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Lucas Silveira, vocalista da banda Fresno, celebrou a notícia divulgada na coluna de Ancelmo Gois nesta quarta-feira (18). A publicação diz que o empresário Luciano Hang está o processando por danos morais, devido a um tuíte postado em março deste ano. ‘Quer prova maior de que o emo voltou?’, ironizou o músico.

Segundo a coluna, o dono da Havan, acionou a Justiça de Santa Catarina por que a postagem e os termos usados “enxovalham a honra do empresário e causam danos morais indenizáveis, notadamente pelo exercício abusivo do direito à liberdade de expressão”.

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Ainda de acordo com a página vinculada ao jornal O Globo, Luciano Hang pede indenização de R$ 100 mil, além da retirada da postagem do ar.

Confira o tuíte que rendeu o processo:

A banda de rock nacional Fresno lançou hoje (5) o seu 9º álbum de estúdio “Vou Ter Que Me Virar”, que conta com 11 faixas e participações especiais de outros artistas, como Lulu Santos, Scarypoolparty e Yvette Young. O disco está disponível em todas as plataformas de streaming de áudio: https://fresno.lnk.to/vtqmv

O vocalista da banda Lucas Silveira, aponta que neste novo trabalho, foi aplicado um conceito ainda mais direto, se comparado ao “Sua Alegria Foi Cancelada” de 2019. “Nisso pode-se dizer que lembra até o que fazíamos nos primeiros álbuns, que é uma música meio sem pensar, sem ficar over, pensando em conceitos”, comenta. “Claro, existe um conceito muito forte, que é um disco da Fresno se virando, olhando pra frente e fazendo uma grande aposta”, complementa.

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Segundo Lucas, o “Vou Ter Que Me Virar” foi um disco planejado com muita calma. “Para nós é um álbum perfeito”, afirma. O vocalista destaca que a maneira como o novo trabalho brilhará para o fã, dependerá do disco e dos acontecimentos do mundo. “A música é uma coisa que pertence ao mundo a partir do momento que ela é lançada. Então só Deus sabe”, relata.

De todas as 11 músicas que compõem o disco, Lucas diz estar ansioso para ver a reação do público na segunda faixa “Fudeu!!!”. “Ela foi colocada de um jeito para pegar todo mundo pela rasteira”, define. Além disso, o vocalista também salienta a canção “Casa Assombrada”. “Acho que é um dos carros chefe desse álbum, é quase certeza que será a preferida de muita gente”, prevê.

O vocalista conta que atualmente está em processo para tirar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e, quando isso for concluído e dispor de um carro, ele planeja colocar a oitava faixa “Essa Coisa (Acorda-Trabalha-Repete-Mantém)” em alto volume, para ouvir enquanto dirige. “Mas eu gosto de todo o disco. Cada um tem uma preferida diferente, mas eu estou muito feliz com o lançamento deste álbum, que nem acredito”, enfatiza Lucas.

Em meio a toda a experiência adquirida nos mais diversos álbuns lançados, Lucas define que toda a música que a Fresno fizer será uma música da Fresno, um conceito que segundo o vocalista, traz sensação de liberdade para o grupo. “Progressivamente, ficamos cada vez mais livres e o próprio conhecimento musical de aprender a produzir, a tocar melhor, a cantar melhor, a compor; tudo isso a gente aplica e joga na Fresno”, descreve.

Lucas revela que o mais importante, é colocar em um álbum tudo o que foi sonhado pela banda. “O que acontecer com ele depois de lançado fica para o acaso, demos o nosso melhor”, finaliza.

O Dia Mundial do Rock, celebrado nesta terça-feira (13), visa homenagear esse gênero musical, também considerado por seus amantes como um estilo de vida. A data também comemora o evento 'Live Aid', que ocorreu em 1985, nos Estados Unidos, Londres, Inglaterra e Finlândia, ao qual visava conscientizar a população sobre algumas questões sociais, como a pobreza e fome.

