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Um dos grupos com mais escolhas diferentonas conseguiu surpreender os fãs. A Banda Kiss, que está em sua última turnê mundial, teve sua lista de pedidos para o camarim divulgada pelo jornalista José Norberto Flesch.

No meio dos pedidos, os músicos da Kiss colocaram uma garrafa de vodca barata, com dois litros para cada show. Segundo o jornalista, a bebida seria utilizada para higienizar as roupas da apresentação, que são em sua maioria pretas e de couro.

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O item chamou muito a atenção dos fãs, já que os músicos Gene Simmons e Paul Stanley, que formaram a banda em 1973, já revelaram em entrevistas que não bebem álcool.

Após Gene ter passado mal durante uma das apresentações do Kiss em Manaus, no Amazonas, o grupo vai se apresentar mais quatro vezes no Brasil. Com direito a passagem de tirolesa de Paul, no show em Brasília.

Os shows vão acontecer em Brasília, nesta terça-feira, dia 18, depois em Belo Horizonte, em Minas Gerais. As duas últimas apresentações vão rolar em São Paulo, no Allianz Parque, e eles terminam a passagem no país na próxima terça-feira, dia 25 de abril, em Florianópolis, em Santa Catarina.

Todo mundo tem pavor de algo a ponto de nem poder chegar perto, né? E Juliette Freire não é diferente. Na última sexta-feira, dia 27, a ex-BBB revelou qual fobia carrega há anos.

Enquanto interagia com o fãs nas redes sociais, a paraibana comentou sobre o lançamento da série da Netflix que retrata o incêndio que tomou conta da Boate Kiss, no Rio Grande do Sul, em 2013. Nisso, ela entregou que tem muito medo de lugares fechados.

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"Eu não tenho coragem de assistir ao documentário da Kiss. Sempre tive fobia de lugares fechados, mas depois da tragédia… só de pensar, me falta ar. Já entro nos lugares procurando a saída de emergência. Foi uma das coisas mais tristes que já vi", escreveu no Twitter.

Com fins de beneficentes, ou festivos, em forma de avatar, ou com guitarras: as estrelas da música Kiss, David Guetta, Kylie Minogue e Jean-Michel Jarre farão shows de fim de ano em "livestream", devido à proibição dos concertos físicos pela crise sanitária global.

Buscador incansável de avanços tecnológicos, o pioneiro da música eletrônica Jean-Michel Jarre se apresentará em realidade virtual em uma catedral de Notre-Dame digitalizada, um evento que se poderá ser acompanhado pelo YouTube e Facebook.

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Patrocinado pela Unesco, este concerto imersivo, chamado "Bem-vindos ao outro lado", é uma "mensagem de esperança para 2021 nos tempos difíceis que enfrentamos, mas também uma oportunidade para homenagear a debilitada Notre-Dame [após o incêndio de abril de 2019] e todos nós", explica o artista que se propõe a "contribuir, apesar desses tempos difíceis para fazer ressoar Paris na meia-noite de 31 de dezembro".

 "Espetáculo impressionante" em Paris

Também em Paris, o show transmitido ao vivo de David Guetta será de caridade, como os que fez em Miami e em Nova York durante a crise sanitária. Com 50 milhões de visitas acumuladas, arrecadou-se US$ 1,5 milhão. Agora, este terceiro evento tem como objetivo apoiar as ações do Unicef.

"Transmitido de um dos lugares mais mágicos de Paris, que será anunciado nessa mesma noite", promete Guetta em um comunicado, antecipando um "espetáculo impressionante" para assistir no Facebook, YouTube, Instagram, entre outras redes.

Em um ano que não teve muita luz, Kylie Minogue fará os holofotes brilharem com "Infinite Disco". Não será uma performance ao vivo, mas de um espetáculo em streaming que poderá ser visto apenas quando for anunciado o dia, com a compra de ingressos pelo aplicativo Dice.

Este espetáculo, que dura cerca de 50 minutos, focará nas faixas de seu último álbum "Disco" e em novas versões de seus sucessos passados. Já foi divulgado em novembro com ingressos comprados em mais de 100 países.

Dubai e Brooklyn

Como no caso da diva australiana, este tipo de encontro virtual pago é a resposta dos artistas para a ausência de shows há dez meses, devido à pandemia.

"É sobre administrar esta pausa até que os shows físicos possam voltar normalmente e seja possível viver da música", explica à AFP Emily Gonneau, professora do Centro de Informação e Recursos para a Música Atual (IRMA).

"Durante o confinamento, foi preciso manter o vínculo com o público com conteúdos gratuitos. Agora, a questão é como encontrar um modelo econômico", completou.

