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Como forma de atrair o presidente Jair Bolsonaro ao partido para concorrer às eleições de 2022, o PTB anunciou, a expulsão da ex-deputada Cristiane Brasil, filha do presidente nacional da sigla, Roberto Jefferson, além do bolsonarista Oswaldo Eustáquio e do pastor Fadi Faraj. O anúncio foi dado via redes sociais pelo perfil oficial do partido.

O processo para a expulsão dos filiados teria a justificativa de que houve possível desrespeito às diretrizes partidárias. No entanto, disputas internas pesaram na decisão. Entre os atritos, estão as tentativas de interferência de Cristiane nas negociações para levar o presidente para o partido. O movimento de expulsão, conforme noticiou o Poder 360 no início da semana, tem aval de Roberto Jefferson.

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De acordo com a sigla, Eustáquio e Faraj também responderão por denunciação caluniosa após disseminação de fake news sobre o partido, em especial, contra a vice-presidente da legenda, Graciela Nienov.

As medidas fazem parte de ações do partido para acelerar a filiação do chefe do Executivo. Em 29 de setembro, a sigla decidiu que vai redigir um documento com a assinatura de todos os presidentes estaduais da legenda em incentivo à filiação de Bolsonaro. Na reunião, ela relatou ao grupo sobre conversa tida com Bolsonaro e reiterou que o PTB está preparado para recebê-lo.

A partida contra o Palmeiras freou a reação do Santos no Campeonato Brasileiro e ficou marcada por uma ocorrência que tem se repetido nos tropeços recentes do clube. Nas últimas cinco derrotas do time na temporada, em quatro delas um jogador da equipe alvinegra foi expulso.

No domingo, no triunfo por 2 a 1 do Palmeiras, Alison recebeu o segundo cartão amarelo já no fim do segundo tempo, aos 47 minutos, após cometer uma falta. O primeiro havia sido aplicado na etapa inicial, após intervenção do VAR, quando o árbitro Vinícius Gonçalves Dias Araújo flagrou toque de braço do meio-campista, que teria aberto o cotovelo quando estava na barreira para impedir a passagem da bola em direção ao gol, anotando pênalti para a equipe alviverde.

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O cartão vermelho para Alison, é verdade, veio já quando o triunfo do Palmeiras estava encaminhado. Mas havia sido diferente nos tropeços anteriores, com exceção do triunfo do Internacional por 2 a 0, no Beira-Rio, quando o Santos terminou o duelo com 11 jogadores em campo.

Já nas três derrotas anteriores, o cenário de reviravolta negativa no placar se deu após a aplicação do cartão vermelho ao time. Nas quartas de final do Campeonato Paulista, Marinho foi expulso aos 43 minutos do primeiro tempo, quando o Santos vencia a Ponte Preta por 1 a 0 - perdeu por 3 a 1.

Também pelo Estadual, Uribe recebeu o cartão vermelho aos sete minutos da segunda etapa com o placar em 2 a 0 diante do Novorizontino - depois, o Santos levou a virada e caiu por 3 a 2. Antes da pandemia, o Santos vencia o São Paulo por 1 a 0, quando Jobson foi excluído aos 45 minutos do primeiro tempo - o time foi batido por 2 a 1.

O Santos teve uma quinta expulsão nesta temporada, a de Carlos Sánchez, no empate por 1 a 1 com o Santo André, também pelo Estadual. Naquela oportunidade, porém, o time perdia por 1 a 0 e conseguiu igualar o placar mesmo sem o uruguaio em campo.

Expulso no fim de semana, Alison tem sido peça importante do Santos, tanto que vem usando a braçadeira de capitão com Cuca, que chegou a improvisá-lo na zaga no triunfo por 1 a 0 sobre o Sport, quando Lucas Veríssimo e Luiz Felipe estavam lesionados. Suspenso para o duelo de domingo com o Flamengo, deverá ter a sua vaga ocupada por Jobson no compromisso válido pela sexta rodada do Brasileirão, na Vila Belmiro.

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para criticar a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso, que suspendeu neste sábado (2) o ato presidencial que determinava a expulsão de funcionários da Embaixada da Venezuela em Brasília.

