Tópicos | 8 anos

Um garoto de oito anos mordeu uma cobra até a morte após ataque do animal. O caso aconteceu na remota vila de Pandarpadh, no distrito de Jashpur, na Índia, no fim de outubro e ganhou repercussão neste fim de semana. Deepak Ram, foi surpreendido pelo animal enquanto brincava no quintal de sua casa. 

“A cobra se enrolou na minha mão e me mordeu. Eu estava com muita dor. Como o réptil não se mexeu quando tentei me livrar dele, mordi com força duas vezes. Tudo aconteceu em um flash”, disse ele a mídia local.

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Após o acontecido a família o levou às pressas para o centro de saúde mais próximo. “Ele foi rapidamente administrado com veneno anti-cobra e mantido sob observação durante todo o dia e recebeu alta”, disse o Dr. Jems Minj, oficial médico do bloco.

“Deepak não apresentou nenhum sintoma e se recuperou rapidamente devido à mordida seca quando a cobra venenosa ataca, mas nenhum veneno é liberado. Essas picadas de cobra são dolorosas e podem mostrar apenas sintomas locais ao redor da área da picada”, explicou Qaiser Hussain, especialista em cobras, para o jornal indiano The New Indian Express. 

Jashpur é um distrito tribal, também conhecido como Naglok (morada das serpentes) porque tem mais de 200 espécies de cobras.

 

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu em flagrante, na última terça-feira (2), uma mulher suspeita de torturar e matar o próprio filho, uma criança de oito anos. O caso foi registrado após a Polícia ser acionada ao hospital de Itapipoca, para onde a investigada chegou a levar a vítima, já sem vida, a fim de ocultar o crime.

Ao chegar no hospital, a mulher de 28 anos relatou que a vítima teria levado uma queda, o que culminou nos ferimentos e no óbito da criança. As apurações apontaram que as marcas encontradas na criança não eram compatíveis com marcas provocadas por uma queda.

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Com o desdobramento das apurações, os policiais civis descobriram que a criança já vinha de um histórico de agressões, sendo acompanhada pelo Conselho Tutelar do município. Diante dos fatos, a mulher, sem antecedentes criminais, foi autuada em flagrante por tortura que resultou em morte. Em depoimento, ela relatou que o filho tinha um “comportamento difícil”.

A PCCE segue investigado o caso e aguarda a perícia no corpo da criança para concluir o inquérito policial. A acusada tem outros dois filhos, que foram entregues a familiares.

Com informações da PCCE

A Câmara Federal está analisando o Projeto de Lei Complementar 248/13, do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), que torna inelegíveis, por oito anos, os dirigentes que não cumprirem os prazos no envio das prestações de contas dos partidos à Justiça Eleitoral. O período de inelegibilidade começa a ser contado no julgamento das contas como não prestadas.

O projeto muda a chamada Lei da Inelegibilidade (Lei Complementar 64/90), que já havia sofrido alterações com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10), que aumentou a relação de critérios impeditivos para eleição de candidatos e tornou outros mais rígidos. “Embora a proposta possa parecer exagerada, pelo menos à primeira vista, acredito que terá um efeito pedagógico, pois os dirigentes partidários terão maior responsabilidade no cumprimento desta obrigação”, afirmou Bueno.

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Segundo ele, “a experiência vem demonstrando que diversos partidos têm sido prejudicados pela omissão de seus dirigentes no simples dever de prestar contas à Justiça Eleitoral”. Essa obrigação é prevista na própria Constituição, assim como na Lei 9.096/95 (Lei Orgânica dos Partidos Políticos) e na Lei 9.504/97 (Lei das Eleições). 

“Não parece ser razoável que todo o coletivo partidário seja prejudicado pela desídia de um dirigente irresponsável. Por isso, é preciso estabelecer alguma punição para aquele que for omisso”, concluiu o deputado.

*Com informações da Agência Câmara

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