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A Netflix anunciou, nesta sexta-feira (20), o início das gravações no Brasil da minissérie Senna, uma obra de ficcção sobre a história do piloto Ayrton Senna, tricampeão de Fórmula 1. O ator Gabriel Leone fará o papel de piloto. 

"Foi dada a largada nas gravações no Brasil e o elenco de Senna já tá CHEGANDO COM TUDO", divulgou a Netflix no Instagram.

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O streaming divulgou uma foto com o elenco completo. Também fazem parte da produção: Alice Wegmann, Camila Márdila, Christian Malheiros, Gabriel Louchard, Hugo Bonemer, Julia Foti, Marco Ricca, Pâmela Tomé, Susana Ribeiro e Matt Mella.

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Aposentado na Fórmula 1 desde o fim do ano passado, Sebastian Vettel vai voltar a pilotar um carro da categoria em julho, no tradicional Festival de Goodwood, na Inglaterra. O alemão vai assumir o comando de uma McLaren que pertenceu ao brasileiro Ayrton Senna, além de uma Williams que era de Nigel Mansell.

Ambos os carros pertencem ao próprio Vettel atualmente. O alemão, que tem passagens por Red Bull, Ferrari e Aston Martin na Fórmula 1, vai exibir sua coleção de carros particulares e também será homenageado no festival, que será realizado entre 13 e 16 de julho.

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A McLaren a ser guiada por Vettel é do modelo MP4/8, com a qual Senna obteve suas últimas vitórias na F-1, todas na temporada 1993. Naquele ano, antes de sua transferência para a Williams, o tricampeão mundial chegou a brigar pelo título, que acabou não vindo. Ele morreu no trágico acidente no GP de San Marino de 1994, há 29 anos.

Já a Williams FW14B foi o carro com o qual Mansell faturou o seu único título mundial de F-1, no ano de 1992. Vettel já havia pilotado esse carro numa exibição realizada no Circuito de Silverstone durante o GP da Inglaterra do ano passado.

Em ambos os casos, o alemão vai pilotar os carros contendo combustíveis sustentáveis. "Eu sou um piloto apaixonado e é importante para mim que continuemos a curtir estes carros tão icônicos hoje em dia e no futuro, mas de um jeito mais responsável", comentou Vettel, adepto de hábitos mais sustentáveis.

Dono de quatro títulos na Fórmula 1, ele deixou a categoria no fim do ano passado, sem espaço no grid. Aos 35 anos, o alemão não optou por outras competições de automobilismo após sua aposentadoria na principal categoria do esporte a motor.

Não é de hoje que o jornalista Flávio Gomes faz ponderações sobre a idolatria de Ayrton Senna. Com anos de bagagem na cobertura do automobilismo, ele sempre arruma confusão com fãs incondicionais do piloto tri-campeão de Fórmula 1. Em entrevista ao UOL, ele voltou a atiçar seus 'haters' e afirmou que Senna não é “herói de nada”.

“Se criou uma imagem que vem dos seus pais, dos seus avós, sei lá de quem, de um sujeito infalível, de um herói nacional, não sei o que. Pô, primeiro que esses caras não viram correr, segundo, herói de nada, herói é bombeiro, professor, sabe? Gente que vive com um salário mínimo, isso é herói”, disse ele.

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Gomes também falou sobre a cegueira dos fãs de Ayrton, que chegam a minimizar os feitos de Schumacher e Lewis Hamilton, que teriam competido com ‘ninguém’ pelos seus títulos.

“Nada me irrita mais do que isso. As pessoas precisam estudar, ler um pouquinho e saber, se for assim, o Senna também correu contra ninguém. Piquet já estava em fim de carreira, e Mansell foi um ano que ele estava lá nos cascos, mas ganhou o campeonato. Com o Prost, ele ganha o campeonato em 88, mas com menos pontos, perde em 89 e ganha em 90 batendo o carro no Prost. O que eu quero dizer é o seguinte: todos esses campeões tiveram os melhores carros, é assim, a Fórmula 1 é assim, essa é a história da Fórmula 1. Então você dizer que eles correram contra ninguém, você tem que dizer que o Senna correu contra ninguém. Então essas discussões com os mais jovens sobre Ayrton Senna me irritam também bastante pela falta de conhecimento.”

O brasileiro Ayrton Senna foi o piloto mais rápido das últimas quatro décadas da Fórmula 1, de acordo com estudo encomendado pela própria categoria e divulgado nesta terça-feira. Utilizando uma nova tecnologia, a pesquisa apontou o tricampeão à frente do alemão Michael Schumacher, dono de sete títulos da F-1. O inglês Lewis Hamilton, hexacampeão mundial, "completou o pódio".

Senna, falecido em acidente de corrida em 1994, superou Schumacher por pouco: apenas 0s114. Hamilton aparece a 0s275. O inglês é o atual campeão da F-1 e poderá alcançar o recorde de títulos do piloto alemão nesta temporada.

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A lista dos mais rápidos da história tem apenas dez integrantes. Após o Top 3, aparecem o holandês Max Verstappen, o espanhol Fernando Alonso, o alemão Nico Rosberg e o monegasco Charles Leclerc, na sétima posição. A lista tem ainda os pouco expressivos Heikki Kovalainen (8ª), da Finlândia, e o italiano Jarno Trulli (9ª). O alemão Sebastian Vettel, tetracampeão mundial, finaliza a lista.

