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Após ganhar sua mais nova versão em 2019, a franquia de Chucky, o Brinquedo Assassino também terá uma série de televisão. A informação é da revista Variety, que revelou que Don Mancini, criador do personagem, está desenvolvendo uma produção televisiva em parceria com David Kirschner, no canal Syfy.

O personagem criado por Don e David assusta o público há 30 anos. Estamos animados para novamente colaborar com Nick Ancosta [o produtor] e o estúdio UCP nessa nova série do Syfy. Estamos incrivelmente orgulhosos por trazer Chucky para a televisão pela primeira vez com seus criadores, falou Chris McCumber, presidente da emissora.

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Até o momento não há informações a respeito do enredo e da data de lançamento. 

O temido boneco assassino Chucky apareceu em um novo cartaz matando um dos personagens mais queridos do cinema. Na imagem divulgada no Twitter oficial do filme, Woody - o herói caubói da sequência de filmes de animação "Toy Story"- aparece destroçado pelo vilão.

O cartaz é uma brincadeira com os personagens que estreiam novos longas este ano. "Há um novo xerife na cidade", escreveu a conta do filme na rede social.

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"Brinquedo Assassino", remake da célebre franquia de terror da década de 80, estreia em 25 de Julho. Já "Toy Story 4", a continuação do sucesso de animação da Disney Pixar, chega às telonas um mês antes. 

Por André Filipe

A Imagem Filmes divulgou nesta quinta-feira (18) o trailer do filme "Brinquedo Assassino", uma nova versão da clássica franquia de terror dos anos 1980. Dessa vez, o boneco ganha o nome de Buddi e está conectado a um aplicativo. A estreia está marcada para 21 de junho.

O filme acompanha a história de Karen (Aubrey Plaza) que, no aniversário de seu filho (Gabriel Bateman), o presenteia com o boneco mais aguardado dos últimos tempos. Quando crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, eles passam a suspeitar que o brinquedo pode não ser tão inofensivo quanto parece.

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O dublador responsável por dar voz ao temido brinquedo com sede de morte é Mark Hamill, o Luke Skywalker da franquia "Star Wars". Os produtores de "Brinquedo Assassino" são os mesmos de "It", e a direção é do norueguês Lars Klevberg, de "Morte Instantânea".

por Valéria Campello

A nostalgia é nítida quando filmes são reprisados na programação da TV aberta, onde os telespectadores elogiam repetidamente a preferência pelos clássicos. Na década de 1980, o vídeo cassete era um dos recursos de quem queria ver inúmeras vezes as superproduções de Hollywood, sem contar na disputa que havia nas locadoras de vídeo para assistir os títulos preferidos em casa.

Com os serviços de streaming dominando em todo o mundo, curtir os sucessos que sempre marcaram presença na "Sessão da Tarde" ficou prático. Completando 30 anos de lançamento, o LeiaJa.com relembra cinco filmes eternizados por personagens cativantes e histórias fantasiosas, podendo ser relembrados a qualquer hora e em diversos lugares.

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Os Fantasmas se Divertem

Tim Burton foi o responsável pelo sucesso protagonizado Geena Davis, Alec Baldwin, Michael Keaton e Winona Ryder. Intitulado como uma comédia de outro mundo, "Beetlejuice" conquistou adultos e crianças. As mortes de Barbara (Geena) e Adam (Alec) desencadearam muitas aventuras com o hilário fantasma interpretado por Keaton. Com orçamento de 15 milhões de dólares, o filme de 1988 arrecadou o dobro do valor investido. O lucro foi de 73 milhões de dólares.

Duro de Matar

Na pele do justiceiro John McClane, o ator Bruce Willis levou explosões e brigas às telas do cinema. Na história, John, um detetive de Nova York, vai até Los Angeles para visitar a esposa. O encontro marcado pela saudade é alterado por meio de um assalto no prédio onde Bonnie trabalha. O policial deixa o romantismo de lado e decide "trabalhar" durante o assalto liderado por terroristas. O lucro da bilheteria de "Duro de Matar" foi de 140 milhões de dólares.

Quero ser grande 

Um 'clássico' da Sessão da Tarde, o filme usa um recurso presente em vários longas: uma criança que tem o desejo de virar adulto logo realizado. Apesar de pueril, 'Quero ser grande' lançou o ator Tom Hanks ao estrelato. Foi interpretando Josh Baskin que o hoje consagrado astro de Hollywood recebeu sua primeira indicação ao Oscar. 

Elvira: a Rainha das Trevas

A sensualidade de Elvira, por meio dos seios fartos, marcou a história do cinema pela baixa bilheteria. Vivendo uma bruxa, Elvira choca uma pacata cidade de Massachusetts ao se vestir com o seu clássico vestido longo, preto e decotado. Morando na mansão herdada pela tia Morgana, Elvira terá que fazer das tripas coração para que o seu livro de bruxaria não vá parar nas mãos do tio Vincent. O longa protagonizado por Cassandra Peterson arrecadou apenas 5,5 milhões de dólares.

