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A China realizou neste domingo (25) exercícios militares perto de Taiwan, uma ilha que Pequim reivindica como parte de seu território, em resposta às "provocações" dos Estados Unidos.

As autoridades chinesas não revelaram o local exato das manobras nem os equipamentos utilizados.

A China considera Taiwan, com 24 milhões de habitantes, uma de suas províncias, que ainda não conseguiu reunificar com o restante de seu território após o fim da guerra civil em 1949.

O país asiático observa com desconfiança a aproximação dos últimos anos entre as autoridades taiwanesas e o governo dos Estados Unidos, que proporciona apoio militar à ilha há várias décadas.

O Exército Popular de Libertação da China (EPL) "efetuou exercícios conjuntos de preparação aos combates que reúnem vários serviços" no mar e no espaço aéreo ao redor da ilha de Taiwan, assim como "exercícios de conjuntos de ataque", afirmou Shi Yi, porta-voz do Centro de Operações do Leste.

"Esta é uma resposta firme ao conluio crescente e às provocações das autoridades dos Estados Unidos e de Taiwan", acrescentou em um comunicado.

O EPL também divulgou fotos de um bombardeiro, um navio de guerra e uma imagem feita da cabine de um avião que mostra o que é apresentado como uma cordilheira em Taiwan.

A reaproximação entre Estados Unidos e Taiwan, que começou no mandato do ex-presidente americano Donald Trump, agravou as tensões já existentes entre Pequim e Washington.

Em agosto, o exército chinês organizou grandes exercícios militares ao redor da ilha, em resposta a uma visita a Taiwan da presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi.

A China anunciou nesta quinta-feira (4) o início de exercícios militares envolvendo Marinha, Força Aérea e outros departamentos em seis áreas ao redor de Taiwan. As manobras foram provocadas pela visita à ilha da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, nesta semana.

A agência de notícias oficial da China Xinhua disse que os exercícios são operações conjuntas com foco em "bloqueios, ataque a alvos marítimos, ataque a alvos terrestres e controle do espaço aéreo". Taiwan colocou seus militares em alerta e realizou exercícios de defesa civil, enquanto os Estados Unidos têm vários recursos navais na área.

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Os exercícios estão programados para terminar no domingo e incluem ataques com mísseis a alvos nas águas ao norte e ao sul da ilha, uma reminiscência das últimas grandes manobras com as quais Pequim tentou intimidar líderes e eleitores em Taiwan em 1995 e 1996.

Na operação desta quinta-feira participaram tropas da Marinha, Aeronáutica, Força de Mísseis, Força de Apoio Estratégico e Força de Apoio Logístico dependentes do Comando Leste. Fonte: Associated Press.

A Rússia iniciou formalmente nesta quinta-feira exercícios militares na região do Báltico que geraram meses de advertências do Ocidente. Os russos moveram tanques para a fronteira com a Bielo-Rússia, após a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) enviar um de seus aviões de monitoramento para observar as aeronaves do país.

A Otan promete acompanhar atentamente os movimentos militares russos durante os exercícios, conhecidos como Zapad. O envio do avião de sua base na Alemanha para Riga, na Letônia, foi visto como uma mostra do compromisso da aliança com os Estados do Báltico que fazem fronteira com a Rússia.

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Os exercícios dos russos e bielo-russos devem seguir até o dia 20. A Rússia diz que apenas 12.700 soldados participam, mas a Otan já estimou que no total estariam envolvidos entre 70 mil e 100 mil tropas.

A Rússia diz que o exercício busca preparar as Forças Armadas para lidar com ameaças terroristas. Já os EUA e a Otan advertiram sobre o risco de um acidente ou de um erro de cálculo das forças russas.

Os exercícios Zapad geram temores no Báltico, onde líderes políticos e militares advertiram que a Rússia poderia usá-los para praticar sua capacidade de intimidar os vizinhos. Funcionários da Otan dizem que, como a Rússia já usou exercícios militares para encobrir a intervenção na Ucrânia, muita atenção é necessária. Moscou nega qualquer outra intenção além de treinamento e diz que todas as suas forças voltarão para as bases de origem depois disso. Fonte: Dow Jones Newswires.

Tropas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (21) exercícios militares anuais em meio à tensão provocada pelo teste de dois mísseis balísticos intercontinentais realizados no mês passado pela Coreia do Norte.

Os exercícios são realizados por americanos e sul-coreanos todos os verões, mas desta vez o regime norte-coreano reagiu com irritação à movimentação das tropas. A mídia estatal de Pyongyang considerou, neste domingo, 20, a realização dos exercícios como "imprudente" e capaz de detonar a "fase incontrolável da guerra nuclear".

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Mais de 17,5 mil tropas americanas e 50 mil soldados sul-coreanos estão envolvidos nos exercícios, que devem durar 11 dias.

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse que a Coreia do Norte não deveria usar a realização dos exercícios para lançar novas provocações.

O Exército brasileiro convidou as tropas americanas para integrar um exercício militar entre as fronteiras do Brasil, Colômbia e Peru.

O evento acontecerá em novembro deste ano e é uma atividade inédita na América do Sul. A partir de um exercício feito em 2015 pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), a Operação América Unida planeja exercícios e dinâmicas entre as forças armadas, pensando principalmente em estratégias que combatam o terrorismo e a preparação de ambos para questões humanitárias.

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O exercício irá durar cerca de dez dias e será ministrado por tropas norte-americanas. O reconhecimento do local será pertinente aos demais países pertencentes à tríplice fronteira amazônica. Observadores militares de outros países amigos também poderão integrar o grupo. A cidade de Tabatinga (AM), na fronteira com Santa Rosa (Peru) e Letícia (Colômbia), será a base da atividade.

Por Caroline Nunes

 

O governo cubano não comentou nessa quarta-feira (9) a vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas anunciou que fará uma semana de exercícios militares em toda a ilha para "enfrentar o inimigo".

Mesmo não se referindo abertamente à mudança de governo nos Estados Unidos, que pode comprometer o processo de degelo das relações entre as duas nações, o momento no qual a notícia foi divulgada faz com que ela seja indiretamente direcionada a Trump e aos republicanos.

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Segundo o jornal governista Granma, a partir do dia 16 próximo, daqui há exatamente uma semana, as forças armadas cubanas darão início à Operação Bastião 2016, cujo objetivo é verificar "a preparação das tropas e da população civil para enfrentar diversas possíveis ações do inimigo".

O jornal afirma que essas manobras militares incluirão "movimentos de tropas e de material bélico, voos de aviões da aeronáutica militar e testes de materiais explosivos".

É a sétima vez que o regime dos irmãos Raul e Fidel Castro anuncia esses exercícios, que acontecem sempre em concomitância com momentos de tensão nos Estados Unidos. A primeira vez que foram organizados foi em 1980, após as eleições do ex-presidente Ronald Reagan.

Os Estados Unidos estão considerando desembarcar cerca de 150 soldados para exercícios militares na Polônia e na Estônia nas próximas semanas, disse um oficial do ocidente neste sábado (19) que não quis revelar sua identidade. Os exercícios seguem-se ao reforço pela Rússia de sua presença militar próximo à fronteira com a Ucrânia e à anexação da Crimeia pela Rússia no mês passado.

Os exercícios teriam duração de cerca de duas semanas, mas podem ser retomados ou continuados ao longo do tempo, e outras localidades do leste europeu podem ser consideradas. Não foi revelada uma data específica para a chegada do exército norte-americano, mas espera-se um anúncio nesse sentido na semana que vem.

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