aponta que o Rio de Janeiro deve ser a próxima cidade a sofrer a alteração.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira a lista de 14 canais que obrigatoriamente terão de ser ofertados nos pacotes básicos oferecidos por empresas de TV por assinatura via satélite. Dez empresas atuam no setor atualmente, entre elas a Sky.

Os canais atenderam aos critérios estabelecidos pela nova lei do setor de telecomunicações aprovada no ano passado, que inclui presença nas cinco regiões geopolíticas do País e transmissão para um terço da população brasileira: 64 milhões. Os canais são MTV Brasil, Mix TV, Canção Nova, Rádio e TV Aparecida, Globo, Band, CNT, Record, Rede Mulher, SBT, Rede Brasil, Rede Internacional de Televisão, Rede Vida e Rede TV.

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As empresas poderão pedir à Anatel dispensa dessa obrigação, mas o órgão regulador já adiantou que somente acatará pedidos fundamentados técnica e economicamente. O pedido de dispensa vale para todos os canais, ou seja, se a operadora não transmitir um deles, não poderá transmitir qualquer outro dessa lista. Segundo a Anatel, a Claro TV já solicitou a dispensa e a Sky deve entrar com pedido em breve.

As operadoras de TV por assinatura conquistaram 319,5 mil novos assinantes em agosto, com aumento de 2,16% em comparação com o número de adições registrado em julho. Agora o serviço está presente em mais de 15,1 milhões de lares brasileiros, segundo balanço divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

O crescimento do setor representa uma evolução de  30% em comparação com agosto de 2011. Em um ano foram registradas quase 3,5 milhões de novas assinaturas.

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Ao levar em conta o número médio de 3,3 pessoas por domicílio divulgado pelo IBGE, os Serviços de TV por assinatura são distribuídos para aproximadamente 50 milhões de brasileiros.

Esses serviços são prestados por diferentes tecnologias como cabo, distribuição de sinais multiponto multicanal - MMDS), pela faixa de UHF (Serviço Especial de Televisão por Assinatura - TVA) e satélite.

A participação dos serviços prestados via satélite (DTH) atingiu 59% da base e a dos serviços a cabo alcançou 39,8% dos assinantes. Em agosto de 2011, os serviços DTH representavam 52% do mercado nacional e os serviços prestados via cabo possuíam 45,7% de market share.

Em agosto de 2012, o DTH, com a adição de 254,2 mil assinantes, cresceu 2,9%. O universo de usuários que recebem os serviços via TV a cabo registrou acréscimo de quase 75 mil novas assinaturas - crescimento de 1,3% em agosto. As prestadoras de MMDS, por sua vez, perderam 9,7 mil assinantes no mesmo período, o que representou queda de 5,4% de sua base.

O País encerrou o mês de agosto com 15,1 milhões de domicílios com TV por assinatura, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O crescimento foi de 2,16% em relação a julho, com 319,5 mil adições líquidas. Em relação a agosto do ano passado, a alta foi de 305%, com quase 3,5 milhões de novas assinaturas feitas entre agosto de 2011 e agosto de 2012.

Segundo a Anatel, o serviço de TV por assinatura chegou a 25,5% das residências brasileiras e a aproximadamente 50 milhões de pessoas em agosto, considerando o critérios do IBGE.

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Do total da base de assinantes de agosto, 59% receberam o serviço por satélite e 39,8% por cabo. Entre julho e agosto, o crescimento dos assinantes do serviço via satélite foi de 2,9%, para 8,2 milhões de clientes, e o aumento dos clientes do serviço via cabo foi de 1,3%, para 6 milhões.

Por regiões, o maior crescimento na base de assinantes foi registrado no Norte, com 44,8% entre agosto de 2011 e agosto de 2012, seguido pelo Centro-Oeste, com 40,4%; Nordeste, com 39,7%; Sul, com 29,4%; e Sudeste, com 26,7%. Entre os Estados, São Paulo possui a maior base de assinantes, com 5,9 milhões de clientes.