Curiosamente, a relação dos mais velozes não traz nomes consagrados na história da F-1, como o francês Alain Prost, o brasileiro Nelson Piquet, os britânicos Nigel Mansell, Damon Hill e Jenson Button e os finlandeses Mika Hakkinen e Kimi Raikkonen. Todos conquistaram títulos na categoria.

A pesquisa foi realizada pela Amazon Web Services (AWS), a pedido da F-1. O estudo comparou pilotos de diferentes idades e épocas, a partir de dados de 1983 até os dias atuais. A AWS utilizou a tecnologia "machine learning", algo semelhante à inteligência artificial, com base nos tempos obtidos nos treinos classificatórios, que são as sessões onde os pilotos exigem as maiores velocidades ao longo de um fim de semana de GP.

No estudo, os pesquisadores criaram o algoritmo chamado "Fastest Driver" para padronizar os carros e a equipes de todos os pilotos, de forma a poder analisar somente a performance individual do atleta na pista.

"Tem sido muito empolgante trabalhar neste projeto, retirando o homem da máquina e olhando para uma riqueza de dados de cada piloto ao longo da história. Com a ajuda da AWS, fomos capazes de abordar algo que tem sido solicitado por muitos anos: classificar os pilotos por um atributo bruto de velocidade pura em uma volta voadora, atravessando os anos, independente da qualidade do carro", disse Dean Locke, diretor de mídia da F-1.

Diretora do Amazon Machine Learning Solutions Lab, Priya Ponnapalli disse que a tecnologia poderia responder a diversas disputas polêmicas na história da F-1. "Com o machine learning, há várias oportunidades de aplicar a tecnologia para responder a problemas complexos e, neste caso, esperamos ajudar a resolver disputas antigas com os fãs usando dados para basear decisões", declarou.

Lewis Hamilton não se cansa de quebrar recordes na Fórmula 1. A vitória sem sustos no GP da Espanha, neste domingo, levou o britânico ao pódio de número 156 na carreira, superando a marca anterior construída pelo alemão Michael Schumacher.

Questionado sobre a façanha, o piloto da Mercedes fez questão de citar ainda o brasileiro Ayrton Senna, seu principal ídolo no esporte, e também o argentino Juan Manuel Fangio, primeiro grande campeão da categoria, nos anos 1950.

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"Todos nós pilotos crescemos vendo Michael e sonhando em um dia estar aqui. Isso é muito além do que eu sonhei quando criança. Sempre me sinto humildemente muito honrado por ser mencionado ao lado de pilotos como ele, Ayrton e Fangio", declarou o hexacampeão.

Com o triunfo no Circuito da Catalunha, Hamilton chegou à 88ª vitória na categoria e está a três de igualar mais um recorde, também pertencente a Schumacher. Ao deixar o cockpit, o britânico dedicou o histórico resultado à equipe, à família e aos torcedores.

"Espero que a família Hamilton também esteja orgulhosa hoje. Quero agradecer a todos da minha equipe e saudar aos que assistiram a corrida em suas casas durante esses tempos difíceis. Continuem em segurança e usando essas máscaras", declarou.

Ao contrário do que havia acontecido no GP dos 70º Aniversário da Fórmula 1, em Silverstone (Inglaterra), a Mercedes não voltou a enfrentar problemas graves com a duração dos pneus macios, mesmo sob calor na Catalunha.

"Houve um incrível esforço da equipe, pelo qual estou muito grato. Não esperava esse bom desempenho dos pneus. E a nossa estratégia foi perfeita. A gestão foi muito boa, houve um entendimento sobre o que havia acontecido na semana passada, e isso nos permitiu fazer o que fizemos hoje. Estou muito orgulhoso e totalmente motivado", elogiou Hamilton.

VERSTAPPEN - O bom desempenho da Mercedes não foi suficiente para Valterri Bottas defender a segunda colocação no grid. O finlandês foi ultrapassado na largada por Max Verstappen (Red Bull) e não conseguiu recuperar a segunda colocação na pista e nem no campeonato.

"Assim que Lewis começou a forçar, não consegui manter o ritmo e ele simplesmente foi embora. A partir daí, busquei a estratégia mais rápida para ficar à frente de Valtteri. Dividimos as Mercedes novamente e estou muito feliz por isso, embora ache que não haja muito mais o que eu possa fazer no momento", declarou o holandês.

Com o resultado final na Espanha, Lewis Hamilton lidera a temporada com 132 pontos, seguido por Verstappen (95) e Bottas (89). "Para mim, o momento chave foi a largada. Depois, foi complicado. Todos sabem o quão difícil é ultrapassar aqui. Não estou muito seguro sobre o que aconteceu, mas Lewis largou bem e os caras atrás de mim pegaram o vácuo", lamentou o finlandês.

O ex-presidente da Ferrari Luca di Montezemolo revelou em um podcast oficial da Fórmula 1 que jantou com o ex-piloto brasileiro Ayrton Senna quatro dias antes da sua morte, em 1º de maio de 1994, no Grande Prêmio de San Marino.

Segundo o empresário italiano, o objetivo do encontro era conversar com Senna sobre uma possível transferência para a Ferrari, e Montezemolo afirmou que o brasileiro considerou em pilotar na escuderia de Maranello após 1995.

