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Ao realizar um balanço dos primeiros seis meses de governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira (13) estar “extremamente satisfeito” com o trabalho desempenhado até o momento. Em sua primeira transmissão ao vivo nas redes sociais, na live Conversa com o Presidente, ele avaliou que o governo atual trabalhou mais do que em qualquer outro momento da história por ter encontrado “um país destruído”.

“Fazer reforma e reconstruir é muito mais difícil do que fazer uma coisa nova. Como nós tínhamos uma quantidade enorme de políticas públicas que tinham dado certo, a gente então resolveu recriar essas políticas públicas para, a partir do dia 2 de julho, lançar um grande programa de obras, um grande programa para o desenvolvimento nacional, com obras de infraestrutura em todas as áreas.”

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Durante a live, Lula disse ter encontrado cerca de 14 mil obras paradas quando assumiu o governo em janeiro – 4 mil apenas na área da educação. “O povo brasileiro tem que ter um pouquinho de paciência porque não vai ter fake news no nosso governo”.

“Governar é como plantar uma árvore. Você plantou uma árvore frutífera, você tem que aguar, tem que ter sol e tem que esperar os frutos aparecerem. Primeiro aparece uma flor, depois, um botão. Depois esse fruto vai crescendo, vai ficando bom, vai ficando maduro e a gente come. Nós estamos nessa fase em que amadureceu. Já sabemos o que fazer daqui pra frente. Sabemos que temos que fazer muito mais do que fizemos em qualquer outro mandato que nós tivemos porque precisamos reconstruir o Brasil.”

“Sinceramente, estou extremamente satisfeito. Tenho combinado viagens aqui dentro com viagens no exterior, porque é preciso recuperar a capacidade do mercado interno brasileiro. O Brasil estava aleijado de política internacional”, disse.

“Vamos trabalhar muito porque o povo brasileiro está com muita expectativa. Ele quer emprego, quer salário, quer educação de qualidade, quer ter áreas de lazer, quer ter acesso à cultura. E tudo isso está dento do nosso planejamento para recuperar o país até 2026.”

 

A farmacêutica americana Pfizer submeteu, nesta sexta-feira, 29, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) um pedido de aprovação para o uso da vacina contra a covid-19 em crianças de 6 meses a 4 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). O imunizante foi aprovado para a faixa etária nos Estados Unidos em junho. No Brasil, a farmacêutica já imuniza pessoas acima dos 5 anos de idade.

O pedido da Pfizer se apoia em um estudo que incluiu 4.526 crianças de 6 meses a 4 anos de idade. Na pesquisa, as crianças receberam três doses (na quantidade de um terço a dose para o adulto), com um intervalo de três semanas entre a primeira e a segunda dose. A terceira aplicação foi administrada oito semanas após a segunda, em um momento em que Ômicron era a variante predominante.

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A formulação, segundo a Pfizer, é a mesma da vacina administrada nas demais faixas. A mudança seria na concentração, que é de 10 µg (micrograma) por dose na formulação pediátrica para crianças entre 5 a 11 anos, e de 3 µg por dose para crianças de 6 meses a 4 anos.

"Sabemos que a covid-19 impacta também as crianças menores, inclusive com a possibilidade de evolução para doença grave. Estamos orgulhosos por dar mais esse importante passo para ampliar a proteção da população pediátrica", afirmou Adriana Ribeiro Polycarpo, diretora médica da Pfizer Brasil.

No último dia 13, a Anvisa liberou o uso da vacina Coronavac para crianças de 3 e 4 anos - é o único imunizante liberado para o grupo abaixo de cinco anos no País. Se aprovada, a vacina de 6 meses a 4 anos de idade terá uma tampa cor vinho para diferenciá-la da vacina pediátrica para crianças de 5 a 11 anos, que tem a tampa laranja, e do imunizante para a população acima dos 12 anos, cuja tampa é a roxa.

