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O falso cardeal preso anteontem pela Polícia Militar em São Paulo vai ser deportado em 15 dias para a Alemanha. A informação é da Polícia Federal. O estrangeiro se dizia um clérigo enviado ao Brasil pelo papa Francisco para investigar a conduta do arcebispo de São Paulo, d. Odilo Pedro Scherer.

Com forte sotaque alemão, o homem que se apresentava nas paróquias, na maioria das vezes, como Wolfgang Schuler causou preocupação à Arquidiocese de São Paulo. Conforme o Estado revelou na quarta-feira, o cardeal arcebispo d. Odilo Pedro Scherer enviou carta a cada uma das paróquias de sua circunscrição, informando a existência do falso religioso e pedindo que quem o visse informasse "imediatamente" à polícia.

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Ao ser preso e levado ao 78.º DP (Jardins), ele se identificou com três nomes diferentes: Wolfgang Schuler, Christian Limley e André Von Hohenzollern. Depois, foi encaminhado à Polícia Federal, que o identificou como Wolfgang. Ele já havia respondido a um processo em 2003 por crime de falsa identidade, mas fugiu antes de ser deportado. "Eu fui nomeado pelo papa Francisco para investigar a conduta do cardeal arcebispo d. Odilo", afirmou na delegacia, após ser preso anteontem. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A estrela pop canadense Justin Bieber teve alguns problemas com a lei nos últimos meses, mas a Casa Branca não parece se preocupar com a sua longa lista de delitos, apesar do número crescente de cidadãos exigindo a sua deportação.

Quase 275.000 pessoas assinaram uma petição no site da Casa Branca em favor da deportação de Bieber para o Canadá, ultrapassando o mínimo de 100 mil assinaturas necessárias para a apreciação presidencial.

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Contudo, a Casa Branca se recusou a comentar o assunto, alegando que os termos do programa "We the People" permitem rejeitar certas petições.

Ao invés disso, a presidência procurou utilizar a atenção atraída pelo abaixo-assinado contra Bieber para argumentar que uma reforma da imigração estimularia a economia dos Estados Unidos e reduziria o tamanho do crescente déficit em quase um bilhão de dólares nos próximos 20 anos.

"Para aqueles que estão fazendo as contas em casa, isso representa 12,5 bilhões de ingressos para shows e 100 bilhões de cópias do álbum de estreia do Sr. Bieber", destacou a Casa Branca.

"You better believe it (é melhor você acreditar)", acrescentou, em uma aparente referência ao termo "Belieber", usada para descrever a legião de "fãs" que adoram Bieber, em sua maioria meninas pré-adolescentes.

A petição foi lançada em 23 de janeiro, em Detroit, no dia em que Bieber foi preso em Miami Beach, Flórida, por participar de um pega com uma Lamborghini.

Bieber, de 20 anos, vive e trabalha nos Estados Unidos com um visto renovável tipo O-1 para artistas, e não um green card de residência permanente.

Dezenas de defensores da imigração e simpatizantes se reuniram em cidades dos EUA em um esforço renovado para pressionar o presidente Barack Obama a congelar as deportações no país.

Os organizadores do "Dia de Ação" dizem que Obama tem o poder executivo para paralisar as deportações que separam os imigrantes que vivem nos Estados Unidos ilegalmente de seus entes queridos.

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Em Eloy, no Arizona, numerosos defensores da interrupção das deportações se reuniram na frente de um centro de detenção federal, depois de viajarem mais de 100 quilômetros, partindo de Phoenix.

Os organizadores dizem que muitos dos presentes têm familiares que estiveram naquele centro por mais de um ano.

Em março, Obama recomendou ao secretário de Segurança Interna Jeh Johnson que revisse as práticas de aplicação, para reduzir a taxa de deportações de seu governo. Sob a liderança de Obama, quase 2 milhões de pessoas foram retiradas dos EUA. Fonte: Associated Press

Desembarcou, sob escolta policial, no Aeroporto Internacional dos Guararapes, no final da tarde desse sábado (20), um brasileiro deportado que estava preso no México. Romualdo Ferreira da Silva, de 70 anos, havia sido detido em 2003, quando tentava entrar no país latino-americano portando aproximadamente 2,5 quilos de heroína. Ele foi condenado a 13 anos de reclusão, tendo cumprido 10.

