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Policiais civis da 6ª Divisão de Investigações Sobre Crimes Contra o Patrimônio (DISCCPAT) de São Paulo prenderam na segunda-feira (10), em flagrante, dois homens suspeitos de fazer arrastões contra motoristas no bairro da Bela Vista, no centro da capital paulista.

Eles são suspeitos de integrarem o "Bonde do Elevado", um grupo de pessoas que, segundo a polícia, vem praticando roubos no Viaduto Júlio de Mesquita Filho, considerado o principal endereço de ação dos criminosos. Um terceiro homem conseguiu escapar.

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As investigações da DISCCPAT conseguiram identificar um padrão na ação da quadrilha: cometer os crimes no viaduto entre às 17h e 18h. Nesse período, o grupo aproveitava o trânsito lento dos carros para invadir a pista e roubar os motoristas.

Na tarde de segunda-feira, os policiais foram até o viaduto e ficaram em campana. Os agentes perceberam a presença de três suspeitos e deram voz de prisão. Dois foram contidos. Um deles até tentou escapar, mas foi neutralizado com um tiro na perna. Um terceiro homem conseguiu escapar, mas já foi identificado.

Segundo a Secretária de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), o suspeito que foi alvejado, "fez menção de sacar uma arma da cintura" antes de ser baleado. Ainda de acordo com a pasta, ele foi levado para o hospital e ficou sob escolta dos policiais.

Os suspeitos foram indiciados por resistência e associação criminosa, informou a SSP-SP em nota. Com eles, os agentes apreenderam duas armas de fogo (revólveres calibre 32) carregadas e com numeração raspada, além de um celular e dinheiro.

"O terceiro homem conseguiu fugir, mas ele e outros três suspeitos já foram identificados e são investigados", disse a secretaria.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam, na noite de sábado (1), três homens ligados a um dos principais grupos de milicianos que atuam no Rio de Janeiro. Com eles, foram apreendidos três pistolas, dez carregadores, munições, rádio transmissor, colete balístico, uniformes camuflados, touca ninja, seis celulares e R$ 23 mil.

O flagrante aconteceu no município de Seropédica, área sob influência da milícia, na região metropolitana. Policiais do Grupo de Patrulhamento Tático da 1ª Delegacia (Duque de Caxias) abordaram o trio na BR-465, a antiga Rio-São Paulo. O motorista estava foragido desde fevereiro do ano passado e possuía um mandado de prisão por associação criminosa. Ele é suspeito de torturar uma pessoa na Favela do Aço, em Santa Cruz, em 2015. A vítima estava prestes a ser executada, mas foi salva por agentes da Polícia Civil.

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Os três homens presos na operação seriam integrantes da milícia conhecida como Bonde do Ecko, que atua explorando o controle de postos de combustíveis, transporte irregular, sinais clandestinos de internet e TV a cabo, venda de botijões de gás e extração de saibro. As informações são da assessoria de comunicação da PRF.

A polícia holandesa prendeu na terça-feira (19) um novo suspeito de ter participado do ataque contra um bonde na cidade de Utrecht, que deixou três mortos e cinco feridos. As únicas informações da polícia é que se trata de um homem de 40 anos.

Os outros homens que haviam sido presos na segunda-feira (18), ambos jovens de 23 e de 27 anos, foram libertados ontem por falta de provas.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em Utrecht, no centro da Holanda, a polícia investiga um tiroteio contra um bonde elétrico que deixou vítimas na manhã desta segunda-feira (18). A polícia informou que o incidente foi registrado às 10h45, horário local.

Testemunhas afirmaram que uma pessoa atirou e fugiu do local. Segundo relatos, era um homem que disparou de forma aleatória contra as pessoas. O local está isolado pelos policiais, que buscam o autor dos disparos.

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No Twitter da Polícia de Utrecht, a informação é que há “várias pessoas feridas”. Não menciona números nem mortos.

Começaram nesta terça-feira, 07, os testes com quatro dos 14 bondes que devem voltar a circular pelo bairro de Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. Nesta fase de testes os veículos vão circular sem passageiros, apenas em um trecho de 900 metros, passando pelos Arcos da Lapa, entre a estação Carioca e a Rua Joaquim Murtinho. O teste deve se estender por dez dias.

