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O promotor de Justiça que apontou uma arma para um homem dentro de uma academia em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, se apresentou na Delegacia da Mulher de Santo Amaro, na área central, nessa terça (30). Após a repercussão das imagens da segunda (29), o caso é investigado pela Corregedoria do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).

Segundo a Polícia Civil, o promotor e a companheira registraram boletim de ocorrência, mas não chegaram a formalizar representação criminal contra o rapaz. O motivo da ameaça armada dentro da Academia Corpo Livre seria porque o aluno teria olhado para a mulher do promotor.

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Ainda conforme a Polícia Civil, o rapaz ameaçado não prestou queixa. A instauração do inquérito depende da representação da vítima visto que se trata de crime de ação condicionada.

O estabelecimento informou que o promotor teve a matrícula cancelada e que está à disposição das autoridades para auxiliar nas investigações.

Na madrugada desta quinta (14), um vigilante do restaurante Coco Bambu, no bairro do Derby, na área Central do Recife, foi morto a tiros e teve a arma roubada. O caso foi registrado pela Polícia Civil como latrocínio.

A Equipe de Força Tarefa de Homicídios na Capital confirmou que a vítima tinha 39 anos e foi encontrada já sem vida. O segurança teria sido abordado e executado durante a troca de turno. As investigações foram iniciadas e seguem até a elucidação do crime.

Conteúdo em atualização

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O Supremo Tribunal Federal (STF) formou placar de 9 a 1 para manter a deputada Carla Zambelli (PL-SP) como ré por perseguir com arma um homem na véspera do segundo turno das eleições de 2022. O processo contra a parlamentar pode resultar na perda de seu mandato como deputada.

Os ministros rejeitaram recurso da deputada contra decisão da Corte que recebeu a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) em agosto. A votação terminou nesta sexta-feira, 24, último dia para os ministros registrarem o voto no caso. O ministro Nunes Marques foi o único magistrado a votar contra manter a decisão que abriu uma ação penal contra a deputada. Os demais acompanharam o relator, Gilmar Mendes.

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A defesa de Zambelli tentava tirar o processo do STF, alegando que o caso não tem relação com o exercício do mandato e deveria ser analisado na primeira instância.

O julgamento estava em curso no plenário virtual do STF durante a semana. Nesta modalidade, os ministros não se reúnem presencialmente ou por videoconferência para debater o processo. Os votos são registrados em uma plataforma virtual. Na quinta-feira, 23, a Corte já havia formado maioria.

Em outubro do ano passado, às vésperas do segundo turno entre o agora presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o então chefe do Executivo, Jair Bolsonaro, a deputada federal perseguiu um homem negro junto com seus seguranças no bairro Jardins, em São Paulo. A parlamentar sacou a arma e correu atrás do jornalista Luan Araújo até um restaurante da região.

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira, 23, para negar o recurso da deputada Carla Zambelli (PL-SP) contra a decisão que a colocou no banco dos réus por perseguir um homem com arma na véspera do segundo turno das eleições de 2022.

Os ministros Gilmar Mendes, relator do caso, Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli já votaram para a manter a decisão que abriu uma ação penal contra a deputada.

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O julgamento está em curso no plenário virtual do STF. Nesta modalidade, os ministros não se reúnem presencialmente ou por videoconferência para debater o processo. Os votos são registrados em uma plataforma virtual. A votação fica aberta ao longo de uma semana.

A defesa de Carla Zambelli tentava tirar o processo do STF, alegando que o caso não tem relação com o exercício do mandato e deveria ser analisado na primeira instância.

Até o momento, apenas Gilmar Mendes apresentou voto escrito. Ele reiterou que o episódio parece ter sido motivado por discussões políticas, o que atrairia o foro privilegiado.

"Por mais de uma vez, foi assentada e confirmada a competência deste tribunal para processamento das investigações e da possível ação penal voltada aos fatos narrados pela denúncia", escreveu.

