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O gandula da partida entre Boa Esporte e Luverdense deixou o campo de ambulância após sofrer uma convulsão no estádio Municipal de Varginha em Minas Gerais. O confronto desta segunda-feira (5) foi válido pela série C do Campeonato Brasileiro.

O atendimento foi feito de forma imediata pela equipe médica que estava no estádio. O jovem foi levado para ambulância, mas acordou e conversou com a equipe médica, que por precaução optou por levá-lo à UPA de Varginha.

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A partida válida pela 15° rodada precisou ser interrompida. Como havia apenas uma ambulância no estádio e ela foi utilizada para o transporte do gandula, foi necessário aguardar que outra unidade chegasse ao campo do jogo para que a partida fosse reiniciada. A bola rolou após cerca de 20 minutos e terminou com empate em 0x0.

O Luverdense se manifestou nas redes sociais sobre o incidente:

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O Santa Cruz foi matematicamente rebaixado. Após a derrota para o Boa Esporte, bastava uma vitória simples do Guarani, em casa, diante do CRB, para colocar o tricolor na Série C e foi o que aconteceu. Antes mesmo de saber desse resultado, o treinador Marcelo Martelotte já fez um balanço do que foi a conturbada temporada coral, culminando em mais uma visita à indesejada terceira divisão. 

"O balanço final, já possível com 35 rodadas, relembro quantos atletas passaram pelo Santa e foram embora durante a competição. Esse grupo é bom, mas poderia ser mais forte com a permanência de alguns atletas. São 35 rodadas com quatro técnicos. Tudo isso desenha uma posição final que estamos vivendo hoje de, mesmo jogando bem, com igualdade ou superioridade, não vencer por conta do emocional. O grupo tem a ciência que sempre teve qualidade para fazer mais que isso", disse o técnico Marcelo Martelotte.

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O comandante lembra que assumiu um desafio complicado, do qual foi recomendado a não enfrentar. "Quando eu vim, há mais de dois meses, me chamaram de louco, perguntando o que ia fazer aqui. Muitos não entenderam e a resposta sempre foi a mesma: fazer o que posso para tirar o Santa dessa. Por dinheiro eu não viria, conheço a situação do clube. Eu tinha uma esperança de que poderia conseguir o trabalho nesse sentido. Fico realizado pelo lado de tirar o máximo desses atletas em meio às dificuldades", contou.

Marcelo ilustra o conturbado ambiente coral com a greve que os atletas estão ameaçando para a próxima terça-feira (14), tendo sido o clube notificado. Há a expectativa de que a diretoria consiga pagar mais um dos meses atrasados na segunda.

"Fico feliz se isso acontecer porque seria ver uma resposta diferente dos jogadores com relação à partida de terça. E pelos funcionários e comissão que passa um momento muito difícil. Mas fico triste por não ter vindo antes, estamos segurando a cabeça dos jogadores por muito tempo, porque só se falou a respeito disso após a derrota para o Náutico. Daí se externou a Insatisfação. Antes, foram dois meses focando o grupo em treinos e jogos", revelou o treinador.

Para as partidas finais, esgotadas as chances de permanência, ele espera o mesmo comprometimento que conseguiu até o momento. Reforçando que era melhor não ter passado tanto tempo conseguindo essa dedicação em situações tão desfavoráveis. Serão jogos para terminar o campeonato de cabeça erguida. "Honrar a camisa do clube, a tradição, o profissionalismo, nome de cada um. Entender que o campeonato tem outros profissionais dependendo de nós. O andamento é natural e temos um jogo terça contra um adversário no G4 e precisamos manter o espírito de vencer. É difícil motivar, mas isso passa por cada um e vai acontecer, sem dúvidas", garante Martelotte.

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Apático, e prejudicado pela arbitragem, o Santa Cruz perdeu para o Boa Esporte neste sábado (11), e colocou um pé na terceira divisão. Já não dá mais para fazer contas, pois até a matemática mostra que o clube irá terminar o campeonato rebaixado. Emocionado, o zagueiro Guilherme Mattis desabafou ao final da partida, destacando que a temporada foi ruim por completa e a queda é apenas uma sequela.

"O Santa Cruz não merece isso, esse grupo não merece. É difícil remar contra a maré. Vamos levantar a cabeça e cair sabendo que lutamos, não deixamos de acreditar. A gente sabia que seria difícil, mesmo assim peço desculpas aos tricolores. Infelizmente nosso máximo não foi o suficiente", disse em entrevista.

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O defensor reforçou as dificuldades enfrentadas pelo grupo, porém sem colocar os salários como o principal problema. "É hora de juntar os cacos e terminar o ano com dignidade. Quando se faz tudo errado ao longo do ano, não dá para recuperar no final, futebol é simples. Essa questão de salários não foi o fator decisivo, é a nossa fase ruim mesmo. As vitórias talvez até ajudassem a melhorar o ambiente. Infelizmente não deu", completou.

É a mesma opinião que tem o atacante André Luís. Ele destaca a determinação do elenco até os últimos segundos de partida. "Demos bobeira que não podemos em um jogo desses. Tentamos, mas era tarde para reagir. Corremos dobrado, até discutindo em campo, vamos terminar de cabeça erguida para ano que vem trazer o clube de volta. O grupo está de parabéns, tanto sofrimento que prefiro não destacar para não me prejudicar, e encaramos fortes", afirmou o atleta.

Tudo ou nada, permanecer vivo na disputa pela permanência ou concretizar o rebaixamento ainda restando três rodadas. Foi assim que o Santa Cruz entrou em campo para encarar o Boa Esporte na tarde deste sábado (11), em Varginha-MG. Em meio a uma ameaça de greve dos jogadores que notificaram a direção coral, o Tricolor ia para o jogo da vida sem treinar há dois dias. Some isso a uma atuação ruim e um árbitro que errou a marcação de dois pênaltis. Foi a receita para o desastre. O Santa foi derrotado e apenas aguarda o momento em que será rebaixado, mais uma vez, à terceira divisão.

