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No Brasil, o percentual destinado a gastos com remuneração de pessoal é abaixo da média, segundo o relatório Education at a Glance 2015: Panorama da Educação, lançado nesta terça-feira (24) mundialmente. De acordo com a publicação, para os anos iniciais do ensino fundamental, cerca de 73% das despesas correntes são destinadas à remuneração de pessoal. A porcentagem está abaixo da média dos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é 79%. O texto diz ainda que um padrão semelhante se repete nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio.

"Embora não haja uma relação direta, esses valores podem refletir o nível dos salários dos professores dessas etapas de educação no Brasil. Salários iniciais para professores com qualificação mínima são os mesmos para cada nível desde a pré-escola até o ensino médio e estão entre os mais baixos para todos os países e parceiros da OCDE com dados disponíveis", informa o texto.

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O Education at a Glance 2015: Panorama da Educação é a principal fonte de informações comparáveis sobre a educação no mundo. A publicação oferece dados sobre a estrutura, o financiamento e o desempenho de sistemas educacionais de 46 países: 34 países-membros da OCDE, alguns países parceiros e do Grupo dos 20 (G20).

De acordo com o relatório, a média de salário inicial para professores da pré-escola entre os países da OCDE é mais do que o dobro do que os professores ganham no Brasil e a diferença cresce nos níveis mais elevados de educação. Os salários iniciais dos professores no Brasil também são menores do que em outros países latino-americanos – como Chile, Colômbia e México – para todos os níveis educacionais, desde a pré-escola até o ensino médio.

No Brasil, o salário dos professores segue a Lei do Piso (Lei 11.738/2008), que estabelece o valor mínimo a ser pago aos professores com formação de nível médio, com jornada de 40 horas semanais. O reajuste é feito anualmente e está em R$ 1.917,78.

Investimento

O relatório da OCDE aponta ainda que o gasto público em educação tem aumentado no Brasil, e a parcela dedicada à educação no gasto público brasileiro é maior do que quase todos os países e parceiros da OCDE. Em 2012, o Brasil investiu o equivalente a 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da educação básica à superior. Proporção superior à média da OCDE de 4,7%. É ainda a quinta mais alta entre todos os países e parceiros da OCDE com dados disponíveis.

Quando analisado, no entanto, o gasto anual por aluno, o valor, de US$ 3.441, investido no Brasil é inferior à média dos demais países, que é de US$ 5.876. Apesar de outros países superarem o valor pago pelo Brasil, o relatório aponta queda em vários países da OCDE no investimento em educação de 2010 a 2012 devido à crise econômica de 2008. "Nos anos seguintes à crise, mesmo que alguns países já tivessem iniciado uma lenta recuperação, os salários dos professores foram congelados ou cortados", informa.

De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado no ano passado, o Brasil terá que investir pelo menos 10% do PIB em educação até 2024. Dados mais recentes do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de 2013, mostram que o país investe 6,2% do PIB no setor.

A OCDE é uma organização internacional formada, na maioria, por economias com elevados PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano e são considerados países desenvolvidos. Os representantes trocam informações e alinham políticas, com o objetivo de potencializar o crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento de todos os demais países-membros.

Uma pesquisa realizada pela GoEuro, empresa que compara preços de diversos produtos, relevou que  as cidades de Krakow, na Polônia, e Kiev, capital da Ucrânia, são os lugares mais baratos do mundo de se consumir cerveja. A média das duas cidades para uma garrafa de 330ml é de $1.66. O terceiro lugar ficou para a Bratislava, capital da Eslováquia, com $1.69.

O raking da GoEuro leva em consideração o preço das cervejas tanto nos bares quanto nos supermercados. Em Krakow, por exemplo, a garrafa de cerveja custa apenas $0.62 no supermercado, mas este valor sobe para em média $2.70 num bar.

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Em estudo elaborado pela Pluri Consultoria, o Santa Cruz aparece na 89ª posição em um ranking das 100 primeiras equipes que tiveram os maiores públicos na última temporada. Entre as equipes brasileiras, além do Tricolor pernambucano, apenas o Cruzeiro aparece no top 100. 

