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O espanhol Rafael Nadal começou bem a sua defesa do título do Masters 1000 do Canadá, que neste ano está sendo disputado em Montreal. Nesta quarta-feira, já pela segunda rodada, o atual número 2 do mundo bateu o britânico Daniel Evans por 2 sets a 0 - com parciais de 7/6 (8/6) e 6/4 -, mas teve muito mais trabalho com a chuva, que paralisou a sua estreia por duas vezes. Além das duas horas de disputa em quadra, a partida ficou suspensa por outras 2 horas e 30 minutos.

Quatro vezes campeão do torneio, que é disputado em quadras rápidas e serve de preparação para o US Open - o quarto e último Grand Slam da temporada, em Nova York -, Nadal já sabe quem terá pela frente na próxima rodada, que já vale pelas oitavas de final. Será o argentino Guido Pella, número 24 do mundo, que ganhou do moldavo Radu Albot por 2 sets a 1 - parciais de 6/3, 2/6 e 7/6 (7/2).

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Este foi o primeiro jogo de Nadal desde a derrota na semifinal de Wimbledon para Roger Federer. O espanhol tem 1.000 pontos a defender e, por isso, corre risco de perder a segunda posição no ranking da ATP para o suíço, que não está jogando nesta semana e não tem nada a defender por não jogar no Canadá no ano passado.

Em quadra, o britânico, 53.º colocado do ranking, deu trabalho apenas no primeiro set. Logo no primeiro game conseguiu uma quebra de saque, mas Nadal devolveu em seguida, mantendo o jogo equilibrado até o 6/5 a favor, quando a chuva provocou a primeira paralisação, de cerca de 30 minutos. Na volta, no tie-break, o espanhol mostrou a sua categoria e experiência para vencer por 8 a 6.

Nadal começou em alto nível o segundo set, abrindo rapidamente 2 a 0. A chuva, então, voltou a atrapalhar e fez a partida ser paralisada mais uma vez, agora por mais tempo (duas horas). No retorno, Daniel Evans aproveitou erros de Nadal e venceu o saque do oponente logo na sequência, empatando em 3 a 3. O ex-número 1, então, venceu dois games seguidos e ficou perto da vitória. Bem no saque, liquidou a partida em seguida.

OUTROS JOGOS - Atual número 6 do mundo, o japonês Kei Nishikori foi surpreendido em sua estreia em Montreal. Nesta quarta-feira, o cabeça 5 perdeu de virada para o francês Richard Gasquet (66.º do ranking) por 2 sets a 1 - com parciais de 6/7 (6/8), 6/2 e 7/6 (7/4).

O croata Marin Cilic, 16.º colocado do ranking da ATP, teve mais sorte que Nishikori e não teve trabalho para passar pelo australiano John Millman (número 65) por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4.

A Croácia conquistou neste domingo seu segundo título de Copa Davis da história. Na mais tradicional competição por país do tênis, o time croata ignorou a pressão da torcida da casa em Lille e fechou a decisão contra a França em 3 a 1, graças à vitória final de Marin Cilic sobre Lucas Pouille.

Cilic foi dominante em quadra, fez valer sua superioridade técnica sobre Pouille e venceu com tranquilidade, por 3 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3), 6/3 e 6/3. O último ponto foi um exemplo do que foi a partida, quando o croata fez o que quis com o francês para encerrar com lindo lob.

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O capitão da França, Yannick Noah, fez o que pôde para tentar frear a Croácia e recorreu a Pouille, número 32 do mundo, que havia sido preterido na sexta-feira para a escalação de Jeremt Chardy, 40.º do ranking, escolhido por causa de sua invencibilidade em partidas de Davis no saibro.

No primeiro set, Pouille até mostrou que a escolha dele havia sido acertada e evitou que Cilic quebrasse seu serviço. Em compensação, também não conseguiu ameaçar o saque do número 7 do ranking, o que fez com que o duelo fosse para o tie-break. Então, falou mais alto a qualidade do croata.

A derrota parcial pareceu abalar Pouille, que voltou sem o mesmo equilíbrio, permitiu uma quebra a Cilic e perdeu também o segundo set. A realização da terceira parcial parecia apenas protocolar, tamanha a superioridade do croata, que a dominou, garantiu mais duas quebras de serviço e selou o placar.

No primeiro dia de disputas, Cilic já havia derrotado Jo-Wilfried Tsonga, enquanto Borna Coric garantiu o outro ponto da Croácia batendo Chardy. A França só conseguiu reagir na partida de duplas, no sábado, quando Nicolas Mahut e Pierre-Hugues Herbert bateram Ivan Dodig e Mate Pavic.

Com o resultado, a Croácia repete o que fez em 2005 para levantar o troféu da Davis. Na ocasião, Ivan Ljubicic e Mario Ancic foram os responsáveis pelo triunfo por 3 a 2 na final contra a Eslovênia, também fora de casa, em Bratislava. Em 2016, os mesmos Cilic e Dodig, além de Ivo Karlovic, perderam a final para a Argentina e ficaram com o vice, em casa.

Pelo lado francês, este foi o nono vice, em 19 finais disputadas. O país defendia o título da competição, já que no ano passado, com Pouille, Tsonga, Richard Gasquet e Herbert, havia derrotado a Bélgica na final, também em casa.

O alemão Alexander Zverev vai buscar o bicampeonato do Masters 1000 de Roma no domingo. Neste sábado, o número 3 do mundo avançou à decisão do evento italiano disputado em quadras de saibro ao superar o croata Marin Cilic, o quinto colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (15/13) e 7/5, em 2 horas e 1 minuto.

No duelo válido pelas semifinais, Zverev disparou nove aces, três a mais do que Cilic, além de ter vencido 76% dos pontos disputados no seu primeiro serviço, um aproveitamento 3% superior ao do oponente.

