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Cerca de 3,2 milhões de pessoas estão à procura de emprego há dois anos ou mais no Brasil. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso representa 25,2% dos 12,5 milhões de desocupados do país.

Ainda segundo o IBGE, cerca de 1,8 milhão, ou 7,1% dos desocupados, estavam há menos de um mês procurando emprego. A taxa de desemprego no país no terceiro trimestre deste ano, divulgada no fim de outubro, ficou em 11,8%, abaixo dos 12% registrados no segundo trimestre.

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A Pnad-Contínua divulgada hoje trouxe ainda dados sobre taxa de desemprego dos estados. O estado de São Paulo foi o único a apresentar queda na taxa de desemprego do segundo para o terceiro trimestre deste ano. A taxa recuou de 12,8% para 12% no período em São Paulo.

Segundo a pesquisadora da IBGE, Adriana Beringuy, a queda ocorreu devido à redução do número de desempregados e não em função do aumento da ocupação.

Já Rondônia foi o único estado com alta na taxa de desemprego, ao passar de 6,7% para 8,2%. As outras 25 unidades da federação tiveram estabilidade na taxa, de acordo com os dados do IBGE.

As maiores taxas foram observadas nos estados da Bahia (16,8%), Amapá (16,7%) e Pernambuco (15,8%). Já os menores níveis foram registrados em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, houve altas em Goiás (que passou de 8,9% para 10,8%) e Mato Grosso (de 6,7% para 8%). Três estados tiveram queda neste tipo de comparação: São Paulo (13,1% para 12%), Alagoas (de 17,1% para 15,4%) e Sergipe (17,5% para 14,7%).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas ou subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas) foi de 24% no país. Maranhão (41,6%) e Piauí (41,1%) apresentam estimativas acima de 40%.

Por outro lado, as menores taxas foram observadas em Santa Catarina (10,6%), Mato Grosso (14,7%), Rio Grande do Sul (16,3%) e Mato Grosso do Sul (16,3%).

Desalentados

O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) foi de 4,7 milhões de pessoas no terceiro trimestre. Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil) e no Maranhão (592 mil) e os menores em Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).

O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,2%. Os maiores percentuais estavam no Maranhão (18,3%) e Alagoas (16,5%) e os menores em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).

Empregos formais

Santa Catarina tinha o maior percentual de empregados com carteira assinada (87,7%). Já o menor percentual estava no Maranhão (49,9%).

As unidades da federação com maior percentual de trabalhadores sem carteira de trabalho assinada no setor privado foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%). As menores taxas foram observadas no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

Uma pesquisa feita pela organização não governamental Avaaz, em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), mostra que a credibilidade das vacinas é menor entre homens e jovens de 16 a 24 anos. O estudo mapeou o impacto das fake news contra vacinas e contou com um questionário domiciliar em que o Ibope ouviu 2.002 pessoas entre 19 e 22 de setembro deste ano, em todas as regiões do país.

Segundo a pesquisa, 54% dos brasileiros consideram as vacinas totalmente seguras, e 31% avaliam que elas são parcialmente seguras. Para 8%, elas são parcialmente inseguras, e 6% responderam que elas são totalmente inseguras. A soma dos três últimos grupos mostra que 45% dos brasileiros têm algum grau de insegurança em relação às vacinas. Um percentual de 2% não respondeu ou não soube opinar.

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Entre os homens, cai para 49% o percentual dos que consideram as vacinas totalmente seguras, e os outros três grupos somam 48%. Em relação à faixa etária, a situação é mais preocupante entre os jovens de 16 a 24 anos, já que 45% veem as vacinas como totalmente seguras e 53% têm algum nível de insegurança.  

As pessoas com ensino médio se mostraram menos seguras sobre as vacinas do que aqueles com nível fundamental completo ou incompleto, sendo este último grupo o que dá maior credibilidade às imunizações (61%). Segundo a pesquisa, metade das pessoas que pararam de estudar ao concluir o ensino médio têm inseguranças em relação à vacinação, enquanto para quem tem nível superior esse percentual cai para 43%.  

Assim como nos níveis de escolaridade, a camada mais pobre da população, com renda de até um salário mínimo, é a que confia mais nas vacinas. O resultado se repete entre as classes D e E, que superam a A, a B e a C no percentual que avaliou as vacinas como totalmente seguras. Para o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha, os dados de renda, classe social e escolaridade mostram que a população mais pobre está menos impactada pelas fake news por consumir mais as informações da mídia tradicional, utilizar mais os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) e ter menos acesso às redes sociais.

"Elas são bastante impactadas pelas mídias tradicionais, mesmo sendo populações mais carentes. E tem a ação do SUS. São pessoas que são usuárias do SUS. E quando elas conseguem acessar o sistema, os profissionais de saúde se tornam muito importantes na informação".

