Tópicos | Roberto Teixeira

O advogado Roberto Teixeira pediu ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Federal (TRF-4) para ser excluído de ação penal da Operação Lava Jato. O compadre do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva é acusado pelo crime de lavagem de dinheiro nas reformas do sítio de Atibaia.

Neste processo, o petista foi denunciado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo Ministério Público Federal, no Paraná. Além de Lula e de Roberto Teixeira, outros 11 investigados são réus.

##RECOMENDA##

A defesa do compadre do ex-presidente recorreu à Corte de apelação da Lava Jato no dia 6 de fevereiro.

"Um advogado honrado, sério, está sendo vítima de grave constrangimento ilegal representado pelo recebimento da denúncia inepta, que não narra fato atípico", afirmam os advogados Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga em habeas corpus. "Requer-se a concessão da ordem, para o fim de excluir o paciente do polo passivo da ação penal."

Este é o segundo processo em que Roberto Teixeira é acusado formalmente pela Lava Jato, no Paraná. O advogado também é réu em outra ação penal por envolvimento em suposta propina de R$ 12,5 milhões da Odebrecht a Lula, por meio de um terreno que abrigaria o Instituto que leva o nome do ex-presidente - R$ 12 milhões - e uma cobertura vizinha à residência do petista em São Bernardo de R$ 504 mil. De acordo com o Ministério Público Federal, Roberto Teixeira teria intermediado a compra dos imóveis.

O documento entregue pela defesa de Roberto Teixeira ao TRF-4, Corte responsável por julgar as decisões do juiz federal Sérgio Moro, tem 14 páginas. Os advogados afirmam que o compadre de Lula "está sofrendo constrangimento ilegal" do magistrado da 1.ª instância.

"A denúncia é inepta no que tange ao paciente. Não descreve satisfatoriamente sua participação nos fatos; não narra nenhuma conduta típica; impedindo o exercício da ampla defesa", alegam os defensores.

A força-tarefa da Lava Jato aponta que a negociação para a compra do sítio "teve participação ativa de Roberto Teixeira". Os procuradores afirmam que o advogado indicou o "quinhão" de cada comprador da propriedade rural, os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar.

Segundo o engenheiro da Odebrecht e delator da Lava Jato, Emyr Costa, para ocultar a participação da Odebrecht nas obras do sítio, Roberto Teixeira lhe pediu que celebrasse um contrato e fizesse notas fiscais em nome de Fernando Bittar. O delator apontou aos investigadores que notas fiscais apreendidas pela operação na casa de Lula, em São Bernardo do Campo, são as mesmas que ele entregou ao compadre do ex-presidente.

Os defensores de Roberto Teixeira afirmam que o processo do sítio de Atibaia imputa ao advogado "apenas e exclusivamente, condutas praticadas no regular exercício profissional da advocacia".

"A defesa tem plena consciência de que há desvios. Existem profissionais que extrapolam as fronteiras do exercício profissional para a efetiva prática de ilícitos criminais. Mas nessas hipóteses, não se está a tratar de um advogado, mas sim de um criminoso. Categoricamente, não é essa a hipótese em questão", argumentam os criminalistas. "No caso em tela, mais uma vez, o advogado Roberto Teixeira não aderiu a qualquer maquinação criminosa. Não atravessou fronteiras proibidas. Ainda que enredo delituoso apresentado na denúncia seja verdadeiro, a ele não se filiou o paciente."

O juiz federal Sérgio Moro remarcou, pela segunda vez, o interrogatório do advogado Roberto Teixeira. Agora, o compadre do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá prestar depoimento na quarta-feira, 20, às 13h30.

O interrogatório de Teixeira estava marcado inicialmente para quarta-feira, 6. Na noite da terça, 5, porém, o compadre de Lula foi internado no Hospital Sírio Libanês em São Paulo com problemas cardíacos.

##RECOMENDA##

Moro remarcou audiência para esta quarta, 13, mesmo dia em que o ex-presidente vai ser interrogado na ação penal em que é acusado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro supostamente recebido da Odebrecht. Teixeira é acusado de lavagem de dinheiro no mesmo processo.

Na segunda-feira, 11, o advogado pediu um novo adiamento. No requerimento, a defesa de Teixeira anexou um relatório médico.

"Insuficiência coronariana com infarto do miocárdio em 1981, revascularização cirúrgica do miocárdio em 2006, e angioplastia coronariana em 2016. A recente internação deve-se a quadro de angina instável; (2) insuficiência cardíaca secundaria à miocardiopatia isquêmica; bem como (3) arritmia cardíaca controlada com uso de medicação", aponta o diagnóstico.

A defesa informou que o advogado teve alta, mas ainda se encontra em repouso.