A transição para o novo ano oferecerá opções para todos os gostos, desde o hard-rock pirotécnico do Kiss, com um "livestream" de Dubai (via Tixr), até o icônico hip-hop de J. Period (que colaborou, entre outros, com The Roots) e Rakim nos telhados do Brooklyn (via Stageit).

Outra artista que apostará no "streaming" é Patti Smith, que vai comemorar seus 74 anos em 30 de dezembro com um show, conforme sua tradição.

Este ano, porém, ela tocará em Nova York com sua banda, em um "livestream" pago (via Veeps) que coincidirá com 31 de dezembro em determinadas regiões do planeta, devido à diferença de horários.

Na última terça-feria (7), em entrevista ao portal TMZ, o vocalista da banda Kiss, Gene Simmons, 70 anos, pediu ao público que parasse de reclamar do isolamento social causado pelo coronavírus (Covid-19). Na ocasião, o artista afirmou que a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) trouxe consequências piores em comparação ao coronavírus.

Ele argumentou que, na época da guerra, as pessoas foram convocadas para uma luta que não lhes pertencia e que resultou em milhões de mortes, enquanto que, no atual cenário, há pessoas em casa comendo pizzas e hambúrgueres, ao mesmo tempo em que médicos estão arriscando suas vidas. Com isso, o músico pediu para que as pessoas ficassem em suas casas e parassem de reclamar do isolamento.

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O artista também alfinetou os religiosos ao comentar que Deus está pedindo para as pessoas não irem às igrejas e ficarem em casa durante o período de quarentena.

O Brasil está na lista de países que receberão o show da turnê de despedida da banda Kiss, ‘The End of the Road’. O anuncio foi feito no telão do Rockfest 2019 (21), evento que aconteceu em São Paulo. Segundo o perfil oficial da Allianz Parque no Twitter, o concerto será em março de 2020.

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Por Isabelle França 

Com mais de 40 anos de trajetória, a banda Kiss anunciou uma turnê de despedida. O comunicado foi feito na última quarta-feira (19), no programa programa "America’s Got Talent" e compartilhado em todas as redes sociais oficiais do grupo. 

"VIVER E ESMAGAR. A noite passada foi a melhor maneira de anunciar o FIM DA ESTRADA. Esta última turnê será o nosso maior e melhor show de sempre para agradecer a todos e dizer adeus. Vamos tornar cada noite inesquecível para todos. Minha gratidão a todos", escreveu Paul Stanley, vocalista, no site da banda.

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No instagram o comunicado afirma: “Tudo o que construímos e conquistamos ao longo dessas mais de quatro décadas jamais poderia ter acontecido sem os milhões de pessoas pelo mundo que lotaram clubes, arenas e estádios ao longo dos anos. Essa será a celebração final com todos aqueles que já nos assistiram e a última chance para aqueles que não nos assistiram. Exército Kiss, estamos dizendo adeus em nossa turnê final com nosso maior show já feito e vamos sair do mesmo jeito que entramos: poderosos e incessantes."

As datas e locais da turnê "End of the road" serão divulgadas em breve.

Por Lídia Dias

"Não é cover, é Beatles", disse o produtor dos ingleses, George Martin, ao conhecer o Abbey Road". (Abbey Road/Divulgação)

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Basta que o amplificador vox conectado à velha Gretsch sussurre um saudoso dedilhado para que a magia esteja feita. É a derretida entrada de George Harrison na clássica “From Me to You”, lançada pelos Beatles em 1964, no disco Twist and “Shoult”, viajando para o ano 2018 pelas mãos do guitarrista Maury D’Ambrosio. Com mais de vinte anos de carreira, o paulistano tem mais tempo como George Harrison nos Beatles do que o próprio George, tendo excursionado por todo o Brasil e outros países com a “Abbey Road”, um dos principais grupos covers dos “Fab Four” do mundo. Tal condição só foi atingida graças a uma rigorosa disciplina cênica, musical e de produção, já que o grupo conseguiu reunir boa parte dos instrumentos utilizados pelo conjunto original. 

Foi através dos instrumentos, aliás, que Maury foi “contaminado pelo besouro da beatlemania”, conforme costuma dizer. “Demorei 15 anos para montar a maior parte do set, porque teve coisa que nem faz muito tempo que adquiri. Os Beatles eram ingleses, mas a maioria de seus ídolos era dos Estados Unidos, por isso eles gostavam dos instrumentos de lá”, comenta. Rickenbacker, Gretsch, Epiphone, Fender e Gibson são algumas das marcas americanas que deram a textura dos timbres característicos do quarteto. Para conseguir algumas das peças, Maury precisou fazer viagens internacionais. “Demorei muito tempo, por exemplo, para encontrar o contrabaixo Fender VI, que podemos ver sendo amplamente utilizado no filme “Let it Be”. Uma raridade”, comemora. 

