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Em 3 de abril de 1862, durante exílio na ilha de Guernsey, Victor Hugo (1802-1885) publicou o livro Os Miseráveis, sua obra mais popular que imortalizaria personagens como Jean Valjean, presidiário em liberdade condicional. O pano de fundo é a história da batalha de Waterloo até a insurreição republicana de 1832.

Filho de um general do Império constantemente ausente, Victor Hugo foi criado basicamente por sua mãe. Aluno do Liceu Louis Le Grand, tornou-se conhecido ao publicar a sua primeira coletânea de poemas Odes, recebendo uma pensão de Luís XVIII.

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A obra narra a história de Jean Valjean, que, por ver os irmãos passarem fome, assalta uma padaria para roubar um pedaço de pão. Preso, é condenado a 5 anos. Acaba sendo condenado outras vezes por tentativas de fuga e mau comportamento na cadeia, tendo de cumprir 19 anos de reclusão.

Posto em liberdade condicional, tem de se apresentar regularmente às autoridades, condição que, apesar dos altos riscos, nunca cumpriu. Valjean se sente marginalizado por todos, pois carrega o "passaporte amarelo" que o identifica como ex-presidiário. Um bispo, Bienvenu, o ajuda, mas ao invés de se mostrar grato rouba sua prataria. É preso, pois as peças de prata ostentavam o brasão do bispo. No entanto, o bispo se recusa a denunciá-lo e diz que era um presente que tinha dado a Valjean.

O bispo é para ele um homem de Deus, que lhe deu lição de solidariedade e o trata como filho, fazendo com que volte a crer na humanidade. Após 9 anos sob nova identidade, Valjean prospera como negociante de vidrilhos, tornando-se um homem rico e respeitado como prefeito da pequena cidade de Vigau.

Desolado diante do drama de uma das suas operárias, Fantine, demitida de sua fábrica, e que tem de recorrer à prostituição para sustentar sua filha, Cosette, Valjean decide salvar a criança, adotando-a, mas não a tempo de impedir a morte da mãe.

Ocorre que o inspetor Javert é transferido para a mesma cidade. Javert era o homem que tratou o prisioneiro Valjean com crueldade. Quando Javert o reconhece, fica obcecado em desmascará-lo.

CAÇADA A VANJEAN

Contudo, um outro homem é acusado de ser Jean Valjean, mas o verdadeiro Jean Valjean, que estava no tribunal durante o julgamento, diz que o acusado é inocente, provando que ele é Jean Valjean. Isto fará com que Javert inicie uma caçada sem tréguas para prender Valjean, o que o faz passar toda a vida fugindo com Cosette por todos os cantos do mundo.

Até que retornam para a França e lá permanecem na casa de um velho amigo. Cosette se apaixona por Marius, um jovem aristocrata ligado aos meios revolucionários parisienses. Ao descobrir que o amor de Cosette não podia ser combatido, Valjean, apesar da presença de Javert, vai retirar Marius das barricadas, durante uma revolta, e o transporta ferido através dos esgotos de Paris.

Finalmente, Javert acaba por se convencer que toda a perseguição de décadas não passava de crime contra “um homem de Deus” e se suicida. Jean Valjean morre tendo ao lado Marius e Cosette.

O Santa Cruz apresentou, nesta quinta-feira (26), seu novo reforço, Hugo Cabral, que estava no Volta Redonda. Mas uma coisa nos números do jogador de 33 anos chamou atenção. O atacante está há dois anos sem fazer gol, o último foi em 2020 pelo Cuiabá.

Na sua apresentação, ele falou brevemente sobre as últimas temporadas. O atleta citou a experiência fora do Brasil (Arábia Saudita e Chipre) e a pandemia como motivos para o baixo rendimento recente e disse que espera ir melhor no Santa Cruz.

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“Em 2018 foi o último grande trabalho que eu tive, acesso com o CSA, fomos vice-campeões brasileiro. Depois, foram anos complicados, até por conta da pandemia, as experiências que eu tive fora do Brasil, mas meu desejo era voltar e vestir uma camisa grande com torcida. Espero fazer o que sei de melhor que é jogar e fazer gols”, prometeu.

Hugo ainda citou a responsabilidade em vestir as cores corais: “É um desafio muito grande, é um clube de massa, de pressão, um dos maiores do nordeste, maior do estado. A responsabilidade é grande, estive aqui em 2013, pude acompanhar um pouco de como era, a cidade respira futebol”.

O jogador atuou no Náutico em 2013. Em toda carreira dele, desde que estreou em 2010, no Olaria, Hugo marcou 37 gols em 12 anos, exatamente 259 jogos.

Uma idosa de 75 anos, que estava internada no Hospital de Urgência de Goiânia (Hugo), foi assassinada dentro da unidade de saúde. Segundo informações da Polícia Civil de Goiás, o suspeito do crime é um homem de 47 anos, que foi preso em flagrante.