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No primeiro set, Zverev não teve o saque ameaçado e desperdiçou quatro break points. Ele perdeu um no quinto game e outros três no 11º, quando chegou a estar em vantagem de 40/0. Assim, a definição da parcial ficou para o tie-break. Cada tenista teve cinco set points, com o alemão enfim fechando a disputa em 15/13.

Zverev, então, recebeu atendimento médico por causa de dores no ombro e começou mal o segundo, permitindo que Cilic abrisse 2/0, com quebra de saque no game inicial. Mas o alemão se recuperou. Igualou a parcial ao converter break point e aproveitou outro no 12º para fechar a parcial em 7/5 e o jogo em 2 sets a 0.

Na final do Masters 1000 de Roma, Zverev buscará o bicampeonato seguido em duelo com Rafael Nadal, o número 2 do mundo. O espanhol já foi campeão do evento em sete oportunidades e venceu os quatro duelos que fez com o alemão.

Rafael Nadal atingiu uma marca histórica nesta segunda-feira. O espanhol alcançou a 150ª semana na liderança do ranking da ATP, com a divulgação da atualização da lista, mas também viu a sua vantagem na relação ser reduzida com a derrota para o suíço Roger Federer na decisão do Masters 1000 de Xangai.

Nadal lidera o ranking com 10.465 pontos, enquanto Federer chegou aos 8.505, reduzindo a diferença, que era de 2.170 na semana passada, para 1.960 pontos depois que eles se enfrentaram na final do evento chinês no último domingo, com triunfo do suíço.

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Afastado das quadras por lesão, o britânico Andy Murray continua em terceiro lugar, mas agora é seguido pelo croata Marin Cilic, que assumiu a quarta posição depois de ser semifinalista em Xangai, ultrapassando o alemão Alexander Zverev, que parou nas terceira rodada.

Mesmo tendo perdido na segunda rodada em Xangai, o austríaco Dominic Thiem ascendeu para o sexto lugar, se aproveitando da inatividade do sérvio Novak Djokovic, agora apenas o número sete do mundo. Quem também caiu por estar afastado das quadras é o suíço Stan Wawrinka, agora o nono colocado no ranking, sendo ultrapassado pelo búlgaro Grigor Dimitrov, eliminado nas quartas de final do Masters 1000 chinês. E o belga David Goffin, que caiu na segunda rodada, completa o Top 10 da ATP.

Semifinalista do Masters 1000 de Xangai, o argentino Juan Martin del Potro ascendeu quatro posições no ranking e agora está na 19ª posição. Enquanto isso, os dois brasileiros que estão entre os cem melhores do mundo perderam terreno. Rogério Dutra Silva caiu quatro postos, para o 81º lugar, enquanto Thomaz Bellucci agora é o número 92 do mundo, tendo perdido duas posições.

DUPLAS - No ranking das duplas, Marcelo Melo e o polonês Lukasz Kubot continuam em segundo lugar, atrás do finlandês Henri Kontinen e do australiano John Peers, seus algozes na decisão do Masters 1000 de Xangai. Também batidos nas semifinais por Kontinen e Peers, Bruno Soares e o britânico Jamie Murray estão na quarta posição. Já no ranking de duplistas, Melo é o terceiro colocado e Soares está em décimo lugar.

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1º - Rafael Nadal (ESP), 10.465 pontos

2º - Roger Federer (SUI), 8.505

3º - Andy Murray (GBR), 5.290

4º - Marin Cilic (CRO), 4.505

5º - Alexander Zverev (ALE), 4.400

6º - Dominic Thiem (AUT), 3.935

7º - Novak Djokovic (SER), 3.765

8º - Grigor Dimitrov (BUL), 3.590

9º - Stan Wawrinka (SUI), 3.450

10º - David Goffin (BEL), 2.885

11º - Pablo Carreño Busta (ESP), 2.855

12º - Milos Raonic (CAN), 2.600

13º - John Isner (EUA), 2.550

14º - Sam Querrey (EUA), 2.525

15º - Kei Nishikori (JAP), 2.475

16º - Kevin Anderson (AFS), 2.470

17º - Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 2.285

18º - Tomas Berdych (RCH), 2.230

19º - Juan Martin del Potro (ARG), 2.225

20º - Nick Kyrgios (AUS), 2.010

81º - Rogério Dutra Silva (BRA), 648

92º - Thomaz Bellucci (BRA), 576

125º - Thiago Monteiro (BRA), 451

Em um ano de redenção no circuito, Roger Federer tentará a partir das 10 horas (de Brasília) deste domingo reaver aquela que considera sua maior conquista da carreira: o trono de Wimbledon. Foi no torneio mais tradicional do circuito que o tenista suíço despontou para o tênis mundial, em 2003, ao faturar seu primeiro título de Grand Slam e abrir caminho para uma carreira recheada de troféus e recordes.

O feito de 2003 foi o primeiro de uma série de cinco títulos consecutivos na grama de Londres. Lá também foi campeão em 2009 e 2012. Pelo caminho, um vice-campeonato, em 2008. Nos últimos anos, porém, Federer tem batido na trave. Parou nas semifinais no ano passado. E foi vice nas duas temporadas anteriores, batido pelo sérvio Novak Djokovic.

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Em 2016, o suíço atribuiu a decepção nas semifinais a dores no joelho e nas costas. Decidiu, então, dar um tempo no circuito para se recuperar totalmente, com a meta de voltar ainda mais forte neste ano. Deu certo. Ele surpreendeu no Aberto da Austrália ao emplacar vitórias fulminantes, com direito a um triunfo sobre o arquirrival Rafael Nadal na final.

Depois, o veterano de quase 36 anos emplacou títulos nos Masters 1000 de Indian Wells e Miami. Novamente, deixou o espanhol pelo caminho nos dois torneios. O saibro, porém, foi preterido neste ano. O suíço dispensou a temporada sobre o piso lento para se concentrar totalmente no seu maior objetivo do ano: levantar o troféu em Wimbledon.