O carnaval mal tinha terminado quando o Brasil registrou o primeiro caso de Covid-19. Ontem, a epidemia completou seis meses em território nacional. De acordo com o Ministério da Saúde, em 13 de agosto a doença estava presente em 98,4% dos municípios. São 3,6 milhões de casos confirmados e mais de 115 mil mortes, o que faz do Brasil o segundo país mais afetado, atrás apenas dos EUA.

"Uma nova epidemia virá em algum momento", sustenta Roberto Medronho, especialista em saúde pública e professor de epidemiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ um novo vírus surgirá ou um vírus já conhecido ressurgirá."

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Os números ainda são muito altos, e nenhuma vacina ou tratamento específico contra o novo coronavírus foi descoberto, a despeito dos esforços científicos sem precedentes. Mesmo assim, especialistas brasileiros dizem que aprendemos lições importantes nos últimos meses. E seis delas devem nos acompanhar mesmo depois da pandemia. São elas:

A compreensão da doença

Inicialmente considerada doença pulmonar, a covid-19 se revelou doença sistêmica, que ataca diversos órgãos e funções do corpo. "Houve uma curva de aprendizado muito intensa", atesta a pneumologista Margareth Dalcolmo, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.

A necessidade de combater a inflamação generalizada, a atenção especial aos eventos circulatórios e a garantia da boa oxigenação do paciente são algumas das práticas que já se tornaram normais no atendimento à covid. O preparo da equipe médica também é crucial. "As boas práticas com os pacientes graves salvam vidas, não as tentativas esdrúxulas de uso de terapias sem evidências científicas", diz o infectologista Fernando Bozzo, do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz.

O impacto econômico e social

"Esse modo de produção e de vida que o mundo adotou precisa ser revisado, isso ficou muito evidente", diz o epidemiologista Roberto Medronho, coordenador do Grupo de Trabalho Multidisciplinar para Enfrentamento da Covid-19 da UFRJ. "Espero que nesses meses de isolamento e confinamento as pessoas tenham aproveitado para repensar um pouco a forma de lidar com a natureza e como o outro."

A epidemia também teve um efeito devastador sobre o sistema de saúde de vários países. Paralisou parte da produção industrial, do comércio e deixou milhares de desempregados.

"No caso específico do Brasil, a epidemia acentuou as desigualdades econômicas, raciais e regionais", constata Fernando Bozza. "A letalidade entre os jovens internados no Nordeste é o dobro da registrada no Sudeste. Esse resultado não é exclusivamente por causa da epidemia, mas porque já era horrível antes e agora piorou."

A importância da ciência

Sem ciência, não teríamos avanços tão rápidos na compreensão da doença, na criação de kits de diagnóstico e, sobretudo, no desenvolvimento de vacinas em tempo recorde. "A pandemia deixou muito claro que não podemos ficar dependentes de outros países nesta área, precisamos de autonomia", diz Roberto Medronho. "Acho que agora pelo menos parte da sociedade percebeu a importância da ciência para o desenvolvimento de uma nação."

O estrago das fake news

"O desserviço que as fake news fizeram do ponto de vista da informação para a população foi enorme. As redes sociais foram inundadas com bobajadas sem fim, terapias falsas, uma série de coisas que serve apenas para confundir a população: foi um desserviço político e de saúde pública", critica Fernando Bozza. "A imprensa está fazendo o seu papel, mas a sociedade brasileira não conseguiu se organizar para dar uma resposta adequada diante da gravidade do que estamos vivendo." Especialistas que constataram que a cloroquina não funcionava contra a covid chegaram a ser ameaçados de morte.

Herança para a humanidade

"A gente aprendeu muita coisa", diz Margareth Dalcolmo. "Toda uma geração que nunca tinha vivenciado algo semelhante pode entender de fato o que é uma pandemia de uma doença transmissível. É um evento que certamente vai modificar a qualidade de vida no planeta, para o bem ou para o mal."

