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O aplicativo do Bradesco passa por uma instabilidade na tarde desta quinta-feira e usuários encontram dificuldades para efetuar transações, como uma transferência por meio do PIX.

Procurado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o banco confirmou que momentos de intermitência foram registrados no aplicativo para pessoa física, mas ressaltou que equipes estão trabalhando para normalizar a ferramenta, "o que deve ocorrer em breve".

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Ainda segundo o Bradesco, os demais canais de atendimento operam normalmente.

O Bradesco terminou 2020 com o fechamento de 1.083 agências físicas. Em dezembro, a instituição contava com 3.395 unidades espalhadas pelo País, 24,2% inferior ao número registrado em igual mês do ano anterior. Além disso, foram desligados 7.754 funcionários. O banco, com isso, encerrou o ano passado com um quadro de 89.575 pessoas, 8% abaixo do nível verificado no fim de 2019.

Segundo o banco, tais ações, atreladas ao forte controle de custos, possibilitaram uma redução de R$ 3,2 bilhões, ou 6,6%, das despesas operacionais, levando o índice de eficiência operacional a um resultado de 46,3% em 12 meses, melhor desempenho da história do banco.

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"Adotamos como mantra a austeridade total na estrutura de custos da Organização, inclusive com a consolidação das agências sobrepostas", explicou o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, em comentário à imprensa.

Com 215 mil metros quadrados e acostumada a receber um público diário de 13 mil pessoas, a Cidade de Deus é frequentada hoje por, no máximo, 620 funcionários do Bradesco, que se revezam na ida à sede do banco, em Osasco, por conta da pandemia. São menos de 5% do habitual.

Diante do repique no número de casos da covid-19 no Brasil, a volta está descartada, por enquanto, e a situação tem sido monitorada de perto pelo alto comando da instituição.

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"Temos o mínimo necessário", diz a diretora executiva do Bradesco, Glaucimar Peticov, responsável pela área de Recursos Humanos em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Nova rodada

Em home office desde o início de março, o Bradesco faz agora uma nova rodada de testes de sorologia para toda a sua base de funcionários e familiares. Ao fim de setembro, o banco contava com um quadro de 95.934 pessoas. A primeira fase de testes aconteceu em maio, auge da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Essa teve início no fim de novembro e se arrastou para dezembro.

Com o agravamento do quadro da covid-19 no País, que nem ao menos se livrou da primeira onda, as empresas engavetaram os planos de voltar ao ambiente físico, até segunda ordem. Segundo a diretora-executiva do Bradesco, a segunda rodada de testes não foi estimulada pelo crescimento da taxa de contaminação no País, ou pelo alerta dado em São Paulo, que voltou à fase amarela de quarentena, mas o banco faz questão de saber com precisão qual é o impacto dessa situação sobre a sua população de funcionários.

Os testes de sorologia estão sendo feitos por meio de atendimento drive thru, na rede de laboratórios Fleury, da qual o banco detém uma fatia no capital, por meio da Bradesco Seguros, e em associados por todo o Brasil. "Só voltaremos quando a situação permitir", afirma a executiva, que torce por uma vacina disponível até fevereiro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Para se fortalecer diante do crescimento da onda digital no mundo financeiro, o Bradesco lançou nesta segunda-feira (14) a Bitz, sua carteira digital, de olho nos brasileiros que ainda não têm conta em banco. A meta é que a nova empresa, que terá estrutura separada do banco, alcance uma fatia entre 20% e 25% do mercado de carteiras digitais em três anos.

A sede da nova companhia ficará distante da tradicional sede do Bradesco - a Cidade de Deus, em Osasco. Ela estará localizada no InovaBra Habitat, o berço de startups do Bradesco, nas proximidades da Avenida Paulista, em São Paulo.

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A novidade chega dois meses antes do lançamento oficial do PIX, solução de pagamentos instantâneos do Banco Central, que promete uma revolução para o setor de meios de pagamento no Brasil. "O PIX se torna uma oportunidade gigante para o Bitz funcionar bem", afirma Curt Zimmermann, recrutado para ficar à frente do Bitz Serviços Financeiros.

De acordo com o executivo, há uma parcela muito grande no Brasil de pessoas sem conta em banco - e esse é o foco da empresa e de onde deve vir o crescimento almejado. "O Bitz serve muito bem como um produto para entrantes no mercado financeiro. É mais uma agregação do que uma oferta a clientes atuais", explicou.

O banco disse ter uma meta agressiva para o Bitz - e não descarta aquisições para acelrar o processo. Duas compras já estão na mesa, com a meta de agregar mais tecnologia ao produto e atrair mais clientes. Segundo Zimmermann, o fato de a empresa estar sediada no InovaBra vai ajudar nessa missão. "Queremos comprar pelo expertise, gostamos do grupo de executivos dessa empresa", explicou.

