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Sem o artilheiro Bruno Rangel, vetado pelo departamento médico, a Chapecoense voltou a perder uma partida na Arena Condá, em Chapecó, depois de nove meses. Na tarde deste sábado, o Icasa surpreendeu o vice-líder do Campeonato Brasileiro da Série B, vencendo por 2 a 1, em partida válida pela 18.ª rodada.

Este resultado pode dar o título simbólico do primeiro turno para o Palmeiras. Caso o time paulista vença o Ceará, no Castelão, no complemento da rodada, chegará aos 43 pontos e não poderá ser mais alcançado pelo time catarinense, que ficou com 39. Na próxima terça-feira, os dois líderes se enfrentam em São Paulo. Por sua vez, o Icasa chegou à quarta vitória seguida, com 28 pontos, na oitava colocação, e começa a sonhar com o G4.

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A Chapecoense começou o jogo em cima, tentando o gol, mas sentindo a falta de Bruno Rangel, artilheiro da Série B com 18 gols, vetado pelo departamento médico, o time não era perigoso. No entanto, as emoções apareceram no final do primeiro tempo. Aos 41 minutos, Neilson fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para o atacante Tadeu. Contra dois defensores, ele ganhou no alto e testou no ângulo de Nivaldo.

Mas os cearenses não comemoraram muito já que dois minutos depois a Chapecoense chegou ao gol de empate. Após cobrança de escanteio, o zagueiro André Paulino subiu mais que todo mundo e testou para deixar tudo igual.

No segundo tempo, a Chapecoense pressionou, mas aos 12 minutos Geraldo fez um bom lançamento para Neilson. Ele invadiu a área e tocou na saída de Nivaldo, que ficou vendido na jogada e nada fez. No final, a Chapecoense passou a pressionar, tentou de todos os lados o gol de empate, mas não conseguiu furar o bloqueio do Icasa.

Na última rodada do primeiro turno, a Chapecoense enfrenta o Palmeiras, terça-feira, em São Paulo, às 21h50. Já o Icasa joga contra o Paraná, às 19h30, em Juazeiro do Norte, no Romeirão.

 

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 1 x 2 ICASA

CHAPECOENSE - Rodolpho; Fabiano, Rafael Lima, André Paulino (Neném) e Fabinho Gaúcho; Wanderson, Paulinho Dias, Danilinho e Athos (Tiago Luis); Soares e Caion (Rodrigo Graal). Técnico - Gilmar Dal Pozzo.

ICASA - João Ricardo; Neilson, Naylor, Preto Costa e Luiz Otávio; Elanardo, Geraldo (Gilmak), Da Silva e Gustavo Goiano; Tadeu e Juninho Potiguar (Roberto). Técnico - Sidney Moraes.

GOLS - Tadeu, aos 41, e André Paulinho, aos 43 minutos do primeiro tempo. Neilson, aos 12 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO - Claudio Francisco Lima E Silva (SE).

CARTÕES AMARELOS - João Ricardo, Luiz Otávio, Neilson e Elanardo (Icasa); Tiago Luis (Chapecoense).

RENDA - R$ 71.030,00.

PÚBLICO - 6.150 pagantes.

LOCAL - Arena Condá, em Chapecó (SC).

Cinco jogos sem vencer, três derrotas consecutivas e um abismo cada vez maior. Neste domingo (25), na Arena Fonte Nova, o Náutico viu a diferença da atual posição para a parte de fora da zona de rebaixamento aumentar para nove pontos. Já o Bahia, que venceu por 2x0 com gols de Helder e Fernandão, saltou para a 7ª posição com 23 pontos.

Na próxima rodada o Timbu recebe o Atlético-PR na Arena Pernambuco. O duelo será no sábado (31), ás 18h30. No mesmo horário, o Tricolor de Aço vai até o Canindé encarar a Portuguesa.

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Incômodo jejum

Sem marcar há quatro rodadas no Brasileirão, Bahia e Náutico têm os ataques menos positivos da competição. São, respectivamente, 13 e oito gols. Bastou a bola rolar na Fonte Nova para os motivos para tal escassez. Uma infinidade de passes errados e faltas.

Já as finalizações foram raras. E, quase todas, sem perigo para as metas de Marcelo Lomba e Ricardo Berna. Atuando em casa, o Tricolor até se esforçava mais para impor o ritmo ofensivo. Entretanto, a dupla Wallyson e Fernandão estava descalibrada. Chutes apenas para fora.