A circulação dos bondes foi interrompida em agosto de 2011 devido a um acidente que matou seis pessoas. Até o final de julho eles devem voltar a circular em um primeiro trecho, entre a Carioca e o Largo do Curvelo. As obras estão atrasadas e viraram alvo de críticas dos moradores de Santa Teresa.

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A empresa que administra o bondinho do Pão de Açúcar colocou um homem vestido de Papai Noel para descer o Morro da Urca de tirolesa, pendurado nos cabos, na manhã desta quinta-feira. A ação foi divulgada em redes sociais: "Nada de trenó, esse ano o Papai Noel chegou fazendo tirolesa no bondinho do Pão de Açúcar".

Dezenas de turistas fotografaram e filmaram a ação. "Feliz Natal a todos", disse o funcionário ao chegar na estação de embarque. No fim da descida, a falsa barba branca ficou presa na corda da tirolesa e foi arrancada. Ele tinha uma câmera presa à cabeça para filmar a descida.

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Parado desde 27 de setembro de 2011, quando um acidente matou seis passageiros e feriu 60 pessoas, o bonde de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, voltou a circular nesta quarta-feira (1°), em testes, pelos Arcos da Lapa, no centro da capital fluminense. Ainda não há transporte de passageiros - a retomada desse serviço estava previsto pelo governo estadual para março passado, mas o prazo não foi cumprido. Moradores de Santa Teresa reclamam da demora.

Desde agosto, o bonde é submetido a testes estáticos e dinâmicos na rua Joaquim Murtinho, em Santa Teresa. A partir de hoje, os testes passam a ser realizados no trecho entre o Largo do Curvelo e a Estação Carioca, passando pelos Arcos da Lapa. O traçado total da linha de bondes será de 10,5 km, mas só estará disponível no final de 2015.

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Até agora já foram instalados 3,5 km de trilhos e rede aérea. Catorze bondes serão usados no serviço. Todos têm estrutura de aço reforçado, sistema de tração controlado eletronicamente, freios dinâmico e magnético, GPS, estribos retráteis e quatro câmeras de monitoramento.

Símbolo bucólico de um bairro e cartão-postal do Rio de Janeiro, o bonde de Santa Teresa foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan). A portaria, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial, determina ainda a preservação de um dos carros. A medida não impede, no entanto, a modernização da linha, que vem sendo tocada pelo governo do Estado, desde agosto do ano passado, quando grave acidente deixou seis mortos e suspendeu o tráfego de bondes.

"Estamos defendendo esse tipo de transporte, que é bem significativo para a cidade do Rio de Janeiro. É um dos únicos sistemas que perdurou no nosso País. Na verdade, o instituto quer preservar o sistema de transportes e não os elementos físicos, que a gente entende que precisam ser modernizados", afirma a superintendente do Iphan no Rio, Cristina Lodi. O tombamento é provisório e ainda precisa ser ratificado pelo Conselho Consultivo do Iphan, o que ainda não tem data para ocorrer.

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A portaria do instituto preserva o traçado da linha do bonde, um percurso de cerca de 7,5 quilômetros que começa na estação do Largo da Carioca, atravessa os Arcos da Lapa (bem já tombado pelo Iphan), segue até o Largo dos Guimarães, onde se bifurca em direção ao Largo das Neves e em direção ao ponto denominado Dois Irmãos. E prolonga-se até o Silvestre. Protege ainda as estações de parada remanescentes, como a do Curvelo e a do Largo dos Guimarães.

O carro número 2 foi escolhido pelo Iphan para ser o símbolo dos bondinhos antigos, mas não quer dizer que esse bonde entrará em linha depois da modernização. O veículo pode ficar em um museu, por exemplo, mas a forma como ele será preservado ainda não foi definida.

"É claro que tem todo um diálogo com órgãos de patrimônio para que a gente tenha um sistema e não se distancie dos valores históricos, das próprias linguagens do bonde. Mas a gente não pode parar no tempo, ou permitir que se repita o que ocorreu - desastres e um sistema que já estava obsoleto, inoperante", afirma Cristina Lodi.