Além do depósitos de dinheiro e da realização de pagamentos, o Bitz permitirá ao cliente transferências, recebimentos, recarga de celular, pagamentos via QR-Code, assim como compras online. A carteira será aceita na rede de mais de 1,5 milhão de maquininhas da Cielo distribuídas pelo País. As pessoas jurídicas, empresas e vendedores cadastrados ao serviço poderão enviar links de pagamento aos clientes.

Aposta

O Bradesco vai investir na nova empresa R$ 100 milhões, nos primeiros 12 meses de operação. Eventuais aquisições não estão incluídas nesse montante. "Decidimos fazer como uma empresa separada do banco, justamente para estar no mundo das fintechs. Com a velocidade e flexibilidade de sermos uma empresa apartada, queremos viver o mundo das fintechs de forma completa", disse Zimmermann, em coletiva de imprensa.

A rentabilidade da nova companhia virá de receitas com comissões de vendas feitas no aplicativo, operações de recarga do celular, saque feito por meio do cartão Bitz na Rede 24 horas, além de remuneração por transação do cartão Bitz, por exemplo.

Os serviços de tecnologia do novo produto serão prestados pela Cielo, da qual o Bradesco é controlador junto com o Banco do Brasil.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, afirmou nesta quinta-feira, 30, que o segundo trimestre foi um dos "mais desafiadores" na história recente da instituição. "Provisões e liquidez são absolutamente fundamentais no cenário atual", destacou ele, em teleconferência com a imprensa.

O banco registrou um lucro líquido de R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano, cifra 40,1% menor que a do mesmo período do ano passado, de R$ 6,4 bilhões. O banco fez um novo reforço, de R$ 3,8 bilhões, nas provisões contra o crescimento da inadimplência por conta dos efeitos da pandemia da covid-19.

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De acordo com o executivo, o banco segue monitorando o desenrolar da crise e o ritmo de abertura da economia brasileira, mas espera que o pior momento já tenha sido superado. Esta semana, o Bradesco melhorou suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. O banco espera que a economia brasileira tenha queda de 4,5%, ante retração de 5,9% prevista anteriormente.

"A partir de maio, o auxílio emergencial ajudou com a injeção de recursos na economia. O cenário econômico ainda continua difícil. Não dá fazer qualquer prognóstico. Parece que o pior momento já passou. Esperamos que já tenha passado", disse Lazari.

Segundo o executivo, o banco concedeu R$ 129 bilhões em crédito novo durante os meses de abril a junho. A demanda por empréstimos, contudo, desacelerou, disse. "O crédito cresceu puxado pelas grandes empresas. A pessoa física teve uma queda natural em meio à redução da demanda." A carteira de crédito expandida do Bradesco totalizou R$ 661,1 bilhões de abril a junho, saldo 0,9% maior que o visto nos três meses anteriores. Em um ano, o crescimento foi de 14,9%.

Para Lazari, o banco pode ter atingido o pico no custo de crédito, que tem chances de se reduzir, dependendo do cenário. "Estamos bem provisionados, continuaremos avaliando cenários e faremos novos ajustes quando e se for necessário", disse.

De acordo com o executivo, o banco está com "relativo conforto", com um saldo de R$ 43 bilhões em provisões. "Temos um volume maior de operações com garantia que crises de 2008 e 2016", ponderou.

As provisões do Bradesco, no conceito 'expandida', somaram R$ 8,890 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 32,5% em relação ao primeiro. Na comparação anual, houve um salto de 154,9%. Outra boa notícia, conforme Lazari, foi a redução da inadimplência em todas as linhas. "A redução neste momento deve-se em boa parte a prorrogações e renegociações feitas em meio à pandemia", explicou.

No primeiro semestre, o Bradesco postergou R$ 61 bilhões em operações de crédito. Foram, no total, 1,9 milhão de contratos.

Fechamento de agências deve se intensificar

O presidente do Bradesco afirmou que o processo de fechamento de agências se intensificará no segundo semestre deste ano e também em 2021. O banco fechou as portas de 311 unidades até junho e pretende, de acordo com o executivo, elevar esse número para mais de 400.

"Estamos fazendo um trabalho de estruturação de fechamento de agências com inteligência, estatística e metodologia aplicada", disse Lazari. "Faz sentido termos 14 agências na Avenida Faria Lima? Podemos ter 12 ou 11", exemplificou.

Não há, de acordo com Lazari, uma região específica que o banco olha para reduzir sua estrutura física. Os locais estão sendo definidos conforme os estudos e as agências serão realocadas, permitindo ao banco ter uma rede mais bem distribuída e cortar gastos. Ao fim de junho, o Bradesco contava com 4.167 agências.

Sobre o quadro de empregados, o executivo afirmou que não há planos de redução e que o banco aderiu ao movimento 'não demita' em meio à pandemia. Segundo ele, a baixa registrada no segundo trimestre está relacionada à rotatividade de pessoas normal na instituição.