O crime aconteceu na tarde de quinta-feira (7). A polícia detalha que o acusado entrou na enfermaria onde a vítima estava respirando através de uma traqueostomia. Ele narrou a uma testemunha que, no momento em que entrou no quarto onde estava a paciente, ouviu a voz dela chamando e pedindo por ajuda.

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O suspeito diz que tentou limpar a região da traqueostomia, mas ela mexeu com a boca como se estivesse recusando a ajuda, então o homem foi limpar a boca da idosa. No entanto, ele teria feito a limpeza com o buraco da traqueostomia tampado, fazendo com que a vítima parasse de se mexer e respirar, vindo a óbito.

Diante dos relatos, a Polícia Civil deu voz de prisão ao acusado, que foi encaminhado para a Central Geral de Flagrantes de Goiás.

Em nota enviada ao LeiaJá, o Hospital de Urgência de Goiânia lamentou pelo ocorrido. "A direção lamenta profundamente o ocorrido e está revisando integralmente os protocolos de segurança para evitar futuros episódios, ao tempo que presta total assistência à família. Por fim, a Direção do HUGO reforça o seu comprometimento com o atendimento assistencial de excelência e com a máxima humanização", pontua.

“Foi um milagre de Deus, porque sofri inúmeras complicações. Foram passando os dias e eu acordei para viver. Não me deixei entregar um minuto. Independentemente do que tinha acontecido, meu pensamento era sair daquele local. Uma luta não só minha, mas também da minha família e amigos que deram uma força muito grande”. No depoimento traçado por palavras de fé, o jovem Hugo Barboza Santana, 26, detalha apenas um trecho de uma história inspiradora que tem a vida como capítulo principal. Vítima de um acidente de motocicleta, o pernambucano resistiu aos impactos físico e emocional, ao acreditar que junto aos amigos e familiares poderá compartilhar uma experiência de superação com outros jovens.

Natural da cidade de Paulista, Região Metropolitana do Recife, Hugo conta que foi criado em um bairro humilde, mas rico em sorrisos e brincadeiras, graças a um ciclo de amizade que resiste desde a época de criança. E são os mesmos companheiros que fortalecem uma corrente de solidariedade que visa reunir recursos financeiros para a aquisição de duas próteses – cada aparelho custa entre R$ 200 mil e R$ 250, segundo Hugo -. No acidente, o motoqueiro sofreu graves ferimentos que obrigaram os médicos a amputar parte da perna e do braço esquerdo.

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De acordo com relatos de Hugo e seus familiares, o acidente aconteceu no dia 29 de julho, na Avenida Doutor José Gueiros Leite, bairro do Janga, em Paulista. Após curtir o domingo com os amigos na Praia de Maria Farinha, o jovem e uma colega retornaram em direção à Olinda, onde hoje Hugo reside com seus familiares.

“Eu vinha retornando para casa quando aconteceu o acidente no Janga. O que me contaram foi que eu estava na minha faixa e o condutor do veículo, na faixa contrária, tentou fazer uma ultrapassagem, invadiu a contramão e acabou vindo em minha direção. No susto devo ter tentado tirar a moto e a batida pegou justamente na lateral. A informação que soube é que ele – o motorista do carro - tentou se evadir do local, mas as pessoas não deixaram”, relata. Segundo Hugo, ele sofreu perda de memória em decorrência do impacto e dos medicamentos. Por isso, não lembra todos os detalhes do acidente; conta o que ouviu das testemunhas, amigos e familiares.

A amiga de Hugo, de identidade preservada, sofreu traumatismo craniano, foi socorrida e hoje passa por processo de recuperação. Já o motoqueiro foi levado em estado extremamente grave ao Hospital Miguel Arraes, localizado na cidade de Paulista. Foram mais de 50 dias de internamento, entre a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), fortes medicamentos e enfermaria. Ainda sobre o acidente, familiares do motoqueiro realizaram um boletim de ocorrência. As autoridades responsáveis estão cuidando do caso, mas não há punição concreta, até então, para o causador do acidente.

As feridas emocionais, porém, saram aos poucos. Hugo se fortalece ao receber apoio dos amigos e familiares. Quando estava internado, mais de 200 pessoas se disponibizaram a doar sangue e desde 18 de setembro, quando o jovem recebeu liberação médica para voltar a sua residência, visitas e até passeios com os amigos dão novos ares ao rapaz. A ajuda também foi materializada por meio de uma campanha na internet que recebe doações para que as próteses sejam adquiridas.

