Tópicos | submarinos

A transferência de submarinos usados, da Marinha do Brasil, para a Argentina, anunciada há uma semana em Buenos Aires, ainda é uma ideia transitando em terreno pantanoso. A possibilidade entrou na pauta há cerca de seis meses, como meio de substituir com certa rapidez o Ara San Juan, que naufragou em novembro de 2017 com 44 tripulantes e sob a suspeita de estar conduzindo uma missão de inteligência nas proximidades das Malvinas, disputadas com a Inglaterra. O governo argentino desmente a versão. Os britânicos não comentam.

O documento bilateral destaca apenas "o estudo da possibilidade de transferência de submarinos IKL da Marinha do Brasil à Armada Argentina". Não trata de prazos. Fontes locais garantem que a entrega poderia envolver todos os quatro IKL-290/1400 empregados pelo Brasil há cerca de 30 anos. Não é bem assim.

##RECOMENDA##

Oficiais brasileiros sustentam que, se a iniciativa prosperar, abrangerá apenas duas unidades, provavelmente o S-30 Tupi, de 1989, e o S-31 Tamoio, de 1994. São modelos leves, de 1.440 toneladas, 36 marinheiros, 61 metros, armados com torpedos e minas pesadas.

De tecnologia alemã, o primeiro saiu do estaleiro de Kiel, no Mar do Norte. Os três outros foram construídos no Arsenal do Rio de Janeiro. Todos precisam ser submetidos a processos de revitalização e modernização. A base comercial da negociação deve tomar como referência para o valor dos navios, algo entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões - 10% do preço de um submarino novo do mesmo tipo.

Nos anos 80, engenheiros brasileiros usaram o projeto alemão para desenvolver um modelo mais robusto, o Tikuna, recebido em 2006. Desloca 1,5 mil toneladas, é cinco metros maior que os Tupis e teve a tecnologia atualizada.

Especialistas da área técnica da Armada gostariam que o presidente Mauricio Macri, em vez de discutir o recebimento dos IKL, mantivesse o plano elaborado pela Força de Submarinos, que prevê a recuperação do S-41 Santa Cruz (um "irmão" do San Juan, inoperante, recolhido para remodelamento desde 2015), e a compra ou construção local, nas facilidades industriais do estaleiro Tandanor, de um ou dois novos navios de 2 mil toneladas e elevada sofisticação de sistemas.

Os oficiais argumentam que os submarinos brasileiros precisam passar por uma extensa e demorada reforma, "são pequenos, antigos e tem desempenho modesto", disseram ao Estado. Mais que isso, não teriam condições de atuar seguidamente nas condições adversas do extremo sul do Oceano Atlântico, "mar de águas violentas e missões dilatadas". O San Juan, de 1,7 mil toneladas, desapareceu nessa região. Foi localizado um ano depois, em 2018, a 600 km da cidade de Comodoro Rivadávia e a 907 metros de profundidade.

Para um submarinista da reserva da Marinha do Brasil, "não faz sentido abrir mão de todos os meios quando os novos submarinos da classe Riachuelo ainda estão na primeira etapa dos procedimentos de finalização e recebimento".

De fato, o S-40 Riachuelo, entregue há seis meses, de tecnologia francesa, mas com alterações determinadas pela Marinha, e o segundo na linha de produção, o S-41 Humaitá, só estarão plenamente operacionais a partir de 2023. São os dois primeiros de uma série de quatro modernos Scorpène, de propulsão diesel-elétrica, 71 metros, 2,1 mil toneladas, capazes de disparar torpedos e, no futuro próximo, mísseis.

O problema é que os navios exigem tempo para as provas de mar, treinamento do pessoal de bordo e avaliação das capacidades operacionais. No período, e na hipótese de serem transferidos todos os quatro IKL-209/1400, a força naval do Brasil não estaria apta para atuar nesse viés estratégico. Ficaria limitada à disponibilidade do exemplar único da classe Tikuna, o S-34. O propósito em estudo é bem diferente, contempla um ciclo de reparos e troca de equipamentos para estender a vida útil dos navios em 10 ou 15 anos.

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Brasil estuda a entrega para a Argentina de até quatro submarinos alemães IKL-209, usados e operados pela Marinha há 30 anos. Todos precisam de reparos e modernização. A operação é citada no acordo bilateral da área de Defesa, assinado em Buenos Aires, durante a visita do presidente Jair Bolsonaro, pelos ministros Oscar Aguad e Fernando Azevedo e Silva.

Trata-se de um gesto histórico, que pretende, nos termos do documento, incluir "o estudo da possibilidade de transferência de submarinos IKL da Marinha do Brasil para a Marinha Argentina". No mesmo tópico são citados "a reparação, manutenção e construção" de versões convencionais, de propulsão diesel-elétrica, do mesmo tipo de navios.