Do outro lado, o Timbu tentava surpreender na bola parada e no contra-ataque. Quase surtiu efeito no finalzinho. Aos 43, o uruguaio Olivera recebeu bom passe pela direita e cruzou na cabeça de Tiago Real. Impedido o meia marcou de cabeça, mas o lance já sido havia parado pela arbitragem.

Situação cada vez pior

“Achei que não, mas é uma pena. A equipe está bem postada e agora temos que encaixar para sair daqui com a vitória”, comentou o meia Tiago Real no intervalo. Entretanto, a etapa final começou da mesma forma. Sem encaixe, sem chances e, dessa vez, sem sorte para o Náutico.

O Bahia também repetia os erros. E repetiu, na verdade. Só fez diferente aos 11 e aos 31. O volante Helder recebeu na intermediária e arriscou. Uma bomba. Um golaço. Estático, Berna apenas olhou a bola entrar no ângulo. 1x0.

Em busca do empate, o Náutico foi com tudo para cima, mas sofreu o balde de água fria. A até então descalibrada dupla de ataque baiana funcionou. Após cruzamento de Wallyson, o gigante Fernandão completou de cabeça. 2x0 e um calvário cada vez pior para o Náutico.

Ficha do jogo

Arena Fonte Nova, em Salvador-BA

Bahia (2)

Marcelo Lomba, Madson, Demerson, Lucas Fonseca e Raul; Rafael Miranda (Diones), Hélder, Fahel e Marquinhos Gabriel (Feijão); Wallyson e Fernandão (Obina). Técnico: Cristóvão Borges

Náutico (0)

Ricardo Berna; Auremir, Leandro Amaro, João Filipe e Bruno Collaço (Morales); Elicarlos, Derley (Maikon Leite), Martinez e Tiago Real; Jones Carioca e Olivera (Jonatas Belusso). Técnico: Jorginho

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ)

Assistentes: Vicente Romano Neto (SP) e Broney Machado (PB)

Cartões amarelos: Lucas Fonseca, Demerson, Fahel (Bahia); Martinez, Bruno Collaço (Náutico)

 

Gols: Helder e Fernandão (Bahia)

O Sport teve uma semana intensa com clássico contra o Náutico na terça-feira e jogo de seis pontos no sábado contra o Paraná. O desgaste foi grande nas partidas, mas segundo goleiro Magrão isto não foi preponderante para o insucesso deste sábado, em Curitiba.

“O Paraná teve uma semana livre e nós jogamos durante a semana. Isso sobrecarrega um pouco, mas não podemos botar a culpa na parte física. Perdemos por culpa nossa mesmo”, explicou.

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O goleiro teve uma atuação de destaque, fazendo importantes e evitando que o placar fosse ainda maior.

“Hoje tive bastante trabalho, mas infelizmente não conseguimos o objetivo maior que era o resultado positivo. Era um jogo de seis pontos e tínhamos o objetivo de deixar o Paraná atrás. Sofremos uma pressão forte, não tivemos o controle e saímos daqui com a derrota”, analisou Magrão.

O técnico do Sport Marcelo Martelotte lamentou a sétima derrota no Campeonato Brasileiro da Série B, que aconteceu neste sábado diante do Paraná, fora de casa. Na opinião do comandante rubro-negro, o time teria que jogar mais para superar o adversário, que é forte dentro de casa.

“Foi um jogo muito difícil e sabíamos das dificuldades. Jogar fora é sempre muito difícil e o Paraná tem um aproveitamento alto em casa. Tínhamos que jogar muito mais para superá-los e não conseguimos”, comentou o treinador.

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E apesar da pressão que o Paraná impôs, obrigando Magrão a fazer várias defesas, Martelotte acredita que o jogo foi equilibrado.

“Não vi tanto superioridade assim do Paraná. Foi um jogo bastante equilibrado e poderíamos ter conseguido o empate”, concluiu.

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O técnico do Jorginho chegou ao vestiário e reclamou muito com os jogadores. Após as broncas, ele demorou a ir à sala de entrevistas para coletiva. Talvez estivesse tentando esfriar a cabeça e buscar alternativas para mudar o panorama alvirrubro. Quando chegou para a conversa dos jornalistas, o treinador não escondeu a chateação.

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“Tudo na vida tem limite. Minha forma de jogar sempre foi fazer o melhor. Hoje fique muito triste com o que produziram, principalmente no primeiro tempo. Tem certas coisas que eu não aceito. Perder machuca muito. Essas duas mil pessoas que vieram não mereciam isso”, comentou Jorginho.

