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A prefeitura de Belo Horizonte retomou a exigência do uso de máscara em ambientes fechados para conter o avanço da Covid-19 e de outras doenças respiratórias no município. A medida começa a valer nesta terça-feira (14) e vai até o dia 31 de julho. O decreto com as novas regras será publicado no Diário Oficial do Município.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a retomada da obrigatoriedade do uso de máscaras levou em consideração o aumento do número de contaminações por Covid-19. De acordo com dados do quantitativo acumulado em 14 dias, em 19 de maio, o número de novos casos era de 112,9 por 100 mil habitantes. Os dados mais recentes, de 8 de junho, são de 156 casos confirmados por 100 mil habitantes.

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A decisão de retomar a obrigatoriedade também levou em consideração o aumento da positividade de testes. Segundo a Secretaria de Saúde, na semana entre 1º e 7 de maio, foram feitos 6.531 exames, com taxa de positividade de 6%. Já entre o período de 29 de maio e 4 de junho, foram 20.964 testes, com 19% de positividade. Os exames foram realizados na rede própria do município.

"Nossos protocolos são revistos diariamente e alterados de acordo com os dados epidemiológicos, assistenciais e baseados em evidências científicas. Neste momento, entendemos que devemos voltar com a obrigatoriedade do uso de máscara em locais fechados", disse a secretária de Saúde, Cláudia Navarro, em entrevista coletiva na qual foi anunciada a decisão.

A secretária também reforçou a importância da vacinação, já que a cobertura vacinal para o público infantil ainda está abaixo do esperado, com 57,1% de imunizados com a segunda dose. “A adesão ainda não é satisfatória. Então pedimos que nos ajudem com a divulgação da importância da vacina”, afirmou.

Começa a valer, a partir desta quinta-feira (10), o uso obrigatório do prefixo 0303 na ligações realizadas para clientes pelas empresas de telemarketing. A mudança, anunciada no final do ano passado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), tem o objetivo de ajudar os usuários a identificarem facilmente esse tipo de ligação e decidir se vão aceitar a chamada.

O código aparecerá no início do número de qualquer ligação que vise a ofertar produtos ou serviços. As mudanças valem apenas para as prestadoras de telefonia móvel. Daqui a 90 dias, deverão ser implementadas também pelas operadoras de telefonia fixa.

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Segundo a Anatel , o uso do código 0303 será exclusivo e obrigatório para atividades de telemarketing ativo, prática de oferta de produtos ou serviços por meio de ligações ou mensagens telefônicas, previamente gravadas ou não. A medida determina que as redes de telecomunicações permitam a identificação clara do código no visor do aparelho. 

Além disso, as operadoras deverão fazer o bloqueio preventivo de chamadas originadas de telemarketing ativo a pedido do consumidor. Também caberá às teles empregar os meios tecnológicos necessário para coibir o uso fora das regras estabelecidas pela Anatel.

Na manhã desta quinta-feira (7), o secretário estadual de Saúde, André Longo, afirmou que a desobrigação do uso das máscaras de proteção contra a Covid-19 só será possível quando Pernambuco atingir, no mínimo, 80% da população vacinada com as duas doses, ou com a vacina de dose única.

"Antes disso, qualquer medida nesse sentido significa correr riscos e, aqui em Pernambuco, nosso compromisso é com a vida. Por isso, vamos continuar trabalhando seguindo a ciência”, destacou André Longo.

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O pediatra Eduardo Jorge, representante regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) no Comitê Técnico Estadual para Acompanhamento da Vacinação em Pernambuco, também participou da coletiva e ratificou a importância do Estado alcançar, ao menos, 80% da população vacinada para reavaliar as medidas de precaução contra a doença.

“Reforçamos mais uma vez que o debate sobre a desobrigação de máscaras é extremamente precoce e inadequado neste momento. Estamos no caminho certo, mas ainda há muito a ser trilhado nesta batalha contra o novo coronavírus. Precisamos ter, no mínimo, 80% da população com o esquema vacinal completo, o que deve acontecer, provavelmente, em novembro. Até lá, todas as medidas de cuidados possíveis devem continuar”, pontuou.

O secretário André Longo salientou que Pernambuco alcançou nesta quinta-feira (07), 50% da população acima dos 12 anos com o esquema vacinal completo. 

Até o final deste mês já teremos oferecido as duas doses da vacina para todos os adultos acima dos 18 anos. A vacinação, mais que um direito de cada pernambucana e de cada pernambucano, é a única forma de voltarmos a viver uma vida normal, sem o risco de contaminação pelo vírus”, pontua Longo.

O uso de máscaras será obrigatório a partir desta quarta-feira (12) nos espaços públicos da região de Bruxelas para conter a propagação da pandemia de COVID-19, anunciou o governo regional em um comunicado.