Carla Zambelli perseguiu um homem negro junto com seus seguranças no bairro Jardins, em São Paulo, na véspera do segundo turno da eleição. A deputada sacou a arma e correu atrás do jornalista Luan Araújo até um restaurante da região. Ela reagiu após ouvir que "Amanhã é Lula" e "Vocês vão voltar para o bueiro de onde não deveriam ter saído".

A denúncia contra a deputada foi recebida pelo STF em agosto. Os ministros entenderam que havia evidências para abrir uma ação penal por suspeita de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo. Na ocasião, apenas André Mendonça e Kassio Nunes Marques, indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal, foram contra o recebimento da denúncia.

A decisão sobre o mérito das acusações só acontece após a fase de instrução – quando são ouvidas testemunhas e, eventualmente, produzidas novas provas. Se for condenada, a deputada pode pegar até dez anos de prisão.

O ministro Gilmar Mendes, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para que a Corte rejeite o recurso em que a deputada Carla Zambelli que tenta derrubar a ação penal a que responde por perseguir, com arma em punho, um jornalista negro nas ruas do bairro do Jardins, em São Paulo, às vésperas da eleição de 2022.

A defesa da bolsonarista tenta tirar o caso das mãos do STF, alegando a incompetência da Corte para julgar o caso, e ainda pede que seja revista a decisão que colocou Zambelli no banco dos réus.

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Em agosto passado, por maioria de votos, o Tribunal entendeu que havia evidências para a abertura de uma ação penal contra a bolsonarista por supostos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

O recurso de Zambelli é analisado em uma sessão virtual que teve início nesta sexta-feira, 17, e tem previsão de terminar no próximo dia 24. Até lá, os ministros podem depositar seus votos sobre o caso, pedir mais tempo para analisar o recurso ou até remeter a discussão para o plenário físico do STF.

Em seu voto, Gilmar Mendes rechaçou a alegação de que o caso não deveria tramitar no Supremo. O decano frisou que Corte reiterou, em diferentes momentos, sua competência para julgar Zambelli.

A defesa também sustentou que a deputada não poderia ser enquadrada por porte ilegal de arma sob o argumento de que a parlamentar teria autorização para carregar sua pistola. Gilmar Mendes rebateu o argumento lembrando que a Corte também já havia analisado o mesmo ao receber a denúncia contra Zambelli.

O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) recorreu à Justiça Federal na terça-feira, 24, para tentar reaver o porte de arma após decisão da Polícia Federal (PF) de negar a renovação da licença ao parlamentar em julho deste ano. O parlamentar alega que ele e a família são alvos de ameaças de morte e pede que a sua licença para portar uma arma seja renovada.

"A concessão do direito de portar arma de fogo não teria sentido se fosse exigido um fato próximo a uma situação que beirasse a morte ou uma ameaça ainda mais grave a ponto de inviabilizar uma possível defesa. Como cediço, o impetrante é vereador de um dos municípios mais violentos do Estado do Rio de Janeiro, é pessoa pública e de filiação do ex-presidente da República, vivenciando terrível sensação de insegurança no dia a dia", argumenta a defesa.

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Para tentar reaver o porte, a defesa de Carlos cita como argumento a facada sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na campanha eleitoral de 2018, cinco anos atrás, e ameaças de morte que ele e o clã Bolsonaro estariam sofrendo.

"Não há como se esquivar de reconhecer que tanto o impetrante como toda sua família foram e são alvos de ataques, virtuais e físicos, como fez a autoridade coatora sustentando que não havia comprovação suficiente de risco à integridade física", sustenta.

Procurada pelo Estadão, a defesa do vereador não quis se manifestar.

O ex-BBB Diego Gasques, de 42 anos, conhecido como Diego Alemão, foi preso em flagrante por porte ilegal de arma na madrugada desta terça-feira (26), no Leblon, Zona Sul da cidade do Rio. Ele foi liberado pela manhã, após pagar fiança no valor de R$ 4 mil, arbitrada pela Polícia Civil. A informação foi confirmada por Jeffrey Chiquini, advogado do empresário. 