Na publicação, Bolsonaro afirma que o ministro, ao atender um pedido do deputado Paulo Pimenta (PT-RS) e conceder a liminar, acatou os argumentos de um defensor do regime de Nicolás Maduro, sucessor de Hugo Chávez no comando da Venezuela. "O deputado em questão, como se observa em vários vídeos, é um ferrenho defensor do regime Chávez/Maduro", afirma Bolsonaro.

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Antes da publicação de Bolsonaro, Paulo Pimenta já tinha divulgado um vídeo na internet para comemorar a determinação de Barroso. "Essa decisão de Bolsonaro era uma atrocidade", disse o deputado, afirmando que, somente na última quinta-feira, dia 30 de abril, 34 diplomatas venezuelanos foram informados que teriam de deixar o País. "Um gesto de ódio, de ressentimento, sem qualquer necessidade, em plena pandemia. Não havia nenhuma razão que justificasse tamanha atrocidade do governo Bolsonaro contra os representantes do povo venezuelano", declarou Pimenta.

A decisão do presidente que determinava a expulsão de funcionários da Embaixada da Venezuela em Brasília também foi assinada pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. O governo brasileiro havia estipulado até este sábado a saída dos diplomatas do governo Nicolás Maduro. A Venezuela se recusa a cumprir a decisão alegando pressões desnecessárias do Planalto.

A decisão também previa a expulsão de funcionários de consulados venezuelanos em Belém, Boa Vista, Manaus, Rio de Janeiro e São Paulo (SP).

A suspensão determinada por Barroso vale por dez dias e o ministro requisitou, neste período, que Bolsonaro e o ministro Ernesto Araújo prestem informações sobre a expulsão.

A súmula do clássico entre Guarani e Ponte Preta, disputado na noite de segunda-feira em Campinas e que terminou com vitória de virada do Guarani por 3 a 2, no Brinco de Ouro da Princesa, surpreendeu ambos os times nesta terça. No documento, o árbitro Salim Fende Chavez confirmou a expulsão direta do atacante Roger e também a exclusão do zagueiro Alisson, outro atleta da Ponte Preta. Além disso, Chavez registrou ter recebido

Quanto ao cartão vermelho para Alisson, o árbitro disse ter sido avisado pelo quarto árbitro, Ilbert Estevam da Silva, de que o defensor pontepretano acertou um soco no rosto de Romércio durante a briga generalizada ao fim da partida, válida pelo Paulistão.

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O documento oficial do clássico campineiro também registrou um episódio curioso: após fim do jogo, Jefferson Paulino, goleiro do Guarani, foi ao vestiário da arbitragem para entregar sua camisa para Ilbert. Imediatamente, a assessoria solicitou retirada do local.

Na sequência, a arbitragem entregou a camisa a um grupo de fiscais pedindo que a mesma fosse devolvida para Jefferson Paulino. O desfecho foi a presença do gerente de futebol Sérgio do Prado no vestiário dos árbitros para pedir desculpa pela atitude polêmica do seu goleiro.

Por fim, Salim Fende Chavez relatou que um drone sobrevoou o gramado do Brinco de Ouro da Princesa no primeiro tempo, mas a partida não precisou ser paralisada.

O Guarani não vencia a rival Ponte Preta há oito anos, desde 2012. Naquele ano o Guarani sagrou-se vice-campeão paulista. O título ficou com o Santos sob comando de Neymar, que levantou o tricampeonato seguido igualando feito da Era Pelé na década de 60 no tri de 1967, 68 e 69.

 O clima acirrado entre oposição e governo tem baseado e inflamado os discursos dos deputados e senadores no Congresso Nacional nos últimos meses. Vez ou outra é possível ver os parlamentares extrapolando nas alfinetadas e desagradando seus opositores, mas até que ponto eles podem falar o que querem no plenário das Casas legislativas e nas comissões? 

O artigo 53 da Constituição Federal (CF) garante a chamada “imunidade parlamentar” para que os detentores de mandato possam falar de acordo com as suas convicções e ideologias sem serem incriminados judicialmente por isso, mesmo que as posturas sejam expostas fora do Congresso Nacional.

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Entretanto, nem tudo passa despercebido. Isso porque, os regimentos internos da Câmara e do Senado preveem punições específicas para quem, ao se exaltar demais, quebra o decoro, que versa sobre a conduta parlamentar. As penas vão desde advertência até perda do mandato e as denúncias são avaliadas pelos Conselhos de Ética de cada Casa, a partir dos regimentos internos.

