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O piloto Mick Schumacher foi anunciado como novo piloto reserva da McLaren. O anúncio, feito pela escuderia nesta quarta-feira (1), garantiu, pelo menos para ele, mais um ano de Fórmula 1, visto que estava sem espaço desde que foi substituído na Hass por Nico Hulkenberg.

Em dois anos como titular na Fórmula 1, o filho do hexacampeão Michael Schumacher fez 43 corridas e conquistou 12 pontos. A ida do piloto alemão para a McLaren é fruto de uma parceria entre a escuderia e a academia da Mercedes, da qual Mick Schumacher faz parte.

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Como piloto reserva da McLaren ele terá a missão de substituir, sempre que necessário, Lando Norris e o estreante Oscar Pilastri. Alex Palou, que foi campeão pela IndyCar Series, também será piloto reserva ao lado de Mick.

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A Mercedes anunciou nesta quinta-feira (15) a contratação do alemão Mick Schumacher, que estava sob contrato com a Ferrari, para assumir a função de piloto reserva.

A equipe confirmou a chegada do filho do heptacampeão Michael Schumacher em uma breve mensagem nas redes sociais.

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"Seja bem-vindo, Mick. Digam 'olá' ao nosso piloto reserva para 2023", escreveu o time alemão.

Embora tenha disputado as duas últimas temporadas pela Haas, Schumacher tinha contrato com a Ferrari. Recentemente, o chefe de equipe da Mercedes, Toto Wolff, abriu as portas para o alemão, que aceitou a proposta.

Na próxima temporada, a Mercedes terá novamente os britânicos Lewis Hamilton e George Russell como pilotos titulares. A função de reserva era ocupada por Nyck de Vries e Stoffel Vandoorne, mas o holandês substituirá o francês Pierre Gasly na AlphaTauri.

Campeão de 2020 da Fórmula 2, Schumacher estreou na F1 no ano seguinte, quando ingressou na Haas. Ele permaneceu no time norte-americano até o fim da temporada passada, pois será substituído por Nico Hulkenberg no grid de 2023.

Em 43 Grandes Prêmios disputados, o alemão de 23 anos conquistou 12 pontos, que vieram nas corridas da Áustria (6º lugar) e da Grã-Bretanha (8º lugar).

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Da Ansa

Sem assento na temporada 2023 após deixar a Haas, o alemão Mick Schumacher pode vir a ser piloto reserva da Mercedes, ao menos é o que indicou o chefe da equipe, Toto Wolff. O nome do alemão vem sendo cogitado desde quando o holandês Nyck de Vries fechou com a AlphaTauri e o belga Stoffel Vandoorne assinou com a Aston Martin, este como reserva.

"Mick é alguém que sempre esteve em nosso coração por causa de Michael ou de toda a família Schumacher. Ralf esteve muito tempo no DTM para nós, seu filho corre na Mercedes em GTs. Acreditamos que podemos cuidar dele (Mick), mas ainda não colocamos a caneta no papel, não chegamos nem perto de um acordo", disse Toto.

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O chefe da Mercedes indicou ainda que a decisão está nas mãos do piloto. "Estou dizendo isso abertamente porque acho que ele se encaixa e agora precisamos fazer acontecer, se ele quiser, Sabine (Kehm, empresária de Schumacher) quiser, e então veremos aonde isso vai dar", concluiu.

Quem também falou sobre o futuro de Mick foi o chefe da Ferrari, Mattia Binotto. Apesar dos inúmeros elogios ao filho de Schumacher, deixou claro que não tem uma vaga na escuderia italiana para oferecer ao filho de Michael Schumacher.

"Mick, em primeiro lugar, é um ótimo piloto. Acho que ele sempre progrediu em sua carreira e acho que também progrediu durante a atual temporada. Se você olhar para trás como ele começou, onde está terminando, acho que ele mostrou que é capaz de progredir", afirmou.

Binotto revelou que o futuro de Mick será definido em breve. "Nós, como Academia da Ferrari, acreditamos que ele é um grande piloto agora. Depois que a Haas decidiu de alguma forma por uma escolha diferente para a próxima temporada, precisamos sentar com Mick, tentando decidir o que é melhor para o futuro", finalizou.

Mick terminou na 16ª posição no Mundial de Pilotos, com 12 pontos. Na Mercedes, ele estaria na última equipe do pai. Michael competiu pelo time alemão entre 2010 e 2012.