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Em meio ao drama coral, existia também a luta do Boa Esporte. O clube mineiro estava na zona e também precisava do resultado. E foi para cima logo de cara, abrindo o placar já aos 13 minutos. Rodolfo recebeu bola na área e, ao ver Wellignton Cézar se aproximar, mergulhou no chão. O árbitro deu o pênalti e o próprio Rodolfo marcou; 1x0. A decisão tirou os tricolores do eixo, porém não demorou para a reação acontecer. Poucos minutos após o gol, no escanteio de André Luís, Fabrício afastou mal, nos pés de Ricardo Bueno. O centroavante girou e bateu rasteiro, tendo um dos zagueiros ainda tentado defender com o braço, entretanto, a bola já estava no fundo das redes; 1x1. 

Para ninguém ter chance de respirar, aos 19 Alyson invadiu a área e tocou voltando para Reis. O meio-campista até finalizou por baixo, mas foi fraco e Guilherme Mattis conseguiu tirar. Só a partir dos 20 que a partida começou a ter um ritmo mais usual das duas equipes. Anfitrião, o Boa voltou a apertar em bola parada, cruzada na área. Geandro pegou sozinho e girou batendo com força, porém Julio Cesar estava atento e espalmou bem. Sem conseguir manter a posse, o Santa mais assistia os erros do time mineiro do que encaixava lances de ataque. E eram muitos.

A partir dos 40, só deu Boa. Rodolfo, de cabeça, e Paulinho de fora da área, tentaram a sorte. Contudo, as duas tentativas passaram por cima da barra do Santa. O intervalo chegou com os mineiros apertando com maior frequência e o empate no placar.

Apático, e novamente prejudicado, tricolor bota um pé na Série C

Com as duas equipes precisando da vitória, não dava para esperar ninguém atrás. Mesmo assim, era o Boa quem chegava, parando nos próprios jogadores em posição irregular. A diferença para o primeiro tempo é que demorou para surgir um lance com perigo real. Quando os donos da casa finalmente acertaram, Rodolfo girou em Anderson Salles e bateu no canto. Julio não conseguiu alcançar; 2x1. Tudo iria piorar alguns minutos depois. Quando o goleiro isolou bola recuada, mandou direto em Rodolfo. O atacante tentou cruzar e acertou Guilherme Mattis, mais um pênalti inexistente para os mineiros. Na cobrança, dessa vez o arqueiro certou o lado, porém não alcançou; 3x1.

Paulinho teve a chance de ampliar a vantagem aos 28 em contra-ataque rápido em que tocou para encobrir Julio Cesar. A bola, caprichosamente tocou a trave e saiu. Em um erro, o Santa conseguiu finalmente ameaçar aos 29 com Grafite. O atacante travou com a zaga e bateu colocada, alta, porém a finalização explodiu no travessão e foi direto para tiro de meta. O relógio, que já jogava contra a Cobra Coral, passou a ser uma fonte de alívio. As seguidas chances do Boa só traziam consigo a preocupação de um placar mais elástico. Que se concretizou aos 34. Reis tentou o chute de fora e Julio espalmou. A bola e apresentou para Wesley que deixou o goleiro e Mattis no chão para fazer o 4x1. 

Ainda houve tempo para uma pressão do Santa que culminou com o gol de Grafite em passe de Thiago Primão. Diminuindo, mas sem mudar a realidade coral. Foi o último lance de destaque de uma partida desastrosa para os pernambucanos que já colocam um pé na Série C. Agora, os tricolores esperam o resultado de Guarani x CRB que pode decretar o rebaixamento ainda neste sábado, contanto que o time alagoano não vença a partida.

FICHA DE JOGO

Campeonato Brasileiro da Série B - 35ª rodada

Local: Estádio Municipal de Varginha

Boa Esporte: Fabricio; Geandro, Caíque, Douglas Assis e Elivelton; Escobar, Alyson (Wesley) e Felipe Mateus (Lucas Hulk); Reis, Paulinho e Rodolfo. Técnico: Sidney Moraes.

Santa Cruz: Julio Cesar; Walber (Derley), Anderson Salles, Guilherme Mattis e Yuri (Bruno Silva); Wellington Cézar, João Paulo e Thiago Primão; Bruno Paulo (Grafite), André Luís e Ricardo Bueno. Técnico: Marcelo Martelotte.

Arbitragem: Paulo Roberto Alves Junior - PR

Assistentes: Bruno Boschilia - PR / Victor Hugo Imazu dos Santos - PR

Gols: Rodolfo 3x e Wesley (BOA) / Ricardo Bueno e Grafite (SCZ)

Cartões amarelos: Escobar e Lucas Hulk (BOA) / Bruno Paulo, Julio Cesar, Grafite e Guilherme Mattis (SCZ)

 

Quando Rafael Oliveira sentiu uma entorse no joelho direito, durante a partida contra o Boa Esporte, o departamento médico já suspeitava que havia sido uma lesão mais grave. A confirmação veio nesta terça-feira (3), após o exame de imagem constatar que o atacante teve uma ruptura completa do ligamento cruzado anterior (LCA). Por conta do ocorrido, o técnico Roberto Fernandes não pode mais contar com o atleta na Série B, já que ele deve levar seis meses para se recuperar da cirurgia.

"Vai precisar passar por um tempo de fisioterapia antes da cirurgia, para diminuir o processo inflamatório e ganhar maior amplitude de movimento no joelho. Então, será operado e tem o retorno estimado em seis meses", contou o médico alvirrubro, Luiz Marcelo Correia.

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Entretanto, as dificuldades para o comandante escalar o Náutico nas próximas rodadas vão além de Rafael. Vinícius, que estava sem condições de jogo por conta de uma lombalgia, é outro que também não atua mais em 2017. Parte do tratamento, envolvia uma medicação que o deixava sem condições de jogo e, agora o tempo de readaptação física esperado pelos médicos vai além das últimas rodadas do Brasileiro.