A estratégia tem dado certo até agora. Ele foi campeão em Halle, na Alemanha, em um dos torneios preparatórios para o evento em Londres. E, no Grand Slam, ainda não perdeu sets. Obteve vitórias convincentes sobre adversários complicados como o canadense Milos Raonic, seu algoz na semifinal de 2016, e o checo Tomas Berdych.

O triunfo sobre o último lhe garantiu a vaga na 11ª final de Wimbledon na carreira. Será ainda a 29ª final de um Major no seu currículo. Em jogo, estarão a ampliação do recorde de títulos de Grand Slam - seria o 19º - e o sonhado oitavo troféu em Londres.

Se alcançar o feito, se isolará como o maior campeão da história do mais tradicional torneio do mundo. Superaria, assim, o norte-americano Pete Sampras e o britânico William Renshaw - esse ainda no século XIX -, ambos com sete taças.

Para tanto, o quinto colocado do ranking terá que superar um adversário indigesto na decisão. O croata Marin Cilic, de 28 anos, fez uma dura batalha contra Federer nas quartas de final do ano passado. O suíço venceu, mas precisou salvar três match points. Antes disso, o croata levara a melhor sobre o rival na semifinal do US Open de 2014, quando emplacou vitória por 3 sets a 0. Naquela edição da competição norte-americana, Cilic faturou seu único título de Grand Slam.

O segundo poderá vir neste domingo. Se desbancar o favoritismo de Federer, Cilic reafirmará seu status de campeão de Grand Slam no circuito. O croata, atual número seis do mundo, se acostumou com a desconfiança dos especialistas desde o início da carreira. E, mesmo após o título do US Open, enfrentou resistência.

Não por acaso. Depois da grande conquista, Cilic só conseguiu um troféu de relevância: o Masters 1000 de Cincinnati, em 2016. Não teve destaque em nenhum outro Grand Slam que disputou e vem se equilibrando no Top 10 do ranking com títulos de menor expressão. Foram cinco desde então.

Na manhã deste domingo, o troféu de Wimbledon significaria não apenas a maior conquista da carreira, principalmente pelo triunfo sobre um dos ícones do torneio, mas também o fim definitivo da desconfiança.

No duelo entre os dois principais favoritos do Torneio de Istambul, disputado em quadras de saibro, na Turquia, o croata Marin Cilic levou a melhor neste domingo sobre o canadense Milos Raonic e conquistou o 17º título da sua carreira.

Segundo cabeça de chave e oitavo colocado no ranking da ATP, Cilic até teve trabalho no início, mas se impôs na sequência e ganhou por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3) e 6/3. Esse foi o primeiro torneio conquistado pelo croata em 2017.

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Já Raonic, principal cabeça de chave e sexto do mundo, perdeu sua segunda final neste ano - ele já havia sido vice no Torneio de Delray Beach, ao cair na decisão para o norte-americano Jack Sock. Sua última conquista foi em Brisbane, no início de 2016.

MUNIQUE - Contando com o apoio da torcida, o alemão Alexander Zverev confirmou o favoritismo neste domingo e conquistou a taça do Torneio de Munique ao superar o argentino Guido Pella, apenas o número 158 do mundo, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3.

Zverev, de apenas 20 anos, é o 20º do mundo e tem despontado como uma das grandes promessas do circuito. Esse foi o seu terceiro título na carreira e o segundo em 2017 - a outra conquista foi em Montpellier. Já Pella havia chegado à final após uma campanha surpreendente, iniciada ainda no qualifying do evento alemão.

ESTORIL - Ainda neste domingo, na decisão do Torneio de Estoril, o espanhol Pablo Carreño Busta derrotou Gilles Muller, de Luxemburgo, por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 7/6 (7/5). Principal favorito da competição portuguesa, o 21º do mundo obteve seu primeiro título no ano e o terceiro na carreira.

O britânico Andy Murray segue sem conseguir brilhar na temporada 2017 do tênis. Nesta quinta-feira (19), o número 1 do mundo foi precocemente eliminado no Masters 1000 de Montecarlo, nas oitavas de final, ao perder, de virada, para o espanhol Albert Ramos Viñolas, o 24º colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 1, com parciais de 2/6, 6/2 e 7/5, em 2 horas e 32 minutos.

Número 1 do mundo, Murray teve um ótimo fim de 2016, mas até agora só conquistou um título nesta temporada, do Torneio de Dubai. E o evento em Montecarlo representava a sua volta às quadras após pouco mais de um mês afastado das competições por causa de um lesão no cotovelo direito.

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Só que o torneio monegasco nunca esteve entre aqueles em que Murray apresentou o seu melhor tênis, tanto que ele nunca atingiu uma decisão. Agora, ele caiu nas oitavas de final, mesmo após um bom começo diante de Ramos.

No primeiro set, Murray não permitiu que o espanhol confirmasse sequer um game de serviço e embora tenha perdido o seu saque duas vezes, triunfou por 6/2. Na segunda parcial, porém, o britânico nem sequer teve break points e perdeu o seu saque duas vezes, sendo derrotado por 6/2.

O terceiro set foi o mais equilibrado da partida, com Ramos avançando ao obter uma quebra de saque a mais do que Murray - 3 a 2 -, com uma reação incrível, afinal, o britânico vencia a parcial por 4/0.

Nas quartas de final, Ramos terá pela frente o croata Marin Cilic. Nesta quinta, o número 8 do mundo avançou ao superar o checo Tomas Berdych, o 12º colocado no ranking, por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 7/6 (7/0). Foi o 12º duelo entre eles, sendo que agora o retrospecto está empatado em 6 a 6.