Na ocasião, grandes nomes do rock participaram, entre eles, Queen, Led Zeppelin, Rolling Stones, Elton John, U2, Scorpions, Black Sabbath e Paul McCartney. Embora o rock tenha conseguido um nível de popularidade expressivo no Brasil, devido a bandas como Legião Urbana, Charlie Brown Jr e Raimundos, para o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, o estilo musical está dentro de uma perspectiva de nicho. “Acredito que para fazer com que o rock retome algum protagonismo, será necessário reoxigenar o cenário. De alguma maneira, o estilo precisa voltar a dialogar com a juventude”, afirma o músico.

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Durante a pandemia do Covid-19, o Detonautas gravou um disco que aborda as questões sociais e políticas do Brasil. “Não é a primeira vez que tratamos desse assunto, desde os primeiros discos temos músicas que falam sobre esse tema. Criamos uma playlist no Spotify só com músicas de protestos, que mostram que nunca nos omitimos em relação a essas abordagens”, comenta Tico Santa Cruz.

Além do rock, o vocalista do Detonautas acredita que todos os estilos podem contribuir com a atual crise sanitária e política do Brasil. O músico acredita que obteve bons resultados quando tratou do assunto em suas composições. “Conversamos com a juventude, conquistamos o quarto lugar no Spotify e entramos no Tiktok, que é uma plataforma voltada para os adolescentes. Ao usar a linguagem adequada, é possível realizar uma comunicação do que acontece no mundo por meio da música”, destaca.

Tico Santa Cruz acompanha a cena do rock desde os anos 1980; entre seus ídolos ele destaca Raul Seixas (1945-1989), Cazuza (1958-1990) e Renato Russo (1960-1996). Já nos anos 1990, o músico ia em todos os shows dos artistas da época, como Raimundos, Charlie Brown Jr e O Rappa. “Acompanhava tudo dessa geração, até chegar nos anos 2000, momento em que o Detonautas começa a fazer sucesso, junto com o CPM 22 e a Pitty”, recorda o músico. “Se não fosse o rock, com certeza a minha vida não teria o mesmo sentido”, complementa.

Para o vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira, o rock não pode se prender em um formato estético, pois dessa maneira, ele se transformaria em um “som de tiozão”. “Ele se tornaria conservador, careta, sem novidades ou coragem. O que procuramos no estilo é exatamente o oposto desses elementos”, explica.

O músico conta que, por muito tempo, o rock abrigou machismos e outros preconceitos, que fizeram com que artistas de outras orientações sexuais se sentissem intimidados em expressar seus sentimentos. “O rock nunca teve essas amarras, basta pegar exemplos como David Bowie (1947-2016) e Freddie Mercury (1946-1991). Mas eu percebo que o rock oscila entre o conservadorismo e o liberalismo. Acredito que o momento pede por uma quebra desses paradigmas, que vão contra o rock”, analisa Silveira.

Na contra mão desses conceitos, o vocalista da Fresno observa que bandas atuais não possuem as influências radiofônicas ou televisivas de algumas gerações passadas, o que as tornam muito mais livres e criativas. O rock sempre foi um estilo presente na vida de Silveira, entre eles, o artista destaca o punk rock e o hardcore. Mas, ele percebeu o que realmente queria, no momento em que conheceu bandas como No Effects, Dance of Days, Sugar Kane e Dead Fish. “Eu vi algo muito próximo, do tipo ‘faça você mesmo’. Também percebi uma contra-cultura, já que aquilo não estava na grande mídia. A partir daquele ponto, o meu sonho de ter algum sucesso musical se aproximou de mim, já que o hardcore é basicamente 'junte seus amigos e vá tocar'”, recorda.