Campeão da Série C em 2013, o Tricolor teve uma média de 26,6 mil torcedores por jogo. Aliás, o clube pernambucano é o único do país a aparecer nos três rankings realizados anteriormente pela empresa. Entre as temporadas 2011-2013, o Santa Cruz possui a maior média de público do futebol brasileiro com 29,3 mil por jogo.

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O ranking é dominado pelo continente europeu, que tem 78 das 100 equipes. O primeiro time não europeu é o River Plate-Arg, que aparece na 14ª colocação.

Neste domingo (22) a segunda rodada da Copa do Mundo encerrou com média de 2,93 gols por partida. O número é o maior desde 1958, na Copa da Suécia e o mesmo do Mundial de 1970, no México. Depois de 32 jogos realizados, já foram marcados 94 gols.

No torneio de 2006, na Alemanha, o índice foi de 2,29 gols por partida e em 2010, na África do Sul, a média chegou aos 2,26. Os artilheiros da Copa são, até o momento, cinco jogadores. Benzema, da França; Robben e Van Persie, da Holanda; Müller, da Alemanha; e Valencia, do Equador marcaram três gols cada um.

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Mais quatro jogos serão realizados nesta segunda-feira (23) pela última rodada da primeira fase dos grupos A e B. Austrália e Espanha se enfrentam às 13h, na Arena da Baixada, em Curitiba. No mesmo horário, Chile e Holanda disputam a liderança do Grupo B, na Arena Corinthians, em São Paulo.

A seleção brasileira também entra em campo nesta segunda contra Camarões, às 17h, no Mané Garrincha, em Brasília. Na Arena Pernambuco, também às 17h, Croácia e México se enfrentam. 

As chuvas que caíram no Recife nesta terça-feira (22) foram maiores do que se esperava. De acordo com a Defesa Civil da cidade, durante três horas (5h às 8h) foram registrados 120 milímetros de precipitação na capital pernambucana, quantidade esperada par 12 dias. A média de abril é de 300 mm.

O órgão também registrou 23 chamados da população, mas nenhum era grave. A Defesa Civil informou que está monitorando todos as 16 mil áreas de risco da cidade, sendo 2.600 consideradas de alto risco.

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Para tentar diminuir o transtorno, a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) enviou 103 agentes e 204 orientadores aos principais corredores do Recife. Até o momento, foram registrado duas quedas de árvores. Uma na Rua Augusto Lins, localizado no bairro de Setúbal, Zona Sul do Recife, e a outra na Avenida Rui Barbosa, Jaqueira, Zona Norte.

A torcida do Santa Cruz deu mais um show nas arquibancadas neste ano. E o resultado final não poderia ser diferente. Após o término de todas as divisões do Campeonato Brasileiro, o site Sr. Gool fez um levantamento da média de público das Séries A, B, C e D e o Tricolor ficou com a segunda melhor média com 26.534 corais por jogo.

Confira as 10 maiores médias de público nas Série A, B, C e D 2013: 

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1° Cruzeiro/MG - 28.902 

2° SANTA CRUZ - 26.534 

3° Corinthians/SP - 24.441 

4° Flamengo/RJ - 23.385 

5° São Paulo/SP - 23.115 

6° Grêmio/RS - 19.764 

7° Sampaio Corrêa/MA - 19.664 

8° Bahia/BA - 18.449 

9° Fluminense/RJ - 17.637 

10° Vasco/RJ - 17.618 

 

Brasília – Os alunos das escolas públicas federais conseguiram a maior média no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). A rede obteve média de 584,23 pontos em uma escala que vai até 1 mil. As escolas privadas aparecem em seguida com 577,39 pontos.

As médias levam em conta a nota na redação e as notas de cada uma das quatro competências do exame: linguagens e códigos, matemática, ciências humanas, ciências da natureza. Levando-se em consideração apenas a média da redação, as federais também apresentam o melhor resultado, 613,07, seguidas pelas privadas com 602,16.

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A rede federal atende a 2% dos estudantes do ensino médio que fizeram o Enem no ano passado. A rede privada concentra 31,51% dos estudantes. A maior parte dos estudantes concluintes do ensino médio participantes do exame está na rede pública estadual de ensino, 65,53%. A rede obteve uma média geral de 485,64 pontos e uma média na redação de 491,41. A rede pública municipal, com 0,95% dos estudantes, obteve uma média de 524,14 em toda a prova e 533,48 pontos na redação.