Quem também já está nas quartas de final do Masters 1000 de Montecarlo é o francês Lucas Pouille, número 17 do mundo, que vencia o compatriota Adrian Mannarino (56º) por 3/0 quando o adversário abandonou a quadra. Seu próximo rival vai sair do duelo entre o uruguaio Pablo Cuevas e o suíço Stan Wawrinka.

Em sua primeira competição desde quando caiu diante do suíço Roger Federer na épica final do último Aberto da Austrália, em janeiro, Rafael Nadal se garantiu em mais uma decisão ao arrasar o croata Marin Cilic por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/2, na noite desta sexta-feira, e avançar para brigar pelo tricampeonato do Torneio de Acapulco, onde já ergueu o troféu de campeão em 2005 e 2013.

Cabeça de chave número 2 do ATP 500 mexicano realizado em quadras duras, o espanhol precisou de apenas 1h24min em quadra para liquidar o atual oitavo tenista do ranking mundial e assim avançar com favoritismo para a decisão.

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O adversário de Nadal na luta pelo título está programado para ser definido ainda na noite desta sexta (no horário local). O ex-número 1 do mundo e hoje sexto colocado da ATP irá encarar o vencedor da partida entre o australiano Nicky Kyrgios e o norte-americano Sam Querrey, que farão a outra semifinal em Acapulco em duelo que só será encerrado na madrugada deste sábado (no horário de Brasília).

Kyrgios foi o surpreendente algoz do sérvio Novak Djokovic, cabeça de chave número 1, nas quartas de final, enquanto Querrey também desbancou o favoritismo do austríaco Dominic Thiem, quarto pré-classificado, na mesma fase do torneio mexicano.

Nadal irá buscar na decisão deste sábado um histórico 70º título de simples no circuito profissional, sendo o primeiro no ano em que disputa, em Acapulco, apenas o seu terceiro torneio. Além de ter caído diante de Federer na decisão em Melbourne, o espanhol foi eliminado pelo canadense Milos Raonic nas quartas de final do ATP 250 de Brisbane na abertura de sua temporada.

Para ir à mais uma decisão em sua gloriosa carreira, Nadal foi dominante diante de Cilic, o terceiro cabeça de chave, que sofreu a sua quarta derrota em cinco jogos contra o espanhol. Além de confirmar todos os seus saques no jogo, o favorito aproveitou quatro de dez chances de quebrar o serviço do croata, que não conseguiu converter nenhum dos sete break points cedidos pelo seu adversário.

FEMININO - Em outro jogo já encerrado na noite desta sexta em Acapulco, a francesa Kristina Mladenovic se garantiu na final feminina de simples ao derrotar a norte-americana Christina McHale por 2 sets a 1, com 7/5, 4/6 e 6/2.

Segunda cabeça de chave, a tenista da França assim se credenciou para lutar pelo título contra a ganhadora do duelo entre a croata Mirjana Lucic-Baroni, primeira pré-classificada, e a ucraniana Lesia Tsurenko. Essa outra semifinal também está prevista para ser encerrada na madrugada deste sábado (no horário de Brasília).

O principal favorito da chave de simples do Torneio de Chennai foi eliminado logo na sua partida de estreia. Nesta quarta-feira (4), o croata Marin Cilic, número 6 do mundo, foi surpreendentemente derrotado pelo eslovaco Jozef Kovalik, o 117º colocado no ranking da ATP, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/5), 5/7 e 7/5.

Campeão do US Open em 2014, Cilic perdeu uma batalha de 2 horas e 48 minutos para Kovalik. "Foi o meu primeiro jogo do ano e eu estava um pouco hesitante para dar meus golpes", admitiu o croata.

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A zebra eslovaca agora terá pela frente o russo Daniil Medvedev, algoz do brasileiro Thiago Monteiro. Nesta quarta, o número 99 do mundo derrotou o taiwanês Yen-Hsun Lu por 6/4 e 6/3. Também nesta quarta, o espanhol Albert Ramos (27º) superou o belga Steve Darcis por 6/2 e 6/0 e agora vai duelar com o israelense Dudi Sela nas quartas de final do evento indiano.

DUPLAS - Pela chave de duplas do Torneio de Chennai, os dois brasileiros que entraram em quadra nesta quarta-feira foram eliminados por duplas da casa, curiosamente ambos com derrotas por duplo 6/4. Marcelo Demoliner e o croata Nikola Metkic caíram para Rohan Bopanna e Jeevan Nedunchezhiyan. Já André Sá e o também indiano Leander Paes perderam para Purav Raja e Divij Sharan.

O Brasil ainda tem um representante em Chennai, na competição de simples. Rogério Dutra Silva venceu na sua estreia e vai encarar nesta quinta-feira o espanhol Roberto Bautista Agut.

A Associação dos Tenistas Profissionais anunciou nesta quinta-feira (10) os ganhadores de várias honrarias da premiação deste ano da entidade, que revelou os nomes às vésperas do início da disputa do ATP Finals, torneio que reunirá os melhores jogadores da temporada a partir deste domingo, em Londres.

Mesmo afastado das quadras há um bom tempo em meio a uma temporada na qual foi atrapalhado por lesões, o suíço Roger Federer deu mais uma demonstração de sua enorme popularidade ao ser eleito o tenista favorito do fãs pelo 14º ano seguido. Desde 2003, por sua vez, o recordista de títulos de Grand Slam contabilizou 33 honrarias conquistadas na premiação da ATP.

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Os irmãos norte-americanos Mike e Bob Bryan, por sua vez, faturaram pelo 12º ano seguido o prêmio de dupla predileta dos fãs. Diferentemente de Federer, porém, os dois estarão presentes neste próximo ATP Finals e integrarão na primeira fase da competição um grupo que contará com a presença de dois tenistas brasileiros: Bruno Soares, parceiro de britânico Jamie Murray, e Marcelo Melo, que forma dupla com Ivan Dodig.