Segundo a Polícia Militar, equipes do 23º BPM (Leblon) foram acionadas para checar a presença de “um homem aparentemente alterado” na esquina das ruas Visconde de Pirajá e Gomes Carneiro, em Ipanema. Alemão teria apontado a arma para pessoas aleatórias e então, ameaçado atirar. 

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Diego deixou o local onde estava após a chegada da PM e embarcou em um táxi, mas o veículo foi interceptado e, durante a revista, foi encontrado um revólver calibre 32 e oito munições do mesmo calibre escondidos sob o banco traseiro. 

Arma apreendida com Diego Alemão. Foto: Reprodução 

O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (23), em votação simbólica, o projeto de lei que passa a exigir apresentação de exame toxicológico com resultado negativo para autorização de posse ou porte de armas de fogo. O exame também será obrigatório para a renovação periódica do Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF). 

De autoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), o PL 3.113/2019 altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/2003) em três pontos. A primeira mudança inclui a necessidade de teste de detecção de uso de drogas que possua “larga janela de detecção” para que o interessado obtenha autorização para comprar ou portar arma de fogo de utilização permitida. Os detalhes desse exame estarão no decreto que regulamenta o Estatuto.

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As outras duas alterações obrigam o interessado a obter resultado negativo no teste para renovar o Certificado de Registro de Arma de Fogo (CRAF). Com os novos artigos do Estatuto, o possuidor de arma deverá atualizar o exame toxicológico no mínimo a cada três anos – assim como os já existentes requisitos de comprovação de idoneidade, residência lícita e capacidade técnica e psicológica. Dentro desse intervalo de três anos, os proprietários de armas também poderão ser submetidos aos testes de detecção de droga a qualquer tempo e sem aviso prévio.

O projeto aprovado teve o voto contrário dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Cleitinho (Republicanos-MG), e segue para análise da Câmara dos Deputados.

Agentes de trânsito

Em outra votação, os senadores aprovaram o projeto que considera perigosas as atividades desempenhadas pelos agentes das autoridades de trânsito. A matéria, de iniciativa do ex-deputado Décio Lima (PT-SC), foi relatada pelo senador Fabiano Contarato (PT-ES) e segue agora para a sanção do presidente da República.

Na prática, o projeto garante maior proteção trabalhista aos agentes de trânsito, ao acrescentar a hipótese de exposição permanente do trabalhador a colisões, atropelamentos ou outras espécies de acidentes e violências nas atividades profissionais. Até então, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) estabelecia como atividades perigosas as que têm exposição permanente do trabalhador a inflamáveis, explosivos ou energia elétrica, por exemplo.

*Com informações da Agência Senado

Por 9 votos a 2, o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou ré a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

A maioria dos ministros aceitou denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a parlamentar após o episódio em que ela sacou uma arma de fogo e perseguiu o jornalista Luan Araújo às vésperas do segundo turno das eleições de 2022. A perseguição começou após Zambelli e Luan trocarem provocações durante um ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.

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Votaram pela aceitação da denúncia o relator Gilmar Mendes, e os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin, Cristiano Zanin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Rosa Weber e Luiz Fux.

Mendes entendeu que há indícios suficientes para a abertura da ação penal contra Carla Zambelli.

“Ainda que a arguida tenha porte de arma, o uso fora dos limites da defesa pessoal, em contexto público e ostensivo, ainda mais às vésperas das eleições, em tese, pode significar responsabilidade penal”, argumentou.

O ministro André Mendonça votou pelo envio das acusações para a primeira instância da Justiça.

O ministro Nunes Marques votou pela rejeição da denúncia e entendeu que o caso só poderia ser levado à Justiça por meio de ação penal privada, cuja propositura deveria ser feita por Luan Araújo. O ministro também entendeu que Carla Zambelli reagiu a "ofensas".

"Consoante se infere do teor da própria denúncia, a conduta da acusada, consistente em sacar sua arma e sair em busca de Luan Araújo, com a finalidade de realizar sua prisão em flagrante delito, situou-se, claramente, no contexto das ofensas a ela dirigidas", afirmou Nunes Marques.