O treinador reafirmou várias vezes não aceitar a forma como jogadores atuaram na etapa inicial e prometeu mudanças na equipe. “Não adianta ter discurso bonito depois dos 90 minutos. Eu não aceito. Nós lutamos só um tempo. Alguma coisa vai ser feita e eu ainda não sei o que é, mas tenho que tomar uma atitude. O torcedor do Náutico não pode aceitar isso. Minha cabeça está inchada. Tenho que colocar tudo em ordem, mas com certeza, alguma coisa (mudança) vai haver”, explicou o treinador.

Apesar da derrota e do fraco futebol, Jorginho acredita que o Náutico ainda pode se classificar. “Só foram 45 minutos. Agora teremos mais 45 minutos e quem garante que até lá esses atletas não vão reagir? Esses jogadores que estão aí, são os mesmo que jogaram contra o Internacional. Tenho que tentar dar moral a eles”, concluiu.

Se Zé Teodoro fosse membro do numeroso colegiado alvirrubro, ele se manteria no comando no time para a sequência da Série A. Mesmo com os péssimos resultados e a pressão da torcida, o treinador acredita que o time vai crescer na hora certa. E após mais um insucesso, desta vez por 3x0 contra o Criciúma, Zé explicou os motivos que fariam permanecer no cargo.

 “Se eu sou dirigente, sinceramente, dou continuidade ao trabalho. Não sei se é a solução ou se é o certo. Temos jogadores fora que são imprescindíveis e que podem ajudar. Temos que qualificar. Temos feito partidas boas em casa, mas falta regularidade e equilíbrio. Temos que buscar solução e reforçar com os jogadores que estão lá”, explicou Zé Teodoro, que não se sente ameaçado de perder o emprego.

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“No futebol, queira ou não queira tem que ganhar. Estou tranquilo, mas a gente sabe que é difícil. Depende muito dos que fazem a leitura, analisa o dia a dia e os jogos. É preciso avaliar direito. Quando tem resultado é uma beleza, sem o resultado é necessário saber e dar confiança para o jogador e a comissão técnica”, afirmou o comandante.

Sobre o jogo, o treinador reconheceu a péssima partida do Timbu no primeiro tempo. Mas, por incrível que pareça, achou argumentos para elogiar o time. “Perdemos nos 45 minutos iniciais porque entramos apáticos e desatentos. Levamos três gols e falei para eles no intervalo apagarem o primeiro tempo. No segundo foi outra equipe, outra atitude e jogamos, mas não foi o suficiente para a reabilitação. O adversário não foi essas coisas, é porque entramos desligados”, analisou Zé Teodoro.

O goleiro do Náutico, Ricardo Berna, saiu de campo extremamente irritado após a goleada sofrida para o Criciúma. Ao ser questionado sobre a postura da defesa e o primeiro tempo do Timbu, o arqueiro ironizou.

“Pelo menos não sofremos gols no segundo tempo”, resumiu e saiu sem falar mais nada.

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Seu companheiro de defesa, o zagueiro Jean Rolt também não poupou críticas ao time. “Não pode, uma equipe do tamanho do  Náutico, fazer um primeiro tempo daqueles. Conversamos antes do jogo e sabíamos da pressão do Criciúma no começo. Não podemos defender da maneira que defendemos”, disse.

Com os três gols sofridos nesta quarta-feira, o Náutico agora tem a terceira pior defesa da Série A com 21 gols contra.

Apenas 45 minutos confirmou a oitava derrota do Náutico no Campeonato Brasileiro da Série A. Em um desastroso primeiro tempo, o Timbu levou três gols do Criciúma com João Vitor, Marlon e Leonardo, nesta quarta-feira, no Heriberto Hulse, e se afundou ainda mais na lanterna da competição. Com a vitória por 3x0, pela 14° rodada do Brasileirão, o Tigre chegou aos 14 pontos e respira na 17° colocação.

Na próxima rodada, o Náutico recebe o Fluminense, no sábado, às 18h30, na Arena Pernambuco. Enquanto o Criciúma enfrenta o Atlético-PR, no domingo, às 18h30, no Durival de Britto.

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Sem esforços, Criciúma marca três vezes

A expectativa para o duelo entre o pior ataque contra a pior defesa era de um jogo com duas equipes desesperadas. No entanto, os donos da casa começaram a partida com muita tranquilidade trocando passes. Enquanto o Timbu, com três volantes, tinha dificuldades para criar jogadas e ficou acuado na defesa. Sem fazer muito esforço, o Criciúma abriu o placar aos dez minutos com João Vitor em uma cobrança de falta perfeita. 

