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Pouco difundida no país, a terapia transgeracional é uma abordagem dentro da terapia integrativa e complementar que procura entender e cuidar dos padrões de comportamento, crenças e emoções transmitidos através das gerações de uma família.

A terapeuta integrativa com ênfase no trauma transgeracional e palestrante internacional, Franciany Madeira, é a primeira brasileira certificada em Psicogenealogia e Terapia Transgeracional pela Anne Ancelin Schützenberger International School, na França. 

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“Resolvi aprender e me especializar nesta área para entender as situações que aconteciam dentro da minha família. Foi um divisor de águas após o curso e percebi o quanto eu poderia ajudar outras pessoas com essa técnica baseada em evidências e que cresce exponencialmente através dos estudos dentro da epigenética”, comentou a terapeuta.

A Epigenética é a área da ciência que vem comprovando que o trauma pode atravessar as gerações, e deixar nos descendentes as marcas da dor e do sofrimento silenciado. Durante as sessões, é possível abordar uma grande variedade de traumas e questões emocionais que podem ter sido transmitidos ao longo das gerações. Algumas ações comuns que podem ser tratados incluem: 

Síndrome do aniversário: Cada família tem um “calendário de eventos” significativos que compõem a memória familiar. Alguns estão conscientes, de fácil acesso na memória; mas outros estão mais silenciados, estão no nível mais inconsciente de nossa estrutura. Neste “calendário” estão marcadas as datas de nascimento, falecimento, batizado, casamento, divórcios, e eventos como datas de acidentes, cirurgias, início de emprego, demissão, até episódios mais traumáticos como assaltos, violências e guerras.

O termo “trauma transgeracional” é usado para atribuir a transmissão biológica ou psíquica de experiências vividas de forma traumática para as gerações subsequentes. As consequências podem afetar de forma individual, familiar e coletiva. Os descendentes desse legado podem apresentar os sintomas e as consequências do trauma sem o terem experimentado por conta própria, como a morte de um ente querido de forma precoce, suicídio, abuso, negligência parental, enfermidades graves. 

A resiliência e autocompaixão como caminho para transformar 

Assim como as evidências científicas apontam para a transmissão do trauma por meio das gerações, é possível que pais transmitam aos seus filhos componentes de resiliência, maiores recursos de enfrentamento, formas de autorregulação e estratégias para superar eventos com grandes fontes de estresse. A autocompaixão é uma maneira de lidar com o sofrimento, falhas ou sentimentos inadequados. Ao invés ignorar a dor ou flagelar com autocrítica, atribuí um comportamento amoroso, gentil e compreensivo. 

“Quando existe a consciência dos padrões repetitivos destrutivos e das heranças emocionais traumáticas, trabalhamos para transformá-los e assim o paciente pode se libertar de comportamentos e crenças, permitindo uma maior compreensão de si mesmo e dos outros membros da família. O processo também pode ajudar a quebrar os efeitos do silêncio, do não dito, fortalecer os vínculos familiares, melhorar a comunicação e facilitar o crescimento pessoal e interpessoal resgatando a autonomia de consciência e o bem-estar de todos os envolvidos”, completa Franciany.

O Dia Mundial do Sono, celebrado em 2023 nesta sexta-feira (17), tem como tema “O sono é essencial para saúde”. A primeira comemoração da data ocorreu em 2008 a fim de chamar a atenção para a conscientização e promoção da saúde do sono.

Neste ano, o apelo global organizado pela Sociedade Mundial do Sono  tem o objetivo de diminuir o peso que os problemas do sono provocam na sociedade, por meio da prevenção e do tratamento.

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Neste dia, profissionais de diversas especialidades médicas de 70 países se organizaram para realizar atividades locais e nacionais que demonstrem que o sono é considerado pilar fundamental da saúde humana, tanto do corpo quanto da mente.

No Brasil, de 13 a 19 de março, profissionais de saúde estão participando de palestras, cursos e divulgação dentro de universidades. Já o público em geral tem à disposição informações online sobre a importância de dormir bem.

A Associação Brasileira do Sono (Absono), Associação Brasileira da Medicina do Sono (ABMS) e Associação Brasileira de Odontologia do Sono (Abros) lançaram, em conjunto, a Cartilha da Semana do Sono – 2023 com explicações e dicas à sociedade.

A publicação mostra que é durante o sono que ocorrem as principais funções restauradoras, como reposição energética, hormonal, reconstituição de tecidos e sínteses de proteínas.

Distúrbios do sono

Existem mais de 100 distúrbios do sono. As três associações brasileiras associadas ao sono (Absono, ABMS e ABOS) afirmam que ter uma boa noite de sono vai contribuir para melhorar a qualidade de vida e pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares (arritmias e hipertensão arterial) e diabetes; manter o peso corporal saudável, evitando a obesidade; fortalecer o sistema imunológico; liberar hormônios; consolidar a memória, concentração e aprendizado; regular o humor, diminuir o risco de depressão e ansiedade; reduzir o estresse; diminuir o número de acidentes, como os de trabalho e de trânsito.

A fadiga causada pela privação do sono ou pelo sono de baixa qualidade pode sobrecarregar física, mental e emocionalmente, com alterações do humor. A psicóloga clínica comportamental e mestre em Medicina do Sono, Mônica Müller, explica a evolução dos quadros de má qualidade do sono, com quatro sintomas principais. “Na insônia inicial, a pessoa tem dificuldade para conciliar o sono. O segundo sintoma é a dificuldade de manutenção. O terceiro é a insônia terminal, com despertar precoce - o indivíduo acorda antes do horário desejado/programado e não consegue voltar a dormir. Por fim, o quarto sintoma é o sono não reparador, com queixas de fadiga, cansaço extremo, o que dificulta à pessoa funcionar [bem] durante o dia”.

Transtornos cognitivos

O sono de baixa qualidade pode dificultar a atenção, concentração, memória, o aprendizado, planejamento, a tomada de decisão, o raciocínio lógico, a imaginação, criatividade e capacidade de reter novas informações.

Com 23 anos de experiência no assunto,  Mônica Müller tem percebido pacientes impactados pelo hábito nocivo da privação intencional do sono, provocado pelo acúmulo de tarefas.  “São pessoas que trabalham até mais tarde, que utilizam a noite para fazer outras tarefas, que, muitas vezes, não conseguem se organizar durante o dia. Elas acabam se privando de sono, porque no dia seguinte precisam acordar cedo. Elas têm outros compromissos. Então, é preciso considerar que fadiga gera essa sobrecarga. E o sono de má qualidade, se é mantido durante muito tempo assim, vai repercutir negativamente no funcionamento tanto mental, quanto físico”.