"Em função da 'gravidade dos sintomas recentes', o requerente, apesar de ter recebido alta hospitalar, acha-se em observação, em repouso, impossibilitado de ausentar-se de São Paulo. Assim, pela presente, renova-se que o requerente ainda não poderá comparecer para ser interrogado no próximo dia 13, requerendo que o ato seja realizado quando não houver mais risco a sua saúde, comprometendo-se a defesa a manter esse Juízo sempre atualizado", pediu a defesa.

Em resposta às acusações do empresário Joesley Batista, os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicaram uma nota, nesta sexta-feira (19). No site oficial do petista, o texto destaca, principalmente, que as declarações do responsável pela JBS são baseadas em falas ouvidas de terceiros. Informações do empresário apontam que Lula e Dilma Roussaff teriam recebido 150 milhões de dólares como propina.

O texto, assinado pelos advogados de Lula, Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, também foi publicado na página oficial do Facebook de Lula. Veja, a seguir, a nota a íntegra: 

##RECOMENDA##

"Verifica-se nos próprios trechos vazados à imprensa que as afirmações de Joesley Batista em relação a Lula não decorrem de qualquer contato com o ex-Presidente, mas sim de supostos diálogos com terceiros, que sequer foram comprovados.

A verdade é que a vida de Lula e de seus familiares foi - ilegalmente - devassada pela  Operação Lava Jato. Todos os sigilos - bancário, fiscal e contábil - foram levantados e nenhum valor ilícito foi encontrado, evidenciando que Lula é inocente. Sua inocência também foi confirmada pelo depoimento de mais de uma centena de testemunhas já ouvidas - com o compromisso de dizer a verdade - que jamais confirmaram qualquer acusação contra o ex-Presidente.

A referência ao nome de Lula nesse cenário confirma denúncia já feita pela imprensa de que delações premiadas somente são aceitas pelo Ministério Público se fizerem referência - ainda que frivolamente - ao nome do ex-Presidente.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira"

A nova denúncia da Operação Lava Jato que pegou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu também seu advogado e compadre Roberto Teixeira. O petista, seu defensor e mais seis investigados se tornaram réus nesta segunda-feira, 19, em ação penal sob tutela do juiz federal Sérgio Moro.

Roberto Teixeira é acusado pela Procuradoria da República, no Paraná, por lavagem de dinheiro. A mesma imputação e corrupção são imputadas a Lula.

##RECOMENDA##

Segundo Moro, há indícios de que o compadre de Lula "participou, conscientemente, da aquisição em nome de pessoas interpostas de dois imóveis para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva". Na decisão que colocou os oito acusados no banco dos réus, o magistrado afirmou que "a condição de advogado de Roberto Teixeira não o imuniza contra a imputação".

"Não ignora este Juízo a necessidade de se proteger juridicamente a relação entre cliente e advogado, mas não há imunidade desta relação, conforme jurisprudência consolidada nos tribunais pátrios, bem como assim se procede no Direito Comparado, quando o próprio advogado se envolve em ilícitos criminais, ainda que a título de assessoramento de seu cliente, havendo fundada suspeita no presente caso em relação às condutas de Roberto Teixeira", observou o juiz da Lava Jato.

Moro anotou que "a proteção jurídica restringe-se à relação entre advogado e cliente que seja pertinente à assistência jurídica lícita, não abrangendo a prática de atividades criminosas".

"Nessa última hipótese, o advogado não age como tal, ou seja, não age em defesa de seu cliente ou para prestar-lhe assistência jurídica, mas sim como associado ao crime", afirmou.

Lula é alvo de cinco denúncias: duas da Lava Jato, no Paraná, uma na Operação Zelotes, uma na Operação Janus e uma no âmbito da Lava Jato, em Brasília.

Também viraram réus nesta nova ação da Lava Jato o empresário Marcelo Odebrecht, acusado da prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; o ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma) e seu ex-assessor Branislav Kontic, denunciados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; e Demerval Gusmão, Glaucos da Costamarques e a mulher de Lula, Marisa Letícia Lula da Silva, acusados da prática do crime de lavagem de dinheiro.

Confira a nota da defesa de Lula

"O despacho proferido hoje (19/12) pelo juiz Sergio Moro, recebendo a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal no dia 14/12 contra o ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva, sua esposa Marisa Letícia Lula da Silva e o advogado de ambos, Roberto Teixeira, não muda a realidade dos fatos. Lula e sua esposa jamais foram beneficiados por qualquer dos dois imóveis indicados na denúncia e muito menos receberam qualquer vantagem indevida proveniente de contratos firmados pela Petrobras. E o advogado Roberto Teixeira agiu sempre dentro do estrito dever profissional e com a observância de todos os deveres éticos inerentes à profissão.