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O impressionante set inclui três violões, quatro contrabaixos, onze guitarras e uma incrível bateria Ludwig ano 1963, que para ficar ainda mais idêntica àquela que foi utilizada por Ringo Starr, recebeu a mesma peça da Rodgers anexada pelo baterista no começo da carreira. A obsessão pelos detalhes é tamanha que Maury adquiriu num leilão online um relógio igual ao que era utilizado por George nos primeiros anos do grupo, ainda que o acessório mal apareça debaixo do paletó preto. “George aparece em muitas fotos e cartazes usando a peça francesa, pequeninha e redonda. Sempre procurava, então quando vi na internet, resolvi dar um lance”, conta. 

Todo o esforço para reproduzir os espetáculos da banda original em suas três fases, da beatlemania à psicodelia, rendeu ao grupo o convite para abrir a feira anual dos Beatles, a International Beatle Week, na terra natal do grupo, Liverpool, Inglaterra. “Lá, ganhamos a oportunidade de gravar em Abbey Road de graça, com os pianos que foram utilizados pelos próprios Beatles”, lembra. Na terra da rainha, o grupo ainda teve tempo de encomendar quatro pares de botas iguais aos que eram utilizados pelos Beatles ao próprio Mr Green, artesão das originais.

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Mas nem só de perfeição estética vive um cover. “O que priorizamos é a capacidade musical. O baixista que interpretava Paul McCartney saiu e encontramos outro que, apesar de destro, aprendeu a tocar baixo como canhoto, para ficar igual, e, além disso, trabalha com piano e canta. Somos todos músicos profissionais”, coloca Maury. A qualidade técnica do grupo motivou o elogio de ninguém menos do que George Martin, produtor dos Beatles durante quase toda a carreira da banda. “Não é cover, é Beatles”, disse o maestro na ocasião do encontro com a Abbey Road, no Rio de Janeiro. “Isso é algo que nem sei explicar. Nos reunimos e ele gostou bastante do nosso trabalho. Até nos deu um CD autografado”, vibra Maury. 

Como único remanescente da formação original da Abbey Road, Maury destaca que o cover tem um “compromisso com a cultura” e celebra a impressionante renovação do público dos Beatles,  já que, embora tenha prosseguido com a carreira em estúdio até 1970, a banda havia feito sua última apresentação no dia 29 de agosto de 1966, no estádio de baseball de Candlestick Park, em São Francisco, nos Estados Unidos. “Sempre tem gente, no fim dos nossos shows, que chega para nos cumprimentar dizendo que saiu do show fã dos Beatles. As pessoas falam: ‘pra quê essa preocupação com anel, figurino, quem vai saber?’. Fazemos isso justamente para que o público possa ter uma muito próxima de como eles eram”, defende.

Kiss por três minutos

Dentre os serviços mais inusitados, Cover brasileiro foi contratado para despistar os fãs do Kiss de verdade. (Edu Firmo/ Photography)

Não bastava não gostar do Kiss. O músico Felipe Mendes arrumou justamente uma namorada fã da banda, que insistia na ideia de sua aparência com Gene Simmons, o lendário baixista do grupo. “Eu fui garçom de alguns bares de rock e percebi que o Kiss não tinha uma boa banda cover. Aí falei: ‘então vamos montar uma banda!’”, lembra. Batizado de “Creatures of the Night”, em homenagem a um dos discos dos norte-americanos, o grupo não durou muito. “Em 2009, resolvemos fazer uma seleção dos melhores na interpretação de cada integrante para fundar um só grupo: o Kiss Cover Brasil”, conta. Felipe, que já havia trocado a bateria pelo baixo para assumir o personagem, pôde colocar em prática os conhecimentos adquiridos no curso de artes cênicas. 

Com maquiagens características, os rostos dos quatro integrantes do Kiss expressam a personalidade de cada um. “O Gene gosta muito de filmes de terror, morcegos e do Batman, enquanto o Paul sempre quis ser famoso no rock, por isso a estrela. o Ace sempre gostou de espaçonaves e o Peter se sente rebelde, feroz, o que o levou a se fantasiar de gato”, explica Felipe. A pesadíssima indumentária do grupo, contudo, é só uma parte do esforço de produção do cover. 

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Se as maquiagens, feitas pelos próprios músicos, levam cerca de uma hora e meia para ficarem prontas, toda a montagem de palco, igual ao do Kiss, dentre outros ritos da pré-produção demandam um total de sete horas. Concluída a apresentação, são mais três horas de pós-produção. “Na escolha dos integrantes, optamos por músicos que não trabalhassem com mais nada. Recentemente, passamos 15 dias na Bahia e fizemos cerca de 12 shows. É bastante cansativo”, confessa Felipe. Com o tempo, o grupo desenvolveu a própria estratégia conciliar arrecadação e cansativas jornadas de trabalho. 