Outro tenista de destaque que entrou na lista de premiados pela ATP neste ano foi o argentino Juan Martín del Potro, que ganhou o prêmio Retorno do Ano depois de ser atrapalhado em temporadas anteriores por uma série de lesões no pulso que o deixaram longos períodos afastado das quadras.

Entre outros feitos, Del Potro foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio, onde eliminou ninguém menos do que Novak Djokovic em sua estreia. Para completar, foi campeão do Torneio de Estocolmo e ajudou a levar a Argentina à final da Copa Davis, na qual seu país eliminou a Grã-Bretanha de Andy Murray nas semifinais.

Já o jovem francês Lucas Pouille, uma das principais promessas do tênis atual, foi eleito pelos próprios tenistas do circuito profissional como o jogador que mais se desenvolveu neste ano e também garantiu esta honraria da ATP.

O croata Maric Cilic, por sua vez, ganhou esta edição do prêmio Arthur Ashe, que valoriza jogadores que se preocupam com questões humanitárias. Cilic, no caso, foi premiado por ações realizadas por meio de projetos educacionais de sua fundação.

Já os vencedores dos prêmios concedidos a quem termina o ano como líder do ranking de simples e a quem fecha como líderes da listagem de duplas serão determinados apenas no ATP Finals. Disputam esta honraria individual Murray e Djokovic, enquanto nas duplas o prêmio está entre Pierre-Hugues Herbert/Nicolas Mahut e Jamie Murray/Bruno Soares.

Marcelo Melo estreou com vitória nas duplas no Masters 1000 de Paris, nesta quinta-feira (3), em mais uma competição no qual ele trocou de parceiro nesta temporada. Desta vez atuando ao lado do canadense Vasek Pospisil, o tenista brasileiro bateu o alemão Philipp Kohlschreiber e o austríaco Dominic Thiem por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4.

Cabeças de chave número 6 da competição, Melo e Pospisil estrearam direto na segunda rodada e assim estão classificados para as quartas de final. Os seus próximos adversários já estão definidos. Serão o paquistanês Aisam-Ul-Haq Qureshi e o búlgaro Grigor Dimitrov, que na última quarta-feira eliminaram o brasileiro Bruno Soares e o britânico Jamie Murray, batidos na estreia na condição de segundos pré-classificados.

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Campeão em Viena na semana passada ao lado do polonês Lukasz Kubot, Melo voltou a mostrar força com um parceiro diferente ao despachar, agora ao lado de Pospisil, Kohlschreiber e Thiem em apenas 56 minutos de partida. Sem oferecerem nenhuma chance de quebra de saque aos adversários em todo o duelo, o brasileiro e o canadense converteram dois de quatro break points para encaminhar o triunfo em sets diretos.

Melo passou a alternar parceiros nesta fase da temporada porque o croata Ivan Dodig está afastado das competições de duplas para tentar recuperar seu ranking em simples. E, depois do título em Viena, o tenista mineiro acabou oficializando Kubot como seu novo parceiro no circuito profissional. Ao lado do polonês ele também foi semifinalista em Pequim e caiu na estreia em Xangai neste ano.

Marcelo Melo já está classificado para o ATP Finals, torneio disputado apenas pelas oito melhores duplas da temporada, em Londres, entre os dias 13 e 20 de novembro.

CILIC NO ATP FINALS - O croata Marin Cilic assegurou sua classificação à disputa do torneio de simples do ATP Finals ao garantir vaga nas quartas de final do Masters 1000 de Paris. Ele conquistou seu lugar na competição que reunirá os oito melhores tenistas da temporada ao derrotar o belga David Goffin por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 76 (11/9), nesta quinta-feira.

Com pontos garantidos para jogar o ATP Finals, Cilic preencheu a penúltima vaga entre as oito do torneio de simples. Agora, o austríaco Dominic Thiem, o checo Tomas Berdych e o francês Jo-Wilfried Tsonga brigam pelo último posto durante a disputa do Masters de Paris.

Com o triunfo sobre Goffin, oitavo cabeça de chave na capital francesa, Cilic se credenciou para enfrentar nas quartas de final o vencedor da partida entre o sérvio Novak Djokovic e o búlgaro Grigor Dimitrov, também programada para acontecer nesta quinta-feira.

As semifinais do Torneio de Tóquio, ATP 500 disputado em quadras rápidas estão definidas. O croata Marin Cilic vai buscar uma vaga na decisão diante do belga David Gofin, enquanto o francês Gael Monfils medirá forças com o australiano Nick Kyrgios.

Número 14 do mundo, Goffin avançou ao bater de virada o português João Sousa, o 34º colocado no ranking da ATP, com parciais de 1/6, 7/5 e 6/2. Já Cilic, o número 11 do mundo, superou nesta sexta-feira o argentino Juan Monaco (89º colocado), por 7/5 e 6/1.

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Cilic abriu boa vantagem contra o Monaco no começo primeiro set, mas depois deixou o argentino reagir, embora tenha triunfado. O argentino, que vem sofrendo com vários lesões nesta temporada, teve dificuldades na troca de bolas na segunda parcial, permitindo o triunfo do croata.

"Eu senti que estava com altos e baixos no meu saque hoje e eu tenho que estar bem desde o início amanhã", disse Cilic, já pensando no jogo deste sábado contra Goffin. "Ele é extremamente rápido na quadra, joga muito perto da linha e pressiona os adversários. Vai ser importante para mim sacar bem e conseguir alguns pontos".

Goffin bateu Cilic em Indian Wells no início deste ano, e depois novamente em um duelo na série entre Bélgica e Croácia pela Copa Davis. Esses foram os únicos confrontos da carreira deles.

"Isso foi quando eu joguei meu melhor tênis este ano", disse Goffin. "Eu posso jogar rápido contra ele e ele não gosta disso, porque é um cara grande e não gosta de correr. Se eu devolver bem, ele se esforçará um pouco".

