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Os motores do avião que caiu em Caratinga (MG), no último dia 5, causando a morte de cinco pessoas, entre elas a cantora sertaneja Marília Mendonça, serão analisados em uma empresa especializada de Sorocaba, cidade do interior de São Paulo. Já a fuselagem do bimotor foi embarcada nesta terça-feira (9), para o Rio de Janeiro. As análises fazem parte da perícia que o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) realiza nos destroços para identificar as causas do acidente.

Conforme a Polícia Civil de Caratinga, que também investiga o acidente, um dos motores caiu em uma área de mata, provavelmente após se chocar com cabos de uma linha de transmissão de energia da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Um pedaço de cabo estava enrolado na hélice do avião. O outro motor estava submerso nas águas da cachoeira existente no local da queda. Os equipamentos foram recuperados por uma empresa de guincho contratada pela PEC Táxi Aéreo, proprietária do avião.

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A perícia deve apontar se os equipamentos já apresentavam algum problema antes do choque com a linha de transmissão. Os motores devem chegar a Sorocaba na quarta-feira (10) e serão levados para a empresa Pratt & Whitney Canadá do Brasil, instalada no aeroporto local. A empresa canadense, que tem filial em Sorocaba, é uma divisão da Pratt & Whitney americana e tem importante participação no mercado da aviação, principalmente na fabricação de motores de aeronaves.

Os comissários da MotoGP e a FIM (Federação Internacional de Motociclismo, na sigla em francês) anunciaram na noite de quinta-feira uma punição à Yamaha por quebra de regulamento por conta de uso irregular de motores na etapa da Espanha, em Jerez de la Frontera, no início da temporada. A montadora japonesa perdeu 50 pontos no Mundial de Construtores, enquanto que a equipe de fábrica teve 20 subtraídos no Mundial de Equipes. A satélite SRT também não escapou de sanções com 37 pontos descontados.

Nas notificações de punição, a FIM explicou que se trata de uma infração ao "Artigo 3.5.5 do regulamento do Mundial". "Durante o GP da Europa, no dia 5 de novembro, o diretor-técnico da MotoGP nos providenciou notificação de que a Yamaha falhou em respeitar o protocolo que a obriga a obter aprovação unânime da MSMA para mudanças técnicas", disse a nota da entidade. "Convocada a comparecer diante do Painel de Comissários da FIM, esteve na reunião e tomou conhecimento dos fatos. Pelos motivos acima, os comissários retiram 50 pontos da marca no Mundial de Construtores, que são iguais ao dobro dos pontos conquistados sob desrespeito ao protocolo", anunciou.

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A perda de pontos dos construtores deixa a Yamaha em terceiro lugar no campeonato, com 158 pontos. A nova líder é a Ducati com 171, seguida da Suzuki com 163. Na tabela de classificação das equipes, a equipe de fábrica da Yamaha caiu para o quinto lugar, atrás da KTM, com 156 pontos, enquanto que a SRT está em segundo, embora com uma diferença de 44 pontos para a Suzuki agora.

O início da temporada foi marcado por uma série de problemas com os motores da Yamaha. Na abertura da temporada, em Jerez de la Frontera, Maverick Viñales teve problemas em um dos treinos, enquanto que Valentino Rossi precisou abandonar a etapa da Espanha. Franco Morbidelli, que usa uma moto na especificação A - diferente, portanto, das outras três máquinas -, quebrou na corrida seguinte, em Andaluzia.

As penas, porém, não interferem no Mundial de Pilotos. O francês Fabio Quartararo segue 14 pontos atrás do espanhol Joan Mir, o líder da disputa, com o também espanhol Maverick Viñales e o italiano Franco Morbidelli fechando o Top 4.

A nova temporada da Fórmula 1 terá mais tipos de pneus e menos motores à disposição das equipes e pilotos. Mas nenhuma destas mudanças chamará tanto a atenção do público quanto o "Halo", a proteção instalada sobre o cockpit para aumentar a segurança dos pilotos.