A líder de mercado entre os prestadores de TV por assinatura é a Net/Embratel, com 8 milhões de assinantes em agosto; seguida pela Sky/Directv, com 4,6 milhões; Telefonica/Abril, com 637,1 mil; Oi, com 566,4 mil; GVT, com 308,5 mil; Algar, com 107,5 mil; ViaCabo, com 102,7 mil. Os demais grupos somam 663,4 mil assinantes.

O Brasil terminou o mês de junho com 14,535 milhões de domicílios atendidos pela TV por assinatura. O número foi divulgado na segunda-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No primeiro semestre do ano, foram registradas 239,6 mil adições líquidas, o que representa uma alta de 14,05% sobre a base registrada no fim do ano passado, quando eram 12,744 milhões de assinantes.

A Anatel calcula que, ao considerar o número médio de 3,3 pessoas por domicílio, a TV por assinatura atinge aproximadamente 48 milhões de brasileiros. De acordo com a agência, em junho, os serviços de televisão paga estavam presentes em 24,5% dos domicílios do País. A região Sudeste lidera o indicador, com a presença dos serviços em 35,5% dos domicílios.

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Ao longo de 12 meses, no período encerrado em junho deste ano, foram mais de 3,4 milhões de novas assinaturas da TV paga. A Anatel ressalta que as regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste apresentaram índices de crescimento acima da média nacional. Entretanto, em números absolutos, as regiões Sul e Sudeste foram responsáveis por quase 2,5 milhões das adesões no período.

Considerando o período de 12 meses encerrados em junho de 2012, o maior índice de crescimento (49,7%) foi na região Norte, que alcançou 606.959 assinantes. A segunda maior expansão (42%) foi na região Nordeste, atingindo 1,679 milhão de domicílios. No Centro-Oeste, o crescimento foi de 39,9%, e a região fechou o mês passado com 932.598 assinantes. No Sudeste, a alta foi de 27,9%, com 9,223 milhões de assinantes ao final do período. A menor variação em 12 meses (27,6%) foi registrada na região Sul, que terminou junho com 2,091 milhões de domicílios atendidos pela TV por assinatura. A média nacional de crescimento, nesse período, foi de 30,85%.

A participação dos serviços prestados via satélite (DTH) alcançou 58,1% da base ao final de junho deste ano e a dos serviços a cabo somou 40,6% dos assinantes. Em junho de 2011, os serviços DTH representavam 50,6% do mercado nacional e os serviços prestados via cabo tinham fatia de 46,9%.

Na divisão de mercado, a liderança é da NET/Embratel, com 7,824 milhões de assinaturas. Em segundo lugar figura a SKY/Directv, com 4,475 milhões de domicílios atendidos. Telefônica/Abril ficam em terceiro lugar, com 659.428.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine) publicou nesta segunda (4), no Diário Oficial da União, duas instruções normativas que regulamentam a nova lei de TV por assinatura no Brasil (Lei 12.485/2011). As instruções, que foram definidas após processo de consulta pública, flexibilizam alguns dos pontos polêmicos da nova lei, como a inclusão de programas de variedades e reality show dentre as obras audiovisuais que contam para o percentual mínimo de produção brasileira. Os empresários do setor terão até o dia 1º de setembro para se adaptar às novas regras.

As instruções entram em vigor cerca de nove meses após a aprovação da lei, que tramitou durante cinco anos no Congresso Nacional. “Com as instruções normativas 100 e 101, a Lei 12.485 entra de fato em operação”, declarou o diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel. Sobre a demora da regulamentação, Rangel disse que a abertura para diálogo da proposta, por meio de consulta pública, foi bem recebida pelos empresários, assim como pelos produtores.