Com a aceitação da denúncia, será aberto um processo criminal contra a deputada. Testemunhas de defesa e de acusação serão ouvidas. Ao final, será decidida a condenação ou não da parlamentar.

A defesa da deputada informou à Agência Brasil que vai se pronunciar por meio de nota à imprensa.

O Supremo Tribunal Federal já tem maioria para colocar a deputada Carla Zambelli (PL-SP) no banco dos réus por perseguir, de arma em punho, um homem negro - Luan Araújo, jornalista - pelas ruas de São Paulo na véspera do segundo turno das eleições de 2022. Cinco ministros acompanharam o relator, Gilmar Mendes, no entendimento de que há evidências para a abertura de uma ação penal contra a bolsonarista por supostos crimes de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo.

Ao final do julgamento sobre a procedência da acusação da Procuradoria-Geral da República, a deputada será instada a apresentar sua defesa. Em seguida, terá início a instrução do processo, com a oitiva de testemunhas e produção de outras provas. Ao fim, será marcado o julgamento em que o STF decidirá se condena ou não Zambelli. Não há data para que isso ocorra.

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Agora ré, Zambelli ainda é alvo de outras investigações no Supremo Tribunal Federal. No início de agosto ela teve a casa vasculhada pela Polícia Federal no bojo do inquérito sobre a suposta invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça com a inserção de uma ordem de prisão falsa contra o ministro Alexandre de Moraes.

No campo da política, como mostrou o Estadão, a parlamentar está isolada no PL. O partido considera como certa a cassação da bolsonarista.

A Corte máxima analisa a validade das imputações da PGR em sessão virtual que tem previsão de terminar na segunda, 21. Também já votaram pela abertura da ação penal os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Cármen Lúcia.

O ministro André Mendonça abriu divergência. Alegou que o caso não tem relação 'verdadeira e direta com o desempenho da atividade funcional da parlamentar' e por isso não seria abarcado pelo foro por prerrogativa de função da deputada. O ministro defendeu que o processo não fique sob a alçada do STF e sim seja remetido para uma das Varas Criminais de São Paulo.

A denúncia atribui a Zambelli crimes nos Jardins, em São Paulo, na tarde de 29 de outubro do ano passado, véspera do segundo turno das eleições presidenciais. Na ocasião, ela sacou uma arma durante uma discussão e correu atrás do jornalista Luan Araújo pelas ruas. Um guarda-costa de Zambelli também sacou uma arma para intimidar o jornalista e disparou um tiro 'por acidente'.

Segundo a PGR, Zambelli 'de forma livre, consciente e voluntária, constrangeu' o jornalista 'mediante grave ameaça exercida com o emprego de arma de fogo, a fazer o que a lei não manda, consistente em permanecer no mencionado estabelecimento comercial e a deitar no chão'.

Em seu voto, Gilmar apontou que as evidências colhidas ao longo da investigação são suficientes para o recebimento da denúncia, abrindo-se espaço para a instrução do processo e para o julgamento do caso.

O decano destacou que, ainda que Zambelli tenha porte de arma, 'o uso fora dos limites da defesa pessoal, em contexto público e ostensivo, ainda mais às vésperas das eleições, em tese, pode significar responsabilidade penal'.

"No caso concreto, desde a comunicação do fato à autoridade policial, com a aquisição dos vídeos da conduta, depoimentos, busca e apreensão das armas, para fins de admissão da acusação, verifica-se a materialidade em relação à existência do evento, da arma [apreendida], com indicadores de realidade quanto ao porte ostensivo de arma de fogo às vésperas das eleições, em situação vedada e de risco, com a perseguição e submissão da vítima à restrição espacial, isto é, do ponto de vista abstrato, os elementos angariados são suficientes ao exercício da ação penal, sem prejuízo da apuração das circunstâncias do evento durante a instrução processual", anotou Gilmar.