Certeza da próxima epidemia

Roberto Medronho afirma que uma nova epidemia virá em algum momento. "Não é uma questão de 'se', mas de 'quando' um novo vírus surgirá ou um vírus já conhecido ressurgirá."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Seis meses depois do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na Grande Belo Horizonte, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais anunciou nesta quinta-feira, 25, que as buscas e a identificação de corpos que possam estar na área atingida pela lama são cada vez mais difíceis e que as escavações em meio ao rejeito na procura por vítimas terão que atingir até 17 metros de profundidade, o equivalente a um prédio de aproximadamente sete andares.

O último levantamento da Defesa Civil, divulgado em 6 de julho, relata 248 mortos e 22 desaparecidos. Na data foi oficializada a identificação mais recente de vítima da tragédia. "A decomposição vai acontecendo e os segmentos ficam cada vez menores. O trabalho fica difícil não só para os bombeiros mas também para a Polícia Civil, para identificação", afirma o comandante do Corpo de Bombeiros do estado, Edgard Estevo.

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Desde os início das buscas, em 25 de janeiro, quando a barragem rompeu, os bombeiros afirmam não haver prazo para retirada das equipes da área atingida pela lama. "Os trabalhos da corporação permanecem enquanto estivermos buscando por todas as vítimas", diz Estevo, em entrevista realizada nesta tarde em Brumadinho.

O comandante dos bombeiros informou que, até o momento, foram entregues para identificação da Polícia Civil 713 casos, que são corpos e segmentos corpóreos. Do total, 128 ainda não foram identificados. "O trabalho continua dentro de estratégia tática e de inteligência. Nos removemos aproximadamente menos de 20% de todo o rejeito e encontramos 92% dos desaparecidos".

Na atual fase de buscas, conforme o comandante da corporação, é necessária a utilização em maior escala de máquinas com apoio de cães farejadores. "O terreno muda. No início havia um terreno liquefeito. Era necessário arrastar. Os bombeiros não andavam nem nadavam. Era difícil usar máquinas. Agora o trabalho é de aprofundar no rejeito. Alguns locais têm 17 metros da cota de rejeitos. Não temos mais corpos e segmentos superficiais. Então é um trabalho imprescindível de máquinas e cães", relata. O contingente de homens atualmente na área é de 135. Esse número já chegou a 635, conforme Estevo.

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) disse no início da noite desta sexta-feira, 14, que a investigação sobre os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes está "próxima" de apontar os responsáveis pelo crime, ocorrido em março. Nesta sexta, Freixo prestou depoimento durante cinco horas na Delegacia de Homicídios (DH) da Capital.

Desde a noite do crime, o deputado já havia se reunido diversas vezes com os responsáveis pela investigação, mas nesta sexta, dia em que marca os seis meses dos assassinatos, ele prestou seu primeiro depoimento oficial. Freixo foi ouvido pelo delegado Gineton Lages, titular da DH.

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Após a oitiva, o deputado disse que o sentimento é de "angústia" pela demora na resolução do crime.

"Angústia, angústia. Hoje (sexta) eles me disseram que é um crime sem precedentes na história do Rio de Janeiro, mas que eles estão próximos de descobrir quem matou. A linha, evidentemente, é saber quem executou, quem matou, para depois chegar nos mandantes. A gente espera que realmente isso aconteça, que seja próximo", contou Freixo à reportagem.

Segundo ele, seu depoimento teve por finalidade traçar um perfil amplo do trabalho de Marielle. "Perguntaram tudo. Todos os momentos da Marielle desde que ela começou a trabalhar com a gente, as características dela. Foi um depoimento bem amplo, sobre todos os momentos dela."

O parlamentar também pediu que a cobrança pelo resolução do caso não pare. "A mobilização tem que continuar, a pressão tem que ter, por uma razão simples: esse crime é um crime político e é um crime sofisticado. Se a resposta do Estado for não resolver, nós podemos ter um jornalista, um promotor, um juiz, um deputado morto em breve, porque isso vai compensar", considerou Freixo.

