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Rio de Janeiro - A geração de energia do Sistema Interligado Nacional (SIN) aumentou 3,2% em dezembro do ano passado na comparação com o mesmo mês de 2010, revela o boletim de carga mensal divulgado hoje (5) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Os números preliminares apontam elevação de 1,4% no total da energia gerada em dezembro, em comparação ao mês anterior, contrariando uma sazonalidade histórica. Esse fato pode ser explicado pela elevação do nível de capacidade instalada no setor industrial, ocorrida em dezembro. No acumulado de 2011, foi observada variação positiva de 3,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Segundo os técnicos da Gerência de Previsão e Acompanhamento da Carga do ONS, as maiores variações da carga de energia em dezembro, em relação a igual mês de 2010, foram verificadas nos subsistemas Norte (6,2%), Sul (6%) e Nordeste (5,8%) e a menor (1,4%) no subsistema Sudeste/Centro-Oeste.

No comparativo com novembro, apenas a Região Sul mostrou expansão significativa da carga (4%). Nos demais subsistemas, o aumento da carga oscilou entre 0,7% (Norte) e 1% (Nordeste). Já no acumulado dos últimos 12 meses, a geração de energia no país apresentou elevação em todos os subsistemas, sendo a maior variação da carga (5,2%) observada no Sul brasileiro e a menor (1,1%), no Nordeste. 

A miss Débora Lyra recebeu alta da UTI e foi transferida hoje para um apartamento do Centro Integrado de Atenção à Saúde de Vitória.

De acordo com boletim médico, a modelo e estudante tem quadro e responde satisfatoriamente ao tratamento, alimentando-se, respirando e conversando normalmente, além de já conseguir ficar sentada fora do leito hospitalar.

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Débora Lyra faz tratamento fisioterápico para reabilitação motora e respiratória.

A jovem, de 22 anos, deu entrada no hospital na terça-feira, 27, depois de um grave acidente de carro na BR-101, na região de Guarapari, no Espírito Santo. Ela foi submetida a uma cirurgia para retirada de uma das vértebras.

Seu namorado, Hermon de Souza Lopes, que dirigia o carro no momento da batida contra outro veículo, também está internado e fora de perigo. A mãe do rapaz, que viajava com o casal morreu no local.

Rio de Janeiro - A inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA),  fechou o mês de novembro em 0,52%. A taxa, divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é superior à registrada um mês antes, quando ficou em 0,43%. Com este resultado, o IPCA acumula no ano elevação de 5,97% e de 6,64% no período dos últimos 12 meses. Em novembro de 2010, a taxa ficou em 0,83%.

O centro da meta do governo para a inflação oficial este ano é 4,5%, com limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%.

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Os principais responsáveis pelo aumento da inflação na passagem de um mês para o outro foram os alimentos, que ficaram 1,08% mais caros em novembro, após terem subido 0,56% em outubro. O item carnes, com elevação de 2,63%, foi o que mais contribuiu para o movimento.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda de até seis salários mínimos, variou 0,57% em novembro e também superou o resultado do mês anterior (0,32%). O INPC acumula inflação de 5,54% no ano e de 6,18% nos últimos 12 meses.

 

Depois de uma queda de 5,1% verificada em setembro, a inadimplência no País voltou a subir 1,6% em outubro em comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal, segundo antecipou há pouco à Agência Estado a empresa Boa Vista, administradora do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC). Na comparação com outubro do ano passado, a inadimplência subiu 24,8% e cresceu 22% no acumulado de 2011 ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com a Boa Vista, o aumento da inadimplência em outubro pode indicar uma nova aceleração das concessões diárias de crédito. Para a empresa, dados da Pesquisa Mensal do Comércio de setembro, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram elevação no volume de vendas do comércio de 0,6% (na série dessazonalizada) e corroborariam essa percepção. "A revisão de parte das medidas de contenção ao crédito adotadas em 2010, anunciada em novembro pelo Banco Central, deve contribuir para a manutenção dos patamares de concessão de crédito, incentivando o consumo e mantendo a inadimplência nos atuais níveis", afirma a Boa Vista.

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A recente diminuição da taxa de juros e a manutenção nos níveis de emprego e renda podem, segundo a Boa Vista, proporcionar um ambiente favorável para o consumo e contribuir para "certa estabilidade nas taxas de crescimento dos registros de inadimplentes". "Isto, ao menos em alguma medida, ofusca a situação da economia mundial e a queda do setor industrial nacional", afirma documento da Boa Vista.

