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Muita gente tem reclamado de tédio durante a quarentena e tem buscado as mais diversas formas de se ocupar durante o isolamento social. Para tentar ajudar nesse sentido, um lançamento está chegando ao mercado com a promessa de entretenimento a longo prazo. Trata-se de um quebra cabeça com mais de 50 mil peças que já vem com o título de maior quebra-cabeça do mundo. 

A ideia foi da Kodak.  A empresa já colocou à venda o quebra-cabeça de 51,3 mil peças, que traz imagens de 27 maravilhas ao redor do mundo, entre elas  a Muralha da China, a Estátua da Liberdade, o Taj Mahal, o Coliseu de Roma, a Torre Eiffel, a paisagem de Nova York, e uma vista do Rio de Janeiro com o Cristo Redentor sobre o Corcovado e o Pão de Açúcar. Quando montado, as dimensões do quadro formado pelas peças são de cerca de 8,7 x 1,9 metros. 

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O brinquedo pode ser comprado pela internet e os valores variam entre de US$ 400 e US$ 600, o que vai de R$ 2.100 a R$ 3.400. Os interessados podem encontrar a novidade na Amazon ou sites como Puzzle Warehouse e Serious Puzzles.  

 

A Kodak anunciou nesta semana um smartphone perfeito para quem adora fotografar. Fiel ao seu legado, o Kodak EKTRA é voltado diretamente para entusiastas do ramo, pois traz uma câmera com sensor Sony IMX230 de 21 megapixels que a fabricante diz ser capaz de capturar imagens nítidas com pouca luz, auxiliado por configurações de estabilização e software óptico.

Um botão físico na parte frontal do telefone permite que o usuário altere as configurações rapidamente - algo que, sem dúvida, vai atrair aqueles que amam a sensação tátil das câmeras analógicas. Há também um modo manual para incentivar a criatividade no estilo vintage.

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Apesar de levar o nome da marca icônica, o smartphone de 5 polegadas é produzido por uma empresa chamada Bullitt. As configurações incluem ainda processador MediaTek Helio X20 2.3 GHz, 3 GB de memória RAM, câmera frontal de 13 megapixels, bateria de 3 mil mAh e 32 GB de armazenamento interno. O Kodak EKTRA sai da caixa rodando o Android 6.0 Marshmallow.

Conhecida por suas câmeras fotográficas icônicas, a Kodak anunciou que voltará ao mercado com uma linha de smartphones que rodará o sistema operacional Android. Os produtos serão demonstrados durante a Consumer Electronic Show (CES) 2015, maior feira de tecnologia do mundo, que será realizada entre os dias 6 e 9 de janeiro, em Las Vegas.

A fabricação dos aparelhos ficará por conta do Bullitt Group, empresa especializada na manufatura de smartphones e produtos eletrônicos para o consumidor final. No portfólio da companhia consta uma parceria com a Caterpillar, gigante da construção que anunciou um smartphone ultrarresistente neste ano.

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De acordo com o CEO da Bullitt, Oliver Schulte, os aparelhos vão permitir que o usuário registre, edite, compartilhe e imprima material fotográfico quase que instantaneamente.

“A Kodak é uma das marcas mais reconhecidas do mundo. Ela é confiada por consumidores como um marco da qualidade e inovação”, complementou.

Além dos smartphones, a Kodak aposta em outros dispositivos móveis para marcar presença no segmento. Depois dos misteriosos celulares, será a vez de um “handset 4G, um tablet, e uma câmera conectada” ser anunciado pela empresa. 

A Kodak fez um levantamento de suas perdas no ano de 2012 e informou nesta segunda-feira (11) que no quarto trimestre do ano passado suas perdas mais que triplicaram. Nos últimos três meses, a companhia teve prejuízo de US$ 402 milhões, contra US$ 117 milhões do período anterior. A empresa fechou o ano com US$1,14 bilhão em caixa.

Esse prejuízo ocorreu por causa da queda de 24% nas vendas que totalizaram US$ 1,12 bilhão, segundo a Reuters. Levando em conta o período todo de 2012, as perdas da Kodak subiram 80%, para US$ 1,38 bilhão. As vendas líquidas no ano caíram 20%, para US$ 4,11 bilhões.

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A companhia disse que deve sair da concordata neste ano, à medida em que muda o foco dos negócios - indo da fotografia à impressão.















O Google e a Apple negociaram uma grande parte das patentes da Kodak. O acordo foi fechado e aprovado em juízo, na última sexta-feira (11), pelo juiz Judge Allan Gropper, em Manhattan.

O montante das patentes foi vendido por US$ 527 milhões, um preço bem abaixo dos US$ 2 bilhões que a Kodak desejava. A Kodak só está vendendo algumas patentes por ter uma quantidade enorme de dívidas e outras companhias ainda estão envolvidas na compra, como Microsoft, Amazon e Facebook.