Competência

Mais cedo, em São Paulo, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, evitou falar sobre a demora para solucionar o caso, que, segundo ele, foi um crime "complexo e difícil" de investigar. O ministro defendeu a competência das polícias locais, responsáveis pela investigação.

"Oferecemos a Polícia Federal no passado, e foi entendido que as forças locais eram suficientes para dar conta disso. Só espero que esse crime, essa tragédia bárbara, seja elucidada e que seus responsáveis paguem por isso na cadeia", afirmou Jungmann nesta sexta. "Estamos disponíveis, mas, se as pessoas lá têm competência, e eu acho que devem ter competência para isso e estão próximas, que vão adiante."

Questionado sobre a demora na solução do caso, Jungmann não quis se posicionar. "Sei que é um crime complexo, difícil, de grande impacto. Interessa ao Brasil esclarecer porque o mundo, evidentemente, tem acompanhado esse caso como algo muito simbólico", disse o ministro.

A viúva de Marielle, a arquiteta Mônica Benício, denunciará essa demora na solução do crime na 39ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), no próximo dia 20, em Genebra, na Suíça. Marielle foi morta a tiros na noite de 14 de março, junto com seu motorista Anderson Gomes, quando saia de um debate na Casa das Pretas, no centro da capital fluminense.

Toda a investigação é mantida em sigilo desde o começo, tanto pela esfera estadual, quanto pela federal - o que os ativistas contestam, diferenciando segredo e silêncio por parte das autoridades.

A denúncia à ONU será feita durante o evento "Militarização da segurança pública: intervenção federal no Rio de Janeiro, execuções extrajudiciais e riscos para defensores de direitos humanos", que reunirá também representantes da Anistia Internacional, Redes da Maré e Observatório da Intervenção, entre outras ONGs.

Os especialistas vão denunciar também "o quadro de violações sistemáticas de direitos humanos" em sete meses de intervenção federal na segurança.

A vereadora e seu motorista foram mortos cerca de um mês depois do início da intervenção no Estado. Marielle havia sido nomeada relatora da comissão criada na Câmara Municipal para monitorar a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro. Seu posicionamento era contrário à intervenção e à política de militarização da segurança pública.

'Quem matou Marielle?'

Os seis meses do assassinato da vereadora e a falta de uma resposta da polícia para o crime foram lembrados nesta sexta pela família e pela Anistia Internacional. Um telão de cinco metros de largura foi instalado em um caminhão com a pergunta "Quem matou Marielle?".

O veículo percorreu diferentes pontos da cidade, como os prédios do Ministério Público, da Secretaria de Segurança Pública e do Comando Militar do Leste, cobrando explicações como forma de pressionar as autoridades das forças de segurança. Em agosto, o grupo de promotores encarregado foi trocado pelo MP.

Depois de passar por uma cirurgia no ligamento cruzado do joelho esquerdo, o volante Anderson Pedra está recuperado da lesão. O jogador já voltou a treinar com bola nesta segunda-feira (19), mas o departamento médico ainda não liberou o atleta para jogar. A atitude foi tomada por medida de segurança.

“O Anderson já vinha fazendo alguns trabalhos de fundamento com bola, mas agora está liberado para fazer trabalhos técnicos e táticos com o grupo”, disse o preparador físico do clube, Guilherme Ferreira. “Com cinco meses ele já estava recuperado. É um cara muito profissional, que tem um vigor físico excelente e gosta de trabalhar. Em uma necessidade, ele já poderia jogar, mas como os atletas da posição dele estão bem e vai haver a parada da Copa do Mundo, Pedra segue em observação”, completa.

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Para Anderson PEdra, a recuperação foi muito rápida. "Eu brinco com o pessoal que a minha perna operada está melhor do que a outra. Estou muito tranquilo para voltar, chutando com confiança, sem medo nenhum. Se tivesse jogo hoje, eu jogava facilmente”, pontuou.