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Amigo de Hugo desde os três anos de idade, o jovem Erick Rodrigues dos Anjos, 23, enxerga o companheiro como uma inspiração. “Temos que amar o próximo como a si mesmo. Hugo merece, porque a vontade dele de viver é extraordinária. É um cara que sempre foi ligado nos 320, se dormisse de madrugada e acordasse cinco da manhã, levantava sorrindo, dando lição em todo mundo. Depois que aconteceu isso com ele, quem está ao arredor dele só faz aprender. Ele passa mais força do que precisa. Essa campanha é importante porque ele precisa recuperar a independência”, diz Erick.

Antes do acidente, Hugo trabalhava como representante comercial e de forma autônoma comercializando roupas e joias. Era adepto a inúmeras atividades esportivas como o futebol, além de participar de rodas de capoeira. Hoje, ele conta com a ajuda financeira dos pais e tenta reabilitar seu empreendimento. Os interessados podem fazer doações para a seguinte conta:

Caixa Econômica Federal

Agência: 3220

Conta: 32825-8

CPF: 086-711-854-78

A quinta temporada do MasterChef, da Band, chegou ao fim na última terça-feira (31). A final foi disputada entre Hugo e Maria Antonia, que foi consagrada campeã desta edição do reality. Na ocasião, ela foi provocada por Rita, ex-participante da atração, e disparou: "Eu quero que meu marido dê um soco na cara da Rita por mim".

Passada a tensão da final, a gaúcha usou as redes socais para falar sobre a vitória e agradecer a torcida. "Muito obrigada a todos que torceram e acreditaram na minha vitória!! Obrigada a todos da equipe do 'Masterchef', Band e Endemol. Felicidade é pouco para descrever o que estou sentindo! Sonho que virou realidade", escreveu na manhã desta quarta (1°).

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No entanto, no Twitter fãs do programa criticaram a escolha do júri formado por Paola Carosella, Henrique Fogaça e Erick Jacquin. "Masterchef mais roubado da história! Maria Antônia ganhou? Jamais! Essa mulher não cozinha nada, é super prepotente e arrogante", comentou uma internauta. "Vamos todos fingir que essa temporada do Master Chef não existiu, QUE RANÇO DESSA MARIA ANTÔNIA", disparou outra.

Para não perder o ritmo, a emissora estreia no dia 21 a terceira temporada do ‘MasterChef Profissionais.

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O Náutico oficializou nesta quinta-feira (8) o retorno do meia Marco Antônio ao clube. O atleta, que já defendeu a equipe em 2004, durante o último titulo estadual conquistado pelo Alvirrubro, retorna ao time para suprir a vaga deixada por Hugo, que pediu recisão de contrato na última terça-feira (6). Nas últimas duas temporadas, ele vinha atuando no Al-Khor, do Catar.

Além do Timbu, Marco Antônio também tem passagem em Pernambuco pelo Sport em 2006. Com 31 anos, o experiente atleta já defendeu alguns clubes como São Paulo, Criciúma, Vitória, Portuguesa, Grêmio, Atlético-PR e Figueirense. O novo reforço do Náutico já está no Recife para começar os trabalhos sob o comando de Givanildo Oliveira. O contrato dele terá duração até dezembro de 2017.

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Além do meia, a diretoria Timbu retomou as buscas por um novo atacante. Dado como encerradas por Gallo, as negociações por um atleta da posição voltaram após a contratação de Givanildo Oliveira. O nome deverá ser anunciado nos próximos dias, já que o prazo de inscrições para a Série B irá se encerrar no próximo dia 15 de setembro.

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Givanildo Oliveira mal chegou e já tem um desfalque de peso no elenco do Náutico, a saída do meia Hugo. Os mesmos problemas pessoais que o afastaram da equipe do início do returno da Série B fizeram agora com que o experiente meio campo pedisse desligamento definitivo nesta terça-feira (6). Contratado no início de junho, o atleta realizou 11 jogos com a camisa alvirrubra e marcou dois gols. Ele vinha sendo titular absoluto do ex-técnico Alexandre Gallo, porém devido ao desgaste físico ficou no banco na última partida da Série B, diante do Sampaio Correia.

Segundo comunicado no site oficial do Náutico, o clube ainda tentou um acordo com o jogador para que ele pudesse continuar no time, porém ele viu o desligamento como melhor opção. Com a decisão, Hugo retorna ao Rio de Janeiro, onde reside com a família. 

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Para a posição no meio campo, o time conta com Renan Oliveira, Vinícius e Esquerdinha. A diretoria ainda não se pronunciou se pretende repor a saída, porém se optar por isso terá que correr já que as inscrições para a Série B encerram já no próximo dia 15 de setembro.

Antes de deixar o clube, Hugo gravou um vídeo de agradecimento ao Náutico: 

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O Náutico tinha uma missão nada grata na noite deste sábado (3): voltar a vencer, logo em um jogo fora, contra um Sampaio Corrêa precisando muito de um resultado positivo na Série B, já que é o lanterna da competição. A pressão era grande em cima dos donos da casa e, em um jogo decidido todo no segundo tempo, o time maranhense quebrou a seca de vitórias.