O piloto alemão Mick Schumacher anunciou que seu contrato com a equipe norte-americana Haas não será renovado e que deixará a equipe em 2023. Ele se pronunciou a respeito nesta quinta (17)

O anúncio, que já era esperado por fãs da Fórmula 1, foi feito em um nota publicada por Mick em seu Instagram. Na nota, o jovem piloto diz estar “decepcionado por não ter seu contrato renovado”, mas agradece a oportunidade dada pela equipe. Schumacher ainda disse que lutará para ter um lugar novamente na Fórmula 1.

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Após o anúncio feito por Mick, a Haas anunciou que o compatriota de Schumacher, Nico Hulkenberg, irá correr pela a equipe para 2023, junto com o dinamarquês, Kevin Magnussen. Hulkenberg correu pela a equipe alemã, a Aston Martin no início desta temporada, quando o tetracampeão Sebastian Vettel ficou em isolamento, após testar positivo para Covid-19.

Existem especulações segundo as quais o alemão pode ser piloto reserva da Mercedes, já que Nyck de Vries fechou contrato com Alpha Tauri para 2023. Mick Schumacher estreou na Fórmula 1 em 2021.

Em 2020, o filho do lendário Michael Schumacher se consagrou campeão da Fórmula 2 e em 2022 conseguiu seus primeiros pontos na Fórmula 1, quando terminou em décimo lugar na etapa de Silverstone, na Inglaterra.

Por Emanuelly Lisboa

Mick Schumacher se recupera bem do grave acidente sofrido, neste sábado, no circuito de Jeddah, durante a disputa do treino classificatório do GP da Arábia Saudita de Fórmula 1. De acordo com Günther Steiner, chefe da equipe Haas, o piloto alemão segue fazendo exames no hospital, mas não sofreu nenhuma lesão mais grave.

"Um dia cheio para nós. O melhor é que aparentemente o Mick não teve nenhuma lesão. Ele está no hospital no momento sendo avaliado pelos médicos. Está em boas mãos. Existe, sim, uma possibilidade dele passar a noite em observação no hospital. Baseado nos fatos e onde estamos, decidimos não levar o carro dele à pista amanhã", declarou Steiner.

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Sem poder contar com Mick Schumacher na corrida deste domingo (27), a Haas levará à pista somente o carro de Kevin Magnussen. O dinamarquês largará na 10ª posição e conseguiu superar diversas dificuldades ao longo do fim de semana. O piloto reserva da equipe norte-americana é o Pietro Fittipaldi. No entanto, o brasileiro não poderá substituir o alemão, uma vez que não participou da sessão de treinamentos e classificação.

"Kevin não conseguiu treinar muito nesta manhã, creio que ele fez um trabalho fantástico chegando no Q3. A última volta dele não saiu conforme planejado, mas acho que foi devido a não termos tempo de pista suficiente. Estamos muito felizes em alcançar o Q3 e com a décima posição de largada para amanhã (domingo)", comentou o chefe da Haas.

O GP da Arábia Saudita tem largada programada para as 14 horas deste domingo, pelo horário de Brasília. O pole position é Sergio Pérez, da Red Bull. O mexicano surpreendeu e será o primeiro de seu país a partir da primeira posição na história da Fórmula 1. Charles Leclerc, da Ferrari, completa a primeira fila, seguido pelo companheiro Carlos Sainz Jr. e o atual campeão Max Verstappen. Lewis Hamilton foi mal na classificação e largará na 15ª posição.

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A Haas passou na frente das rivais e foi a primeira equipe a divulgar imagens do carro que utilizará na temporada de 2022 da Fórmula 1.

O VF-22, que vai ser conduzido por Mick Schumacher e Nikita Mazepin, apareceu somente em algumas imagens computadorizadas e mostrou a pintura que utilizará no primeiro ano da nova era do regulamento da categoria.

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Sem ter realizado nenhum evento para apresentar o monoposto, a Haas só deverá mostrar o modelo no primeiro teste da pré-temporada, em Barcelona, entre os dias 23 e 25 de fevereiro.

O novo modelo da Haas não teve muitas modificações, já que a equipe manteve o vermelho, azul e branco. A lanterna da temporada de 2021 da F1 adotou essa coloração após a chegada do russo Mazepin, pois a principal patrocinadora do time é uma das empresas do pai do piloto.