"Vinícius teve um quadro de lombalgia. Fizemos uma medicação que é pega no exame antidoping da CBF por isso ficou de fora nas últimas três semanas. Esse tratamento dele não tem previsão para retorno e a readaptação vai exigir mais tempo do que temos até o fim do campeonato", completou Luiz Marcelo.

Casos menos graves, mas que também causam dores de cabeça à Roberto Fernandes, são os estiramentos de Henrique Ávila e Léo Carioca. Ambos desfalcam o time por tempo estimado entre 10 e 15 dias. Ainda em recuperação de um estiramento de maior grau, é esperado que o zagueiro Breno Calixto retorne antes dos demais companheiros.

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No último sábado (30), o Náutico encarou o Boa Esporte, no Lacerdão, em Caruaru, sua casa temporária, e venceu pelo placar de 2x0. A partida ficou marcada por fortes emoções para a torcida alvirrubra, quando o goleiro Jeferson defendeu um pênalti e não permitiu que o time mineiro empatasse a partida. Em seguida, Dico ficou no mano a mano com Geandro, soltou uma bomba, marcou o gol e sacremntou a vitória do Timbu.

Esse foi o primeiro pênalti defendido por Jefferson em sua carreira profissional. O camisa número 1 do Náutico definiu o momento como de grande alegria e garantiu que todos vão tentar mudar esse momento difícil vivido pelo Timbu. "Para mim foi um momento de muita felicidade. E esse resultado só dá confiança a nossa equipe, para dar sequência a competição, para poder sair dessa situação incômoda que a gente se encontra. Sabemos que é difícil, mas vamos lutar até o fim para tirar o Náutico dessa situação".

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Substituindo Tiago Cardoso, que deixou o Náutico no meio da competição, Jefferson falou da desconfiança por parte da torcida. "A desconfiança pode existir na cabeça do torcedor, ou de qualquer outra pessoa, mas na minha sempre tive a confiança de poder procurar meu espaço aqui e firmar de uma vez com a camisa 1 do Náutico. Acredito que hoje sim, eu espantei a desconfiança que existia sobre o meu trabalho, e espero dar sequência até o final e ajudar o Náutico a sair dessa", disse.

No final da partida, Jefferson foi saudado com os gritos de 'paredão', pelos torcedores alvirrubros. O goleiro afirmou que não esperava essa recepção. "Foi meu primeiro pênalti, fico feliz em poder defendê-lo, mas eu não esperava. Agradeço a torcida do Náutico pelo apoio que vem me dando, e nos dando. Porque para tudo aquilo que aconteceu ali, não depende só de mim. Depende dos 11, dos que estão no banco e de quem está fora também.O Náutico é uma família, um grupo, e só juntos vamos sair dessa", declarou.

Quando ainda jogava pelo Porto, Jefferson recebeu o apelido de 'Magrão', em referência ao goleiro do Sport. O goleiro alvirrubro fez questão de ressaltar as qualidades do companheiro de profissão e destacou que o paredão rubro-negro serve de inspiração para ele. "Eu tenho muita coisa para trilhar, para chegar aonde o Magrão chegou, mas não posso deixar de dizer que ele é uma inspiração, não só para mim, mas para todo o jovem que sonha em ser goleiro".

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--> Para Roberto Fernandes, "vai ser na superação"

O Náutico enfrentou o Boa Esporte neste sábado (30), no Lacerdão, em Caruaru. Com um jogo de poucas chances, mas de grandes emoções para a torcida alvirrubra, o Timbu venceu e conseguiu garantir mais três pontos para volta a respirar na competição

Segundo o treinador Roberto Fernandes, a partida teve um saldo positivo que vai além da vitória. Para o técnico alvirrubro, o Timbu tem evoluído nesta Série B, mas ainda tem muito que se superar. “Não tem que falar muita coisa. O Boa tinha 'apenas' 17 pontos a nossa frente, com o mesmo número de jogos. É um campeonato de superação. A nossa equipe melhora a cada jogo, mas tudo é superação. Quando o Náutico entra em campo com a grandeza de sua história é uma coisa, outra coisa é a realidade do Náutico dentro do campeonato. Nós vamos entender que vai ser na superação, vai ser no sofrimento, vai ser na dificuldade”, afirmou. 

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Com dois jogadores machucados durante a partida, Roberto Fernandes destacou a dificuldade de fazer uma alteração diante dessa situação. “Nós fomos obrigados a fazer duas substituições por lesão, e isso atrapalha porque não tivemos a condição de fazer uma mudança tática, que na minha cabeça era muito necessária. Fiquei refém”, disse.

Vivendo um momento difícil no campeonato, o treinador alvirrubro fez questão de pedir calma aos seus torcedores. “Quando a gente fala em superação, a gente precisa um pouco também da compreensão do torcedor. Se o Náutico fizesse em campo tudo que o torcedor imagina, não estava em 19º lugar. Quando eu cheguei, o náutico tinha 2 vitórias, eu conquistei 4. Agora vamos ter paciência porque os jogos vão ser assim, não importa o adversário”.

Para sair dessa situação, Roberto Fernandes já sabe o que tem que fazer. “Agora restam 11 jogos, e desses jogos, precisamos de 7 vitórias para não depender de ninguém. Se a gente conseguir isso é título pelas condições que tem. Vamos trabalhar, persistir, e buscar superar. O grupo tem buscado fazer o melhor”, garantiu. “O mais importante é que esse grupo quando cai, vai buscar forças para se levantar. Tem que ter paciência, porque é muito trabalho que a gente tem”, completou o treinador.

O comandante ainda cobrou a presença dos torcedores. “A gente teve hoje 10% do público que tivemos contra o Inter, mas os que vieram, acreditaram, apoiaram e cantaram. E tem que ser dessa forma”, disse. “Agora uma opinião pessoal: um time que está na situação do Náutico, muitas vezes, o torcedor para de acreditar e de apoiar, aí o time cai. Quando chega na Série C, o estádio está lotado. Então lota nesses últimos jogos, apoia. Isso faz diferença. A gente tem um grupo que está se esforçando, mas tem suas fragilidades. A mudança não vai ser do dia para a noite. Vai ser na coragem, na raça, na força e na superação”, completou.