Kyrgios, o número 15 do mundo, avançou para as semifinais ao derrotar o luxemburguês Gilles Muller, 36º colocado no ranking, por 6/4 e 6/2. E Monfils, o número 8 do mundo, bateu o croata Ivo Karlovic (21º) por duplo 7/6, com 8/6 nos dois tie-breaks.

Karlovic levou todos os sets que disputou nesta semana em Tóquio para o tie-break. "É sempre difícil jogar com Ivo, porque não há muitas oportunidades", disse Monfils. "Um pouco como hoje, eu vou ter que ser paciente amanhã", acrescentou.

Eliminado ainda nas oitavas de final do Masters 1000 de Cincinnati, o suíço Stan Wawrinka contou com a queda de seu compatriota Roger Federer para subir uma posição e atingir o terceiro posto do ranking da ATP, que continua sendo liderado pelo sérvio Novak Djokovic.

Na atualização divulgada nesta segunda-feira (22), Wawrinka até perdeu alguns pontos em relação à semana anterior - caiu de 5.070 para 4.980. Mas, como Federer tinha mais a defender - foi o campeão de Cincinnati em 2015 -, os dois compatriotas trocaram de posição. O ex-número 1 do mundo sofre com uma lesão no joelho e não jogará mais em 2016.

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Outro tenista a conseguir boa ascensão foi Marin Cilic. Campeão do Masters 1000 de Cincinnati no domingo, após superar o britânico Andy Murray, o número 2 do mundo, na decisão, ele chegou aos 3.515 pontos, avançou cinco posições e alcançou a nona colocação.

Já Dimitrov, apesar de derrotado nas semifinais exatamente por Cilic, também tem o que comemorar: avançou dez posições e se tornou o 24º colocado, com 1.555 pontos. Destaque ainda para o australiano Bernard Tomic, quadrifinalista em Cincinnati, que subiu dois postos e alcançou o Top 20 - está em 19º.

Entre os brasileiros do Top 100, Thomaz Bellucci perdeu 40 pontos, caiu sete posições e foi para 62º, enquanto Thiago Monteiro se manteve em 99º. Rogério Dutra Silva e João Souza, por sua vez, perderam uma colocação e estão, respectivamente, em 109º e 119º.

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1º - Novak Djokovic (SER), 14.840 pontos

2º - Andy Murray (GBR), 9.305

3º - Stan Wawrinka (SUI), 4.980

4º - Roger Federer (SUI), 4.945

5º - Rafael Nadal (ESP), 4.850

6º - Milos Raonic (CAN), 4.805

7º - Kei Nishikori (JAP), 4.165

8º - Tomas Berdych (RCH), 3.570

9º - Marin Cilic (CRO), 3.515

10º - Dominic Thiem (AUT), 3.205

11º - Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 2.895

12º - Gael Monfils (FRA), 2.835

13º - David Ferrer (ESP), 2.660

14º - David Goffin (BEL), 2.565

15º - Richard Gasquet (FRA), 2.185

16º - Nick Kyrgios (AUS), 2.060

17º - Roberto Bautista (ESP), 1.980

18º - Feliciano López (ESP), 1.840

19º - Bernard Tomic (AUS), 1.780

20º - Pablo Cuevas(URU), 1.745

62º - Thomaz Bellucci (BRA), 805

99º - Thiago Monteiro (BRA), 608

109º - Rogério Dutra Silva (BRA), 557

119º - João Souza (BRA), 511

Um dos jogadores mais polêmicos do circuito profissional, o australiano Nick Kyrgios mostra também que tem muito talento. Neste sábado, derrubou mais um Top 10 que apareceu na sua frente nesta semana e avançou à final do Torneio de Marselha, um ATP 250 disputado na França. A vítima da vez foi o checo Tomas Berdych, número 8 do mundo, por 2 sets a 0 - com parciais de 6/4 e 6/2, em 1 hora e 9 minutos.

Nas quartas de final, Kyrgios havia eliminado o francês Richard Gasquet, 10.º colocado do ranking mundial da ATP. O australiano de 20 anos está na 41.ª posição e se classificou para a sua segunda decisão na carreira - perde em Estoril, em Portugal, no ano passado.

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O seu rival será o croata Marin Cilic, que teve mais dificuldades para ganhar do francês Benoit Paire por 2 sets a 1 - com parciais de 6/2, 6/7 (3/7) e 6/3, em quase duas horas de duração. O tenista da Croácia, número 12 do mundo, buscará neste domingo a sua 15.ª conquista na carreira, sendo que a mais importante foi o US Open de 2014.

Na decisão, Cilic tentará manter a sua invencibilidade contra Kyrgios. No único duelo até agora, os dois se enfrentaram na segunda rodada de Roland Garros, em Paris.

Principal nome do tênis croata na atualidade, Marin Cilic está fora do confronto diante do Brasil pela repescagem do Grupo Mundial da Copa Davis. Lesionado, o número 15 do mundo foi vetado nesta segunda-feira e não virá a Florianópolis para o confronto que acontece entre esta sexta-feira e o domingo.

Cilic foi diagnosticado com uma lesão no tornozelo e, por isso, foi cortado, o que deve ser comemorado pela equipe brasileira, que, pelo menos na teoria, terá um adversário enfraquecido pela frente. Isso porque para a vaga do número 1 da Croácia foi chamado Mate Delic, apenas o 499.º do ranking da ATP.

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"Eu sinto muito por não estar com o time desta vez. Estava realmente ansioso para enfrentar o Brasil na casa deles. Infelizmente, mais uma vez me lesionei no US Open e o problema aumentou nas últimas duas partidas. Os médicos aconselharam a passar alguns dias em completo descanso, o que significa que eu não posso sequer treinar. Nesta situação, não seria útil", disse o tenista ao site da federação nacional.