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"Eu o convidei para jantar na minha casa em Bolonha na quarta-feira, já que ficava cerca de 30, 40 minutos de Ímola. Eu disse: 'Quero achar uma forma de te ter ao fim da temporada'. Ele disse: 'Eu assinei com a Williams, mas se tivesse a oportunidade preferia a Ferrari'", revelou o ex-presidente da equipe italiana.

Ainda de acordo com Montezemolo, Senna revelou no encontro que queria "encerrar a carreira na Ferrari" e conquistar um título mundial pelo time de Maranello.

No entanto, quatro dias depois deste jantar, o brasileiro morreu após sofrer um grave acidente no circuito de Ímola, durante o GP de San Marino de 1994.

Em 1996, no ano que supostamente Senna poderia ser apresentado como piloto da Ferrari, a escuderia italiana contratou o alemão Michael Schumacher, que venceu cinco campeonatos mundiais pelo time de Maranello.

Com a McLaren, Senna conquistou os mundiais de 1988, 1990 e 1991, além de ter sido vice-campeão nas temporadas de 1989 e 1993.

Da Ansa

A fabricante de brinquedos dinamarquesa Lego e a montadora de automóveis britânica McLaren uniram-se para a produção da versão do veículo esportivo Senna. Em tamanho real, o projeto é composto de 467.854 mil peças e levou mais de sete meses para ser montado.

A réplica conta com direção, pedais e assentos iguais ao do modelo feito para circular nas ruas, mas não foi feito para transitar. Os fãs que tiverem acesso a ele poderão simular o ronco do motor original. O modelo não está disponível para venda, mas a versão de brinquedo, uma réplica de 15cm, está à venda pelo valor de € 12,99 (pouco mais de R$ 56).

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O McLaren Senna original vale aproximadamente R$ 8 milhões e atinge a velocidade máxima de 340 km/h. A máquina tem motor V8 4.0 biturbo de 800 cavalos de potência, fazendo de 0 a 100 km/h em 2,8 segundos.

Por conta do número de peças, o peso da réplica feita pela Lego ficou 500 kg a mais do que o modelo original que recebeu o nome do brasileiro tri-campeão mundial de Formula 1, Ayrton Senna, morto após acidente durante o Grande Prêmio de Ímola, em 1994.

Aos 60 anos, a atriz Sharon Stone chega às telas dos cinemas como uma jovem adulta de 25. Esta é a idade de sua nova personagem, Senna, do filme All I Wish, uma comédia romântica que chega ao circuito, nos Estados Unidos, no dia 30 de março.

Inicialmente, Sharon havia sido convidada para interpretar a mãe de Senna, mas, ao ler todo o roteiro, ela logo teve a ideia de fazer o papel principal. Em entrevista à revista Variety, a atriz afirmou: "Eu disse, 'eu acho que seria mais interessante se eu fizesse a filha'". A diretora topou na hora e Stone ficou com o papel.

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Senna é uma estilista à procura do amor de sua vida enquanto apronta algumas irresponsabilidades e se envolve com rapazes mais novos. Este é o primeiro filme da diretora Susan Walker que chegou a pensar em adaptar o roteiro para fazer algumas adequações no papel para a atriz mais velha, mas foi convencida por ela a não fazê-lo: "Sharon me disse: 'não explique a idade da personagem, apenas deixe eles serem vivos, vibrantes e sexies. Mostre que as pessoas com 50 anos fazem coisas incríveis", explicou a diretora. 

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Lewis Hamilton terá neste domingo seu primeiro "match point" em busca do tetracampeonato mundial na Fórmula 1. Uma combinação de resultados não muito improvável no GP dos Estados Unidos, em Austin, poderá colocar o britânico no clube dos grandes campeões da categoria e até acima do ídolo Ayrton Senna, dono de três títulos.

O eventual quarto título, que poderia vir ainda nas etapas do México, Brasil ou Abu Dabi, será mais um feito do britânico em comparação ao brasileiro falecido em 1994. Pouco a pouco, Hamilton vem superando marcas e recordes de Senna, que é seu piloto favorito desde a infância.

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Nas últimas três temporadas, ele igualou e depois superou o número de pódios (115 a 80) e o de vitórias (61 a 41). Curiosamente, ambos os pilotos obtiveram estes números num período de 11 anos. Senna brilhou nas pistas entre 1984 e 1994, enquanto Hamilton vem se destacando desde sua estreia, em 2007. Em ambos os quesitos acima, o britânico leva vantagem também no aproveitamento em comparação ao número de GPs disputados.

Neste ano, o grande feito do britânico até agora foi ter superado as marcas do próprio Senna e do alemão Michael Schumacher em número de pole positions. Hamilton se tornou o recordista absoluto com 72, contra 68 do alemão e 65 de Senna.

O britânico comemorou mais a igualdade com Senna, alcançada em junho, do que a superação do recorde de Schumacher. Não por acaso. Em 10 de junho, após faturar a pole no GP do Canadá, ele foi homenageado pela família do brasileiro com uma réplica do famoso capacete amarelo do seu ídolo. "Receber esse prêmio e empatar com ele é uma grande honra", celebrou Hamilton na época.

A marca mais importante - o número de títulos - pode ser superada neste domingo, quando o britânico vai largar da primeira posição, às 17 horas (de Brasília). Para tanto, Hamilton terá que vencer no Circuito das Américas e torcer para o alemão Sebastian Vettel não passar do sexto lugar - o rival estará na segunda posição no grid. Se o piloto da Ferrari terminar a prova em posição inferior, o tetra poderia vir até sem a vitória em Austin.