Precisando vencer para voltar a respirar na Série B, o Náutico encarou o Boa Esporte, no Lacerdão, em Caruaru, sua casa temporária, neste sábado (30). Depois de um jogo com poucas chances para ambas as equipe, o Timbu conseguiu garantir os três pontos.

No começo do jogo o Náutico, que foi escalado com um time totalmente ofensivo pelo técnico Roberto Fernandes, foi logo em busca de manter a posse de bola e tentar abrir o placar. Aos 4 minutos, o zagueiro do Boa Esporte Douglas Assis recebeu cartão amarelo por falta dura em Rafael Oliveira. Mas mesmo com boas chances, o Timbu não conseguia colocar a bola para dentro, e abriu espaço para os mineiros crescerem em campo.

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O gol do Náutico saiu aos 20 minutos, quando Ávila recebeu dentro da área, virou, e a bola explodiu no braço de Casagrande. O árbitro Thiago Duarte viu o lance e marcou pênalti. Com categoria, Rafael Oliveira bateu e deixou bola de um lado e goleiro do outro, abrindo o placar para a equipe alvirrubra. Depois do gol, o Boa cresceu na partida e o jogo passou a ter chances para os dois lados.

Aos 42 minutos, depois de uma bola disputada com Douglas Assis, o atacante Rafael Oliveira caiu de mau jeito no gramado e, com muita dor, foi substituído por Dico. Rafael sofreu uma lesão no joelho direito, e somente na próxima segunda-feira (2), fará o exame para saber a gravidade da lesão. Com três minutos de acréscimos, só deu tempo do jogador do Boa Esporte Caíque, levar um cartão amarelo por tentar obstruir a arrancada de Gilmar.

O segundo tempo começou bem travado entre as duas equipes, e a bola ficou enroscada no meio de campo. Diferente da primeira metade da partida, o Boa Esporte entrou ligado no jogo e garantiu as melhores chances da etapa. A primeira grande oportunidade do Timbu só chegou aos 14 minutos, com Dico pela direita. Fabrício dividiu com Rafinha no alto e socou a bola.

Com poucas chances, o Náutico levou pressão.  Aos 35 minutos, o árbitro viu toque no braço de Gilmar, depois de cobrança de falta e assinalou o pênalti. Fellipe Matheus bateu e Jeferson defendeu. Essa foi a primeira vez que o goleiro defendeu uma penalidade em sua carreira como profissional.

Mesmo depois do pênalti perdido, o Boa não desistiu e continuou indo para cima do Timbu, que respondeu pouco tempo depois. Aos 44, Dico ficou no mano a mano com Geandro, driblou para a esquerda e soltou uma bomba, para fazer o segundo gol e garantir a vitória da equipe alvirrubra.

FICHA DE JOGO

Campeonato Brasileiro da Série B - 27ª rodada

Local: Lacerdão 

Náutico: Jefferson; Sueliton, Aislan, Léo Carioca e Henrique Ávila (Manoel); Amaral, Diego Miranda e Giovanni (Leilson); Rafinha, Rafael Oliveira (Dico) e Gilmar. Técnico: Roberto Fernandes

Boa Esporte: Fabrício; Ruan, Caíque, Douglas Assis (Júlio Santos) e Paulinho; Geandro, Diones e Fellipe Mateus; Thaciano (Reis), Casagrande e Rodolfo. Técnico: Nedo Xavier

Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto (SP)

Assistentes: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (SP), Herman Brumel Vani (SP)

Cartões amarelos: Douglas Assis, Caíque, Rodolfo, Geandro (BEC); Aislan (NAU)

Público: 2.144

Renda: R$ 23.880

Quando o Náutico entrar em campo no sábado (30), para enfrentar o Boa Esporte no Lacerdão, em Caruaru, será para tentar quebrar uma sequência bem negativa. Nas últimas três rodadas, o Timbu perdeu para Oeste, Internacional e Paraná, o que voltou a complicar o time na luta contra o rebaixamento. Difícil que os jogadores mantenham a confiança em dia e não se deixem abater, algo que o técnico Roberto Fernandes já começa a identificar dentro das próprias partidas.

"A equipe do Boa tem 17 pontos a mais que o Náutico, mostrando o quanto falhamos na Série B. Mas apontar defeito é fácil, difícil é solucionar o problema e nós estamos fazendo. O emocional se refletiu nos últimos jogos, quando o time competiu até sofrer o gol e abdicar do jogo muito cedo. Nosso grupo está se atrapalhando com o abatimento. Converso que todos erram, mas só sairemos se nosso erro for para mais, por excesso. Precisamos arriscar chute, drible, ousadia", afirmou.

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O comandante alvirrubro sabe que é preciso reconquistar a torcida do qual ele conta sentir pouca confiança também. E se apoia em números para tentar renovar essa esperança de conseguir sair do Z4, que hoje tem o primeiro time fora com nove pontos a frente do Náutico. 

"O torcedor está desconfiado. Em sua maioria, não acredita. Mas tenho em favor do trabalho, números importantes. Sou um dos treinadores com o melhor aproveitamento jogando como mandante, no Brasil inteiro. Ele beira os 80%, não só no Náutico, em qualquer time. O exemplo está no primeiro turno inteiro sem vitórias que comigo virou três vitórias consecutivas, sendo quebrado pelo Internacional que o Leandro Damião paga a folha inteira. Perdeu, na minha concepção, para a melhor equipe do campeonato. Fora isso, vínhamos muito bem em casa. Tivemos a infelicidade na tabela, agora temos seis jogos em casa com condições de vitória. Dá para acreditar", disse.