As fotografias divulgadas pelas Haas, no entanto, foram uma chance do público ver como ficará os monopostos de acordo com as novas medidas aerodinâmicas da principal categoria do automobilismo mundial.

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Da Ansa

Michael Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1 e heptacampeão mundial da categoria, completou na segunda-feira 53 anos de idade e foi homenageado por diversas personalidades do automobilismo nas redes sociais. Entre as felicitações ao alemão - que ainda se encontra em estado misterioso após um acidente de esqui em dezembro de 2013 - está a de seu filho Mick, que atualmente compete na F-1 pela Haas e agradeceu ao pai pelas experiências.

"Feliz aniversário, pai", postou Mick em uma de suas redes sociais. "Dias como esse foram importantes para o crescimento da minha paixão pelo automobilismo, e ainda me afetam até hoje. Sou grato por todas as experiências que você me deu e estou animado para fazer novas no futuro", disse o alemão, em texto acompanhado de uma foto nos braços do pai ainda quando era criança.

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Schumacher sofreu um acidente nos Alpes Franceses em 2013, enquanto esquiava durante as férias na estação de Méribel. O ex-piloto alemão bateu com a cabeça em uma pedra após perder o controle e chegou a ficar seis meses em coma. Transferido de volta para sua mansão, Michael vive sob os cuidados de sua esposa Corinna e os enfermeiros, em situação de absoluto sigilo.

Recentemente, um documentário produzido sobre o piloto pela Netflix deu alguns poucos detalhes sobre a situação atual de Michael Schumacher, que já foi comentada até por Piero Ferrari, vice-presidente da escuderia de Maranello.

Seu filho Mick estreou na Fórmula 1 em 2021 e não conseguiu somar pontos na primeira temporada, com um carro que não ofereceu competitividade à Haas. O piloto já prestou algumas homenagens ao pai em sua participação na categoria, como na pintura de seu capacete na Bélgica e ao pilotar a Jordan 191 utilizada por Michael em sua estreia na F-1, em 1991.

Mick continuará como titular da Haas em 2022, fazendo companhia ao russo Nikita Mazepin, e foi confirmado como piloto reserva da Ferrari em parte do ano. Apesar do desempenho considerado positivo em sua primeira temporada na Fórmula 1, liderou a lista de maiores gastos com consertos em seu carro, custando R$ 27 milhões à Haas em 2021.

O chefe de equipe da Ferrari, Mattia Binoto, confirmou que o alemão Mick Schumacher, filho do heptacampeão Michael Schumacher, será um dos pilotos reserva da equipe italiana na temporada de 2022 da Fórmula 1.

Binotto comunicou a decisão em uma entrevista coletiva online realizada na última terça-feira (21).

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"Não podemos esquecer que Schumacher já é da Ferrari, porque ele faz parte da nossa academia e, como sempre repetimos, ela existe para identificar futuros pilotos da Ferrari. Se você faz parte dela e ter sucesso, com certeza ganhará oportunidades", explicou.

Schumacher, que continuará guiando a Haas em 2022, não conquistou nenhum ponto na temporada passada e finalizou o campeonato em 19º. Apesar disso, Binotto afirmou que o alemão se deu bem em seu primeiro ano na categoria e apresentou uma grande evolução.

O campeão da edição de 2020 da Fórmula 2, que completará 23 anos em 22 de março, será piloto reserva da Ferrari em 11 corridas no próximo ano. O alemão vai revezar o posto com o italiano Antonio Giovinazzi, que não guiará nenhum carro da F1 em 2022.

"Giovinazzi não conduzirá nenhum carro da F1, mas estará conosco por 12 corridas na função de piloto reserva da Ferrari, da Alfa Romeo e da Haas, principalmente quando estiver livre de seus compromissos na Fórmula E", disse Binotto.

A Ferrari faturou 323,5 pontos e fechou a temporada de 2021 do campeonato de construtores na terceira colocação, atrás somente da campeã Mercedes e da vice Red Bull. 

Da Ansa

Um observador desatento poderia ler os sobrenomes do grid atual da Fórmula 1 e pensar que estava de volta aos anos 2000. Afinal, o campeonato terá na pista os sobrenomes Alonso, Raikkonen e Schumacher... Sim, o poderoso sobrenome alemão está na disputa novamente, agora com a inexperiência de Mick, filho do heptacampeão mundial, que continua sua luta pela vida após acidente enquanto esquiava com a família nos alpes franceses em 2013.

