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A PITÚ montará um stand carnavalesco na área de desembarque nacional do Aeroporto Internacional do Recife para recepcionar os turistas com drinks gratuitos na semana pré-Carnaval, entre os dias 04 e 10 de fevereiro (domingo até o Sábado de Zé Pereira).

Além das desejadas caipirinhas feitas à base de cachaça, açúcar, gelo e limão, a cachaçaria pernambucana também proporcionará a degustação da linha ice PITÚ REMIX. Com teor alcoólico mais baixo, de 7%, a marca possui três sabores das bebidas refrescantes e prontas para beber: Limão, Abacaxi com Coco e a tradicional Pitú Cola que também é Remix.

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No ano passado, a mesma ação distribuiu cerca de 25 mil copos de caipirinha e 3 mil latas da Remix no stand da PITÚ. Repetindo a dose, barmans da cachaçaria estarão durante toda a semana convidando os foliões que aterrissarem na terrinha do frevo para já sentirem o verdadeiro sabor do Carnaval pernambucano.

Da assessoria

Parece mentira, mas é verdade. Após uma postagem no Twitter, os internautas brasileiros descobriram quem existe uma versão não alcoólica da Pitú, a mais conhecida das cachaças pernambucanas, talvez até do Brasil. Em contato com a reportagem do LeiaJá, a assessoria da bebida disse que “o produto Pitú 0.0% álcool foi desenvolvido pela empresa parceira da Pitú, responsável pela comercialização do produto na Europa”.

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Ainda segundo a marca, “na Alemanha, onde o produto está sendo comercializado, a cachaça Pitú costuma ser consumida exclusivamente na caipirinha e em outros coquetéis. O lançamento resultou da tendência do mercado europeu de consumo de coquetéis à base de bebidas sem álcool.”

A Pitú ainda informa que não há perspectiva de lançamento de produto similar a esse no Brasil. Então, quem tiver curiosidade sobre o sabor da bebida vai ter que viajar até o velho continente para apreciar a novidade.

PITÚ é referência quando o assunto é cachaça

A Engarrafamento Pitú, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional quando o assunto é cachaça. Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a Pitú engarrafa e comercializa milhões de litros por ano. Com 85 anos de história, é a cachaça mais consumida nas regiões Norte e Nordeste, a vice-líder do País. A fábrica da Pitú está localizada no município de Vitória de Santo Antão (PE).

A cachaça se mantém entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. Na Europa, a PITÚ comanda o mercado e tem a Alemanha como o país líder em consumo. Outros países do Velho Continente, também importantes para a marca, são:  Áustria, Grécia, Espanha, Suíça e Bélgica. Nos demais continentes a PITÚ também está presente em alguns países, como: Argentina, Canadá, África do Sul, Estados Unidos, México.

*Da assessoria
 

 

O que fazer se não tem Carnaval este ano? Comemorar em dobro em 2022. É isso o que os pituzeiros - fãs da Aguardente Pitú -, influenciadores e artistas estão sugerindo em petição assinada pela Nação Pituzeira. Ao invés de quatro, eles querem oito dias de folia. Artistas como Ivete Sangalo, Wesley Safadão, Bell Marques, Tirulipa, Thardelly Lima, Mução, entre outros, já aderiram à causa.

A Pitú abraçou a ideia e marcará presença em lives, patrocinando artistas e apoiando o movimento. Um deles será o show virtual O Trio, de Ivete Sangalo e Claudia Leitte, que acontece neste sábado (13), às 17h30, direto de Salvador, com transmissão pelo YouTube, nos canais das duas cantoras, e no canal Multishow.

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"O Carnaval é o grande momento de contato direto da Pitú com seu público, o que este ano infelizmente não acontecerá de forma tradicional. A ação é assinada pelos consumidores, a Nação Pituzeira, mas a Pitu também abraçou o movimento de imediato. As redes sociais se tornaram fortes aliadas nesse relacionamento com os consumidores, bem como outras frentes que ganharam uma força antes não imaginada, como as lives", explica Henrique Pereira, diretor de Inovação da Ampla.

Segundo ele, a Ampla tem buscado outros caminhos interessantes para a marca, com resultados altamente positivos. "Nesse cenário atípico, Ampla e Pitú estão se esforçando ainda mais para que essa relação da marca com o público - e vice-versa - continue cada vez mais forte", conclui.

*Da assessoria

A cachaçaria Pitú está lançando latinhas especiais para celebrar a chegada do ano novo. As latas virão estampadas com desejos e promessas para 2019. 

