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O artista britânico Jamie Reid, que desenhou as capas dos álbuns do grupo de punk rock Sex Pistols, incluindo o famoso "God Save The Queen", de 1977, morreu na terça-feira aos 76 anos, anunciou seu galerista nesta quarta-feira (9).

Além desta conhecida capa em que uma foto da rainha Elizabeth II aparece com uma bandeira britânica ao fundo, Reid também foi autor das capas de "Never Mind the Bollocks" (1977) e de "Anarchy in The UK". Todas elas se destacaram por sua estética original.

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"Anunciamos com tristeza o falecimento de Jamie MacGregor Reid (16 de janeiro de 1947 - 8 de agosto de 2023)", informou, em nota, o galerista John Marchant.

"Artista, iconoclasta, anarquista, punk, hippie, rebelde e romântico. Jamie deixa uma filha, a quem amava muito, Rowan, uma neta, Rose, e um imenso legado", acrescentou no comunicado, sem dar detalhes sobre as causas da morte.

Reid "fazia parte da paisagem cultural", destacou Marchant em declarações à AFP.

O artista se formou em escolas de arte em Wimbledon e Croydon. Nesta última, conheceu Malcolm McLaren, que viria a ser agente dos Sex Pistols, e cuja colaboração marcou a história da música punk na década de 1970.

O ilustrador britânico Raymond Briggs, cujo livro "O Boneco de Neve" fascinou gerações de crianças do mundo inteiro, morreu aos 88 anos, anunciou sua família nesta quarta-feira (10).

"Sabemos que os livros de Raymond chegaram a milhões de pessoas em todo o mundo, que ficarão tristes ao saber desta notícia", afirmaram seus familiares em um comunicado.

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"O Boneco de Neve", um livro de ilustrações com lápis de cor e sem texto publicado em 1978, vendeu 5,5 milhões de exemplares no mundo. Tem como herói um menino que constrói um boneco de neve que ganha vida.

Adaptado como um filme de animação em 1982 e apresentado com uma introdução do cantor David Bowie, suas imagens e música inesquecíveis estão desde então associados ao Natal.

Raymond Briggs não gostava das festas de Natal e fim de ano e sua história não lhe parecia tão alegre. Seu final melancólico, quando o menino descobre que seu amigo derreteu deixando apenas seu chapéu e cachecol, destaca a fugacidade das coisas.

"Não acredito em finais felizes", declarou Raymond Briggs ao jornal Daily Telegraph em 2007. "As crianças têm que enfrentar a morte cedo ou tarde... então não adianta nada evitá-la".

"Papai Noel" (1973) foi o primeiro livro de Briggs de grande sucesso. Nele, o Papai Noel é um idoso rabugento que detesta o frio e a neve e acha insuportável ter que entregar presentes.

Em 2019, Raymond Briggs abordou a velhice e a morte em um livro melancólico ("Time for Lights Out"). Também colaborou com The Oldie, uma revista criada como uma "alternativa alegre para uma imprensa obcecada por juventude e fama".

"Todos os que eram próximos dele conheciam seu humor irreverente, que podia se revelar irônico quando se tratava do poder. Gostava do artigo do jornal (britânico) The Guardian que o descreveu como um 'tesouro nacional iconoclasta'", acrescentou o comunicado.

Os livros mais famosos de Briggs são inspirados em sua vida e nostálgicos da Inglaterra de sua infância nas décadas de 1930 e 1940 em Wimbledon, sudoeste de Londres. Neles, percebe-se uma atmosfera delicada onde os personagens vestem pijamas listrados, roupões e chinelos, e bebem inúmeras xícaras de chá junto à lareira em suas casas de tijolos vermelhos.

Seu trabalho evoca a história social britânica do século XX e reflete as classes sociais, a educação e a evolução da política.