Com apenas 21 anos, Mick deu um salto na carreira nas duas últimas temporadas. Ele teve uma passagem discreta pelo kart, mas chamou a atenção do mundo do automobilismo ao se sagrar campeão da Fórmula 3 Europeia em 2018. O título abriu as portas da Fórmula 2 no ano seguinte.

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Sem se destacar na primeira temporada na nova categoria, terminando apenas na 12.ª colocação, ele mostrou forte evolução no seu segundo ano na F-2, com nove pódios. E foi campeão. Naquela altura, já integrava a Academia da Ferrari, para jovens pilotos, e seu nome aparecia com frequência nas perguntas dos jornalistas aos dirigentes do time italiano.

A proximidade entre Ferrari e Mick aumentará ainda mais este ano, quando ele será titular da Haas. O time americano é o mais ligado ao italiano na F-1 atualmente. E sua chance nesta temporada é vista como um bom teste para que o jovem piloto siga os passos do pai na Ferrari no futuro.

"Pela forma como vem se desenvolvendo, ele costuma aprender bastante na primeira temporada numa categoria nova. E se torna muito forte na segunda metade da segunda temporada. É por isso que acho que as duas primeiras temporadas dele na F-1 serão muito importantes", diz o chefe da Ferrari, Mattia Binotto.

Para Binotto, o jovem Schumacher poderá ganhar uma chance na Ferrari daqui a dois anos. "Hoje é muito cedo para decidir, mas há motivos para acreditar que Mick estará de vermelho em 2023", confia o chefe ferrarista.

De volta à Fórmula 1 em 2021, o veterano Fernando Alonso não deu chances à nova geração e foi o mais rápido no último teste da categoria neste ano, nesta terça-feira. Em Abu Dabi, o piloto espanhol de 39 anos superou os rivais mais jovens, enquanto Mick Schumacher foi o 15º e último colocado no Circuito de Yas Marina, nos Emirados Árabes Unidos.

Após dois anos ausente, o bicampeão mundial voltará à F-1 em 2021 pela Renault, cujo nome será alterado para Alpine na próxima temporada. E, nesta terça, mostrou que segue em forma nas pistas. Alonso completou sua melhor volta com o tempo de 1min36s333. Para efeito de comparação, o espanhol foi mais rápido que os dois pilotos da Renault no treino classificatório do próprio GP de Abu Dabi, disputado no domingo.

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No total, Alonso completou 105 voltas no traçado, mais que as 89 voltas de outro veterano. O polonês Robert Kubica foi o quarto mais veloz, com 1min37s446s, pela Alfa Romeo. A presença da dupla no teste chegou a virar polêmica na F-1 porque os testes desta terça eram reservados aos jovens pilotos.

Entre estes, o mais rápido foi o holandês Nyck de Vries, que marcou 1min36s595 com a Mercedes. Foi o segundo mais veloz de todo o teste, após 110 voltas. Pela mesma equipe, o belga Stoffel Vandoorne foi o terceiro do dia, com 1min36s840. O japonês Yuki Tsunoda completou o Top 5, com 1min37s557, pela AlphaTauri.

A lista dos 10 mais velozes do dia contou ainda com o estoniano Juri Vips (Red Bull), o italiano Antonio Fuoco (Ferrari), o britânico Callum Ilott (Alfa Romeo), o chinês Guanyu Zhou (Renault) e o sul-coreano Jack Aitken (Williams).

Filho do heptacampeão mundial Michael Schumacher, Mick ficou no fim da fila. Foi o 15º e último colocado, com o tempo de 1min39s947, após 125 voltas. Ele defendeu as cores da Haas, equipe que defenderá na F-1 a partir de 2021.

O teste desta terça-feira encerrou as atividades da Fórmula 1 em 2020. A categoria retomará as ações na pista somente em março de 2021, com os testes da pré-temporada, em Barcelona, na Espanha.

As atividades de pista para a 17.ª e última etapa da temporada de 2020 da Fórmula 1 começou nesta sexta-feira (11) com novidades e um velho conhecido na liderança dos tempos. O primeiro treino livre para o GP de Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, teve a volta do inglês Lewis Hamilton, guiando novamente a sua Mercedes após se recuperar da Covid-19, a 'estreia' do alemão Mick Schumacher na Haas e o holandês Max Vertappen, da Red Bull, como o mais rápido.

