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Wanessa Camargo e Marcus Buaiz terminaram o casamento após 17 anos juntos. No entanto, parece que a separação foi bastante amigável. Prova disso é que a irmã da cantora, Camilla Camargo, publicou uma imagem ao lado do ex-casal nas redes sociais, poucas horas depois do anúncio da separação.

Na legenda, ela escreveu carinhosamente: "Sempre".

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Na última segunda-feira, dia 2, Wanessa soltou um comunicado para falar do término do relacionamento. Em um trecho, ela explicou:

"Ao lado dos nossos filhos incríveis e que amamos incondicionalmente, continuaremos a ser uma família, com os mesmos valores e princípios que nos uniram até aqui. Pedimos a todos espaço e privacidade neste momento".

Wanessa e Marcus tiveram dois filhos, José Marcus, de dez anos de idade, e João Francisco, de sete anos.

Após iniciar a Operaçao Patronus, a fim de identificar e prender os envolvidos no assassinato do advogado André Ambrósio Ribeiro Pessoa, a Polícia Civil de Pernambuco indiciou a Isadora Ferreira, ex-esposa e José Isaac Ferreira de Almeida, ex-cunhado da vítima. Eles são acusados de terem planejado e encomendado a morte do advogado para que ele não delatasse o esquema criminoso no qual Isaac e Isadora estavam envolvidos.

O ex-cunhado está foragido. Os executores do assassinato também foram identificados. São eles: Ramon Reis da Silva (responsável por ter disparo contra o advogado), José Jameson de Sales, vulgo Jairzinho, e Emerson Henrique de Azevedo, mais conhecido como Bê. Jairzinho e Bê fazem parte de um grupo criminoso que vinha praticando assaltos em Caruaru, Agreste do Estado, e cidades vizinhas. Foram eles quem deu cobertura e identificaram o local onde a vítima pegaria a filha.

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A operação confirmou também que Ramon é responsável por parte do tráfico de drogas no Estado de Sergipe e também praticava homicídios mediante pagamentos. Ele residia em Caruaru há cinco meses, depois que executou um traficante rival por disputa de território. Ramon, responsável pelos disparos, está preso. No entanto, Emerson e José Jameson estão foragidos, assim como um dos mandantes do crime, Isaac.

A Polícia Civil continuará com as buscas a fim de encontrar e prender esses três que não estão cumprindo o mandado de prisão preventiva.

O caso

A morte do advogado André Ambrósio foi flagrada por uma câmera de segurança da casa da ex-mulher, no Loteamento Itamaraty, em Caruaru, no dia 12 de julho deste ano. Ele deixava a filha de um ano na residência. A abordagem foi feita quando o advogado ainda carregava a filha no braço. Com a arma em punho, Ramon se aproximou e mandou André deitar. Mesmo rendido, o advogado foi baleado pelo menos cinco vezes. 

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A Policia Federal prendeu nesta sexta, pela manhã, Adriano Aprígio de Souza, sob acusação de ameaçar, por meio de mensagem via e-mail, a procuradora da República, Léia Batista de Oliveira, que investiga a máfia dos caça-níqueis em Goiás.

No processo, conhecido por Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, os procuradores Léia Batista e Daniel Salgado denunciaram 81 pessoas por crime de sonegação fiscal, peculato, violação de sigilo e formação de quadrilha.

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De acordo com a PF, uma das três mensagens ameaçadoras, que foram recebidas pela procuradora, partiu da casa de Adriano em Anápolis, no interior de Goiás.

Adriano de Souza é ex-cunhado de Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, apontado como chefe da Máfia dos caça-níqueis, e que está preso desde o mês de fevereiro.

O ex-cunhado é apontado como sócio oculto de Cachoeira na farmacêutica Vitapan, com sede em Anápolis. A empresa, de acordo com a denúncia da Polícia, teria sido empregada na lavagem de dinheiro.

O delegado Raul Alexandre, da PF, afirmou que Adriano Aprígio de Souza ficará preso por um prazo de 10 dias, por ameaça e coação à procuradora. Explicou, ainda, que poderá sair antes, a partir de habeas corpus (HC). Ou, ver o prazo de prisão ampliado, a partir dos novos rumos das investigações.

"Rastreamos os e-mails e assim chegamos até o apartamento do Adriano", ressaltou o delegado. "Lá, além de efetuar a prisão também apreendemos um computador".

Raul Alexandre afirmou, ainda, que a procuradora vem recebendo proteção policial e foi cercada por outras medidas de segurança.

Comentou o delegado, Raul Alexandre, que as mensagens começaram a ser recebidas pela procuradora no dia 13 de junho. Eram todas ofensivas, ameaçadores, e empregaram "palavras de baixo calão", disse ele. O primeiro e-mail disse, entre outras coisas: "Não sou burro, sei que serei identificado, mas vou provar que sou inocente, que sou trabalhador e vítima ao ser equiparado aos demais denunciados"

No segundo, dia 23 de junho, o autor frisou: "Sua vadia ainda vamos te pegar. Cuidado, você e sua família correm perigo"

O teor e a data do terceiro e-mail não foram informados. Porém, o delegado da PF garante que pelo menos um dos três e-mails foi enviado a partir do apartamento onde mora Adriano Aprígio, em Anápolis, distante 64 quilômetros de Goiânia (GO).

A Polícia Federal em Goiás prendeu na manhã nesta sexta-feira Adriano Aprígio de Souza, ex-cunhado do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, por ameaçar a procuradora da República Léa Batista de Souza. A PF cumpriu as ordens de prisão e de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal, a pedido do Ministério Público.

Apontado pela polícia como laranja do contraventor, Adriano Aprígio enviou, segundo as investigações, dois e-mails apócrifos em tom ameaçador à procuradora que atuou na Operação Monte Carlo, que desbaratou o esquema comandada por Carlinhos Cachoeira. O primeiro foi enviado em 13 de junho, dizendo que Léa Batista teria sido "dura" demais com o grupo de Cachoeira. A segunda ocorreu no dia 23, com palavras de baixo calão e ameaças a ela e à família dela.

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Após a segunda ameaça, Léa passou a receber proteção policial. Ela já disse que não vai abandonar o caso, ao contrário do que decidiu o juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, responsável pela prisão de Cachoeira no final de fevereiro. A CPI aprovou na quinta-feira convite para que o juiz fale sobre as ameaças que sofreu.

Ao rastrear o emissor das mensagens, a PF descobriu que as mensagens partiram de um computador cujo IP estava na casa de Adriano Aprígio. "Ameaças veladas ou ostensivas não nos farão retroceder. Tentativas de intimidação não adiantarão. Continuaremos firmes na defesa da sociedade", garatiram em nota os procuradores da República Daniel de Resende Salgado e Marcelo Ribeiro de Oliveira, que cuidaram do caso.

O ex-cunhado de Cachoeira, que já foi denunciado por envolvimento no esquema de jogos ilegais e corrupção descoberto pela Operação Monte Carlo, deve responder na Justiça a mais essa acusação.

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