Mônica detalha algumas consequências negativas dessa chamada síndrome do sono insuficiente. “São alterações do humor, em especial para pessoas que apresentam pré-disposição ou já têm transtornos psiquiátricos, sendo os carros- chefe a ansiedade e a depressão. Ela cita ainda o transtorno do humor bipolar, onde a privação de sono é extremamente danosa e pode desencadear episódios de mania. A fadiga e o cansaço extremo precisam ser evitados a todo custo.”

Transtornos respiratórios - ronco e apneia

Mônica também fez uma associação direta de prejuízos cognitivos aos transtornos respiratórios, principalmente a apneia do sono, que é a interrupção da respiração por dez segundos ou mais durante a noite. O distúrbio é considerado grave e perigoso, pelo risco de óbito. “Nessa parada respiratória, a pessoa não tem uma boa oxigenação do sangue. Como consequência da dessaturação do oxigênio, acaba sendo levado gás carbônico ao cérebro. O prejuízo na circulação nessa área mata, literalmente, as células nervosas”.

Nesta semana, a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) divulgou levantamento, realizado em fevereiro deste ano, que mostra que a baixa qualidade do sono representa 25% das queixas nos consultórios de otorrinolaringologia no Brasil. O mapeamento, feito com 430 médicos de todo o país, considerou os atendimentos realizados por esses especialistas entre 2020 e 2023.

Quase 94% das queixas recebidas pelos otorrinolaringologistas estão relacionadas a roncos e à apneia obstrutiva do sono. O coordenador do Departamento de Medicina do Sono da ABORL-CCF, Danilo Sguillar, considera o percentual bastante expressivo.  "Mais de 930 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem da apneia obstrutiva do sono”. O médico enumera os efeitos nocivos da interrupção da respiração. “Além da parada respiratória, os sinais mais comuns desse problema são o ronco alto, a sonolência diurna e as alterações cardiovasculares e metabólicas como pressão arterial elevada, arritmia e diabetes.” Por isso, o ronco deve ser considerado sinal de existência de apneia.

A pesquisa da ABORL-CCF destaca que a faixa etária dos pacientes predominante está entre 40 e 65 anos de idade e há um predomínio (85,2%) do gênero masculino. As queixas em menor número aos otorrinolaringologistas são de insônia, bruxismo, sonolência excessiva e comportamentos como sonambulismo, terror noturno e pernas inquietas. Por isso, a categoria defende a boa respiração pelo nariz.

Durante a pandemia, o estudo revelou que a insônia ganhou destaque nos consultórios. Representou 47,7% das queixas, percentual maior que o das reclamações de ronco e apneia. O médico projeta um quadro de melhora. “Agora, as informações mais sólidas, a vacinação que vem ganhando cada vez mais projeção, com a quarta e quinta doses, fazem com que a gente crie mais confiança, uma relação de mais estabilidade e, obviamente, isso se reflete no nosso sono. Então, seguramente, os próximos meses, os próximos anos vão fazer com que essas queixas relacionadas a insônia, aos pesadelos vão perder destaque”.

Para quem já tem apneia, a otorrino especialista em Medicina do Sono em Brasília, Aliciane Mota, aconselha: “de forma geral, o paciente pode dormir de lado. A maioria se beneficia com o decúbito lateral, porque existe a apneia com um componente posicional. E quando você se coloca de barriga para cima, tende a ter mais apneia. Vale também levantar a cabeceira, não com travesseiro comum. Sugiro aqueles em formato triangular”.

Qualidade do sono

Os especialistas explicam que a necessidade e o limite de horas de sono podem ser diferentes de pessoa para pessoa e são variáveis em cada fase da vida, conforme as alterações hormonais. Um recém-nascido, por exemplo, passa de 14 a 18 horas por dia dormindo, consideradas essenciais ao desenvolvimento, sobretudo, neurológico. Nas crianças, o sono contribui na liberação do hormônio do crescimento. Já a adolescência é caracterizada por uma situação passageira de mudança de padrão do sono. Nessa faixa etária, os adolescentes precisam dormir mais horas (de 8 a 10), com a tendência de dormir e acordar mais tarde. Em tese, os adultos necessitam, em média, de 8 horas de sono por dia. E com o avanço da idade, podem acordar mais vezes à noite e há maior propensão para dormir e acordar mais cedo. Durante o dia, os cochilos podem ser mais frequentes neste momento da vida.

O sono é dividido em duas fases: o sono não REM (Rapid Eyes Movement) e o sono REM. Os estágios do sono se alternam durante a noite. No sono não REM são quatro estágios:

1: Sono de transição: marcado pelo adormecimento. Nesta transição entre estar acordado e dormindo, há relaxamento dos músculos e pode ser caracterizado por cochilos;

2: Sono leve, com a diminuição dos ritmos cardíacos e respiratório e da temperatura corporal;

3: Sono intermediário: a atividade cerebral começa a diminuir e o corpo começa a entrar em um sono profundo;

4: Sono profundo: fundamental para o descanso do corpo, com a liberação de hormônios e recuperação de células e órgãos.

Após o quarto estágio, o corpo caminha para o sono REM, com atividade cerebral intensa. É a fase dos sonhos, fixação da memória e o descanso profundo, essencial para a recuperação e o acordar disposto.

Recomendações

Para dormir bem à noite, os médicos recomendam hábitos saudáveis de higiene do sono:

· ir para o quarto somente quando estiver sonolento (a), para não ‘fritar’ na cama;

· manter uma rotina regular de horários para deitar e se levantar;

· reduzir ruídos e manter o ambiente escuro à noite;

· se necessitar levantar no período noturno, usar lâmpadas adequadas nos ambientes, evitando a luz branca;

· manter a temperatura agradável no quarto;

· evitar o uso de medicamentos para o sono sempre prescrição médica;

· manter fora do quarto animais de estimação que podem atrapalhar o sono;

· cerca de duas horas antes de ir para a cama, evitar o uso de telas (TV, celular e computador);

· evitar alimentação pesada próximo ao horário de dormir;

· evitar o uso de bebidas alcóolicas e com cafeína, como café, chás preto, branco e mate, chocolate, guaraná e outros termogênicos;

· evitar alimentos com glicose

· praticar exercícios físicos regularmente, mas, evitá-los três a quatro horário de deitar;

· perder o excesso de peso corporal;

· não dormir em excesso durante o dia para acumular cansaço físico e mental para a noite

· não fumar;

Para quem já apresenta dificuldades para pegar no sono ou se manter dormindo:

·  não permanecer muito tempo na cama acordado;

·  ao acordar no meio da noite, evitar conferir o horário

·  se tiver os pés frios, usar meias para dormir;

·  não pensar em preocupações diárias ao se deitar;

· evitar discussões e polêmicas, no início da noite.

