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Cissa Guimarães vai estar em breve de volta à televisão. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, a apresentadora foi escolhida para ser o novo nome no comando do Sem Censura. O programa da TV Brasil, exibido às segundas-feiras, às 21h, voltará a ser diário e gravado no Rio de Janeiro.

Posando ao lado da roteirista Antônia Pellegrino, nesta terça-feira (4), Cissa disparou: Me querem? Tô indo". Assim que a imagem foi comapartilhada, no Instagram, os atores Bárbara Paz e José de Abreu celebraram a novidade. Cissa vai assumir o cargo da jornalista Marina Machado.

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Longe do entretenimento desde 2021, quando estava no time de apresentadores do É de Casa, na Globo, Cissa Guimarães já era um desejo antigo da equipe do programa da TV Brasil. Antônia, que também é diretora de conteúdo e programação da emissora, rasgou seda para a comunicadora: "Ela é um patrimônio da comunicação brasileira".

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Morreu nesta segunda-feira (8), aos 82 anos, a jornalista Lúcia Leme. Familiares da ex-apresentadora do programa Sem Censura informaram aos internautas o falecimento. "Devastados de tristeza, lamentamos informar que nossa mãe, Lúcia Leme, uma mulher extraordinária, profissional exemplar, mãe maravilhosa e avó muito amada, faleceu hoje vítima de câncer de pulmão. Partiu no Dia Internacional da Mulher", explicou os filhos de Lúcia, na página do Facebook dela.

Na postagem, diversos seguidores repercutiram a notícia. "Tô chocada!!! Meu Deus!!! Era uma pessoa incrível!!! Que Deus a receba na sua imensa glória", comentou uma pessoa na rede social. "Sem palavras!! Que Deus conforte o coração de vocês ! Hoje perdemos uma grande mulher!!", escreveu outra. Lúcia Leme iniciou sua carreira na comunicação no início da década de 1970, como estagiária da TV Tupi.

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Em seguida, Paulo Alberto Monteiro de Barros convidou a jornalista para fazer parte de sua coluna no jornal carioca O Globo. Na editora Bloch, Lúcia também trabalhou nas revistas Manchete, Fatos e Fotos, Amiga, Ele & Ela, além de ter passagem também no rádio. Lúcia Leme comandou entre 1986 e 1996, na TV Brasil, o Sem Censura.

Núbia Oliiver é a mais nova famosa no Only Fans. A modelo anunciou seu perfil no site que permite o compartilhamento de conteúdos sem qualquer tipo de censura. Por uma assinatura mensal, os fãs poderão ver fotos e vídeos exclusivos e que são, geralmente, proibidos em outras plataformas. 

A modelo junta-se a outros famosos que já aderiram à plataforma. Entre elas estão as cantoras Anitta e Cardi B, a atriz Bella Thorne, o rapper Tyga e o ator Daniel Newman. Todos  usam a plataforma para compartilharem fotos e vídeos sensuais, ou até mesmo explícitos, e alguns chegam a gerar fortunas pelas postagens.  

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Agora, é Núbia Oliiver quem engrossa a lista de famosos no Only Fans. Ela anunciou a novidade através de outro perfil, no Instagram, e convocou o público prometendo muito conteúdo exclusivo. “Podolatria, nudez, fetiches e muito mais para entrar lá e virar meu fã. Agora vão ver a Nubia como muitos sempre desejaram, mas nunca viram”. 

Pedro Cardoso virou notícia na última quinta-feira, dia 23, ao deixar o programa Sem Censura, da TV Brasil, antes mesmo de conceder a entrevista. O ato foi uma manifestação de apoio à greve dos funcionários da emissora e também um protesto contra a conduta racista do jornalista Learte Rimoli, diretor-presidente da Empresa Brasileira de Comunicação, EBC, que satirizou uma declaração de Taís Araújo.

Nesta sexta-feira, dia 24, o ator recorreu ao Instagram para agradecer aos fãs que compreenderam a razão de sua conduta, levantando e indo embora, após fazer uma declaração inflamada contra aquele que preside o canal no qual a entrevista seria exibida:

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Compartilho e retribuo as palavras amigas que recebi aqui. É bom saber que não estamos sozinhos, nenhum de nós! Abraços sinceros e vamos em frente. Estamos em casa. O país é nosso.

A greve dos funcionários da EBC já dura dez dias. Eles pedem revisão de medidas como o congelamento de salários e a retirada de benefícios, como cestas básicas.

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Em solidariedade aos grevistas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ator Pedro Cardoso abandonou o estúdio do programa Sem Censura, durante sua transmissão ao vivo, na tarde desta quinta-feira (23). O artista comentou que, ao chegar à sede da emissora, se deparou com as manifestações pedindo a saída do presidente Laerte Remoli, recentemente nomeado para o cargo por Michel Temer, e a favor do reajuste salarial dos funcionários, bem como dos direitos garantidos em Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). 