##RECOMENDA##

Oficiais ouvidos ontem pelo Estado consideram a necessidade de conclusão da análise do negócio iniciada ainda em 2018. Os militares defendem a definição de um valor unitário para os submarinos, na faixa média entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões, e o estabelecimento de protocolos de compensação.

Há ainda uma questão a ser resolvida pelo Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty: a reação do Reino Unido, considerada a crise não solucionada envolvendo a soberania do arquipélago das Malvinas, causa de uma guerra de 65 dias, em 1982 que deixou 907 mortos.

Os quatro submarinos Tupy deslocam 1.440 toneladas e medem 61 metros. Levam 36 tripulantes. São armados com torpedos de 533 milímetros e têm autonomia de 15 mil quilômetros. O modelo é da empresa alemã HDW. Engenheiros navais brasileiros usaram o projeto para construir o Tikuna, uma versão maior, com capacidade estendida, em uso desde 2006. Essa unidade não entra na negociação bilateral.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Marinha começou hoje (20) a fase de integração dos quatro submarinos convencionais da Classe Riachuelo, construídos pelo Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). O presidente Michel Temer e outras autoridades participaram da cerimônia de início da montagem final do primeiro deles, no Complexo Naval de Itaguaí, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O presidente acionou o mecanismo simbólico que uniu duas partes da embarcação.

Temer destacou a importância da construção do submarino para o desenvolvimento tecnológico e científico do país. "Vamos avançando a passos firmes em um projeto abrangente e ambicioso. O Prosub é peça chave não apenas em nossa política de defesa, mas também em nossa estratégia de desenvolvimento científico e tecnológico. Estamos construindo mais um capítulo em defesa da soberania nacional".

##RECOMENDA##

O presidente lembrou que a construção do submarino de propulsão nuclear, com tecnologia totalmente brasileira, impulsionará também setores tecnológicos como a medicina e a matriz energética, além de gerar empregos de mão de obra extremamente especializada.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, destacou a importância do país ter capacidade de dissuasão, alcançada com os submarinos, apesar de ser um país pacífico. "Vai nos possibilitar a capacidade de ter uma tecnologia que nos dê defesa, desenvolvimento e produtividade. O Brasil é um país provedor de paz. O Brasil é um defensor da ordem internacional e do direito internacional dos povos. Nós respeitamos a soberania e não aceitamos a solução pela força e a ingerência seja de quem for e por qual motivo. Mas infelizmente na ordem internacional prevalece a anarquia e não o direito. Por isso o Brasil precisa de capacidade de dissuasão para defender a sua soberania, o seu território e os seus interesses. Embora pacífico, não é desarmado e nunca será desarmado na defesa de seu povo e dos seus interesses".

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, lembrou que o projeto gera 4.700 postos de trabalho diretos e indiretos, o que é necessário para o estado, segundo ele, inclusive para promover a segurança.

"Hoje, a gente começa a retomar [a economia], devido a esse grande trabalho da equipe econômica. O Brasil começa a crescer de novo. O que nós precisamos no estado do Rio é de muita segurança, e o senhor [presidente Temer] está sendo parceiro nosso, mas a gente precisa muito de emprego, que a atividade econômica volte fortemente. O que o ministro [da Fazenda, Henrique] Meirelles puder colocar aqui, trazer investimentos estratégicos, é fundamental. A gente só ganha a guerra da segurança pública com a carteira de trabalho assinada".

As autoridades não deram declarações sobre a intervenção militar federal no Rio de Janeiro e saíram sem conversar com a imprensa.

Construção

Essa fase é a última antes do lançamento ao mar do submarino Riachuelo, previsto para o segundo semestre. A montagem envolve elevada sofisticação tecnológica e o projeto conta com a participação de universidades e centros de pesquisa, fomentando o desenvolvimento tecnológico e de materiais do país.

Os segmentos foram construídos na Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem), também em Itaguaí, e foram transportados em três etapas. A primeira, no dia 14 de fevereiro, levou para o local da montagem, distante cinco quilômetros do local de fabricação, uma parte com 39,86 metros de comprimento, 12,30 de altura e pesando 619 toneladas. A segunda parte, com 18 metros de comprimento e 370 toneladas, foi transportada no dia 4 de fevereiro. O último segmento, com 14 metros e 190 toneladas, foi movimentado no dia 8 de fevereiro.

O comandante da Marinha, almirante de esquadra Leal Ferreira, ressaltou que o país recupera com o projeto a capacidade de construção de submarinos. O primeiro será incorporado à frota em 2019 e, até 2023, um por ano. Ele admitiu um atraso de dois anos no projeto, devido principalmente a dificuldades relativas a cortes orçamentários.