A árdua missão de buscar uma imitação perfeita do timbre de voz de Gene, uma das grandes cobranças do público em torno dos brasileiros, quase prejudicou seriamente a voz de Felipe. “Quando faz a segunda voz, ele canta de forma aguda com drive, uma técnica em que você joga a voz para cima do diafragma, ficando mais rouco. Nos três primeiros anos, eu cantei muito errado. Estudei teatro musical, hoje em dia não sinto dificuldade”, comenta. 

Pré-produção, que inclui montagem de palco, passagem de som e maquiagem leva cerca de sete horas. (Edu Firmo/Photography)

A construção da performance incluiu estudos ainda mais inusitados. Felipe se tornou especialista em, por exemplo, fabricar sangue falso. “O material vendido nas lojas é muito caro. Agora eu achei uma receita: misturo corante vermelho com água, liga neutra de sorvete e chocolate, para ele parecer coagulado. O gosto é bom, para falar a verdade”, brinca. Outra performance tradicional do Kiss, a pirofagia, a arte de manipular fogo, foi um desafio para Felipe. “Demorei muito para aprender, ajudado por um amigo circense. Eu tinha muito medo de fazer. Fiquei aliviado quando proibiram o Kiss de executar isso no palco”, confessa. 

Todo o esforço deixou Felipe confuso. Obcecado por negócios e mulheres, Gene Simmons cultiva a lenda do rock n’roll de que já foi à cama com quase 5 mil parceiras. “Interpretando o papel dele, comecei a levar esse lance das mulheres muito a sério e isso deu uma fodida na minha vida...Depois que inverti as coisas e deixei a parte empresarial como prioridade, comecei a me dar melhor”, brinca Felipe. 

Cover Brasil possui espetáculo voltado para público infantil, que foi mencionado na página oficial do Kiss. (Edu Firmo/Photography)

Nem só de adversidades, no entanto, vive um cover. A mudança de mentalidade ajudou a banda a se tornar carro-chefe de uma produtora especializada em espetáculos teatrais.  Quando o Kiss veio ao Brasil em 2012, o grupo de Felipe, melhor estruturado, foi contratado para fazer a divulgação do grupo, dentre outras funções curiosas, como a de se passar pela banda de verdade para despistar os fãs. “Fomos o Kiss por três minutos. Entramos num carro e saímos no sentido oposto a eles, que foram pegar o avião. Foi legal por ter sido pouco tempo, mas viver isso sempre deve dar medo”, opina. 

Para quem já pediu dinheiro na entrada para ver o show do Kiss, em 2009, um contato ainda mais próximo com os ídolos seria improvável. “Depois trabalhei para o próprio Gene Simmons, durante o lançamento de seu livro no Brasil. Minha função era ficar do lado dele, como uma versão maquiada”, lembra. Durante uma espécie de expediente dos sonhos, além de presentear Gene como um filme de terror, o músico pôde conhecer o guitarrista Paul Stanley e entregar o material do cover à produção. “Dois meses depois, fomos mencionados pela primeira vez na página do Kiss. No ano passado, fomos citados mais cinco vezes”, vibra. 

“O cover precisa ser o que eles eram no auge”

Mauro utiliza violão Guild igual ao de Berry Gibb. (Divulgação)

O lançamento de “Os embalos de Sábado à Noite” (1977) é geralmente reconhecido por ter marcado o final dos anos 1970 como auge da cultura disco. Pouco se fala, no entanto, que o filme seria o responsável por reeguer a carreira de uma das bandas mais populares da década anterior, que passara a carregar precocemente o status de ultrapassada: a The Bees Gees. Assinar a clássica trilha sonora da obra, que inclui o hit “Stayin' Alive”, reaproximou os irmãos Gibb de jovens como Mauro Toledo, na época com 13 anos. “Já nas discotecas, dançava e até cantava alguma coisa. Depois me formei em publicidade e acumulei trinta anos de experiência em marketing cultural, sempre voltado para música e eventos. Há 15 anos, veio a ideia de fundar o Bee Gees One", conta Mauro. 

Para realizar o sonho de adolescente de viver da banda predileta, Mauro trocou a experiência como baterista profissional pelas lições de violão. O objetivo seria o de protagonizar o grupo interpretando o vocalista Berry Gibb ao vivo, em uma empreitada que ele garante ser inédita no vasto universo dos covers. "As bandas que fazem Bee Gees, na melhor das hipóteses, gravam e tocam e cantam por cima. Eles eram os reis do estúdio, gravavam muito e ficaram caracterizados por executar algo que, na época, parecia inatingível", explica. 