A julgar pelo recente retrospecto das trapalhadas da Ferrari, o título de Hamilton não está distante. Principalmente diante dos resultados do britânico. Ele venceu nada menos que quatro das cinco corridas da Fórmula 1 já disputadas em Austin.

Pesa ainda a favor do líder do campeonato os erros de Vettel e as falhas técnicas da equipe italiana nas últimas etapas. O alemão não só deixou a liderança escapar como também viu o rival abrir diferença de 59 pontos na primeira colocação.

Nada disso tira a concentração do favorito ao título. "Nada mudou para mim. Tudo é exatamente a mesma coisa de como era antes da última corrida. Mentalmente, para mim, é a mesma coisa", disse.

Se converter o "match point", Hamilton vai entrar no clube dos tetracampeões, ao se igualar ao francês Alain Prost e ao próprio Vettel em número de títulos. Ficará atrás somente do argentino Juan Manuel Fangio, dono de cinco troféus, e do recordista Schumacher, campeão sete vezes do Mundial de Pilotos.

"Acho que ele é completo", disse Felipe Massa, em referência ao britânico, para quem perdeu o título de 2008 na última curva de Interlagos. "E é um dos mais completos que já tivemos, como Ayrton Senna, Michael Schumacher e Fernando Alonso", afirma o único brasileiro no atual grid da Fórmula 1.

Na última quarta-feira (24), o ex-piloto Ayrton Senna recebeu uma série de homenagens em comemoração a 30 anos da sua primeira vitória no GP de Mônaco, uma das mais tradicionais provas da Fórmula 1. Senna é considerado por muitos pilotos e aficionados o melhor piloto da história da F1. 

O brasileiro ganhou dos fãs o apelido carinhoso de ‘Rei de Mônaco’ por ser o maior vencedor do GP com seis vitórias consecutivas no circuito, recorde que se mantém até hoje. Senna é reverenciado não só por admiradores do esporte, como também por jornalistas e outros pilotos. Dos 10 GPs que disputou, o corredor só não foi ao pódio em dois. Ao todo, ele conquistou cinco pole positions e seis vitórias em suas passagens pelo Principado. 

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O príncipe Albert II inaugurou uma estátua de Senna na curva Fairmont, lugar onde fica localizado o hotel, com o mesmo nome, que já recebeu uma suíte personalizada com o nome de Ayrton Senna.

Além da suíte e da estátua, Senna ainda receberá outras homenagens. Haverá uma exposição com itens especiais usados por ele durante a carreira, no Yatch Club de Monaco e no Paddock Club. O pintor Armin Flossdorf fará seis pinturas ao vivo, remetendo às seis vitórias de Senna na prova. Além dessas, nos telões de Mônaco serão transmitido alguns vídeos sobre a trajetória do tricampeão mundial da F1. 

Após quase 23 anos da morte de Ayrton Senna e Roland Ratzenberger no circuito da cidade de Ímola, na Itália, um norueguês publicou vídeos que fez com sua câmera, no fim de semana da corrida. Thomas Gronvold digitalizou as imagens feitas em uma VHS e disponibilizou em sua conta no YouTube. Nas imagens é possível ver o trabalho de Gerhard Berger e o momento em que ele corre pelo pit lane, buscando informações sobre o acidente de Senna. Berger chegou ao hospital e presenciou a declaração de óbito do brasileiro.

Cenas do acidente de Pedro Lamy e JJ Lehto e as equipes de resgate trabalhando após o incidente com o carro da Minardi nos boxes também foram captadas. No vídeo principal, que mostra todo o material gravado, o norueguês justifica que estava sorridente e feliz nas filmagens por não saber o que havia ocorrido na pista. “As informações sobre a morte de Senna só chegaram até nós, tarde da noite, quando chegamos ao hotel”, relata Thomas.

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Além de Senna, que se acidentou na curva Tamburello (que hoje tem traçado diferente) e Ratzenberger, que passou reto na Villeneuve e se chocou com o guard rail, Rubens Barrichello capotou o carro na Variante Bassa, pouco antes da entrada dos boxes. Aquele 1° de maio ficou marcado por inúmeros acidentes, duas mortes e as mudanças da política de segurança da Fórmula 1, além das mudanças no traçado do circuito de Ímola e, posteriormente, na sua saída do calendário da competição.

Seis anos, oito meses e 28 dias. O jejum de vitórias brasileiras na Fórmula 1 chega nesta segunda-feira ao período mais longo da história, recorde que totaliza 125 corridas e acaba de superar o segundo hiato mais longo, marcado pelas temporadas seguintes à morte de Ayrton Senna, em 1994. No próximo domingo, no GP do Canadá, os dois pilotos brasileiros do grid atual terão outra chance de encerrar o tabu iniciado em setembro de 2009.

Curiosamente, o GP da Itália daquele ano, a última vitória brasileira na Fórmula 1 teve como protagonista o mesmo piloto responsável por encerrar o jejum da era pós-Senna. Rubens Barrichello, então na Brawn, largou em quinto lugar em Monza para subir ao degrau mais alto do pódio. Meses antes ele tinha vencido o GP da Europa, em Valência, que valeu ao Brasil o 100º triunfo na história da categoria.