A ampliação da obrigatoriedade do uso de máscara a todos os locais públicos - já era obrigatórios nos espaços fechados desde 11 de julho - e aos 19 distritos da região de Bruxelas é motivada pelo aumento dos contágios (mais de 50 para cada 100.000 habitantes).

Os dados representam quase 600 casos adicionais diários em uma região de 1,2 milhão de habitantes.

"Nesta quarta-feira, 12 de agosto de 2020, a taxa de incidência no território de Bruxelas alcançou a média de 50 casos de contaminação de Covid-19 para cada 100.000 habitantes nos últimos sete dias", afirma o comunicado.

"O uso de uma máscara que cubra o nariz e a boca é, portanto, obrigatório para qualquer pessoa de 12 anos ou mais nos locais públicos e nos locais privados acessíveis ao público no conjunto do território da região de Bruxelas Capital", completa a nota do governo.

A determinação não afeta no momento as províncias das outras duas regiões da Bélgica, Flandres (norte) e Valônia (sul).

A norma publicada nesta quarta-feira prevê exceções, como a prática de esporte e algum tipo de trabalho que exija esforço físico na via pública. Também exime as pessoas com algum tipo de deficiência que não podem usar máscara ou protetor facial.

A Bélgica, com 11,5 milhões de habitantes, superou a marca de 75.000 casos de Covid-19 e registrava até terça-feira 9.879 mortes, uma das taxas de mortalidade mais elevadas do mundo. Mas é necessário destacar que o método de contabilização das autoridades belgas é um dos mais complexos, pois inclui nos balanços as vítimas prováveis, sem a necessidade de um teste de diagnóstico que confirme a doença.

O uso de máscara se tornou obrigatório a partir desta segunda-feira (10) em áreas muito movimentadas de Paris, uma medida já adotada em várias cidades europeias para tentar frear um novo surto do coronavírus em plena onda de calor, enquanto do outro lado do Atlântico os Estados Unidos superaram a marca de cinco milhões de casos.

O cais do Sena, o bairro turístico de Montmartre e as ruas comerciais como a 'rue Mouffetard', atrás do Panteão, no Quartier Latin de Paris, são alguns dos lugares onde não se pode mais caminhar com o rosto descoberto.

Prevista para durar um mês a princípio, a medida pretende evitar uma segunda onda de coronavírus, algo que poderia ter efeitos devastadores para a economia da França.

O cumprimento da medida ainda precisa ser verificado, levando em consideração as cenas observadas no fim de semana em vários países europeus, afetados por temperaturas que superaram 35°C, e onde muitas pessoas ignoraram as medidas de saúde recomendadas.

Antes de Paris, outras cidades francesas adotaram nos últimos dias a mesma regra, como Nice e Marselha (sul) e Lille (norte). Em outros países da Europa, a Espanha já aplica a medida em quase todo seu território, com exceção das Ilhas Canárias, assim como a Bélgica e a Romênia.

Os novos focos da doença em diferentes regiões do Velho Continente acontecem em plena férias de verão, ante a relutância de parte dos europeus, especialmente os mais jovens, às medidas de distanciamento físico e em detrimento de uma economia abalada, que em vários países afetados pela doença é muito dependente do turismo.

Nesta segunda-feira também está programada a volta às aulas presenciais em Berlim.

Na Ásia, os restaurantes, cinemas e transportes públicos devem retomar as atividades no Paquistão.

- Outro recorde nos Estados Unidos -

Enquanto a Europa tenta conter a segunda onda, os Estados Unidos superaram no domingo a marca de cinco milhões de casos de coronavírus e permanecem como o país mais afetado pela pandemia - o Brasil é o segundo, com mais de 100.000 mortes.

A COVID-19 matou mais de 162.000 pessoas no território dos Estados Unidos, onde a curva de contágio está em alta desde o fim de junho. O número de novos casos chegou a 70.000 por dia em meados de julho.

Para ajudar milhões de pessoas afetadas pelo desemprego ou em risco de despejo de suas casas por não terem condições de pagar o aluguel, o presidente Donald Trump decretou novos subsídios e medidas de apoio aos que enfrentam as dificuldades econômicas provocadas pela pandemia.

Apesar do balanço elevado, milhares de pessoas subiram em suas motos no Meio Oeste para participar na maior concentração de motociclistas do mundo. "Sobrevivi ao coronavírus", afirmavam as frases em várias camisas.

O segundo país mais afetado do mundo é o Brasil, que tem mais de três milhões de contaminados entre os 212 milhões de habitantes. No domingo, o número de vítimas fatais alcançou 101.049.

