Tópicos | Tatsumi Kimishima

Anualmente, a Nintendo divulga o seu Corporate Social Responsibility Report (CSR), documento que especifica os princípios da empresa e algumas metas. Na edição de 2016, divulgada recentemente, a primeira com a presidência de Tatsumi Kimishima (após a morte de Satoru Iwata), há uma mudança na política de direitos humanos da companhia, mencionando o combate ao preconceito contra a comunidade LGBT.

No documento, a empresa especifica: “No ano de 2015, Nintendo Co. Ltd revisou sua política de direitos humanos para articular com clareza nossa atitude de não discriminação contra membros da comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênera (LGBT). Além disso, atos ilegais em violação dos direitos humanos, como trabalho infantil e trabalho forçados, são questões de importância global. Nós temos existentes mecanismos estabelecidos para erradicar tais atos de nossas atividades, mas nós temos esclarecido ainda mais a postura da companhia discutindo explicitamente eles em nossa política de direitos humanos”. 

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Na versão de 2015 do CSR, a Nintendo dizia que não discriminava ou incitava a discriminação baseada em raça, etnia, nacionalidade, ideias, religião, crenças, posição social, status, profissão, gênero, idade ou deficiência. Desta vez, foram acrescentados “papel de gênero” e “identidade de gênero”.

Mulheres -  O relatório também destaca a promoção da carreira das mulheres. O texto da Nintendo diz que a promoção de seus funcionários independe de gênero ou outros fatores. Entretanto, a gigante dos videogames diz que “é importante para a companhia promover o papel das mulheres no local de trabalho para aprimorar a competitividade da companhia, e tendo em vista as características gerais da indústria de software, que diz atrair poucas mulheres, nós nos esforçamos para promover um ambiente em que empregadas mulheres podem demonstrar todas as suas habilidades”.

A Nintendo também diz estar desenvolvendo sistemas para atrair funcionárias mulheres das mais diversas regiões. A expectativa é aumentar o número de contratação e promoção de mulheres em 5% nos próximos cinco anos, partindo do número acumulado de 19,55% dos últimos cinco anos. O relatório pode ser lido em inglês aqui.

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