Esperava-se uma reação alvirrubra, mas ela não veio. A equipe continuou perdida em campo. Jean Rolt e Rodrigo Souto atrapalhavam mais do que ajudavam. E com a péssima partida de dois defensores o Náutico levou o segundo. Aos 31 minutos, Lins recebeu na área e tocou para trás. Ninguém acompanhou Marlon, que sem marcação, chutou forte no canto esquerdo de Berna para fazer 2x0.

Em desvantagem de dois gols, o técnico Zé Teodoro mudou ainda no primeiro tempo. Sacou Dadá e colocou o atacante Rogério. No entanto, o terceiro saiu logo em seguida. Aos 39 minutos, após cobrança de escanteio, Leonardo subiu e mandou de cabeça para as redes. A bola ainda bateu em Ricardo Berna antes de entrar. Desnorteados, os alvirrubros desceram para os vestiários sem entender o que tinha acontecido nos primeiros 45 minutos.

Criciúma segura o resultado com tranquilidade

A vantagem de três gols deu ao Criciúma o direito de administrar o resultado na volta do intervalo. Quem tinha que buscar o gol era a equipe do técnico Zé Teodoro e chegou perto por duas vezes. Tiago Real chutou de fora da área e mandou para fora, aos dois minutos. Pouco tempo depois Rogério fez boa jogada pela direita e cruzou para área. Olivera estava livre, mas não alcançou a bola.

No restante da etapa complementar o Náutico martelou a defesa adversária. Tentou de todas as formas. Mas quando a fase não é boa fica difícil. Além disso, o goleiro Helton Leite estava numa noite inspirada e salvou as tentativas alvirrubras. 

Ficha técnica

Criciúma 3

Helton Leite; Suelinton, Matheus Ferraz, Leonardo (Ozéia) e Marlon; Serginho (Amaral), Gilson, João Vitor (Leandro Brasília) e Ivo; Lins e Wellington Paulista. Técnico: Vadão

Náutico 0

Ricardo Berna; Auremir, William Alves, Jean Rolt e Eltinho; Elicarlos, Dadá (Rogério), Rodrigo Souto (Peña) e Tiago Real; Maikon Leite e Olivera (Jones Carioca). Técnico: Zé Teodoro

Local: Estádio Heriberto Hulse

Árbitro: Diego Almeida Real (RS)

Assistentes: Bruno Salgado Rizo e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo (Ambos SP)

Gols: João Vitor (aos 10 do 1°/T), Marlon (aos 31 do 1°/T) e Leonardo (aos 38 do 1°/T)

Cartões amarelos: João Vitor e Leandro Brasília (Criciúma) e Eltinho (Náutico)

Público e renda: 8.714 / R$ 83.195,00

Após a derrota do Brasil por 1 a 0, no amistoso disputado nesta quarta-feira na Basileia, o atacante Neymar reclamou da violência da seleção da Suíça. Segundo ele, ficou difícil jogar no confronto no Estádio St. Jakob Park porque os suíços deram muita "porrada".

"A Suíça é um time que dá muita porrada, fica atrás. É difícil enfrentar uma equipe assim", avaliou Neymar, em entrevista à TV Globo, logo após a derrota desta quarta-feira, quando os suíços fizeram 1 a 0 graças ao gol contra marcado pelo lateral-direito Daniel Alves.

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A seleção suíça é famosa por sua força defensiva - tem a melhor defesa das Eliminatórias Europeias da Copa de 2014, com apenas um gol sofrido em seis rodadas. E o Brasil, com jogadores ainda em pré-temporada, não teve forças para superar a marcação adversária.

"Estamos voltando de pré-temporada. Nas próximas partidas, estaremos melhores", prometeu Neymar, já projetando os próximos compromissos da seleção brasileira - são dois amistosos em setembro, contra a Austrália, no dia 7, em Brasília, e diante de Portugal, no dia 10, em Boston.

A humilhante goleada sofrida por 8 a 0 diante do Barcelona gerou a ira dos torcedores do Santos e fez com que o clube se posicionasse neste sábado. Em nota publicada no site oficial, a diretoria assumiu a responsabilidade pelo resultado, tratou-o como uma "lição dolorosa", mas prometeu que o time paulista ficará mais forte a partir de agora.