Seguir uma carreira artística no Brasil não é uma tarefa simples, pois muitas são as barreiras que impedem o crescimento do profissional neste mercado. Isso se aplica aos desenhistas, que, apesar de carregarem talento e técnica, sofrem por não ter sua profissão regulamentada.

Estimulado por HQs de super heróis, jogos de tabuleiros e videogames, o desenhista Ellyson Lifante, 33 anos, de Arujá (SP), usa a arte para expressar sua criatividade, mas destaca algumas dificuldades de mercado.

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“Sempre tem aquele ‘sobrinho do cliente’ que faz pela metade do preço, o que leva a muitos a cobrarem valores baixos por um serviço sem qualidade, que muitos aceitam justamente pelo baixo valor”, relata.

Ellyson Lifante. Foto: arquivo pessoal

As agências de publicidade e os estúdios especializados em ilustrações são as opções mais viáveis para quem quer trabalhar com desenho no Brasil. “O ramo de entretenimento, que é fazer desenhos para filmes e games, infelizmente só é valorizado fora do país”, afirma Lifante.

O artista admira todos os estilos de desenho, mas o seu estilo favorito são aqueles voltados para o realismo, muito utilizados em projetos de animações e jogos eletrônicos. Para aperfeiçoar sua técnica, Lifante busca referências em mestres da pintura como Rembrandt, além de consumir diversos conteúdos da cultura pop, como séries, filmes e jogos.

Para Lifante, o amor pelos desenhos é o principal combustível para aqueles que desejam seguir a carreira, mas também é necessário procurar por materiais de estudos e equipamentos que auxiliam o artista em seu trabalho, como canetas e mesas digitalizadoras.

O domínio da língua inglesa permite ao profissional conseguir trabalhos fora do Brasil com pagamento em dólar. “Aprenda todas as técnicas possíveis de desenho a mão, aquarela, pintura a óleo, caneta esferográfica, grafite e estilos como cartoon, realista, icônico, isso vai te dar uma bagagem para poder resolver qualquer tipo de trabalho que apareça”, ensina.

Outro que traz consigo a referência dos desenhos animados é o publicitário Cauê Miranda, 23 anos, de São Paulo, que tem como principal foco de sua carreira as ilustrações e a arte conceitual.

“O maior desafio dessa profissão é o fato de a área ainda ser muito elitizada, as informações ainda são muito restritas a uma parcela da sociedade”, afirma.

Cauê Miranda. Foto: arquivo pessoal

Miranda prefere o estilo realista no momento de produzir, mas também tem grande admiração pelo estilo cartoon na hora de consumo. Admira o trabalho dos ilustradores Mike Azevedo e Will Murai.

Um desenhista precisa definir qual segmento do mercado ele quer seguir e consumir os produtos daquele universo, ir a exposições e conversar com os artistas que produzem esse conteúdo.

“Procure aprender fundamentos de anatomia muscular humana, no pinterest ou qualquer lugar que tenha fotos de anatomia, fundamentos de luz e sombra e fundamentos que compõem uma imagem de modo geral”, orienta Miranda.

Um profissional de desenho também pode seguir o caminho das HQs, como fez o quadrinista Valu Vasconcelos, 46 anos, do Rio de Janeiro. Ele desenha desde a  infância e tem como referência as obras da Marvel, DC e Image Comics, além do mangá Akira e as histórias de Asterix e Obelix.

“O desenho te dá a liberdade de estar e ser o que ou quem quiser. Não existe oxigênio ou gravidade, o único limite é a sua imaginação, se você pode imaginar, você pode construir”, filosofa.

Valu Vasconcelos. Foto: arquivo pessoal

Os desenhistas de quadrinhos independentes precisam realizar outras tarefas, não se dedicam somente à parte artística do trabalho. “É necessário desempenhar o papel de gerente de carreira, assessor de imprensa, editor e às vezes, até vendedor das próprias obras”, relata Vasconcelos.

“Não é um trabalho fácil mas, uma vez que o domina, pode se tornar um caminho para a liberdade criativa e financeira”, complementa.