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“Essa é uma lei que transforma o mercado. Estamos fazendo uma transição lenta, suave e cuidadosa. Levamos em conta muitas contribuições da consulta pública, tanto da sociedade, como dos agentes econômicos. Acreditamos que a nova lei é marco para a criação de oportunidades, tendo em vista que promove a pluralidade e a competitividade no setor”, avaliou Rangel, na abertura do Fórum Brasil de Televisão, na capital paulista. A Ancine estima que o número de assinantes da TV paga, que hoje é 13 milhões, deve dobrar nos próximos quatro ou cinco anos.

De acordo com o presidente da Ancine, quando a nova lei estiver plenamente em execução, mais de mil horas de conteúdos brasileiros inéditos farão parte da programação da TV por assinatura no Brasil. "Agora, todos os canais de séries, filmes, documentários, animação deverão carregar conteúdo brasileiro. Isso terá um grande impacto na produção audiovisual, porque, pela primeira vez, se forja uma demanda real pela produção nacional, inclusive a independente”, avaliou.

Para acompanhar o aumento dessa demanda, Rangel informou que novas linhas de financiamento devem ser disponibilizadas pela Ancine no segundo semestre, contemplando, inclusive, projetos de capacitação para as produtoras, sobretudo, para as independentes. Nesse sentido, outra medida anunciada foi a publicação da Instrução Normativa 99, que simplifica o processo de submissão de projeto à avaliação da agência. “A partir de 18 junho, esse procedimento será online. É uma forma de agilizar a aprovação dos projetos”, explicou.

Para os assinantes, as maiores mudanças devem ocorrer a partir setembro, quando se tornam obrigatórios os percentuais mínimos de veiculação de produção brasileira. De 1º a 12 de setembro, os canais deverão veicular uma hora e dez minutos semanais de conteúdo nacional. A partir do dia 12, a veiculação sobe para duas horas e 20 minutos semanais. O volume de programação brasileira nos canais pagos deverá crescer gradualmente, nos primeiros três anos de vigência da lei, até chegar ao mínimo de três horas e 30 minutos semanais veiculados em horário nobre.

O intervalo de tempo considerado horário nobre para efeito da inclusão da cota de conteúdo nacional foi uma das alterações da Instrução Normativa 100, que regula as atividades de programação. O intervalo foi ampliado de cinco para seis horas e passou a contar de 18h às 24h. Antes, o horário considerado como nobre começava às 19h. No caso dos canais infantis, o período é das 11h às 14h e das 17h às 21h.

Dentre os temas polêmicos que a Ancine optou por não regulamentar na instrução, está a questão das reprises de obras brasileiras, que não contariam para a cota de conteúdo nacional. “Esperamos que os executivos dos canais saibam respeitar os interesses dos cidadãos, dos assinantes”, declarou Rangel. Ele informou, no entanto, que caso haja necessidade, a agência poderá editar um regulamento específico sobre o tema.

A Ancine regula os aspectos da Lei 12.485 que estão ligados às atividades e às condições para a prestação de serviços pela TV paga. Parte da lei que se relaciona ao serviço de telecomunicações, no entanto, é regulada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Os serviços de TV paga, que antes eram diferenciados pela tecnologia que utilizavam, agora estão reunidos no Serviço de Acesso Condicionado (SeAC). As resoluções 581 e 582 da Anatel regulamentaram esses temas, em março deste ano.

Disposta a ampliar a sua participação no mercado de TV paga, a GVT acaba de incorporar ao seu serviço uma nova funcionalidade. Trata-se do recurso Multiroom, disponível gratuitamente para todos os assinantes que têm o set-top-box com função de gravação. Segundo a operadora, o serviço é pioneiro no Brasil e permite aos usuários assistir aos conteúdos gravados em qualquer ponto de TV da casa com comodidade, dispensando a aquisição de vários gravadores.

Com o Multiroom, o assinante grava o conteúdo que quiser sem deixar de assistir outro programa no ponto em que tem o gravador e depois assiste a gravação em qualquer televisor com ponto adicional na casa.  “Nosso objetivo é tornar a experiência de ver tevê cada vez melhor lançando serviços baseados em inovação com relevância e que proporcionem conveniência para o assinante”, afirma o diretor de TV por Assinatura da GVT, Dante Compagno.

