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Nesta quinta-feira, dia 21, uma ex-assistente de Vin Diesel entrou com um processo contra o ator por agressão sexual, em Los Angeles, Estados Unidos. De acordo com informações da revista Vanity Fair, Asta Jonasson conta que foi contratada pela empresa do artista e iria trabalhar na produção de um dos filmes de Velozes e Furiosos.

No processo obtido pela revista, a assistente afirma que em uma noite de setembro em 2010, ela foi chamada por Vin Diesel para trabalhar em algumas coisas em seu quarto no hotel, ao lado de outras pessoas. Segundo ela, após os outros deixarem o local, o ator agarrou os pulsos da Sra. Jonasson, um com cada uma das mãos, e puxou-a para a cama.

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Asta negou que queria ter algo com ele e conseguiu escapar de Diesel e foi até a porta esperando que ele abrisse, mas ao invés disso ele a agarrou novamente, dessa vez apalpando seus seios:

Jonasson estava com medo de recusar seu supervisor com mais força, sabendo que tirá-lo daquela sala era crucial para sua segurança pessoal e no trabalho. Mas essa esperança morreu quando Vin Diesel caiu de joelhos, empurrou o vestido da Sra. Jonasson até a cintura e molestou seu corpo, passando as mãos pela parte superior das pernas da Sra.

Continuando com o assédio, Vin teria afastado a calcinha da jovem, tentando fugir ela correu para um banheiro. Mas o ator conseguiu entrar com ela e a prendeu entre ele e a parede. Ainda nas investidas, o astro colocou a mão dela a força em seu pênis ereto e se masturbou, mesmo com a jovem negando.

Horas depois, Asta Jonasson afirma que recebeu uma ligação da irmã do ator, Samantha Vincent, a demitindo, apenas duas semanas após começar na empresa. Segundo o processo, a assistente se manteve calada por uma cláusula do contrato da instituição de Diesel, mas pôde mover o processo após um ato da Califórnia que impede o sigilo em casos de agressão e assédio sexual, ocorridos de 2009 em diante.

É eita atrás de vixe! Ao que parece, a vida íntima de Will Smith segue virando alvo de notícias. Isso porque, logo após Jada Pinkett Smith afirmar que está separada secretamente do astro há sete anos, o ex-assistente do ator entregou que já o viu fazendo sexo anal no camarim com um colega da série Um Maluco no Pedaço.

Durante sua participação no programa Unwine, Brother Bilaal contou que encontrou Smith em momento íntimo com Duane Martin.

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"Abri a porta do camarim de Duane e foi quando vi Duane fazendo sexo anal com Will. Havia um sofá e Will estava curvado no sofá e Duane estava de pé matando-o, assassinando-o. Foi assassinato ali".

O ex-assistente ainda deu detalhes sobre o pênis do vencedor do Oscar, comparando-o com um dedinho do pé.

Sem deixar barato, Will Smith enviou ao TMZ um comunicado por meio da sua assessoria, avisando que iria processar o ex-funcionário.

"Esta história é completamente inventada e a afirmação é inequivocamente falsa".

Quem é Duane Martin?

O ator que teria supostamente tido relações com Smith é Duane Martin, de 58 anos de idade. Nascido no Brooklyn, nos Estados Unidos, ele já foi casado com Tisha Campbell, de Eu, A Patroa e as Crianças, e trabalhou com Will em alguns projetos, principalmente na famosa sitcom Um Maluco no Pedaço, em 1993 e 1995.

Começa nesta terça-feira (15) o julgamento de Greg Kelly, colaborador de Carlos Ghosn na Nissan, no qual o americano terá que enfrentar sozinho a justiça japonesa, após a fuga do ex-chefe para o Líbano em 2019.

Kelly, que coincidentemente comemora seu 64º aniversário no dia da abertura do julgamento, chegou ao tribunal às 10h locais nesta terça-feira (22h00 de segunda-feira no horário de Brasília) acompanhado de três advogados, mas não falou com a imprensa.

O processo tem previsão de durar cerca de dez meses e foi iniciado quase dois anos após a prisão de Kelly no Japão.

Ghosn, ex-presidente da aliança Renault-Nissan e com tripla nacionalidade francesa, libanesa e brasileira, escapou da justiça japonesa, o que colocou Kelly na linha de frente do julgamento.

Kelly e a Nissan foram acusados de omitir, ilegal e intencionalmente, os relatórios anuais da montadora de 2010 a 2018, o que resultou na não declaração de 9,2 bilhões de ienes (87 milhões de dólares) que Ghosn receberia.

Kelly afirma ser inocente desde o surgimento do caso. "Não fiz nada de errado", garantiu em entrevista à AFP no início do mês.

Sobre os pagamentos diferidos, Kelly declarou que "Carlos Ghosn nunca recebeu nada e nunca teve nenhuma promessa de nada".

Já a Nissan irá se declarar culpada, segundo várias fontes questionadas pela AFP.

A montadora japonesa vem optando pela discrição neste julgamento, com medo de que uma "agitação midiática" possa prejudicar sua imagem.

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