O investimento no grupo incluiu instrumentos iguais ao que foram utilizados pela banda original, incluindo um legítimo violão Guild Signature, igual ao que era utilizado pelo vocalista dos Bee Gees. "Um violão desses custa cerca de R$ 40 mil, foi importado. Além disso, toco igualzinho ao Berry Gibb e preservamos todas as posições de palco. Essa é a viagem que as pessoas querem fazer: ver os Bee Gees lá", afirma Mauro.

Para Mauro, o que faz todo o esforço do grupo valer a pena é a reação dos fãs. "Um caso que marcou bastante a gente ocorreu em Guarulhos. O pai pediu à filha que ela o levasse a um show dos Bee Gees e morreu uma semana depois. Você não tem noção de como ela é grata ao grupo por ter realizado o último pedido que ele fez, a última memória que ela te do pai é a felicidade de curtir nosso show", emociona-se. Embora pareça esquisito viver a carreira de pessoas desconhecidas, Mauro e os companheiros do Bee Gees One já foram reconhecidos com cinco premiações de associações e revistas especializadas. "O artista pode fazer o que ele quiser que todo mundo vai gostar e aplaudir. O cover precisa ser o que eles eram no auge da carreira, esse é meu trabalho e tenho muito orgulho dele", celebra. 

Gene Simmons, líder da banda Kiss, é acusado de assédio por uma jornalista, que não prefere não ser identificada. Segundo ela, o ato aconteceu durante entrevista no mês de novembro no qual Simmons teria colocado as mãos dela em seu joelho e teceu comentários inapropriados. Além disso, a mulher também processou o cantor.

A denúncia foi publicada na madrugada da sexta-feira (15) pelo site TMZ.  A jornalista concedeu entrevista ao veículo e relatou que o músico também teria tocado em suas nádegas durante uma foto coletiva. O TMZ alegou que entrou em contato com os representantes de Gene Simmons, mas não obteve resposta. O fato causou espanto no meio musical e entre os fãs.  

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O major Gerson da Rosa Pereira foi condenado nesta terça-feira, 1, a seis meses de detenção por fraude em documentos relacionados ao inquérito que investigou as causas do incêndio na Boate Kiss. A pena do ex-chefe do Estado Maior do 4º Comando Regional dos Bombeiros de Santa Maria foi convertida em prestação de serviços à comunidade e ele poderá recorrer em liberdade.

A condenação do oficial é a primeira relativa às investigações criminais do incêndio, que aconteceu em 27 de janeiro de 2013 e deixou 242 mortos e 630 feridos. De acordo com o Ministério Público, o major Pereira fraudou um documento com objetivo de induzir a Justiça a erro. Conforme a denúncia, o major teria disponibilizado à polícia documentos que não constavam na pasta do Corpo de Bombeiros.

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O juiz Ulysses Fonseca Louzada, da 1ª Vara Criminal de Santa Maria, considerou suficiente as provas apresentadas para os fatos narrados na denúncia. "Não é crível que justamente a cópia que iria instruir o inquérito policial - de onde sairiam os indiciamentos criminais -, a única cópia autenticada, tenha sido enviada à Polícia Civil sem ter sido conferida, folha a folha, pelo próprio major", expôs o magistrado.

"Não é concebível que, inserido no contexto conjecturado, bem como considerada a delicadeza e relevância do caso, tenha a autoridade do Corpo de Bombeiros agido de maneira descuidada, desatenta, mesmo sabendo das eventuais consequências que poderiam advir da conclusão do inquérito", acrescentou.

A casa do astro do rock Gene Simmons foi revistada pela polícia por uma investigação relacionada a pornografia infantil, apesar de o líder da banda Kiss não ser suspeito no caso, informou a imprensa.

Simmons e a família tuítaram sobre o acontecido na noite de quinta-feira.

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"Não podemos estar mais surpresos que alguém tenha usado nossa residência para semelhantes crimes. Os corpos de segurança estão investigando", afirmou Shannon, a esposa de Gene, no Twitter.

O departamento de polícia de Los Angeles declarou que nenhum membro da família Simmons é suspeito de envolvimento no caso, informou a CBS.

A tragédia na boate Kiss é assunto quase proibido no prédio do Centro de Ciências Rurais da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Dos 242 mortos, 65 estudavam ali, onde estão os cursos de agronomia, engenharia florestal e medicina veterinária. Qualquer aluno ou professor muda imediatamente a feição e o tom de voz ao conversar sobre aquele 27 de janeiro. Em algumas turmas, lembrar dos colegas que não sobreviveram foi oficialmente vetado.

Os psicólogos que fazem o acompanhamento de 80 alunos do centro orientam seus pacientes a não falar daquela madrugada nas salas de aulas ou nos encontros fora da faculdade. A maior parte desses estudantes conseguiu escapar no início do incêndio. Alguns carregam queimaduras nos braços e oito se recuperam de lesão pulmonar. A festa era organizada pela 89.ª turma de Agronomia - dos 36 alunos da sala, 10 morreram.