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A GVT é a única do Brasil que usa satélite para transmitir canais de TV com opções em alta definição para todos os clientes e a rede de banda larga para oferecer vídeo sob demanda e serviços integrados com a internet.

Para acessar os conteúdos gravados pelo Multiroom, basta acessar o menu interativo e clicar no ícone “Gravador”. Enquanto um dos aparelhos de tevê da casa exibe o conteúdo gravado, outro pode ficar na programação linear e um terceiro ligado em um filme sob demanda.

Na prática, com o Multiroom, é possível começar a assistir a um programa gravado na sala, pausar e continuar a assistir na tevê do quarto a partir do ponto em que parou. “Em geral, os assinantes de TV paga têm duas ou até três televisões conectadas à operadora e o Multiroom foi lançado para atender a necessidade deste consumidor”, conclui o executivo. 

Controlada pelo grupo francês Vivendi, a GVT estreou em TV por assinatura em setembro do ano passado com anuncio de três pacotes. “Vamos trazer para o mercado brasileiro o melhor conteúdo de TV paga com serviços sob demanda em alta definição e interatividade”, prometeu na época o presidente da GVT Amos Genish. O serviço de TV por assinatura da GVT está disponível onde a operadora tem cobertura de telefonia e banda larga para o consumidor final.

A regulamentação da Lei 12.485/2011 foi aprovada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Votada no Congresso Nacional no ano passado, ela unifica as regras para a TV por assinatura no Brasil. A nova lei abre o mercado para empresas de telefonia, reduz as restrições ao capital estrangeiro no setor e estabelece cotas de conteúdo local na programação da TV paga.

De acordo com a Anatel, a regulamentação simplifica o processo de concessão de outorga às operadoras, interessadas em prestar serviços via cabo, paralisado desde 2003. Rodrigo Zerbone, conselheiro da agência e relator do processo, disse que, a partir de agora, as empresas que quiserem autorização para operar o serviço pagarão uma taxa de R$ 9 mil, e não haverá a necessidade de passar por uma licitação, como era anteriormente.

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“A gente deve conseguir recuperar esse tempo e atender à demanda comprimida de uma forma muito célere. A entrada de novos prestadores vai trazer maior competição e, consequentemente, redução dos preços e maior qualidade do serviço ao consumidor”, avaliou Zerbone.

O presidente da Anatel, João Batista Rezende, disse que a expectativa é que o número de assinantes de TV a cabo no país dobre nos próximos cinco anos. Atualmente esse número chega a 13,3 milhões.

A Anatel informou ainda que o estoque de pedidos de outorga, parados desde 2003, é superior a 600. O tempo estimado para a liberação das novas outorgas é de aproximadamente 30 dias após a entrega de todos os documentos exigidos pela agência.

*Com informações da Agência Brasil

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira, com 13 dias de atraso, o regulamento para a lei de TV por assinatura sancionada no início de setembro do ano passado. A nova legislação abriu o mercado de TV paga para as empresas de telecomunicações, reduziu as restrições ao capital estrangeiro no setor e criou cotas de conteúdo nacional da programação dos canais.

Como as regras aprovadas pelo Congresso após mais de cinco anos de tramitação unificaram a prestação do serviço de TV por assinatura sob uma única denominação - Serviço de Acesso Condicionado (Seac) - o regulamento aprovado irá substituir as diversas normas que regiam as diferentes modalidades de TV paga, como cabo, via satélite, por microondas e TVA ((esta última é uma tecnologia que praticamente caiu em desuso).

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As normas técnicas de cada tipo de transmissão, no entanto, foram mantidas, para facilitar a fiscalização e o controle dos serviços por parte da Anatel, enquanto as empresas não migrarem totalmente para o novo modelo. Já o regulamento referente às cotas de conteúdo nacional foi elaborado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) - a quem caberá a fiscalização do cumprimento dessa parte da lei.