Ajuda profissional especializada

A otorrino Aliciane Mota aponta que diante dos transtornos do sono, em especial a apneia, é fundamental procurar com urgência a ajuda de um profissional com atuação em Medicina do Sono.  “Procure um médico. Para o tratamento, ele vai precisar de outros colegas da área de saúde. Pode ser um fisioterapeuta, fonoaudiólogo, psicólogo do sono, dentista. Então, há vários braços na área da saúde colaborando.”

A psicóloga Mônica Müller defende a análise individual de cada paciente. “Não significa que todas as pessoas vão receber as mesmas orientações. Cada um tem um ritmo próprio, uma necessidade de sono própria. O profissional específico do sono vai entender, durante o tratamento, quantas horas de sono aquela pessoa de fato precisa”.

E finaliza explicando o que é um tratamento exitoso: o paciente consegue ir para a cama com bastante sonolência, bastante cansaço para que durma rapidamente e mantenha o sono durante a noite toda. Ele vai se sentir, principalmente, reparado durante o dia. Ter disposição para fazer atividades é um termômetro bastante importante”.

Hábitos

Uma pesquisa global sobre hábitos e condições de sono em mais de dez países, feita pela ResMed em janeiro de 2023, com mais de 20 mil indivíduos, mostra que 49% dos brasileiros mantêm o hábito de usar telas para tentar adormecer, seguido pela prática da leitura (34 %) e do costume de passar tempo com um familiar ou animal de estimação (20%), antes de dormir.

Giovanna Ewbank, uma das apresentadora do podcast Quem Pode, Pod, não conteve a emoção em relatar uma descoberta do pequeno Bless, de oito anos de idade. Em entrevista, ela explicou que o filho sofre uma síndrome sensorial, que afeta diretamente os sentidos básicos, como audição, olfato e tato.

- Durante a pandemia, o Bless começou a ficar muito aéreo, [fazendo] algumas coisas que eu achava um pouco estranhas. Comecei a achar que ele poderia ter um grau de autismo, até que uma médica em São Paulo o diagnosticou com uma síndrome sensorial. Ele ouve mais do que nós todos, ele sente mais, sente mais cheiro.

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A esposa de Bruno Gagliasso confessou que, antes de compreender os indícios, se sentia culpada em repreender o filho e lamentou o fato de não ter dado a atenção que o filho necessitava.

- Diversas vezes ele passava, por exemplo, pela cozinha, e falava: Ai, que cheiro forte! E eu falava: Bless, para com isso. É frescura, filho! É o cheiro da cebola. Quando ele pisava na grama e falava: Me tira daqui! E eu falava: Filho, para de frescura, é só grama. Queria muito colo, não gostava de ir para o meio do mato - onde a gente vai muito - porque o barulho das moscas incomodava ele.

A modelo também alertou os papais de plantão para ficarem de olho em situações semelhantes.

- A gente teve que entender, observar, se adaptar. E hoje, o Bless vive com essa síndrome sensorial muito bem. Mas foi preciso o meu olhar, o olhar do Bruno, o olhar de vários médicos para que a gente entendesse a condição do Bless. Eu poderia pensar que era frescura pelo resto da vida.

Relacionamento de Giovanna e Bruno

Ewbank e Bruno Gagliasso são casados há 12 anos e pais de Titi, Bless e Zyan. Os pombinhos sempre se mostram apaixonados em momentosnas redes sociais.

Mas, como todo relacionamento, nada são mil maravilhas! Em entrevista ao jornal O Globo, Bruno admitiu ter dificuldades na relação com a esposa, mas que enxerga as DR's como algo normal e que ter maturidade é a parte fundamental de uma relação.

A maturidade traz tudo de melhor, então, muitas vezes, é importante brigar justamente para se acertar. Não enxergo a briga, a discussão ou a incompatibilidade como um problema. Com a maturidade, isso acaba fazendo com que você justamente veja esses conflitos como uma maneira de crescer como casal, como pai, mãe e família.

Casos de síndrome respiratória aguda  grave (SRAG) aumentam no país entre crianças e adolescentes, principalmente na faixa etária entre cinco e 11 anos. Os dados são do novo boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento considera dados epidemiológicos de 21 a 27 de agosto. A Fiocruz apontou que ainda não é possível identificar o vírus responsável pelo aumento nas infecções associadas à síndrome respiratória grave (SRAG). 

Alguns estados das regiões Sul e Centro-Oeste registraram alta nos casos de rinovírus, causador do resfriado comum, mas os dados são preliminares. “Por se tratar de crescimento restrito ao público infantil e temporalmente associado ao retorno às aulas após as férias escolares, o cenário atual reforça a importância de cuidados mínimos como boa ventilação das salas de aula e respeito ao isolamento das crianças com sintomas de infecção respiratória para treinamento adequado e preservação da saúde da família escolar”, destacou Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe.  

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Segundo a Fiocruz, a curva nacional, que tem apontado também o comportamento da Covid-19, segue estabilizada, com patamar próximo ao de abril desse ano, considerado o mais baixo desde o início da pandemia. Entre as 27 unidades federativas, Acre, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Roraima e São Paulo registram crescimento do SRAG no longo prazo, mas somente entre crianças e adolescentes.

Segundo especialistas, nacionalmente, nas últimas quatro semanas epidemiológicas, que consideram boa parte do mês de agosto, dos casos de síndrome respiratória aguda grave, 71,8% são de Covid-19, 5% de vírus sincicial respiratório, 2,6% de influenza A e 0,3% de influenza B. 

 

A cantora-compositora estadunidense, Billie Eilish, de 20 anos, falou em entrevista a David Letterman para sua série na Netflix sobre a vivência com a Síndrome de Tourette. A condição associada à saúde neurológica e mental é um distúrbio do neurodesenvolvimento que se torna evidente na primeira infância ou adolescência.

Os sintomas incluem movimentos involuntários e vocais, que podem ser transitórios ou persistirem na adolescência e na vida adulta. Os casos também podem ser associados a outras condições, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).  

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Embora não haja cura para a síndrome, os tratamentos disponíveis podem contribuir para reduzir os sintomas e ampliar a qualidade de vida dos pacientes. De acordo com a Tourette Association of America, não existem testes para confirmar o diagnóstico dos transtornos de movimentos involuntários, que incluem a síndrome. No entanto, em alguns casos, exames podem ser necessários para descartar outras condições clínicas. Em relação à Síndrome de Tourette, os pacientes devem apresentar pelo menos dois movimentos involuntários e ao menos um tique vocal, não necessariamente ao mesmo tempo. Além disso, esses sintomas podem aumentar e diminuir em frequência, mas devem ocorrer há mais de um ano.  