Com o tempo de 1min37s378 na melhor de suas 26 voltas pelo circuito de Yas Marina, Verstappen superou o finlandês Valtteri Bottas, da Mercedes, por 34 centésimos de segundo (1min37s412). Os dois foram os únicos pilotos a conseguiram um giro na casa de 1min37s. O terceiro colocado foi o francês Esteban Ocon, da Renault, segundo no GP de Sakhir, no Bahrein, no domingo passado, com 1min38s515.

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Mesmo saindo da pista, sem danos a sua Red Bull, na metade do treino livre, o tailandês Alexander Albon obteve o quarto melhor tempo com 1min38s547. Ele ficou logo à frente de Hamilton, que completou 24 voltas para se readaptar ao seu carro, usado na corrida passada pelo compatriota George Russell. O agora heptacampeão mundial fez a melhor marca em 1min38s744.

O canadense Lance Stroll foi o mais rápido dentre os pilotos da Racing Point, em sexto lugar, logo à frente do vencedor do GP de Sakhir, o mexicano Sergio Pérez. O russo Daniil Kvyat e o francês Pierre Gasly, da AlphaTauri, concluíram a atividade em oitavo e nono lugares, respectivamente, enquanto que o finlandês Kimi Raikkonen surpreendeu com o 10.º posto com a Alfa Romeo.

Em mais um desempenho ruim da Ferrari, o monegasco Charles Leclerc ficou na 12.ª colocação, duas à frente do companheiro, o alemão Sebastian Vettel. Escalado para o primeiro treino livre em Abu Dabi, Mick Schumacher substituiu o dinamarquês Kevin Magnussen e obteve o 18.º melhor tempo. O filho do heptacampeão mundial Michael Schumacher foi contratado pela Haas para a temporada de 2021.

O brasileiro Pietro Fittipaldi, que pela segunda vez entra no lugar do francês Romain Grosjean, ainda se recuperando do grave acidente sofrido no GP do Bahrein, há quase duas semanas, ficou no 19.º lugar com 1min44s069. Foi o último a conseguir tempo, pois o australiano Daniel Ricciardo não saiu dos boxes com sua Renault.

O segundo treino livre será disputado a partir das 10 horas (de Brasília) desta sexta-feira. No sábado, a sessão de classificação para a definição do grid de largada terá início às 10 horas. A largada do GP de Abu Dabi está agendada para as 10h10 de domingo.

A família Schumacher está mais uma vez no topo de uma categoria do automobilismo mundial. Neste domingo, Mick, filho do heptacampeão da Fórmula 1, Michael Schumacher, conquistou o título da Fórmula 2 após terminar em 18º lugar na segunda prova de Sakhir, no Bahrein. O alemão contou com o desempenho ruim do britânico Callum Ilott, seu rival na briga pelo campeonato, que foi apenas o 11º.

Piloto da Prema, Mick, de 21 anos, terminou a temporada com 215 pontos, 14 a mais que Ilott, da Uni-Virtuosi, o único que estava na disputa pelo troféu com o alemão filho do lendário piloto da Fórmula 1.

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Mick Schumacher concluiu de forma vitoriosa a sua trajetória na Fórmula 2. Em 2021, ele começa sua história na Fórmula 1, como piloto da Haas, que confirmou o nome do alemão nesta semana.

"Estou um pouco cansado agora. Não tenho palavras. É realmente incrível. Vai demorar alguns dias para assimilar. Eu estou muito feliz e grato por tudo isso", disse Schumacher após a prova. Emocionado, ele se ajoelhou ao lado do carro com as mãos sobre os olhos.

O drama para Mick confirmar o título foi maior do que se esperava. O alemão cometeu um erro de manobra na primeira volta da segunda corrida, precisou frear bruscamente e, como consequência, seus pneus ficaram danificados. Ele falhou em outros momentos na prova e viu seus pneus "fritarem". Com isso, teve de ir aos boxes para trocar os compostos e seguir na disputa, que não contava com parada obrigatória.

Assim, o piloto da Prema despencou na classificação, mas foi beneficiado pelo performance ruim de Ilott, que precisava chegar ao menos em segundo caso o rival não pontuasse, mas cometeu sucessivas falhas e foi caindo no pelotão até cruzar a linha de chegada em 11º.

