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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), fez críticas à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, que coloca um teto no crescimento dos gastos públicos pela inflação do ano anterior, medida que o presidente Michel Temer encaminhou ao Congresso Nacional. Segundo Alckmin, com a validade da PEC, se os governos aumentarem as despesas com pessoal e custeio não poderão gastar em investimentos, devido ao limite pela regra.

"Na prática, se não cuidarmos, vai acabar o investimento público", disse Alckmin nesta segunda-feira, 19, ao comentar os efeitos da PEC durante debate na BM&F Bovespa. Estavam ao lado do tucano os governadores Beto Richa (PSDB-PR) e Raimundo Colombo (PSD-PR).

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"Se não cuidar, o que é bem intencionado vai virar em algo que vamos desconhecer o crescimento. Alckmin criticou o governo federal por não colocar o crescimento econômico como adicional ao teto.

A Saúde será um dos setores prejudicados, segundo ele. "O governo federal ignora o crescimento na economia. Vai ter problema na Saúde, vai ter que mudar o SUS (Sistema Único de Saúde) e vai cair nas costas dos Estados e prefeitos."

Colombo, de Santa Catarina, disse que a reforma da Previdência seria uma medida mais emergencial que o teto de gastos. "Vai cortando, cortando, daqui a pouco não tem mais o que fazer. Eu daria muito mais ênfase para um resolver um problema mais prático, que é a Previdência", avaliou.

O diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, considera que o Brasil viveu na quinta-feira, 12, um momento histórico, com a posse do presidente interino da República Michel Temer, e que agora o mercado aguarda medidas efetivas para a retomada da confiança no País.

"Temos uma grande oportunidade de mudança de expectativas. No médio prazo poderemos ter a criação de um grande círculo virtuoso para a economia e para o País como um todo", disse o executivo nesta sexta-feira, 13, lembrando que para isso a crise política instaurada no País precisa chegar ao fim.

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Com a retomada da confiança, o que segundo Edemir também dependerá das medidas e diretrizes a serem anunciadas pelo novo governo, o efeito chegará ao mercado de capitais.

Segundo ele, com essa mudança de expectativas se materializando, o mercado pode ter alguma novidade em relação a ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês), o que não vinha sendo esperado até aqui.

O presidente da Bolsa disse ainda que o discurso do novo governo sinaliza uma onda de privatizações. "Estamos saindo de um período em que a governança das estatais foi muito questionada e para esse novo momento, em que as privatizações podem ser iniciativas do governo para ter recursos sem precisar de aumentar os impostos, a governança será relevante", disse.

O segmento Bovespa movimentou em setembro R$ 184,32 bilhões, o que representa um aumento de 17,8% ante os R$ 156,45 bilhões registrados em agosto. A média diária foi de R$ 8,37 bilhões no mês passado, alta de 12,4% sobre R$ 7,45 bilhões do mês anterior. Os números, que mostram aumento de volume e de negócios na Bolsa com a proximidade das eleições foram divulgados nesta sexta-feira,, 3, pela BM&FBovespa, em seu balanço de operações.

Em setembro, foram realizados 22.765.248 negócios no segmento Bovespa, crescimento de 23,2% na comparação com as 18.472.578 transações no mês anterior. A média diária de negócios atingiu 1.034.784, avanço de 17,6% ante os 879.647 de agosto.

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As ações que registraram maior giro financeiro foram no mês passado foram Petrobras PN, com R$ 28,69 bilhões; Itaú Unibanco PN, com R$ 10,83 bilhões; Vale PNA, com R$ 9,94 bilhões; Petrobras ON, com R$ 9,22 bilhões; e Banco do Brasil ON, com R$ 7,96 bilhões.

As ações com as maiores altas do Ibovespa em setembro foram: Oi PN (+20%); Fibria ON (+15,29%); Embraer ON (+10,93%); Suzano PNA (+10,44%); e Braskem PNA (+6,23%). As maiores baixas no mês passado foram: Banco do Brasil ON (-27,04%); PDG ON (-26,17%); Rossi ON (-23,94%); ALL ON (-22,91%); e Petrobras PN (-22,53%). Em setembro, o Ibovespa recuou 11,70% aos 54.115 pontos.

O valor de mercado (capitalização bursátil) das 366 empresas com ações negociadas na BM&FBovespa, ao final de setembro, atingiu R$ 2,43 trilhões, queda de 10% em relação ao mês anterior. Em agosto, esse valor era de R$ 2,70 trilhões, referente ao mesmo número de companhias.