De acordo com a Polícia Federal, Romualdo conseguiu retornar para o país de origem através de um Tratado de Transferência de Pessoas Condenadas que o México possui com o Brasil. Ele cumprirá o restante da pena na Penitenciária Professor Barreto Campelo, em Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife (RMR).

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Legislação – A lei alcança não só brasileiros que cumprem pena fora do seu país como também estrangeiros que cumprem pena no Brasil, caso haja o tratado entre as partes. Atualmente o Brasil possui tratado com 16 países (Argentina, Bolívia, Canadá, Chile, Costa Rica, Equador, Estados Unidos, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Venezuela, Espanha, Peru, Portugal e Reino Unido), bem como outros 10 que estão em tramitação no Congresso Nacional (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé, Príncipe, Timor Leste, Itália, Holanda, Suriname).

Com informações da assessoria

O governo britânico prometeu nesta quarta-feira não desistir de sua luta para deportar o clérigo radical muçulmano Abu Qatada para a Jordânia, após perder o recurso que pedia sua expulsão do país.

Os advogados do Ministério do Interior, comandado por Theresa May, haviam apelado de uma decisão da Comissão Especial de Apelação de Imigração (SIAC, na sigla em inglês) em novembro, que permitiu que o jordaniano permanecesse no Reino Unido, mas o pedido foi recusado.

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O Reino Unido quer deportar Abu Qatada para a Jordânia, onde foi condenado à revelia por planejar atos terroristas em 1999 e 2000. Sucessivos governos britânicos têm tentado, desde 2001, retirar Abu Qatada, cujo verdadeiro nome é Omar Mahmoud Mohammed Othman, do país.

Na decisão publicada na internet nesta quarta-feira, os três juízes do tribunal de apelações reconhecem que o governo acredita que Abu Qatada é um "terrorista de risco excepcionalmente alto", mas disseram que o governo não havia provado que há falhas legais na decisão do SIAC, que concluiu que havia risco real de que provas obtidas por meio de tortura fossem usadas em seu julgamento por terrorismo na Jordânia.

"Estamos satisfeitos com o fato de o SIAC não ter cometido qualquer erro legal. Este recurso deve ser julgado improcedente", diz a decisão.

O Home Office, o Ministério de Relações britânico disse que vai estudar a decisão, nas indicou que vai apelar novamente, estendo a batalha jurídica para expulsar o clérigo, que já dura mais de dez anos.

"Este não é o fim da linha. O governo permanece determinado a deportar Abu Qatada", disse o Home Office em sua página no Twitter. As informações são da Associated Press e da Dow Jones.

Um funcionário de segurança da Líbia disse que 50 egípcios, que foram presos em Benghazi na semana passada, por supostamente buscar difundir o cristianismo, estão sendo acusados de entrar e trabalhar ilegalmente no país e serão deportados.

Um vídeo divulgado esta semana nas redes sociais mostra um grupo de egípcios cristãos com as cabeças raspadas e um jovem vestindo uma jaqueta militar dizendo que quase cem egípcios coptas estavam detidos por difundir o cristianismo. As imagens mostram bíblias e livros cristãos próximos aos detidos.

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O funcionário de segurança, falando neste sábado em condição de anonimato, afirmou que os presos serão deportados em breve. O governo do Egito informou que o ministro das Relações Exteriores do país, Mohammed Amr Kamel, resolveu essa questão neste sábado com o chanceler líbio. As informações são da Associated Press.

O serviço de imigração da Guatemala deportou nesta quarta-feira John McAfee para os Estados Unidos. O fundador da empresa de software antivírus McAfee estava detido na capital guatemalteca havia uma semana, após entrar clandestinamente no país, e foi colocado em um voo comercial com destino a Miami. Ele é suspeito do assassinato de um cidadão norte-americano em Belize.

Segundo o porta-voz do serviço de imigração, Fernando Lucero, McAfee entrou ilegalmente no país. "A Guatemala decidiu expulsá-lo. Uma vez que seu país de origem é os EUA, a Guatemala vai expulsá-lo para os EUA.''