O vencedor da prova no autódromo de Sakhir foi o indiano Jehan Daruvala, da Carlin. O japonês Yuki Tsunoda, seu companheiro, terminou na segunda colocação após obter uma linda ultrapassagem na última volta sobre o britânico Dan Ticktum, da Dams, que fechou o pódio. O brasileiro Felipe Drugovich, da MP Motorsport, foi o oitavo na disputa e terminou a temporada em nono.

Nove anos depois do adeus definitivo de Michael Schumacher à Fórmula 1, o seu filho Mick, de 21 anos, fará a sua estreia na categoria em 2021. Nesta quarta-feira (2), a Haas anunciou oficialmente a contratação do piloto alemão para a próxima temporada. Ele vai fazer dupla com o russo Nikita Mazepin, confirmado na última terça (1°) pela equipe americana.

"O alemão Mick Schumacher se junta à Haas como parte da nossa nova dupla de pilotos para a temporada de 2021 de Fórmula 1", publicou a Haas em suas redes sociais. "Estou muito feliz por confirmar Mick Schumacher como nosso piloto para a próxima temporada e mal posso esperá-lo para recebê-lo em nossa equipe. A Fórmula 2 tem servido há muito tempo como local para os jovens talentos provarem suas qualidades e o grid desse ano, sem dúvidas, tem sido um dos mais competitivos dos últimos anos. Mick venceu corridas, esteve em pódios e se sobressaiu contra grandes talentos", disse Gunther Steiner, chefe da Haas.

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O piloto gravou um vídeo, já com o uniforme da escuderia, em que repercute o anúncio. "Oi, pessoal, muito orgulhoso de anunciar oficialmente que correrei pela Haas na temporada de 2021. Gostaria muito de agradecer a todos envolvidos, a Ferrari (e ao programa de jovens pilotos), Gene Haas, Gunther (Steiner). Obrigado a todos por me receberem no time. Estou muito ansioso pelo desafio do ano que vem e é algo que sempre sonhei e que agora virou realidade. Estou muito feliz e explodindo de emoção. Queria agradecer a todos pelas mensagens e pelo grande apoio", afirmou Mick.

Piloto da Academia Ferrari, o filho mais velho de Michael Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, compete desde os nove anos, tendo começado no kart, onde desde cedo se destacou, mesmo não usando o sobrenome do pai.

Mais do que apenas um sobrenome famoso, Mick Schumacher pode chegar à Fórmula 1 com um currículo já recheado. Em 2018, foi campeão da Fórmula 3 europeia e é neste momento líder da Fórmula 2, o principal campeonato de entrada à Fórmula 1, com 14 pontos de vantagem antes das duas últimas provas, que serão realizadas neste final de semana no Bahrein.

Mick será o sexto filho de um campeão mundial a tentar repetir os passos do pai na Fórmula 1. Além dele, a categoria já teve os pares Keke e Nico Rosberg, Graham e Damon Hill, Nelson Piquet e Nelson Piquet Jr., Jack e David Brabham e Mario e Michael Andretti. Desses, apenas Damon e Nico repetiram os feitos de seus pais ao também se consagrarem campeões mundiais.

Seu pai, maior campeão da Fórmula 1 agora junto com o inglês Lewis Hamilton, se recupera do traumatismo craniano que sofreu após o acidente em uma pista de esqui, em dezembro de 2013, na França. Após deixar o hospital, na época, o alemão passou a se tratar em casa e seu estado de saúde é mantido sob sigilo severo por sua família.

O piloto Mick Schumacher, filho do heptacampeão mundial Michael, presentou o britânico Lewis Hamilton com um capacete de seu pai, neste domingo (11), para comemorar o recorde igualado de vitórias na Fórmula 1.

O momento emocionante ocorreu no pódio após a vitória do piloto da Mercedes no circuito de Nürburgring, na Alemanha. Apesar do uso obrigatório de máscaras e das regras de distanciamento social para anti-Covid, os dois se permitiram a um aperto de mãos.

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Emocionado, o britânico agradeceu ao alemão e afirmou que não achava que chegaria perto do ídolo. "Há tanto tempo vendo o domínio de Michael na TV, acredito que ninguém, principalmente eu, jamais poderia ter pensado em se aproximar de seus recordes".

Para Hamilton, é "uma honra indescritível e vai levar um tempo para se acostumar". "Um muitíssimo obrigado e meu total respeito ao Michael".

O piloto da Mercedes está disparado na liderança da competição e é o favorito a vencer mais um título, o que igualaria também ao número de vitórias de Schumacher.