As latas personalizadas são as de 350ml da cachaça Pitú e já estão sendo comercializadas. Nelas, promessas e resoluções de fim de ano como: "Em 2019, prometo economizar menos com os 10% do garçom", "Em 2019, prometo ver o copo sempre meio cheio", e "Em 2019, prometo parar de dar spoiler".

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A proposta da campanha é usar do bom humor para cativar e fidelizar os clientes. Ao todo, são 16 ilustrações diferentes, cada uma com uma resolução de fim de ano para este réveillon. 

Nas mesas de bar, os apelidos são muitos. Água que passarinho não bebe, aguardente, “marvada”, caninha, birita, pinga, lapada. As diversas denominações são sinônimos da bebida destilada mais consumida no Brasil, a famosa cachaça. O amor dos brasileiros pelo produto já foi tema de músicas, propagandas, livros e pesquisas acadêmicas. No ramo financeiro, o mercado da cachaça movimenta cerca de R$ 7 bilhões em faturamento no país. Parte desse lucro vem do município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, onde fica localizada a fábrica Engarrafamento Pitú, que comercializa em média 95 milhões de litros da bebida por ano.

Na contramão da crise financeira, a empresa aumentou as vendas e se consagrou ainda mais como líder de vendas nos mercados Norte e Nordeste e maior exportadora de cachaça do Brasil. Um estudo feito pela PeopleScope, maior base de dados comportamentais dos brasileiros, mostra que à medida que a expectativa da população piora em relação ao cenário político-econômico, mais garrafas de cachaça são vendidas no Brasil. O sucesso da Pitú é tão grande que a cachaça integra o grupo das 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo.

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A bebida que hoje é “mania de brasileiro” teve o pontapé inicial dado em 1938. A empresa 100% pernambucana foi fundada pelos senhores Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Morais e José Ferrer de Morais. No começo, eles trabalhavam com a fabricação de vinagre e bebidas à base de maracujá e jenipapo, além do engarrafamento de aguardente. Em 1948, com o ritmo de crescimento acelerado, a empresa ganhou o nome de Engarrafamento Pitú LTDA.

O nome da empresa faz referência ao Engenho Pitú, propriedade da família em Vitória de Santo Antão, onde existiam muitos pitus, os camarões de água doce, que eram usados como tira-gosto das reuniões para beber aguardente no engenho.

No início da história da empresa, tudo era feito de forma artesanal e experimental. Com o crescimento da marca, o tato sensorial dos fundadores ficaram um pouco de lado e a Pitú ganhou corpo de um negócio gigante. Atualmente, são 400 mil litros da bebida produzidos todos os dias. Para tudo funcionar, são 550 funcionários trabalhando diariamente na produção da cachaça queridinha de Pernambuco.

De acordo com a diretora de Negócios Internacionais da Pitú, Maria das Vitórias, um dos pontos que faz a marca crescer no mercado interno e externo é a empresa familiar, além da qualidade do produto. “As decisões são mais rápidas porque todo mundo é parente e se junta na hora de decidir as coisas. A hierarquia não é tão grande. Na crise, a gente se juntou para fazer tudo junto. O aspecto comercial é muito forte também, temos uma relação com países estrangeiros muito boa”, revelou.

Ainda de acordo com Maria das Vitórias, para a bebida ter o mesmo sabor o ano inteiro, mesmo com a safra da cana de açúcar sazonal por seis meses, a empresa faz o “blending”, a mistura, de um ano inteiro. “As grandes bebidas internacionais já seguem esse processo. Fazemos isso para que a Pitú tenha o mesmo sabor de janeiro a dezembro”.

Hoje, a Pitú é uma aguardente de cana pura, transparente, de sabor marcante e teor alcoólico de 40%. O produto é acondicionado em garrafas retornáveis de 600 ml, garrafas de 965 ml, latas de alumínio com 350 ml, 473 ml, 710 ml. Tem também as envelhecidas Premium – Pitú Gold e Extra Premium – e a Vitoriosa. A Pitú tem, ainda, em seu portfólio, a bebida mista de cachaça com limão – Pitú Limão, a bebida alcoólica mista à base de noz de cola – Pitú Cola, a vodka Bolvana e a bebida mista à base de vinho – Do Frei.

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Destilado genuinamente pernambucano, a Pitú também alcança o mercado externo

De acordo com o Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac), as exportações de destilado cresceram 4,62% em valor e 7,87% em volume, em 2016, com relação a 2015. No ano passado, o Brasil exportou 8,38 milhões de litros para 54 países, gerando receita de US$ 13,94 milhões.

Apesar do número alto impressionar à primeira vista, as exportações de cachaça estão bem abaixo do potencial de mercado. Apenas cerca de 1% do volume produzido é exportado, segundo o Ibrac. O maior desafio é atingir a consolidação do produto no mercado internacional como uma bebida brasileira.