Testada por diversas equipes ao longo de 2017, a proteção enfim se tornará permanente em todos os bólidos do grid. O dispositivo, que forma um arco sobre a cabeça do piloto, gerou polêmica e resistência desde os seus primeiros esboços. O alemão Sebastian Vettel, da Ferrari, e o espanhol Fernando Alonso, da McLaren, aprovaram, enquanto o holandês Max Verstappen, da Red Bull, reclamou.

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Atual campeão, o inglês Lewis Hamilton gostou da maior segurança. Porém, criticou o visual dos carros. E disse que o "Halo" deve atrapalhar a identificação dos pilotos por parte do público. "Vai ser meio inútil agora cuidar da pintura dos capacetes", disse o tetracampeão da Mercedes, referindo-se às constantes mudanças de cores promovidas pelos pilotos da Fórmula 1.

Outra mudança no carro será o fim da "barbatana" estendida na parte traseira do carro. A organização da Fórmula 1 acabou com a brecha no regulamento técnico que permitia este dispositivo, agora ausente.

Mais visualmente, os fãs vão perceber mais duas cores na lista dos pneus fornecidos pela Pirelli. Para este ano, a empresa criou os pneus hipermacios, de cor rosa, e os superduros, que serão laranja. Os compostos duros, que tinham esta cor, agora serão azuis. Ambos serão para a pista seca. Há ainda os ultramacios (roxo), os supermacios (vermelho), o macio (amarelo) e o médio (branco).

Para as equipes, a mudança mais complicada será a redução no número de motores. Neste ano, elas terão três unidades de potência para 21 etapas, contra os quatro para 20 corridas em 2017. Pilotos que precisarem de motores extra sofrerão punições, que nesta temporada se tornarão mais simples. Perdas de 15 ou mais posições levarão o carro direto para o fundo do grid na largada.

A Ferrari tem uma boa justificativa para descartar a possibilidade de fornecer motores para a Red Bull na próxima temporada da Fórmula 1. O seu presidente, Sergio Marchione, destacou que caso o fizesse, estaria fortalecendo um adversário direto e que já venceu campeonatos.

"Se comprometer a ceder uma unidade de energia igual a uma equipe que tem design e capacidade técnica para competir conosco poderia ter sido perigoso para a competitividade da Ferrari", afirmou o dirigente em entrevista ao site da revista inglesa Autosport.

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Após dominar a Fórmula 1 entre 2010 e 2013, quando venceu todos os campeonatos de pilotos e equipes, a Red Bull viu a Mercedes assumir o domínio da categoria. Insatisfeita com os motores fornecidos pela Renault, a equipe procurou opções no mercado, incluindo a Ferrari, a Honda e a Mercedes, mas acabou mantendo o seu acordo com a empresa francesa para a temporada 2016.

Alheio aos problemas da Red Bull, Marchione destacou que a intenção da Ferrari é bater a Mercedes e não ajudar outras equipes a fazê-lo. "Meu principal compromisso é apoiar e proteger a Ferrari. Eu não estou interessado em derrotar a Mercedes com a Red Bull. Se alguém diz 'vamos usar o motor da Ferrari para que possamos derrotar a Mercedes', eu não estou interessado nesse argumento. Eu quero a Ferrari ganhando", acrescentou.

O presidente da Ferrari referendou a sua decisão se lembrando dos quatro títulos conquistados por Sebastian Vettel, hoje seu piloto, pela Red Bull. "Sabemos que as habilidades de Red Bull são boas, eles nos destruíram com Sebastian Vettel e os campeonatos que venceu", disse.

Após enfrentar muitas dificuldades em 2014, quando terminou o campeonato em quarto lugar, a Ferrari foi mais competitiva neste ano e foi a segunda colocada no Mundial de Construtores, além de ter vencido três provas. O plano, agora, é acabar com a hegemonia da Mercedes em 2016. A próxima temporada começará em 20 de março, com a realização do GP da Austrália.