Campeão do US Open de 2014, Cilic foi até a semifinal da edição deste ano, na qual acabou atropelado por Novak Djokovic. De acordo com o croata, ele já entrou em quadra diante do sérvio abaixo de suas melhores condições. Examinado, foi cortado pelo capitão croata Zeljko Krajan.

"A decisão de não atuar me deixou com o coração partida, porque ele (Krajan) sabe o quanto eu amo jogar pela equipe nacional e sempre responder as convocações. Mas agora eu serei um torcedor e, sinceramente, acredito no sucesso e na vitória contra o Brasil, que nos colocaria no Grupo Mundial do ano que vem", comentou.

Depois das derrotas para Argentina e Sérvia, respectivamente, Brasil e Croácia lutam pela permanência no Grupo Mundial. O time brasileiro vai completo para o duelo, com Thomaz Bellucci, João Souza, o "Feijão", Marcelo Melo e Bruno Soares. Já os croatas não contam também com Ivo Karlovic e, por isso, vêm com Borna Coric, Ivan Dodig, Franko Skugor e Mate Delic.

Novak Djokovic não teve dificuldades para confirmar o seu favoritismo nesta sexta-feira e garantir vaga na semifinal do Masters 1000 de Montecarlo. O tenista sérvio arrasou o croata Marin Cilic por 2 sets a 0, com direito a um "pneu" (6/0) e depois um triunfo por 6/3, em apenas 65 minutos, e agora espera pela definição do seu próximo rival, que sairá do confronto entre os espanhóis Rafael Nadal e David Ferrer.

Líder do ranking mundial e principal cabeça de chave, Djokovic conquistou a sua terceira vitória fácil nesta edição da competição realizada em quadras de saibro no principado monegasco, sendo que este foi o 12º triunfo do sérvio em 12 confrontos diante de Cilic, campeão do US Open e atual 10º colocado da ATP.

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No duelo anterior entre os dois tenistas, Djokovic já aplicado duplo 6/1 sobre o adversário na primeira fase do ATP Finals do ano passado, em Londres, e desta vez começou a partida diante do croata de forma massacrante. Além de aproveitar três de seis chances de quebrar o saque do rival, ele permitiu que o rival marcasse apenas nove pontos nesta parcial inicial.

No segundo set, Cilic até tentou esboçar uma reação, mas não conseguiu quebrar o saque do sérvio por nenhuma vez e viu o tenista número 1 do mundo converter dois de quatro break points para fazer o 6/3 que liquidou a partida.

A outra semifinal do Masters 1000 de Montecarlo já foi definida nesta sexta-feira. O francês Gael Monfils, que nas oitavas de final havia surpreendido ao eliminar Roger Federer, desta vez se garantiu na semifinal ao arrasar o búlgaro Grigor Dimitrov com parciais de 6/1 e 6/3, em apenas 58 minutos. Sem ter o serviço quebrado por nenhuma vez, o atual 18º tenista da ATP ainda converter os quatro break points cedidos pelo seu adversário para encaminhar a vitória de forma rápida.

O próximo rival de Monfils será o checo Tomas Berdych, que contou com a desistência de Milos Raonic quando vencia o primeiro set por 5/2. O canadense desistiu do confronto por causa de uma lesão no pé.

Campeão da última edição do US Open, c desistiu de participar do Torneio de Brisbane na próxima semana por causa de uma lesão no ombro direito. Diretor do torneio, Cameron Pearson explicou que o croata, atual nono colocado no ranking da ATP, "perdeu sua corrida contra o tempo para recuperar completamente a forma física".

Apesar dessa desistência, não houve nenhuma indicação se o problema pode afetar as chances de Cilic participar do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam da temporada, que será disputado a partir do dia 19 de janeiro em Melbourne.

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Em setembro, Cilic conquistou o primeiro título do Grand Slam da sua carreira ao derrotar o suíço Roger Federer e o japonês Kei Nishikori nas semifinais e na decisão, respectivamente, em Nova York. O croata, porém, teve vários problemas de lesão durante o segundo semestre de 2014 e acabou desistindo de vários torneios, embora tenha conseguido conquistar o título do Torneio de Moscou, em outubro.

Agora, Cilic precisou desistir de jogar em Brisbane por causa de uma lesão no ombro. Mesmo assim, o torneio australiano contará com várias atrações, incluindo Federer, Nishikori, o canadense Milos Raonic e o búlgaro Grigor Dimitrov.

O suíço Stan Wawrinka entrou em quadra nesta sexta-feira, em Londres, precisando vencer somente três games para se garantir nas semifinais do ATP Finals, torneio que encerra o calendário e reúne os oito melhores tenistas do ano. Mas ele fez mais que isso, derrotou o croata Marin Cilic por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 6/3, e vai embalado na busca por uma vaga na decisão.

Wawrinka assegurou o segundo lugar do Grupo A, com duas vitórias (a outra foi diante de Tomas Berdych) e uma derrota (para Novak Djokovic, líder da chave). Na semifinal, ele terá pela frente seu compatriota Roger Federer, que passou como primeiro do Grupo B. Por outro lado, Marin Cilic perdeu seus três compromissos e acabou eliminado na última colocação da chave.

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No duelo desta sexta, Wawrinka começou com tudo, quebrou Cilic logo de cara e conseguiu rapidamente abrir 3 a 1, o que já lhe garantia na próxima fase. Talvez por isso, relaxou, até venceu o primeiro set, mas acabou batido no segundo. Na parcial de desempate, no entanto, voltou a assumir o controle da partida e arrancou para a vitória.

Para chegar à decisão do ATP Finals pela primeira vez na carreira, Wawrinka terá agora que superar uma antiga freguesia diante de Federer. Os dois suíços já se enfrentaram em 16 oportunidades, com ampla vantagem para o veterano de 33 anos, que levou a melhor em 14. A seu favor, Wawrinka tem o fato de já ter vencido o rival em 2014, em Montecarlo.