Muitos não sabem, mas Elvis Presley era um colecionador de armas. Aliás, um dos itens raros do cantor, feito sob medida, tinha uma mira com ouro 18 quilates, uma águia norte-americana dourada a qual segura a bandeira dos Estados Unidos nas garras.

Na peça, há também 13 estrelas e a frase Espírito de 76 esculpida.

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Agora, de acordo com o site Rock Island Auction, o revólver raro de Elvis entra em leilão e deve receber o lance mínimo de 90 mil dólares - o que dá mais ou menos 441 mil reais.

O padre Geraldino Rodrigues de Proença foi afastado pela Diocese por 30 dias para cuidar da saúde. A decisão foi tomada após uma mulher portando uma arma de airsoft invadir a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Arapongas-PR, na última quinta-feira (13).

No momento do incidente o padre se encontrava na igreja. A mulher entrou na paróquia e se trancou dentro do banheiro. O Samu e a Polícia Militar foram acionados e, em uma negociação de cerca de três horas, ela acabou se entregando e foi levada para uma UPA.

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Embora o religioso não tenha ficado ferido, a Diocese, por meio do Bispo Dom Carlos José, anunciou que o Padre Geraldino ficará afastado para cuidar de sua saúde.

Por Mateus Moura.

Um empresário e colecionador de armas, suspeito de comercializar arma de fogo para integrantes de uma facção criminosa atuante na região norte do estado, teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na manhã deste sábado (01.07), em investigação realizada pela Delegacia de Peixoto de Azevedo.

A prisão do empresário foi realizada no município de Sinop, para onde o investigado fugiu, após deixar Peixoto de Azevedo há alguns dias. Na operação policial, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão que resultaram na apreensão de duas armas de fogo, uma carabina CTT40 e uma pistola TH40.

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Os mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra o empresário foram expedidos pela Justiça, na quinta-feira (29.06), após investigações da Polícia Civil que identificaram o envolvimento do suspeito com a facção criminosa.

Entenda o caso

A equipe da Delegacia de Peixoto de Azevedo vinha investigando diversos homicídios ocorridos na região, com suspeita de autoria de integrantes de uma facção criminosa. No dia 22 de abril, os suspeitos, Luiz Augusto Lima Campos, conhecido como “GL” e Aldo Antunes Lopes da Silva, o “Big Big”, vieram a óbito, durante confronto com a Polícia Militar, ocasião em que tiveram suas armas apreendidas, dentre elas, uma pistola calibre .380, estava em nome do empresário.

O investigado, de 33 anos, após saber que uma das armas de fogo que estava em seu nome, foi apreendida com os criminosos mortos na ação, registrou um boletim de ocorrência, no dia 23 de abril (data seguinte aos fatos), alegando desconhecimento de que sua arma havia sido furtada de sua residência.

O empresário, que também era colecionador, possuía quatro armas de fogo registradas em seu nome, porém no boletim de ocorrência alegou que apenas duas armas haviam sido furtadas de sua residência. Na casa, não havia sinais de arrombamento, e as outras duas armas que também estavam na residência, não teriam sido levadas pelos supostos criminosos.

Investigação

Diante da situação, a Policia Civil instaurou inquérito policial sobre o caso e apurou que os integrantes da facção criminosa mortos em confronto eram os responsáveis por vários sequestros e homicídios ocorridos em Peixoto de Azevedo por ordem da facção criminosa.

As investigações apontaram que arma pertencente ao empresário foi utilizada em vários homicídios ocorridos na cidade, sendo enviada para exame de confronto balístico, realizado pela Politec.

Por ser empresário do ramo de câmeras, o empresário também é investigado por procurar vítimas de roubo de veículos, principalmente de caminhões, alegando ser “informante oficial” da Polícia e ter informações privilegiadas para localizar esses veículos, exigindo dinheiro para encontrá-los.

Prisão

Com base nos levantamentos, o delegado Geordan Fontenelle representou pelos mandados de prisão e busca e apreensão do suspeito, que foram deferidos pela Comarca de Peixoto de Azevedo, na quinta-feira (29.06), e cumpridos neste sábado (01.07), em Sinop. Na ação foram apreendias as armas de fogo, vinculadas ao nome do investigado e o aparelho celular do empresário, que será encaminhado para perícia.