"Os atrasos tivemos dois aspectos, o orçamentário, que todos da esfera federal tiveram, e o técnico, envolvidos com o modelo, que é mais comprido que o francês. O submarino que vamos receber em 2019 estava previsto para 2017", disse o almirante.

Além dos quatro submarinos convencionais, o Prosub, lançado em 2008 num acordo de transferência de tecnologia com a França, também está construindo o primeiro submarino de propulsão nuclear do Brasil, com tecnologia totalmente brasileira. A previsão é que o submarino nuclear brasileiro fique pronto em 2029.

O Brasil conta atualmente com cinco submarinos, sendo um da classe Tikuna, construído no Brasil e que ficou pronto em 2008, e quatro da classe Tupi, sendo o primeiro construído na Alemanha entre 1987 e 1989 e os outros três, iguais ao alemão, montados no Brasil, mas sem transferência de tecnologia, nas décadas de 1990 e 2000.

O modo como as águas-vivas e as lampreias se deslocam, sugando a água para se mover pra frente, pode ajudar na concepção de um novo tipo de submarinos, que demandem menos energia - é o que diz um estudo publicado nesta terça-feira (3).

"Nossas pesquisas mostram que as medusas e as lampreias aspiram a água para poder ir pra frente em vez de empurrar contra a água que fica para trás, como imaginávamos", disse à AFP John Dabiri, da universidade norte-americana de Stanford, co-autor do estudo publicado pela revista Nature Communications.

A descoberta "coloca em xeque todas as nossas hipóteses anteriores", segundo o engenheiro. Essa constatação poderia, eventualmente, permitir "conceber veículos submarinos que de deslocam com uma eficácia energética inédita", segundo ele.

Já se sabia que as águas-vivas e as lampreias eram capazes de mover-se rapidamente sem gastar muita energia, mas não se sabia a razão. "Se o mecanismo de aspiração observado nos animais puderem ser aplicados a veículos subaquáticos, seria possível obter poupanças de energia significativas", argumenta o engenheiro.

As lampreias são uma espécie de peixe muito antiga, que ondulam como uma enguia, e as águas-vivas são seres moles sem cérebro ou espinha dorsal, que habitam os oceanos há milhões de anos, antes mesmo da formação dos continentes.

Para a definição da locomoção, os investigadores estudaram a pressão da água que circunda os animais. "Ao medirmos, pela primeira vez, a pressão que esses animais têm sobre a água ao redor, nós demonstramos que o seu mecanismo de nado é muito diferente do que pensávamos", explicou John Dabiri.

De acordo com o seu modo de movimento, o animal cria na água que o circunda, uma alta ou baixa pressão. Mover o corpo para o lado cria uma alta pressão, de modo que a rotação do corpo cria turbilhões que são acompanhadas por uma pressão baixa.

No caso de a pressão elevada, o animal pode ser utilizado para a propulsão, enquanto uma baixa pressão puxa os animais para a frente como se tivesse sido sugado. "Nossos resultados indicam que estes nadadores, de alto desempenho, usam principalmente o mecanismo de baixa pressão", apontou Dabiri.

Quatro vulcões extintos descobertos em frente à costa de Sdyney permitirão compreender melhor a separação da Nova Zelândia da plataforma continental australiana há milhões de anos, indicou nesta segunda-feira um grupo de cientistas.

Os quatro vulcões, descobertos em maio, estão situados em alto-mar, a 250 km de Sydney, maior cidade da Austrália.

Os vulcões, localizados em uma zona de 20 km, constituem uma espécie de "janela no porão" do fundo do mar, segundo Richard Arculus, vulcanologista da Universidade Nacional da Austrália.

"Nos conta algo da história da separação, ocorrida de 40 a 80 milhões de anos atrás, de Nova Zelândia e Austrália", acrescentou.

"Vão ajudar os cientistas em suas futuras explorações e investigações sobre os segredos da crosta terrestre", disse.

Os vulcões se encontram a 4.900 metros de profundidade.

Um deles tem uma cratera de 1.500 metros de diâmetro e se eleva a 700 metros.

Os vulcões foram descobertos pelo Investigator, um navio científico australiano, equipado com um sonar para cartografar o fundo do mar.

A presidenta Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (1º) que o Brasil provou ser capaz de cumprir o papel do desenvolvimento cientifico e tecnológico na área de defesa, com a inauguração da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (Ufem) – primeira etapa para a construção de submarinos. A fábrica faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub) da Marinha. A infraestrutura servirá para a construção e manutenção de cinco submarinos.

“Com este empreendimento entramos em um seleto grupo, dos integrantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas com acesso ao submarino nuclear”, destacou Dilma, ao ressaltar que atualmente, a tecnologia de propulsão nuclear é dominada apenas pela China, pelos Estados Unidos, pela França, Inglaterra e Rússia – membros permanentes do órgão. Atualmente o Brasil não integra o Conselho de Segurança da ONU. “Uma indústria da defesa é uma indústria da paz, mas, sobretudo, do conhecimento. Aqui se produz tecnologia e tem um poder imenso de difundir tecnologia”, completou a presidenta durante a inauguração da Ufem, em Itaguaí, município da região metropolitana do Rio.