Nos últimos sete dias, quase 50% das mortes aconteceram na América Latina.

O Peru anunciou no domingo 228 mortes em 24 horas, um recorde. O país registra mais de 478.000 contágios e 21.072 vítimas fatais.

Para a América Latina os efeitos econômicos são devastadores. No Equador, 700.000 pessoas perderam o emprego desde o início da epidemia.

Desde o surgimento do novo coronavírus na China em dezembro, o planeta registra quase 728.000 mortes e mais de 19,7 milhões de casos de contágio, de acordo com o balanço da AFP, baseado nos números oficiais de cada país.

- Liga dos Campeões em risco? -

Com mais de 213.000 mortos, a Europa é o segundo continente mais afetado pela pandemia, atrás da América Latina e Caribe, que registra mais de 218.000 óbitos.

Além das consequências para a saúde, a pandemia provoca danos graves à economia mundial, aprofunda as desigualdades sociais e afeta os calendários culturais e esportivos.

Interrompida pela pandemia, a Liga dos Campeões será definida em um formato inédito organizado em Lisboa a partir de quarta-feira, mas o anúncio de dois casos positivos de coronavírus no Atlético Madrid, um dos oito clubes classificados para as quartas de final, provocou dúvidas.

No Brasil, o Goiás foi comunicado no domingo que 10 dos 23 jogadores relacionados para a partida da primeira rodada do Brasileirão contra o São Paulo apresentaram resultado positivo para COVID-19, o que provocou o cancelamento do jogo.

Após sucessivos adiamentos, começa a valer nesta sexta-feira (31) o prazo para uso obrigatório da placa do Mercosul em veículos de todos os estados.

A data está de acordo com o que estipula a Resolução nº 780/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de julho do ano passado, que determina a adoção do novo modelo de placas de identificação veicular (PIV) a partir de 31 de janeiro de 2020. Segundo o Ministério da Infraestrutura, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) que não aderir ao novo padrão, não conseguirá emplacar novos veículos.

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A nova placa será obrigatória apenas nos casos de primeiro emplacamento. Para quem tiver o modelo antigo, a troca deverá ser feita no caso de mudança de município ou unidade federativa; roubo, furto, dano ou extravio da placa e nos casos em que haja necessidade de instalação da segunda placa traseira.

Nas outras situações, a troca da placa cinza pela do padrão Mercosul não é obrigatória. Com isso, os carros com a atual placa cinza podem continuar assim até o fim da vida útil do veículo.

O novo modelo apresenta o padrão com quatro letras e três números, o inverso do modelo atualmente adotado no país, com três letras e quatro números. O novo modelo permite mais de 450 milhões de combinações, o que, considerando o padrão de crescimento da frota de veículos no Brasil, pode levar por mais de 100 anos.

Também muda a cor de fundo, que passará a ser totalmente branca. A mudança vai ocorrer na cor da fonte para diferenciar o tipo de veículo: preta para carros de passeio, vermelha para os comerciais, azul para os oficiais, verde para veículos em teste, dourado para os automóveis diplomáticos e prata para veículos de colecionadores.

Todas as placas deverão ter ainda um código de barras dinâmico do tipo Quick Response Code (QR Code) contendo números de série e acesso às informações do banco de dados do fabricante e estampador do produto. O objetivo é controlar a produção, logística, estampagem e instalação das placas nos respectivos veículos, além da verificação de sua autenticidade.

"O novo emplacamento seguirá a lógica da livre concorrência, não havendo definição de preços por parte do governo federal. Na prática, os Detrans estaduais vão credenciar empresas capacitadas para não só produzir as placas como também vendê-las ao consumidor final. Portanto, o proprietário do veículo poderá buscar o valor mais em conta na hora de adquirir o item", informou o ministério.

Desde que foi decidida a adoção da placa do Mercosul, a implantação no registro foi adiada seis vezes. A decisão foi anunciada em 2014, e a medida deveria ter entrado em vigor em janeiro de 2016. Disputas judiciais levaram ao adiamento da adoção da placa para 2017. Mais prazo foi dado para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem se adaptar ao novo modelo e credenciar as fabricantes das placas.

As novas placas já são usadas na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. Dos 26 estados brasileiros, já aderiram ao modelo Mercosul o Acre; o Amazonas; a Bahia; o Espírito Santo; a Paraíba; o Paraná; o Piauí; o Rio de Janeiro; Rondônia; o Rio Grande do Norte e o Rio Grande do Sul.

"Atualmente são quase 5 milhões de veículos emplacados com a nova PIV. O governo federal estima que, até o fim de 2023, o Brasil já esteja com quase toda sua frota circulando com a nova placa", informou a assessoria do Ministério da Infraestrutura.

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