Da assessoria.

Apontado como possível novo reforço do Sport, o meia argentino Alan Ruiz já foi asssunto de polícia. O jogador foi preso em 2019, depois de uma confusão com arma em um camping na cidade de Punta Lara, em Buenos Aires.

A confusão começou com uma discussão entre Alan e uma funcionária. Um outro funcionário, na tentativa de intervir, acabou sendo agredido pelo jogador, que acabou também fazendo ameaças com uma arma de ar comprimido. 

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A polícia então foi acionada e acabou prendendo o atleta, o pai e o irmão dele, que também estava com uma pistola de ar comprimido. Ele foi liberado e responde a processo na justiça.

O jogador também foi acusado, em 2017, em caso parecido, desta vez em Lisboa quando jogava pelo Sporting. Alan teria se envolvido em uma confusão no trânsito e ameaçado um caminhoneiro com uma arma de fogo.

Na última sexta-feira (16), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu dois homens com uma caminhonete roubada e uma arma de fogo, na BR-232, em São Caetano, no sertão de Pernambuco. O roubo do veículo havia ocorrido pouco tempo antes, quando a vítima chegava em casa.

A prisão ocorreu durante uma blitz na rodovia, realizada por policiais do Comando de Operações Especializadas (COE) e do Grupo de Operações com Cães (GOC), que foram abordados por um homem que informou que ter acabado de sofrer um assalto. Ele relatou que foi surpreendido por dois homens, um deles armado, quando estava entrando em casa. 

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De acordo com a polícia, a equipe prontamente iniciou as buscas e abordou a caminhonete em frente ao posto da PRF de São Caetano. O passageiro portava um revólver calibre 38 com 12 munições. Um celular que havia sido levado da vítima também foi encontrado no veículo.

O motorista já tinha passagem na polícia por roubo, assim como o passageiro, que fora detido por tráfico de drogas. Os dois tinham deixado o presídio nesta semana. Reconhecida pela vítima, a dupla foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Belo Jardim e pode responder por roubo. 

Um dos policiais militares que foram baleados por um homem que roubou a arma da polícia durante uma abordagem em São Mateus, na zona leste de São Paulo, na semana passada, recebeu alta do hospital. O segundo PM, que foi atingido no rosto, segue internado, mas tem bom estado de recuperação, informou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo. O atirador e mais dois homens foram presos.

Segundo a SSP, o agente recebeu alta nesta quinta-feira, 8, e foi levado para casa por colegas de farda. Ele havia sido atingido no abdômen e nas duas pernas.

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O crime aconteceu no dia 1º de junho, por volta das 9h. Os dois policiais realizavam abordagem a dois homens, um deles adolescente, na Rua Antônio Coutinho. O maior de idade entrou em luta corporal com um dos PMs, tirou a arma do agente e disparou contra os policiais. Os dois fugiram em seguida.

No mesmo dia do crime, por volta das 13h30, uma equipe do 4º Batalhão de Ações Especiais (BAEP) abordou um homem na Rua Heliodoro de Paiva, próximo ao local dos disparos, carregando a arma policial que havia sido levada pelo atirador. "Ele não estava envolvido no crime, mas era foragido da Justiça e foi encaminhado ao 49º DP", afirma a SSP.

Após denúncias, o autor dos disparos e o menor de idade também foram localizados e conduzidos ao 49º DP.

Clare Nowland, a mulher de 95 anos com demência que foi eletrocutada pela polícia em uma casa de repouso na Austrália, morreu nesta quarta-feira (24) após uma semana hospitalizada. A informação foi confirmada pela polícia do Estado de New South Wales.

"A senhora Nowland faleceu pacificamente no hospital pouco depois das 19h desta noite, cercada por familiares e entes queridos que pediram privacidade durante este momento triste e difícil", escreveu a polícia em comunicado divulgado.