Movimentos involuntários causados por substâncias ou outras condições médicas excluem o diagnóstico de Tourette. “O diagnóstico é clínico, não existe nenhum exame complementar que faça o diagnóstico da Síndrome de Tourette. A partir da presença desses sintomas, os tiques motores mais vocais, por mais de um ano e que começaram antes dos 18 anos de idade, é feito o diagnóstico”, explicou a médica neurologista Christiane Cobas, do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo. As causas dessa síndrome permanecem desconhecidas. Os casos podem acontecer em mais de uma pessoa na mesma família, o que indica que fatores genéticos estão envolvidos no desenvolvimento.  

Os sintomas podem levar ao comprometimento psicológico e social dos pacientes. Com o objetivo de reduzir o estigma sobre a doença, os especialistas recomendam a conscientização tanto do paciente quanto das pessoas conhecidas sobre o que é a síndrome. Quando os tiques passam a interferir na rotina diária, como atividades escolares ou de trabalho, o tratamento pode ser indicado a partir da psicoterapia, terapia cognitivo comportamental, e do uso de medicação como antipsicóticos. 

Por Camily Maciel

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A UNAMA - Universidade da Amazônia promoveu a ação “Cromossomo do amor”, na quinta-feira, (31), com uma programação voltada para jovens portadores da Síndrome de Down, assistidos pela Fundação Pestalozzi do Pará. A iniciativa realizada em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down teve como propósito a discussão sobre a importância da inclusão e o fim do preconceito.

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Segundo a coordenadora do Núcleo de Responsabilidade Social, Fábia Jaqueline Miranda, a ação é uma atividade que está dentro do calendário de Responsabilidade Social do grupo Ser Educacional, oferecendo serviços, oficinas, atendimentos nas clinicas e laboratórios para todos os alunos, professores, coordenadores e familiares da Fundação Pestalozzi.

A gestora enfatizou que a iniciativa tem uma grande importância de mostrar para a todos que essas pessoas também têm direitos, que podem trabalhar e estudar. “A academia precisa levantar essa bandeira cada vez mais, demonstrando a importância dessas pessoas na sociedade”, afirmou.

Durante a abertura da programação, a pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, Ana Maria de Albuquerque Vasconcellos, contou que o evento foi feito por uma grande equipe, com muito amor e carinho. “A gente está aqui, todos nós, para pensarmos na inclusão social, que é o mais importante na sociedade em que nós vivemos”, ressaltou.

O professor do curso de Direito da UNAMA Ian Pimentel realizou uma palestra sobre os direitos das pessoas com Síndrome de Down. Ele relatou que já teve oportunidade de trabalhar com alunos portadores de deficiência física e percebeu o quão diferente é essa experiência.

“Era uma aula que, de alguma forma, eu fazia um esforço maior para tentar alcançar essas pessoas. Esse esforço, infelizmente, às vezes nem toda a sociedade está pronta, preparada e disposta para fazer”, afirma.

Ian Pimentel finalizou a palestra ressaltando que todos aqueles que têm alguma deficiência, que não possuem nenhum tipo de atividade remunerada e que têm uma renda familiar inferior a um quarto (1/4) do salário mínimo, têm direito de receber um valor mensal – dado pelo Estado – necessário à sua subsistência.

“Muitas pessoas não conhecem esses direitos e muitos portadores de deficiência física não conseguem ter acesso àquilo que é necessário para o seu desenvolvimento por falta de renda”, explica.

Por Isabella Cordeiro (sob orientação e acompanhamento de Antonio Carlos Pimentel).

 

Manter uma alimentação saudável e equilibrada desde os primeiros anos de vida é essencial para o crescimento e fortalecimento de qualquer criança. Porém, quando falamos dos pequenos com Síndrome de Down, é preciso dar uma atenção ainda maior. Especialistas reforçam que, devido aos vários fatores característicos de quem possui a condição genética, diversas causas podem contribuir para as restrições alimentares.    

A pesquisadora em alimentação infantil Lorena Falcão, professora da UNAMA - Universidade da Amazônia, explica que é importante ficar atento às diferentes fases. Na infância, o leite materno continua sendo o alimento ideal para bebês, com ou sem Síndrome de Down, até o sexto mês de vida. “A amamentação não corresponde somente ao aspecto de oferta de nutrientes e hidratação, mas, também, de desenvolvimento emocional e articulação da face como a parte oral e mastigação, que, no futuro, será desencadeada com o acesso a alimentação de frutas, legumes, verduras, cereais, feijões etc”, disse a professora.    

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Algumas restrições alimentares em crianças com Síndrome de Down podem ser de fatores orgânicos ou comportamentais. “O primeiro é de sintoma clínico, manifestado pelo contato com determinado alimento, texturas e formas de preparo”, pontua. Na questão comportamental, as restrições podem se desencadear em um amplo contexto. “Forçar a criança a comer, manter horários confusos, locais com barulhos e não demonstrar exemplos também são fatores para a criança criar um comportamento autorrestritivo”, explica.  

Confira algumas dicas da especialista da UNAMA para ajudar a manter uma boa relação das crianças com Síndrome de Down com os alimentos:  

1 - Interação - Uma das formas de evitar o desenvolvimento de restrições comportamentais é interagir de várias formas com a criança. Olhar no olho durante as refeições, falar com verdade e utilizar frases motivacionais ajudam bastante nesse momento;

2 - Servir de exemplo - No cotidiano e no que se refere à alimentação, servir como modelo faz toda a diferença. É necessária uma fala comum para que as crianças absorvam esse exemplo de ingerir alimentos saudáveis, sem precisar forçar o consumo de forma invasiva;

3 – Envolvimento familiar - Outro ponto importante é trabalhar em cadeia, ou seja, em família. Às vezes, alguns membros da família se isolam e deixam de participar dos momentos de refeições. Esse contato é essencial, tanto para o desenvolvimento dos laços familiares quanto na questão alimentar;

4 – Colocar a mão na massa - Outra dica é manter a participação da criança na cozinha e na seleção dos alimentos. Levar a criança para preparar a própria comida desperta uma certa curiosidade, trabalha a coordenação e estreita os laços com os tipos de alimentos;

5 – Experenciar - Por fim, uma boa forma de trabalhar a relação com os alimentos é tentar mostrar a origem de cada um deles. Nesses casos, vale até o desenvolvimento de uma pequena atividade de cultivo de horta em casa. Isso também vai demonstrar responsabilidade com a vida, com os outros e consigo mesmo.

Por Wesley Costa/Ascom UNAMA.

Um estudo preliminar com pacientes graves do coronavírus apontou que 91% dos idosos e 88% dos adultos que foram internados na UTI pela doença apresentam síndrome de fragilidade mesmo um mês após receberem alta. Além de sintomas como perda de peso, exaustão e diminuição da força muscular, a pesquisa indica também que muitas dessas sequelas podem evoluir para quadros de ansiedade, depressão ou limitações motoras e cognitivas.