Ele ainda vê nas arquibancadas um fator que pode fazer a diferença até no ânimo dos atletas. "Me cobram para colocar o time para frente e eu peço que olhem para a escalação, não estamos jogando recuados. Porém falta arriscar mais, ter confiança de jogar de forma vertical, arriscar. Fazemos o que é possível em conversas e treinamento. Na parte prática, o apoio do torcedor pode nos ajudar bastante nesse ponto. Nós perdemos para o Internacional, mas a presença não pode ficar condicionada às vitórias. Tenho certeza que ele nos apoiando na dificuldade, pode contagiar nossos atletas e eles têm que entender da necessidade de demonstrar atitude como contrapartida", destacou Roberto.

Vinícius

Enquanto alguns torcedores esperam que Vinícius volte a ter uma oportunidade entre os titulares, o técnico trouxe uma notícia ruim. Com uma lesão nas costas, o atacante já está vetado para a partida contra o Boa pelo departamento médico. Ainda sem ter certeza da gravidade do problema, Fernandes explica porque o artilheiro do Timbu na Série B (4 gols) não está conquistando seu espaço.

"É preciso acompanhar o cotidiano para entender o que acontece no jogo. O torcedor vê o jogo, mas não está acompanhando o trabalho durante a semana. Existe um problema sério nas costas do Vinícius, ele não consegue dar intensidade. É um cara correto, de atitude certa, porém não dá no treinamento a confiança de escalá-lo. Ele voltou ao departamento, os médicos é que vão explicar. O fato é que ele não reúne condições, já está vetado para enfrentar o Boa Esporte, é oficial", revelou.

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Como um balde de água fria, as derrotas para Oeste, Internacional e Paraná freiaram a reação iniciada no Timbu com Roberto Fernandes. Os três jogos seguidos levando a pior fizeram com que a distância para o primeiro time fora da zona do rebaixamento voltasse a crescer e agora já está em nove pontos. Para quem transformou essa diferença, que já foi de 12, em cinco, é preocupante ver os adversários diretos tomando vantagem.

Porém, não dá para se deixar abater, afinal, ainda depende apenas do Náutico. "Não abate, mas preocupa. Chegamos a cinco pontos para sair, deu ânimo e volta a ficar nove. A equipe não pode desanimar, fizemos grandes jogos. Em casa, é para somar três pontos, e um fora, nada diferente disso. Temos que encontrar ânimo em nós mesmos. A situação que a gente vive não é fácil, as pessoas estão torcendo por nós", disse o lateral esquerdo Henrique Ávila.

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Matemáticos estimam que o alvirrubro vai precisar somar oito vitórias nas 12 rodadas restantes, o que é um aproveitamento difícil até para os times a frente na tabela. Porém, quando se considera que mais da metade dos confrontos será em casa, a esperança se renova. "Temos seis jogos em casa, dependemos de números, é preciso vencer os seis. Tem duelos fora contra Goiás, Santa Cruz e Luverdense, que são confrontos diretos. O jeito é pontuar, não tem como pensar diferente", afirmou.

Sobre as dificuldades enfrentadas até o momento, incluindo o gramado mais duro do Lacerdão, em Caruaru, Ávila espera que o time encontre força para superar todas elas. É no apoio do torcedor que o lateral busca o tal ânimo para a difícil missão de evitar o rebaixamento do Náutico. "Vai ser dificuldade para os dois times. Temos que propor o jogo, isso dificulta, porém não dá mais para buscar defeito em campo e arbitragem que nos prejudicou no lance do primeiro tempo com o Miranda. É melhor deixar isso para trás. Precisamos do apoio da torcida, que nunca nos abandonou, mas é o jogo da arrancada, contamos com eles", contou o atleta.

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A ordem no Náutico é esquecer os últimos resultados e pensar no próximo jogo, sábado, em Caruaru, diante do Boa Esporte. Foi o que afirmou o técnico Roberto Fernandes, após a derrota para o Paraná, na noite desta terça-feira (26), na Vila Capanema, em Curitiba.

Segundo o comandante alvirrubro, o foco no clube mineiro tem uma exlicação óbvia. "No Náutico a questão é simples: tem que vencer todos os jogos dentro de casa. Não é mais questão de vencer por ser mandante, é questão de sobrevivência. Vencer uma equipe do G4 vai ser a exceção, não a regra. Precisamos ter essa consciência. O jogo contra o Boa, como todos dentro de casa, é o jogo da vida", afirmou.

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O técnico ainda completou, dizendo que pretende cobrar mais o elenco. "Estamos na 19ª colocação e para sair precisamos falar pouco e trabalhar muito. Vamos buscar algo que para muita gente é impossível, mas vamos trabalhar para reverter esse quadro que fica mais complicado quando a gente não vence", disse.

Sobre a derrota para o Paraná, precisamente, o treinador lamentou a forma como seu time se mostra vulnerável. "O Náutico precisa ser mais competitivo e isso às vezes não ocorre. Às vezes o adversário chega na nossa última linha de jogo muito fácil. No segundo tempo, sofremos o gol muito cedo, e no momento que estamos fica difícil a reação. O segundo veio de bola parada. O terceiro já foi acima da conta. O Paraná vive um momento muito melhor e a gente segurou um primeiro tempo que nos deu esperança, mas o primeiro gol atrapalhou.", queixou-se.

Arbitragem

Alguns jogadores do Náutico sáiram de campo reclamando da não marcação de um pênalti, ainda no primeiro tempo. "Acho que foi sim, a gente sabe, mas independente disso temos que trabalhar", relevou Ávila. Já Giovani cobrou mais. "Eu sinto vergonha de tomar 3 x 0, com todo respeito ao Paraná. E foi pênalti claro no Miranda. Se fosse um a zero ali, mudava tudo", disse. 

Sueliton também falou do assunto: "se o juiz desse o pênalti, seria um jogo totalmente dierente, mas é isso. A gente fica revoltado, mas agora é erguer a cabeça e esperar a próxima partida". Por outro lado, o técnico Roberto Fernandes contrariou seus jogadores. "Acho que foi fora da área, lamento a não marcação de uma falta perigosa, mas só isso", cravou.