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A mulher estava recebendo cuidados paliativos depois que policiais usaram uma arma de choque duas vezes contra ela. A polícia foi acionada na casa de repouso Yallambee Lodge, na cidade de Cooma, após a equipe da casa relatar que Clare havia pegado uma faca serrilhada da cozinha. Ela se aproximou lentamente da polícia, usando um andador, e foi atingida com a arma. A idosa foi levada ao hospital em estado crítico, com ferimentos graves na cabeça. Clare ainda fraturou o crânio durante a queda.

"Nossos pensamentos e condolências permanecem com aqueles que tiveram a sorte de conhecer, amar e ser amado pela Sra. Nowland durante uma vida que ela levou marcada pela família, bondade e comunidade", disse a polícia ao divulgar o falecimento da idosa. Segundo eles, a morte ocorreu às 19h (no horário local da Austrália), nesta quarta-feira.

Kristian White, o policial que atirou nela com a arma de choque, enfrentará acusações pelo caso, informou a Associated Press. White foi condenado a comparecer ao tribunal em 5 de julho sob a acusação de causar lesões corporais graves, agressão ocasionando lesões corporais reais e agressão comum, disse um comunicado da polícia. Com a notícia do falecimento, as acusações ainda devem ser atualizadas. O oficial também está sob investigação interna da polícia desde o incidente e foi suspenso do serviço.

A violência contra a mulher despertou um debate na Austrália sobre o uso de armas de choque pela polícia em tais circunstâncias, uma vez que os policiais estão autorizados a usar armas de choque quando vidas estão em perigo. (Com agências internacionais).

Uma mulher de 95 com demência foi hospitalizada em estado crítico na Austrália após policiais usarem uma arma de choque contra ela. O caso aconteceu no Estado de New South Wales, no sudeste do país, e provocou reações críticas sobre o uso da força policial contra a mulher.

A polícia foi acionada na casa de repouso Yallambee Lodge, na cidade de Cooma, após a equipe relatar que Clare Nowland havia pegado uma faca serrilhada da cozinha. Ela se aproximou lentamente da polícia, usando um andador, e foi atingida com uma arma de choque. Após ser atingida pela arma, a mulher foi levada ao hospital, em estado crítico.

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A polícia australiana afirmou que Clare foi ferida ao bater a cabeça no chão, e não diretamente pelo choque debilitante da arma. O episódio levou a uma investigação interna da polícia de alto nível e gerou um debate sobre como a polícia do estado de New South Wales usa armas de choque. Elas são uma opção menos letal do que as armas de fogo, mas ocasionalmente se mostraram mais perigosas do que outras opções de policiamento.

Peter Cotter, comissário assistente de polícia, se recusou a dizer se acreditava que um policial com 12 anos de experiência usou força excessiva ao disparar uma arma de choque contra a idosa, que tem 1,57 metros de altura e pesa 43 quilos. Ele disse que a polícia se envolveu em "negociações" com Clare por vários minutos e usou a arma de choque quando ela se aproximou da porta onde os policiais estavam.

"No momento em que ela foi eletrocutada, ela estava se aproximando da polícia. Mas é justo dizer que em um ritmo lento. Ela tinha um andador. Mas ela tinha uma faca. Não posso levar mais longe o que estava passando pela cabeça de ninguém", disse.

Cotter descreveu o vídeo das câmeras corporais dos dois policiais do incidente como "imagens de confronto". Entretanto, o comissário assistente de polícia disse que o vídeo fazia parte de uma investigação policial interna e que "não seria do interesse público divulgá-lo". A polícia também não esclareceu se o policial que disparou a arma foi suspenso.

Nicole Lee, presidente do grupo People with Disability Australia, que representa pessoas com demência no país, disse que ficou chocada com a resposta da polícia. "Ou ela é uma mulher de 95 anos muito ágil, em forma, rápida e intimidadora, ou há uma falta de julgamento muito pobre nesses policiais e realmente precisa haver alguma responsabilidade do lado deles", disse Nicole.