As influências para o trabalho do quadrinista vão desde artistas como Katsuhiro Otomo e Milo Manara até as animações americanas, francesas e japonesas. Suas obras têm influência dos mangás japoneses, mas com toques brasileiros.

“Afinal nosso Brasil é isso, não é?  Uma grande sopa de influência dos povos que vieram para cá e forjaram essa multicultura continental. Nós somos um resumo do mundo e nossas obras não poderiam ser diferentes”, destaca Vasconcelos.

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Desenhar de maneira profissional é um trabalho árduo e o corpo também precisa estar preparado. “A ligação cérebro e membros tem que ser exercitada constantemente, caso contrário o desenhista acaba travando. Não esqueça de se alongar e se aquecer, as longas horas desenhando podem cobrar um alto preço, portanto, cuide-se”, adverte o quadrinista.

O ilustrador e artista holandês Dick Bruna, criador da coelhinha branca minimalista Miffy, heroína de várias gerações de crianças, morreu enquanto dormia aos 89 anos, indicou sua editora nesta sexta-feira.

Bruna faleceu na sua casa em Utrecht, no centro da Holanda, na noite de quinta-feira para sexta-feira, indicou a editora Mercis em um comunicado.

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O autor assinou mais de 124 livros, a maioria deles infantis, com a coelhinha branca, ao longo de uma carreira de seis décadas, e vendeu mais de 85 milhões de exemplares no mundo todo, traduzidos para mais de 50 idiomas.

"Foi um privilégio ter conhecido e trabalhado com Dick Bruna de maneira tão intensa nestes últimos 40 anos", afirmou a diretora da Mercis, Marja Kerkhof, citada no comunicado.

Sua morte é "uma grande perda para o desenho holandês", acrescentou Marco Grob, do museu central de Utrecht, que abriu um museu dedicado a Miffy em 2016.

O trabalho do ilustrador "forma uma ponte entre os desenhos do século XX e os do século XXI", acrescentou.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) abre duas oportunidades na área de desenho e ilustração. A instituição oferece duas turmas para o curso de Ilustrador, uma com aulas iniciando no dia 12 de setembro, pela manhã, e outra no dia 15 à noite. Com carga horária de 160h, os cursos têm aulas três vezes por semana.

Os cursos contemplam vários assuntos, entre eles estão: técnicas para elaborar imagens, com conceitos de sombra e luz, forma, cor, perspectiva, composição e figura humana. Os conhecimentos adquiridos servem de base para outras áreas no ramo das artes gráficas e plásticas, como design, moda e publicidade.

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As inscrições devem ser realizadas presencialmente na Central de Atendimento Senac (CAS), situada na Avenida Visconde de Suassuna, nº 500, Santo Amaro. Os interessados devem ter, no mínimo, ensino fundamental completo.

Cursos de Ilustrador | Senac

Central de Atendimento Senac (CAS) - Avenida Visconde de Suassuna, nº 500, Santo Amaro

0800.0811.688

O ilustrador e escritor Roger Mello, de 48 anos, viveu dias enlouquecedores após a conquista do Prêmio Hans Christian Anderson - espécie de Nobel da literatura infantil e juvenil -, anunciado em março, na Feira Internacional do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha.

Em 48 horas, 12 países já haviam manifestado interesse pelos seus livros. Até outubro, data do congresso do USBBY (United States Board on Books for Young People), terá uma extensa agenda, recheada de feiras, convenções e lançamentos. Agora, Mello está no Japão para a inauguração de uma retrospectiva de sua carreira, no Chichiro Art Museum, de Azumino. Depois, vai para a Coreia do Sul, onde fará uma exposição ao ar livre em um parque semelhante ao nosso Inhotim. O Líbano e o México são as paradas seguintes.