Em tempos pandêmicos, o músico percebe as composições do rock e de outros estilos como uma companheira dos humanos, uma vez que as pessoas colocaram sentimentos nas letras e sonoridades. “É possível deixar alguém chapado, triste, raivoso ou excitado por meio da música”, define Silveira. O vocalista também destaca a importância do ao vivo, algo que se tornou impraticável durante a crise sanitária. “Eu acredito que isso está com os dias contados, mesmo com uma perspectiva pessimista de Brasil, eu acho que em breve nos veremos em shows. Eu tenho muitas saudades, pois é ali que nossa música faz mais sentido”, ressalta.

O vocalista da banda Ego Kill Talent, Jonathan Dörr, entende que os grupos de rock ainda existem, mas nada comparado com os anos 1980, 1990 e 2000. “No Brasil, o rock perdeu muito espaço na mídia, não existe espaço nem mesmo em premiações de música, que no nosso país, já são pouquíssimas. Me parece que não há interesse no gênero por parte da grande mídia. O rock sempre resistiu e a gente segue resistindo como marginais”, enfatiza.

Apesar de perder espaço para outros estilos, Corrêa acredita que o rock pode contribuir de maneira expressiva, durante o período de pandemia. “Para mim, ouvir rock em tempos difíceis como esse, é uma forma de expurgar os meus demônios e encontrar alento para minha alma”, afirma. “O rock salva vidas. Salvou a minha”, complementa.

Na última sexta-feira (9), o Ego Kill Talent lançou a primeira parte do projeto “EGO KILL TALENT ACOUSTIC”, que será dividida em 3 EPs.

Rock em formato de orquestra

Para homenagear o Dia Mundial do Rock, a Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca unirá o gênero com o modelo orquestral. A ideia surgiu em 2019, quando o grupo tocou ao lado do cantor e guitarrista do Legião Urbana, Dado Villa-lobos. “O evento foi contagiante, agregador para os alunos e também para nós professores. Desde então passamos a homenagear este gênero tão reconhecido mundialmente”, declara o regente da orquestra, Vinícius Louzada.

De acordo com Louzada, o rock é um estilo musical presente no gosto popular e, todo movimento cultural tem o poder de contribuir de maneira positiva com a sociedade. “A união da orquestra com o rock nos dá ferramentas para potencializar a educação brasileira. Viva à arte, viva à música, viva o rock”, destaca.

O regente possui muitas expectativas para a apresentação, pois acredita que todos os integrantes farão a orquestra brilhar. “Esperamos que o concerto chegue ao maior número de pessoas, vamos inundar os corações de cada um com esperança, boas energias e muita música”, deseja. A apresentação poderá ser acompanhada no YouTube.

O músico Diego Ferrero lançou hoje (4) duas novas músicas em parceria com o vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira. As faixas, “Será (Eu Não Vou Parar)” e “Silêncio”, estão disponíveis em todas as plataformas de streaming e podem ser conferidas aqui.

A faixa “Será (Eu Não Vou Parar)” é o mais recente trabalho da carreira solo de Ferrero, já “Silêncio” trata-se de uma releitura. A canção é parte do álbum “Agora” (2008), do NX Zero, que é a antiga banda do artista, e na época foi escrita por Silveira.

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Por ser muito popular entre os fãs de NX Zero e Fresno, Ferrero convidou Silveira para regravar a música, porém com uma nova roupagem e ritmo. A versão antiga tinha apenas a voz de Ferrero, mas desta vez os dois músicos dividem os vocais.

Emo

Fresno e NX Zero ganharam popularidade entre 2007 e 2009, quando foram consideradas as principais representantes do movimento emo no Brasil.

O NX Zero entrou em hiato no final de 2017, após o lançamento do DVD “Norte Ao Vivo”. Desde então, Ferrero segue em carreira solo. Já a Fresno continua ativa até os dias de hoje, o trabalho mais recente do grupo foi o álbum “Sua Alegria foi Cancelada”, que saiu no final do ano passado.

Por conta da crise de saúde mundial causada pelo coronavírus, a ordem é ficar em casa e as pessoas estão precisando usar a criatividade para se distrair. Os artistas têm ajudado, a exemplo da banda Fresno, que criou o 'quarentEMO' para entreter seus fãs durante o período. Além de publicações de trabalhos passados, o vocalista do grupo, Lucas Silveira, tem feito várias versões de músicas do cenário pop. 