Da Ansa

O filho do sete vezes campeão da Fórmula 1, Michael Schumacher, fará sua estreia da categoria nos treinos livres da Alfa Romeo na sexta-feira, dia 9 de outubro. Mick Schumacher, que atualmente corre na Fórmula 2, vai estrear em casa, no circuito de Nürburgring na Alemanha nos treinos livres. O jovem piloto tem chances de ser confirmado em um dos carros da escuderia para a temporada de 2021.

Liderando a Fórmula 2 com duas vitórias e tendo alcançado o pódio por 10 oportunidades, o piloto da academia da Ferrari disse que está feliz com o momento. “A minha primeira participação na Fórmula 1 acontecer na frente do meu público em Nürbrugring tornou o momento ainda mais especial", disse o jovem piloto que aproveitou para agradecer a oportunidade.

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"Gostaria de agradecer a Alfa Romeo Racing ORLEN e a Academia de Pilotos da Ferrari por me dar essa oportunidade de sentir novamente a chance de sentir o gosto de pilotar um carro de Fórmula 1, um ano e meio depois de ter feito um teste drive no Bahrein", celebrou o jovem atleta. No sábado (10) e domingo (11) o carro volta para as mãos de Magnussen.

O filho de Michael Schumacher, heptacampeão da Fórmula 1, poderá receber uma oportunidade na maior categoria do automobilismo nacional ainda nesta temporada. De acordo com o chefe da Alfa Romeo, Mick Schumacher, de 21 anos, está próximo da suas primeiras voltas no topo da categoria. 

De sobrenome pesado, Mick atualmente corre pela Prema na F2, além de fazer parte da academia de desenvolvimento de pilotos da Ferrari onde seu pai fez história: "Eu acredito que ele terá a oportunidade de testar um carro de F1 antes do fim dessa temporada”, afirmou para a emissora Sky Deutschland o chefe da Alfa Romeo, Frédéric Vasseur.

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Na F2, Mick tem cinco pódios e 94 pontos ocupando até então o quarto lugar na disputa pelo título da categoria. Na Alfa Romeo, ele poderá contar com a experiência de Kimi Raikkonen que travou duelos acirrados e durante anos disputou o título mundial contra seu pai na categoria. A escuderia soma apenas dois pontos no campeonato de construtores.

O grande prêmio da Alemanha de Formula 1 no dia 28 de julho será marcante para o heptacampeão Michael Schumacher e para o seu filho. Mick Schumacher vai andar no F2004, carro que o pai conquistou pela última vez um título mundial, o sétimo da vitoriosa carreira.

Sem corrida pela F-2, Mick terá a chance de guiar o histórico carro da Ferrari nos treinos livres que acontecem no sábado (27) e no domingo antes da corrida que tem início marcado para as 10h.

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O circuito de Hockenheim já está marcado para Mick Schumacher. A última vez do jovem na pista foi quando conquistou o título da F3 e agora terá a chance de reviver um pedaço da história do pai, sete vezes campeão mundial.

Mas essa não será a primeira vez de Mick pilotando um carro que já passou pelas mãos do seu pai. Em 2017 o jovem andou com a Benetton que foi de Michael em 2014. A exibição foi realizada no circuito de Spa-Francorchamps.

Mick Schumacher vai se aproximar de repetir seu pai na próxima semana, quando participará de um teste da Fórmula 1, dando um passo importante na direção de um retorno do sobrenome à categoria. Nesta terça-feira, a Ferrari anunciou que o filho de Michael Schumacher, de 20 anos, foi escalado para treinar com o carro da equipe em 2 de abril, no Bahrein.

O alemão, que em 2019 participará do campeonato da Fórmula 2 pela equipe Prema, é membro da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari e pilotará nos dois dias de testes, pois em 3 de abril estará ao volante da Alfa Romeo no circuito de Sakhir.

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O pai de Mick Schumacher ganhou sete títulos de Fórmula 1, cinco dos quais pela Ferrari, entre 2000 e 2004. Michael Schumacher detém o recorde de vitórias - 91 - e é o segundo piloto com mais pole positions da categoria, atrás do britânico Lewis Hamilton.

Os testes ocorrerão após a estreia de Mick Schumacher neste fim de semana, também no Bahrein. "Estou obviamente mais do que animado e gostaria de agradecer a Ferrari e a Alfa Romeo por me darem essa oportunidade", disse o jovem alemão.