A maior queixa da torcida coral, após o empate em 1 x 1 do Santa Cruz contra o Boa Esporte, na noite desta sexta-feira (21), na Arena de Pernambuco, foi a falta de garra dos jogadores O técnico Givanildo Oliveira não só concordou com os torcedores, como avaliou a partida como o pior jogo do time desde que ele assumiu o comando da equipe. 

O treinador ainda lamentou a falha que originou o gol adversário. "Foi o pior jogo de todos os cinco que eu estive a frente. Não tinha acontecido também de levar gol de bola parada, infelizmente demos uma bobeira. Podíamos ganhar jogando mal, mas não tomamos a iniciativa. A meta era 11 pontos em 5 jogos, isso morreu, agora temos que buscar fora", disse.

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Por outro lado, Givanildo afirmou que irá aproveitar a próxima semana para tentar colocar a casa em ordem, já que o Santa Cruz só volta a campo no dia 29. "É bom tempo para treinar, vai ajudar. Viajamos na quinta-feira, então terei pelo menos quatro dias. Vou ver se alguns jogadores voltam de contusão também. Não descarto mudanças, vamos tentar colocar um time que seja o melhor", revelou.

O treinador, ainda confirmou que a busca por novas contratações ainda não parou. "Sobre reforços, a gente conversa todo dia, o problema é achar. Um lateral esquerdo é prioridade. Dei o nome de Gilson do Botafogo e Carleto (hoje no Coritiba) e de mais um que estou esquecendo, mas não se conseguiu nenhum deles. Precisamos ainda de mais dois, para ter um grupo mais forte", admitiu.

Não foi dessa vez que o Santa Cruz se aproximou do G4 do Campeonato Brasileiro da Série B. Na noite desta sexta-feira (21), na Arena de Pernambuco, o clube coral só empatou em 1 x 1 com o Boa Esporte, ficou distante do pelotão da parte de cima da tabela e estacionou na 9ª colocação, com 23 pontos. Os tricolores voltam a campo no próximo dia 29, contra o Paraná, fora de casa.

O JOGO

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O Santa Cruz começou mal, repetindo os mesmos problemas dos jogos passados e errando passes de maneira excessiva. O primeiro chute a gol só saiu ao 14 minutos, com João Paulo, fraco, em cima do goleiro. Aos 17, Ricardo Bueno arriscou da mesma forma. Esse levou perigo, passando perto da trave direita.

Com a inoperância do time da casa, o Boa começou a gostar do jogo. Aos 27, não abriu o placar por sorte dos tricolores. Ruan cruzou da direita e Diones, livre de marcação na entrada da pequena área, acertou a trave de Julio Cesar, que nem se mexeu. A zaga afastou mal e a bola sobrou para Eduardinho, que bateu de primeira, e carimbou o travessão.

O lance irritou ainda mais a torcida coral, que ainda por cima, via o time mineiro melhorar em campo. Só que, aos 43 minutos, foram os tricolores quem abriram o placar. Tiago Costa cruzou da esquerda, Ricardo Bueno subiu mais do que a marcação do zagueiro e ajeitou para João Paulo chegar de cabeça e fazer 1 x 0. O gol acalmou os ânimos da arquibancada e o Santa, que já esperava pelas vaias, deixou o campo sob aplausos.

Givanildo porém não estava satisfeito e, no intervalo, colocou Halef Pitbull no lugar de Wiliam Barbio. A partida, porém, recomeçou do mesmo jeito do primeiro tempo: morna, com o Boa Esporte crescendo no decorrer do jogo e acertando a trave de novo. Dessa vez, com Reis em cobrança de falta na entrada da área. O mesmo Reis ainda cobrou outra, pouco tempo depois, e também assustou.

A insistência dos mineiros, enfim, foi recompensada, aos 25 minutos. Em cobrança de escanteio, Thaciano subiu sozinho e mandou para as redes de Julio Cesar. Givanildo resolveu mexer de novo. Saíram Gabriel Vallés e Wellington Cezar, para a entrada do estreante Alex Travassos e de Leo Lima. Mas as alterações não deram resultados. O placar persistiu empatado até o fim e as vaias da torcida tricolor, enfim, vieram.

FICHA DE JOGO

Campeonato Brasileiro da Série B - 16ª rodada

Local: Arena de Pernambuco

Santa Cruz: Julio Cesar; Gabriel Vallés (Alex Travassos), Jaime, Bruno Silva e Tiago Costa; Wellington Cezar (Leo Lima), Derley e João Paulo; Wiliam Barbio, André Luís e Ricardo Bueno. Técnico: Givanildo Oliveira.

Boa Esporte: Fabrício; Ruan, Caique, Julio Santos e Elivelton; Escobar, Diones e Eduardinho Felipe Mateus); Thaciano (Radamés), Reis e Casagrande (Wesley). Técnico: Nedo Xavier.

Arbitragem: Antonio Dib Moraes de Sousa - PI

Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios - SE / Ailton Farias da Silva - SE

Gols: João Paulo (SCZ) e Thaciano (BOA)

Cartões amarelos: Derley, Tiago Costa e João Paulo (SCZ); Caique (BOA)

Público: 6.451

Renda: R$ 56.990

Na próxima sexta-feira (21), o Santa Cruz vai enfrentar o Boa Esporte, pela 16ª rodada da Série B. O jogo será às 20h30, na Arena de Pernambuco. Os ingressos para a partida já estão disponíveis na internet e em pontos descentralizados do Recife. O torcedor que comprar os ingressos antecipadamente terá um desconto no valor dos bilhetes. 

Para esta partida, sócios do Santa Cruz terão acesso gratuito em alguns setores da Arena. Vale ressaltar que, no dia do jogo, o sócio do Santa Cruz terá um guichê na bilheteria da Arena destinado apenas a ele. Dúvidas a respeito de como retirar os ingressos dos programas de sócios do Santa Cruz devem ser encaminhadas ao clube.