No segundo trimestre, o Bradesco também apontou a baixa de 447 funcionários frente ao trimestre anterior. Ao fim de junho, detinha um quadro total de 96.787 trabalhadores.

Ações na Amazônia

Octavio de Lazari afirmou também que as ações do banco são mais estruturantes que a adoção de um parque na Amazônia. Na quarta-feira, 29, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou, em entrevista ao Estadão/Broadcast que os bancos privados poderiam aderir a programas federais como "Adote 1 Parque" e "Floresta +", atuando de forma concreta na fiscalização da floresta.

"A adoção de parques na Amazônia é um projeto novo. Está sendo estruturado. Todas as empresas do Brasil vão olhar possibilidade. Nós estamos preocupados", disse Lazari.

O Bradesco tem atuado junto com Itaú Unibanco e Santander em relação ao tema. Além de ter participado de reunião com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, os bancos divulgaram um plano integrado para contribuir com o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

"É muito mais estruturante do que isso (adotar um parque na Amazônia). Podemos olhar, lógico, se for o caso, se for criterioso e a gente quer que seja. Queremos colaborar com um projeto estruturante para a Amazônia", disse o presidente do Bradesco.

Em meio à cobrança global para que o Brasil aumente seu comprometimento em relação aos temas ligados à mudança climática, os três maiores bancos privados do País, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, lançaram um plano conjunto para promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A proposta inclui dez medidas, como estímulo às cadeias sustentáveis na região e viabilização de investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social e ambiental. O cronograma prevê a implementação dos itens ainda neste ano.

Os três bancos estavam entre os signatários de carta enviada ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que pediu, no início do mês, políticas de combate ao desmatamento na Amazônia. Mourão é o presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal. O documento fez defesa da agenda do desenvolvimento sustentável e solicitou o combate "inflexível e abrangente' ao desmatamento ilegal na Amazônia. Agora, depois da cobrança, com o plano anunciado hoje, os bancos têm a intenção de entregar uma forma de ajuda efetiva em relação ao assunto, segundo fonte.

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Para dar prosseguimento ao planejamento, os bancos formarão um conselho de especialistas com diferentes experiências e conhecimentos sobre as questões sociais e ambientais envolvendo a Amazônia. "Este projeto une Bradesco, Itaú e Santander pelo propósito de contribuir para um mundo melhor. A ideia é que todos precisam assumir sua parcela de compromisso com as futuras gerações. Por isso, lançamos uma agenda objetiva que pretende defender e valorizar a Amazônia, suas riquezas naturais, florestas, rios e cultura diversificada.

Queremos dar passos concretos para tornar discurso em realidade. A Amazônia não é um problema. O ato de proteger a Amazônia guarda boa parte das respostas corretas para um mundo que tem dúvidas e incertezas", afirmou, em nota, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior.

O presidente do Itaú Unibanco, Cândido Bracher, que há cerca de duas semanas participou ao lado de um grupo de empresários para tratar do tema com Mourão, disse, também em nota, que os bancos têm a responsabilidade "como agentes importantes do sistema financeiro" e que compartilham "as mesmas preocupações a respeito do desenvolvimento socioeconômico da Amazônia e da conservação ambiental". "Acreditamos que os três bancos têm forças complementares e, atuando de forma integrada, vemos grande potencial de geração de impacto positivo na região", destacou Bracher.

Já o presidente do Santander, Sergio Rial, afirmou que o desafio em relação ao tema "impõe uma atuação firme e veloz a todos os atores que puderem participar da construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a Amazônia. Com a união de esforços da nossa indústria, conseguiremos fazer ainda mais por essa região, que tem um valor inestimável não só para o País, mas para todo o planeta", destacou.

Além do estímulo às cadeias sustentáveis na região por meio de linhas de financiamento diferenciadas e ferramentas financeiras e não financeiras e viabilização de investimentos em infraestrutura básica para o desenvolvimento social e ambiental, o plano dos três bancos inclui o fomento de um mercado de ativos e instrumentos financeiros de lastro verde, a tração de investimentos e promoção de parceiras para o desenvolvimento de tecnologias que impulsionem a bioeconomia e apoio para atores e lideranças locais que trabalhem em projetos de desenvolvimento socioeconômico na região.

O posto de atendimento do Banco Bradesco, localizado no interior do Hospital Universitário Oswaldo Cruz (Huoc), na área central do Recife, foi assaltado na manhã desta quarta-feira (13). Segundo o Sindicato dos Bancários, as armas do vigilante e os pertences dos funcionários foram roubados.

A abordagem ocorreu por volta das 8h, no momento em que o vigilante e dois funcionários entravam na agência. O vigilante chegou a ser agredido pelos criminosos, sem maior gravidade. Nada foi roubado da agência.