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O interesse é facilmente compreendido. Concedido pela Organização Internacional para o Livro Juvenil (IBBY, sigla em inglês) a cada dois anos desde 1958, o Hans Christian Anderson foi dado raríssimas vezes a autores do Hemisfério Sul. Havia chegado ao Brasil duas vezes - na categoria texto, com Lygia Bojunga (1982) e Ana Maria Machado (2000) -, mas nunca a um ilustrador. "A premiação rompeu com o eurocentrismo", festeja.

Reconhecido por usar cores fortes e quentes e pelo traço cheio de dramaticidade, Mello mergulhou nas lendas e histórias do folclore brasileiro. Formado em Desenho Industrial e Programação Visual, trabalhou na Zappin, com Ziraldo, fez desenho animado, vinhetas para a televisão e também peças para teatro.

Colecionador de prêmios, ganhou grande projeção em 2002, quando seu livro Meninos do Mangue arrebatou as mais importantes premiações do ano, entre eles dois Jabutis e os prêmios da Câmara Brasileira do Livro e da Fondation Espace Enfants (FEE), na Suíça. Também publicou Todo Cuidado É Pouco, Cavalhadas de Pirenópolis e Maria Teresa, entre outros títulos.

Autor de um trabalho fortemente marcado pelo Brasil, Mello prefere não falar de uma ilustração tipicamente brasileira. "A arte não ganha com territorialismo. O perigo de irmos atrás de uma arte brasileira é achar uma média aritmética entre a fronteira do Uruguai e o Amapá. A gente é plural, mas também temos o direito de fazermos, se quisermos, o que na arte se convencionou chamar de universal", afirma.

Restrito

Apesar dos livros publicados em vários países, Mello vê o mercado internacional fechado para a ilustração brasileira. "Não sei exatamente o por quê", diz. Mello afirma que o fato de Lygia Bojunga e a Ana Maria Machado terem ganho o "Nobel" na categoria escritor abriu o mercado para a literatura brasileira, mas não para a ilustração. "O curioso é que, a princípio, parece que a ilustração não precisa de tradução - o que não é necessariamente verdade. Além disso, os estrangeiros às vezes se assustam com nossa paleta de cores, acham que é saturada. Mas os espanhóis também saturam e nem todos os alemães e ingleses usam cinza."

Contra o estereótipo, Mello defende o aprofundamento. "Se a criança vê apenas imagens estereotipadas, ela não consegue sair do preconceito. O estereótipo é inimigo da profundidade. Quanto mais você se aprofunda em um tema, menos você vai estereotipá-lo." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O personagem Zé Carioca, da Walt Disney, perdeu um dos seus principais ilustradores na noite desta quarta (30). O desenhista gaúcho, Renato Canini, faleceu aos 77 anos, vítima de um mal súbito enquanto estava em sua casa em Pelotas, no Rio Grande do Sul. 

Canini tornou-se bastante reconhecido pelos seus trabalhos para a Editora Abril, onde ilustrou histórias em quadrinhos da Disney e destacou-se ao atribuir seu traço pessoal e dar uma identidade mais brasileira ao personagem Zé Carioca. A carreira do ilustrador também se acentuou por trabalhos com o semanário brasileiro O pasquim

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O sepultamento está marcado para as 16h desta quinta (31), no Cemitério São Francisco de Paula, em Pelotas.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) está com inscrições abertas para o curso de ilustrador. O objetivo da capacitação é formar profissionais capazes de elaborar imagens com conhecimentos técnicos de sombra e luz, forma, cor, perspectiva, composição e figura humana. 

As aulas acontecem de 22 de outubro a 17 de dezembro, das 8h às 12h, na unidade Santo Amaro, localizada na Avenida Visconde de Suassuna, 500, no Recife. O investimento do curso, que possui 160 horas, é de R$ 582. Interessados podem se inscrever na própria instituição. Mais informações podem ser obtidas através dos telefones 0800 081 1688, (81) 3413-6728/ 6729/ 6730. 