O imóvel em questão, situado na Rua Haberbeck Brandão (SP), foi oferecido ao Instituto Cidadania, que antecedeu o Instituto Lula e não houve interesse na sua aquisição. A denúncia afirma que o imóvel 'foi recebido pelo ex-presidente da República LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA em 29/09/2010' sem indicar em que circunstâncias isso teria ocorrido. O Instituto Lula funciona no endereço que foi comprado em 1990 pelo Instituto de Pesquisa e Estudos do Trabalhador (IPET) e o ex-Presidente jamais teve a posse ou a utilização do imóvel situado na Rua Haberbeck Brandão.

Em relação ao apartamento vizinho àquele de propriedade de Lula e de sua esposa, o casal aluga o imóvel e paga aluguel, com o recolhimento dos impostos, negócio de âmbito estritamente privado e sem qualquer relação com a Operação Lava Jato.

A presente decisão do juiz Moro é mais um ato a reforçar a realidade de que agentes do Estado, sem qualquer isenção, usam processos judiciais para perseguir Lula, seus familiares e advogados, em um fenômeno identificado por 'lawfare' e denunciado por especialistas e profissionais do Direito em vários outros países.

O que se observa é a ansia desmesurada e crescente de prover acusações a Lula em tempo recorde. A denúncia hoje recebida é proveniente de um inquérito policial no qual o ex-Presidente e seu advogado tiveram apenas dois dias para se manifestar e em menos de um dia útil já estavam indiciados. A denúncia foi oferecida três dias úteis depois e o recebimento da peça acusatória se deu 4 dias úteis depois.

Não houve qualquer investigação isenta, mas uma sequencia de fatos produzidos para sustentar a abertura de inúmeros procedimentos frívolos e sem materialidade contra Lula, com o único intuito de impedir o sucesso de suas atividades políticas. A retaliação e a vingança também orientaram essa nova ação, como se verifica na nota do MPF que acompanhou a denúncia e o pronunciamento recente do Procurador-Geral da República. Para tornar o processo mais verossímel e simultaneamente fragilizar a defesa, agora inserem também um de seus advogados.

Na audiência da última sexta-feira (16/12), em Curitiba, Moro permitiu a uma testemunha que insultasse Lula e a mim, como seu advogado, chamando-nos de 'lixo'. O magistrado ainda prosseguiu com provocações e ataques à minha honra profissional, deixando evidente o espírito de perseguição e falta de imparcialidade que norteia suas ações.

Cristiano Zanin Martins"

A partir da próxima semana a bancada de Pernambuco na Câmara dos Deputados terá novas caras. Quatro suplentes assumem as vagas antes ocupadas pelos deputados Mendonça Filho (DEM), Bruno Araújo (PSDB), Raul Jungmann (PPS) e Fernando Filho (PSB) nomeados como ministros do governo do presidente em exercício, Michel Temer (PMDB). 

Os novos parlamentares são a ex-prefeita de Salgueiro, no Sertão, Creuza Pereira (PSB); o ex-prefeito de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife (RMR), Severino Ninho (PSB); o vice-prefeito de Petrolina, no Sertão, Guilherme Coelho (PSDB); e o ex-vereador do Recife e ex-deputado federal, Roberto Teixeira (PP). 

##RECOMENDA##

Prefeita de Salgueiro por três mandatos, aos 79 anos, Creuza teve mais de 24 mil votos e será a segunda mulher da bancada. A defesa pela mulher, os idosos e as crianças estão entre as bandeiras da socialista que disse estar “ansiosa” para estrear na Câmara dos Deputados. 

De acordo com ela, a intenção é guiar o mandato com “uma postura de coerência” para “colocar o Brasil acima de picuinhas locais e partidárias”. “O Brasil está passando por uma revisão e uma passada a limpo na sua história. A gente espera que encarando as coisas com mais profundidade e seriedade possa ser retomado o desenvolvimento do país e da economia. O país está parado. Há uma multidão desempregada. Estamos vendo os meninos saírem das faculdades e não terem postos de trabalho”, lamentou. 

Pela segunda vez na Câmara como suplente, Ninho recebeu mais de 21 mil votos nas eleições e, segundo ele, retorna a Brasília com a expectativa de “ajudar o Brasil a superar a crise moral e ética”. “Apesar de o Brasil viver esta crise moral e econômica, a gente não pode perder a esperança”, frisou. 

Indagado sobre como se portará diante das propostas do governo Temer encaminhadas a Casa, o parlamentar pontuou que será rigoroso. “Apoiar propostas no escuro não, depende do que vier para Câmara. Não vamos apoiar propostas que venham tirar os direitos dos trabalhistas. Porque a ‘bolsa banqueiro’ não é afetada? Vou votar favorável as propostas que forem necessárias e importantes”, declarou o ex-prefeito de Igarassu que viaja a Brasília neste domingo (14). 