As equipes mais fortes da Fórmula 1 fizeram valer sua posição e vetaram a utilização de motores alternativos na categoria, em reunião do Grupo de Estratégia da F1, em Paris. Os times, principalmente a Mercedes e a Ferrari, que produzem a maior parte dos motores atuais, votaram contra a proposta elaborado por Bernie Ecclestone, chefão da categoria, e Jean Todt, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

Pela proposta da dupla, a F1 ganharia motores alternativos, mais simples e baratos, para se contrapor aos atuais motores híbridos, mais complexos e com custos bem mais elevados. A mudança agradaria às equipes menores, cada vez mais preocupados com os gastos na categoria.

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Os custos foram ampliados no ano passado, quando passaram a ser adotados os motor híbridos V6 turbo 1,6 L. Estima-se, por exemplo, que a Mercedes tenha desembolsado cerca de 250 milhões de euros para desenvolver seu primeiro motor deste tipo, em 2014. Outras fornecedoras, como Ferrari, Honda e Renault, teriam seguido pelo mesmo caminho. Elas fornecem seus motores às demais equipes a um custo estimado de 20 milhões de euros.

Em razão da reclamações dos times menores, Ecclestone e Todt sugeriram a entrada de novos motores na categoria para rivalizar com as atuais unidades de potência. O motor alternativo seria V6 biturbo de 2,5 L, com custo de 10 milhões de euros, a metade dos atuais. Mas a proposta da dupla foi vetada na reunião de Paris.

Para compensar a negativa, as equipes prometeram apresentar novas sugestões para reduzir os custos dos motores. "As fornecedoras, em conjunto com a FIA, vão apresentar uma proposta até 15 de janeiro de 2016 que vai procurar fornecer soluções", informou a FIA, em comunicado.

A nova proposta deve incluir um número mínimo de equipes que devem receber motores das fornecedoras. A sugestão foi incluída a pedido da Red Bull, que ainda não tem motor para 2016 e não consegue chegar a um acordo com nenhuma fornecedora desde que passou a criticar publicamente o rendimento do seu atual motor, da Renault.

As equipes também devem propor sugestões para aumentar o barulho dos motores. "Todas as partes concordaram que tal desenvolvimento terá como objetivo a temporada 2017 ou 2018", disse a FIA, oficialmente.

Os dois motores do avião ATR 72-600 da companhia aérea TransAsia que caiu na quarta-feira em um rio de Taiwan e provocou a morte de pelo menos 35 pessoas falharam antes do acidente, anunciou o Conselho de Segurança Aérea da China.

"Levando em consideração os dados de que dispomos, observamos que durante um período de tempo os dois motores não tinham propulsão", afirmou Thomas Wang, diretor do 'Aviation Safety Council', que investiga as causas do acidente.

"O motor direito entrou em chamas e provocou um alarme na cabine. O motor esquerdo apagou automaticamente e o piloto tentou reativá-lo, mas não conseguiu", disse Wang.

A aeronave da TransAsia caiu pouco depois da decolagem do aeroporto de Songshan, em Taipé. O avião bateu contra uma ponte, antes de cair no rio Keelung.

Quinze pessoas sobreviveram ao acidente e as equipes de resgate ainda procuram oito desaparecidos.

Desde o primeiro treino de pré-temporada, o assunto mais comentado nos bastidores da Fórmula 1 é o ronco dos motores V6 Turbo. Alguns até aceitaram a mudança e preferiram não ser muito incisivos nas críticas, mas outros não mediram palavras para demonstrar o seu descontentamento com o novo ronco. Um desses foi Sebastian Vettel, atual tetracampeão da categoria.

Hoje, durante a entrevista concedida aos jornalistas presentes em Kuala Lumpur para acompanhar o GP da Malásia, Seb foi perguntado sobre o novo ronco dos motores e não pensou duas vezes ao criticar os propulsores. ”É uma m…”, declarou Vettel.

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“Eu estava no pitwall durante a corrida, e é melhor [mais silencioso] do que em um bar!”, lembrou. ”Eu acho que para os fãs que não é bom. Acho que a F1 tem que ser espetacular – e o som é uma das coisas mais importantes.”