Em regra geral, a CF diz, no seu artigo 55, que “é incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas (art. 53) asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas".

Entre outras atitudes, ferem o decoro parlamentar o uso de expressões que configuram crime contra a honra, o recebimento de vantagens indevidas, a divulgação de fatos que aconteceram em reuniões com o sigilo pré-estabelecido e o abuso de poder.

As punições acontecem?

Na última legislatura (2015-2018), o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados foi acionado 27 vezes por quebra de decoro, mas apenas dois parlamentares foram punidos: Eduardo Cunha (MDB), que perdeu o mandato, e Jean Wyllys (PSOL), que foi advertido com uma “censura por escrito”. Os demais casos foram arquivados no dia 31 de janeiro deste ano, quando iniciou uma nova legislatura.

Em 2016, Cunha perdeu o mandato por quebrar o decoro ao mentir durante depoimento na CPI da Petrobras. Na ocasião, ele negou ser titular de contas no exterior. O ex-presidente da Câmara perdeu o mandato e ficou inelegível por oito anos. Eduardo Cunha segue preso, desde aquele ano, por condenações na Lava Jato. 

Já Jean Wyllys foi punido em abril de 2017. Wyllys foi advertido por ter cuspido no então deputado federal Jair Bolsonaro durante a votação da admissibilidade do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. 

Atualmente, o Conselho de Ética da Câmara tem três representações por quebra de decoro em análise e uma arquivada. Elas apuram acusações ou agressões (verbais e físicas) de parlamentares. Um recente episódio que deve virar representação no Conselho de Ética, foi o discurso do deputado Glauber Braga (PSOL) que chamou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, de "ladrão" durante audiência na Comissão de Constituição e Justiça. O PSL já afirmou que pretende acionar contra Glauber por quebra de decoro. 

Na partida entre Palmeiras e Atlético-MG, Moisés, que marcou o primeiro gol do time paulista e Luan, que marcou o primeiro da equipe mineira, tomaram cartões amarelos após as comemorações. Péricles Bassols, o árbitro da partida, explicou na súmula que o motivo foi "o tempo excessivo" nas comemorações dos gols.

Na súmula, Bassols usou a mesma justificativa para os dois cartões amarelos: "perder tempo excessivo na comemoração de um gol - Por perder um tempo excessivo na comemoração de um gol a favor de sua equipe", escreveu o árbitro, após a vitória do Palmeiras por 3 a 2, no Allianz Parque, no domingo, pela 14ª rodada do Brasileirão.

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Após marcar, Moisés deu uma cambalhota e bateu a câmera de um fotógrafo no chão, como se estivesse batendo um cajado de "profeta". Luan, por sua vez, correu em direção à bandeirinha de escanteio, fez uma dancinha e foi abraçado pelos companheiros do banco de reservas. A bola ficou parada por um minuto e quarenta segundos nos dois casos, até que o jogo fosse reiniciado.

"O momento mais marcante do futebol é o gol. Não teve exagero nenhum. Não fiz nada que fosse proibido. Dei uma cambalhota e depois peguei a câmera do fotógrafo para simbolizar um cajado. Quando eu viro, o juiz está me esperando para dar amarelo. Está ficando muito chato", desabafou Moisés, ao fim da partida.

Moisés ainda fez um comentário inusitado. Disse ter agradecido a Deus por não ter marcado um eventual segundo gol. O motivo é que planejava comemorar de forma irônica, pedindo desculpas ao árbitro - o que, em sua avaliação, poderia lhe custar uma expulsão. "Deus não me deixou fazer o segundo porque eu iria pedir desculpas ao árbitro e então poderia ser expulso pela ironia", contou.

Na súmula, Bassols também justificou o cartão vermelho que aplicou a Matheus Galdezani, do Atlético, após o apito final. "Expulsei com apresentação do cartão vermelho direto, após o término da partida, o sr. Matheus Galdezani por ter entrado no campo de jogo, dirigindo-se à minha presença (círculo central do campo de jogo) e proferindo as seguintes palavras de maneira ofensiva: "falta um c..., falta um c..., falta um c...".