"Nosso clube é grande demais para se conformar com um resultado de 8 x 0, seja para quem for, independente da expressão do nosso adversário. Por isso, mais do que uma derrota dura, temos que tratar o episódio como uma lição dolorosa", dizia a nota. "Aprenderemos com a lição e voltaremos ainda mais fortes, como mostra nossa história e em respeito ao sentimento de tristeza que todos nós sentimos, hoje. Esse sentimento não será em vão."

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Na noite da última sexta, data da derrota para o Barça, os muros da Vila Belmiro foram pichados por torcedores que exigiam a saída do presidente Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro e do Comitê Gestor do clube, que fez uma espécie de mea-culpa no comunicado divulgado deste sábado.

"O Comitê de Gestão do Santos vem a público, diante de seus mais de 65 mil sócios e milhões de torcedores e fãs, assumir total responsabilidade pela derrota sofrida diante do Barcelona, na Espanha, nesta sexta-feira (2). Temos consciência dos prejuízos na imagem do clube, no Brasil e no exterior, e sabemos que nenhuma explicação, neste momento, vai apagar a tristeza dos que amam o Santos."

Mesmo tentando colocar panos quentes na indignação dos torcedores, a diretoria admitiu a vergonha pelo resultado. "O resultado de ontem foi um golpe em nossa autoestima, mas não apaga e nem condena a nossa história gloriosa e vencedora. Nosso desafio, a partir de agora, passa pela reconstrução da autoestima do clube e de nossos torcedores e fãs. Pela recuperação de nossa imagem aqui e no exterior."

Pela primeira vez o técnico Marcelo Martelotte foi chamado de burro na Ilha do Retiro. Os gritos da arquibancada saíram após o segundo gol da Chapecoense, no final do jogo deste sábado. E as críticas se devem a uma substituição no final da partida, quando o treinador tirou Lucas Lima e colocou Renan Teixeira, que falhou no primeiro gol. 

Apesar das reclamações, Martelotte considera que a substituição não influenciou na derrota. “É a quarta vez que faço essa substituição. Contra o Joinville, o Renan fez o gol. Contra o América-RN ele entrou e ganhamos. Não foi a primeira vez e hoje fizemos com o mesmo objetivo, porque estávamos com dificuldades na marcação. O problema é que hoje o contra-ataque falhou”, disse o comandante rubro-negro.

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Além de Renan Teixeira, o zagueiro Pereira também foi muito questionado pelo pênalti cometido e pela furada no segundo tento da Chapecoense. Entretanto, o treinador preferiu não culpá-los.

“As falhas individuais ocorreram, não temo como analisar de outra maneira. Mas não se perde e se ganha individualmente. Estávamos ganhando no coletivo e perdemos no coletivo”, comentou.

Por fim, Martelotte entendeu as críticas da torcida. “Eu respeito o sentimento do torcedor, pelo resultado do jogo, respeito as críticas. O torcedor está no direito dele de criticar, principalmente com foi hoje”, concluiu.

O zagueiro Pereira foi apontado como  o responsável pela solidez que a defesa do Sport ganhou nas últimas rodadas. Contudo, neste sábado, na Ilha do Retiro, ele saiu como vilão. Primeiro, cometeu um pênalti em Soares, aos 43 minutos. E aos 47, após cruzamento na área, foi chutar a bola e furou, deixando Bruno Rangel marcar o gol da vitória da Chapecoense.

Experiente, o defensor rubro-negro não fugiu da responsabilidade da derrota. “A culpa foi minha, eu sei disso. No segundo gol a bola quicou na minha frente e me traiu. Mas, agora temos que levantar a cabeça, temos que evoluir e colocar o Sport na primeira divisão”, explicou Pereira.

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Na próxima rodada, o Leão vai enfrentar o ASA-AL, às 19h30, da terça-feira, em Arapiraca. Os rubro-negros, que estão na 3° colocação, podem perder apenas uma posição nesta rodada. Ainda neste sábado, o Paraná, 6° colocado, enfrenta o Atlético-GO, às 21h

Último treino antes da viagem para Marabá-PA e o técnico Sandro Barbosa não teve como fugir das perguntas sobre fatídica partida contra o Águia, adversário de domingo, na Série C do ano passado. A derrota para equipe paraense por 1x0 eliminou o Santa Cruz da competição e adiou o sonho de voltar a Série B. Aquela eliminação foi a maior decepção do comandante tricolor no clube.

