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Um voluntário brasileiro da pesquisa da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, de 28 anos, morreu por complicações causadas pela Covid-19. Mesmo a AstraZeneca, farmacéutica responsável pela elaboração da vacina, não tendo confirmado se o homem recebeu imunizante em teste ou placebo, fontes confirmaram ao Estadão que o voluntário integrava o grupo do placebo.

O coordenador da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ressaltou ao jornal que, mesmo com a morte do voluntário, a pesquisa deve continuar porque elas só seriam interrompidas por dúvidas quanto à segurança do produto testado.

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"Problemas de eficácia não levam à interrupção do estudo. Primeiro, porque nenhuma vacina é 100% eficaz. Segundo, porque o estudo clínico é justamente para ver essa questão: qual foi a incidência da doença em cada grupo e analisar se a vacina funciona", destacou.

A Universidade de Oxford, uma das responsáveis pelo desenvolvimento da vacina, também confirmou ao site que "depois de uma cuidadosa análise do caso do Brasil, não há preocupações sobre a segurança do ensaio clínico". A instituição também se solidarizou com a família da vítima".

O grupo britânico Placebo mostrou nesta terça-feira seu apoio à causa homossexual no Marrocos, durante um show em Rabat.

O Placebo se apresentou diante de dezenas de milhares de pessoas durante o festival de música Mawazin, que ocorre até sábado na capital marroquina.

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Durante o show, seu baixista e guitarrista, Stefan Olsdal, provocou sensação com sua guitarra decorada com as cores do arco-íris e mostrando, no momento da entrada no palco, o número 489 no peito, em referência ao artigo do código penal marroquino que criminaliza a homossexualidade, segundo vários meios de música eletrônica.

No Marrocos, o artigo 489 estipula que a homossexualidade é punível com até três anos de prisão.

O compromisso do grupo foi muito comentado nas redes sociais e o próprio guitarrista se manifestou sobre o assunto em sua página no Facebook.

"O artigo 489 condena a homossexualidade no Marrocos. Vamos nos livrar dele. Todo o meu amor e o meu apoio a todos os que devem lutar por seu direito de amar", escreveu Stefan Olsdal.

Horas antes, duas militantes francesas do Femen também reagiram à questão sobre a penalização da homossexualidade, mostrando os seios e se beijando diante de um dos principais monumentos da cidade.

Detidas no aeroporto de Rabat após sua ação, foram expulsas à França com a proibição de entrar em território marroquino.

Loud Like Love, o novo disco do Placebo, é seu melhor álbum desde o badalado Sleeping with Ghosts, de 2003. Isso é mais ou menos um consenso crítico. Sétimo álbum da banda, lançado em setembro de 2013, o disco faz uso de sintetizadores vintage, piano e o resto é a receita clássica do Placebo: guitarras estridentes, a voz esganiçada, o ambiente meio fin-de-siècle. Entrou no Top 5 de 10 países (incluindo Áustria, Bélgica, França, Alemanha, Grécia e Itália, segundo a organização da turnê).

Na estrada desde novembro, o Placebo já se apresentou por todos os Estados Unidos e em 17 cidades europeias (com cinco apresentações completamente lotadas no Reino Unido). A banda se apresenta nesta segunda-feira (14) no Citibank Hall. Originariamente um trio, composto por Brian Molko (guitarra/vocal), Stefan Olsdal (baixo) e Steve Forrest (bateria), o Placebo foi encorpando nos últimos anos, ganhando novos instrumentistas - quase todos atuando na sombra, sem destaque como músico de frente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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