O Náutico estreia no Campeonato Pernambucano no dia 1º de fevereiro, contra o Santa Cruz, e, entre os alvirrubros, metas para a temporada já estão sendo traçadas. Nesta segunda-feira (25), após o treino, o lateral-esquerdo Gastón Filgueira comentou sobre suas ambições. E duas delas surgiram como destaque: cumprir os objetivos deixados pela metade em 2015, como Campeonato Pernambucano e Copa do Nordeste, e reduzir o número de cartões amarelos – no ano passado, foram 20 em 52 jogos, além de duas expulsões. 

“Independente dos anos passados, sempre procuro melhorar. Meta é essa. Quero ajudar a equipe e conseguir objetivos que ano passado foram deixados no meio do caminho”, disse. E cmpletou: “Os cartões amarelos acabam atrapalhando. Gosto de jogar sempre. Um dos objetivos para o ano é ficar mais ligado e ir mais tranquilo nas “chegadas”.

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Mantendo a sobriedade em seu discurso, Gastón também comentou sobre a importância da permanência de Gilmar Dal Pozzo para a temporada prestes a iniciar. “Ele conhece bem os jogadores que ficaram. Isso nos dá uma projeção muito boa. Mantivemos uma boa base e alguns reforços chegaram com tudo para dar certo”, comentou.

O triunfo do Náutico sobre o Vitória por 2 a 1, neste sábado (25), foi conseguido a duras penas. E para o técnico Lisca, o Timbu se comportou melhor após as expulsões de Gastón Filgueira e Élton, ainda na etapa inicial. No segundo tempo, Mansur também recebeu o vermelho deixando o Rubro-negro com um a menos e os alvirrubros se aproveitaram para marcar o gol da virada.

“Jogo se abriu no nove contra nove, nos adaptamos melhor. Botamos Pedro Carmona no lugar de Rogerinho. Depois Rafael Pereira entrou bem como lateral e até terceiro zagueiro. Demos sorte que ele é finalizador e fez o gol. A gente poderia ter ampliado, mas nunca é tranquilo. O importante é a vitória”, resumiu o comandante alvirrubro.

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Ainda segundo o técnico do Náutico, a partida foi atípica pelas falhas de jogadores que estavam bem, além dos erros da arbitragem. Lisca ainda criticou o quarto árbitro Emerson Sobral, responsável pela expulsão de Gastón Filgueira.

“Criamos, mas erramos. Foi um jogo bem atípico até pelo erro do João Ananias, que poderia rodar a bola por trás, mas acabamos compensando. Houve a expulsão a injusta do Gastón, o Élton agrediu ele. O Sobral, mais uma vez, achou que deveria expulsar nosso jogo. Mas o Gastón não revidou”, pontuou

O Náutico superou seu confronto direto na Série B e voltou ao G4 na 14º rodada. Num jogo tumultuado e com três expulsões, neste sábado (25), na Arena Pernambuco, o Timbu venceu o Vitória por 2 a 1 de virada. Rhayner abriu o placar para os rubro-negros, enquanto Douglas, de pênalti, e o estreante Rafael Pereira garantiram o triunfo alvirrubro. Gastón Filgueira, pelos pernambucanos, Élton e Mansur, pelos baianos, foram os atletas expulsos pelo complicado árbitro Elmo Resende.

Com este resultado o Náutico está na 3º colocação com 27 pontos. Na próxima rodada, a equipe do técnico Lisca vai enfrentar o Paraná, terça-feira (28), às 19h30, no Durival de Britto. O Vitória caiu para a 4º posição com 26 pontos e pegará o Macaé no mesmo dia e horário, no Barradão.

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Vitória sai na frente e árbitro se perde no jogo

As duas equipes ainda se estudavam quando um erro do Náutico propiciou o gol do Vitória. João Ananias falhou na saída de bola, Escudero lançou Rhayner, que chutou cruzado e abriu o placar, aos cinco minutos. O Timbu teve de acordar na partida atrás do placar e pressionou. As chances desperdiçadas se acumularam e os alvirrubros ainda reclamaram de dois pênaltis não marcados. 

A confusão só aumentou aos 30 minutos. Gastón e Élton se estranharam e foram expulsos pelo árbitro Elmo Resende. Rhayner agrediu o lateral esquerdo do Náutico, mas saiu sem punição. Com dez jogadores para cada lado, o Timbu melhorou em campo e teve duas chances claras para empatar. Na mais nítida, em um contra-ataque, João Ananias saiu na cara do goleiro, mas mandou para fora.