“Fizemos uma campanha muito ruim, mas chegamos na última rodada da primeira fase dependendo apenas da gente. E perder como a gente perdeu, sem criar nada durante o jogo, foi horrível”, afirmou Sandro Barbosa.

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A derrota aconteceu no dia 28 de outubro e fez com que o Santa Cruz tivesse problemas financeiros no restante do ano. E tudo isso passou pela cabeça do, naquela época, auxiliar técnico.

“Eu pensei nas consequências que aquela derrota traria. Ficamos sem renda e sem dinheiro para o fim de ano. Passando para o mata-mata, enfrentaríamos equipes do Rio de Janeiro de pouca tradição e teríamos grandes chances de subir”, contou.

Para o confronto deste domingo, às 16h, no Zinho de Oliveira, Sandro está mais confiante e espera acabar com esse histórico de o Santa Cruz nunca ter vencido fora de casa na Série C.“Um tabu já foi quebrado, a vitória contra o Fortaleza. Agora esperamos que Deus possa nos ajudar a quebrar mais esse tabu. Isso incomoda bastante. Vamos buscar essa vitória para acabar com essa agonia”, concluiu.

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No jogo rápido desta segunda-feira (15), Léo Medrado e os comentaristas Marcos Leandro e Marcus André comentaram a vitória do Santa Cruz em cima do Fortaleza  pelo placar de 2x1. Segundo Léo Medrado, isto demonstra que o Santa está subindo de produção na série C do campeonato brasileiro. "O Santa Cruz começa a crescer na competição. Isso é muito bom. Conseguir os pontos necessários dentro de casa é importante para a subida do santinha no próximo ano", afirma.

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O comentarista também enalteceu a vitória do Sport sobre o América de Natal fora de casa. "O Leão da Ilha está fazendo sua parte. Vem de vitórias importantes, nos próximos dois jogos dentro de casa, deve contar com o apoio da torcida", destaca. 

Os comentaristas também falaram da derrota do Náutico por 3 x 0. "Foi a pior coisa que poderia acontecer ao Náutico. Mesmo sem três titulares, o Cruzeiro conseguiu jogar melhor do que o timbu. A situação do alvirrubro está complicada na série A do brasileirão", finalizou Marcos Leandro.

O Jogo Rápido é apresentado por Léo Medrado e exibido toda semana pelo Portal LeiaJá.

 

A parada da Copa das Confederações de nada serviu para o Náutico. E a prova aconteceu na noite deste sábado (6), na Arena Pernambuco, quando o Timbu foi derrotado pela Ponte Preta por 3x1. A desorganizada equipe do técnico Zé Teodoro, por incrível que pareça, apresentou um futebol pior do que antes da parada e perdeu com todos os méritos.

Os gols da Macaca foram marcados por Diego Sacoman e Rildo, na primeira etapa, e William no segundo tempo. Caion descontou com um golaço. Mas já era tarde demais e o Timbu, que agora é lanterna, amargou a quarta derrota na Série A. A Ponte Preta respirou e chegou a 11º colocação com seis pontos.

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Na próxima rodada, os alvirrubros enfrentam o Cruzeiro, domingo (14), às 18h30, no Mineirão. Enquanto a Ponte Preta recebe, no sábado, o Bahia, no mesmo horário.

Ponte marca de cabeça no início e no fim

Durante a semana, o técnico Zé Teodoro disse que a Arena Pernambuco era um campo neutro para o Náutico. Por isso, os alvirrubros tentaram logo no começo da partida transformar o novo estádio em um caldeirão. Porém, a Macaca frustrou os planos do Timbu logo aos dez minutos. Ramirez cobrou falta da direita, a defesa falhou e Diego Sacoman cabeceou para abrir o placar.

Em desvantagem, o Timbu trocou passes em busca de um espaço na fechada defesa paulista. E este espaço apareceu em um contra-ataque, aos 20 minutos. Rogério recebeu de Jonatas Beluso, livre na área, mas se desequilibrou na hora do chute e mandou para fora. A torcida não perdoou, começou a vaiar o atacante e a gritar o nome de Kieza.

Aos poucos, a defensiva da Macaca ia mostrando falhas, na mesma proporção que o Náutico perdia gols. William Alves desperdiçou outra chance incrível, após cobrança de falta de Eltinho. O zagueiro, sozinho na entrada da pequena área, chutou fraco e facilitou a vida de Roberto.