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Populares na Cidade da Guatemala pararam para olhar o comboio policial que escoltou McAfee até o aeroporto, tentando tirar fotos dele com seus telefones celulares. Vestido com um terno preto e camisa branca, McAfee declarou: "Eu sou livre, estou indo para os EUA.''

As informações são da Associated Press.

Os 300 estudantes africanos que estavam ameaçados de deportação por estarem em atraso com as mensalidades das universidades que cursam em Fortaleza ganharam nesta quarta-feira uma ação para evitar a volta a Guiné-Bissau. Com a decisão, a juíza da 3ª Vara Federal no Ceará, Germana Moraes, atendeu a uma ação da procuradora regional dos direitos do cidadão, Nilce Cunha Rodrigues. A ação, em caráter cautelar, determina à União, por meio do Departamento de Polícia Federal - Superintendência Regional no Ceará, que se abstenha de adotar qualquer medida com o intuito de deportação de todos os estudantes africanos.

Eles estão matriculados nas faculdades Fatene e Evolução, em situação irregular no Brasil por não terem o visto estudantil devido ao atraso no pagamento das mensalidades. A ação beneficia somente os alunos que desejam retomar as atividades estudantis, para as quais obtiveram visto temporário de permanência no Brasil. A ação cita o caso de Blowinda Comba Panamuny, que tinha esta quarta-feira como prazo final para retornar ao seu país de origem de forma voluntária. Essa determinação tinha sido expedida pela Polícia Federal na semana passada.

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A solicitação acatada do MPF-CE evita processos de deportação até que a situação irregular dos africanos se resolva na esfera administrativa ou judicial. Para isso, Nilce Cunha Rodrigues se reuniu com a embaixadora no País da República de Guiné-Bissau, Eugênia Pereira Saldanha Araújo, e com representantes dos ministérios das Relações Exteriores e da Educação.

Segundo a assessoria de comunicação do MPF-CE, em nota a Embaixada da República de Guiné-Bissau informa que demonstra o interesse em ajudar os jovens estudantes. "É com profunda preocupação que temos acompanhado a situação dos alunos guineenses no Estado do Ceará. Embora seja do conhecimento público a situação financeira que a nossa Missão Diplomática enfrenta, iremos envidar todos os esforços para que se desloque ao Ceará o mais rapidamente possível o assessor jurídico da nossa Chancelaria, não só para se inteirar de forma cabal desta situação, mas também para que sejam renegociadas as dívidas com os estabelecimentos de ensino superior e se proceda a regularização da estadia dos nossos estudantes no Brasil", diz a nota da Embaixada.

Um funcionário do aeroporto do Cairo, no Egito, disse hoje que o governo deportou 93 etíopes que entraram no país com esperança de cruzar o deserto do Sinai para chegar a Israel ilegalmente. Segundo o funcionário, 42 etíopes foram repatriados neste domingo e outros 51 foram enviados de volta ao seu país de origem ontem.

Ele afirmou que os migrantes cruzaram o Egito a partir da sua fronteira sul com o Sudão há duas semanas. A maior parte dos migrantes fazem uma longa e perigosa jornada através do Egito para chegar a Israel à procura de emprego. O governo israelense estima que, desde 2006, cerca de 50 mil africanos entraram ilegalmente no sul de Israel através da longa fronteira de 250 quilômetros com o deserto do Sinai no Egito. As informações são da Associated Press.

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Um funcionário do governo dos Estados Unidos disse que o tio do presidente dos EUA, Barack Obama, recebeu de um juiz a ordem de deportação e precisa deixar o país após ter vivido na América do Norte durante quase duas décadas. O tio de Obama, Onyango, de 67 anos, foi detido na semana passada pela polícia em Massachusetts após ser flagrado por uma patrulha rodoviária enquanto dirigia embriagado. Onyango é natural do Quênia.

O funcionário, que falou sob anonimato, disse que uma ordem de deportação foi emitida contra Onyango Obama, o qual vive nos EUA como imigrante clandestino desde 1992.

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Onyango é meio-irmão do falecido pai do mandatário americano. Onyango declarou-se inocente da acusação de dirigir embriagado e agora está encarcerado em um centro de detenção para imigrantes clandestinos. O advogado do idoso não quis comentar o caso. A Casa Branca também não fez comentários.

As informações são da Associated Press.

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