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O Senac está com vagas abertas para os cursos de Design Gráfico, Fotógrafo, Ilustrador e Pintura em Tela.  Informações sobre horários e parcelamentos podem ser obtidas pela Central de Relacionamento e Comunicação, localizada na Avenida Visconde de Suassuna, 500, Santo Amaro, região central do Recife, ou pelos telefones 0800 081 1688 ou (81) 3413.6728/6729/6730. Os interessados podem se inscrever no local enquanto houver vagas disponíveis.

Curso de Design Gráfico - 11 vagas

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Neste curso é trabalhado o conhecimento do ambiente CorelDRAW, voltado para realização de peças gráficas, baseadas nas especificações e conceitos da comunicação adotada pelo atual âmbito do mercado visual.

Início: 14/10/13

Término: 28/11/13

Horário: 13h – 17h

Investimento: R$ 814

Curso de Fotógrafo - 20 vagas

O aluno aprenderá os conceitos, linguagens e recursos avançados dos equipamentos fotográficos e de iluminação, bem como desenvolver o processamento eletrônico digital das imagens capturadas.

Início: 08/10/13

Término: 16/12/13

Horário: 13h - 17h

Investimento: R$ 1452

Curso de Ilustrador -20 vagas

O profissional desta área trabalha nos segmentos de eventos e retratos em geral.

Início: 22/10/13

Término: 17/12/13

Horário: 8h – 12h

Investimento: R$ 582

Curso de Pintura em Tela II - 20 vagas

O objetivo do curso é desenvolver competências para elaborar, criar e pesquisar projetos visuais de pintura em tela nas modalidades de casario e floral, adequando-os aos diferentes gêneros e veículos. Também valorizar o trabalho em equipe e preservar o meio ambiente.

Início: 10/09/13

Término: 14/11/13

Horário: 18h – 22h

Investimento: R$ 444

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) no Recife, por meio do seu Centro de Formação Profissional, está com inscrições disponíveis para o curso de Ilustrador – Desenho Artístico. A qualificação iniciará no dia 16 de outubro e seguirá até 14 de dezembro. As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, no horário das 7h30 às 11h30, somando uma carga horária de 160 horas.

De acordo com o Senac, os participantes terão acesso à técnicas de elaboração de imagens, à base de conceitos de sombra e luz, forma, cor, perspectiva, composição e figura humana, entre outras atividades.

O investimento para o curso é de R$ 528,00 e o valor pode ser dividido em até três parcelas. Segundo o Senac, as inscrições devem ser feitas na sua Central de Atendimento, que fica na Avenida Visconde de Suassuna, 500, no bairro de Santo Amaro, Recife. Mais informações sobre a qualificação podem ser conseguidas pelos telefones (81) 3413-6728 / 3413-6729/ 0800-081-1688.

O Centro de Formação Profissional do Senac Recife está com inscrições abertas para o curso de Ilustrador – Desenho Artístico, que tem início no dia 16 de outubro e segue até 14 de dezembro. As aulas vão acontecer de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30, totalizando uma carga horária de 160 horas.

Durante o curso, serão apresentadas técnicas para elaboração de imagens com conceitos de sombra e luz, forma, cor, perspectiva, composição e figura humana, possibilitando a tridimensionalidade das formas observadas ou criadas. O curso possibilita a atuação em vários ramos do mercado gráfico e artístico. O investimento é de R$ 528 e pode ser divido em até três parcelas.

As inscrições devem ser realizadas na Central de Atendimento do Senac, localizada na Avenida Visconde de Suassuna, 500, Santo Amaro. Mais informações: 3413.6728/ 3413.6729/ 3413.6730/ 0800.081.1688.

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Se sucesso é trabalhar no que gosta, nada mais indicado do que transformar o passatempo favorito em dinheiro. Mas para conseguir essa renda é preciso ter espírito empreendedor, que de acordo com o jornalista e professor de Economia e Gestão na UniNassau, Cristiano Ramos, não é muito difícil. “Existem várias fórmulas espalhadas por aí, muita gente ganhando dinheiro para dizer como as pessoas devem empreender. Mas quase todos os caminhos levam a uma mesma conclusão: planejamento! É preciso planejar”, explica Cristiano.