Conduzido pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o estudo já entrevistou 150 pacientes que foram internados na UTI pelo coronavírus. Pós-doutor em Neurologia e Neurociências, José Eduardo Pompeu, coordenador do projeto e professor de fisioterapia no HCFMUSP, explica que ainda é cedo para afirmar se essas sequelas são efeitos neurológicos causados pelo próprio vírus da Sars-CoV-2 ou se estão associados à experiência de entrar e sobreviver ao tratamento intensivo em meio à pandemia.

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"É uma somatória de tudo isso. Fica difícil separar o que é afetado diretamente pela covid, até mesmo pelas consequências e efeitos secundários de uma internação prolongada em UTI", afirma, citando que a "síndrome pós-UTI" também acomete pacientes de outras doenças, mas é intensificada pelo longo período em intubação ou ventilação mecânica em vítimas do coronavírus.

A síndrome de fragilidade, explica Pompeu, é mais comum entre idosos, mas também tem impactado o quadro de recuperação para pacientes adultos da covid. Ela se manifesta por meio da perda de peso não intencional, exaustão, redução da velocidade ao caminhar, diminuição da força muscular e também da atividade física.

Livre da covid desde setembro do ano passado, Keli Cristina Macedo, de 45 anos, conta que até hoje tem dificuldades para respirar e vive em constante medo de uma nova infecção. Ela passou 15 dias internada, sete deles na UTI, teve uma hemorragia e um AVC por causa do coronavírus e durante todo o período não teve contato com nenhum familiar ou amigo.

"Senti o alívio de ter saído, mas cheguei em casa ainda muito ruim. Não conseguia tomar banho sozinha, com a respiração muito ruim e um problema nas pernas e no braço", conta Keli. Foram dois meses e meio com três sessões de fisioterapia por semana até recuperar as funções motoras e, mesmo hoje, ela precisa fazer sessões em casa para melhorar o movimento dos braços. "Se eu for estender uma roupa, meu pulmão já começa a doer."

Logo após ela receber alta, Keli diz que já sentia as sequelas neurológicas da covid. "Minha memória continua uma porcaria, tudo que eu faço tenho que contar para a minha filha. Quando saí, nem a senha do cartão e meu endereço de casa eu lembrava."

O pavor de contrair o vírus novamente também permanece. "A vida muda muito. Você fica com mais receio, com pânico de sair na rua, não quer que ninguém venha na sua casa, chega a ter medo da própria família, sabe assim? É muito difícil."

Os dados preliminares do HCFMUSP apontaram que, além da fragilidade, cerca de 30% dos pacientes entrevistados também apresentaram sintomas prováveis de ansiedade e depressão, a maioria pelo medo de ficarem doentes de novo. Ao mesmo tempo, atividades rotineiras também são afetadas por sequelas como incontinência urinária, dificuldade em ir ao banheiro, trocar de roupa, subir escada, tomar banho ou até se mover da cama para uma cadeira.

"Só de voltar vivo pra casa já é uma vitória. Mas você sabe que não tá voltando 100% do jeito que era. Não adianta, sempre tem alguma coisa", conta Antonio Sabino, de 65 anos. Em março deste ano, ele passou uma semana internado na UTI pela covid e, ao receber alta, conta que continuou com uma sensação de cansaço constante e falta de ar que impediam até uma simples conversa em casa.

Apesar de estar aposentado, seu Antonio conta que o valor de um salário mínimo da pensão não é suficiente para sobreviver e, por isso, ele trabalha como vigia de obras no centro de São Paulo. Antes de retomar a jornada, entretanto, ele precisou pedir sete dias de folga após sair da UTI, para recuperar o fôlego, os movimentos e também a memória.

"Tudo que vou fazer, eu esqueço em dois ou três minutos. Se deixo uma coisa num lugar, esqueço onde tá. Se vou pegar algo no carro, esqueço também o que ia pegar." Para seu Augusto, a volta à rotina ainda é um desafio. "De início eu nem ia no mercado, tinha medo de entrar e pegar o vírus de novo. Quando você pega, fica com um pouco de trauma."

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) divulgou que, nesta terça (16), a taxa de ocupação dos 995 leitos de UTI para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) é de 84%. A porcentagem para as 932 vagas de enfermaria é de 68%. Foram registrados 1.582 novos casos da Covid-19, levando Pernambuco a totalizar 282.913 registros da doença.

Também nesta terça, foram confirmados laboratorialmente 34 novos óbitos (20 masculinos e 14 femininos), ocorridos entre os dias 26/10/2020 e 15/02/2021. As novas mortes são de moradores das cidades de Araripina (1), Belém de São Francisco (1), Bodocó (1), Caruaru (1), Exu (2), Flores (1), Floresta (1), Garanhuns (1), Igarassu (1), Jaboatão dos Guararapes (1), Mirandiba (1), Olinda (6), Parnamirim(1), Petrolândia (1), Recife (10), São Lourenço da Mata (1), Serra Talhada (1), Trindade (1) e Vitória de Santo Antão (1). Assim, o estado chega a 10.711 mortes causadas pelo novo coronavírus.

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Dentre os profissionais de saúde, já foram confirmados 26.114 casos da covid-19. Pernambuco aplicou, até agora, 272.864 doses da vacina contra a doença, das quais 229.060 foram primeiras doses, distribuídas entre 129.396 trabalhadores de saúde, 23.656 indígenas aldeados, 5.477 idosos em Instituições de Longa Permanência, 69.806 idosos a partir dos 85 anos, além de 725 pessoas com deficiência institucionalizadas.

O Governo de Pernambuco confirmou, nesta quinta-feira (6), a notificação de dois casos de Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (Simp) em crianças contaminadas pelo novo coronavírus. A doença, que é rara, está sendo monitorada pelo Ministério da Saúde como um possível efeito da Covid-19. 

Segundo o secretário estadual de Saúde, André Longo, a doença possui características similares com as síndromes de Kawasaki e do Choque Tóxico. Entre os síntomas da Simp estão febre insistente, dor abdominal, manchas na pele e irritação dos olhos. Ainda em maio, a Sociedade Brasileira de Pediatria emitiu uma nota de alerta a provável associação entre a síndrome e a Covid-19.

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Um do casos registrados em Pernambuco é de uma criança de cinco anos residente de Joaquim Nabuco, na Mata Sul de Pernambuco. Ela foi atendida no Hospital Correia Picanço, no Recife, na primeira quinzena de julho.

O segundo caso é de um menino de 12 anos, morador de Sirinhaém, também na Mata Sul do estado. Ele foi atendido no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife, no início de julho, no Recife. As duas crianças receberam alta sem sequelas.