Náutico vira o placar com gol de estreante e um jogador a mais

O Náutico voltou determinado a empatar e logo aos nove minutos atingiu o objetivo. Douglas foi derrubado na área por Ednei e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, o próprio Douglas bateu bem no canto esquerdo do goleiro Roberto e deixou tudo igual no placar. O confronto ficou aberto. O Timbu pressionando e o Vitória apostando nos contra-ataques. Aos 27, Mansur recebeu o cartão vermelho por falta e reclamação. 

Com um a mais, os alvirrubros chegaram ao tento da virada. Rafael Pereira, estreante que havia acabado de entrar no lugar de Gil Mineiro, recebeu na área, girou e mandou no canto do goleiro. Apesar de alguns vacilos na defesa, o Náutico soube administrar bem o placar e manteve a invencibilidade na Arena Pernambuco.

Ficha do jogo

Náutico 2

Júlio César; Guilherme (Josimar), Ronaldo Alves, Fabiano Eller e Gastón; João Ananias, William Magrão, Gil Mineiro (Rafael Pereira) e Hiltinho; Rogerinho (Pedro Carmona) e Douglas. Técnico: Lisca

Vitória 1

Fernando Miguel (Roberto Júnior); Diego Renan, Ednei, Guilherme Mattis e Mansur; Amaral, Flávio (Robert), Pedro Ken (Marcelo Mattos) e Escudero; Rhayner e Élton. Técnico: Vágner Mancini

Local: Arena Pernambuco

Árbitro: Elmo Resende Cunha (GO)

Assistentes: Cristhian Passos Sorence e Bruno Raphael Pires (Ambos de GO)

Gols: Rhayner (5 do 1ºT); Dougas (10do 2ºT) e Rafael Pereira (29 do 2ºT)

Cartões amarelos: Gastón Filgueira (Náutico); Élton, Diego Renan, Mansur e Guilherme Mattis (Vitória)

Cartão vermelho: Élton e Mansur (Vitória) e Gastón Filgueira (Náutico)

Público e renda: 7.848 / R$ 142.220, 00

No primeiro semestre de 2015, o Poder Executivo Federal expulsou 266 agentes públicos por envolvimento em atividades contrárias à Lei nº 8.112/1990 (regime jurídico da União) sendo 59% por corrupção. A informação está contida no relatório de punições expulsivas, divulgado mensalmente pela Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo o documento, em 2015 foram registradas 227 demissões de servidores efetivos, 16 destituições de ocupantes de cargos em comissão e 23 cassações de aposentadorias. Em junho foi aplicado o maior número de penalidades, com total de 81 expulsões.

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Além de corrupção, outras razões para a expulsão de servidores foram: abandono de cargo, inassiduidade ou acumulação ilícita de cargos; atuação de forma desidiosa; e participação em gerência ou administração de sociedade privada.

No âmbito da administração pública federal, em quase todos os Estados houve expulsão em 2015 - exceto em Sergipe e Piauí.

Desde 2003, informa a CGU, foram aplicadas 5.390 expulsões de servidores, uma média de mais de uma por dia. As penalidades foram aplicadas pelos órgãos da administração pública federal. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, como a Caixa Econômica, os Correios, a Petrobras, entre outras.

O servidor punido, dependendo do tipo de infração cometida, não poderá ocupar cargo público pelo prazo de cinco anos ou poderá, até mesmo, ficar impedido de retornar ao serviço público. Também fica inelegível por oito anos, nos termos da Lei da Ficha Limpa.

A Controladoria também mantém o Cadastro de Expulsões da Administração Federal (CEAF), disponível no Portal da Transparência do Governo Federal. A ferramenta permite consultar, de forma detalhada, a punição aplicada ao servidor, órgão de lotação, data da punição, a Unidade da Federação (UF) e fundamentos legais.

Avaliando a conjuntura do PT de Pernambuco após a expulsão de quatro prefeitos, a presidente estadual da legenda, deputada Teresa Leitão, afirmou que a atitude não causou grandes impactos. Segundo ela, como todo procedimento disciplinar “foi ruim”, mas servirá de base para os petistas veteranos e os novos filiados ao partido. 

“Não teve impacto. É o fim de um procedimento disciplinar, foi ruim claro, por ter chegado ao extremo da punição, mas foi necessário”, avaliou a dirigente, em entrevista ao Portal LeiaJá, nesta terça-feira (3). “Esperamos agora que o partido fique cada vez mais fortalecido e as pessoas que se filiem estejam cada vez mais dispostas, onde os petistas sejam verdadeiramente petistas”, endossou. 