A resposta do adversário foi de forma simples e fatal. Assim como no primeiro gol, o segundo saiu de cabeça. Aos 43, Chiquinho cruzou da esquerda e William cabeceou para o fundo das redes. Foi o complemento para o Náutico ir para os vestiários sob vaias.

Macaca marca o terceiro e mata o jogo

O esquema com quatro volantes foi desfeito na volta do intervalo. Precisando pelo menos empatar, o técnico Zé Teodoro tirou Rodrigo Souto e colocou Marcus Vinícius. De cara, a substituição mudou pouco o Náutico. Com dez minutos, a Ponte Preta criou três chances e marcou um gol. Nas duas primeiras, Rildo desperdiçou. Mas, na terceira, após boa jogada de William, ele aproveitou e desencantou.

O criticado Zé Teodoro mandou o time de vez para o ataque. Antes dos 20 minutos, Magrão saiu e Caion entrou. A equipe que começou no 4-4-2 passava a jogar no 4-3-3 com dois volantes e um meia.

A partida seguia num ritmo morno, como os visitantes queriam. E só ganhou um pouco de emoção aos 27 minutos. Caion, a opção ofensiva do treinador, arriscou de longe e acertou o ângulo do goleiro Roberto para diminuir o marcador. Após o gol, o comandante alvirrubro sacou o apagado Jonatas Belusso e colocou o atacante Hugo. Porém, o poder de reação ficou por aí mesmo e o Náutico não teve forças para empatar.

Ficha do jogo

Náutico







Gideão; Maranhão, William Alves, Luiz Eduardo e Eltinho; Auremir, Derley, Magrão (Caion) e Rodrigo Souto (Marcus Vinícius); Rogério e Jonatas Belusso. Técnico: Zé Teodoro

Ponte Preta







Roberto; Artur, Ferron, Diego Sacoman e Uendel; Baraka (Paulo Roberto), Magal, Ramirez (Everton Santos) e Rildo; Chiquinho e William (Roger Gaúcho). Técnico: Paulo César Carpegiani

Local: Itaipava Arena Pernambuco

Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)

Assistentes: Thiago Gomes Brigido e Carolina Romanholi Melo (Ambos do CE)

Gols: Diego Sacoman (aos dez do 1º\T) e William (aos 42 do 2º\T); Rildo (aos 11 do 2º\T), Caion (aos 27 do 2º\T)

Cartões amarelos: Ramirez (Ponte Preta)

Público e renda: 19. 414 \ R$ R$ 469. 527, 00

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Dona do melhor futebol do mundo, a Espanha foi dominada pelo Brasil na final da Copa das Confederações, neste domingo, no Maracanã. Nos números, foi melhor - deu 15 chutes a gol contra 14 dos brasileiros, teve oito escanteios a favor e maior posse de bola -, mas no campo, foi absolutamente inferior.

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Tanto o Brasil foi melhor que Vicente Del Bosque nem procurou desculpas para a derrota. Só lamentou o momento em que saíram os gols. "Não quero minimizar nem arranjar desculpas para a vitória do Brasil, que foi melhor, mas é verdade que tivemos um pouco de azar no começo da partida e no final do primeiro tempo, quando sofremos os gols", disse ele.

Para o treinador, que levou a Espanha ao título da Copa do Mundo e da última Euro - Luis Aragonés comandou o primeiro título europeu, em 2008 -, o Brasil mereceu ser campeão em casa. "O Brasil mostrou mais energia em cada ação, tem que receber os parabéns. Eu saio feliz com meus jogadores, que se entregaram ao máximo e fizeram uma boa competição", comentou Del Bosque, ainda no gramado do Maracanã, antes da cerimônia de premiação.

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A vida do Náutico na Taça Ecohouse, disputada em Natal, não está fácil. Depois de perder para o América-RN na estreia por 3x0, o Timbu foi derrotado pelo Alecrim, nesta quarta-feira, no Estádio Frasqueirão, por 2x0. Os gols da equipe potiguar foram marcados por William Carioca e Ruy Cabeção, que também perdeu um pênalti.

O técnico Zé Teodoro mudou seis jogadores com relação ao último jogo, mas pouco adiantou. E para piorar, logo aos 18 minutos o goleiro Gideão foi expulso. Isso fez com que o Timbu ficasse mais na defesa, levando pressão. Ainda assim, a primeira etapa terminou em 0x0.

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No segundo tempo o placar foi alterado no início. Aos oito minutos, William Carioca marcou o gol do Alecrim. Quatro minutos depois os potiguares poderiam ter ampliado, mas Ruy perdeu um pênalti.  