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Depois de incertezas e alguns processos burocráticos, a Kodak conseguirá vender suas mais de 1,100 patentes. Por US$ 525 milhões, o portfólio de patentes da empresa foi comprado por um grupo de empresas no qual fazem parte o Google e a Apple. 

Segundo o The Verge, o grupo é liderado pela Intellectual Ventures e pela RPX Corp, mas outras 12 empresas também vão poder usar as patentes da Kodak. São elas a Apple, Google, RIM, Microsoft, Amazon, Facebook, Samsung, Adobe, Huawei, HTC, Shutterfly e a Fujifilm, grande rival da Kodak.

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Parte dessas empresas tiverem problemas legais com a Kodak nos últimos anos, com a compra das patentes, não haverá mais necessidade de disputas judiciais. 

Com o dinheiro da venda, a empresa deve pagar o empréstimo feito no pedido de proteção contra a falência. A expectativa é que a empresa encerre o processo de reestruturação em 2013. 

De acordo com a Bloomberg as patentes da Kodak podem ter compradoras certas. Dessa vez, as mais prováveis são a Google e a Apple que devem se unir para adquirir as 1.100 patentes da companhia, que custam US$ 500 milhões. 

A Kodak pretende vender suas patentes para saldar dívidas após ter aberto concordata este ano. A venda do seu portfólio pode ser a forma de salvar o nome da companhia. Para isso, a Google e a Apple parecem estar dispostas a se unirem para adquirir essas patentes e desenvolverem um sistema que pode ser o grande concorrente do Instagram.

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Apesar de desejarem adquirir a Kodak, as ofertas não alcançaram o valor de US$ 500 milhões desejados pela companhia. 

Após ter anunciado que não fabricará mais câmeras fotográficas e filmadoras, ter informado que mudará de segmento de mercado e ter pedido concordata aos EUA, a Kodak informou ontem (12) que fechou um acordo para empréstimos e que essa poderá ser a sua salvação da falência - que parecia inevitável para a companhia. 

As decisões para salvar a empresa será um empréstimo e por meio da venda de patentes. Com esse dinheiro, de acordo com a companhia em comunicado, serão honrados os compromissos que ainda estão em aberto, para se reestruturar e conseguir sair da proteção da lei de falências ainda no primeiro semestre de 2013.

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O empréstimo será dado pelos bancos JP Morgan e UBS, além dos fundos de investimentos Centerbridge e GBO que juntos proverão um crédito de 793 milhões de dólares. Desse valor conquistado, 476 milhões serão encaminhados para novos créditos e 317 milhões para refinanciar empréstimos correntes. 

Para esse crédito ser concedido, a Kodak terá que se desfazer do algumas das suas patentes de imagens numéricas, o que equivale, pelo menos, 500 milhões de dólares. Esse portfólio de patentes da companhia está sendo avaliado pela Apple, Microsoft, Google, RPX Group, Intellectual Ventires Management e alguns desses podem ser os compradores das ideias da Kodak. 

A empresa vem lutando contra a falência e pediu em 19 de janeiro a proteção da lei de falência.

Em pronunciamento realizado na sexta-feira da semana passada, a Eastman Kodak Co. informou que não deverá mais buscar vender seu portfólio de patentes de imagens através do formato de leilão. A empresa também afirmou que a ideia de venda está suspensa por tempo indeterminado e que inclusive adiou a audiência no Tribunal, onde seria fechada a negociação com os interessados.

Os valores dos lances não atingiram um valor satisfatório para a Kodak. Outro fato interessante e, ao mesmo tempo estranho, é que a Apple, Google e Samsung se uniram para comprar patentes da marca. 

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Os executivos agora terão que pensar em uma nova estratégia, já que o dinheiro da venda dessas patentes não deverá entrar em caixa por um bom tempo. 

Depois de toda a trajetória da Kodak e dos tempos áureos de fabricação de filmes e liderança de mercado no setor, empresa agora informa que venderá a divisão de filmes. A decisão foi tomada oito meses depois do pedido de concordata.

A acordo para venda, que deve ser concluída até o meio de 2013, se deu pelo fato de a empresa não alcançar sua meta de US$ 2,6 bilhões pela venda do portfólio de patentes. A Companhia alcançou um valor inferior ao esperado. 

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De acordo com o Wall Street Journal, a Kodak agora buscará investir na fabricação de impressoras e outros produtos ligados a esse nicho, mudando bastante o curso dos produtos e desenvolvimentos que a empresa fez durante a sua história. Os novos rumos da empresa devem ser esperados apenas para 2013.