O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, recebeu alta médica no início da tarde de hoje. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 1º, com o objetivo de reforçar os pontos de uma das suturas da cirurgia para retirada de um tumor no cérebro, à qual foi submetido em outubro.

Segundo o boletim divulgado hoje pelo hospital, o ministro encontra-se em ótimo estado clínico e neurológico. Ele iniciará em breve tratamento complementar com quimioterápico oral, por período a ser determinado. O tipo de tumor retirado tem bom prognóstico com aplicação desse tratamento.

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São Paulo - Os itens essenciais da mesa do brasileiro subiram de preço, em outubro, em dez das 17 capitais onde é feita a Pesquisa Nacional da Cesta Básica pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A maior elevação ocorreu em Porto Alegre com alta de 1,93%. O valor da cesta na capital gaúcha é o mais caro, R$ 277,34.

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A segunda maior variação foi constatada em Curitiba (1,61%) com valor de R$ 245,97, seguida por Vitória com 0,95% e valor de R$ 251,98. Em sentido oposto houve queda no custo em todas as capitais nordestinas. Fora desta região a única que apresentou recuo foi São Paulo com valor de R$ 266,97 ou 0,08% menos do que em setembro.

A redução mais expressiva foi apurada em Natal (-2,63%) com o valor passando para R$ 200,55. Mas é a capital sergipana, Aracaju, que apresentou o valor mais baixo com R$ 182,68 e queda de 0,51% em comparação ao mês anterior. As demais localidades onde os produtos ficaram mais baratos são: João Pessoa (-0,79%) e valor de R$ 195,14; Recife (-1,12%) com a cesta a R$ 206,17; Salvador (-1,42%), R$ 205,12 e Fortaleza (-2,22%), R$ 198,68.

O salário mínimo ideal estimado pelo Dieese atingiu R$ 2.329,94 ante R$ 2.285,83, calculado em setembro, e corresponde a 4,27 vezes o mínimo em vigor (R$ 545,00). Para consumir a cesta básica, em média, o trabalhador teve de cumprir uma jornada de 94 horas e quatro minutos ante 93 horas e 58 minutos, em setembro.

No acumulado do ano até outubro, quatro das 17 capitais apresentaram variações negativas: Natal é a que teve a baixa mais significativa (-8,76%), seguido por Fortaleza (-3,39%); Goiânia (-0,48%) e Manaus (-0,19%). Entre as que tiveram aumento, Porto Alegre foi a que teve o maior avanço (9,9%), seguido por Florianópolis (9,60%) e Belo Horizonte (6,76%).

Nos últimos 12 meses, houve diminuição de preço em apenas duas das 17 capitais pesquisadas: Natal (-0,21%) e Salvador (-0,03%). Entre as elevações, destaque para Florianópolis (13,06%), Porto Alegre (12,19%) e Vitória (9,82%).

Dos itens que compõem a cesta básica, a carne é o que representa maior peso. Em outubro, ela ficou mais cara em 13 capitais e a maior variação foi registrada em Porto Alegre (3,42%), seguida por Salvador (2,73%); Florianópolis (2,21%) e Curitiba (2,01%). O mesmo produto teve redução de preço em Manaus (-0,20%); João Pessoa (-0,40%); Natal (-0,83%) e Rio de Janeiro (-1,09%). Mas, nos últimos 12 meses, o preço da carne aumentou em todas as 17 capitais com maior correção em Manaus (17,10%).

A queda na safra do trigo e os preços em alta no mercado internacional também deixaram o pão mais caro em 13 capitais, principalmente, em Natal (4,82%); Aracaju (4,49%) e Goiânia (4,32%). A menor oferta do café, igualmente, fez com que o produto ficasse mais caro em 13 capitais. Os consumidores de João Pessoa pagaram mais pelo grão (5,02%), seguido de Porto Alegre (4,76%) e Brasília e Curitiba, ambas com alta de 4,23%.

Sob o impacto da valorização do dólar e efeitos da crise de endividamento de países europeus, o óleo de soja ficou mais caro em 13 capitais com destaque para Vitória (0,34%) e Porto Alegre (4,29%).  Já o açúcar  teve recuo em 11 localidades na comparação mensal e alta em todas as pesquisadas, nos últimos 12 meses, puxada por Aracaju (29,23%).

Também comparado a outubro de 2010, o arroz barateou em 15 capitais e o feijão em todas as 17 pesquisadas.