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A assessoria do hospital informou que a unidade está funcionando normalmente. Uma equipe do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) esteve no local. Com a ocorrência, o Sindicato dos Bancários contabiliza 53 investidas contra bancos no estado.

 

O diretor executivo e de Relações com Investidores do Bradesco, Leandro Miranda, disse que o banco não teria nenhum problema de oferecer crédito imobiliário com taxas baseadas no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como referência. O problema é se o mutuário gostaria de assumir o risco inflacionário por um período tão longo.

Nesta tarde, o presidente da Caixa Econômica Federal,Pedro Guimarães, anunciou que a Caixa vai oferecer taxas de juros atreladas ao IPCA, inflação oficial do País, para contratos de 360 meses. A Caixa e o Bradesco brigam pela liderança dos financiamentos imobiliários, segundo o executivo.

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Ele questiona se 12 anos atende o cliente, já que o valor da prestação ficaria elevada, e, no caso da oferta de 20, 30 anos, como é mais comum para o crédito imobiliário, o mutuário gostaria de se comprometer com a inflação por um período tão longo. Mesmo no prazo de 12 anos, segundo Miranda, que ainda não havia tomado conhecimento diretamente do anúncio da Caixa, haveria um risco inflacionário que o brasileiro talvez não queira tomar.

"Para nós, bancos, faríamos sem problemas, mas não sei se o cliente gostaria de 12 anos. Para nós acho viável porque tem proteções de inflação através de derivativos. Se quiser transformar a taxa em fixa você tem possibilidade de securitizar essa carteira de 12 anos junto a fundos de pensão e companhias de seguro. Mas atende o consumidor?", questiona Miranda.

"Vamos primeiro entender o regulamento (anunciado nesta terça). Nós temos capacidade de prover todo e qualquer produto bancário no Brasil, se tiver demanda a gente pode fazer a inflação por 12, 20, 30 anos", afirmou o executivo. "Não temos necessidade de limitar a 12 anos porque temos capital robusto", concluiu.

Os servidores ativos do Governo de Pernambuco que fazem aniversário nos meses de julho e agosto devem comparecer a uma das agências do Bradesco até o próximo dia 31 de julho para efetuar o recadastramento. O Recadastramento dos Servidores Ativos do Estado teve início no dia 11 de junho e segue até o dia 30 de dezembro de 2019.

A medida, que é obrigatória, visa atualizar os dados cadastrais de todos os agentes públicos ativos, comissionados, cedidos e temporários do Poder Executivo. 

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Os documentos necessários para realizar o procedimento, bem como o cronograma de orientação para os demais servidores que aniversariam nos demais meses, podem ser acessadas no site da Secretaria de Administração (SAD) e também no Portal do Servidor. 

 

*Da assessoria

A tendência para o crédito no País é andar de lado sem crescimento da economia e recuperação do emprego, de acordo com o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari. Apesar disso, segundo o executivo, o banco descarta revisar os guidances deste ano. O Bradesco espera que o crédito cresça entre 9% a 13%.

"Todas as casas acabaram revendo as projeções do PIB para baixo. Se o País não cresce, a economia não cresce, o emprego não se recupera, a tendência do crédito é andar de lado", disse o presidente do banco, que participou nesta terça-feira do Ciab, tradicional feira de tecnologia bancária, promovida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

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Para reverter esse cenário, o Bradesco tem focado em linhas com mais probabilidade de crescimento, especificamente, na pessoa física. Estão na mira do banco as modalidades de consignado, com desconto em folha, imobiliário, crédito pessoal e para a compra de veículos. "São carteiras nas quais dá para crescer, sobretudo, com segurança. No resto das operações, sobretudo para pessoa jurídica, crescimento vai ficar bem baixo", acrescentou Lazari.

Em relação ao segundo semestre, o presidente do Bradesco disse que, se acontecer de fato, a reforma da Previdência, com aprovação entre o final de julho começo de agosto, pode beneficiar o último trimestre do ano. "Se isso acontecer, acredito que podemos ter uma recuperação de crédito no último trimestre do ano", disse ele, que acrescentou: "O primeiro trimestre foi fraco (em demanda para crédito) e o segundo também está fraco."

Sobre o openbanking, que vai permitir o compartilhamento de informações de clientes com concorrentes, Lazari disse que o cronograma, que tem início no segundo semestre do ano que vem, é ousado. Apesar disso, internamente o banco tem feito a lição de casa e espera oferta produtos financeiros e não-financeiros a partir de parceria com concorrentes e fintechs.

CSLL

O presidente da Bradesco afirmou que os bancos vão pedir a manutenção da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL) em 15%, mas que estão dispostos a colaborar com a situação fiscal do País caso seja elevado para 20%. O tributo foi aumentado para 20% em 2015, mas a alíquota deixou de vigorar no final do ano passado.