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Questionada sobre o resultado dos outros processos ainda em análise na Comissão de Ética – cerca de 60 – a presidente pontuou que serão todos julgados e, em breve, terão as decisões divulgadas. “Isso é uma coisa de rotina do partido. Foi uma questão maior por ter envolvido prefeitos. Todos os que chegaram tem que ser avaliado, qualquer coisa, não é só infidelidade partidária. Eles serão examinados”, afirmou. 

Nessa segunda (2), seguindo o ritmo da expulsão dos prefeitos, o ex-vereador do Recife, Dilson Peixoto (PT), pediu o desarquivamento de um processo que ele impetrou contra o presidente do PT no Recife, Oscar Barreto. No entanto, segundo Teresa a ação “nunca foi arquivada”.  

“Não está (arquivada) e Dilson sabe. Ele está totalmente equivocado quando fala de desarquivamento. Vamos dar sequencia aos processos no ritmo que a Executiva determinou, vai chegar à vez de analisar o dele contra Oscar Barreto. Dilson não tem dialogado com as pessoas da chapa dele e fica se equivocando”, disparou a deputada. 

Com a expulsão dos prefeitos Agemiro Pimentel, de Machados; Sandro Arantes, de Ibirajuba; Reginaldo Crateú, de Orocó e Robson Leandro, de Jatobá, o PT cai no número de prefeituras sob o comando da legenda. Em 2012, quando aconteceu a eleição municipal, eles conquistaram 13. Agora são responsáveis de apenas oito. 

A Itália expulsou nove jihadistas suspeitos desde o final de dezembro e o ministro do Interior, Angelino Alfano, prometeu neste domingo que as autoridades irão reforçar as expulsões como forma de intensificar medidas de combate ao terrorismo.

O ministro afirmou a jornalistas que, entre os expulsos, então cinco tunisianos e cidadãos da Turquia, Egito, Marrocos e Paquistão. As expulsões tiveram início antes do ataque terrorista em Paris, no dia 7.

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"Nós dissemos que era preciso reforçar o controle e fizemos isso antes de Paris", afirmou Alfano. "Os expulsos estavam aqui há anos e dois deles tinham familiares enviados para a Síria para lutar".

Segundo o ministro, todos os nove suspeitos tiveram seus vistos de residência detidos e foram acusados de apoiar e recrutar membros para o grupo terrorista Estado Islâmico.

Além disso, a Itália identificou 59 pessoas que viajaram da Itália para a Síria para lutar com os militantes do grupo, incluindo cinco cidadãos italianos e dois com dupla cidadania, informou o ministro.

A Itália colocou "muito mais do que 100" pessoas suspeitas de atividades jihadistas sob investigação, afirmou Alfano. "Vamos continuar a ser muito rígidos com as expulsões de pessoas perigosas".

Algumas autoridades expressaram preocupação de que terroristas poderiam ingressar na Itália como imigrantes clandestinos. Recentemente, centenas de imigrantes sírios foram abandonados em um navio de carga e resgatados por equipes italianas.

Segundo o ministro, até o momento nenhuma possível infiltração terrorista foi identificada entre os imigrantes resgatados. "Mas não podemos excluir nenhuma hipótese e as procurarias estão trabalhando para investigar a possibilidade", disse. Fonte: Associated Press.

Os ânimos estavam exaltados nesta última rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. O fim de semana marcou o recorde de cartões vermelhos da competição até o momento. Gil, do Coritiba; Juan, do Santos; Henrique, do Palmeiras; Werley, do Grêmio e  Luiz Antônio, do Flamengo, foram os esquentados. Mesmo assim, dos cinco times que ficaram com menos um na partida, apenas o Coritiba saiu derrotado.

Vermelho direto e sem influência

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O volante Gil pelo menos pode falar que sua expulsão não influenciou tanto no resultado. O jogador foi expulso aos 44 minutos do segundo tempo, quando a partida já estava 3x1 para a Ponte Preta. Ele fez faz falta dura por trás em Marcinho e acabou expulso diretamente pelo árbitro. O atleta entrou no segundo tempo e não tinha recebido nem amarelo.  O atacante Roger ainda aproveitou nos descontos para dar números finais ao jogo: 4x1 para a Macaca.