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O retrospecto vitorioso dos brasileiros na Fórmula 1 começou com Emerson Fittipaldi, vencedor do GP dos Estados Unidos em 1970. O bicampeão mundial em 1972 e 1974, subiu pela última vez ao degrau mais alto do pódio em 1975, mesmo ano em que José Carlos Pace repetiu o feito. A partir de 1980, com Nelson Piquet, e anos mais tarde, com Senna, o Brasil viveu o auge.

A alternância de vitórias da dupla terminou com a vitória de Senna no GP da Austrália de 1993. A volta do Brasil ao protagonismo só foi em 2000, quando, já na Ferrari, Barrichello largou em 18º lugar para depois vencer o GP da Alemanha, em julho daquele ano. Até então, o resultado encerrava o maior jejum nacional na categoria, período que nesta segunda-feira chega a novo recorde.

Apesar de ser a terceira nação com mais vitórias na categoria, atrás apenas de Reino Unido e Alemanha, o Brasil passa por um período difícil. Se entre 2000 e 2009 Barrichello e Felipe Massa ganharam juntos 22 GPs e foram vice-campeões mundiais três vezes, o hiato iniciado há exatos seis anos, oito meses e 28 dias trouxe aspectos tristes para o automobilismo brasileiro.

Em 2013 e 2014, por exemplo, o País teve como único representante na categoria Felipe Massa. Antes disso, a última vez em que apenas um brasileiro esteve na categoria foi em 1971, com Emerson Fittipaldi. Desde 2015 Felipe Nasr passou a integrar a Sauber e aumentar a expectativa da torcida por resultados.

Na atual temporada os pilotos brasileiros têm enfrentado dificuldades e ainda não subiram ao pódio. Massa conseguiu pontuar em todas as corridas, teve como melhor resultados dois quintos lugares e é o sétimo no campeonato. Já Nasr ainda não conseguiu pontuar em 2016.

Confira os jejuns do Brasil na Fórmula 1:

- Desde 13/09/2009 não ganha corridas;

- Antes, viveu jejum de vitórias entre 7/11/1993 (Senna no GP da Austrália) e 30/7/2000 (Barrichello no GP da Alemanha);

- O terceiro maior período sem triunfos foi entre 1975 e 1980: vitória de Emerson Fittipaldi na Grã-Bretanha até triunfo de Nelson Piquet nos Estados Unidos.

Lewis Hamilton busca mais uma conquista especial no fim de semana. Após se sagrar tricampeão da Fórmula 1 e superar marcas de Ayrton Senna, o inglês quer vencer no Autódromo de Interlagos pela primeira vez na carreira. Para o piloto da Mercedes, chegar na frente no GP do Brasil seria a forma ideal de "saudar" o ídolo brasileiro.

"É uma das poucas corridas que ainda não venci. Se eu puder mudar isso no fim de semana, seria uma forma de saudá-lo [Senna] e também seria mais um grande momento neste ano incrível. Então vou fazer de tudo para que isso aconteça", afirmou Hamilton, antes de desembarcar no Brasil.

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Hamilton vive grande momento na categoria, alcançando sua melhor temporada na F1 desde sua estreia, em 2007. Além de obter o título por antecipação, igualando o tricampeonato de Senna, o piloto da Mercedes superou as 41 vitórias do ídolo (já tem 43) e vem se aproximando do brasileiro em outras marcas importantes ao longo do ano.

"Esta era a corrida em que Senna estava em casa. Quando eu era jovem, sonhava em correr em São Paulo. E eu sempre sentia sua presença na pista", disse Hamilton. "Ele é um herói tão grande no Brasil! E fico feliz por sempre ter uma recepção calorosa dos fãs em São Paulo."

Hamilton tem como melhor resultado em Interlagos o segundo lugar obtido na corrida do ano passado. Daquela vez, seu companheiro de equipe, Nico Rosberg, venceu a prova. O alemão, embalado pela vitória no México, pode ser novamente o obstáculo em São Paulo.

Para a direção da Mercedes, a disputa interna poderá empolgar a torcida brasileira. "A rivalidade entre Lewis e Nico é boa para o esporte, para a equipe e para eles próprios. Esta corrida sempre oferece surpresas e nunca falha em empolgar o público. Estou ansioso para ver o que vai acontecer em Interlagos", afirmou o chefe da Mercedes, Toto Wolff.

Depois do susto em Cingapura, Lewis Hamilton retomou o domínio na temporada 2015 da Fórmula 1 ao vencer na madrugada deste domingo o GP do Japão. O inglês ultrapassou o companheiro de Mercedes, o alemão Nico Rosberg, na largada e não foi mais alcançado pelos rivais até a bandeira, na qual pôde celebrar mais uma grande marca na carreira. Ele igualou o recorde de vitórias do ídolo Ayrton Senna no circuito de Suzuka. Felipe Massa, após sofrer um toque na largada, chegou em 17º. Felipe Nasr abandonou nas voltas finais.

Ao vencer pela oitava vez na temporada, Hamilton alcançou a marca de 41 vitórias de Senna. Inglês e brasileiro agora dividem o quarto posto entre os maiores vencedores de corrida da F1. Estão atrás do alemão Sebastian Vettel, terceiro colocado em Suzuka, com 42 triunfos, do francês Alain Prost (51) e do alemão Michael Schumacher (91).

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Para Hamilton, a marca tem sabor ainda mais especial por ser conquistada no circuito onde Senna conquistou seus três títulos mundiais. "Para mim, vir até aqui para correr onde eu costumava ver Ayrton pilotar e ainda vencer...", comentou o inglês, emocionado. "Não consigo descrever a sensação. Não parece real para mim agora."