Agora, o Congresso cogita voltar a elevar a CSLL para as instituições financeiras. "Não é por causa da reforma da Previdência. Pode acontecer. Não tem problema. Nós vamos cumprir", disse Lazari.

Segundo ele, não há uma mobilização entre os bancos para barrar o possível aumento do tributo, mas o setor vai pedir que se mantenha em 15%, como tratado no passado. "Temos disposição em colaborar como já fizemos no passado", acrescentou.

Sobre o encaminhamento da reforma tributária em paralelo à da Previdência, Lazari afirmou que é positivo. "A simplificação tributária e fiscal e a independência do Banco Central têm de andar. Essa agenda tem de ser preparada junto com a reforma da Previdência, que está caminhando", destacou.

O executivo disse que espera que a reforma da Previdência passe entre o final de julho e agosto para que em setembro o País já consiga andar com essa outra agenda no Congresso - de simplificação tributária e fiscal e independência do Banco Central. "Seria bom ter esses assuntos todos discutidos até o final deste ano para começar 2020 com uma perspectiva totalmente diferente", afirmou Lazari.

Conversas de Moro

O presidente do Bradesco disse também que o vazamento de mensagens do aplicativo Telegram atribuídas a procuradores da força-tarefa da Lava Jato, entre eles Deltan Dallagnol, e o então juiz Sérgio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública, não deve atrapalhar a aprovação da reforma da Previdência e o andamento da pauta econômica.

"Uma coisa é a pauta econômica, de reforma da Previdência, que o Congresso tem que estar focado porque é imprescindível para o País", disse ele, a jornalistas, após participar do Ciab Febraban.

Segundo ele, a reforma da Previdência é o abre alas de uma série de outras reformas como a independência do Banco Central e a simplificação tributária e "não tem nada a ver com isso que está acontecendo".

"O foco do Congresso, de (Davi) Alcolumbre, presidente do Senado, de (Rodrigo) Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e do próprio presidente (Jair Bolsonaro) tem de ser passar a reforma da Previdência independentemente de outros assuntos", acrescentou Lazari.

A pedido do Ministério Público Federal, a 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou a prisão preventiva do empresário Júlio César Pinto de Andrade e a temporária dos gerentes do Banco Bradesco Tânia Maria Aragão de Souza Fonseca e Robson Luiz Cunha Silva. Eles são suspeitos de participar do esquema de lavagem de dinheiro, investigado nas operações Eficiência e Câmbio, Desligo, comandado pelos doleiros Vinícius Claret e Cláudio Barbosa, operadores de Sérgio Cabral.

As investigações revelaram que Júlio, Tânia e Robson eram peças importantes em sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, que funcionava por meio da compensação de cheques do varejo (“chequinhos”) e pagamento de boletos bancários. O esquema desbaratado servia para geração de reais em espécie que, posteriormente, eram vendidos a empresas que desejavam esfriar recursos.

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Em linhas gerais, os doleiros captavam cheques recebidos no varejo e os depositavam em contas bancárias de empresas fantasmas. Para abertura e movimentação das contas bancárias, a organização criminosa contava com a participação de gerentes de bancos que descumpriam regras de compliance a fim de permitir a criação das contas de giro.

O empresário Júlio Andrade era responsável por abrir as contas fantasmas utilizadas nas transações, bem como por fornecer telefones “frios” e indicar empresas que alugavam salas por curtos períodos para guardar o dinheiro obtido. Ao menos sete empresas fantasmas foram identificadas e são alvo de busca e apreensão.

Na época dos fatos, Tânia e Robson eram gerentes-gerais de agências do Banco Bradesco na Barra da Tijuca e em Vila Isabel, recebiam a documentação das empresas criadas por Júlio e indicavam os locais onde as contas bancárias deveriam ser abertas.

Para os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro, houve falha no sistema de compliance das instituições financeiras. “Os elementos ora reunidos não deixam dúvidas de que as instituições financeiras onde as contas foram abertas, em especial o Banco Bradesco, descumpriram os deveres de compliance, possuindo como consequência direta, além do fomento à lavagem de dinheiro acima demonstrado, a violação à livre concorrência, pois as instituições que dispendem recursos no compliance acabam restringindo seus negócios, sem contar no custo que é dedicado aos setores de conformidade”, afirmam.

Da assessoria do MPF-RJ

O Bradesco fechou 132 agências bancárias no ano passado, reduzindo o ritmo de enxugamento da rede física vista nos anos anteriores. Ao final de dezembro, o banco somava 4.617 unidades, 35 a menos que o número de setembro.

Em conversa com a imprensa, em dezembro, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, já havia antecipado que os ajustes de fechamento de agências já tinham sido concluídos e que atualmente o trabalho do banco é apenas de acompanhamento diário e mudanças pontuais.

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Na ocasião, ele informou que a instituição fechou 457 agências em 2016, 200 no ano passado e encerraria 2018 com 150 unidades a menos.