Segundo o MEC, os 215,5 mil melhores estudantes das escolas públicas tiveram média equiparável à dos estudantes das escolas particulares. Eles obtiveram 570,17. Na redação, os melhores estudantes obtiveram média superior a todas as demais redes, 616,6.

"A média do setor público está abaixo da do setor privado. No entanto, os melhores estudantes das escolas públicas competem com o setor privado", diz o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. De acordo com o ministro, o bom desempenho terá reflexo nas cotas no ensino superior. Por lei, em 2014, 25% das vagas nas instituições federais devem ser reservadas a estudantes de escolas públicas.

A nota do Enem é usada no Sistema de Seleção Unificada, que seleciona os candidatos para as vagas ofertadas pelas instituições públicas de ensino superior. A nota é referência para os estudantes que concorrem a bolsas em instituições particulares pelo Programa Universidade para Todos. Além de ser pré-requisito para o Programa de Financiamento Estudantil, a nota do Enem também serve para o intercâmbio acadêmico Ciência sem Fronteiras e para a obtenção do diploma de ensino médio.

O atacante André Dias marcou seu sétimo gol no Santa Cruz, no jogo deste domingo, diante do Luverdense. O jogador afirmou que vem cumprindo a média de gols estipulada por ele no inicio da competição.

“A média de gols que eu imagino para mim é de 0,5 por jogo no mínimo. Para qualquer atacante esse número não pode ser menor. Hoje (ontem) felizmente eu tive duas oportunidades de gol e uma delas eu fui decisivo. Então, há momentos em que temos que aproveitar essas oportunidades”, disse.

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A respeito da artilharia na competição, André conta que sua preocupação não é ser o maior marcador de gols e sim conquistar as vitórias. “Já que existe a possibilidade clara para eu me tornar artilheiro, também, graças ao gol de hoje (ontem), então é tentar manter este ritmo e marcar a maioria das vezes que possível. Para finalizar o campeonato com o título e com a artilharia”.

A média das exportações brasileiras na segunda semana do mês de julho, de US$ 848,0 milhões, ficou 11,6% abaixo da média da primeira semana, que foi de US$ 958,8 milhões. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que divulgou o resultado nesta segunda-feira, 15, houve queda nas três categorias de produtos: manufaturados, semimanufaturados e básicos. A maior queda foi de semimanufaturados, com 20,3%.

A diminuição é resultado, segundo o governo, da retração nas vendas de produtos semimanufaturados de ferro/aço, ligas de alumínio, açúcar em bruto e borracha sintética e artificial. Já a redução nas vendas de produtos básicos, que foi de 17,5%, ocorreu devido principalmente a petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grãos e café em grãos. A queda de 1,9% da venda de manufaturados ocorreu em razão de aviões, etanol, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos e máquinas para terraplanagem.

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Por outro lado, a média das importações cresceu 5,7% na comparação com a primeira semana do mês. A explicação, segundo o ministério, está no crescimento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, veículos automóveis e partes, adubos e fertilizantes plásticos e cereais e produtos de moagem.

Médias diárias

A média diária das exportações brasileiras até a segunda semana de julho ficou 5,4% abaixo do registrado em julho do ano passado. O MDIC aponta que o resultado se deve à diminuição de 38,5% na venda externa de semimanufaturados e de 6% na exportação de produtos básicos. Só a venda de manufaturados apresentou crescimento, de 7,9%.

Na comparação com junho deste ano, também houve queda na média diária das exportações, de 14,5%. Nesse caso, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (28,5%), básicos (14%) e manufaturados (11,5%).

A média diária de importações até a segunda semana de julho ficou 14,7% acima da média do mesmo mês do ano passado e 0,4% superior a junho deste ano. O governo aponta que, na comparação com o ano passado, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes, farmacêuticos, instrumentos de ótica e precisão, siderúrgicos e aparelhos elétricos e eletrônicos. Em relação ao mês passado, aponta o ministério, houve crescimento principalmente devido a combustíveis e lubrificantes.

A primeira fase da Copa das Confederações chegou ao fim e com 12 jogos a competição atingiu a marca de 574 mil torcedores nos seis estádios. A média de público de 47.848 já é a segunda melhor da história do torneio e só perde para a edição do México, realizada em 1999, que teve uma média de 60.625.