Apesar de ter rompido os ligamentos cruzados do joelho, o lateral-esquerdo Tiago Costa, que não está relacionado para o clássico contra Náutico, foi o único jogador a conceder entrevista para a imprensa, na tarde desta terça-feira (18). Mesmo com o problema, o jogador não se mostrou preocupado e ressaltou a vontade em se recuperar o mais rápido possível. “Não acreditava que seria algo tão grave. Estranhei quando soube da notícia, mas procurei ficar tranquilo. Vou trabalhar para ficar a disposição o quanto antes”, disse.

Sobre seu momento na equipe, Tiago acredita que estava vivendo um dos melhores no Santa Cruz. “Comecei bem a temporada, fiz bons jogos. Agora, vou não vou poder disputar o Pernambucano nem a Copa do Nordeste, mas estarei de volta para a Série B”, afirmou. O jogador ainda irá passar por exames antes de fazer a cirurgia.

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Para substituí-lo, o técnico Vica irá contar com Panda, opção que foi aprovada por Tiago. “O Panda com certeza dará o seu melhor. Ele vai corresponder muito bem. Se não fosse, não estaria no clube”, admitiu o lateral. 

Os conselheiros alvirrubros votaram pela suspensão do presidente do conselho deliberativo do Náutico, Berillo Júnior, na noite desta segunda-feira (17), na primeira reunião deste ano. O presidente foi acusado de não repassar R$ 262 mil ao Centro de Treinamento Wilson Campos, no ano passado. No total, 24 conselheiros votaram pela suspensão, que se estenderá até o dia 17 de agosto.  

O dinheiro fazia parte da verba do próprio Conselho Deliberativo, que previa que 50% dos valores deveriam ser destinados ao CT do clube. Entretanto, Berillo informou que a verba foi encaminhada para outros setores do Náutico. Agora, a presidência dependerá do vice, Eduardo Turton, que está de licença. Se ele permanecer afastado, será realizada uma nova reunião e votação para eleger um mandatário provisório.

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O site Rdio, dos mesmos criadores do Skype, está liberando o serviço de música por um período gratuito de 6 meses para os brasileiros. O anúncio da gratuidade foi anunciado pela empresa nesta terça-feira (12).

Depois de experimentar por seis meses o serviço, o usuário decide se vai continuar usando o serviço que passa a ser pago. O serviço foi oferecido por que o Brasil já é o terceiro maior mercado do Rdio no mundo. 

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Nele, você pode ouvir mais de 18 milhões de músicas, entre elas, lançamentos e antigas. Os usuários ainda podem conferir o que seus amigos e artistas preferidos estão ouvindo.

O game Hero Zero atingiu a marca de um milhão de jogadores no Brasil em apenas seis meses, o que corresponde a um terço do total de jogadores conquistados nos 12 países onde ele foi lançado.

Durante o jogo é necessário controlar um sujeito comum que ajuda a vizinhança em algumas tarefas, como salvar gatos de árvores, até transformá-lo em um autêntico super-herói, realizando missões e equipando seu personagem.

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Hero Zero, do European Games Group na América Latina, soma mais de 3 milhões de jogadores pelo mundo e cresce, em média, 20 mil usuários por dia. Além do Brasil, o RPG bem-humorado e gratuito para browsers está presente na Alemanha, Polônia, França, México, Espanha, Grécia, Portugal, Reino Unido, Estados Unidos, Itália e Turquia.

 “Estamos muito satisfeitos com os nossos primeiros resultados no Brasil, e com o sucesso do nosso jogo Hero Zero por aqui. As adesões continuam crescendo muito rápido, impulsionadas por nossas atividades de marketing eficientes e parcerias de qualidade, com importantes portais brasileiros,” diz Tim Fabian Besser, CEO e cofundador da European Games Group América Latina.

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