Funcionários

O Bradesco somava 98.605 funcionários ao fim de dezembro, 446 a mais que o quadro de setembro, de 98.159 colaboradores. No acumulado de 2018, porém, o banco cortou mais de 200 pessoas.

Banco digital

O Bradesco mira triplicar o número de clientes em seu banco digital, o Next, batendo a marca de 1,5 milhões de contas ativas ao final deste ano. Em dezembro último, a instituição somava 500 mil ante 37,5 mil em janeiro do ano passado.

O Next foi lançado oficialmente em outubro de 2017. O Bradesco destaca que, ao final de novembro de 2018, o seu braço de banco digital atingiu 5 mil contas abertas por dia. No quarto trimestre, o Next somou 45 milhões de transações, volume 50% maior que o realizado no trimestre anterior.

O Bradesco informa ainda que mais que dobrou a oferta de crédito em seu canal mobile no ano passado. O número de correntistas digitais passou de 12,6 milhões para 14,1 milhões na pessoa física e de 1,1 milhão para 1,2 milhão na jurídica, totalizando 15,3 milhões de clientes com perfil digital. No total, o Bradesco soma 28,3 milhões de correntistas.

Além disso, 78 mil novas contas foram abertas em 2018 via o aplicativo do banco.

Com 1.590 queixas, o Banco do Brasil foi a instituição financeira que mais recebeu reclamações de clientes consideradas procedentes entre julho e setembro deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (15).

O ranking do BC leva em consideração as queixas contra bancos com mais de 4 milhões de clientes. O Banco do Brasil possui mais de 63 milhões de correntistas e alcançou o índice de reclamação de 25,22. A maioria das queixas contra a instituição está relacionada a "oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada".

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O índice é calculado pelo BC com base no número de queixas consideradas procedentes. O total é dividido pelo número de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1 milhão).

O Bradesco e o Santander ficaram em segundo e terceiro lugar entre os que mais receberam reclamações no período. No caso do Bradesco, que tem 95,3 milhões de clientes, o índice foi de 22,55, com 2.151 reclamações no terceiro trimestre. Já o índice do Santander, que possui 42,2 milhões de clientes, foi de 22,10, com 933 reclamações no período.

No segundo trimestre de 2018, o Santander foi o banco que liderou o ranking de reclamações. A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil ocuparam, respectivamente, a segunda e terceira posição.

Uma agência do Banco Bradesco, no município de Chã Grande, Mata Sul de Pernambuco, foi alvo de explosão de caixa eletrônico na madrugada desta quinta-feira (4). A cidade agora dependerá de casa lotérica para movimentações financeiras.

Em agosto de 2017, uma unidade do Banco do Brasil na cidade também havia sido alvo de bandidos. A agência não foi reativada desde então.

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Desta vez, os criminosos explodiram um caixa eletrônico no Posto de Atendimento Avançado (PAA), tipo de agência que tem estrutura mais simples e número reduzido de funcionários. A investida ocorreu por volta das 2h30.

O dispositivo antifurto do caixa eletrônico foi acionado e manchou as cédulas. Quando a perícia chegou ao local, havia cédulas manchadas espalhadas pelo chão do imóvel. Não há informações da quantia levada. Em 2018, o Sindicato dos Bancários contabiliza 161 ações criminosas em Pernambuco.

O Bradesco traçou uma meta agressiva para crescer junto aos microempreendedores individuais, os chamados MEIs. A expectativa do banco é dobrar a carteira, que hoje conta com 1,5 milhão de clientes com este perfil, a partir de uma oferta que vai além de soluções financeiras e de crédito e inclui ferramentas de apoio a este público. Em linhas de empréstimos pré-aprovados, são R$ 20 bilhões à disposição deste segmento.

No Brasil, existem em torno de 7,3 milhões de MEIs, segundo o Sebrae. Neste primeiro semestre, o número de empresas criadas no Brasil foi o maior desde 2010, conforme a Serasa Experian.

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Do total de mais de 1 milhão de negócios lançados, mais de 80% eram MEIs. Mantido o ritmo atual de alta, a expectativa do Sebrae é de que os microempreendedores somem 11,8 milhões em 2022.

De acordo com o vice-presidente do Bradesco, Eurico Fabri, o banco mapeou outros 1,5 milhão de pequenos empreendedores que podem ajudar a dobrar a carteira de clientes do banco. Boa parte deles, segundo o executivo, não é bancarizada. Estudo do Banco Central aponta que 19% dos MEIs no Brasil não têm conta corrente.

Para atrair esses empreendedores, um dos poucos segmentos que continuou crescendo mesmo durante a crise, o Bradesco integrou suas áreas de produto, serviços e do varejo. Como resultado, montou um combo financeiro que inclui conta corrente sob medida, maquininhas, seguros, cartão, microcrédito, antecipação de recebíveis e serviços.

