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A companhia aérea Cathay Pacific Airways vendeu, por engano, bilhetes de classe executiva pelo preço de classe econômica. O erro fez com que clientes pudessem comprar por US$ 675 passagens de voos do Vietnã para o Canadá e Estados Unidos que o preço correto seria de cerca de US$ 16 mil.

Pelo Twitter, a companhia de origem chinesa reconheceu o erro e afirmou que os clientes que haviam comprado as passagens pelo preço "especial" poderiam embarcar normalmente, mas não informou quantos bilhetes foram comprados pelo preço anunciado erroneamente.

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Em setembro de 2018, a empresa também virou notícia por outro erro inusitado. Dessa vez, a área tinha errado o próprio nome na hora de pintar sua marca em uma de suas aeronaves. Sem o "F", um avião na pista trazia o nome "Cathay Pacific" em letras enormes. Na ocasião, a companhia também se pronunciou no Twitter e apontou o erro também como uma situação "especial".

A oposto Sheilla e a central Thaísa criaram um grande constrangimento para a Confederação Brasileira de Vôlei neste domingo. As duas postaram fotos no Instagram (rede de social) criticando a CBV por terem que viajar para Lima, no Peru, em classe econômica. Nas postagens, fizeram crítica direta à entidade e pediram para serem defendidas pelos seguidores.

"Ficamos sabendo quinta-feira que iríamos viajar na classe econômica. Mesmo reivindicando com a CBV nada foi feito. Absurdo, porque foi um direito conquistado após o primeiro ouro olímpico. Olha a condição que estamos viajando! A CBV ignorou nossos argumentos", postou Sheilla, bicampeã olímpica.

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A oposto ainda pediu que seus seguidores compartilhassem, e retwitassem (replicassem a mensagem no Twitter) a imagem, que mostrava a jogadora apertada no voo que levava a seleção até o Peru, onde o Brasil estreia quarta-feira no Sul-Americano de Vôlei contra o Chile.

Já Thaisa, que postou a mesma mensagem, completou. "Cinco horas e meia de voo parecendo uma sardinha enlatada, com 1,96cm de altura. Só pedindo a Deus e ao fisioterapeuta para salvar meus joelhos", postou a central, que é 11 centímetros maior que Sheilla. A CBV ainda não se pronunciou oficialmente contra as críticas.

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