Os investidores estrangeiros lideraram a movimentação financeira no segmento Bovespa em setembro, com participação de 52,23%, ante 49,06% em agosto. Na segunda posição, ficaram os investidores institucionais, que obtiveram participação de 27,84%, ante 29,64%. As pessoas físicas movimentaram 14,38%, ante 15,23%. As instituições financeiras registraram 4,44% ante 5,27%; e as empresas, com 1,07% ante 0,70% no mês anterior.

Além disso, ao final de setembro, o número de contas de investidores pessoas físicas no mercado de ações foi de 548.620, pouco abaixo do verificado no fim de agosto, quando foi de 551.119.

Em setembro, as empresas listadas na BM&FBovespa pagaram a seus acionistas R$ 2,18 bilhões, recuo de 45% na comparação com o mês anterior. Desse montante, R$ 1,34 bilhão são dividendos e R$ 507,87 milhões referem-se a juros sobre capital próprio. Em agosto, os valores pagos foram de R$ 3,97 bilhões no total, dos quais R$ 1,86 bilhão em juros sobre capital próprio e R$ 1,74 bilhão em dividendos.

O volume financeiro com empréstimos de ações atingiu R$ 56,69 bilhões no mês passado, recuo de 4,35% ante R$ 59,27 bilhões em agosto. Já o número de operações foi de 118.015, alta de 7% sobre as 110.266 do mês anterior.

O mercado de renda fixa privada da bolsa, por sua vez, totalizou R$ 20,12 milhões em setembro, queda de 32,2% em relação aos R$ 29,68 milhões em agosto. Deste total, R$ 7,91 milhões foram referentes a debêntures e R$ 11,58 milhões a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI).

A BM&FBovespa começou 2014 com a entrada de R$ 204,526 milhões em capital externo, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 6, na página da Bolsa na internet. O montante representa compras de R$ 2,765 bilhões e vendas de R$ 2,560 bilhões. No primeiro pregão de 2014, na quinta-feira, 2, o Índice Bovespa (Ibovespa) registrou queda de 2,26%, aos 50.341,25 pontos, com giro de R$ 5,56 bilhões.

De acordo com profissionais do mercado, o mau humor dos investidores com as perspectivas econômicas do Brasil neste ano e a queda das bolsas em Nova York afetaram os negócios com renda variável naquele dia. Apesar disso, eles não têm uma visão negativa quanto ao fluxo de capital estrangeiro para bolsa brasileira em 2014.

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O diretor da Área de Serviços Qualificados ao Mercado de Capitais do Citibank, Marcio Veronese, nota que o mercado tende a generalizar a atuação do estrangeiro, sem ter dados estatísticos em mãos. "O estrangeiro atua em cima de muitas informações e é difícil falar que esse tipo de investidor vai deixar a bolsa por um único motivo", disse. O Citi atende a quase 60% do fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil.

Nesse sentido, um operador lembra que, tradicionalmente, janeiro é um mês positivo "em termos de fluxo estrangeiro para a Bolsa". Em 2013, por exemplo, janeiro foi o melhor para a BM&FBovespa em entrada de capital externo, terminando com superávit de R$ 4,576 bilhões. Já em 2012, o saldo positivo foi de R$ 7,17 bilhões, enquanto que no primeiro mês de 2011 o superávit foi de R$ 401,41 milhões. Em 2010, porém, houve um déficit de R$ 2,1 bilhões em capital externo na Bovespa.

Fim de 2013

Segundo Veronese, a expectativa é de que o fluxo deve continuar. Embora dezembro tenha sido de saídas, em geral, o ingresso de capital externo na Bovespa superou as retiradas no último trimestre: outubro teve um superávit de R$ 780,13 milhões e novembro, de R$ 521,4 milhões, enquanto em dezembro houve déficit de R$ 213 milhões.

"Foi um desempenho inferior ao terceiro trimestre, quando tivemos três meses consecutivos de saldo positivo, mas isso não significa que os estrangeiros estejam deixando a bolsa", observou um estrategista, destacando que, em julho, agosto e setembro, a Bovespa registrou saldos positivos de R$ 57,722 milhões, R$ 2,126 bilhões e R$ 4,248 bilhões, respectivamente.

"Outubro, em relação a ações, foi um mês bem positivo. Em termos de entrada em equities foi bem positivo, mas setembro foi bem melhor", acrescentou o diretor da Área de Serviços Qualificados ao Mercado de Capitais do Citibank. Mesmo com ritmo menor na reta final de 2014, os estrangeiros mantiveram-se na dianteira do volume negociado no mercado de renda variável. Dados da BM&FBovespa mostram que em dezembro, esse investidor representou 46,31% do volume acumulado à frente dos institucionais que responderam por cerca de 32,4%. No ano, a Bovespa acumulou um saldo positivo de R$ 11,746 bilhões em recursos estrangeiros. Em 2012, o superávit acumulado foi de R$ 1,822 bilhão.