Um dia após a disputa da final masculina do US Open, a ATP completou nesta terça-feira a atualização do seu ranking com a pontuação dos tenistas que participaram da decisão - o campeão Marin Cilic e o vice Kei Nishikori. E a conquista inédita levou o croata a igualar a sua melhor posição no ranking.

O título do US Open levou Cilic a ganhar 2 mil pontos, o que o fez ascender para a nona colocação no ranking, com 3.845. Assim, o croata subiu sete posições na lista e igualou a sua melhor colocação na ATP, alcançada em fevereiro de 2010. Agora, a posição é a mesma logo após ele ser campeão do US Open.

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Curiosamente, Cilic está atrás exatamente de Nishikori, a quem derrotou na final do Grand Slam norte-americano. Com o vice-campeonato, o japonês subiu três posições na lista, alcançou o oitavo lugar, a sua melhor posição na lista, e chegou aos 3.870 pontos, com apenas 25 de vantagem para o seu algoz na decisão em Nova York.

A ascensão de Cilic e Nishikori afetou diretamente Andy Murray. O britânico, que foi eliminado nas quartas de final do US Open, caiu duas posições na lista e agora está em 11º lugar. Assim, deixou o Top 10 do ranking pela primeira vez desde junho de 2008.

A lista, que teve quase a sua totalidade atualizada na segunda-feira, segue sendo liderada pelo sérvio Novak Djokovic, com 12.290 pontos, seguido do espanhol Rafael Nadal, dos suíços Roger Federer e Stan Wawrinka, do espanhol David Ferrer, do checo Tomas Berdych e do canadense Milos Raonic, que está à frente dos finalistas do US Open. O búlgaro Grigor Dimitrov, em décimo lugar, completa o Top 10 da lista.

Thomaz Bellucci, que subiu oito posições após ser eliminado na segunda rodada em Nova York, segue sendo o melhor tenista brasileiro no ranking, em 83º lugar, com 653 pontos.

Confira a classificação atualizada do ranking da ATP:

1) Novak Djokovic (SER), 12.290 pontos

2) Rafael Nadal (ESP), 8.670

3) Roger Federer (SUI), 8.030

4) Stan Wawrinka (SUI), 5.625

5) David Ferrer (ESP), 4.495

6) Tomas Berdych (RCH), 4.240

7) Milos Raonic (CAN), 4.225

8) Kei Nishikori (JAP), 3.870

9) Marin Cilic (CRO), 3.845

10) Grigor Dimitrov (BUL), 3.710

11) Andy Murray (GBR), 3.150

12) Jo-Wilfried Tsonga (FRA), 3.100

13) Ernests Gulbis (LET), 2.615

14) Juan Martín del Potro (ARG), 2.365

15) Roberto Bautista Agut (ESP), 1.935

16) John Isner (EUA), 1.925

17) Fabio Fognini (ITA), 1.870

18) Gael Monfils (FRA), 1.845

19) Kevin Anderson (AFS), 1.840

20) Feliciano Lopez (ESP), 1.770

83) Thomaz Bellucci (BRA), 653

103) João Souza (BRA), 577

189) Guilherme Clezar (BRA), 274

194) André Ghem (BRA), 264

201) Rogério Dutra Silva (BRA), 250

Desde a final do Aberto da Austrália de 2005, entre o russo Marat Safin e o australiano Lleyton Hewitt, os fãs do tênis não assistem a uma decisão de Grand Slam sem o suíço Roger Federer, o espanhol Rafael Nadal, o sérvio Novak Djokovic ou o escocês Andy Murray. Foram 38 decisões consecutivas com pelo menos um deles na quadra. O jogo entre o japonês Kei Nishikori e o croata Marin Cilic, às 18 horas (de Brasília) desta segunda-feira (8), não só põe fim à hegemonia do "Big Four" como também é a primeira vez em 12 anos que uma decisão de Grand Slam não conta com ao menos um Top 10 - a última vez que isso aconteceu foi em 2002, quando Albert Costa, então número 22 do mundo, bateu Juan Carlos Ferrero, 11.º colocado do ranking da ATP, na final espanhola de Roland Garros.

Cotado há alguns anos para ser uma das estrelas do circuito, Nishikori coroa a sua melhor temporada com a final do US Open, torneio em que deixou três Top 10 pelo caminho (Djokovic, o suíço Stan Wawrinka e o canadense Milos Raonic). O tenista japonês, o primeiro asiático em uma final de Grand Slam na história, ganhou dois títulos em 2014 (ATP 250 de Memphis e ATP 500 de Barcelona), além de bons resultados como a semifinal do Masters 1000 de Miami e a final do Masters 1000 de Madri, jogo em que dominou Nadal, mas abandonou a disputa por causa de uma lesão.

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Para Cilic, que cumpriu suspensão de quatro meses em 2013 após testar positivo para o estimulante niquetamida, a vitória terá gosto de redenção. Número 37 do mundo no início do ano, o croata subiu rapidamente no ranking com os títulos dos ATP 250 de Delray Beach e de Zagreb, além da final do ATP 500 de Roterdã e das quartas de final de Wimbledon, em que chegou a ter 2 sets a 1 contra Djokovic.

Pior ranqueado a chegar à final do US Open desde o norte-americano Pete Sampras em 2002, Cilic passou por uma batalha de cinco sets contra o francês Gilles Simon antes de superar o checo Tomas Berdych e Federer com atuações impecáveis. Seu treinador, Goran Ivanisevic, é o único croata a ter ganho um título de Grand Slam - ele foi campeão de Wimbledon em 2001.

Além do prêmio de US$ 3 milhões (R$ 6,7 milhões), o vencedor desta segunda ganhará algumas posições no ranking. Se for campeão, Nishikori chegará ao quinto lugar, a melhor colocação de sua carreira. Se vencer, Cilic voltará à nona posição, igualando a melhor marca de sua vida.

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