"Nada impede, como é uma situação nova, que casos desde os primeiros aqui em Pernambuco possam vir a ser relatados", comentou Longo. Segundo ele, há notícias em alguns serviços de outras três ocorrências da síndrome, mas ainda não foram relatados, pois é preciso que preencham critérios presentes em nota técnica construída pelo governo na última semana. 

A nota técnica traz orientações sobre a notificação da Simp e está sendo repassada nesta semana para os serviços de saúde de Pernambuco. De acordo com o secretário, o documento pede a notificação em até 24 horas da ocorrência para o devido acompanhamento do caso.

A Síndrome Multissistêmica Inflamatória Pediátrica pode evoluir para um caso grave, resultando em inflamação em órgão como rins e pulmões e sintomas cardíacos. Neste último caso, pode ocorrer arritmias cardíacas. 

No Ceará, já foram confirmados pelo menos 16 crianças que tiveram contato com o novo coronavírus. A síndrome já atingiu crianças em diversos países.

No último 2 de julho, uma quinta-feira, Alice, de 3 anos, acordou cheia de manchas pelo corpo e com febre. Os pais, preocupados, ligaram imediatamente para a pediatra que, pelos sintomas descritos, excluiu a possibilidade de ser covid-19. "Nem me passou pela cabeça que pudesse ser o novo coronavírus por conta de todos os cuidados que estávamos tomando", diz a mãe da menina, que preferiu não se identificar. "E a própria médica também não achou que fosse. Mesmo assim, resolveu pedir um exame PCR, que deu negativo."

Pelas particularidades de sua profissão, a mãe da Alice continuava indo ao trabalho diariamente. Seguia, porém, todas as medidas de segurança preconizadas, como uso de máscara e de álcool gel. "Eu só entrava em casa depois de tirar o sapato, não tocava em nada", conta. "Minha roupa ia para a máquina de lavar e eu, para o banho."

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O pai da Alice ficou em home office, isolado com a filha. E até para pedir comida em casa a família foi parcimoniosa. Eles receberam poucas refeições por delivery. Mesmo assim, seguindo todos os cuidados recomendados. "Realmente, seguimos a quarentena."

De fato, nenhum dos dois apresentou sintoma da doença. Por isso mesmo, eles não se surpreenderam quando o PCR da filha deu negativo. Mas o estado de saúde da menina começou a se agravar, sem que ninguém conseguisse chegar a um diagnóstico. Também surgiram outros sintomas incomuns, como olhos vermelhos, barriga inchada, pés e mãos descamando e febre intermitente.

No sétimo dia consecutivo de febre, um exame de sangue revelou uma inflamação generalizada e Alice foi internada na UTI pediátrica de um hospital particular da zona oeste do Rio. Ela tinha uma síndrome inflamatória rara ligada à infecção pelo novo coronavírus.

Gravidade

Os casos confirmados de covid-19 em crianças e adolescentes chegam, no máximo, a 3,5% do total de registros. Essa faixa etária é a menos afetada e a grande maioria das ocorrências é muito branda. Ainda assim, um pequeno número tem problemas sérios relacionados à infecção. Esses casos muito graves que, invariavelmente, acabam nas UTIs são provocados pela recém-descrita Síndrome Multissistêmica Inflamatória Pediátrica (SMIP).

Trata-se de uma reação inflamatória grave que só acomete crianças e está associada a uma resposta tardia ao Sars-CoV-2. Até agora, foram descritos pouco mais de 200 casos no mundo. A OMS e o CDC já emitiram alertas sobre esses episódios.

"A síndrome não ocorre na fase aguda da covid-19. Em geral, aparece depois e pode ocorrer mesmo em crianças que apresentaram um quadro brando da doença", explicou a pediatra Tania Petraglia, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj).

Primeiros relatos

As manifestações raras da doença em crianças não foram observadas na China, onde a epidemia surgiu, no fim do no passado. Foi só em abril que médicos do Reino Unido relataram os primeiros casos. Em maio, a Sociedade Brasileira de Pediatria emitiu nota de alerta sobre a síndrome e seus riscos.

No Brasil, ainda não há números oficiais sobre a doença, mas os pediatras confirmam a ocorrência de casos como o de Alice. Somente na UTI Pediátrica do Hospital Pedro Ernesto, no Rio, referência para o tratamento da covid-19, já foram atendidas oito crianças. O hospital onde Alice ficou internada registrou outros dois casos.

Os relatos indicam a apresentação de um quadro muito parecido com o da raríssima Síndrome de Kawasaki, uma inflamação sistêmica de causa desconhecida, mais comum na Ásia. Entre os sintomas mais frequentes, febre, conjuntivite, manchas no corpo, vermelhidão na sola dos pés e na palma das mãos. A principal complicação é a ocorrência de aneurismas na artéria coronária. Se não for tratada adequadamente, a doença pode levar à morte.

Dúvidas

Os especialistas não sabem por que a síndrome só ocorre em crianças, nem por que acomete algumas e poupa outras. Um grande estudo do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA está no início e vai acompanhar 6 mil crianças para tentar chegar a algumas respostas.

"Ela costuma aparecer de três a quatro semanas após o pico do coronavírus", disse a chefe da UTI Pediátrica do Hospital Pedro Ernesto, Raquel Zeitel, presidente do Departamento de Emergências da Soperj. "Trata-se de uma resposta imunológica exacerbada, com febre persistente, sintomas abdominais, diarreia, vômito, lesões cutâneas, conjuntivite. E pode evoluir para quadro semelhante a um choque, com aumento dos marcadores inflamatórios, anomalias coronarianas e disfunções cardíacas."

Alice ficou quatro dias internada. "Como não sabíamos o estágio da evolução da doença e havia preocupação com a parte cardíaca, achamos melhor interná-la", contou a mãe da menina. "Por 24 horas ininterruptas, ela recebeu infusão de imunoglobulina (anticorpos que agem neutralizando o patógeno). E teve os sinais vitais monitorados a cada 15 minutos."

A infusão, que previne aneurismas coronarianos, é o tratamento padrão para a síndrome de Kawasaki. Ele vem sendo usado também nessas complicações em crianças pós-covid, juntamente com corticoides (anti-inflamatórios).

"Como se trata de uma doença que resulta em manifestações inflamatórias intensas, o tratamento inclui medicamentos para controlar esse processo e evitar comprometimento do coração", explicou o médico Leonardo Campos, integrante do Comitê de Reumatologia da Soperj e do Hospital Antonio Pedro, em Niterói, na região metropolitana do Rio.

Alice chegou a ter febre de 40 graus, mas, depois, a inflamação cedeu, sem comprometer o coração. "Mesmo assim, nos próximos dois meses, ela vai fazer exames frequentes e, depois, uma vez por ano", disse a mãe da menina. "Foi um susto, mas acho importante falar para que as pessoas fiquem atentas.