"Estou conscientemente colocando todos os pensamentos sobre o teste de lado, porque também estou muito ansioso para competir na minha primeira corrida de Fórmula 2 e gostaria de focar 100% por cento no fim de semana que está por vir", acrescentou Mick.

Em ascensão na carreira, Mick levou o título da Fórmula 3 Europeia no ano passado, com oito vitórias e 14 pódios na 30 provas realizadas, o que o levou a chamar a atenção do mundo do automobilismo e a ser contratado para competir na Fórmula 2.

Agora, então, terá a primeira experiência em um teste oficial de Fórmula 1, sendo em 2017 chegou a pilotar uma Benneton antiga no circuito de Spa, na celebração dos 25 anos da primeira vitória do seu pai na categoria máxima do automobilismo.

Além de anunciar a participação de Mick nos testes, a Alfa Romeo também confirmou que o britânico Callum Ilott, outro membro da Academia Ferrari, participara de um dia de testes no circuito de Barcelona, na sequência da realização do GP da Espanha.

"Acreditamos firmemente no valor da Academia de Pilotos da Ferrari como um programa de treinamento de alto nível para jovens talentosos e a decisão de dar uma vaga a Charles Leclerc é a prova disso. Estamos, portanto, muito satisfeitos por poder dar a Mick e a Callum a oportunidade de pilotar um carro de Fórmula 1", disse Mattia Binotto, chefe da Ferrari.

O Filho do heptacampeão de Fórmula 1 Michael Schumacher deu mostras neste sábado de que o talento do pai foi passado para ele. Em sua primeira prova na Fórmula 4, Mick Schumacher terminou na nona colocação na etapa da Alemanha, em Oschersleben, conquistando o melhor resultado de um estreante na categoria.

Aos 16 anos, o jovem alemão admitiu que não esperava uma estreia tão boa logo em seu primeiro teste competindo em um monoposto. "Sequer passou pela minha cabeça que eu fui o melhor estreantes da categoria", disse após a prova.

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Mick realizou o feito na primeira prova de uma rodada tripla prevista para este fim de semana. Ele terminou somente 10s065 atrás do vencedor da corrida, Marvin Dienst. Aron Ralf, em segundo, e Mattia Drudi, em terceiro, completaram o pódio. Harrison Newey, filho do projetista da Red Bull Adrian Newey, acabou na sétima colocação.

O amante de velocidade que se encantou com o estilo arrojado de Michael Schumacher tem um novo motivo para acompanhar o automobilismo em 2015. Mick Júnior, de 15 anos, resolveu continuar a carreira do pai e vai, pela primeira vez, dirigir um carro de corridas nesta temporada. O jovem assinou contrato com a holandesa Van Amersfoort para a disputa da Fórmula 4 alemã.

Vice-campeão europeu e mundial de kart na categoria KF Junior em 2014, Mick vai defender a mesma equipe que Max Verstappen, filho de Jos Verstappen, pilotou um ano antes de ser anunciado o mais jovem na Fórmula 1 (está na Toro Rosso). Será o primeiro passo do herdeiro de Schumacher para chegar à principal categoria do automobilismo mundial.

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E engana-se quem pensa que Mick chega apenas por ser filho do heptacampeão. Ele encantou no kart em 2014 e chamou a atenção dos principais chefes das divisões de base do automobilismo. Em dezembro, por exemplo, chegou a fazer um teste secreto pela Mücke Motorsport no circuito de Valência, na Espanha.

"Nos últimos anos, tornou-se uma tradição para nós oferecermos ao vice-campeão do campeonato de karting júnior alemão uma sessão de testes em nosso simulador", explicou Frits van Amersfoort, dono da escuderia. "E foi assim que fizemos contato com Mick Schumacher no último outono. Ele passou um dia inteiro no simulador em nossa sede na Holanda. Em seguida, assistimos ele durante uma sessão de testes em Valência e, eventualmente, chegamos a um acordo para competir juntos na Fórmula 4 deste ano", contou.

A estreia de Mick Schumacher num carro de corrida de verdade acontece no mês de abril, em Oschersleben, na Alemanha. E, apesar de a competição ser alemã, e de Fórmula 4, ele terá o gostinho de pilotar em dois circuitos de Fórmula 1 já em 2015: Spielberg, na Áustria, e Spa-Francorchamps, na Bélgica.

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