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Por causa de uma greve no segundo semestre do ano passado, os alunos continuam em aulas neste mês. O silêncio sobre a tragédia parece um pacto entre os estudantes. Eles argumentam que a universidade precisa voltar a ter uma existência desvencilhada daquele dia. Os folhetos de festas e de formaturas também são raros.

"No máximo, o que teve esse ano foi um churrasco ou outro. Mas não é a mesma coisa, as pessoas ficam metade do tempo que ficavam antes e vão embora. Festa em lugar fechado ninguém mais quer fazer. As coisas mudaram muito por aqui", conta Alex Schonell, de 19 anos, da 89.ª turma de Agronomia. O clima pesado também contagiou os calouros dos cursos de agrárias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O grupo Nirvana foi eleito para o 'Rock and Roll Hall of Fame' no primeiro ano em que foi indicado, anunciou o museu, que também selecionou o grupo Kiss. Peter Gabriel, Hall and Oates, Cat Stevens e Linda Ronstadt foram escolhidos, ao lado de Nirvana e Kiss, como novos integrantes do grupo seleto.

Os artistas entrarão oficialmente para a lista de artistas da instituição com sede em Cleveland, Ohio, no próximo ano. O empresário Brian Epstein, que administrou a carreira dos Beatles de 1962 até sua morte em 1967, foi selecionado pelo conjunto da carreira, assim como o empresário Andrew Loog Oldham, dos Rolling Stones.

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Outra selecionada para o Hall da Fama é a E Street Band, formada por Bruce Springsteen em 1973. Springsteen foi selecionado para o Hall em 1999.

Para ser eleito como integrante do museu, o artista deve ter lançado uma gravação pelo menos 25 anos antes da data de entrada no Hall da Fama e ter "demonstrado excelência musical inquestionável", afirma a instituição.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul decidiu reabrir o inquérito civil sobre o incêndio na Boate Kiss. A Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria encaminhou ao Ministério Público documentos com indícios de que houve improbidade administrativa por parte da prefeitura.

Presidente da associação que representa familiares de vítimas e sobreviventes da tragédia, Adherbal Alves Ferreira, disse à Agência Brasil que os novos elementos apontam que foi autorizada a mudança do número do prédio para facilitar a abertura da boate e aceito um abaixo-assinado irregular, no qual supostos vizinhos teriam se manifestado favoráveis à instalação da boate. “Conseguimos evidências de que foi feita uma troca do número do prédio com o intuito de facilitar a abertura da boate. De acordo com a Polícia Civil, alguém na prefeitura passou vistas grossas nisso. Ainda não sabemos quem, mas os policiais sabem”, acrescentou Ferreira.

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“Além disso, o abaixo-assinado apresentado para a boate obter autorização de funcionamento, em função da poluição sonora, foi feito com assinatura de pessoas que não eram da vizinhança, mas ligadas ao proprietário da boate. Isso é um crime de falsidade ideológica que também seria facilmente identificável pela prefeitura, mas não foi”, argumentou.

O Ministério Público informou que vai aguardar a conclusão dos inquéritos policiais em andamento, pois o material repassado ao MP pela associação de vítimas contém parte do que foi apurado pela polícia nas novas investigações. Em setembro deste ano, os promotores haviam arquivado parcialmente o caso.

Em nota, o MP diz que "até que haja a conclusão destes dois novos inquéritos policiais, está suspensa a decisão de arquivamento do inquérito civil para que a Promotoria de Justiça de Santa Maria analise todo o material". Depois de receber os resultados da investigação, o MP poderá ajuizar ação por improbidade, se houver provas e solicitar diligências ou manter o arquivamento, que precisará ser submetido ao Conselho Superior do MP novamente.

A reabertura do inquérito retoma o otimismo das famílias até então perdido, disse Ferreira, pois o Ministério Público havia isentado a prefeitura de Santa Maria de responsabilidade, no inquérito preliminar. “Em um primeiro momento estávamos otimistas, mas nossa expectativa de que o ente público – no caso, a prefeitura de Santa Maria – também fosse responsabilizado pelo ocorrido acabou sendo frustrada, porque em um rápido pré julgamento o Ministério Público entendeu não haver indícios que formatassem improbidade por parte da prefeitura”.

O incêndio na Boate Kiss ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro e provocou a morte de 242 pessoas.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou, nesta segunda-feira, 19, oito bombeiros por falhas relacionadas à tragédia da boate Kiss, concordando com quase todo o Inquérito Policial Militar (IPM) que apurou responsabilidades de integrantes da corporação no incêndio. Nenhum deles foi acusado por ações que resultaram na morte de 242 pessoas na madrugada de 27 de janeiro deste ano ou posteriormente, em hospitais. Todos serão julgados pela Justiça Militar de Santa Maria.