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Confira os valores dos ingressos para a partida:

Setor Oeste Premium

Programa de Sócios do Santa Cruz, Conselheiros, Proprietários de Cadeira e Camarotes: R$30

Público Geral: R$60/R$30

Setor Sul Inferior

Público Geral: R$20/R$10 (R$10 promocional até 14h de 18/07)

Setor Leste Inferior

Público Geral: R$40/R$20

Camarotes

R$2000 (R$1000 para sócios, conselheiro, proprietários de camarotes) – 4 vagas de estacionamento.

Setor Norte Superior (Visitantes)

R$20/R$10 (R$10 promocional até 14h de 18/07)

Programa Sócio Torcedor do Santa Cruz

Todos com o Santa

Setor Sul inferior: Gratuidade (Dependente R$10)

Leste Inferior: R$20,00

Setor Oeste Premium: R$60,00 (Dependente R$30)

Mais querido

Setor Sul Inferior: Gratuidade (Dependente R$10)

Setor Leste inferior: R$20,00

Setor Oeste Premium: R$30,00

Tri Super

Setor Sul inferior: Gratuidade (Dependente R$10)

Setor Leste inferior: Gratuidade (Dependente R$20)

Setor Oeste Premium: R$30,00

Fita Azul

Setor Sul inferior: Gratuidade (Dependente R$10)

Setor Leste inferior: Gratuidade (Dependente R$20)

Setor Oeste Premium: Gratuidade (Dependente R$30)

Com o gramado do estádio do Arruda passando por melhorias, devido às más condições em que se encontra, o Santa Cruz anunciou que fará mais dois jogos como mandante na Arena de Pernambuco. Além encarar o Náutico como visitante, no próximo sábado (14), o clube coral também jogará em São Lourenço da Mata duas vezes na semana que vem.

A primeira partida é no dia 18, contra o Vila Nova de Goiás, e a segunda é dia 21, diante do Boa Esporte de Minas Gerais. Os jogos são válidos pelas 15ª e 16ª rodadas do Campeonato Brasileiro da Série B. O confronto contra o Vila Nova também teve o horário alterado e foi adiantado para as 20h30. Assim, o Tricolor completará uma sequência de cinco jogos seguidos na Arena (contando o empate contra o Figueirense e a vitória em cima do Brasil de Pelotas).

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Nesta segunda-feira (19), o Náutico apresentou de forma oficial o novo treinador, Beto Campos. Campeão gaúcho pelo Novo Hamburgo, o comandante está confiante de que pode reverter o atual quadro do Timbu na Série B. Com apenas dois pontos somados, os alvirrubros amargam a lanterna da competição sem ter vencido uma partida sequer nas oito rodadas disputadas. A chave para a mudança está no equilíbrio, é assim que o técnico define.

"O convite de um clube tradicional, somado a vontade que sempre tive de vir, foi o que me motivou a encarar o desafio. O momento é ruim, mas temos condições já na próxima semana de começar a trabalhar com folga. Sabemos que os resultados são para ontem, mas precisamos antes de um equilíbrio para então começar a somar os pontos para sair dessa situação", contou.

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Beto contou sobre o seu trabalho que nunca ultrapassou os limites da região sul e utiliza o ex-clube como exemplo para adaptar o Náutico ao seu perfil de trabalho. "Foi uma equipe que conseguimos montar como queríamos, somando a uma base formada. Fizemos um time de marcação forte e transição rápida. No momento, temos que conhecer mais o Náutico. Vi em Varginha condições de desenvolver o trabalho. Vamos contratar alguns atletas com as características que buscamos", garantiu.

Tendo o primeiro contato com o grupo nesta segunda-feira, o treinador terá dois jogos em sequência antes de conseguir uma semana completa de treinos. Até lá, Campos espera que já possa haver alguma mudança, mesmo que utilizando uma formação similar ao que Waldemar Lemos vinha escalando.

"A gente vai buscar treinar, porque toda mudança leva tempo. A tendência é mudar um jogador ou outro, devido ao desgaste. Estamos conversando com a comissão técnica para ter uma equipe parecida, porém mais compacta. Vamos buscar nos treinos aprimorar mais a postura dentro de campo", afirmou.

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---> Boa vence o Náutico de virada e mantém o Náutico na lanterna

Em um confronto direto contra o rebaixamento, o Boa Esporte saiu atrás, mas buscou a virada em apenas dois minutos e venceu o Náutico por 2 a 1, no estádio Dilzon Melo, em Varginha (MG), neste sábado (17) à tarde, pela oitava rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

O Boa encerrou uma sequência de três derrotas e chegou aos oito pontos, continuando na luta contra o rebaixamento. Por outro lado, ainda não foi desta vez que o Náutico reencontrou o caminho das vitórias e, com apenas dois pontos, amarga a lanterna.

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A partida começou com os dois times se estudando bastante e sem muitos lances de perigo. Aos 17 minutos, Aislan aproveitou cobrança de escanteio e abriu o placar de cabeça. Quando parecia que o Náutico ia para o intervalo na frente, o Boa acordou nos minutos finais e conseguiu a virada em dois minutos. Fellipe Mateus deixou tudo igual de pênalti, aos 42, e Rodolfo marcou um golaço de fora da área logo depois, aos 44.

O Náutico quase empatou logo no primeiro minuto do segundo tempo, quando Aislan soltou a bomba em cobrança de falta e Daniel se atrapalhou todo para fazer a defesa. Depois disso, o Boa se defendeu bem e ainda criou uma oportunidade para ampliar em uma jogada na qual finalizou duas vezes ao gol. Tiago Cardoso espalmou chute rasteiro de Wesley e Fellipe Mateus bateu para fora no rebote.

Os dois times voltam a campo na próxima terça-feira, pela nona rodada. O Boa Esporte enfrenta o Paysandu, às 20h30, na Curuzu, em Belém (PA), enquanto o Náutico recebe o Goiás, às 19h15, na Arena Pernambuco, em Recife (PE).