 

Seb também lembrou de sua infância, quando foi acompanhar um GP da Alemanha. Segundo ele, o que mais o marcou foi o barulho dos motores. ”Eu me lembro quando – mas eu não me lembro muito, porque eu tinha seis anos – fui ver os carros nos treinos livres na Alemanha, e a única coisa que me lembro é o som”, contou.

 

“[Eu me lembro] quão alto o ronco dos carros eram, e de sentir os carros através do solo, uma vez que estava vibrando. É uma pena que não temos mais isso”, completou.

 

Ao ser indagado sobre o mesmo assunto, o companheiro do tetracampeão na Red Bull, Daniel Ricciardo, também admitiu que o som não é mais tão marcante quanto no ano passado. Entretanto, ele preferiu ser mais comedido nas críticas, chegando a afirmar que gostou da diminuição do ruído, já que prejudicará menos a sua audição.

 

“Uma vez que você está em velocidade máxima que você ainda não consegue ouvir o que está acontecendo fora”, disse Ricciardo. “Ainda há bastante barulho dentro de nossos capacetes. Eu acho que está tudo bem. É diferente, mas dá para se acostumar”, disse. ”Eu provavelmente vou ter uma boa audição por mais anos, então eu realmente não estou reclamando.”

 

Quem também comentou o assunto foi Lewis Hamilton, da Mercedes. Assim como Ricciardo, ele preferiu não fazer duras críticas e viu o lado positivo dos novos motores. De acordo com o britânico, os propulsores V6 Turbo são especiais de outra maneira e não pelo som.

 

“Está tudo bem”, disse ele. ”Não é especial, como ele costumava ser, mas é uma grande quantidade de energia, por isso é especial de outras maneiras”, finalizou.

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Com uma área de 50 mil m² e com a previsão de empregar 550 trabalhadores, foi assinado nesta quarta-feira (26), o contrato de financiamento da fábrica de motores da FIAT com o Banco do Nordeste (BNB). A solenidade ocorreu no salão de eventos da sede provisória do Governo Estadual, em Olinda, e reuniu o governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), demais autoridades políticas e presidentes de empresas.

Localizado no município de Goiânia, Mata Norte de Pernambuco, o Polo Automotivo terá capacidade para produzir por ano mais de 150 mil unidades de motores com uma nova geração. A previsão é que daqui a 15 meses o primeiro carro seja montado em Pernambuco. “O grande diferencial da fábrica é que o Brasil adotou uma política de eficiência energética que até 2017 nós teremos que ter 12% de resultados. Essa fábrica terá motores projetados para atingir esses níveis de tecnologia que são completamente diferentes do que existem hoje”, afirmou o presidente da Fiat/Chrysler América Latina, Cledorvino Belini.

Além da assinatura de contrato com o BNB, a instalação da fábrica de automóveis e de motores da Fiat será financiada por distintas instituições e fontes como: Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil/FDNE (Sudene), Banco do Nordeste do Brasil/ Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e recursos próprios da montadora italiana. No total, serão investidos cerca de R$ 6,7 bilhões, sendo R$ 4 bilhões da primeira planta, R$ 2,2 em desenvolvimento de novos produtos e pesquisa, e R$ 500 milhões da fábrica de motores.

Iniciada desde setembro com a construção de um galpão administrativo de dois mil metros quadrados, a nova fábrica de motores será voltada não só para o Nordeste, mas também, para exportações. “Consolida aqui um empreendimento que vai marcar a história da indústria pernambucana e aponta para tudo que precisamos em 2013: mais e mais decisões como essa que vão animar a economia para ganharmos o ano com mais investimentos”, declarou Eduardo Campos, que também agradeceu a presidente Dilma (PT) pela decisão de escolher Pernambuco para receber a fábrica.

O governador de Pernambuco ainda ressaltou a capacitação que alguns jovens estão recebendo nas escolas técnicas do Estado e nos intercâmbios realizados no exterior. Além desses estudantes, a Fiat contratará no próximo ano 200 engenheiros e técnicos para qualificá-los a trabalhar na fábrica, assim que for inaugurada.

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