Três responderão por falsidade ideológica e cinco, por inobservância da lei em processos administrativos e na fiscalização da casa noturna.

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Entre os denunciados está o ex-comandante dos bombeiros em Santa Maria, tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs, que responderá por falsidade ideológica e prevaricação. Ele não teria visto irregularidade na participação de um subordinado em uma empresa que prestou serviços à boate. O sargento Roberto Flávio da Silveira e Souza, indiciado pelo IPM por falsidade ideológica, não foi denunciado pelo Ministério Público. Já o tenente-coronel Daniel da Silva Adriano, que não foi indiciado ao final da apuração feita pela Brigada Militar, acabou denunciado pelo Ministério Público por falsidade ideológica, assim como o capitão Alex da Rocha Camilo.

Outros cinco bombeiros - os sargentos Renan Severo Berleze e Sérgio Roberto Oliveira de Andrades e os soldados Gilson Martins Dias, Vagner Guimarães Coelho e Marcos Vinícius Lopes Bastide - responderão por inobservância da lei porque não teriam fiscalizado adequadamente a casa noturna e não teriam exigido o treinamento dos funcionários para combate a incêndios.

Depoimentos

Duas testemunhas do incêndio prestaram depoimento à Justiça em Porto Alegre, nesta segunda-feira, 19, na fase de instrução do processo criminal. O jovem Ruan Martins, de 19 anos, que sobreviveu à tragédia, disse que a casa estava superlotada. O então gerente da Kiss, Ricardo Pasche, afirmou que havia espaço para as pessoas se movimentarem dentro da boate.

Os depoimentos foram assistidos por Elissandro Callegaro Spohr, sócio da boate, e Marcelo de Jesus dos Santos, integrantes da banda Gurizada Fandangueira, que se apresentava no local no momento em que o incêndio começou e que fazia o show pirotécnico que teria gerado a faísca que provocou o incêndio. Os dois ficaram calados. No processo criminal eles respondem por homicídio com dolo eventual, assim como o outro sócio da casa noturna, Mauro Londero Hoffmann, e o produtor do conjunto, Luciano Augusto Bonilha Leão.

A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul arquivou o expediente contra o prefeito de Santa Maria, Cezar Schirmer (PMDB), por suposta culpa na tragédia da boate Kiss. A decisão foi tomada por unanimidade nesta quinta-feira, 18, e acolheu parecer do Ministério Público. O incêndio da casa noturna ocorreu na madrugada de 27 de janeiro deste ano e matou 242 pessoas.

O julgamento foi a última etapa do exame de admissibilidade de processo contra o prefeito. No dia 22 de março, quando concluiu o inquérito criminal que investigou a tragédia, a Polícia Civil indiciou diretamente 16 pessoas e apontou outras 12, com foro especial, para análise de órgãos competentes, como o Tribunal de Justiça, no caso do prefeito, ou a Justiça Militar, no caso de bombeiros.

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A polícia considerou que havia "indícios de prática de homicídio culposo" na conduta do prefeito porque secretários e funcionários municipais teriam falhado nas exigências para emissão de alvarás e na fiscalização da casa noturna. À época, Schirmer considerou a acusação um "absurdo jurídico".

O parecer da procuradora de Justiça Eva Margarida Brinques de Carvalho sustentou que "não se pode edificar uma responsabilidade penal no dever geral de qualquer servidor público de conhecer o funcionamento do órgão onde trabalha, ou concluir que se conhecesse a estrutura e as atribuições o evento não teria ocorrido". Os desembargadores acolheram a argumentação do Ministério Público e arquivaram o expediente.

Dos 16 indiciados pela Polícia Civil, quatro viraram réus em processo por homicídio doloso com dolo eventual e outros quatro respondem por falso testemunho e fraude processual. Na área cível, o Ministério Público encaminhou ação de improbidade administrativa contra quatro bombeiros e também isentou o prefeito e funcionários municipais de culpa. Na Justiça Militar, oito bombeiros estão indiciados por supostas irregularidades na fiscalização da Kiss.

O advogado Omar Obregon, defensor do vocalista Marcelo de Jesus dos Santos, da banda Gurizada Fandangueira, pediu nesta teraç-feira à Justiça uma nova perícia na boate Kiss. A tragédia na danceteria de Santa Maria (RS), em 27 de janeiro, deixou 242 mortos. No pedido, Obregon sustentou que vestígios de querosene teriam sido encontrados na casa e que não foram citados no inquérito policial.

A Justiça ainda não analisou o pedido. O processo criminal está na fase de instrução. Nesta terça-feira, o juiz Ulysses Fonseca Louzada ouviu sobreviventes da tragédia. Dois sócios da boate Kiss e dois integrantes da banda são acusados de homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.