O líder do campeonato valorizou o feito em Suzuka também por ter levado o susto na corrida passada. Em Cingapura, onde poderia ter antecipado a grande marca, ele teve problemas em sua Mercedes e abandonou pela primeira vez na temporada. Uma semana depois, o inglês retoma o domínio e se coloca mais perto do título.

Com esta vitória, o inglês ampliou a vantagem sobre Rosberg no campeonato, de 41 para 48 pontos. Tem agora 277 pontos, contra 229 do companheiro de Mercedes. Vettel, em terceiro, tem 218.

Para buscar o novo triunfo, o inglês exibiu superioridade desde a largada, quando passou Rosberg e assumiu a ponta. Até o final, ele não seria ameaçado pelos rivais, nem mesmo durante as paradas nos boxes. Ele aproveitou a boa vantagem conquistada na pista para se manter em primeiro ao longo das 53 voltas, cruzando a linha de chegada com 18 segundos de frente sobre o alemão.

Rosberg teve mais dificuldade para buscar o segundo lugar do pódio. Logo na largada perdeu posições também para Vettel, da Ferrari, e para o finlandês Valtteri Bottas, da Williams. Mais atrás, Massa se chocou de leve com a Red Bull do australiano Daniel Ricciardo. Os dois tiveram pneus furados e precisaram ir ao box mais cedo, o que comprometeu a corrida de ambos.

Brasileiro e australiano permaneceram no pelotão do fundo durante quase toda a corrida, sem conseguir emplacar uma corrida de recuperação. Ricciardo terminou a prova em 15º, duas posições atrás do companheiro Daniil Kvyat, que fez boa corrida apesar de ter largado do pit lane por ter trocado o chassi da sua Red Bull. Tudo consequência do forte acidente que sofreu no treino de sábado.

Enquanto Massa sofria para recuperar o estrago causado no início da prova, Hamilton disparava na ponta e Rosberg tentava resgatar as posições perdidas no início. O alemão só passou Vettel e Bottas na segunda rodada de parada nos boxes. Ao antecipar o pit stop, deixou o piloto da Ferrari para trás e se consolidou no segundo posto.

Felipe Nasr teve grande desempenho no começo da corrida. Largou em 16º e ganhou três posições na sequência. Depois, se defendeu bem das investidas do holandês Max Verstappen, da Toro Rosso, e até ultrapassou o companheiro de Sauber, o sueco Marcus Ericsson. No entanto, o brasileiro começou a perder ritmo na segunda metade da prova, com os pneus duros.

Tanto ele quanto Ericsson passaram a perder seguidas posições, sem conseguir acompanhar os pilotos que brigam por uma vaga no Top 10, a zona de pontuação da corrida. O sueco ainda cruzou a linha de chegada em 14º. Nasr figurou em 20º e último lugar nas voltas finais, antes de abandonar.

Os pilotos da Fórmula 1 voltam à disputa daqui a duas semanas. A próxima etapa será realizada no circuito de Sochi, no GP da Rússia, no dia 11 de outubro.

 

Confira a classificação final do GP do Japão:

1.º - Lewis Hamilton (ING/Mercedes), em 1h28min06s508

2.º - Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 18s964

3.º - Sebastian Vettel (ALE/Ferrari), a 20s850

4.º - Kimi Raikkonen (FIN/Ferrari), a 33s768

5.º - Valtteri Bottas (FIN/Williams), a 36s746

6.º - Nico Hülkenberg (ALE/Force India), a 55s559

7.º - Romain Grosjean (FRA/Lotus), a 1min12s298

8.º - Pastor Maldonado (VEN/Lotus), a 1min13s575

9.º - Max Verstappen (HOL/Toro Rosso), a 1min35s315

10.º - Carlos Sainz Jr (ESP/Toro Rosso), a 1 volta

11.º - Fernando Alonso (ESP/McLaren), a 1 volta

12.º - Sergio Pérez (MEX/Force India), a 1 volta

13.º - Daniil Kvyat (RUS/Red Bull), a 1 volta

14.º - Marcus Ericsson (SUE/Sauber), a 1 volta

15.º - Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), a 1 volta

16.º - Jenson Button (ING/McLaren), a 1 volta

17.º - Felipe Massa (BRA/Williams), a 2 voltas

18.º - Alexander Rossi (EUA/Marussia), a 2 voltas

19.º - Will Stevens (ING/Marussia), a 3 voltas

Não completou a prova:

Felipe Nasr (BRA/Sauber)

O circuito de Ímola recebeu nesta quinta-feira (1) uma multidão para homenagear Ayrton Senna, que morreu após sofrer um grave acidente durante o GP de San Marino, realizado no dia 1º de maio de 1994, exatamente 20 anos atrás, e realizaram um minuto de silêncio às 14h17 (hora local), mesmo horário da batida fatal.

Fãs de Senna, membros da sua família, além de companheiros da Fórmula 1 e atuais pilotos da principal categoria do automobilismo mundial participaram do evento solene, mas também festivo para marcar o 20º aniversário da morte do piloto brasileiro.

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A cerimônia foi realizada na curva Tamburello do circuito de Imola, onde Senna colidiu com o muro a cerca de 300 km/h. O austríaco Roland Ratzenberger, que morreu um dia antes, após acidente no treino de classificação, também foi lembrado.