Esse fator aconteceu com as exportações da tequila, o destilado nacional do México. Em 2016, o país exportou cerca de 200 milhões de litros da bebida para mais de 120 países, aproximadamente 70% de volume produzido. Já o Brasil exportou pouco mais de 8 milhões de litros de cachaça para 54 países.

A Pitú comemorou, entre 1999 e 2001, o aumento das exportações, que chegaram a 56% em todo o mundo. Destaque para o crescimento na Europa (69%) e nos Estados Unidos (45%). A empresa é líder em exportação de aguardente para a Alemanha, que distribui para toda a Europa, além de estar se consolidando na Ásia, a exemplo do Japão, e na América, a exemplo da Argentina, do Uruguai e do Paraguai. 

A engarrafadora exporta 2,1 % de sua produção total de 95 milhões de litros/ano. A exportação direta é feita para 18 países e é distribuída por uma importadora alemã em 48 países da Europa. 

Em 2016, a cachaça foi regulamentada pela Indicação Geográfica como um produto genuinamente brasileiro. Pelas normas aprovadas, a bebida precisa ter a graduação de álcool entre 38% e 48%, e somente a aguardente de cana produzida no Brasil pode ser chamada de cachaça. O destilado ganhou até uma data especial, 13 de setembro, o Dia Nacional da Cachaça.

A data foi escolhida pelo Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac) e faz referência ao dia em que a coroa portuguesa liberou a produção e comercialização da cachaça no Brasil, em 1861, após a Revolta da Cachaça, rebelião dos produtores locais. O projeto de lei para que a data seja oficializada ainda tramita na Câmara dos Deputados. Apesar disso, a data já virou marco nacional e é celebrada anualmente pelos principais produtores de cachaça do país.

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O diretor presidente de Engarrafamento da Pitú, Elmo Cândido morreu na noite do último sábado (10), aos 90 anos, na capital pernambucana. Filho de Joel Carneiro, um dos fundadores da Pitú, Elmo deixa esposa, Maria Vitória Férrer Carneiro, seis filhos e 11 netos. O corpo do empresário foi enterrado no Cemitério de São Sebastião, em Vitória de Santo Antão, sua cidade natal. 

No final da tarde deste domingo (11), o governador Paulo Câmara emitiu nota de pesar pela morte de Elmo e transmitiu solidariedade a família do empresário. “A morte de Seu Elmo deixa uma imensa lacuna no meio empresarial de Pernambuco e Vitória de Santo Antão perde o seu maior e mais apaixonado defensor. Seu Elmo teve uma vida longa e produtiva, sempre sendo bem-sucedido em tudo a que dedicava. Em especial a Pitú, que propagandeia ao mundo a rica e diversificada cultura de Pernambuco. Meus sentimentos e minha solidariedade cristã aos seus familiares e amigos”.

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A Pitú lançou nesta quarta-feira (11), durante uma coletiva de imprensa realizada no Barchef, em Casa Forte, a cachaça extra premium Vitoriosa, criada especificamente para comemorar os 75 anos da marca pernambucana. Em quantidade limitada, o primeiro lote conta com nove mil garrafas que serão vendidas inicialmente no mercado atacadista, bares e restaurantes do Nordeste.

“Pra nós este é o momento mais nobre da nossa história. A Vitoriosa surgiu de uma invenção dos meus avós, que serviam a bebida para amigos e convidados que visitavam a Pitú. Com o passar dos anos, ela se tornou objeto de desejo de quem é amante da cachaça”, disse Vitória Cavalcanti, diretora de Relações Internacionais e Mestre Cachaceira da empresa.

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O segredo da Vitoriosa é que ela é envelhecida num período mínimo de cinco anos em barris de carvalho francês, uma madeira que transfere à bebida um sabor aveludado e aroma marcante. Em seguida, todos os barris são misturados e a bebida fica mais seis meses guardada em barris de carvalho americano para harmonizar o sabor.

A cachaça, de teor alcoólico de 39%, tinha previsão de lançamento em 2011, mas problemas no registro da marca e na chegada do formato da embalagem adiaram o lançamento. Ela vai ser comercializada numa embalagem especial para colecionadores. A partir de 2014, a Vitoriosa passa a ser comercializada em todo o Brasil e no exterior.

“Compramos um camarote da Copa do Mundo e durante os jogos vamos trazer para cá representantes do México, EUA, Alemanha, Angola, Canadá e Chile, este último o maior comprador de cachaça da América Latina. A ideia é apresentar o produto e fazer deles parceiros no quesito exportação”, comenta Vitória.

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