Assistente atrapalha vida do Santos

A expulsão do lateral Juan, do Santos, teve “dedo” do bandeira. O assistente passou a informação para o árbitro Wagner Nascimento Magalhães que o santista teria cometido a falta. Prontamente Wagner aplicou o segundo cartão amarelo e tirou o atleta do jogo. Os comentaristas de arbitragem consideraram que o jogador colorado provocou o contato com Juan, sendo exagero a punição.

Nem parecia que era do Palmeiras

A expulsão do volante Henrique, do Palmeiras, não tirou o ímpeto alviverde. Com menos um, a equipe ainda foi mais perigosa que o São Paulo, inclusive desperdiçando um pênalti. Parecia mais que era o tricolor que estava com um a menos. O lance que tirou o palmeirense do jogo foi uma falta dura em cima do lateral Douglas.

Bom futebol ofuscou

A vitória do Grêmio por 3x1 contra o Cruzeiro foi conquistada com um jogador a menos. O zagueiro Werley foi expulso após falta em Montillo. Os tricolores reclamaram que deveria ser marcado apenas lance perigoso, opinião também de grande parte dos comentaristas de arbitragem.

Erro de todos os lados

A expulsão do volante Luiz Antônio foi considerada exagerada, mesmo o lance sendo de contra-ataque para o clube baiano. Porém, os cariocas não tiveram o que reclamar. No segundo tempo, um pênalti “fantasma” em cima de Ibson deu a vitória flamenguista por 2x1 em atuação criticada do árbitro Francisco Carlos do Nascimento.

Alvos de denúncias de corrupção, abandono de cargo e outras irregularidades, 564 servidores federais foram expulsos da administração pública no ano passado. Na média, pelo menos um servidor por dia foi demitido, afastado de cargo em comissão ou teve cassado o direito à aposentadoria.

A principal razão para afastar os servidores foi uso do cargo para a obtenção de alguma vantagem pessoal. Conforme dados reunidos pela Controladoria-Geral da União (CGU), 308 servidores foram expulsos por essa razão. Outros 200 foram afastados pela prática de improbidade administrativa. E 40 servidores foram flagrados pedindo propina e acabaram expulsos da administração pública.

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Em termos absolutos, o Ministério da Previdência Social concentrou a maior quantidade de casos de irregularidades - 138 servidores foram expulsos durante o ano passado. Em seguida nesse ranking está o Ministério da Justiça - 133 servidores afastados. O Rio de Janeiro foi o Estado com a maior quantidade de servidores demitidos ou afastados de cargos em comissão: 120.

Nos últimos oito anos, 3.013 servidores federais foram demitidos, outros 304 foram afastados dos cargos de confiança que ocupavam e 216 pessoas tiveram a aposentadoria cassada. No total, de 2003 a 2011, 3.533 servidores foram expulsos da administração.

Desse total, mais da metade dos servidores foram punidos por prática de corrupção. Pelos dados da CGU, 1.887 servidores foram punidos porque estavam se valendo do cargo para obter vantagens indevidas. Por improbidade administrativa, 1.133 servidores foram afastados. E 325 servidores foram expulsos por terem recebido propina.

Além desses motivos, quase 800 servidores foram demitidos simplesmente por não trabalhar: 511 foram expulsos por abandono do cargo e 288 foram punidos por desídia. E na maior parte de todos os casos processados durante os últimos oito anos, os servidores cometiam mais de uma irregularidade passível de expulsão dos quadros públicos.

Todos esses servidores responderam a processos administrativos disciplinares e tiveram chance de se defender e de contestar as acusações. Com base nos dados divulgados pela CGU não é possível saber se há servidores demitidos por envolvimento em grandes esquemas de corrupção descobertos pela Polícia Federal. Também não é possível por meio desses dados saber quanto tempo levou a administração pública a demitir esses servidores.

O secretário-executivo da CGU, Luiz Navarro, afirma que a aplicação dessas penalidades administrativas é a opção mais rápida e eficaz para evitar a impunidade. "A intensificação das expulsões decorre da determinação do governo de combater a corrupção e a impunidade. Assim, a administração deixa de ficar apenas à espera da punição pela via judicial, que é demorada, e passa, ela própria, a administração, a aplicar as punições de sua alçada", diz Navarro.

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