Médicos registram o primeiro caso de uma síndrome muito estranho em uma mulher de 61 anos que, em vez de urina, liberta álcool, sendo que a sua bexiga faz naturalmente a fermentação da levedura.

Se trata de primeiro caso documentado com a referida síndrome, que consiste em um paciente poder produzir alguma quantidade de álcool por causa da levedura que é fermentada pelo açúcar no sistema urinário, sem ter antes consumido álcool.

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Uma mulher de 61 anos que tinha problemas hepáticos e diabetes mal controlados foi ao Hospital Presbiteriano do Centro Médico da Universidade de Pittsburgh, EUA, para entrar em uma lista de espera de transplante de fígado, tendo os médicos feito diversos testes de urina.

Apesar de os resultados terem claramente demonstrado problemas devido ao consumo de álcool, a paciente negava o consumo do mesmo.

"Reparamos que os resultados dos testes de plasma para etanol e os resultados dos testes de urina para glicuronídeo de etilo e sulfato de etilo, que são os metabolitos do etanol, deram negativo, enquanto os resultados dos testes de urina para etanol foram positivos", explicaram os médicos segundo a revista Annals of Internal Medicine.

Tampouco a mulher mostrava visualmente sinais de intoxicação para que fossem registrados níveis de etanol tão altos em sua urina.

Após esta descoberta, os médicos conseguiram detectar o fermento natural Candida glabrata, que está relacionado com a levedura de cerveja, em grandes quantidades no seu organismo. Se concluiu que a sua bexiga fermentava o açúcar para produzir etanol.

Apesar de os médicos tentarem eliminar a levedura do organismo da mulher, os tratamentos falharam, provavelmente devido à diabetes mal controlada.

Da Sputnik Brasil

A combinação de um medicamento contra o HIV e de um outro contra a influenza foi eficaz no tratamento de uma paciente com coronavírus 2019-nCoV na Tailândia, informou a mídia.

Uma chinesa de 71 anos, internada no Hospital Rachawiti (na capital tailandesa, Bangkok) com sintomas graves de um novo tipo de pneumonia, recebeu tratamento com uma combinação de medicamentos, entre eles o remédio contra a gripe Oseltamivir, que foi usado para tratar a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS) e o medicamento contra o HIV, Lopinavir/Ritonavir.

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Um teste laboratorial para coronavírus deu resultado negativo 48 horas após a injeção, de acordo com South China Morning Post, citando uma declaração do Ministério da Saúde da Tailândia.

O ministério tailandês está no momento esperando os resultados de testes adicionais para confirmar os resultados.

O número total de casos confirmados de infecção por coronavírus na Tailândia é de 19, oito dos quais foram curados. Outras 382 pessoas suspeitas de terem a infecção estão sob vigilância.

Emergência internacional

Em 31 de dezembro, as autoridades chinesas informaram a Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre um surto de pneumonia desconhecida na cidade chinesa de Wuhan. Especialistas identificaram o agente causador como coronavírus 2019-nCoV.

O número de mortes pelo novo coronavírus chegou a 361 na China, com mais de 16 mil pessoas infectadas. Outras 100 pessoas adoeceram fora da China, em quase 20 países. Estes números ultrapassam a contagem de vítimas fatais do surto de SARS entre 2002 e 2003, informaram as autoridades do país.

A OMS reconheceu o surto como uma emergência internacional de saúde pública.

Da Sputnik Brasil

Lisa Anderson, 44 anos, tem um apetite bastante peculiar: comer um frasco de talco todos os dias. Essa compulsão chama-se alotriofagia ou Síndrome de Pica - quando os seres humanos comem coisas ou substâncias não alimentares. A mulher revela que começou a ingerir o talco há 15 anos, após o nascimento do seu quinto filho. Lisa descreve esse seu desejo como "incontrolável". 

"Eu me lembro de sentir um cheiro avassalador naquele dia, enquanto secava meu bebê. Havia um pouco de pó em cima da tampa da embalagem. Eu simplesmente senti a necessidade de lambê-la e aquilo realmente me deu prazer", revelou Lisa ao site Daily Mail. 

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Atualmente a mulher costuma consumir um pouco de talco a cada 30 minutos. A compulsão é tão forte que ela sente a necessidade de acordar durante a noite para comer o produto. Lisa só contou sobre a sua dependência depois de uma década, depois que o seu marido perguntou por que ela ia tantas vezes ao banheiro. A mulher está fazendo tratamento atualmente, onde descobriu a síndrome. 

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O Núcleo de Atendimento ao Educando Especial da UNAMA – Universidade da Amazônia e estudantes do Curso de Terapia Ocupacional da instituição realizaram durante a manhã de quinta-feira (21), no hall de entrada do Campus Alcindo Cacela, em Belém, um evento em homenagem ao Dia Internacional da Síndrome de Down - 21 de março. Segundo a pedagoga Maria do Céu, o evento tem como objetivo mobilizar a universidade e esclarecer sobre a inclusão do deficiente na comunidade.

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“A gente pensou em fazer um evento que desse informação, que leve essa conscientização da importância do reconhecimento dos processos que levem à inclusão”, disse a pedagoga e professora da UNAMA.

O evento contou com dinâmica elaborada pelos alunos de Terapia Ocupacional, que tinha como propósito mostrar o que deve e o que não deve ser dito sobre ou para um portador da deficiência.

“Tem afirmativas que a gente ouve muito, só que essas afirmativas podem ser pejorativas, podem fazer mal para a pessoa com síndrome de Down”, explicou Mylla Tamires, uma das alunas participantes da organização do evento. "Então a gente traz essa dinâmica para fomentar a reflexão”, disse a estudante.

Familiares de portadores da síndrome de Down também estiveram no evento. Socorro Paredes, mãe de jovem com a síndrome, comentou sobre a importância dessa data ser comemorada. “Muitas pessoas desconhecem o que é a síndrome de Down. Participando de palestras, passam a ter conhecimento, pra que a sociedade tenha menos discriminação”, afirmou Socorro.

Margarida Silva, mãe de outro garoto com a doença, também falou sobre o assunto. “A cada evento, projeto que surge é uma vitória para nós famílias com pessoas com síndrome de Down. Não há inclusão, nós estamos procurando isso. E com os eventos a gente procura mostrar pra sociedade que a inclusão é importante, que eles podem fazer o mesmo que outros podem fazer”, concluiu Margarida.

Por Sarah Barbosa.

Amor ao próximo sem distinção, sem olhar a quem. Um grupo de voluntários se tornou exemplo em Pernambuco ao mostrar que, quando se tem vontade, tudo é possível. O músico Paulo Antônio e pelas pedagogas Rosângela Gonçalves e Irinalva idealiraram e formaram a Orquestra Especial do Brigadeiro ,composta por 17 alunos com Síndrome de Down, estudantes da Escola Estadual Brigadeiro Eduardo Gomes, localizada no bairro de Boa Viagem. 