Outro dado trazido pela pesquisa é que os evangélicos dão menor credibilidade às vacinas que os católicos e as pessoas que se declararam de outras religiões. Enquanto 60% dos católicos e 49% do terceiro grupo consideram as vacinas totalmente seguras, esse percentual cai para 44% no caso dos evangélicos, o menor percentual entre todos os recortes populacionais.

Fake News

O questionário mostra que 61% dos entrevistados já receberam mensagens negativas sobre vacinas nas redes sociais, sendo que 9% disseram que essas mensagens chegam todos os dias ou quase todos os dias.

Entre as pessoas que declararam considerar as vacinas parcialmente inseguras, 72% disseram ter recebido notícias negativas por redes sociais. E, entre os que disseram que elas são totalmente inseguras, esse percentual é de 59%.

A pesquisa revela que a mídia tradicional ainda é a principal fonte de informação sobre vacinas para a população, sendo citada por 68% dos entrevistados, que podiam apontar as três fontes principais de informações sobre o assunto. As redes sociais ficaram em segundo lugar, com 48%, à frente do governo (42%) e dos profissionais de saúde (41%). O presidente da SBIm acredita que a disponibilidade das redes sociais contribui para que elas tenham ultrapassado fontes oficiais.

"A gente tem que estar disponível para ensinar e esclarecer da mesma forma que as pessoas que disseminam essas inverdades estão. A gente tem que encontrar tempo, disponibilidade e uma linguagem pra isso", diz ele, que reconhece que redes sociais como o Whatsapp favorecem a criação de "guetos", onde informações que desmintam fake news dificilmente conseguem penetrar. "É importante a gente ter a parceria com as plataformas [de redes sociais]".

Para a coordenadora de campanhas do Avaaz no Brasil, Nana Queiroz, o país vive uma epidemia de desinformação que precisa ser combatida por diferentes esferas de governo, sociedades médicas e também pelas plataformas de redes sociais, como o Facebook, o YouTube, o Instagram e o Whatsapp. "Nesse caso, o remédio é que as plataformas mostrem correções (vindas de checadores de fatos independentes) a todos que foram expostos a notícias falsas. Essa estratégia ficou conhecida mundialmente como correct the record [corrigir o erro]. Ela é prática, justa e nos protege contra a censura, pois nada é tirado do ar: apenas corrigido".

O Avaaz analisou ainda 30 histórias falsas sobre vacinas desmentidas pelo Ministério da Saúde e por serviços jornalísticos de checagem de informações. Esses conteúdos tiveram  23,5 milhões de visualizações e 578 mil compartilhamentos no Facebook. Além disso, foram 2,4 milhões de visualizações no YouTube. Quase metade desses artigos ou vídeos foi traduzida de sites antivacina dos Estados Unidos.

A Marinha informou que o navio de pesquisa oceanográfico Vital de Oliveira deixou, nesta quarta-feira (13), o Porto de Ilhéus, na Bahia, para instalar a comissão de Levantamento Ambiental da Costa Nordeste, com a missão de coletar e medir dados ambientais, a fim de contribuir para a compreensão da dispersão do óleo ao longo do litoral atingido.

O navio dispõe de acomodação para pesquisadores e infraestrutura completa de pesquisa, concentrando 28 equipamentos científicos de última geração, que permite a interação entre representantes de várias instituições do país e a Marinha. O navio também tem elevada capacidade de permanecer na área de operação por extensos períodos.

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Os trabalhos ocorrerão ao longo do litoral nordestino e envolvem diversas tarefas, tais como a realização de estações oceanográficas para perfilagem vertical de temperatura e salinidade da coluna d’água, coleta de amostras de água para análise química para verificar a presença de óleo, além da análise de correntes marinhas, coleta de amostras do solo marinho, medições de profundidade utilizando ecobatímetro e um equipamento sofisticado que faz medições de temperatura e salinidade com o navio em deslocamento.

A Marinha informou ainda que foi acionado o Plano de Área do Espírito Santo, onde foram recolhidos fragmentos de óleo nas praias de Barra Nova, Degredos e Regência, o primeiro estado na Região Sudeste a ser atingido pelo óleo. A finalidade é realizar ações de proteção a áreas sensíveis e limpeza de praia. O plano, aprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em conjunto com o Instituto Estadual do Meio Ambiente do Espírito Santo, envolve 25 empresas e instalações portuárias em todo o estado.

 

Pesquisadores do Instituto Dinamarquês de Prevenção ao suicídio, em parceria com a Universidade de Estocolmo, descobriram que o número de suicídios entre homens e mulheres homossexuais caiu quase pela metade desde que houve a legalização do casamento gay.

Esse levantamento compara os números da Suécia e da Dinamarca. São nesses países que o número de suicídios dos homossexuais caiu 46%. Por outro lado, a taxa de suicídio entre os casais gays é duas vezes maior do que o registrado pelos casais héteros. 

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Ao site The Local, Annette Erlangsen, que liderou o estudo no Instituto Dinamarquês de Prevenção, afirma que os números ainda continuam preocupantes para as pessoas LGBTQI+ que não estão em nenhuma relação amorosa. "É claro que é positivo que a taxa de suicídio quase tenha caído pela metade, mas continua preocupantemente alta", salienta a pesquisadora.

Os jovens LGBTQI + têm pelo menos três vezes mais chances de cometer suicídio do que os jovens hetrossexuais, de acordo com um meta-estudo de 2018 com pesquisas em 10 países diferentes. 

A pesquisa, que foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health, acompanhou 28 mil pessoas em uniões do mesmo sexo ao longo de, pelo menos, 11 anos. 

Os dados da extrema pobreza no Brasil, revelados pela Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram destacados pelo deputado João Paulo (PCdoB), no Pequeno Expediente desta quinta (14). Levantamento mostra que o País chegou, em 2018, a 13,5 milhões pessoas com renda mensal per capita inferior a R$ 145, critério adotado para identificar a condição.

“São números dramáticos, se comparados aos que tínhamos nos governos de Lula e Dilma”, comentou o parlamentar, ressaltando que o estado de miséria é maior nas regiões Norte e Nordeste, principalmente com pessoas com pouca ou nenhuma instrução. “Em algumas comunidades, vi mães mostrarem armários sem nenhum alimento”, relatou. “Os dados também mostram que, dessas pessoas que estão extrema pobreza,  10 milhões são da cor parda ou preta.”

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Para o deputado comunista, a política econômica do Governo Bolsonaro pode piorar a situação. “A equipe do atual presidente, voltada para o estado mínimo e o ajuste fiscal, não parece preocupada com essa emergência social. Ao contrário, para ele, ‘dizer que se passa fome no nosso País é um discurso populista’”, relembrou João Paulo. “Se o Brasil de hoje se parece com os Estados Unidos da depressão econômica dos anos 1930, no futuro, pode ter a cara do Chile de hoje”, concluiu.

*Da Alepe

 

A maior parte da população discorda da tentativa do governo de congelar o salário de servidores públicos federais como uma medida para conter os gastos em tempos de crise. Os dados são da pesquisa XP Ipespe, divulgada nesta quarta. Por ela, 57% dos entrevistados dizem que o governo deveria continuar reajustando os salários. Outros 36% concordam com a medida emergencial.

A pesquisa mediu ainda a percepção da população sobre a demissão dos servidores. O governo defende a flexibilização das demissões, que hoje são muito burocráticas. A pesquisa mostra um equilíbrio nas posições. Para 46%, as normas atuais são negativas, por incentivarem a baixa produtividade. Outros 41% consideram as regras positivas ao impedirem demissões por razões políticas.

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No entanto, ao serem questionados sobre a flexibilização dessas regras de desligamento em tempos de crise, 52% concordam. E outros 39% defendem a manutenção das regras atuais.

Segundo o levantamento, a percepção da população entrevistada é de que os servidores públicos trabalham menos (59%) e ganham mais (52%) do que os trabalhadores da iniciativa privada.

A pesquisa mostra também que o conhecimento sobre o pacote de reformas estruturais apresentado no início deste mês é limitado. Pouco mais da metade dos entrevistados (55%) conhece o conjunto de medidas. Entre estes, 57% dizem que vão na direção correta.

A pesquisa ouviu 1.000 pessoas, nos dias 6, 7 e 8 de novembro. A margem de erro máxima é de 3,2 pontos percentuais.

Um lote de 50 amostras - de um total de 150 - de moluscos, peixes e crustáceos de 12 localidades pesqueiras do Litoral de Pernambuco foi enviado para análise da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC). A intenção do Governo do Estado é confirmar que os pescados estão aptos para o consumo e não foram infectados pelo óleo que devastou a costa nordestina.

“Esta análise vai nos dar condições de afirmar se houve contaminação dos pescados e, em caso positivo, em que intensidade. Só a partir dessa avaliação será possível afirmar se os pescados estão livres de contaminação e liberados para o consumo da população”, pontuou o secretário de Desenvolvimento Agrário Dilson Peixoto.

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Com foco na pesca artesanal, o material foi coletado nos estuários do Rio Capibaribe, Itapissuma, Itamaracá, Igarassu, Goiana, Paulista, Cabo de Santo Agostinho, Rio Formoso, Tamandaré, Ipojuca e São José da Coroa Grande.

Após a análise feita pelo laboratório que presta serviço à Petrobras em casos de contaminação de óleo, está previsto que o monitoramento das localidades seja assumido pelo Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep), como explicou Dilson. “Esse tipo de acidente, com possibilidade de contaminação por hidrocarbonetos, tende a deixar vestígios por muito tempo, por isso a necessidade de manter o monitoramento dos pescados por meses e até anos”, avaliou.

Seis de cada dez desempregados do País (65%) estão sem trabalho há mais de um ano, aponta a pesquisa Hábitos do Trabalho, contratada pela Alelo e realizada pelo Instituto Ipsos. Segundo o estudo, os mais afetados pela demora são os mais velhos: no grupo de pessoas com idade entre 55 e 65 anos, 49% procuram uma nova ocupação há mais de 5 anos e 31%, entre 2 e 5 anos.

Do grupo dos mais velhos, 28% citaram a faixa etária como principal empecilho para voltar ao mercado de trabalho. Entre os mais jovens, a principal dificuldade mencionada (36%) é a falta de vagas.

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"A busca por uma nova recolocação é recorrente para 76% do total dos desempregados ouvidos na pesquisa, mas essa procura diminui conforme a idade aumenta. O levantamento mostrou que, das pessoas com idades entre 55 e 65 anos, 56% deles não estão à procura de uma nova ocupação", disse a diretora de Gente e Inovação da Alelo, Soraya Bahde, no comunicado de divulgação do estudo.

De acordo com a pesquisa, quase metade dos entrevistados afirmou que realiza trabalhos paralelos sem vínculos empregatícios para se manter. As principais áreas citadas foram serviços de limpeza de casas, revendedor de produtos por catálogo, venda de artesanatos, doces e salgados e serviços domésticos em geral. Entre os desempregados, 42% acreditam que empreender pode ser o caminho para retornar ao mercado.

Segundo o levantamento, 39% dos pesquisados afirmaram terem sido demitidos por corte de pessoal e 20% disseram ter pedido demissão por motivos pessoais. No recorte de gênero, a demissão por corte de vagas foi mais citada por homens (50%) e a saída por motivos pessoais, pelas mulheres (25%).

Metodologia

A pesquisa Hábitos do Trabalho, encomendada pela empresa Alelo, entrevistou 2.333 pessoas por meio de um levantamento on-line. Destas, são 1.518 empregadas, 468 desempregadas e 347 autônomas. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para cima e para baixo.

O recorte demográfico considerou 54% de homens e 46% de mulheres, com idade entre 18 e 65 anos. O estudo foi realizado nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Florianópolis, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador e Fortaleza.

A indústria paraense registrou queda de -8,3% em setembro em relação ao mês anterior, a maior queda entre os 14 Estados avaliados pela pesquisa. A segunda maior queda foi do Amazonas, com -1,6%, enquanto a maior alta do setor no mês foi para a Bahia com 4,3%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física (PIM-PF), divulgada pelo IBGE.

A queda do mês de setembro eliminou a alta de 8,2% do mês de agosto, o que resultou em uma situação de estabilidade do setor no segundo semestre. Em maio, o setor registrou o maior aumento já visto em um mês em toda a série da pesquisa com 61,2%.

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Em comparação com setembro de 2018, a indústria paraense também registrou queda, com índice de -2,0%, o que foi influenciado pela indústria extrativa. Essa indústria registrou queda de -4,4% com diminuição na produção de minérios de ferro e de alumínio.

As indústrias de transformação registraram alta de 18,2% em comparação com setembro do ano anterior por influência da metalurgia. Este grupo de atividade teve aumento de 55% no período com maiores produções de óxido de alumínio, alumínio não ligado em formas brutas e ferro-gusa.

Ainda dentro das indústrias de transformação, a fabricação de produtos alimentícios também registrou alta com 12,5%. Os produtos que mais influenciaram nesse resultado foram as carnes de bovino frescas ou refrigeradas, água de coco, óleo de dendê refinado e a farinha de trigo.

Por João Paulo Costa, da assessoria do IBGE.

Um grupo de pesquisadores que analisou estatisticamente dezenas de milhares de progressões de acordes em hits clássicos da Billboard dos EUA diz ter descoberto o que torna algumas músicas tão agradáveis. De acordo com os cientistas, a resposta está na combinação certa de incerteza e surpresa.

Vincent Cheung, do Instituto Max Planck de Cognição Humana e Ciência Cerebral, na Alemanha, que liderou o estudo, disse à AFP que os dados podem até ajudar os compositores em suas criações.

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"É fascinante que os humanos possam obter prazer de uma peça de música apenas pela maneira como os sons são ordenados ao longo do tempo", disse.

Os compositores sabem intuitivamente que a expectativa tem um papel importante no prazer que obtemos da música, mas a relação exata permanecia nebulosa.

Em um artigo publicado pela revista Current Biology nesta quinta-feira, Cheung e coautores selecionaram 745 músicas pop clássicas da Billboard dos EUA de 1958 a 1991, incluindo "Ob-La-Di, Ob-La-Da", dos Beatles, "Red red wine", da UB40, e "Knowing me, knowing you", do ABBA.

Eles então usaram um modelo de aprendizado de máquina para quantificar matematicamente o nível de incerteza e surpresa de 80.000 progressões de acordes em relação um ao outro e tocaram uma pequena seleção para cerca de 80 indivíduos conectados a scanners cerebrais de ressonância magnética funcional (fMRI).

Os cientistas descobriram que quando os sujeitos do teste estavam relativamente certos sobre qual acorde esperar em seguida, eles acharam agradável quando foram, em vez disso, surpreendidos.

Por outro lado, quando os indivíduos não tinham certeza do que esperar em seguida, acharam agradável quando os acordes subsequentes não eram surpreendentes.

O prazer musical em si era refletido na amígdala, hipocampo e córtex auditivo do cérebro - regiões associadas ao processamento de emoções, aprendizado e memória, e processamento de sons, respectivamente.

Contrariamente a pesquisas anteriores, a equipe descobriu que o núcleo accumbens - uma região que processa expectativas de recompensa e que se pensava desempenhar um papel no prazer musical - refletia apenas a incerteza.

Cheung explicou que ele e seus colegas decidiram reduzir a música a apenas acordes porque as letras e a melodia poderiam lembrar os ouvintes de associações ligadas às músicas e contaminar o experimento.

Mas, acrescentou, a técnica poderia ser aplicada igualmente para investigar melodias, e ele também está interessado em entender se as descobertas permanecem semelhantes para outros gêneros, como o jazz, e tradições musicais não ocidentais, como as da China e da África.

O estudo se enquadra amplamente no campo relativamente novo da musicologia computacional, que fica na interseção entre ciência e arte.

Então os dados poderiam ajudar a desbloquear a fórmula mágica para escrever músicas?

"É uma característica importante que pode ser explorada, mas não seria a única coisa que pode ser usada para criar uma música pop", disse Cheung.

A equipe descobriu que as três progressões de acordes mais bem avaliadas que tocaram para os participantes do estudo apareceram em "Invisible Touch", da banda inglesa Genesis dos anos 80, no hit de 1968 "Hooked On A Feeling", de BJ Thomas, e no clássico dos Beatles "Ob-La-Di, Ob-La-Da ".

O Spotify divulgou nesta sexta-feira (1º), uma pesquisa realizada dentro da plataforma sobre o consumo de podcasts no Brasil. De acordo com a companhia há um aumento de 21%, mensal, no número de ouvintes do formato desde janeiro de 2018 - apenas em seu serviço de streaming. Mas ele não está sozinho. Outra plataforma que também endossa o crescimento, cada vez maior, do consumo desse tipo de conteúdo é um de seus maiores concorrentes nacionais, o Deezer.

Dezenas de milhões de usuários transmitem conteúdo de podcast mensalmente em todo mundo e com a criação de mais programas e o crescente aumento do público, a tendência é que plataformas do gênero caiam cada vez mais na rotina dos brasileiros. A pesquisa divulgada pelo Deezer, feita entre usuários de plataformas de streaming, aponta que o consumo de podcasts no país subiu 67% este ano.

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Números

Realizado em julho, o estudo analisou respostas do Brasil, França e Alemanha, entre ouvintes de podcast em geral. A média de crescimento de uso do Brasil ficou 17% acima da soma entre os três países, que foi de 50%. A maioria dos entrevistados, correspondente a 47%, tinham entre 24 e 35 anos. Outros 25% tinham entre 35 e 45 anos, enquanto 17% possuíam mais de 45 e 11% correspondiam a jovens entre 16 e 24 anos. A pesquisa também revelou que entre os usuários brasileiros, 25% escuta mais de 1 hora de podcast por dia. Mas esses não foram os primeiros estudos sobre o aumento do consumo.

Nunca vi nem ouvi, eu só ouço falar

Apesar da crescente popularização do formato o Brasil possui 120 milhões de internautas em que, 32% deles - ou seja 38,4 milhões de pessoas - sequer sabem o que é um podcast. Os números foram divulgados pelo Ibope, em uma pesquisa que entrevistou duas mil pessoas entre os dias 15 e 18 de janeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais. Existente há mais de 10 anos, o formato hoje contempla uma audiência de 40% da população brasileira, que já ouviu ou é ouvinte de algum programa de áudio pela internet.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e o Instituto Claro divulgaram, nesta quinta-feira (31), uma pesquisa chamada “Reprovação, distorção idade-série e abandono escolar - Dados do Censo Escolar 2018”, O levantamento apresenta dados das escolas públicas municipais e estaduais do Brasil. Os resultados revelaram um cenário preocupante: 3,5 milhões de estudantes foram reprovados ou abandonaram a escola em 2018. 

Segundo a pesquisa, 912.527 estudantes deixaram as escolas e 2,6 milhões foram reprovados por unidades de ensino municipais e estaduais. O estudo também revela que os meninos têm uma chance 64% maior de repetir de ano na comparação com as meninas. 

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Estudantes autodeclarados negros, indígenas e pardos são mais reprovados que os estudantes brancos. Mais de 453 mil pretos e pardos abandonaram escolas estaduais e municipais em 2018, enquanto esse número foi de 181 mil para estudantes brancos.

Estudantes com deficiência também são apontados como um grupo mais sensível à reprovação: têm 59% mais chances de serem reprovados, com uma taxa de reprovação de 13,82%, versus 8,68% de alunos sem deficiência. No que diz respeito à distribuição geográfica, há mais estudantes com distorção idade-série nas regiões Norte e Nordeste do país, apresentando 54,8% das crianças e adolescentes com dois anos de atraso ou mais.

O atraso escolar afeta mais de 383 mil crianças e adolescentes com deficiência, o que corresponde a mais de 48,9% das matrículas. As duas regiões também apresentam altas taxas de abandono escolar: 460 mil estudantes do ensino médio em 2018, representando 7% de todos os alunos matriculados nesse nível de ensino. 

Curso para escolas

O curso online “Trajetórias do Sucesso Escolar” foi criado pelas instituições que realizaram a pesquisa, segundo a Unicef, com o objetivo de auxiliar gestores de rede, gestores escolares e professores no diagnóstico, adesão e desenvolvimento de estratégias para o enfrentamento da cultura do fracasso escolar e planejamento. O site do curso permite que o usuário identifique recortes de dados por região, Estado, município, e escolas específicas, obtendo dados sobre reprovação, distorção idade-série e abandono escolar referentes a cada unidade de ensino.

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O percentual de mortes de motociclistas em acidentes de trânsito no Brasil subiu de 8,3% em 2000 para 24,8% em 2008, ano da implantação da Lei Seca, e continuou subindo, mais lentamente, até 33,4% em 2017, segundo o Boletim Proadess (Projeto de Avaliação de Desempenho do Sistema de Saúde), elaborado pelo Laboratório de Informação em Saúde (ICICT) da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo o levantamento, as regiões Norte e Nordeste apresentaram as maiores taxas de mortes em acidentes em 2017, 44,5% e 43,4%, respectivamente.  Em 2000, esses índices alcançavam 13,6% e 12,1% em cada região.

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O médico Josué Laguardia, pesquisador do ICICT e responsável pelo estudo, disse hoje (30) que vários fatores influenciam em um maior risco de morte em acidentes com motocicletas. São veículos que apresentam menor proteção para o motorista e o passageiro, do que um veículo automotor, como carro, caminhão ou ônibus, “que oferecem mais proteção do que uma moto, na qual o motorista tem maior exposição”. Segundo Laguardia, isso piora se ele não está usando capacete, luvas, botas, jaqueta adequada. “Tudo isso pode agravar o risco de um acidente ser fatal”, disse.

Laguardia acrescentou que uma via em que falta sinalização coloca em risco tanto motoristas como pedestres. A questão da velocidade e da qualidade da infraestrutura também influenciam em termos de maior risco de acidente e de lesão grave ou óbito. “É um conjunto de fatores que, inter-relacionados, pode aumentar o risco de acidente. E, no caso do motociclista, esse acidente pode ser mais grave por ele estar menos protegido. Assim como ocorre com o pedestre também”.

Gastos do SUS

A elevação da taxa de mortes em acidentes com motociclistas repercute também em termos de aumento de gastos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Josué Laguardia disse que além de ter profissionais para assistência no local do acidente e para fazer o atendimento adequado às vítimas no estabelecimento hospitalar, bem como no período de internação, os acidentados exigem muitas vezes uma equipe de profissionais para fazer sua reabilitação. 

“A maior gravidade das lesões vai demandar tempo de internação, cirurgias ortopédicas com colocação de órteses ou próteses, a questão da reabilitação. Tudo isso vai demandar recursos muitas vezes públicos para esses acidentados”.

O Boletim Proadess revela que dos R$ 260 milhões gastos pelo SUS em 2017 com internações por acidentes de trânsito, em torno de 63% foram destinados a motociclistas. O percentual mais elevado está no Nordeste (75,8%) e o menor na Região Sul (50,4%). Os motociclistas representavam 40% das pessoas internadas por acidentes em 2008 e passaram a representar mais de 50% em 2017. Laguardia disse que esses gastos excluem atendimento pré internação e pós-internação. 

Aumento de frota

No período 2000 a 2008, houve um aumentou em 211% na frota de motos e em 261% nas mortesde motociclistas no Brasil. No período posterior, de 2008 a 2017, esses índices caíram para 96,6% e 36,6%, respectivamente. Apesar disso, permanecem números elevados da frota de motos nas regiões Norte (163,5%) e Nordeste (167,4%) entre 2008 e 2017 e também do número de óbitos, que, entretanto, permanecem os mais altos do país (122,8% e 91,5%). Já o Sudeste teve taxa negativa de óbitos (-3,2%) no mesmo período.

De acordo com o porte dos municípios, verifica-se que a proporção de mortes de motociclistas em  cidades de até 20 mil habitantes e em municípios de 20 mil a 100 mil habitantes subiu de 9,9% e 10,4%, respectivamente, em 2000, para cerca de 38% em ambos em 2017.

O Boletim Proadess destaca que a maior parte das mortes envolvendo motos abrange a população jovem entre 20 e 39 anos de idade, sendo que cerca de 45% são óbitos do sexo masculino e 35% do sexo feminino.

O Procon Jaboatão realizou, entre os dias 25 e 29 de outubro, pesquisa de preços dos itens que compõem a cesta básica vendida nos principais estabelecimentos comerciais da cidade. De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (30), a média entre os valores encontrados é de cerca de R$187, o que demonstra uma retração de 4,38% em comparação ao mês de setembro.

A orientação do órgão, nesse caso, é para que o consumidor fique atento às promoções, garantindo, assim, sempre o melhor preço.

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O destaque para a maior variação de preço, de acordo com a pesquisa, ficou com o tomate. O valor do quilo do produto apresentou diferença de cerca de 505%, podendo ser encontrado de R$ 0,99 até R$ 5,99. Entretanto, a diminuição no valor da cesta, segundo a pesquisa, se deu pela queda nos preços do alho (32%), da laranja (19%), do pão francês (18%) e da farinha branca (16%).

*Da assessoria

De acordo com o levantamento do Instituto Paraná Pesquisa, 60,3% dos recifenses desaprovam a maneira que Paulo Câmara está governando Pernambuco. O número dos que aprovam chega aos 34%, pouco mais da metade dos insatisfeitos.

A pesquisa divulgada nesta terça-feira (29) mostra ainda que 30% dos eleitores recifenses apontam a administração do governador Paulo Câmara como péssima. Na outra ponta, 3% acham a forma como Paulo dirige Pernambuco ótima. 

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Levantamento foi feito durante três dias. Reprodução/Paraná Pesquisa

Para a realização desse levantamento, o Paraná pesquisa afirma que foi utilizado uma amostra de 828 eleitores. O trabalho de levantamento de dados foi feito através de entrevistas pessoais, com eleitores com 16 anos ou mais, durante os dias 25 e 28 de outubro de 2019. Tal amostra representativa do município de Recife atinge um grau de confiança de 95% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 3,5% para os resultados gerais.

Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (29), aponta que o deputado federal Daniel Coelho (Cidadania) lidera as intenções de votos para o comando da Prefeitura do Recife. De acordo com os dados da sondagem, o parlamentar aparece com 20% da preferência dos entrevistados. Daniel já concorreu duas vezes ao comando da capital pernambucana e vem sendo cotado como prefeiturável em 2020.

Em segundo lugar, vem a deputada federal Marília Arraes (PT) com 15,9% das intenções e logo depois o ex-ministro da Educação Mendonça Filho (DEM) apontado como a opção de voto de 12,4% dos entrevistados.

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Cotado como o indicado do atual prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), para a disputa, o deputado federal João Campos (PSB) aparece apenas em quarto lugar com 12,2%. João é filho do ex-governador Eduardo Campos (PSB) e é considerado a aposta pessebista para se manter no poder na capital pernambucana.

A delegada Patrícia Domingos (sem partido) também teve o nome aferido. Caso seja candidata, hoje ela receberia 9,3% da preferência dos eleitores. Patrícia era a titular da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, extinta pelo Governo de Pernambuco. 

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT), que também é ventilado por aliados como opção do partido para a disputa municipal, tem, de acordo com o levantamento, 6,5%. O vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), tem 2,1% e o deputado federal André de Paula (PSD) 1,7%.

O levantamento foi às ruas entre os dias 25 a 29 de outubro, ouvindo 828 eleitores. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. 

O estudo, segundo o Paraná Pesquisas, foi registrado no Conselho Regional de Estatística da 1ª, 2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 7ª Região sob o nº 3122/19.

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A 10º Feira de Ciências, Tecnologia e Inovação (Fecti), que se encerra nesta sexta-feira (25), na Estação das Docas, em Belém, abriu espaço para a divulgação da produção científica do Estado do Pará. Realizada pela Secretária de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional, a Fecti apresenta projetos e ações de empreendedorismo social, uso da robótica como auxílio no processo de ensino-aprendizagem, tecnologias sociais, uso de energias renováveis, biojoias etc.

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A exposição se estende até às 17 horas, com entrada gratuita.

 

O Governo de Pernambuco anunciou na tarde desta quarta-feira (23), um edital para estimular pesquisas sobre os efeitos das manchas de óleo encontrados no litoral do Estado, estudos oceanográficos e as consequências aos ecossistemas atingidos e à saúde da população. A Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e Inovação anuncia que a iniciativa contará com um aporte de recursos de R$ 2,5 milhões.

“O governador resolveu lançar um edital, através da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), para contratar 12 projetos, em várias áreas, como na de Oceanografia, por exemplo, para medir a qualidade da água e saber se está apta para mergulho. Temos ainda a questão dos pescados. Isso tudo é para curto, médio e longo prazo”, explica o secretário Aluísio Lessa.

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De acordo com o governo, em curto prazo deve-se primeiro tratar o que está acontecendo nas praias, avaliando a chegada do volume de óleo. O edital é voltado para a contratação de laboratórios, instituições e parcerias. O diretor-presidente da Facepe, Fernando Jucá, aponta que existem seis áreas temáticas de pesquisa e desenvolvimento. 

"Vamos tirar proveito dos conhecimentos, da competência que já existe instalada no Estado de Pernambuco, para aplicar nesse problema que temos em mãos. São grupos de pesquisas de instituições públicas e privadas que podem submeter seus projetos, no valor aproximado de R$ 200 mil cada um, para serem executados no prazo de um ano”, explica Jucá.

Moacyr Araújo, vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), garante que algumas análises já estão em andamento. “A princípio, nós precisamos ter um plano, que já está sendo executado, de análise de todo esse pescado, de organismos como peixes e ostras. Sobretudo naqueles estuários que foram mais impactados. A partir daí, vamos ter um diagnóstico do nível de contaminação, mas já temos amostras sendo analisadas”, assegura Araújo.

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Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, desenvolvedora dos aplicativos dfndr security, 5 em cada 10 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

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Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte (via PSafe):

1 - Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 8 caracteres;

2 - Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;

3 - Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;

4 - Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;

5 - Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.

O nome do apresentador Luciano Huck vez ou outra aparece entre os eventuais candidatos à Presidência da República. Nesta sexta-feira (18), a revista Veja publicou uma pesquisa da FSB onde os cenários apontam que em uma hipotética disputa de segundo turno, Huck venceria o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e empataria, na margem de erro, com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). 

O global só aparece em desvantagem quando o embate direto é contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. 

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De acordo com os dados, com Bolsonaro, o apresentador aparece com 39%  e o presidente 43%. O que configura empate técnico, uma vez que a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Já contra Haddad, Huck venceria com 40% enquanto o petista é preferido por 29% dos entrevistados. Ele perderia contra Moro, por 49% a 32%.

Huck não é filiado a nenhum partido, mas integra movimentos de renovação política e já afirmou que gostaria de ingressar na atividade política. 

Desempenho de Sergio Moro

Ainda segundo os cenários avaliados pela FSB, Sergio Moro seria, caso a eleição presidencial fosse hoje, uma aposta do eleitorado brasileiro. Entre os entrevistados pela pesquisa, na maioria dos cenários que o nome dele aparece como opção para o segundo turno ele vence.  

Contra Haddad, Moro teria 52%  e o petista 31% Haddad; já na enfrentando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-juiz receberia 50% e o líder político 37%. O menor percentual de votos para Moro aparece quanto ele disputa contra Bolsonaro. O presidente receberia 38% e o seu ministro da Justiça, 34%. 

Primeiro turno

No principal cenário para o primeiro turno, Jair Bolsonaro aparece em vantagem, com 34% das intenções de voto; Fernando Haddad (PT) tem 17%; Luciano Huck 11%; e o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), 9%.

Ainda completam a lista João Amoêdo (Novo) que contabiliza 5% das intenções e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), preferido por 3% dos entrevistados.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.000 eleitores de 11 a 14 de outubro de 2019 em todos os Estados.

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