No Brasil, o jogo com o maior público foi o de Itália x México, no Maracanã, com 73.123 torcedores.  Já a goleada da Nigéria por 6x1 contra o Taiti, no Mineirão, recebeu o menor número de pessoas – 20.187. 

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Confira os públicos das 12 primeiras partidas da Copa das Confederações:

1º México 1 x 2 Itália - 73.123 (Maracanã)

2° Espanha 10 x 0 Taiti - 71.806 (Maracanã)

3° Brasil 3 x 0 Japão - 67.423 (Nacional Mané Garrincha)

4° Brasil 2 x 0 México - 57.804 (Castelão)

5° Japão 1 x 2 México - 52.690 (Mineirão)

6° Nigéria 0 x 3 Espanha - 51.263 (Castelão)

7° Itália 2 x 4 Brasil - 48.874 (Fonte Nova)

8° Espanha 2 x 1 Uruguai - 41.705 (Arena Pernambuco)

9° Itália 4 x 3 Japão - 40.489 (Arena Pernambuco)

10° Nigéria 1 x 2 Uruguai - 26.769 (Fonte Nova)

11° Uruguai 8 x 0 Taiti - 22.047 (Arena Pernambuco)

12° Taiti 1 x 6 Nigéria - 20.187 (Mineirão)

A média diária exportada na quarta semana de março (18 a 24) chegou a US$ 976,4 milhões, valor 8,6% acima da média de US$ 899 milhões no acumulado até a terceira semana do mês. Dados divulgados na tarde desta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que o aumento foi motivado pelo crescimento das exportações de produtos básicos (20,1%) em razão, principalmente, das vendas de minério de ferro, petróleo em bruto, soja em grão, carne de frango e milho em grão; e de manufaturados (1,7%), por causa das vendas de automóveis de passageiros, hidrocarbonetos, máquinas para terraplenagem, torneiras/válvulas, suco de laranja não congelado e veículos de carga.

Por outro lado, em igual período de comparação, caíram as vendas de semimanufaturados (-5,1%), devido à retração nos embarques de açúcar em bruto, celulose, couros e peles, ouro em forma semimanufaturada e ferro-ligas.

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Com relação às importações, a média diária na quarta semana de março foi de US$ 934,2 milhões, o que representou um crescimento de 1,7% sobre a média acumulada até a terceira semana do mês (US$ 918,3 milhões). O desempenho, segundo dados do MDIC, é explicado pelo aumento nos gastos com equipamentos mecânicos, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, e adubos e fertilizantes.

No mês

No acumulado do mês de março, a média diária exportada foi de US$ 923,2 milhões, o que significa uma queda de 2,9% ante a média em março de 2012 (US$ 950,5 milhões). A retração é explicada pela queda nas exportações de produtos básicos (-3,7%), em razão das vendas de petróleo em bruto, algodão em bruto, farelo de soja, fumo em folhas e café em grão; e de manufaturados (-8,5%), motivada pelas vendas menores de máquinas para terraplenagem, aviões, óleos combustíveis, partes de motores para veículos e motores e geradores.

Já as exportações de semimanufaturados, no acumulado de março, cresceram 18,4%, pelos aumentos nas vendas de catodos de cobre, açúcar em bruto, ferro fundido, couros e peles, celulose e alumínio em bruto.

Na comparação com fevereiro deste ano, quando a média diária das exportações foi de US$ 863,8 milhões, houve um aumento de 6,9%. O incremento foi puxado pela alta das exportações de produtos básicos (13,2%), semimanufaturados (9,4%), enquanto que as exportações de manufaturados tiveram queda de 2%.

As importações registraram média diária também de US$ 923,3 milhões até a quarta semana do mês, o que representa um crescimento de 7,5% em relação a média alcançada em março do ano passado (US$ 858,7 milhões) e uma queda de 1,2% na comparação com fevereiro deste ano (US$ 934,8 milhões).

De acordo com dados do MDIC, na comparação com março, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (72%), cereais e produtos de moagem (37%), plásticos e obras (14,8%), aparelhos eletroeletrônicos (14,5%) e instrumentos de ótica e precisão (9,9%). Em relação a fevereiro deste ano, a retração foi motivada pelos seguintes produtos: combustíveis e lubrificantes (-21,4%), químicos orgânicos/inorgânicos (-14,4%), equipamentos mecânicos (-5,8%), plásticos e obras (-1,5%) e instrumentos de ótica e precisão (-1,0%).