Aos 24, o lateral-esquerdo Eltinho foi expulso e deixou a situação alvirrubra ainda mais complicada. E o segundo gol saiu aos 27 minutos, com Ruy. No final Juninho ainda foi expulso, mas o Náutico não teve poder de reação.

No sábado o Timbu enfrenta o ABC, pela última rodada da competição, mais uma vez no Estádio Frasqueirão.

A disputa de Wimbledon começou nesta segunda-feira com uma grande zebra. Favorito ao título e embalado por uma temporada praticamente perfeita, o espanhol Rafael Nadal foi eliminado logo na estreia do Grand Slam inglês, realizado nas quadras de grama em Londres. E, numa derrota histórica, caiu diante de um tenista de pouca expressão no cenário internacional: o belga Steve Darcis, atual 135.º colocado da ATP, que bateu o poderoso rival por 3 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/4), 7/6 (10/8) e 6/4.

É a primeira vez que Nadal é eliminado logo na estreia de um torneio do Grand Slam. Antes, ele já tinha perdido numa segunda rodada, basicamente no começo de carreira e na edição passada de Wimbledon, quando sofria com uma contusão no joelho que o deixou fora das quadras durante todo o segundo semestre. Naquela ocasião, o improvável algoz do espanhol foi o checo Lukas Rosol.

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Ironia do destino, Nadal acabou dando adeus precoce a Wimbledon na condição de único tenista com vaga já assegurada na próxima edição do ATP Finals, torneio que reunirá os oito melhores jogadores da temporada, entre 4 e 11 de novembro, também em Londres.

Para completar, o atual quinto colocado do ranking mundial vinha traçando um retorno brilhante ao circuito profissional. Desde que voltou a jogar, em fevereiro, o espanhol conquistou sete títulos e alcançou nove finais. Por causa deste desempenho assombroso, ele lidera com folga o ranking que contabiliza apenas os pontos obtidos nesta temporada. Ele acumulou um total de 7.000, enquanto o sérvio Novak Djokovic é segundo desta listagem, tem 5.030.

Nadal sonhava em conquistar nesta edição de Wimbledon o seu 13.º Grand Slam, sendo que ele faturou, no último dia 9, o seu oitavo título de Roland Garros, outro feito histórico de sua carreira.

Nesta segunda, porém, Nadal voltou a amargar um dia daqueles para esquecer. No primeiro set, ele conseguiu quebrar o saque do rival uma vez, mas teve o serviço ameaçado por 11 vezes na parcial e em uma delas Steve Darcis conseguiu uma quebra. E, no tie-break, o belga foi melhor ao fazer 7/4.

No segundo set, mais uma vez cada tenista converteu um break point e a disputa foi novamente para o tie-break, no qual Darcis voltou a triunfar, agora por apertados 10 a 8.

Confiante com a boa vantagem no placar, Darcis obteve uma nova quebra no início do terceiro set e, sem ser superado no serviço até o fim, liquidou o confronto em 6/4.

No fim, o belga teve premiada a sua agressividade em quadra, no qual obteve 13 aces e 53 winners, contra 32 bolas vencedoras do espanhol.

O Sport tinha a chance de se fixar no G4 da Série B e até terminar a rodada na segunda colocação. Mas, a derrota para o Bragantino, na Ilha do Retiro, adiou este objetivo para após a Copa das Confederações. E para o atacante Marcos Aurélio, essas derrotas em casa não podem voltar a acontecer.

“Perdemos três pontos importantes, que nos deixava na vice-liderança. Não podemos falhar, temos que matar. Esses jogos é que nos deixam lá em cima. Nossa equipe falhou quando não podia falhar”, disse o jogador, tentando justificar o revés.

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“A gente sabia da importância desse jogo. Entramos displicentes no primeiro tempo e no segundo a chuva dificultou um pouco. O gramado ficou encharcado. Mas mesmo assim, criamos chances com Felipe e Camilo quando tava 1x0. A equipe que está pensando em subir, não pode perder em casa”, completou.

Fora do grupo dos quatro primeiros da Série B, o Sport agora terá quase um mês até a próxima partida. E Marcos Aurélio considera que este tempo será importante. “Essa parada vai ser fundamental. O professor Marcelo (Martelotte) não teve tempo para trabalhar com a gente. E agora vai ter esse tempo para trabalhar e corrigir os erros que cometemos. Temos que ter a consciência de que não podemos mais errar”, concluiu.

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