Conforme Veronese, o comportamento dos estrangeiros está mais relacionado a um movimento tático e no conjunto ainda mantém apostas no Brasil. "Quando leio esse número, vejo que não teve saída relevante. No conjunto, não teve um montante grande de estrangeiros saindo. O conjunto dos estrangeiros em custódia no Citi tem um comportamento constante e de longo prazo. Ainda enxergo uma certa estabilidade, embora sempre terá o investidor saindo", concluiu.

O presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, disse, nesta segunda-feira (9) que o mercado brasileiro nunca esteve tão desconcentrado. O executivo destacou que o volume financeiro dos 10 ativos mais líquidos do segmento Bovespa em 2013 foi o menor desde 1994, com apenas 41% do total. Em 1996, destacou, a concentração dos 10 ativos mais líquidos era de 85%. "O investidor nunca teve tantas opções de investimento até agora", disse, na abertura do pregão, em comemoração ao início das negociações das ações da operadora de turismo CVC.

Edemir afirmou que o volume de negociação diária do segmento Bovespa nos 11 meses do ano bateu recorde, em R$ 6,68 bilhões. O volume total negociado também é recorde histórico, lembrou. Com a CVC, o Novo Mercado conta hoje com 134 companhias. Somando o nível 1, nível 2 e Bovespa Mais são 192 empresas.

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A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da CVC é a décima de 2013, ante três do ano passado. Os IPOs e ofertas subsequentes (follow on) somam neste ano R$ 20,4 bilhões. A CVC captou na oferta R$ 621 milhões. Há pouco a ação da CVC, negociada sob o código CVCB3 recuava 4,50%.

A oferta subsequente da ViaVarejo deverá encerrar as operações de 2013. O preço da ação da presa fruto da união das Casas Bahia e Ponto Frio será fixado nesta semana, após o fim do processo de coleta de intenção de investimentos.

O presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, disse nesta quarta-feira, 6, ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, que as novas empresas que estão ingressando na Bolsa já estão sendo listadas no Novo Mercado, ambiente de maior padrão de governança corporativa. A expectativa, segundo o executivo, é de que essa tendência continue sendo mantida nas próximas companhias que decidam abrir capital.

Edemir disse também que o ambiente do Novo Mercado fornece maior tranquilidade ao próprio investidor e hoje já é, reconhecidamente, um diferencial do Brasil em relação aos demais países dos Brics. "É um ambiente que dá maior segurança", disse, citando que a listagem no Novo Mercado é uma informação que as companhias colocam na bandeira ao realizarem roadshow com investidores. "Permite às empresas um acesso mais fácil ao capital e a um menor custo", completou o executivo.

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O presidente da Bolsa citou também que outro diferencial do Novo Mercado no Brasil é que ele foi discutido e negociado pelas empresas. "Não foi nada imposto", lembrando que em outros países o tema é regido pela legislação. Edemir afirmou que bolsas de outros países procuram se informar sobre a experiência brasileira, o que demonstra a credibilidade desse ambiente.

Apesar das fortes perdas da véspera, a BM&FBovespa abriu o pregão desta quarta-feira novamente em queda, de olho no comportamento dos mercados internacionais e atenta ao balanço da Vale. À espera de novas declarações de autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), os índices futuros das Bolsas de Nova York exibem queda, com os investidores cada vez mais receosos quanto ao iminente início da retirada de estímulos monetários nos EUA. Às 10h20, o Índice Bovespa (Ibovespa) caía 0,54%, aos 47.164 pontos, na mínima do dia.

O analista sênior do BB Investimentos, Hamilton Alves, lembra que os mercados acionários passam por um processo de correção técnica, diante da possibilidade crescente de retirada dos estímulos. "Os dirigentes do Fed já estão falando disso, o que mostra que o assunto está ganhando força", avalia, lembrando que agosto é um mês de férias no Hemisfério Norte. "Se não fosse acontecer algo logo, eles nem falariam nada", completa.

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De fato, as de declarações dos presidentes das distritais do Fed em Atlanta, Dennis Lockhart, em Dallas, Richard Fischer, e em Chicago, Charles Evans, reforçaram as possibilidades de diminuição da compra de bônus em breve - talvez setembro ou até dezembro. Em busca de pistas sobre o momento exato do início dessa retirada, os investidores monitoram nesta quarta-feira os discursos do presidente da distrital da Filadélfia, Charles Plosser (13h30), e de Cleveland, Sandra Pianalto (14h45).