O crescimento da arrecadação previdenciária no mês de julho, de 7,1% sobre julho de 2011, foi "bastante elevado", na avaliação do secretário de políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim. Mas o resultado ainda ficou abaixo da média do ano, de 8,5%. A boa notícia, segundo ele, é que as receitas estão crescendo mais dos que as despesas no ano, considerando-se o período até julho, que somaram R$ 173,384 bilhões, uma alta de 7,5% na comparação com igual espaço de tempo de 2011.

O secretário salientou que ainda é difícil afirmar que haverá crescimento robusto da arrecadação. "Era cedo para dizer que havia desaceleração da arrecadação no mês passado, também é cedo para dizer que crescerá mais agora", disse. "Os números casam com o resultado do Caged (emprego de trabalho formal), que mostra julho melhor do que junho".

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Rolim enfatizou que, especificamente em julho, houve aumento das despesas, o que não deve se repetir nos próximos meses. As despesas com passivo judicial explicam esse movimento, segundo o secretário, já que somaram R$ 580 milhões em julho, um aumento de 47,1% sobre o mesmo mês de 2011 e de 23,1% em relação a junho deste ano.

Rolim destacou que o déficit da Previdência de agosto será influenciado negativamente pelo pagamento inicial da primeira parcela do 13º salário. Isso também terá impacto no mês de setembro, ainda que em menor grau, conforme o secretário.

As exportações e as importações brasileiras continuam em queda este mês quando comparadas com a média diária de agosto de 2011. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a média diária das vendas externas até a terceira semana de agosto é de US$ 980 milhões, 13,8% menor que em agosto de 2011. Nas importações, a média diária até a terceira semana deste mês soma US$ 816,8 milhões, 15,6% abaixo da média de agosto do ano passado.

As três categorias de produtos registraram retração nas exportações. Os embarques de semimanufaturados caíram 29,7% no período, por conta de ouro em forma semimanufaturada, ferro fundido, açúcar em bruto, celulose, semimanufaturados de ferro e aço e madeira. As vendas externas de produtos básicos tiveram queda de 12,7%, puxadas principalmente por minério de ferro, café em grão, soja em grão, algodão em bruto e carne de frango.

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As exportações de manufaturados caíram 7,9%, em razão de açúcar refinado, motores de veículos e partes, automóveis de passageiros, máquinas para terraplenagem, veículos de carga e etanol.

Nas importações, as principais quedas foram de combustíveis e lubrificantes (-45,4%), instrumentos de ótica e precisão (-21,8%), farmacêuticos (-21,5%), equipamentos mecânicos (-15,7%) e borracha e obras (-15,3%).

Como destaque entre as unidades educacionais da rede municipal do Recife, a Escola Asa Branca, localizada na comunidade da Lagoa Encantada, no bairro do Ibura, obteve a nota 6.1 entre as instituições que trabalham com a educação nos anos iniciais no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) na última terça-feira (14).

Os dados são referentes ao ano de 2011, já que a coleta do Ideb é realizada a cada dois anos, e toma-se como base a Provinha Brasil, aplicada em toda a rede pública nacional (nos números de aprovação dos alunos; frequência escolar e nos números de reprovação nas instituições de ensino). “Estamos comemorando o resultado de 6,1 da Escola Municipal Asa Branca, fruto das nossas políticas educacionais e do compromisso dos professores e gestores da unidade educacional. Também estamos festejando a nossa meta atingida nos anos iniciais, na avaliação do Ministério da Educação. Temos o maior Ideb nos anos iniciais do Ensino Fundamental entre todos os municípios de Pernambuco e reconhecemos que é resultado dos investimentos que foram feitos em Educação na gestão do prefeito João da Costa”, destaca a secretária de Educação, Esporte e Lazer, Ivone Caetano.

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A Escola Municipal Asa Branca tem 245 alunos matriculados nos anos iniciais; 12 professores; e 12 turmas, seis pela manhã e seis à tarde. A unidade municipal foi a 8ª melhor escola da rede pública de Pernambuco.

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