Com a entrada de 265,7 mil assinantes em fevereiro, o setor de TV por assinatura fechou o mês com 13,3 milhões de domicílios conectados no serviço. De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o aumento em relação a janeiro foi de 2,04%.

Com isso, 22,5% dos domicílios brasileiros têm acesso à TV paga. Do total, 56% assinam a modalidade de transmissão via satélite, enquanto 42,3% possuem TV via cabo. Em fevereiro do ano passado, o serviço por cabo representava 51% do mercado, contra 48,5% da modalidade por satélite.

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Segundo a Anatel, o grupo Telmex, que controla a Net e a Embratel, lidera o setor com 7,290 milhões de assinantes, seguido pela Sky, com 4,012 milhões. Em seguida, o ranking mostra a Telefônica com 698 mil usuários e a Oi com 371 mil.

A Oi ampliou a sua oferta de TV paga com o lançamento de um plano básico por R$ 49,90 para três praças. O serviço utiliza o sinal da TV Globo aberta e está disponível inicialmente para clientes de Belo Horizonte, Curitiba e Salvador.

O lançamento faz parte do contrato firmado em outubro entre a Oi, a Globosat e a TV Globo, que prevê a  inclusão de novos canais  na Oi TV (tecnologia DTH).

"A Oi fortalece seu posicionamento estratégico no setor de telecomunicações e amplia sua atuação com ofertas quadri-play, que incluem telefonia fixa, móvel, internet de banda larga e distribuição de TV por assinatura, com mais de 120 canais, disponíveis em diversos planos", informa a operadora.
 
O lançamento do sinal da Globo aberta para os clientes da Oi TV está sendo feito de forma escalonada desde outubro, quando iniciou a transmissão para o Rio de Janeiro. Sendo assim, a Oi TV encerra o ano com o sinal da Globo aberta em quatro grandes centros urbanos e dará continuidade a essa expansão em 2012.

Os canais da Globosat (SporTV, SporTV 2, Sportv3, Globonews, Multishow, GNT, Universal Channel, Viva, TV Futura, Canal Brasil, entre outros) já estão disponíveis para todo o Brasil. Com diversas opções de conteúdo, a companhia garante ao cliente a possibilidade de escolher o plano mais adequado ao seu perfil.

O Projeto de Lei 1398/11, do deputado federal Marcos Montes (PSD-MG), pode zerar as alíquotas do PIS/Pasep e da Cofins sobre a importação e a receita bruta de venda no mercado interno de serviços de TV a cabo, de Internet banda larga e de softwares. No entanto, o benefício fiscal seria restrito aos serviços prestados ou a produtos vendidos para "instituições de ensino básico e técnico profissionalizante".

De acordo com o autor, é inegável a importância das novas tecnologias da informação no processo de ensino e aprendizagem. “O objetivo da medida é reduzir o preço desses serviços, o que melhorará a qualidade de vida de uma imensa parcela da população brasileira, especialmente a mais pobre”, disse Monte.

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O projeto terá análise conclusiva das comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado, não precisará ir para votação no plenário.

* Com informações da Agência Câmara

O setor de TV por assinatura conseguiu 258,5 mil novos assinantes em setembro, de acordo com dados divulgados há pouco pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com isso, o País passou a ter aproximadamente 11,9 milhões de domicílios atendidos pelo serviço. Desde o início do ano, as novas assinaturas chegam a 2,1 milhões, que representam um crescimento de 21,7% em relação ao fim de 2010.

Os novos contratos de setembro são equivalentes a um aumento de 2,2% sobre a base de assinantes de agosto e a uma expansão de 7,03% sobre o segundo trimestre deste ano. Segundo a Anatel, considerando o número médio de habitantes por domicílio divulgado pelo IBGE (3,3 pessoas), perto de 39,2 milhões de brasileiros têm acesso à TV por assinatura.