Entre os presentes estavam Gerhard Berger, companheiro de equipe de Senna na McLaren, e atuais pilotos da Ferrari na Fórmula 1, o espanhol Fernando Alonso e o finlandês Kimi Raikkonen. "Eu acho que todos nós concordamos que ele foi o melhor piloto de todos os tempos", disse Berger, aplaudido pela multidão. "Mesmo que seja um momento triste, nós estamos todos muito felizes por estar aqui e lembrar Ayrton".

Alonso, que possui dois títulos mundiais de Fórmula 1, tinha 12 anos quando Senna morreu. "Para muitos de nós, ele era nosso ídolo", disse o espanhol. "Eu costumava assistir a corridas e quando via o capacete amarelo e o número 1 no seu carro, aquilo realmente me atingia como uma criança", acrescentou.

"Eu não tive a chance de conhecê-lo ou correr com ele e há um grande número de pessoas aqui que realmente o conheciam. Mas também vejo um monte de crianças, por isso ele continua influenciando muitas pessoas".

Sobrinha de Senna, Paula estava entre os representantes do piloto e ficou impressionada com o grande comparecimento de fãs. "Isso significa que de alguma forma ele alcançou o coração das pessoas, com sua carreira e também com a maneira como ele era como pessoa", disse. "Eu sinto que ele está vivo no coração das pessoas, mesmo depois de todo esse tempo. É lindo", concluiu.

Organizador do evento, Ezio Zermiani estava radiante de alegria com o sucesso ha homenagem. "Nós pensamos que podia ser algo que foi esquecido. Mas, então, esta manhã quando saí do meu hotel, eu vi mais trânsito do que quando havia a corrida aqui, mesmo que não tenham carros de corrida. Por isso, tornou-se um GP de lembrança".

Zermiani apontou que as melhorias de segurança apresentadas pela Fórmula 1 após as mortes de Senna e Ratzeberger ajudaram a impedir mais acidentes fatais nos últimos 20 anos. "Então Ayrton não morreu por nada", concluiu.

Sabe aquelas datas em que todo mundo lembra onde estava? Sem dúvida, 1° de maio de 1994 está entre elas. Infelizmente, a lembrança não é das melhores. Como de costume, milhares de brasileiros acordaram cedo para acompanhar mais uma corrida de Fórmula 1. A expectativa era pela primeira vitória de Ayrton Senna na temporada, na Williams. Mas, na verdade, o GP de Ímola foi o último do piloto brasileiro. Na oitava volta, na triste e famosa curva Tamburello, o Brasil perdia seu herói. A notícia da morte foi confirmada horas depois e a nação verde-e-amarela entrou numa profunda comoção, num luto eterno.

O Brasil ficou órfão de um campeão mundial de Fórmula 1. Para muitos, Senna foi o maior piloto brasileiro de todos os tempos. Há controvérsias, há quem discorde. Mas essa é uma outra discussão. Não há como negar a importância do Ayrton Senna do Brasil para o País. Num momento de crise, corrupção e protestos, surgia um cara com orgulho de representar uma nação e com a consciência da importância que qualquer mínimo gesto – como o de vencer uma corrida e pegar a bandeira nacional -, faria bem ao ego da população.

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O sobrenome Silva que carregava era a demonstração pura do brasileirismo. João, José, Maria, Severina, entendedores e não entendedores, é como se todos se vissem dentro de um Fórmula 1, levando o carro na ponta dos dedos, acelerando debaixo de chuva, apenas com uma marcha e, juntos, todos reunissem o pouco da força que restava para erguer o troféu. Assim como outras 40 vezes nas 162 corridas disputadas.

A determinação de Senna era uma inspiração aos brasileiros. A cada entrevista, uma frase forte, marcante e motivacional. Sobretudo, destemida. Não havia o impossível para o piloto e era o que ele queria passar a todos. Bastava querer, lutar, se dedicar e os objetivos seriam alcançados. Talvez este tenha sido o grande legado deixado por Ayrton, mais até que os três títulos mundiais, os 80 pódios, as 65 poles-positions e as 19 voltas mais rápidas.

“Tudo o que consegui foi através de dedicação, perseverança e muito desejo de atingir meus objetivos e vitórias na vida, e não como piloto. A todos vocês, eu digo, que seja quem for, independente da posição social que tenha, altíssima ou baixa, tenha sempre como meta a força, determinação e sempre faça muito amor e fé em Deus. Porque um dia você chega lá. De alguma maneira, você chega lá”, Ayrton Senna do Brasil.

O Game Show trouxe, para os amantes e da F1 e para os fãs saudosos do piloto Ayrton Senna, uma excelente novidade. O gerente-geral da Sony na América Latina, Mark Stanley anunciou, nesta sexta-feira (25), a presença do piloto no novo game da franquia Gran Turismo 6.

Senna será representado pela primeira vez nos videogames, que virá como conteúdo extra para a rede Playstation. O criador da série de corrida, Kazunori, afirmou estar muito feliz com a parceria. “Hoje, estou feliz em anunciar a parceria com o Instituto Ayrton Senna. Ele é o meu maior herói, e acho que sem ele o jogo sequer existiria”, disse. 

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O lançamento do game está previsto para o dia 6 de dezembro. O preço ainda não foi divulgado, mas sabe-se que parte da renda do pacote será doada ao Instituto Ayrton Senna. A Brasil Game Show, maior feira de games do Brasil, acontece até o dia 29 de outubro em São Paulo.