Às 9h50, em Wall Street, o futuro do S&P 500 caía 0,27%, sinalizando uma continuidade da queda registrada nesta terça-feira, 06, quando o índice acionário do país fechou abaixo dos 1,7 mil pontos na sessão regular. Ainda na agenda econômica norte-americana, às 16 horas, sai o crédito ao consumidor em junho.

De acordo com Alves, do BB, a grande questão para os mercados financeiros é saber o ritmo da retirada dos estímulos americanos. "Se for algo gradual, ficará a expectativa entre os ativos de risco de que pode haver espaço para cair mais, dificultando uma retomada da trajetória de alta", avalia. "Isso seria uma tortura para os mercados." Do contrário, acrescenta, "há uma queda abrupta", mas depois, inicia-se uma recomposição, diante dos sinais mais firmes da economia dos EUA.

Com isso, os índices acionários globais tendem a oscilar entre os intervalos recentes, entre os topos e fundos alcançados, aguçando a volatilidade. O noticiário corporativo também pode agitar os negócios. A expectativa dos investidores nesta quarta-feira girará em torno do balanço da Vale no segundo trimestre, que será divulgado após o fechamento do mercado.

Os números da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) de abril a junho, divulgados nesta terça-feira à noite, também estarão em evidência. A siderúrgica reportou lucro, Ebitda ( lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e receita acima das expectativas de analistas. A Petrobras anunciou que atingiu em julho recorde mensal de processamento de óleo em refinarias no Brasil.

Balanço de operações em julho, divulgado na tarde desta segunda-feira pela BM&FBovespa, mostra que o volume médio diário do segmento Bovespa atingiu R$ 6,03 bilhões, cifra 32,55% menor do que em junho, quando somou R$ 8,94 bilhões. No mês passado, o volume financeiro alcançou R$ 132,69 bilhões, retração de 25,80% na mesma base de comparação.

As ações com maior giro financeiro em julho foram: Vale PNA, com R$ 11,1 bilhões; Petrobras PN, com R$ 9,7 bilhões; Itaú Unibanco PN, com R$ 7,1 bilhões; Bradesco PN, com R$ 5,6 bilhões; e Petrobras ON, com R$ 3,6 bilhões.

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Na divisão por perfil de investidor, os estrangeiros lideraram no segmento Bovespa, com 44,87% em julho ante 44,03%, em junho. Em seguida, apareceram os institucionais, que tiveram participação de 31,86%, ante 33,36%. As pessoas físicas movimentaram 16,05%, ante 13,48%. As instituições financeiras somaram 6,47% ante 8,34%; e as empresas, com 0,71%, ante 0,69%.

O número de contas de investidores pessoas físicas foi de 628.868 em julho, um recuo de 0,76% contra junho. O número de operações com empréstimos de ações foi de 158.544, crescimento de 6,56% na comparação com junho.

Ainda conforme o balanço, em julho, os mercados BM&F totalizaram 53.496.970 contratos negociados e volume financeiro de R$ 3,92 trilhões, ante 65.441.114 contratos e giro de R$ 5,16 trilhões em junho.

Faltando apenas três dias para o fechamento de julho, a BM&FBovespa inicia a segunda-feira devolvendo parte dos ganhos de mais de 9% acumulados nas últimas três semanas. Ainda assim, as perdas devem ser moderadas, com os investidores atentos ao calendário de eventos e indicadores econômicos ao redor do mundo nesta reta final de julho e já no início de agosto. Por volta das 10h05, o Índice Bovespa (Ibovespa) caía 0,36%, aos 49.243 pontos.

Operadores acreditam que a indefinição dos mercados internacionais nesta manhã contribui para uma abertura em baixa da Bolsa do Brasil nesta segunda-feira, depois da arrancada neste mês que culminou com a melhor sequência de ganhos em 2013. De acordo com eles, os investidores aproveitam para recompor o fôlego, uma vez que a semana promete ser intensa, diante da forte agenda econômica no Brasil e no exterior, que pode influenciar no apetite por ativos de risco. "O cenário de cautela continua", resume um profissional.

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Os destaques da semana ficam com os eventos e indicadores previstos nos Estados Unidos. Na quarta-feira, 31, sai a primeira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no trimestre passado e, no mesmo dia, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) anuncia a decisão de política monetária. Já na sexta-feira, 2, as atenções voltam-se para os números oficiais do mercado de trabalho (payroll) no país, junto com a taxa de desemprego. Antes, a quinta-feira, 1, será dia de reagir ao índice dos gerentes de compras (PMI) na China e na zona do euro, além das decisões de juros dos bancos centrais inglês (BoE) e da região da moeda única europeia (BCE). No mesmo dia, no Brasil, saem os dados da produção industrial em junho.

À espera desses números sobre as principais economias globais, os investidores digerem o noticiário corporativo, que sustenta as principais bolsas europeias no azul. Em Wall Street, o futuro do S&P 500 exibia ligeira baixa de 0,27%, reagindo à alta de 0,4% do índice de atividade industrial do Meio-Oeste em junho ante maio. Logo mais, às 11 horas, saem as vendas pendentes de imóveis residenciais em junho e, no mesmo horário, é a vez do índice de atividade das empresas medido pelo Fed de Dallas em julho. Internamente, a safra de balanços segue a pleno vapor. A semana reserva os números referentes ao segundo trimestre deste ano de grandes empresas, como as do setor de alimentos BRF e M. Dias Branco; dos Bancos Itaú Unibanco e Santander, além de TIM, AmBev e Gerdau.

A OGX, petroleira do empresário Eike Batista, foi notificada na quinta-feira, 11, pela BM&FBovespa. A instituição cobrou da petroleira uma adequação as regras do Novo Mercado, segmento que exige um padrão mais elevado de governança corporativa. A BM&FBovespa deu até o dia 12 de setembro para que a companhia recomponha seu conselho de administração.

A normas do Novo Mercado exigem que a companhia tenha, no mínimo, cinco integrantes no conselho de administração, sendo ao menos um deles independente. Nas últimas semanas, todos os quatro conselheiros independentes renunciaram ao cargo. Caso a OGX não se ajuste à regra, a petroleira de Eike pode ser excluída do Novo Mercado e ainda será obrigada a pagar uma multa.

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A BM&FBovespa informou que atingiu nesta quinta-feira, 6, no segmento BM&F, novo recorde, com 24.003 negócios, nos contratos futuros de juros (Depósitos Interfinanceiros de um dia). O recorde anterior havia sido de 21.655 negócios, registrado na véspera.

A BM&FBovespa divulgou nesta quinta-feira o balanço operacional de maio, de acordo com o qual o segmento Bovespa apresentou volume médio diário de R$ 7,73 bilhões, o que corresponde a uma queda de 5,96% contra o registrado em abril, de R$ 8,22 bilhões. Em maio de 2012, o volume diário ficou em R$ 7,44 bilhões. O volume financeiro total no mês passado atingiu R$ 162,35 bilhões, recuo de 10,3%.

O maior giro financeiro foi registrado pela Vale PNA, de R$ 13,3 bilhões, seguido pelas ações Petrobras PN, com R$ 11,5 bilhões, e Itaú Unibanco PN, com R$ 6,68 bilhões. A média diária de negócios caiu 0,51%, de 944.620 em abril para 939.710 em maio. No total, o número de negócios chegou a 19.733.908 ante 20.781.632 em abril.

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No mês passado, o valor de mercado das 365 empresas com ações negociadas na BM&FBovespa foi de R$ 2,46 trilhões, queda de 0,80% contra abril, quando ficou em R$ 2,48 trilhões, referente a 366 companhias. No que se refere ao empréstimo de ações, o número de operações atingiu 147.512 em maio ante 153.870 em abril. O volume financeiro totalizou R$ 88,28 bilhões, ante R$ 100,57 bilhões no mês anterior.

Segmento BM&F

No segmento BM&F, foram negociados em maio 83.570.611 contratos, alta de 3,8% na comparação com o total de 80.471.467 em abril.

A melhora das bolsas dos Estados Unidos na segunda metade dos negócios não foi suficiente para empolgar a BM&FBovespa nesta sexta-feira, que operou no negativo durante toda a sessão. Num dia de noticiário fraco e com o mercado carente de tomador final, as blue chips caíram em massa, com destaque para Petrobras, Vale, OGX e siderúrgicas. Das 71 ações que compõem o Índice Bovespa (Ibovespa), apenas 28 subiram. O Ibovespa encerrou a sessão desta sexta-feira em queda de 0,61%, aos 55.107,80 pontos.

Assim, a Bovespa termina a semana em queda de 0,69%, anulando parte dos ganhos da semana anterior, em que subiu 2,28%. Durante o pregão desta sexta, o índice variou entre a máxima de 55.446 pontos (estável) e os 54.832 pontos (-1,11%), na mínima. O giro financeiro totalizou R$ 7,182 bilhões (dado preliminar). Em maio, o principal índice da Bolsa contabiliza perda de 1,43% e, no ano, tem desvalorização de 9,59%.

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As ações ON e PNA da Vale encerraram em queda de 2,59% e de 1,96%, respectivamente. No mercado internacional, os contratos futuros de metais básicos negociados na London Metal Exchange (LME) fecharam em direções divergentes, após uma sessão com baixo volume de negociação.

Petrobras ON e PN recuaram 0,47% e 1,43%, nessa ordem, em linha com o preço do petróleo no exterior. Em relatório, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) disse que a demanda pela commodity no primeiro trimestre foi mais fraca do que se esperava e advertiu que a desaceleração da economia da China e da zona do euro ameaçam debilitar ainda mais o crescimento mundial.

Após a divulgação de um balanço fraco, os papéis ON da OGX fecharam em baixa de 1,21%. A companhia reportou prejuízo de R$ 804,58 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma perda 455,6% maior em relação ao mesmo período de 2012. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), de R$ 73,824 milhões, foi o primeiro resultado positivo na geração de caixa da companhia medida por este indicador.

De acordo com operadores, a geração de caixa continua a ser a principal preocupação do mercado em relação à empresa de Eike Batista. O ranking de quedas do Ibovespa foi liderado por MMX ON, que recuou 8,12%, seguida por B2W ON (-7,74%), Vanguarda Agro (-5,00%), Usiminas ON (-4,83%) e Brookfield ON (-4,62%).

Na outra ponta, Gafisa esteve à frente no índice, com valorização de 4,47%, seguida por PGD Realty ON (+4,09%), Suzano PNA (+3,15%), Ctip ON (+2,63%) e Hering ON (+2,05%). Em Wall Street, o índice Dow Jones marcou alta de 0,24%, na máxima do dia, assim como o S&P 500, que subiu 0,43%. O Nasdaq, por sua vez, avançou 0,80%.

O segundo semestre do ano será "tão bom quanto o primeiro" em matéria de Ofertas Públicas de ações, IPO, na sigla em inglês, segundo o presidente da BM&FBovespa Edemir Pinto. "No ano, a gente deve conseguir movimentar pelo R$ 20 bilhões entre IPOs e follow-ons (ofertas subsequentes), mas o mercado tem capacidade para até dobrar os R$ 15 bilhões captados em IPOs até agora", disse. O executivo disse ainda que uma das operações esperadas para o segundo semestre é "muito grande em tamanho financeiro".

A aversão a risco que pautou os negócios ao redor do mundo encontrou nesta quarta-feira na BM&FBovespa um ambiente de volatilidade, no qual o exercício do Índice Bovespa (Ibovespa) futuro pressionou a Bolsa para baixo e carregou o indicador para o pior nível desde o fim de julho de 2012. O desempenho, no entanto, poderia ser ainda pior, não fosse um pequeno alívio verificado no fim da tarde encampado pela Vale. O Ibovespa terminou em baixa de 2,05%, aos 52.881,96 pontos. Na mínima, registrou 52.540 pontos (-2,69%), e, na máxima, 53.984 pontos (-0,01%). Em abril, acumula perda de 4,19% e, no ano, de 11,42%. O giro financeiro totalizou R$ 22,926 bilhões, engrossado pelo exercício. Os dados são preliminares.

Os indicadores fracos na zona do euro, balanços corporativos e os rumores de que a Alemanha seria rebaixada causaram a onda vendedora nas ações em todo o globo. No fim da tarde, o boato tornou-se real, quando a Eagle-Jones rebaixou o rating (nota) da maior economia da Europa de A+ para A, com perspectiva negativa. As bolsas europeias já estavam fechadas, mas a notícia não fez preço nas bolsas dos Estados Unidos, tampouco na do Brasil.

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A Vale trabalhou o dia todo pressionada pelo exterior e também pelo exercício. No fim da tarde, a notícia do Banco do Povo da China (Pboc, na sigla em inglês) de que o país se tornará um grande importador e que as entradas podem totalizar US$ 3 trilhões em 2020 se a economia crescer modestamente ajudaram a aliviar as vendas em Vale.

A notícia amenizou o sinal negativo das ações da mineradora, no mesmo momento em que ocorreu um movimento técnico do exercício de Ibovespa futuro que também abrandou o sinal vermelho dos papéis. Vale não só zerou as perdas como fechou em alta nos ajustes finais. Vale ON, +0,37% e PNA, +0,65%. Petrobras ON caiu 3,13% e PN, 2,99%. Também no setor de petróleo, OGX desabou 10,71% após anunciar a produção em março, que veio pior do que esperava o mercado.

A nova política de tarifação anunciada nesta terça-feira pela BM&FBovespa para o mercado à vista de ações não implica modificação no custo final para o investidor, "mas um rebalanceamento de preços dentro do processo de integração, captura de sinergias e ganho de eficiência", explicou o diretor presidente da Bolsa, Edemir Pinto.

Segundo ele, com a fusão da BM&F com a Bovespa havia subsídios cruzados nas tarifas, o que dificultava uma comparação clara com as bolsas internacionais. Mesmo assim, Edemir disse que não foram eliminados todos os subsídios. "Houve uma eliminação da gordura mais aparente", disse.

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Entre as principais iniciativas que estão sendo implementadas nesse sentido, e que entram em vigor a partir de 1º de abril, está uma redução de 28,5% da tarifa de negociação no mercado à vista de ações. Portanto, a bolsa passara a cobrar 0,005% sobre o valor negociado, contra 0,007% atualmente.

Edemir explicou que os fundos de investimento e clubes passam a ser cobrados na mesma faixa, mas que os subsídios que estavam cruzados na pós negociação foram ajustados, de modo que o custo final não mudou. Na pós-negociação, a taxa de liquidação foi elevada de 0,0180% para 0,0200%. Com a redução na tarifa de negociação, o custo final permanece em 0,250%.

As operações em leilão (abertura e fechamento) e as ofertas publicas de aquisição (OPAs) terão redução temporária das tarifas somente até 2 de dezembro deste ano, para permitir a adaptação dos sistemas da bolsa, das corretoras e dos fornecedores. Depois, voltará a ser cobrada a tarifa atual de 0,007% sobre o valor negociado.

O diretor presidente da BM&FBovespa afirmou que um dos fatores que permitiram as mudanças relacionadas à redução das tarifas foi o compartilhamento dos atuais ganhos de escala com a fusão das bolsas e que estão sendo transferidos ao mercado.

Tal transferência está também prevista em uma outra iniciativa anunciada, prevendo reduções progressivas das tarifas de negociação quando aumentarem os volumes negociados. Essa mudança entra em vigor a partir de 2 de dezembro deste ano.

Ou seja, de zero a RS 9 bilhões negociados em média diariamente, a tarifa aplicada é de 0,005%. Quando a media diária passar de RS 9 bilhões e chegando até RS 11 bilhões, a tarifa para os RS 2 bilhões excedentes cai para 0,004%; passando de RS 11 bilhões e chegando em RS 13 bilhões, sobre os RS 2 bilhões excedentes recua para 0,003%; e acima de RS 13 bilhões, para 0,002%.

Edemir explicou ainda que, supondo que a média de negociação diária chegue a RS 14 bilhões, o dobro da média atual, "no topo", ou seja, fazendo o cálculo das tarifas considerando as reduções aos volumes excedentes, a tarifa media é de 0,004357% sobre o negociado. "Trata-se de uma redução de 37,75% em relação aos 0,007% que estavam sendo cobrados", afirmou.

O executivo disse ainda que, como a Bolsa tem de oferecer previsibilidade do custo da operação feita em tempo real, às corretoras e aos investidores será divulgada mensalmente a tarifa a ser cobrada com base na média diária de negociação do mês anterior, calculada no último dia do mês, e sobre a qual será aplicada a taxa conforme a tabela de tarifas progressivas.

Outro aspecto citado diz respeito à extensão do benefício dos investidores de High Frequency, que operam 100% no day trade, aos demais investidores do day trade. Esse beneficio implica custos menores para certos volumes negociados, de acordo com uma tabela de tarifação da bolsa. Tal tabela também esta sendo readaptada à nova tarifa de negociação, ou seja, ela parte do custo anunciado hoje de 0,005% sobre o valor negociado. Essa iniciativa visa aumentar o volume de negócios na bolsa.

A BM&FBovespa registrou lucro de R$ 217,3 milhões no quarto trimestre de 2012, alta de 13,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o lucro da empresa somou R$ 1,074 bilhão, avanço de 2,5% sobre o total contabilizado em 2011.

Informe divulgado na noite desta terça-feira também apontou que a receita líquida da companhia cresceu 5,9% no quarto trimestre, atingindo R$ 499,2 milhões. No acumulado do ano, somou R$ 2,064 bilhões, alta de 8,4% frente ao período anterior.

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A BM&FBovespa informou ter atingido nesta sexta-feira, no segmento BM&F, o recorde de 19.986 negócios com contratos de Depósitos Interfinanceiros de um dia. O número de contratos para este mercado foi de 3.239.612. O recorde anterior de negócios era de 13.324 negócios, no último dia 7.

O mercado de juros teve um dia intenso, após o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que está em Moscou para o encontro do G-20, dizer que a taxa de juros - e não o câmbio - é o principal instrumento de controle da inflação. Ainda de acordo com o ministro, o Banco Central deve tomar "as devidas providências" na hipótese de o índice de preços não desacelerar "espontaneamente".

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A fala sinalizou para o mercado que o quadro inflacionário preocupa o governo. Como resultado, as taxas futuras de juros de curto prazo dispararam, sinalizando 100% de chances de a Selic subir ainda neste primeiro semestre.

O volume financeiro total no segmento Bovespa atingiu recorde de R$ 1,78 trilhão em 2012, superando a marca de R$ 1,61 trilhão registrada em 2011. A média diária também apresentou recorde, de R$7,25 bilhões, superior aos R$ 6,49 bilhões alcançados em 2011.

Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (7), o número total de negócios atingiu a marca histórica de 191.973.773 em 2012. O recorde anterior, de 2011, foi de 141.229.649. A média diária de negócios também foi recorde, com 780.381, superando os 567.187 registrados em 2011.

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Em dezembro, o segmento Bovespa movimentou R$ 141,70 bilhões, ante R$ 126,17 bilhões em novembro. A média diária foi de R$ 7,87 bilhões, ante R$ 6,64 bilhões. Foram realizados 14.578.794 negócios, ante 14.303.696 no mês anterior. A média diária de negócios atingiu 809.933, ante 752.826 em novembro.

Ações

Vale PNA foi a ação que registrou o maior giro financeiro em 2012, com R$ 165,25 bilhões; Petrobras PN movimentou R$ 129 bilhões; Itaú Unibanco PN, R$ 70,89 bilhões; OGX Petróleo ON, R$ 61,68 bilhões; e Bradesco PN, R$ 49,77 bilhões. Em dezembro, as ações que registraram maior giro financeiro foram: Vale PNA, com R$ 10,71 bilhões; Petrobras PN, com R$ 9,97 bilhões; Itauunibanco ON, com R$ 5,21 bilhões; Bradesco PN, com R$ 4,12 bilhões; e Petrobras ON, com R$ 3,38 bilhões.

O Ibovespa acumulou ganho de 7,4% em 2012, quando fechou aos 60.952 pontos. As ações que obtiveram as maiores altas no ano foram: Hypermarcas ON (+95,53%); B2W ON (+88,89%); Sabesp ON (+73,79%); Duratex ON (+71,16%); e Lojas Renner ON (+70,38%). Registraram as maiores baixas em 2012: OGX ON (-67,84%); Eletrobras ON (-61,36%); Eletrobras PNB (-57,51%); Eletropaulo PN (-47,40%); e PDG ON (-41,89%).

Em dezembro, o Ibovespa apresentou alta de 6,05%. No mês, as ações que registraram as maiores altas do Ibovespa foram: MMX ON (+26,77%); Eletropaulo PN (+26,67%); Gol PN (+25,85%); BB ON (+18,36%); e Cetip ON (+15,99%). As maiores baixas em dezembro foram: Marfrig ON (-26,90%); Eletrobras ON (-17,25%); CIA Hering ON (-11,99%); Braskem PNA (-7,11%); e CPFL ON (-6,35%).

O valor de mercado (capitalização no mercado acionário) das 364 empresas com ações negociadas na BM&FBovespa, ao final de 2012, atingiu R$2,52 trilhões. Em 2011, esse valor era de R$ 2,29 trilhões, referente a 373 companhias.

 

Para tornar mais atrativos os títulos públicos vendidos por meio do Tesouro Direto, a BM&FBovespa irá extinguir, a partir de 2 de janeiro de 2013, a taxa de negociação de 0,1% cobrada no momento da compra dos papéis. Em nota à imprensa, o Tesouro informou que a mudança aumenta a rentabilidade do programa, tornando-o mais atrativo para o investidor pessoa física. Destacou ainda que a rentabilidade do Tesouro Direto já era superior a outras aplicações financeiras no mesmo prazo.

Para investimentos de 6 meses, por exemplo, o programa apresentaria rentabilidade 16,5% superior à da poupança e entre 10,5% e 27,6% superior a dos fundos de investimento que cobram de 1% a 2% de taxa de administração. "Dessa forma, a partir de 2013, as taxas para investimento no Tesouro Direto passarão a ser a taxa de custódia, cobrada pela BMF&Bovespa no valor de 0,3% ao ano, e a taxa cobrada pela instituição financeira, livremente pactuada com o investidor e que atualmente varia entre 0% e 2,0% ao ano', explica a nota.

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O Tesouro informou também que serão realizadas alterações no Programa de Expansão da Base de Investidores do Tesouro Direto. Nesse programa, em vigor desde 2011, as instituições financeiras participantes no Tesouro Direto recebem incentivo financeiro, por meio do repasse pela Bolsa, de parte de sua receita advinda da cobrança da taxa de custódia, proporcional à quantidade adicional de investidores com aplicação, obtidos por essas instituições.

A partir de 2013, metade do crédito à instituição financeira estará condicionado à utilização dos recursos na capacitação da força de venda e divulgação do Tesouro Direto para os investidores, por meio de cursos desenvolvidos pelo Instituto Educacional da BM&FBovespa.

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