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--> Anitta quer 'educar' os brasileiros durante a quarentena

No Twitter, a Fresno criou uma thread para ajudar seus fãs a enfrentarem a quarentena. "Coisa séria, o papo é ficar em casa, de boa, evitando ao máximo aglomerações. Mas, se pudermos fazer isso ouvindo as braba eu te juro que tudo vai passar bem mais tranquilamente". A partir daí, foram publicados vários clipes de músicas antigas da banda, e links de playlists e documentários,  todos acompanhados com tweets bem humorados. 

Além disso, o vocalista do grupo, Lucas Silveira, tem usado o seu perfil pessoal para divertir o público. Ele tem feito versões emo de sucessos do pop, como da música Disk Me, da Pabllo Vittar. Além disso, o cantor aproveita para reforçar as recomendações de prevenção bem no estilo 'quarentEMO': "Eu não sei lidar, mas sei lavar. Lave bem as mãos". 

 

O maior campeão mundial de surfe de todos os tempos desfalcará a etapa do Rio de Janeiro do circuito este ano. O norte-americano Kelly Slater alegou motivos pessoais e não virá ao Brasil para surfar nas águas da Praia de Grumari, segundo anunciou o próprio Circuito Mundial nesta segunda-feira.

Detentor de 11 títulos mundiais, Slater não detalhou os motivos pessoais que o levaram à desistência, mas o certo é que ele perderá a oportunidade de tentar sua primeira vitória em mares cariocas na etapa que começa nesta terça-feira. No Rio, seu melhor resultado foi a semifinal em 2014. Ele só venceu no Brasil em Santa Catarina, há sete anos.

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Outros dois campeões mundiais - Mick Fanning e Joel Parkinson - já haviam anunciado que não viriam ao Rio, mas Slater deve ser a ausência mais sentida pelos torcedores por tudo que representa no surfe. No Circuito deste ano, no entanto, o norte-americano de 44 anos não vem conseguindo bons resultados. Na três etapas já disputadas, venceu somente uma bateria, desempenho que o deixa somente na 28.ª posição da temporada.

A ausência de Slater, porém, significará mais um brasileiro na disputa no Rio. O norte-americano dará lugar a Lucas Silveira, carioca de 20 anos que ia disputar a triagem organizada pela Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro. Com ele, sobe para 14 o número de surfistas do País que disputarão a etapa do Rio.

Confira como ficaram as baterias da etapa do Rio:

1ª: Filipe Toledo (BRA), Kanoa Igarashi (EUA), Dusty Payne (HAV)

2ª: Gabriel Medina (BRA), Stu Kennedy (AUS), Leonardo Fioravanti (ITA)

3ª: Julian Wilson (AUS), Davey Cathels (AUS), Deivid Silva (BRA)

4ª: Italo Ferreira (BRA), Miguel Pupo (BRA), Bino Lopes (BRA)

5ª: Matt Wilkinson (AUS), Jadson André (BRA), vencedor da triagem ou Lucas Silveira

6ª: Adriano de Souza (BRA), Keanu Asing (HAV), vencedor da triagem ou Lucas Silveira

7ª: Nat Young (EUA), Michel Bourez (TAH), Alex Ribeiro (BRA)

8ª: Jordy Smith (AFR), Conner Coffin (EUA), Jack Freestone (AUS)

9ª: Jeremy Flores (FRA), Josh Kerr (AUS), Adam Melling (AUS)

10ª: Kolohe Andino (EUA), Wiggolly Dantas (BRA), Ryan Callinan (AUS)

11ª: Sebastian Zietz (HAV), Adrian Buchan (AUS), Alejo Muniz (BRA)

12ª: Caio Ibelli (BRA), John John Florence (HAV), Matt Banting (AUS)

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