O governo do Estado concluiu em fevereiro o estudo de recuperação da linha. Previsto para custar R$ 110 milhões, o projeto prevê 14 bondes, trilhos novos, trajeto 30% maior - chegará a 10,5 km de extensão - e possibilidade da interligação com o Trenzinho do Corcovado.

A licitação foi suspensa judicialmente, a pedido da Associação de Moradores de Santa Teresa (Amast). Os moradores alegam que o novo projeto não respeita as características dos antigos bondes. A Secretaria de Transportes informa que, por segurança, foi preciso fechar as laterais do bonde, para evitar que as pessoas embarcassem e desembarcassem dos dois lados, o que colocava em risco a vida dos passageiros. A Procuradoria Geral do Estado está recorrendo da decisão.

O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ), Cláudio Lopes, instaurou inquérito para apurar a responsabilidade do secretário de Transportes, Júlio Lopes, no acidente com o bondinho de Santa Teresa, no sábado, que matou cinco pessoas e deixou 57 feridas. A decisão, de quarta-feira, teve de ser tomada pelo procurador-geral, autoridade máxima do MP-RJ, porque Júlio Lopes, enquanto secretário e deputado federal eleito em 2008, tem foro privilegiado.

Lopes não compareceu à reunião para a qual foi convocado, na manhã de hoje, na sede da procuradoria-geral. A secretaria não soube informar o motivo. Ele enviou um representante, o subsecretário de Transportes e presidente da Central, empresa vinculada à secretaria que até a última terça-feira administrava os bondes de Santa Teresa, Sebastião Rodrigues. A reunião foi convocada pelo promotor de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital, Carlos Andresano, que esperava ouvir esclarecimentos de Lopes sobre o acidente.

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O promotor é responsável por outro inquérito, o civil, instaurado na segunda-feira para investigar o acidente. O inquérito criminal é conduzido pela 7.ª DP (Santa Teresa). Andresano espera que o Estado proponha um plano de indenizações às vítimas. Caso isso não ocorra, ingressará com uma ação civil pública. "A ausência dele (Lopes) de forma alguma vai enfraquecer o inquérito. Foi dada a ele a oportunidade de prestar esclarecimentos, e ele abriu mão. Mas a investigação continua e apontaremos responsabilidades", disse Andresano.

No dia em que o transporte por bondes no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, completa 115 anos, um protesto reúne moradores, ferroviários, vítimas e parentes do acidente ocorrido no sábado. A manifestação desta manhã lembra a tragédia que deixou cinco mortos e ainda acusa o governo estadual de descaso com a manutenção dos bondinhos, cuja circulação está suspensa por tempo indeterminado.

"Queremos a exoneração imediata do secretário de Transportes, Júlio Lopes", disse a presidente da Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa (Amast), Elzbieta Mitkiewicz. Parentes do motorneiro Nelson Correia da Silva, que morreu no acidente, também participaram do protesto. A esposa dele, Dulce, de 52 anos, que chorava muito, passou e foi amparada pelo filho, Nelson Araújo, de 31 anos.

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"Estou aqui para defender a honra do meu pai. Estão usando ele (sic) como bode expiatório para o que aconteceu. Ainda não há sequer um laudo, como ele (Júlio Lopes) pode culpar o meu pai? Agora ele está morto, não pode se defender. Ele amava o trabalho. Era a vida dele", disse Nelson.

A Amast fez o batismo simbólico da Estação Carioca dos bondinhos, no Centro do Rio, como "Estação Motorneiro Nelson Correia da Silva". Uma grande faixa com a foto do maquinista foi exposta com a pergunta: "Você vai deixar que coloquem a culpa nele?"

As dezenas de pessoas, com faixas e balões negros, seguiram pelas ruas do centro aos gritos de "Fora, Júlio Lopes", "Fora, Cabral" e "Não à privatização". Ontem, o interventor dos bondes nomeado pelo governador Sérgio Cabral (PMDB), Rogério Onofre, afirmou que o transporte pode ser privatizado ou municipalizado.