Em 2010 a famosa marca Kodak acusou a Apple e a Research In Motion (RIM) de ter violado patente relacionada a câmeras digitais e pré-visualização de imagens, mas no último sábado (21) um juiz americano da International Trade Commission (ITC) não deu causa ganha para a Kodak, segundo o WSJ.com

Para a marca, essa é uma das patentes mais importantes, dentre as 1.100 já registradas pela empresa. A 6.292.218 (“Electronic camera for initiating capture of still images while previewing motion images”) faz parte do portfolio da Kodak e foi contestada pelas RIM e Apple há dois anos, mas ainda cabe recurso e provavelmente é esse o caminho que a empresa deve tomar, já que a marca pretendia ganhar US$ 1 bilhão com o processo e já tentou abrir concordata e vender todas as suas patentes para tentar reerguer a Kodak. 

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A Eastman Kodak aceitou nesta sexta-feira a proposta feita pela Shutterfly para a compra do seu negócio online de serviço de fotos por 23,8 milhões de dólares. Os termos do acordo incluem a transferência de contas de clientes do Kodak Gallery nos EUA e Canadá para Shutterfly.

O acordo incluiu a oferta inicial stalking horse em um processo de leilão nos termos do artigo 363 do Código de Falências dos EUA que irão assegurar a maximização de valor para os ativos da Kodak. A venda para Shutterfly é mais uma ação para a recuperação da companhia, que que pediu concordata em janeiro. Em fevereiro, a Kodak anunciou a fim da produção própria de câmeras, para explorar o negócio de licenciamento.

A companhia deve levantar entre 1 bilhão e 2 bilhões de dólares com a venda de aproximadamente 1,1 mil patentes digitais. O Kodak Gallery, que permite aos usuários armazenar e compartilhar imagens e criar livros de foto, cartões e álbuns, tem mais de 75 milhões de usuários.

A Kodak anunciou, nesta quinta-feira (09), o fim da produção de câmeras digitais, filmadoras portáteis e porta-retratos digitais, o que significa efetivamente a saída da empresa destes mercados ainda na primeira metade de 2012.

A decisão é parte de uma revisão estratégica dos processos da empresa, que pretende focar nas partes "mais valiosas" de seu negócio. Segundo o comunicado oficial (em inglês), a mudança pode representar uma economia operacional de mais de US$ 100 milhões por ano.

Entretanto, a marca Kodak pode não sumir do mercado de fotografia digital, já que a empresa pretende expandir acordos de licenciamento. Ou seja, outros fabricantes poderão desenvolver produtos com a "grife" Kodak. É uma estratégia que outras empresas, como a GE e a Polaroid, também adotaram nos últimos anos.

A Kodak irá continuar atuando no mercado de acessórios para câmeras, equipamentos para revelação, impressoras jato-de-tinta para o consumidor, aplicativos para smartphones e redes sociais e o Kodak Gallery, um serviço de compartilhamento de imagens. A empresa promete honrar a garantia de seus produtos, bem como manter em funcionamento o serviço de assistência técnica.

Ainda não há informações sobre como a decisão irá afetar a comercialização dos produtos Kodak no Brasil.

A Eastman Kodak, fundada em 1888, em Rochester (EUA), apresentou um pedido de concordata a um tribunal do Estado de Nova York — e que abrange também as suas subsidiárias. Segundo a própria empresa, através de um comunicado divulgado nesta quinta-feira (19), o pedido voluntário de "proteção contra falência" foi uma medida que visa reorganizar os negócios.

A empresa pretende reorganizar as suas contas se concentrando em negócios mais competitivos, e rentabilizando a propriedade intelectual não estratégica — como o licenciamento e até a venda de patentes do setor de imagem digital —, entre outras medidas, após falhar na captação de investimentos para uma recuperação financeira à longo prazo.

Para revitalizar a sua saúde financeira, a empresa recebeu um financiamento de US$ 950 milhões, do Citigroup, e nomeou vice-presidente do conselho da FTI Consulting como Chefe de Reestruturação, segundo o The Wall Street Journal.

"A reorganização dos negócios tem o objetivo de impulsionar nossa liquidez nos EUA e no exterior e monetizar propriedade intelectual o bastante para resolver passivos herdados, e permitir que a empresa se concentre em suas linhas de negócio mais valiosas", diz o comunicado.

A Kodak tem 19 mil funcionários, só nos Estados Unidos, e o pedido de concordata põe em risco o destino profissional de cada um deles, além dos aposentados que dependem de pensões e assistência médica providas pela empresa. A exoneração desses compromissos poderia ser atendida por tribunais americanos, caso a empresa tente fugir das obrigações legais.

Em 2003, a companhia contava com mais de 66 mil funcionários. Os postos de trabalhos foram cortados gradativamente, com o fechamento de 13 fábricas e 130 laboratórios de processamento.

*Com informações de agências

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