Clare Nowland, uma bisavó, ganhou as manchetes em 2008 quando saltou de paraquedas para comemorar seu 80º aniversário.

Ja Morant segue sendo protagonista dos noticiários, mas não pelo seu talento dentro das quadras da NBA. Suspenso da liga, o armador do Memphis Grizzlies apareceu em nova live no sábado, 13, nas redes sociais segurando uma arma de fogo. Esse foi o motivo da NBA afastar o jogador em março deste ano por inicialmente dois jogos e depois por tempo indeterminado.

O novo episódio com o jogador envolve uma live feita por um dos seus amigos em que o jogador aparece e, por instantes, é possível ver que o atleta segura uma arma. É a segunda vez que o armador é visto com uma arma e redes sociais.

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Em março, a equipe e a própria NBA já afastaram Maront por dois jogos e depois por tempo indeterminado. O atleta voltou ao time no final da temporada regular da NBA, mas Memphis Grizzlies acabou caindo nos playoffs para o Los Angeles Lakers na primeira rodada. O armador perdeu 14 jogos na temporada por conta da suspensão.

Entenda o caso

A primeira polêmica com arma de fogo nas redes sociais foi em março deste ano, após derrota do Memphis Grizzlies para o Denver Nuggets por 113 a 97. Algumas horas após o jogo, Ja Morant iniciou uma live em seu Instagram em uma casa noturna. No vídeo, o armador aparece segurando uma arma e sem camisa. A polícia de Glendale confirmou investigação do vídeo.

"Confirmamos que o incidente ocorreu em um bar de Glendale e estamos investigando o assunto. Não vamos dar mais informações sobre as investigações em andamento", comentou a polícia de Glendale, que fica no estado do Colorado. No estado, não é ilegal portar arma de fogo, mas é ilegal portar sob a influência de álcool.

No mesmo dia em que foi suspenso pela franquia, Morant publicou uma nota oficial em que assumia total responsabilidade e pedia desculpas para os companheiros de equipe e para seus familiares.

Na mesma semana, foi noticiado, pelo Washington Post, que Morant foi investigado por dois incidentes em que mostrou uma arma para uma pessoa após um desentendimento. Em um deles, o armador teria mostrado a arma para um garoto de 17 anos que jogava basquete em sua casa.

O caso foi investigado pela polícia do condado de Shelby, local onde aconteceu o ocorrido. Na época, Morant informou que a ação foi em legítima defesa e a investigação acabou por falta de provas.

O deputado federal Paulo Bilynskyj (PL) não declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que é sócio de um clube de tiro na Zona Sul de São Paulo. Integrante da bancada da bala no Congresso, o parlamentar pode ser preso por ter ferido o Código Penal. 

Envolvido em polêmicas, Bilynskyj era delegado e perdeu o cargo após publicar vídeos com apologia aos crimes de estupro e racismo nas redes sociais, onde também costuma atacar políticos e adeptos da esquerda. Em maio de 2020, ele foi hospitalizado depois que recebeu seis tiros em uma discussão com a ex-namorada motivada por ciúmes. 

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Para se candidatar no ano passado, Bilynskyj informou ter um patrimônio é avaliado em R$ 455.070. Entre os bens estão um apartamento de R$ 400 mil e dois veículos, um Audi A3 2016 e um Opala 1990, que somam R$ 38.200.  

Ele omitiu ser um dos três sócios do clube de tiro Puma Tactical, localizado no bairro Chácara Santo Antônio. O estabelecimento foi cadastrado na Receita Federal em 2018, com o capital inicial de R$ 10 mil.  

O candidato pode responder criminalmente por omitir documento público ou privado com fins eleitorais. A pena de reclusão pode chegar a cinco anos, junto com o pagamento de até 15 dias-multa. 

O deputado é um dos autores de um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) que visa revogar o decreto que suspendeu o registro para a compra e transferência de armas e munições por caçadores, colecionadores, atiradores e particulares - os CACs. A determinação do ministro da Justiça Flávio Dino também impede a concessão para novos clubes de tiro. 

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