Apenas três dos 14 bondinhos de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, estão em condições de funcionar, segundo a administradora do sistema. Dos sete bondes reformados, só dois funcionam. Dos outros sete que não sofreram modernização, só um funciona. Os demais esperam manutenção. No sábado, um acidente com um dos veículos deixou 5 mortos e 57 feridos. O serviço, que completa 115 anos amanhã, está suspenso por tempo indeterminado.

Anteontem, no entanto, o secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, afirmou que a manutenção dos bondes está em dia. Segundo ele, desde 2007, o governo estadual gastou R$ 14 milhões com o sistema de bondes. Neste ano, a secretaria investiu R$ 350 mil com manutenção e assistência técnica preventiva. De acordo com o secretário, como o sistema é antigo, muitas vezes é necessário fabricar peças exclusivas para os bondes, daí a demora com a manutenção.

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O governo informou ontem que nomeará o presidente do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro), Rogério Onofre, como interventor dos bondes. Ele deve chefiar o sistema, atualmente administrado pela Companhia de Engenharia de Transportes e Logística (Central), vinculada à Secretaria de Transportes. Ontem, pelo terceiro dia seguido após o acidente, o governador Sérgio Cabral (PMDB) não falou sobre o caso.

O Ministério Público convocou o secretário de Transportes para prestar esclarecimentos. Os promotores vão propor um acordo para o pagamento de indenizações às vítimas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O governo do Estado do Rio está tentando se eximir da responsabilidade sobre o acidente com o bondinho de Santa Teresa e jogar a culpa pela tragédia no condutor do veículo, Nelson da Silva, de 57 anos. Com 35 de experiência e personagem querido do tradicional bairro do centro do Rio, o motorneiro foi um dos cinco mortos no acidente, que deixou outros 57 feridos - 13 ainda internados em hospitais da cidade.

O secretário estadual de Transportes, Julio Lopes, voltou a alegar ontem que o bonde havia colidido com um ônibus menos de uma hora antes do acidente. O veículo chegou a ser levado para a oficina, mas, segundo o secretário, Silva continuou conduzindo-o mesmo sem reparos.

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Investigação

O Ministério Público do Rio de Janeiro vem apurando, desde 2004, o suposto estado de abandono e precariedade do sistema de bondes de Santa Teresa, bem tombado a nível estadual. Na época, foi feita uma representação pela Associação dos Moradores de Santa Teresa (Amast) sobre o estado do sistema. No último sábado, o acidente com o bonde, no centro da cidade, matou cinco pessoas e feriu 57.

Em 2008, após vistorias que confirmaram diversos problemas na infraestrutura do trecho, foi movida uma ação civil pública em face do Estado do Rio de Janeiro e da Companhia Estadual de Engenharia de Transportes e Logística para exigir que todos os bondes fossem restaurados, sob pena de multa.

Além disso, o MP requisitou a reforma das estações da Carioca e Curvelo; a substituição de 4.600 metros de fio de contato; a recuperação dos 8 quilômetros de via permanente; a recuperação da oficina de bondes de Santa Teresa; a substituição do gradil sobre os Arcos da Lapa; e a construção do abrigo de bondes.

Desde então, a ação tramita em diferentes instâncias judiciais. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público, o Tribunal de Justiça já se manifestou favorável à ação, mas como o governo vem recorrendo constantemente das decisões, ainda não foi dada a sentença final.

Pelo menos cinco pessoas morreram no tombamento do bondinho de Santa Tereza (zona sul) nesta tarde, no Rio. De acordo com o Corpo de Bombeiros, quatro vítimas morreram no local do acidente e uma no Hospital Municipal Souza Aguiar. Cerca de 30 feridos foram hospitalizados.

O acidente ocorreu na altura do número 273 da Rua Joaquim Murtinho. O bonde vinha descendo rumo à estação final no Centro, de acordo com testemunhas. Antes de tombar sobre a pista, ele teria descarrilado.

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Em junho passado, o turista francês Charles Damien Pierson morreu ao despencar de um bondinho que passava sobre os Arcos da Lapa, a uma altura de 15 metros.

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