A italiana Ducati apresentou nesta terça-feira (8), no Salão Duas Rodas, em São Paulo, a 1199 Panigale S Senna, série limitada em homenagem ao ex-piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, que morreu em 1994. Serão feitas apenas 161 unidades da motocicleta - uma referência ao número de corridas disputada por Senna na carreira -, as quais serão vendidas exclusivamente a clientes brasileiros a partir do segundo semestre de 2014.

A motocicleta ainda não tem preço definido e remete à Ducati 916 Senna, cujo projeto contou com a ajuda do ex-piloto e que foi lançada em 1995, após a morte dele. Foram fabricadas apenas 300 unidades, 31 delas para o Brasil e o modelo número 1 da 916 Senna, também exposto no Salão das Duas Rodas, foi doado pela marca à família Senna.

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"A 1199 Panigale S Senna é a primeira versão especial topo de linha de um modelo feito exclusivamente para o Brasil e o lançamento que nos dá mais orgulho", disse o diretor mundial de vendas da Ducati, Roberto Righi. Com o retorno ao Brasil, a Ducati apresenta 16 modelos no Salão Duas Rodas, três deles lançamentos.

Todo driver de Fórmula 1 possui um piloto ou carro favorito dentro da historia da categoria. Com Sebastian Vettel, tricampeão do mundo, não é diferente. Em entrevista à revista alemã “Sport Bild”, o piloto da Red Bull afirmou que o bólido que marcou sua história foi um guiado por Ayrton Senna, o MP4-8. Além do modelo da McLaren, guiado por um dos maiores pilotos da história da F1, o alemão também citou os carros de outros dois brasileiros que fizeram história na categoria: Emerson Fittipaldi, com sua Lotus 72 e Nelson Piquet, com a Brahbam BT52B.

O carro favorito de Seb, sem dúvida, é a McLaren dirigida por Senna. Com ela, o brasileiro conseguiu cinco vitórias durante todo o campeonato[Brasil, Europa, Mônaco, Japão e Austrália] e terminou com o vice-campeonato daquele ano. “Meu carro favorito, definitivamente. A McLaren não tinha o melhor carro naquele ano, mas ainda assim Senna conquistou cinco vitórias”, disse o alemão.

Com bom humor, Vettel falou ainda sobre o carro guiado por Piquet, que conquistou seu segundo título mundial com a Brahbam. O alemão brincou e disse que o carro do brasileiro parecia com um foguete, de tão rápido que era. “Diziam que ele tinha mais de mil cavalos de potência na classificação, fazendo dele mais um foguete do que um carro de corrida”, continuou Vettel.

Sem esquecer do carro guiado pelo maior vencedor da Fórmula 1, Michael Schumacher, o tricampeão do mundo falou sobre o F2002, que era soberano no início dos anos 2000. Com ele, Schumi consagrou seu nome dentro do automobilismo mundial. “Parecia que Schumacher podia fazer jogos com seus adversários. Não é a toa que ele conseguiu o título no GP da França, com seis etapas de antecedência.”

Por fim, Sebastian não poderia esquecer do carro que deu seu primeiro título mundial, em 2010. Vettel considerou o RB6 o melhor carro daquele vitorioso ano da Red Bull. “O melhor modelo daquele ano. Seria uma pena se não tivéssemos vencido com ele.”

 

Mais uma equipe da principal categoria do automobilismo mundial definiu a sua dupla para disputa da temporada do próximo ano. O escocês Paul di Resta continuará na Force India e terá como companheiro o alemão Nico Hulkenberg, que entra na vaga do compatriota Adrian Sutil.

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Obviamente estou empolgado por estar com a Force India e ter a chance de correr no próximo ano. “Não foi fácil assistir do lado de fora esta temporada, mas eu fiz o meu melhor para ajudar o time e mostrar que sou capaz”, declarou Hulkenberg, piloto de testes da Force India em 2010

No momento só Williams e Hispania possuem vagas em aberto para a temporada 2012. Com isso ficam cada vez menores as chances dos brasileiros Rubens Barrichello e Bruno Senna de disputarem o campeonato do próximo ano.

Senna já cogita a possibilidade de ser o piloto reserva da Renault, que confirmou os pilotos Romain Grosjean e Kimmi Raikkonen para 2012. Já Rubinho espera a renovação de contrato com a Williams para poder fazer a 20ª temporada na Fórmula 1.

Confira a lista das equipes e os pilotos confirmados para o próximo ano.

Red Bull: Sebastian Vettel (ALE) e Mark Webber (AUS)
McLaren: Jenson Button (ING) e Lewis Hamilton (ING)
Ferrari: Fernando Alonso (ESP) e Felipe Massa (BRA)
Mercedes: Michael Schumacher (ALE) e Nico Rosberg (ALE)
Lotus: Kimi Räikkönen (FIN) e Romain Grosjean (FRA)
Force India: Paul di Resta (ESC) e Nico Hulkenberg (ALE)
Sauber: Kamui Kobayashi (JAP) e Sergio Perez (MEX)
Toro Rosso: Daniel Ricciardo (AUS) e Jean-Éric Vergne (FRA)
Williams: Pastor Maldonado (VEN) e indefinido
Caterham: Heikki Kovalainen (FIN) e Jarno Trulli (ITA)
Hispania: Pedro de la Rosa (ESP) e indefinido
Marussia: Timo Glock (ALE) e Charles Pic (FRA)
 

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