Ferramenta.

Numa outra frente, desenvolveu soluções não financeiras e um site customizado para os MEIs. O primeiro passo para ser um microempreendedor é ter um CNPJ. Os futuros clientes do Bradesco poderão fazer esse cadastro no próprio site do banco.

Outras facilidades incluem ferramentas de gestão financeira, vendas e até recolhimento de impostos. Tudo isso pode ser feito por canais digitais.

"As pessoas começam como MEIs e crescem. Há uma complexidade porque existe um índice de mortalidade grande neste público. Por isso, temos de crescer junto com essas empresas no tempo", disse Fabri ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Sem o apoio do banco, diz o executivo, a chance dos MEIs evoluírem no tempo diminui. O Bradesco tem apetite para emprestar, mas o que dificulta é o fato de que boa parte desse público não ter educação financeira e, consequentemente, misturar os orçamentos do negócio com o da pessoa física.

Dos R$ 20 bilhões que o banco separou para o segmento, R$ 9,6 bilhões estão disponíveis para correntistas. Deste total, foram liberados R$ 2,4 bilhões. Outros R$ 11 bilhões estão à disposição de novos clientes. O Bradesco também iniciou neste mês a ambientação de 263 agências em todo o País que passarão a ter locais sob medida para atender os MEIs.

Empreendedor

Os microempreendedores entraram no radar dos bancos há algum tempo, segundo o gerente de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Alexandre Comin. "Os bancos perceberam que os MEIs não são uma moda passageira. Vieram para ficar e são uma figura poderosa."

Nesse contexto, Bradesco e Sebrae assinaram nesta semana convênio para apoiar pequenas e médias empresas. Comin disse que a meta é atender 20 mil micro e pequenos negócios em 4 anos. Desses, 5 mil serão MEIs. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O diretor-presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, informou que até janeiro de 2019 todas as agências e clientes do banco estarão interligados às plataformas das corretoras Ágora e Bradesco, um investimento de R$ 150 milhões. Com parte da sede no Rio de Janeiro, a Ágora foi comprada pelo banco em 2008.

O objetivo é que o trabalho esteja finalizado até janeiro de 2019. "Estamos finalizando investimento de R$ 150 milhões nas plataformas das corretoras para poder interligá-las totalmente ao banco, porque tanto a Ágora quanto a Bradesco Corretora lidam com clientes que têm conta no banco ou não", explicou o executivo, que participou pela primeira vez como presidente do Bradesco da reunião da Apimec-Rio, entidade que reúne analistas e profissionais de investimento.

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No evento, Lazari afirmou não ver problema no surgimento de bancos puramente digitais no mercado. Ele ressaltou, no entanto, que as regras devem ser iguais para que o novo segmento não seja favorecido. "Essa concorrência é sadia, faz a gente melhorar, mas o que a gente sempre pede é que a condição de concorrência seja igual para todo mundo", disse. Ele informou ainda que o Bradesco tem 140 fintechs e startups trabalhando para o banco.

O executivo disse ainda que o banco está bem posicionado para capturar o crescimento do País. Ele disse ainda que vê os primeiros sinais de retomada da busca por crédito e de queda na inadimplência. "O pior já passou na inadimplência, a fase aguda de 2016 e 2017. O indicador veio se reduzindo e bateu 3,9%. E a tendência é que melhore um pouco", frisou, ao comentar o balanço do Bradesco para o segundo trimestre. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O lucro líquido dos maiores bancos do País atingiu R$ 21,27 bilhões de abril a junho deste ano, cifra 15,3% maior que o mesmo período do ano passado. Os resultados incluem Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Santander Brasil e Caixa, que divulgou balanço na segunda-feira, 20.

O desempenho foi impulsionado, em boa parte, pelo menor gasto dos bancos com a inadimplência. As instituições financeiras, embora tenham apresentado melhora na oferta de crédito, estão debruçadas em aumentar as receitas com tarifas e serviços, uma vez que a demanda por empréstimo ainda não voltou com tanto vigor.

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Os resultados do segundo trimestre dos cinco maiores bancos superaram as despesas com provisões para devedores duvidosos. O feito, que acontece pela primeira vez desde o início do impacto da crise político-econômica que atingiu em cheio as instituições por conta da inadimplência, já havia sido alcançado no resultado dos bancos de capital aberto no primeiro trimestre. Agora, se estende ao balanço divulgado pela Caixa, que não tem ações em Bolsa.

Somados, os gastos dos grandes bancos com devedores duvidosos, sem considerar a recuperação de créditos, somou R$ 20,3 bilhões no segundo trimestre, queda de 22,3% em 12 meses. Em relação ao primeiro trimestre, a cifra encolheu em cerca de R$ 800 milhões.

