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Juliette Freire e Jade Picon realizaram na última quarta-feira (11) um verdadeiro encontro de milhões. As duas foram vistas dentro da clínica do dentista Rafael Puglisi que é super conhecido por tratar vários famosos.

O próprio profissional da saúde foi quem divulgou um vídeo em que as duas apareceram em seu consultório. Jade e Juliette estavam sentadinhas em uma sala que parecia ser o hall de espera do consultório enquanto o dentista falava sobre o encontro da dupla no vídeo.

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"Olha isso aqui velho, hoje a gente vai parar a internet aqui, hein... Se juntar o que tem de seguidor aqui, meu Deus".

A brincadeira se dá porque a campeã do BBB 21 conta com mais de 33 milhões de seguidores e a integrante do BBB 22, tem os seus mais de 20 milhões de fãs no Instagram. É importante lembrar que essa não é a primeira vez que as duas apareceram juntas, a primeira vez foi durante o Baile da Vogue.

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A família de uma das vítimas do atentado ocorrido nesta terça (4), no Centro de Educação Infantil Pró-Infância Aquarela, localizado no município de Saudade, no Oeste catarinense, encontrou o corpo da criança, de apenas um ano e oito meses, na escola. Diante da demora de informações sobre o caso, muitas pessoas decidiram se deslocar ao local por conta própria. O jovem Fabiano Kipper Mai, de 18 anos, que invadiu a creche com uma espada curta, deixou três adultos e duas crianças mortas.

“Inicialmente não a acharam, procuraram em tudo na creche e nada. Até que o pai dela deu a volta pelo lado de fora da escola e encontrou a menina caída no chão em uma sala trancada”, disse a avó da criança, identificada apenas como “Nilsa”, ao portal UOL.

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Cenário de horror

Duas das vítimas fatais já foram identificadas como sendo as professoras Keli Adriane Aniecevski e Mirla Renner, de, respectivamente, 30 anos e 20 anos de idade. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o suspeito pelos crimes tentou suicídio no local, esfaqueando os próprios abdômen e pescoço. Ele foi conduzido para o hospital e seu estado de saúde é gravíssimo. O ataque demandou a presença de duas equipes do Corpo de Bombeiros de Saudades e da cidade vizinha, Pinhalzinho.

"Quando eles chegaram, se depararam com uma cena extremamente violenta, já com uma servidora e duas crianças em óbito no local, e ainda mais outros ocupantes da edificação que estavam feridos e o agressor, que já estava mobilizado pela Polícia Militar, já estava bastante machucado", comentou o comandante dos Bombeiros, capitão Leonardo Ecco, ao UOL.

De acordo com ele, o suspeito tentou agredir os socorristas durante seu próprio resgate. Chocados, os seis bombeiros que entraram no local foram retirados da escala da tarde. “Foi uma cena muito chocante para a equipe, muitos são pais e a equipe está abalada psicologicamente. Nossas equipes se preparam e treinam para atender da melhor maneira os piores cenários. Mas uma situação como essa, com brutalidade, vítimas inocentes e indefesas, isso mexe muito com o emocional deles. Então, eu conversei com todos, já substituímos na escala de serviço para rodar, para dar continuidade e vamos tratar eles agora, buscar todo o amparo psicológico para os profissionais que também sofrem um impacto muito significativo”, acrescentou o oficial.

Pesquisadores franceses acreditam ter encontrado uma causa anatômica e aparentemente tratável da dislexia, que estaria localizada em minúsculas células receptoras de luz nos olhos - revela um estudo divulgado nesta quarta-feira (18).

Entre as pessoas que não estão afetadas por essa disfunção que afeta a leitura, esses receptores não têm a mesma forma em ambos os olhos: são assimétricos.

Quando o sujeito vê uma imagem, o cérebro escolhe o sinal enviado pelo olho dominante - o ser humano tem um que prevalece sobre o outro - para recriá-la.

Já nos disléxicos essa zona é simétrica nos dois olhos, segundo o estudo publicado na revista "Proceedings of the Royal Society B".

Isso faz o cérebro ter a incapacidade de escolher entre os dois sinais enviados por ambos os olhos, o que explicaria a confusão que os disléxicos sofrem na hora de ler e escrever, por exemplo, as letras "b" e "d".

"Nossas observações nos permitem pensar que encontramos uma causa potencial da dislexia", disse à AFP um dos autores do estudo, Guy Ropars, da Universidade francesa de Rennes.

Além disso, "tanto para as crianças quanto para os adultos", o "diagnóstico é relativamente simples", já que é determinado observando os olhos, afirmou.

Ropars e seu colega Albert Le Floch chegaram a essas conclusões, comparando dois grupos de 30 estudantes - um disléxico, e outro, não.

Seu tratamento também pode estar ao alcance da mão: "Descobrimos que há um intervalo de tempo entre a imagem primária", vista pelo olho, "e a imagem-espelho", recriada pelo cérebro, "e isso nos permitiu desenvolver um método para borrar a imagem-espelho que tanto confunde os disléxicos", mediante uma lâmpada LED.

Alguns dos participantes afetados por essa disfunção chamaram-na de "lâmpada mágica", embora os pesquisadores tenham advertido que são necessários novos estudos para confirmar que a técnica realmente funciona.

"Existem outras possibilidades de tratamento para compensar essa simetria, utilizando a plasticidade do cérebro. Certamente, (no futuro) poderão ser adaptadas pelos médicos", afirmou.

A dislexia afeta cerca de 700 milhões de pessoas no mundo, ou seja, uma em cada dez.

Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito a tumba de um ourives cujo trabalho era dedicado ao deus Amon, e as múmias de uma mulher e seus dois filhos, anunciou o Ministério de Antiguidades.

As descobertas, que datam da época do Novo Império (do século XVI ao XI a.C), aconteceram na necrópole de Draa Abul Naga, perto de Luxor (sul), muito famosa por suas tumbas e templos antigos.

A tumba do "ourives de Amon, Amenamhat" tinha uma estátua que o representava sentado em uma cadeira ao lado de sua mulher, com vestido e peruca, informou o ministério em um comunicado.

O retrato de seu filho estava pintado entre ambos.

Uma passagem funerária, dentro da tumba, levava a uma sala na qual os arqueólogos encontraram várias múmias, estátuas funerárias e máscaras.

Outro corredor levava a uma sala na qual a equipe encontrou as múmias de uma mulher e de seus dois filhos.

Segundo o ministério, que citou Sherine Ahmed Shawqi, uma egiptóloga especializada em ossos, a mulher parece que faleceu aos 50 anos. Os exames indicaram que ela sofria "uma doença bacteriana nos ossos".

Os arqueólogos também descobriram 150 estátuas funerárias pequenas talhadas em madeira, terra e rocha.

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