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Ao fim de setembro, 19,8 de cada 100 domicílios no País tinham acesso à TV paga. Na Região Sudeste essa densidade era de 29 a cada 100 moradias. A modalidade de TV paga que mais cresceu em setembro foi a via satélite, com expansão de 3,65%, seguida pelo serviço via cabo, com aumento de 0,8%. Ambas, porém, registraram evolução inferior à obtida em agosto. Já as operadoras via micro-ondas perderam 2,3% de seus assinantes no mês.

Com essas evoluções, a TV via satélite passa a ter uma fatia de 52,7% do mercado, enquanto o serviço via cabo é responsável por 45,1% dos assinantes. No fim do ano passado, a situação era exatamente a inversa, com 45,8% do mercado nacional nas mãos das operadoras via satélite e 51% no serviço a cabo.

Acaba de ser aprovado pelo plenário do Senado o Projeto de Lei da Câmara que regulamenta as TVs por assinatura, permitindo a entrada das operadoras de telefonia nesse mercado. O PLC 116/2010 também estabelece cotas de programação nacional no horário nobre e dá poder à Agência Nacional de Cinema (Ancine) para regular e fiscalizar o exercício da produção, programação e empacotamento de conteúdos.

Da maneira como irá à sanção presidencial, o projeto restringe a cidadãos brasileiros ou naturais há mais de dez anos a gestão e direção editorial das empresas do setor.

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Pela nova regulamentação, as emissoras serão obrigadas a estabelecer uma cota de três horas e meia por semana de conteúdo nacional, sendo que pelo menos uma hora e 45 minutos devem ser de conteúdos nacionais independentes.

Essa regra vale para canais de conteúdo qualificado, ou seja, àqueles que veiculem majoritariamente em horário nobre produtos com maior valor artístico, o que deixa de fora conteúdos religiosos, políticos, esportivos e publicidade.

Operadoras de telecomunicações comemoram a aprovação da nova regulamentação. Em nota, a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) informou que as novas regras para o setor de TV a cabo ampliarão a oferta de serviços convergentes e incentivarão a concorrência.

O aumento da competição, segundo a entidade, provocará a redução dos preços para o assinante, aumentando a penetração do serviço e colocando o Brasil entre as lideranças da moderna sociedade do conhecimento.

Ainda de acordo com Telebrasil, a oferta de pacotes de serviços convergentes – com telefonia, banda larga e TV por assinatura – propiciará um novo ciclo de investimentos no setor. Para massificar a banda larga no Brasil, triplicando o número de acessos, serão necessários 144 bilhões de reais até 2020.

“Essa explosão de oferta, no entanto, esteve até o momento contida pelas amarras de uma legislação de 1995, a chamada Lei do Cabo (8.977/95), que foi elaborada em outro contexto social e tecnológico e agora modificada pelo PLC 116”, diz a Telebrasil.

A entidade informa que a “retirada de barreiras legais é imprescindível para ampliar a cobertura dos serviços e expandir o número de usuários, restritos hoje a pouco mais de 5 milhões, e ofertado em apenas 242 municípios brasileiros.

Projeto polêmico

O projeto de lei, que regulamenta o mercado de TV paga no Brasil, tramitou por três anos na Câmara dos Deputados e estava em discussão há um ano no Senado. A proposta foi amplamente debatina pelo mercado e gerou muita polêmica por causa dos interesses dos envolvidos na mudança.

Os pontos que criaram mais conflitos eram a criação de cotas veiculação de conteúdo nacional e o papel da Ancine. A proposta final é resultado de acordo entre os mais diferentes setores.

Senadores da oposição criticam o projeto porque entendem ser inconstitucionais as alterações do projeto às atribuições da Ancine. Segundo eles, as mudanças, por isso, deveriam ser propostas pelo Executivo, e não por meio de projeto da Câmara.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) também se manifestou contra a obrigatoriedade de cota de conteúdo nacional. Ele lembrou que muitos programas produzidos no Brasil são exportados, como as novelas, mas classificou algumas produções nacionais como "lixo".

De acordo com ele, o consumidor paga pelo conteúdo oferecido, e assim a exigência de cota nacional seria inconstitucional.

 *Com informações da Agência Senado.

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