Os primeiros minutos de jogo foram de poucas jogadas criativas. O Sampaio se mostrava um time de poucas cartas na manga e o Náutico aguardava uma chance de contra-atacar com lançamentos em profundidade. A tática do time visitante deu certo aos 17 minutos de jogo. Em bola que Rony recebeu pela ponta, cortou para dentro da área e rolou para Vinícius. O meia dominou e bateu no ângulo, sem chances para o goleiro Rodrigo Ramos, 1x0.

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O gol foi sentido pelos donos da casa que não conseguiam tocar a bola para chegar ao ataque. O time visitante, mesmo sem a posse, era dono das ações da partida. Quando tinha a bola, o Náutico chegava na boa, tocando. Porém, a tranquilidade do timbu foi tão grande que a zaga não viu a bola lançada por Tássio chegar em Pimetinha, livre de marcação para entrar na área e bater cruzado, 1x1. 

O técnico Flávio Araújo havia mexido alguns minutos antes do empate, colocando Jean Carlos no lugar de Enercino e a mudança mudou o patamar do jogo. Após o empate, o controle da partida ficou todo com o time maranhense. Pimentinha ainda teve outra chance pelo mesmo lado em que marcou o gol, mas o goleiro Rodolpho estava lá para evitar a virada. O apito de intervalo veio com um sabor ruim para o Náutico.

Dois pênaltis e reação tardia

O jogo recomeçou com tudo para o Náutico. Com apenas dois minutos, o meia Vinícius entrou sozinho na pequena área para completar cruzamento de Jefferson Nem. Mais uma vez os visitantes estavam à frente no placar, 2x1. A chance para empatar veio pouco depois em cobrança de falta frontal que Guilherme Lucena caprichou, mas Rodolpho fez a defesa.  O Sampaio fazia o possível para chegar ao gol e a pressão era grande no campo adversário.

O time alvirrubro cada vez mais esperava um espaço para encaixar os contra-golpes, enquanto o Sampaio pressionava. Em uma boa chance com Pimentinha, o bandeirinha enxergou um impedimento, que não houve, e evitou que o meia entrasse sozinho com o goleiro outra vez. A história do jogo começou a mudar aos 26 minutos, quando o árbitro potiguar viu um pênalti em cima de Pimetinha que Elias converteu. Dois minutos depois, Pimentinha foi atingido por Adalberto e o juiz marcou outra vez. Elias se posicionou e, mais uma vez, bateu certo, 3x2. 

Para piorar a situação do timbu, aos 30, em um contra-ataque de escanteio, Pimentinha recebeu sem goleiro para aumentar a vantagem, 4x2. Era difícil de acreditar que em quatro minutos, o Sampaio tivesse marcado três vezes, mas a realidade pegou o Náutico de jeito. O alvirrubro pressionava como podia e conseguiu diminuir o marcador aos 37 com gol de cabeça de Igor Rabello, 4x3. Mas parou por aí. A vitória do time da casa foi consolidada pela qualidade do meia Pimentinha e a interferência direta do árbitro. Pior para o Náutico que volta para casa com uma derrota sofrida em poucos minutos.

Ficha técnica:

Torneio: Campeonato Brasileiro - Série B

Local: Castelão - MA

Sampaio Corrêa: Rodrigo Ramos; Guilherme Lucena, Eder Sciola, Wagner e Renan Luís; Diogo Orlando, Tássio, Rayllan (Gustavo Marmentini) e Enercino (Jean Carlos); Pimentinha (Felipe Baiano) e Elias. Técnico: Flávio Araújo

Náutico: Rodolpho; Joazi (Yuri Mamute), Igor Rabello, Adalberto e Gastón Filgueira; Negretti, Maylson (Rodrigo Souza) e Vinícius; Hayner (Hugo), Jefferson Nem e Rony. Técnico: Alexandre Gallo

Arbitragem: Caio Max Augusto Vieira - RN

Assistentes: Flávio Gomes Barroca - RN / Vinícius Melo de Lima - RN 

Gols: Pimetinha x2 e Elias x2 (SAM) / Vinícius x2 e Igor Rabello (NAU)

Cartões amarelos: Rayllan e Pimentinha (SAM) / Joazi, Adalberto e Hugo (NAU)

Sem revelar muito do time que mandará a campo no sábado (3) diante do Sampaio Correa, a única certeza do técnico Alexandre Gallo é que o meia Hugo não será titular. O experiente atleta, de 35 anos, sentiu a idade pesar nas últimas partidas pelo clube. Ele, inclusive, atuou em más condições físicas contra o Londrina, como revelado pelo auxiliar Waldir Benedito na ocasião. E, para evitar risco de lesões, ficará no banco de reservas contra os maranhenses.

Rodado por diversos clubes do Brasil, o banco de reservas não é um lugar onde Hugo tenha muito costume de ficar e ele ressalta essa preferência por atuar, porém também compartilha da visão do treinador de que a idade tem pesado na recuperação física e por isso vê a atitude como prudente. “A verdade é que eu gosto e sempre gostei de estar em campo, mas percebo que hoje o meu maior inimigo é a idade. A recuperação é mais lenta, impossibilitando que eu participe de todos os jogos”, reconheceu o atleta.

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Porém, mesmo de fora do time titular, o jogador é tido como uma das lideranças do jovem elenco, e carregando essa responsabilidade já conversou com o restante dos atletas sobre a importância da vitória sobre o atual lanterna da Série B. “O grupo sabe que novamente tem que buscar fora de casa os pontos perdidos”, concluiu cobrando, assim como foi com o Vila Nova, por uma nova vitória fora de Recife.

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Depois de manter a mesma escalação sem muitas alterações nas últimas três rodadas, o técnico Alexandre Gallo confirmou que diante do Sampaio Corrêa, no próximo sábado (3), o Náutico deverá entrar em campo com mudanças na formação. Realizando um treino secreto antes da viagem para o Maranhão, o comandante alvirrubro não quis confirmar quais as posições modificará, mas afirmou que a atitude é necessária diante dos últimos resultados negativos na Série B.

As recentes derrotas alertaram o técnico e fizeram o planejamento inicial, que era de já estar no G4 na 3ª rodada, ser alterado. Por isso, Gallo revelou uma análise em relação a equipe para fazer as alterações que considera necessárias. “A ideia é a gente encontrar dentro do grupo novas possibilidades. Trabalhamos a intertemporada, os atletas se dedicaram, mas infelizmente não conseguimos o objetivo inicial. Traçamos o plano para depois desse jogo contra o Londrina já estarmos no G4. Vínhamos numa campanha muito boa em casa e esses últimos jogos machucaram bastante, contávamos com as vitórias. Hoje estaríamos com 37 pontos em 2º ou 3º colocado e fugiu do controle. Quando foge do controle e não existe um rendimento como você pensa, é trabalho do treinador identificar e buscar as mudanças necessárias para voltarmos ao nosso melhor rendimento”, comentou o técnico sem dar muitas pistas do que irá fazer.

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A única certeza é de que o meia Hugo não iniciará jogando. Após sentir um desgaste na última terça-feira (30), o técnico prega cautela quanto ao aproveitamento do atleta e confirma que para não perdê-lo precocemente deve poupá-lo durante parte do jogo contra o Sampaio. “Hugo é um caso especial, conversei com ele junto com o departamento de fisiologia. É o terceiro jogo dele em uma semana, e ele já sofreu na recuperação desse último. Vamos dar um respiro para ele, pelo menos, no início da partida. Gosto muito dele, mas três jogos em sete dias, aos 35 anos, pesa um pouco. Ele vai ficar como opção, o resto não vamos revelar”, ressaltou.

Precavido pelo últimos jogos, o técnico evita contar pontos sobre o Sampaio fora de casa, mesmo com o adversário estando na última colocação. “Esse mesmo time do Sampaio empatou com Vasco, no Rio. O campeonato é equilibrado, qualquer adversário pode trazer surpresas, tivemos essas duas experiências agora, e quando acontece duas vezes tem que rever situações e buscar melhorias”, concluiu. 

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Em um jogo que nada deu certo no Náutico, as explicações para alguns dos problemas vão aparecendo aos poucos. O mau desempenho no setor de criação de jogadas, por exemplo, se deve em parte ao fato do meia Hugo ter entrado em campo sem condições para a partida. Com 35 anos, a recuperação de um jogo para o outro é mais devagar para o atleta e isso pesou no confronto com o Londrina.

"Vimos em estatística que o Hugo foi o terceiro atleta do Náutico que mais correu no jogo contra o Vila Nova, no último sábado. Ele teve um desgaste muito grande e estava com o CK elevado para essa partida", contou o assistente técnico Waldir Benedito.

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No segundo tempo, Hugo precisou sair de campo para a entrada de Bergson, pois já não aguentava mais o ritmo da partida. Com Vinícius no banco, o Waldir poderia ter começado o jogo já poupando o veterano. O interino explicou que fez por necessidade. "Escolhemos começar com o Hugo porque ele é um grande jogador. Fez um bom jogo na última rodada. Por isso não entramos com o Vinícius", completou.

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Fora da última partida diante do Criciúma no sábado (20) por ter ido ao Rio de Janeiro resolver problemas pessoais, o meia Hugo já está de volta ao Náutico. O atleta, que chegou a ter sua saída do clube especulada, desmente os boatos criados durante o tempo que esteve fora de que iria encerrar a carreira. O experiente meia de 35 anos explica a situação e revela ciência da diretoria sobre todo o ocorrido.

“Pedi dispensa do clube por alguns dias e falei com Gallo e o Eduardo. Isso foi passado para toda a diretoria por eles, entenderam e me concederam a liberação. Fui para o Rio e resolvi o que tinha que resolver. Foi falado um monte de coisa, mas problemas todos nós temos e o meu já foi resolvido. Agora já estou aqui com a cabeça no Náutico”, destacou o atleta sobre o período longe do Recife.

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Voltando ao Timbu, Hugo comentou o início ruim que a equipe teve no returno, perdendo em casa por 1 a 0 para o Criciúma, isso após 18 dias de intertemporada que os jogadores tiveram. Segundo ele, um tropeço que não deve se repetir se o time quiser o acesso para a Série A. Agora, a meta é se recuperar fora de casa. “Infelizmente aconteceu essa derrota com a gente jogando em casa, mas tenho certeza que todo trabalho que foi feito não foi em vão. Essa derrota aconteceu, mas bola para frente, cabeça erguida para gente buscar os três pontos fora e darmos uma retomada em busca do G4”, ressaltou.

Para a recuperação na Série B, o atleta destaca apenas um ponto que precisa ser melhorado na equipe para próxima partida contra o Vila Nova, a finalização. “Parte física está boa, nós precisamos é jogar bola na casinha, fazer gols e conseguir vitórias. Na parte física é visível que o time está muito bem. Agora é recuperar esses pontos perdidos fora, é menos uma vitoria e aumenta mais a cobrança pelo fato de serem menos três pontos ganhos. Na próxima partida não nos resta outra coisa a não ser vencer”, concluiu.

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Principal nome do elenco do Náutico, o meia Hugo, aos 35 anos, chegou e assumiu a camisa 10. No último confronto do Timbu, diante do Luverdense, entrou no segundo tempo e mudou a cara da equipe. Ciente do peso que tem no elenco, o jogador falou sobre a responsabilidade que carrega, sem se desviar dela, mas deixou claro para os alvirrubros que já não é o mesmo dos tempos de São Paulo e Grêmio, times nos quais alcançou reconhecimento nacional. 

"Tenho consciência da minha responsabilidade aqui. Tenho uma carreira que me credita isso. Estou me dedicando no trabalho, mas sou um cara de mais idade. Não se pode esperar que eu seja sempre protagonista. Minha função maior será cadenciar e dar passes", disse. "Acho que tenho que ser coadjuvante. O protagonismo fica para os mais jovens, que ainda têm grandes objetivos na carreira, como jogar na Europa e chegar à seleção", declarou.

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Hugo completou sua autoanálise ao resgatar orientações recebidas de Muricy Ramalho, quando atuava pelo tricolor paulista. "No São Paulo, Muricy me ensinou que meio-campista tem de entrar na área e balançar as redes também. Coloquei isso em prática e tenho facilidade para finalizar", disse, 'renovando' as esperanças dos alvirrubros que apostam em seu futebol como cabeça pensante do time e fonte de gols. 

Depois de uma estreia discreta contra o Ceará, o meia Hugo mira a melhora no condicionamento físico para poder se destacar no Náutico. Utilizado no segundo tempo da partida no Castelão, o jogador participou da jogada que diminuiu a desvantagem Timbu para 2 a 1, porém, após isso, acabou sumindo do jogo. A própria parte física do experiente meia foi citada pelo técnico Alexandre Gallo para explicar a opção por deixá-lo no banco de reservas.

Apesar de reconhecer o nível físico aquém, Hugo pontua que gostou da sua partida contra o Ceará e espera que com a melhora possa conduzir o alvirrubro novamente para o caminho das vitórias. “Acho que quando entrei no intervalo, tanto eu quanto o Renan demos uma modificada no time para melhor. A gente conseguiu trocar passes e marcamos um gol logo em seguida e por pouco não conseguimos o empate. Tive uma boa participação, mas se tivesse no meu nível ideal de jogo poderia ter ajudado mais. Aos poucos vou buscando condicionamento e espero que com esse minha retomada o time consiga os resultados”, destacou o meia.

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Hugo credita que uma das maiores questões para sua adaptação tem sido o calor, já que vinha atuando no sul do Brasil. Na expectativa de uma melhora rápida ele já vislumbra o jogo contra o Luverdense e acredita que no retorno á Arena o time pode render melhor. “A competição é difícil, tivemos dois jogos que foram confrontos diretos e o contra o Bragantino foi num estádio que o time não estava habituado a jogar. Isso atrapalhou um pouco. Espero que a equipe vá bem nessa volta à Arena, que é onde conseguimos os resultados. Nossa equipe é muito veloz e aproveita bem os domínios da Arena”, finalizou o atleta que deve seguir no banco de reservas nesta terça-feira (28).

Com uma apresentação que deixou a dever em relação aos demais jogos do Náutico na competição, o técnico Alexandre Gallo reconheceu a fraco desempenho do Timbu, principalmente na primeira etapa da derrota por 2 a 1 no Ceará. O comandante alvirrubro creditou a atuação fraca em termos criativos à sequência desgastante que o time vem tendo na Série B com jogos nas terças e sábados.

“Nos só temos tempo para treinar bola parada. Está muito carregado essa terça e sexta da maneira que está, todo mundo está sentido muito, até dos outros clubes. Em algum momento os atletas sentem, estamos tentando fazer o máximo para evitar o acúmulo, então nossa fisiologia está escalando muita gente. A partir de julho começamos a ter um intervalo maior. Só tivemos tempo para treinar na primeira semana, agora vamos de novo recuperar os atletas, ver como eles se apresentam amanhã para pensarmos na terça”, comentou Gallo, já visando a partida diante do Luverdense na Arena Pernambuco.

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O técnico alvirrubro reconheceu que o Náutico conseguiu render melhor apenas na segunda etapa do confronto no Castelão com as entradas de Hugo e Renan Oliveira e explicou o porquê da escolha das peças apenas para a parte final do jogo em Fortaleza. “Com o Hugo a intenção era que ele entrasse de início, mas ele como um atleta experiente sabe que ainda está abaixo fisicamente e inclusive sentiu isso, jogou 20 minutos bem, mas depois teve uma queda por conta da parte física. Já o Renan tem se mostrado eficiente no segundo tempo. Tentei com ele e o Hugo dar uma qualidade de passe maior conseguimos isso no início, tanto que fizemos o gol, mas não tivemos uma sequência e o Hugo sentiu essa questão física”, analisa.

Com a derrota, o Timbu caiu para a 8ª posição da Série B. A colocação na tabela não incomoda Gallo, que acredita em recuperação já na terça-feira. “Estamos entre os oito primeiros, esse era nosso objetivo nesse primeiro terço da competição. Se a gente vencer na terça estaremos fatalmente entre os quatro primeiros porque a diferença para quem tá na frente é pequena”, concluiu.

Confirmado como reforço do Náutico, o meia Hugo foi apresentado oficialmente nesta quarta-feira (22), e a vontade de entrar em campo foi a principal marca das primeiras palavras do jogador com a camisa alvirrubra. Relacionado para o jogo contra o Ceará, no próximo sábado (25), às 16h30, na Arena Castelão, pela 12ª rodada da Série B, o novo camisa 10 do Timbu se colocou à disposição do técnico Alexandre Gallo. Apesar de não entrar em campo desde o Campeonato Gaúcho, pelo Juventude, ele se disse pronto para atuar, no intuito de chegar à forma física ideal o mais rápido possível através da reconstrução do ritmo de jogo.

“Estou aqui há mais ou menos duas semanas, trabalhando forte e me acostumando novamente com o calor (ele já havia atuado em Pernambuco, pelo Sport, em 2012)”, introduziu. E completou: “A vontade é de estar sempre em campo para ajudar. Estou à disposição do professor Gallo. Quero voltar a jogar o mais rápido possível, para estar o quanto antes nas melhores condições para contribuir com o Náutico”.  

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Aos 35 anos, Hugo vinha atuando de forma polivalente pelo Juventude. Fez as funções de meia, atacante e até volante. Para a sequência no Náutico, ele afirmou que mantém a disposição para diferentes posições, mas deixou claro sua preferência pela meia canxa. “Sou meia de origem e sempre fui bem encostando no ataque, marcando gols e ajudando mais pra frente. Mas já atuei no ataque e um pouco mais trás, então posso voltar a fazer esses papeis”, explanou o alvirrubro. 

O Náutico oficializou nesta quarta-feira (8) a contratação do meia-atacante Hugo. O jogador já assinou com o Timbu e tem vínculo até o final do Campeonato Pernambucano 2017. O atleta estava no Juventude, foi um dos destaques do Gauchão 2016 e chegou a ser eleito na seleção do torneio.

Nesta temporada, Hugo participou de 13 jogos e marcou três gols. O meia, que tem como característica principal a armação de jogadas, é o terceiro do elenco comandado pelo técnico Alexandre Gallo com esta função. Os outros dois são Renan Oliveira e Esquerdinha. O jogador precisa ser regularizado junto à CBF para entrar em campo pela Série B.

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Hugo foi campeão brasileiro com o Corinthians em 2005, e conquistou o torneio outras duas vezes com o São Paulo, em 2008 e 2009. O último título do meia foi o Campeonato Gaúcho 2010, com o Grêmio. O jogador (que também teve passagens por Flamengo, Tokyo Verdy-JAP, Al Wahda-EMI e Monterrey-MEX) atuou no futebol pernambucano em 2012, pelo Sport, e em seguida passou por Goiás, Vitória e Thespa Kusatsu-JAP, além de Juventude.

Contra o Paysandu, um detalhe no Náutico chamou a atenção, além dos meias e atacantes que estavam em campo, no banco de reservas Timbu tinha apenas uma opção para o setor ofensivo do time comandado por Alexandre Gallo, o atacante Tiago Adan. A ausência de atletas expôs a necessidade de reforços para as posições, o que o comandante alvirrubro espera sanar com as chegadas do meia Hugo e do atacante Yuri Mamute. Atletas conhecidos pelo treinador e que tiveram as contratações bem avaliadas

“A gente já vinha conversando há algum tempo com a direção e esperava a situação ser resolvida. A diretoria estava lutando bastante e achamos um meia experiente que fez uma boa competição estadual esse ano que é o Hugo. Ele é um cara de muita personalidade e gosto de trabalhar com caras assim. O Yuri é um atleta que foi convocado por mim algumas vezes e foi o melhor jogador do torneio de Toulon de 2013, vencendo o sub-20, onde o Vinicius Araújo foi o artilheiro e ele foi eleito melhor atleta da competição.  É um jogador forte e de muita velocidade”, destacou Gallo sobre os novos reforços.

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Com o desfalque do atacante Roni, no Pará, por conta da dúvida sobre o seu terceiro cartão amarelo, o técnico precisou utilizar Jefferson Nem na função de última hora, e o jogador acabou, inclusive, marcando um gol e sendo um dos destaques alvirrubros em campo. A atuação do jovem da base do Náutico foi destacada por Gallo como uma forma de jogar que ele vem trabalhando que não muda independente da alteração de peças e espera que os novos reforços também se adaptem a essa ideologia. “Esses imprevistos são da competição e nós temos que nos adaptar o mais rápido possível. Por isso nós treinamos como jogamos agora, para que mantenham um nível de atuação e quem entrar possa entrar bem. Queremos que o time continue jogando com personalidade e com uma maneira só de atuar na parte ofensiva e se adaptando na parte defensiva dependendo do time que a gente jogue”, finalizou.

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Com um time bastante jovem, tendo no elenco apenas seis jogadores acima dos 30 anos, o Náutico está próximo de anunciar um meia para dar experiência ao grupo. Trata-se de Hugo, atleta de 35 anos, que estava no Juventude e tem passagem pelo Sport entre 2012 e 2013. O atleta chegou ao Recife na noite desta segunda-feira (6) e irá realizar exames médicos para assinar contrato com o Timbu, a informação foi confirmada pelo próprio twitter oficial do alvirrubro.

O meia tem currículo extenso de carreira no Brasil e fora dele, já tendo defendido Corinthians, Flamengo, Grêmio, São Paulo e Vitória dentro do país e atuado também no México, Japão e Árabia. No Juventude, Hugo foi um dos destaques do Campeonato Gaúcho, sendo, inclusive, eleito para a seleção do torneio. Lá ele participou de 13 jogos e marcou quatro gols, ajudando a levar o alviverde para a final do estadual.

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O Juventude havia descartado a renovação contratual de Hugo na última semana devido ao meia ter recebido propostas melhores de outros clubes. O meia será o nono reforço do time para a Série B do Campeonato Brasileiro.

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O Náutico anunciou através de sua conta oficial no Twitter uma lista de jogadores que não fazem mais parte time. Além do atacante Hugo, que encerrou o contrato com o Timbu nesta quarta-feira (30), outros cinco atletas serão emprestados para outros clubes. Entretanto, o lateral-direito João Ananias, que também tem o contrato finalizado nesta quarta, não teve o nome relacionado entre os dispensados.

Os atletas que estão fora do Náutico são: o goleiro Gideão, o lateral-direito Helder Maurílio, o volante Helder, o lateral-esquerdo Izaldo, o meia Roberson e o atacante Hugo. Enquanto os reforços não chegam ao Náutico, alguns jogadores ainda seguem treinando normamente no time alvirrubro.

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Os atletas Helder e Izaldo, que são da categoria de base, devem ser emprestados para adquirir mais experiência.  Para preencher os buracos, os dirigentes vem se reunindo com a comissão técnica para definir a quantidade de reforços.

De acordo com o diretor de futebol, Lucio Surubim, o time precisa contratar sem erros. “Precisamos preencher o que foi deixado e colocar jogadores de qualidade. Ainda vamos nos reunir para resolver se o time terá outras dispensas e quais serão os nomes”, disse. 

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