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O Ministério Público do Rio Grande do Sul vai ajuizar ação civil por improbidade administrativa contra quatro bombeiros - os ex-comandantes Altair de Freitas Cunha e Moisés da Silva Fuchs, o major Daniel da Silva Adriano e o capitão Alex da Silva Camilo - por supostas falhas na emissão de licenças e alvarás para o funcionamento da boate Kiss. Em tese, eles podem ser condenados a perder funções públicas e ao pagamento de multa. A informação foi divulgada pelos promotores responsáveis pelo caso em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira, em Santa Maria. A ação não atribuirá responsabilidades ao prefeito Cezar Schirmer (PMDB) e nem a funcionários públicos municipais.

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou nesta segunda-feira uma ação contra os sócios da boate Kiss na Justiça Federal de Santa Maria (RS) pedindo R$ 1,516 milhão de ressarcimento, por pagamentos feitos e futuros, de benefícios previdenciários a 17 funcionários e terceirizados ou dependentes que trabalhavam na casa noturna na noite da tragédia que matou 242 pessoas em janeiro.

Em nota, a AGU afirmou que "o pedido de indenização decorre da negligência do estabelecimento em relação às normas de proteção e saúde dos empregados em razão do descumprimento da legislação de prevenção e segurança do trabalho". Também cita que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já desembolsou R$ 68 mil com pensões por morte e auxílio-doença previdenciário concedidos aos funcionários e dependentes.

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Prevê ainda que o desembolso total chegará a R$ 1,516 milhão. Se condenados pela Justiça, os sócios não precisarão depositar todo o valor de uma vez só, mas em parcelas que constituirão um fundo para ressarcir a Previdência pelos gastos futuros com o caso.

Parte dos gastos calculados se refere às pensões por morte concedidas às famílias de cinco funcionários e ao auxílio-doença pago a 12 funcionários feridos.

A AGU estuda ingressar com outra ação para assegurar os valores dos auxílios às famílias dos frequentadores mortos e às centenas de feridos no incêndio da casa noturna.

De acordo com o procurador-geral federal Marcelo Siqueira, as ações têm a função de assegurar que a Previdência, sustentada por todos os trabalhadores, não arque com custos causados por culpa de empresários, e também um caráter pedagógico, de mostrar que os responsáveis por um estabelecimento aberto ao público respondem pela segurança dos frequentadores.

A tragédia aconteceu em 27 de janeiro e, segundo investigação da Polícia Civil, foi provocada pela fagulha de um artefato pirotécnico que chegou ao teto da casa noturna e queimou rapidamente a espuma do sistema de isolamento acústico. A fumaça tóxica matou por asfixia a maioria das vítimas, que não tiveram tempo de chegar à rua por falta de saídas alternativas à porta principal. Dois sócios da boate, os empresários Mauro Londero Hofmann e Elissandro Spohr, e dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, Luciano Augusto Bonilha Leão e Marcelo de Jesus dos Santos, são réus de processo criminal que tramita na Justiça de Santa Maria.

Os manifestantes que ocupavam a Câmara de Santa Maria (RS) desde terça-feira, 24, deixaram o edifício nesta segunda-feira. Eles consideraram que a reivindicação que apresentavam foi atendida na noite deste domingo, 30, quando o presidente da Casa, Marcelo Bisogno (PDT), assinou um documento no qual se comprometeu a afastar o procurador jurídico Robson Zinn, que havia posto o cargo à disposição, num prazo de 30 dias. O grupo acusa Zinn, que é ligado ao PMDB, de ter articulado a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga responsabilidades de agentes públicos na tragédia da boate Kiss só com vereadores da base de apoio da prefeitura, comandada pelo prefeito Cezar Schirmer (PMDB).

Em manifestação que começou por volta das 17h30 frente à Catedral Metropolitana da Av. Rio Branco, e reuniu cerca de 700 pessoas. No momento mais esperado do protesto, 242 pessoas deitaram-se no asfalto do Viaduto Evandro Behr, uma das principais vias da cidade. Logo após os manifestantes soltarem balões de gás hélio brancos.

De acordo com a Brigada Militar cerca de 400 pessoas acompanharam caminhada de aproximadamente 3 km em direção à Basílica da Medianeira. A frente do grupo, um carro de som que tocava músicas religiosas. Aderbhal Ferreira, presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia em Santa Maria, utilizando microfone, justificava o ato a população que aplaudia e buzinava ao ver o grupo.

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Na Basílica, pais, familiares e sobreviventes que quisessem se manifestar eram convidados a ir a frente lembrar os seus. O desejo de justiça era sempre colocado por todos. Após, houve um ato ecumênico, coordenado por representantes da igreja católica, anglicana e luterana.

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