Apesar de ainda ver uma queda na carteira de crédito, um contraste à expansão registrada nos bancos privados, a Caixa acredita que seu balanço atual é suficiente para permitir mostra uma tendência de retomada nos resultados. O vice-presidente de finanças e controladoria do banco estatal, Arno Meyer, disse que a Caixa precisava de ajustes de capital para seguir um caminho sustentável de crescimento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O Bradesco reduziu a projeção para o crescimento econômico deste ano. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2018 passou de alta de 1,5% para 1,1%. Se a projeção for confirmada, ficará sutilmente maior que o avanço de 1,0% registrado em 2017. O banco também alterou as expectativas para o PIB do segundo e do terceiro trimestres, de queda de 0,3% para variação zero, e de elevação de 0,6% para 0,3%, respectivamente. Para 2019, a projeção de expansão é de 2,5% do PIB.

O anúncio do Bradesco abre uma nova rodada de revisões das instituições financeiras. Segundo a última pesquisa Focus do Banco Central sobre as expectativas, o PIB deve ter avanço de 1,5%. Novo levantamento será divulgado na próxima segunda-feira.

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Em nota, o Bradesco avalia que os indicadores e a produção industrial de junho mostraram devolução dos resultados negativos de maio, provocados pelos problemas de abastecimento em decorrência da greve dos caminhoneiros, retornando aos patamares próximos aos observados antes da paralisação. Apesar disso, pondera que os efeitos indiretos da greve sobre a confiança dos agentes têm se materializado, juntamente com uma piora nos índices de condições financeiras, notadamente câmbio, juros e risco país.

Segundo o banco, os indicadores de confiança não se recuperaram para os níveis anteriores à greve - refletindo principalmente a piora das expectativas futuras dos empresários. Isso, conforme a instituição, pode comprometer o investimento e o consumo ao longo do segundo semestre. "No mesmo sentido, os dados de emprego seguem sem apresentar melhora nos últimos meses. Por esses motivos, a transição do segundo para o terceiro trimestre nos parece ser mais moderada do que esperávamos para a atividade econômica", analisa.

Inflação

O Bradesco explica que, apesar de ter mantido a estimativa de 4,10% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2018, reconhece que a recente apreciação cambial ajudou a reduzir o risco de inflação no curto prazo. Segundo o banco, houve mudanças nas duas direções - de melhora e piora - dos índices inflacionários no último mês. Para 2019, a projeção é de 4,25% para o IPCA.

Na avaliação do Bradesco, os riscos de aumento dos preços do frete, da piora do cenário de chuvas e da pressão por repasse de custos vinda do atacado são fatores de alta para o IPCA. A instituição ressalta que o tamanho do impacto da nova tabela de fretes, que ainda não está definida, sobre a inflação é incerto.

A cidade de Surubim, no Agreste de Pernambuco, viveu uma madrugada de terror nesta terça-feira (10). Quatro agências bancárias foram explodidas por um grupo formado por cerca de 40 homens. Foram invadidas unidades dos bancos Bradesco, Caixa Econômica Federal, Santander e Banco do Brasil.

Segundo o Sindicato dos Bancários, os criminosos chegaram a fazer reféns durante a ação. Um refém teria ficado ferido e socorrido a uma unidade de saúde.

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Os criminosos também atiraram com armas de grosso calibre em vários pontos da cidade, inclusive no prédio da Polícia Militar (PM). Um veículo também foi incendiado.

A Polícia Científica já está no local fazendo perícias. Não há informações sobre prisão. O Sindicato dos Bancários não soube informar a quantia levada. 

Só em 2018, os bancários contabilizam 102 ocorrências contra agências bancárias, com 43 explosões, 27 arrombamentos, 18 assaltos, 11 estelionatos, dois sequestros e uma invasão. O Agreste registrou 45 desses casos, seguido de Sertão e RMR (23 cada) e Zona da Mata (11).

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Uma agência do Banco Bradesco do centro de Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR) foi arrombada neste final de semana. Os criminosos levaram todo o dinheiro do cofre.

Os bancários ainda não sabem a data e o horário em que o crime ocorreu. O sistema de segurança estava ativo, mas os bandidos não acessaram o compartimento pela chamada ‘Câmara de Cofre’, que é o local onde o dispositivo seria acionado. Eles entraram numa sala do almoxarifado pelo telhado e arrombaram o cofre pelos fundos. O alarme não disparou.

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A polícia foi acionada nesta segunda-feira (25), quando os funcionários chegaram à unidade.  A agência permanecerá fechada nesta segunda-feira.

Balanço 

O Sindicato dos Bancários de Pernambuco contabiliza em agências bancárias neste ano 34 explosões, 24 arrombamentos, 16 assaltos, dez estelionatos, dois sequestros e uma invasão. São 87 investidas ao todo, sendo 37 no Agreste, 21 no Sertão, 21 também na RMR, e oito na Zona da Mata.

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