Em 2014, Guilherme Coelho conquistou 18.962 votos. Já Roberto Teixeira, que é citado na Lava Jato por suposto envolvimento com o repasse de propinas ao PP, 16.181 votos. O Portal LeiaJá entrou em com o tucano, mas através da assessoria ele informou que vai esperar a posse ser consolidada efetivamente para poder conversar com a imprensa. E até o fechamento desta matéria também não conseguimos contato com Teixeira.  

Um dos advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Roberto Teixeira divulgou nota nesse sábado (5) sobre a 24ª fase da Operação Lava Jato, na qual cita que houve “clara tentativa das autoridades de intimidar um dos advogados do ex-presidente, violando suas prerrogativas profissionais”, e diz que vai levar o caso ao conhecimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ele reclama, especificamente, que no comunicado de condução coercitiva do ex-presidente Lula, na véspera, o juiz Sérgio Moro se referiu a ele [Teixeira] como pessoa notoriamente próxima a Lula, e que representou os empresários Jonas Suassuna e Fernando Bittar na aquisição de um sítio em Atibaia (SP), minutando escrituras e recolhendo assinaturas em seu escritório de advocacia.

##RECOMENDA##

Ele questiona "o que esses fatos demonstram", além do simples exercício da advocacia? Teixeira menciona que prestou assessoria a Fernando Bittar e Jonas Suassuna na aquisição do Sítio Santa Bárbara, município de Atibaia (SP), da mesma forma que já representou centenas de outros clientes em assuntos envolvendo direito imobiliário. No seu entender, "não há qualquer justificativa para que tal fato seja indicado no pedido do Ministério Público Federal (MPF) e na fundamentação da decisão judicial que autorizou, dentre outras coisas, medidas invasivas em relação ao ex-presidente Lula, de cuja defesa também participo”.

De acordo com Roberto Teixeira, “a leitura do pedido apresentado pela 'Força Tarefa Lava Jato' ao juiz Sérgio Moro indica a intenção do MPF de envolver a minha atuação profissional nas investigações”. Razão pela qual pretende interpelar a OAB e o CNJ.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva depôs na sexta (4) por cerca de três horas no escritório da Polícia Federal, no Aeroporto de Congonhas, zona sul paulistana. Segundo o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), as declarações foram prestadas para dois procuradores, na presença de três advogados. Dentre eles: Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins.

O advogado e empresário Roberto Teixeira divulgou nota nesta sexta-feira, 5, na qual afirma que a totalidade do sítio usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Atibaia (SP) foi paga com cheques.

O sítio é investigado pela Operação Lava Jato por suspeita de que empreiteiras envolvidas no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras tenham financiado sua reforma.

##RECOMENDA##

A escritura de compra e venda do imóvel diz que R$ 100 mil foram pagos em "boa e corrente moeda nacional". Teixeira, na condição de advogado dos compradores Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios de Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, acompanhou a lavra da escritura.

Segundo o documento, o negócio foi formalizado no escritório de Roberto Teixeira, que é compadre de Lula, no bairro dos Jardins, no dia 29 de novembro de 2010, dois dias antes da eleição da presidente Dilma Rousseff.

Ainda segundo a escritura, o negócio havia sido fechado no dia 5 de agosto do mesmo ano, por meio de um Instrumento Particular de Compra e Venda. Nesta sexta, Teixeira divulgou trecho do documento mostrando que os R$ 100 mil foram pagos por meio de um cheque administrativo do Banco do Brasil.

Questionado na quarta, 3, sobre a diferença entre o Instrumento Particular e a escritura, Teixeira não se pronunciou.

O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, vistoria obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco em Pernambuco e no Ceará, nesta quinta (19) e sexta-feira (20). 

A vistoria técnica começará na quinta-feira por Pernambuco, nas obras do empreendimento que passam pelos municípios de Sertânia  e Custódia. Essa etapa faz parte da Meta de Execução 3 Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco. O ministro vai vistoriar os antigos lotes 10, 11 e 12.

##RECOMENDA##

No mesmo dia, o ministro fará inspeção nas estações de bombeamento 1 em Cabrobó (PE)  - Meta 1 Norte - e em Floresta (PE) - Meta 1 Leste. O ministro acompanhará ainda os trabalhos nas estações de bombeamento 2 e 3, em Salgueiro (PE).

Na sexta-feira, Teixeira inicia a agenda com visita aos antigos Lotes 3 e 4, em Salgueiro. A agenda será encerrada nas obras do São Francisco, em Jati, no Ceará. Neste último trecho (Meta 2 Norte), o ministro vai vistoriar a construção da barragem Jati.

Com informações da assessoria.

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando