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Uma quadrilha armada atacou dois carros-fortes na Rodovia D. Pedro I, entre Atibaia e Jarinu, na região de Campinas, na noite desta segunda-feira, 30. Os criminosos atearam fogo a uma carreta, no km 87 da rodovia, sentido Campinas, e atiraram contra uma viatura da Polícia Militar que patrulhava a área.

Os criminosos usaram quatro veículos para obrigar os condutores a pararem os veículos que transportavam valores. Um deles rompeu o cerco e fugiu. O outro teria sido roubado.

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Os policiais que estavam na viatura pediram reforço. Outras viaturas do Batalhão de Ações Especiais da PM (Baep) de Campinas se dirigiram ao local. Um helicóptero da PM também foi mobilizado.

Até às 22 horas desta segunda não havia informação sobre o valor levado pelos criminosos. De acordo com a concessionária Rota das Bandeiras, houve necessidade de interditar a rodovia nos dois sentidos, no km 90, na pista sul, sentido Jacareí, e no km 87, na pista norte, sentido Campinas. Às 21h30, o congestionamento chegava a 12 quilômetros no trecho.

Caixas eletrônicos bancários, principalmente os ‘24 horas’, estão com pouco ou nenhum dinheiro no Recife e Região Metropolitana. O motivo é uma paralisação dos carros-fortes das empresas de vigilantes do Estado, organizada neste fim de semana por um grupo conhecido como Sindfort, que, segundo informações de trabalhadores do meio, estaria lutando para aumentar o salário da categoria e melhorar as condições de trabalho. Porém, o Sindicato dos Vigilantes de Pernambuco (Sindesv-PE) informou ao LeiaJá que não possui nenhuma relação com o ato e que não apoia a paralisação.

Representante do Sindesv-PE, Carlos Gomes de Melo disse que o grupo que organiza a paralisação está querendo tumultuar os vigilantes do Estado. Segundo ele, um acordo salarial de 12% já foi fechado junto com as empresas donas dos carros-fortes neste mês de abril, além do acréscimo de R$ 20 no vale alimentação dos trabalhadores. “A população acaba saindo prejudicada. Nós que somos um sindicato legal já conseguimos o reajuste”, completou Melo.

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De acordo com o advogado do sindicato patronal, Emanuel Correia, os trabalhadores estão até indo às empresas para cumprir a carga horária de serviço, mas quando tentam sair nos veículos, são intimidados e acabam voltando. “Alguns carros chegaram até a ser apedrejados. Esse sindicato não cumpre as ordens judiciais. Tem multa diária que já chega a R$ 100 mil, mas o Sindfort continua desrespeitando. É um sindicato novo e que não tem registro”, declarou Correia.

O advogado ainda detalhou que nenhum carro está saindo para fornecer dinheiro para os caixas eletrônicos. Segundo o advogado patronal, existem 165 carros-fortes, oriundos de cinco empresas, bem como mais de 600 vigilantes estão sendo impedidos de trabalhar pelo Sindfort.

LeiaJá tentou, até o fechamento desta matéria, entrar em contato com algum representante do Sindfort. Porém, o contato telefônico disponível não atendeu às nossas ligações.   

Um supervisor de uma empresa de carros-fortes foi detido nesta quarta-feira (16) suspeito de ter colaborado com bandidos em quatro assaltos na região de Campinas, no interior de São Paulo. A investigação foi feita pela 2ª Delegacia de Investigação sobre Roubos a Cargas do Departamento Investigações Criminais (Deic).

A prisão do funcionário da empresa de transporte de valores de carga Rogério Ramos Santos, de 34 anos, ocorreu em Hortolândia. Ele teria passado informações sigilosas para os criminosos. Outros dois suspeitos envolvidos nos roubos também foram presos, em Sumaré, no bairro Matão. Um quarto suspeito foi identificado.

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Um dos detidos em Sumaré, de acordo com o Deic, é Adriano Oliveira Meneses, de 30 anos. A dona de casa Natália Mendes Dias Costa, de 20 anos, também foi presa, ao ser flagrada com munições de fuzil calibre 7.62 milímetros. Ela é mulher do quarto suspeito de participar dos roubos, Guilherme Fernando Lopes, o Buiu, de 27 anos. Ele se encontra foragido.

A operação faz parte de uma investigação sobre uma organização criminosa que teria sido responsável por ataques a comboios e carros-fortes em Itatiba, em outubro de 2012, em Araras, e em Campinas, em abril e maio deste ano. Na terça-feira (15) dois envolvidos foram presos - entre eles um líder de facção criminosa. Em 25 de setembro, oito pessoas também foram presas.

A polícia também concluiu que o mesmo grupo criminoso disparou contra uma viatura da Guarda Civil Municipal, em uma ação em Mogi-Guaçu, no início do mês. O veículo bateu em um muro, mas ninguém se feriu.

Uma quadrilha especializada em ações de roubo a carros-fortes no Estado de São Paulo foi presa nesta quarta-feira, 25, em Campinas, interior de São Paulo. O grupo, liderado pela mulher de um detento, planejava uma ação em Itatiba, quando foi presa por policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Foram detidos oito criminosos (cinco homens e três mulheres) nas cidades de Campinas e Sumaré. A suposta líder do grupo foi detida em Presidente Epitácio. Com eles foram encontrados um fuzil AK-47, uma metralhadora, uma pistola .40, um revólver calibre 38, coletes à prova de balas e roupas de uma empresa de transporte de valores.

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Pelo menos seis ações de roubo a carros-fortes realizadas desde o ano passado são atribuídas à quadrilha, que agia sempre com violência, segundo o delegado da 2ª Divecar, Alberto Pereira Matheus Júnior. "Eles atiraram em três policiais militares com fuzil", afirmou.

Em duas ações da quadrilha monitoradas por câmeras de segurança, o grupo atirou contra policiais militares e guardas municipais. A última foi no dia 5 de setembro, quando os criminosos fariam um roubo em Mogi Guaçu e foram seguidos por uma viatura da Guarda Municipal.

Uma das câmeras de segurança flagrou o momento em que três dos assaltantes descem do carro em que a quadrilha fugia e disparam contra a guarda. Ninguém ficou ferido. Os homens que atiraram contra a viatura da GM já foram identificados entre os presos.

Em outra ação em Araras, no dia 4 de abril, o grupo parou dois carros-fortes na rodovia Anhanguera, atirando com fuzil e depois explodiu os cofres. A Polícia Militar Rodoviária foi recebida a tiros. O grupo fugiu com R$ 7 milhões.

Segundo as investigações do Deic, uma nova ação aconteceria nesta quarta-feira, 25, em Itatiba e estava sendo organizada de dentro do presídio de segurança máxima de Presidente Bernardes.

Líder

Uma mulher, que não teve o nome divulgado, foi presa em Presidente Epitácio. Ela é apontada como líder do bando. "Ela tem poder de vida e morte dentro da quadrilha", disse o delegado Matheus Júnior. Seu marido seria detendo do presídio e repassava as ordens para a mulher. Outros quatro criminosos estão sendo procurados.

Em Sumaré, a polícia prendeu a assistente administrativa R.M.S.P, de 24 anos, e a auxiliar P.C.S., de 24 anos. Na casa da primeira foi localizado o fuzil AK 47. Na cidade, foram detidos também o corretor de imóveis E.M., de 39 anos, o ajudante E.R.S., de 25 anos, e o soldador M.D.Z., de 23 (na casa dele foi localizada uma metralhadora mini-Uzi 9mm e a pistola .40).

Em Campinas, os policiais prenderam o pintor A.B.A.A., de 23 anos, e o ajudante de eletricista M.P.S., de 19 anos. Nas casas deles foram localizados os coletes e o revólver, respectivamente.

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