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Durante o programa, Pedro Cardoso afirmou: “Eu não vou responder essa pergunta e nenhuma outra, porque quando cheguei aqui hoje encontrei uma empresa que tá em greve e eu não participo de programa de empresas que estão em greve [...] Cabe a mim respeito a todos vocês, aos que estão parados, aos que estão trabalhando e aos que estão aqui, mas eu, diante deste governo que está governando o Brasil, tenho muita convicção de que as pessoas que estão fazendo essa greve provavelmente estão cobertas de razão”. 

Após o comentário, o ator se levantou e deixou o estúdio. A apresentadora comentou “Pedro Cardoso, obrigada pela sua presença. Entendo perfeitamente”. 

Mais uma vez, o marido de Luana Piovani, Pedro Scooby exibiu as curvas da atriz. Na última sexta-feira (28), o surfista compartilhou em uma rede social a imagem de Luana fazendo topless numa piscina em Toscano, na Itália, durante uma viagem de férias do casal.

Essa não é a primeira vez que ele mostra partes do corpo da esposa na internet. A própria Piovani afirmou que o marido se excita fazendo e compartilhando registros dela nua. Ainda segundo a atriz, ela não costuma e nem gosta de fazer ‘nudes’, mas acha diferente Pedro fazer isso e não o proíbe de postar. 

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Nos comentários há quem apoie a atitude do surfista, porém também tem pessoas que recriminam as publicações. Em resposta a uma internauta, Scooby fala, "fico imaginando quantos reais vc conseguiria ganhar com a sua estampa?".

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O humorista Sérgio Mallandro sobre ao palco do Teatro Boa Vista, na próxima sexta-feira (5), com seu novo show de stand-up comedy Sem Censura. A apresentação será baseada em episódios engraçados da sua vida artística. O show começa às 21h e os ingressos, à venda no teatro e no site Ingresso Rápido, custam R$ 60 e R$ 30.

Em Sem Censura, Sérgio contará causos e histórias de sua carreira, fazendo referência a personalidades como Xuxa, Jorge Benjor, Maradona e Silvio Santos. Durante a apresentação, o humorista revive o quadro Porta dos Desesperados, que conduzia na televisão nos anos 1980.

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Serviço

Sem Censura, com Sérgio Mallandro

Sexta (5) | 21h

Teatro Boa Vista (Rua Dom Bosco, 551 - Boa Vista

R$ 60 e R$ 30

(81) 4003 1212

Um forte apoio a uma internet livre e sem censura de governos foi registrado em países emergentes e em desenvolvimento, entre eles Argentina, Chile e Brasil, revela uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19), nos Estados Unidos.

O Centro de Investigação Pew indicou que em 22 dos 24 países pesquisados a maioria se opôs às restrições do governo à atividade online. O apoio foi especialmente alto entre as pessoas mais jovens e nos países com um alto número de usuários de internet. Na Venezuela, 89% dos pesquisados disseram apoiar uma internet sem limitações, assim como ao menos 80% no Líbano, Chile, Egito, Argentina e Brasil.

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Também foram registrados números altos em México (79%), África do Sul (77%), Bolívia (76%), Malásia e Filipinas (ambos com 73%) e Nigéria (72%). "O apoio à liberdade na internet tende a ser forte nos países com altas taxas de penetração da internet, como Chile e Argentina, onde aproximadamente dois terços da população está online", disse o relatório do Pew.

"É menos comum nos países com taxas de penetração mais baixas, como Indonésia e Uganda", onde 55% e 49%, respectivamente, disseram se opor à censura do governo. A pesquisa é divulgada dias após o governo americano anunciar que deixará seu papel chave à frente das operações técnicas da internet, entregando estas funções "à comunidade multissetorial global".

Embora o governo americano tenha dito que trabalhará para manter a internet livre e aberta, os que questionam a decisão argumentam que a medida abre caminho para que outros países imponham novos controles sobre a atividade online.

Na pesquisa do Pew, o Paquistão teve a porcentagem mais baixa de pessoas que expressam oposição à censura (22%), mas 62% dos pesquisados não responderam ou se mostraram indecisos. Entre as pessoas mais jovens no grupo de 18 a 29 anos, uma grande maioria apoiou uma internet aberta em todos os países, salvo no Paquistão, disse o Pew.

Os resultados da Rússia contrastam com os do resto da pesquisa, com uma porcentagem relativamente baixa de 63% opondo-se à censura, apesar de a Rússia ter um dos níveis mais altos de uso da internet. As pessoas com maior educação eram mais propensas a apoiar uma internet aberta em muitos países. Na Tunísia, por exemplo, 73% das pessoas com formação universitária disseram que é importante ter acesso à internet sem censura do governo, comparado com 56% da população total.

Os investigadores do Pew conversaram com 21.847 pessoas de 24 economias emergentes e em desenvolvimento de 3 de março a 1 de maio de 2013, em entrevistas cara a cara. A margem de erro oscilou de 3,5% na Venezuela a 7,7% na Turquia, com a maioria variando entre 4% e 5%.

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