##RECOMENDA##

O investimento – que inclui a construção da Ufem, do estaleiro e da base naval, que abrigará os submarinos – será R$ 7,8 bilhões até 2017. O programa foi iniciado em 2008, resultado de uma cooperação entre o Brasil e a França que prevê transferência de tecnologia e criação de consórcios entre empresas dos dois países. Dos cinco submarinos previstos, quatro serão movidos a motor diesel-elétrico e um com reator para propulsão nuclear, que é mais autônomo e gera energia por mais tempo. A planta de propulsão nuclear será desenvolvida com tecnologia inteiramente nacional.

O ministro da Defesa, Celso Amorim, declarou que a decisão de implementar oprograma demonstra que o Brasil entendeu que a segurança não é algo delegável. “Um país que quer ser autônomo e se firmar no mundo deve cuidar da sua segurança. Se formos eternamente dependentes daquilo que os outros nos fornecerem não teremos nossa autonomia, não poderemos defender nossos recursos, nossa população e a nossa orientação no mundo.”

Amorim também ressaltou que as ações vão gerar emprego e estimular a indústria naval e nacional. De acordo com a Marinha, as construções vão gerar 9 mil empregos diretos e 32 mil postos indiretos. O estaleiro de construção está previsto para ser concluído em dezembro de 2014, a base naval em 2017 e o primeiro dos quatro submarinos convencionais deve começar a operar em 2017. Os demais submarinos convencionais devem ser entregues em intervalos de 18 meses, e o de propulsão nuclear, depois de 2025, após testes no mar.

O diretor da Organização de Energia Atômica do Irã, Fereydoon Abbasi Davani, descartou a hipótese de seu país construir navios e submarinos movidos a energia nuclear, como proposto por alguns deputados iranianos, mas ressalvou que Teerã tem a tecnologia para fazer isso no futuro, caso tome essa decisão. "Não temos planos agora nessa área, mas temos a capacidade de desenhar reatores para navios. Se for necessário e o governo assim decidir, não teremos problemas em avançar na direção desses sistemas e tecnologias", afirmou Davani, citado pela agência iraniana Isna.

No começo de julho, deputados iranianos apresentaram no Parlamento do país um projeto de lei determinando que o governo faça preparativos para que o Irã passe a produzir navios comerciais e submarinos movidos a energia nuclear, uma tecnologia cara e fora do alcance da maioria dos países. Davani disse que "neste momento, não temos para isso. Atualmente, a produção de urânio enriquecido a 20% está sendo feita para o reator de pesquisa de Teerã e o outro reator similar que estamos planejando construir".

##RECOMENDA##

Segundo o chefe da agência nuclear iraniana, "para navios, não é necessário ter o combustível enriquecido a mais de 20%; há reatores que funciona com 3,5% a 5% em navios. Mas, para submarinos, urânio mais enriquecido seria necessário".

Em fevereiro deste ano, o governo do Irã anunciou que já estava produzindo urânio enriquecido a 20% - ou seja, produzindo material do qual 20% pelo menos correspondem ao isótopo 135 de urânio, apropriado para reações nucleares em reatores de pesquisa ou de produção de energia. O governo dos EUA a princípio reagiu afirmando que Teerã não tinha alcançado essa capacidade, mas o enriquecimento a 20% foi confirmado pelos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA, da ONU).

Os EUA e seus aliados sustentam que o programa nuclear iraniano tem objetivos militares, o que o governo iraniano nega, e impuseram uma série de sanções econômicas contra o Irã, embora o enriquecimento de urânio a 90%, necessário para a construção de bombas atômicas, ainda esteja fora do alcance dos iranianos. Em 2009, o Irã propôs trocar seu urânio enriquecido a 3,5% por urânio a 20% que seria fornecido pela comunidade internacional, para abastecer o reator de pesquisa de Teerã, mas os EUA rejeitaram esse acordo.

Ainda sobre o desenvolvimento de reatores nucleares para navios e submarinos, Davani disse que caso alguma decisão sobre isso seja tomada no futuro, "nós vamos manter a necessária coordenação com a AIEA". O Irã é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear, pelo qual os países membros que não têm armas atômicas se comprometem a não desenvolvê-las e os países que as possuem devem reduzir, e eventualmente eliminar, seus arsenais. O único país do Oriente Médio a ter armas nucleares é Israel, que não é signatário do tratado. As informações são da Dow Jones.

Leianas redes sociaisAcompanhe-nos!

Facebook

Carregando