Brinquedo Assassino

No período do Halloween, o clássico filme de terror é exibido na TV a cabo. O terror "Boneco Assassino" impediu muita gente de dormir com tranquilidade. Atingido por um tiro no coração, um serial killer utiliza dos seus conhecimentos em magia negra para viver novamente, mas de forma diferente. Beirando a morte em uma loja de brinquedos, o homem tem o seu espírito transferido para o boneco Chucky. Após ser dado como opção de presente ao pequeno Andy, Chucky fará de tudo, incluindo matar sem piedade, para viver no corpo do garoto. O longa assombroso arrecadou em 1988 mais de 44 milhões de dólares.

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 O clássico filme de terror, 'Brinquedo Assassino' vai ganhar uma versão para TV. A notícia foi informada por Don Mancini, criador e produtor do longa, na última sexta-feira (22) em sua conta no Twitter.

Sem muitos detalhes, Mancini compartilhou com os seguidores apenas um vídeo curto que revelava a produção da série, que não tem data de estreia. Lançado em 1988, 'Brinquedo Assassino' consagrou a figura do brinquedo Chucky, que é possuído pelo espírito assassino de Charles Lee Ray, e já contabiliza sete filmes da franquia. Confira a postagem:

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Chucky, o famoso brinquedo assassino que usa macacão jeans e tem uma vasta cabeleira, comemora 25 anos com "A maldição de Chucky", sexto filme da série, que abandona o humor irônico para voltar às raízes do terror.

O filme, produzido quase 10 anos depois do quinto título da série, será lançado diretamente em DVD e Blu-ray no Brasil em 7 de novembro, assim como aconteceu nos Estados Unidos.

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O americano Don Mancini, criador de Chucky e roteirista dos seis filmes da saga, retoma o papel de diretor, que assumiu em "O Filho de Chucky" (2004). Mas uma década depois o tom mudou radicalmente.

"O que eu mais queria, acima de tudo, era que Chucky voltasse a ser aterrorizante", explicou Mancini à AFP.

"Depois de ter feito duas comédias com 'A Noiva de Chucky' e 'O Filho de Chucky', os fãs queriam o retorno às origens e ao terror".

"Além disso, é o 25º aniversário da saga e queríamos criar um fator de nostalgia no filme, ter uma espécie de carta de amor para os fãs", disse.

A franquia Chucky, iniciada em 1988 com "Brinquedo Assassino", conseguiu ocupar um espaço de honra no rol dos monstros contemporâneos (ao lado do Jason de "Sexta-Feira 13", Michael Myers de "Halloween" e Fred Krueger de "A Hora do Pesadelo") e arrecadou mais de 175 milhões de dólares em todo o mundo.

Os três primeiros filmes da série eram de terror puro, mas "A Noiva de Chucky" (1998) marcou um ponto de virada ao utilizar o humor irônico e autorreferencial.

"Chucky é um personagem incrivelmente versátil. Funciona bem na comédia e no terror puro", disse Mancini.

"Quando fizemos "A Noiva de Chucky', estávamos no auge da moda do humor autorreferencial nos filmes de terror", disse Mancini, que cita como exemplo "Pânico".

"O Filho de Chucky" (2004) cometeu o erro de seguir pelo mesmo caminho, admite Mancini. O gosto pela ironia no cinema de terror começava a declinar para dar espaço ao "pornô tortura" ("Jogos Mortais", "O Albergue", entre outros), com a exposição de uma série de mutilações.

"O gênero terror reflete o que está acontecendo na cultura. Os anos 90 foram uma época feliz, em geral, nos Estados Unidos. As coisas pioraram muito na década seguinte", explica Mancini.

"Os monstros do cinema se adaptam e refletem tudo isto. Acredito que, hoje em dia, ninguém tem vontade de rir com os monstros porque eles estão muito presentes na vida real", destacou.

Em "A Maldição de Chucky", Mancini usou a tradição do cinema de terror gótico: uma casa antiga isolada, uma noite de tempestade, espaços obscuros, uma receita já testada e eficiente.

"Adoro a estética gótica, os jogos de sombras, as escadas. Toda a ação acontece em uma noite de tempestade, em uma casa inquietante. Ninguém pode sair, ninguém pode ajudar do lado de fora".

E, para colaborar com a sensação de claustrofobia, a personagem principal, Nica (Fiona Dourif, filha de Brad Dourif, histórica voz de Chucky), está presa a uma cadeira de rodas.

E Chucky, aos 25 anos, se livrou das cicatrizes e recuperou, pelo menos na aparência, a textura. Mas também perdeu outras características, o que os fãs perceberão rapidamente.

"Por exemplo, não sangra mais", disse Mancini.

"A mim parece que um boneco inanimado, que ganha vida, é muito mais aterrorizante se forem mantidas as propriedades normais de um objeto inanimado".

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