FICHA TÉCNICA:

BOA ESPORTE 2 X 1 NÁUTICO

BOA ESPORTE - Daniel; Ruan (Oliveira), Júlio Santos, Douglas Assis e Paulinho; Geandro (Escobar), Reis (Gil Mineiro), Diones e Fellipe Mateus; Rodolfo e Wesley. Técnico: Nêdo Xavier.

NÁUTICO - Tiago Cardoso; Joazi, Aislan, Feliphe Gabriel e Geanderson; Amaral, João Ananias (Gilmar), Renan Paulino (Iago) e Giovanni; Erick (Esquerdinha) e Vinícius. Técnico: Levi Gomes.

GOLS - Aislan, aos 17, Fellipe Mateus, aos 42, e Rodolfo, aos 44 minutos do primeiro tempo.

ÁRBITRO - Bruno Rezende Silva (GO).

CARTÕES AMARELOS - Geandro e Douglas Assis (Boa Esporte); Tiago Cardoso, Joazi e Iago (Náutico).

RENDA E PÚBLICO - Não disponíveis.

LOCAL - Estádio Dilzon Melo, em Varginha (MG).

A decisão do Supremo Tribunal Federal, nesta terça-feira (25), de mandar Bruno Fernandes de volta à cadeia, foi comemorada pela mãe da vítima, Sônia Moura. Em entrevista ao UOL, Sônia contou que está satisfeita com o resultado do julgamento.

"Senti um alívio porque é muito revoltante ele solto e a forma como saiu, forma como se mostrou, dando risada", disse. De acordo com as informações divulgadas pelo portal, a mãe estava chateada com a postura do Boa Esporte que contratou o goleiro, mostrando pouco caso pela forma que Eliza morreu, e o colocou para entrar em campo com crianças, algumas da idade de seu filho com Eliza Samudio.

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Sônia ainda não contou ao neto que o pai é réu pela morte da mãe, apenas que foi preso por cometer homicídio. Na casa dela, a TV segue desligada e o acesso à intenet é monitorado, por entender que a criança não está pronta para digerir a informação. 

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---> STF derruba liminar e Bruno irá retornar à prisão

O caso Eliza Samudio teve uma nova reviravolta nesta terça-feira (25). Por três votos contra um, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu revogar a liminar do ministro Marco Aurélio Mello que concedeu a Bruno Fernandes de Souza o direito de aguardar julgamento, em segunda instância, em liberdade. Com isso, o goleiro do Boa Esporte irá voltar à prisão nos próximos dias.

Bruno foi condenado à 22 anos e 3 meses de cadeia por ter sido mandante do assassinato de Eliza Samudio, com quem teve um filho. Com um recurso tramitando há quatro anos, a Procuradoria Geral da República enviou um parecer ao Supremo pedindo que o goleiro retornasse à cadeia até que o Tribunal de Justiça de Minas Gerais o tenha julgado.

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O procurador da república, Rodrigo Janot, entende que trata-se de uma estratégia da defesa para ficar arrastando o processo com diversos recursos e manter o condenado em primeira instância além das grades. Em 24 de fevereiro, graças ao habeas corpus, Bruno deixou a Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac), onde cumpria prisão preventiva. Tendo cumprido apenas seis anos e sete meses do total de sua sentença.

Pouco após a soltura, foi contratado pelo Boa Esporte, de Varginha-MG, onde disputou cinco partidas pela segunda divisão do Campeonato Mineiro. Com a revogação do habeas corpus, um novo mandado de prisão será expedido nos próximos dias. Segundo o advogado de Bruno, o goleiro irá se apresentar à justiça.

Um dia após ser apresentado como reforço do Boa, clube do interior mineiro, o goleiro Bruno evitou comentar, em entrevista à ESPN Brasil, sobre o caso do assassinato de Eliza Samudio, que o levou a ser condenado em primeira instância a mais de 20 anos de prisão. Além disso, não declarou enfaticamente se está arrependido pela morte da sua ex-amante, além de pedir que as pessoas lhe deem uma nova chance.

"Como posso cumprir uma pena se eu sou um condenado provisório? Eu penso que, da mesma forma que a justiça foi feita contra mim, a justiça também precisa ser feita a meu favor", disse Bruno, em entrevista concedida à ESPN Brasil, acrescentando um pedido para que as pessoas tenham mais "sentimento" com ele e o deixem retomar a carreira de jogador profissional, pois jogar futebol "é a única coisa que sei fazer".

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"Não posso jogar o meu sonho fora assim. Assim como o Boa teve coragem de enfrentar o mundo para poder ficar comigo, eu peço oportunidade para as pessoas. Eu não vou parar", afirmou Bruno, que chegou a fazer referência a Edmundo, que em 1995 se envolveu em um acidente de carro que provocou duas mortes, mas não deixou o futebol. "Não existe pecadinho ou pecadão", disse.

Evitando comentar o caso do assassinato de Eliza Samudio, Bruno repetiu a tônica de que merece uma chance para seguir a sua vida e adotou um discurso de forte teor religioso. "Você tem que se arrepender das coisas do passado e se tornar uma pessoa melhor. Não é porque você está no fundo do poço que tem que ficar lá. Se tem pessoas estendendo a mão para subir, você tem que subir", comentou.

O jogador foi condenado em primeira instância a 22 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio. Acabou libertado recentemente, no fim de fevereiro após cumprir seis anos de pena, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello.

A decisão considerou o fato de o jogador estar preso há quase sete anos sem que o júri que o condenou tenha sido referendado em segunda instância. A situação, no entanto, é provisória, e Bruno pode voltar à prisão.

A repercussão negativa da contratação de Bruno, que estava preso desde 2010, levou o Boa a perder vários patrocinadores nos últimos dias. O time de Varginha disputa o Módulo II do Campeonato Mineiro, equivalente à segunda divisão estadual, e também participará da Série B do Campeonato Brasileiro.

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