A ponteira Jaqueline, da seleção feminina de vôlei, passou bem a noite no hospital em Zapopan (região metropolitana de Guadalajara) e receberá alta neste domingo, por volta das 17 horas (de Brasília). A jogadora, que sofreu uma fratura nas vértebras C5 e C6 da coluna cervical, está fora dos Jogos Pan-Americanos e da Copa do Mundo, que será disputada em novembro.

Jaqueline passou por nova avaliação na manhã deste domingo, que constatou novamente o quadro de fratura, sem lesão medular. A jogadora terá que ficar com um colete cervical por cerca de oito semanas, segundo o chefe-médico do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), João Grangeiro.

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A ponteira, que na noite de sábado falou com o marido, o também jogador Murilo, e com a mãe, passou a noite sendo observada pelo médico da seleção feminina de vôlei, Júlio Nardelli. Antes de deixar o hospital, recebeu a visita de Carlos Arthur Nuzman, presidente do COB, que a presenteou com flores.

O assistente de palco da TV Globo, Antônio Pedro de Souza Silva, conhecido como Russo, de 81 anos, recebeu alta do Hospital Rio Mar na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, às 18 horas de ontem (13). Russo foi internado no último dia 23 de setembro com fortes dores no peito. Ele passou por cirurgia e estava internado na Unidade Coronariana do hospital.

Ex-diretor de Política Monetária do Banco Central, o economista Luís Eduardo Assis avalia que não há nada que o governo possa fazer para conter a trajetória de alta da moeda americana em relação ao real. "O que estamos assistindo é uma fuga para a qualidade", afirma o economista.

Ontem, depois que o dólar experimentou a cotação máxima de R$ 1,953 - no fim do dia fechou a R$ 1,910 -, surgiram no mercado especulações de que a equipe econômica poderia rever as medidas adotadas para conter a valorização do real em relação ao dólar, em especial o Imposto sobre Operações Financeira (IOF) de 1% sobre as chamadas posições vendidas de bancos e empresas que não casarem com as posições compradas.

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Em entrevista à Agência Estado, o economista atenuou o impacto dessa natureza sobre o câmbio, alegando que a trajetória de alta do dólar é inevitável e reflete a fuga para a qualidade de investidores que estavam posicionados em juros.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

P - Com a alta do dólar, começam a surgir especulações de que o governo poderá rever as

medidas adotadas recentemente para conter a valorização. Qual a sua avaliação sobre isso?

R - O governo até pode rever algumas medidas. Mas não será isso que vai resolver o problema. A trajetória de alta do dólar é inevitável, e quanto a isso não há muito o que fazer.

P - Por quê?

R - Porque o que estamos assistindo é uma fuga para a qualidade. E a qualidade, diante deste momento de crise, é o dólar. Por um tempo, a moeda americana ficou muito barata. O dólar foi vendido a R$ 1,80, a R$ 1,70 e ganhou-se muito dinheiro. Muita gente que fez arbitragem com juro está vendo agora o dólar subir e o juro cair. Estão ganhando menos e, antes que comecem a entrar no prejuízo, correm para o dólar como forma de congelar as perdas.

P - Então, quanto mais o dólar subir, mais gente vai querer comprar?

R - Pois é, o dólar ficou lá embaixo por muito tempo e agora se solta como se fosse uma mola. E quanto mais a moeda americana sobe, mais compradores vão aparecendo. Por isso é inevitável a trajetória de alta.

P - Enquanto o dólar estava baixo, o Banco Central (BC) aproveitou para comprar reservas internacionais. E agora?

R - Esse movimento mostra também que a ideia de que reservas internacionais são poupança para o Brasil é equivocada. Grande parte do ativo do BC (reservas) tem como passivo alguma empresa brasileira. Ou seja, as reservas têm como contrapartida dívidas. Não se sabe o quanto, mas é dívida.

O ator Reynaldo Gianecchini deixou o Hospital Sírio-Libanês, no centro de São Paulo, agora à tarde, após receber alta médica. Gianecchini conversou rapidamente com a imprensa e agradeceu o carinho do público. O ator foi diagnosticado com linfoma não-Hodgkin de células T, um tipo mais raro da doença que afeta os linfócitos (células de defesa). O início do tratamento de quimioterapia precisou ser adiado depois que o ator apresentou um sangramento durante a introdução do cateter venoso central, no último dia 20.

O cateter venoso central é um tubo implantado no paciente com câncer para facilitar a administração dos quimioterápicos e preservar as veias. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, não é comum ocorrer sangramento durante o implante. A doença, que atinge os linfócitos foi diagnosticada após o ator ser internado no hospital com suspeita de faringite.

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