Os jovens Max Motta, 22, desenhista, e Vanessa Santos, 23, confeccionista de bijuterias, começaram exercendo essas funções como hobby e quando alcançaram uma idade razoável conseguiram fazer o que mais gostavam virar lucro. Max passou de desenhista a ilustrador, mesmo sem ensino superior, e Vanessa deixou de presentear as amigas com as joias para vendê-las.

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“Quando comecei a desenhar não pensava que essa iria ser minha profissão. Eu era criança e quando chegava ao colégio todo mundo vivia me pedindo um desenho, e eu adorava fazer. A partir dos 13 anos comecei a ver que o desenho poderia me dar um dinheiro extra, com isso comecei a grafitar, parei aos 19 anos”, conta Max Motta.

Com a tecnologia, o jovem deixou a grafitagem para se dedicar a arte de ilustrar. “Tenho facilidade em desenhar no computador, então comecei a criar um blog onde posto às ilustrações. Com o resultado dos acessos, viajei por muitos estados para divulgá-lo. Foi quando cheguei em Porto Alegre e consegui publicidades para o endereço eletrônico. Hoje estou em São Paulo, vivendo de desenho e dando palestras por várias universidades”, acrescenta Max.

Já Vanessa Santos criou uma loja, bem diferente da tradicional, a loja dela é virtual. “Como não tenho um lugar fixo ainda para montar uma loja e produzo muito, chego a fazer 60 pulseiras em uma só noite, decidi então fazer uma loja virtual, que não é muito diferente das que estamos acostumados”, explica.

A jovem conta com a ajuda das duas irmãs para produzir os objetos e com uma amiga para atuar nas vendas. “De noite minha casa vira uma bagunça, ficamos fazendo joias, contas e vendo o que está faltando”, acrescenta.

Vanessa garante que o dinheiro está servindo para pagar o curso superior. “Aqui em casa a venda das bijuterias está se tornando, cada vez mais, algo maior e servindo para pagar as contas, principalmente da faculdade, já que não contamos com o apoio do meu pai e minha mãe também é empreendedora”, completa.

Vanessa está cursando engenharia civil, porém está cada vez mais centrada no empreendedorismo. “Podemos ganhar um bom dinheiro, somos nossos próprios patrões e se soubermos fazer tudo certo, vamos longe”, garante a jovem, que está colhendo bons frutos da função.

Mas os trabalhos informais, independente de tamanho, devem ser formalizados, até porque a preocupação com o futuro também deve fazer parte do planejamento do empreendedor. Então para passar uma velhice segura, é indicado a formalização do trabalho.

O profissional encontra hoje um grande aliado para obter seus direitos. O portal do empreendedor, do Governo Federal, garante aos inscritos todos os benefícios que a carteira assinada também garante. As taxas para os empreendedores formalizados pelo governo variam de R$ 32,10 até R$ 37,10. Os interessados na formalização também podem recorrer a uma unidade do Sebrae para ser orientado sobre o programa.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Pernambuco iniciará no dia 17 deste mês de maio o curso de ilustrador, conhecido como desenho artístico.  O curso será realizado no horário das 7h30 até 11h30, até o dia 4 de outubro.

Segundo o Senac, os participantes das aulas aprenderão conceitos básicos para desenhar, como forma, cor, perspectiva, composição e figura humana.

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As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimento Senac, que fica localizada no seguinte endereço: avenida Visconde de Suassuna, 500, no bairro de Santo Amaro, no Recife. Quem quiser mais informações deve ligar para os telefones (81) 3413-6728 ou 3413-6730, ou pode mandar uma mensagem para o e-mail cfpr@pe.senac.br.

 



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