Paulo, professor voluntário do projeto, em entrevista ao LeiaJá, conta que, sabia do poder transformador da musicoterapia, mas ficou surpreso ao ver o conhecimento dos alunos que ensaiam uma vez por semana. “Quando comecei a pesquisar sobre musicoterapia, eu me apaixonei. Eu fico impressionado com o conhecimento enorme que eles têm. Algun alguns conhecem a história de Luiz Gonzaga e do frevo, por exemplo. Eu fico admirado com o potencial de cada um e, principalmente, em ver que eles não medem a distância de alegria, de tocar, eles vibram tanto amor. É de se admirar”, detalhou. 

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Ele ainda ressaltou que pode não ser ressarcido financeiramente, mas que tem o mais valioso: o amor ao próximo através da música. “Costumo viajar muito representando os ritmos nordestinos trabalhando profissionalmente e sendo ressarcido pelo meu trabalho. Mas, ao fazer esse trabalho, que é voluntário com pessoas especiais, eu sinto algo além. Ali que encontro o amor verdadeiro, não tem preço o valor que eles me dão como ser humano, primeiramente, e depois como professor. Vendo aqueles garotos, o amor que transmitem. Todo mundo deveria visitar um instituto, uma escola que tem um projeto com pessoas especiais. Eu me sinto muito realizado”. 

A próxima quinta-feira (28) será um momento mais do que especial para o grupo. Eles irão fazer uma apresentação mais do que exclusiva para todos os estudantes do colégio. A festa é em celebração ao Carnaval, a partir das 8h. “Eles estão empolgados e felizes. Eu também sinto uma felicidade sem fim, tem horas que nem dá para expressar direito.”

Os componentes da orquestra Bruno, Júlio, Maria Júlia, Guilherme, Alexandra, Talita, Rodrigo, Francisco,Leila, Fátima, Geovânia, Elaine, Tomás, Bárbara, Juliana, Tadeu e Raony merecem todos os aplausos pelo exemplo de superação.

Bruna Marquezine está passando por uma temporada na Europa e, após desfilar em Milão pela Dolce & Gabbana, foi até Paris conferir de perto a Semana de Moda. Dentre um clique e outro em seu Instagram, a atriz ainda leu alguns comentários de seus seguidores e, em meio a diversos elogios de um álbum postado por ela, um apelo chamou sua atenção.

Dayana, mãe de um bebê, chamado Guilherme, deu o seguinte depoimento:

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Ei, sou mãe do Guilherme, pode me ajudar? Meu filho para de respirar quando dorme e precisa de tratamento e estamos com o projeto de um bazar para tentarmos pagar esse tratamento, será que você poderia nos doar algo para esse projeto? Nos ajude por favor, agradeço a atenção.

Como resposta, Bruna logo disse:

Posso (ajudar), sim! Me manda DM, por favor.

Segundo Dayana, seu filho sofre com a Síndrome de Ondine, que o impede de fazer a troca gasosa durante o sono, o que o deixa sem conseguir respirar. Por isso, ele precisa de um auxílio de ventilação mecânica.

Seus fãs logo enalteceram a boa ação de Bruna comentando coisas do tipo:

Linda, você é um anjo!

Anjo sem asas!

A desembargadora Marília Castro Neves, que ficou conhecida ao afirmar que a vereadora assassinada Marielle Franco era “engajada com bandidos”, por meio do seu facebook pediu desculpas “em memória da vereadora”. “Por ter reproduzido, sem checar a veracidade, informações que circulavam na internet”, disse.

O texto no qual a magistrada pediu desculpas a Marielle foi direcionado a uma professora portadora de Síndrome de Down chamada Débora com outro pedido de perdão. Castro Neves, em um grupo privado no facebook, teria questionado em referência à professora: “O que será que essa professora ensina a quem? Esperam um momento que eu fui ali me matar e já volto”, escreveu.

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“Perdão, Débora, por ter julgado, há três anos atrás, ao ouvir de relance, no rádio do carro, uma notícia na Voz do Brasil, que uma professora portadora de Síndrome de Down seria incapaz de ensinar. Você me provou o contrário”, ressaltou.

A desembargadora contou que tem sofrido muito, refletido e que aprendeu a maior lição. “A de que precisamos ser mais tolerantes e duvidar de pré-conceitos. Minhas posições pessoais jamais interferiram nas minhas decisões, conhecidas por serem técnicas (...) hoje, contudo, percebi que mesmo quando meu corpo despe a toga, a mesma me acompanha aonde eu for”.

Ela ainda pediu desculpas ao deputado federal Jean Wyllys (PSOL) por ter pedido, em 2015, o “fuzilamento” do psolista. “Sempre me oporei às suas ideias e as do PSOL, nada mudará isso, mas é evidente que não desejo mal a ninguém”, afirmou.

Educação e respeito

Antes mesmo do pedido de desculpas, a professora Débora Araújo mandou uma carta para a magistrada falando um pouco de sua rotina diária. “Eu ensino muitas coisas para as crianças. A principal é que elas sejam educadas, tenham respeito pelas outras, aceitem as diferenças de casa uma e ajudem a quem precisar mais”, destacou.

 

A docente continuou: “O que eu acho mais importante de tudo isso é ensinar a incluir as crianças e todo mundo para acabar com o preconceito porque é crime. Quem discrimina é criminoso”, ressaltou Débora, no final da carta.

 

 

 

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O Dia Internacional da Síndrome de Down é celebrado anualmente em 21 de março. Com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre a importância da luta pelos direitos igualitários e a inclusão das pessoas com Down na sociedade, nos dias 20 e 21 de março o Boulevard Shopping, em Belém, realizou uma programação especial. O evento contou com a apresentação da orquestra do Propaz, do grupo Viver com Alegria, oficina de ovos de Páscoa, show de talentos do Tio Acácio, entre outros.

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Camila Gouvea, do Departamento de Marketing do Shopping Boulevard, explicou que o evento é uma forma de dar voz às pessoas com Down. “Acreditamos que é um momento de inclusão, de reconhecer que todas as diferenças devem ser aceitas e de dar voz a eles também”, disse.

O jovem com Síndrome de Down Filype Leal  disse que o evento contribui para que a sociedade entenda que as pessoas que vivem com a Síndrome conseguem desenvolver várias atividades de forma normal. “É importante que todo mundo entenda que nós somos normais, que podemos seguir uma vida como qualquer outra pessoa e acredito que esse evento ajuda nisso”, destacou. 

Cleia Leal, mãe de Filype, disse que o preconceito é a principal dificuldade enfrentada por eles. “O preconceito sempre está à frente de tudo, esse é o maior problema, mas a gente vai passando por cima, estou sempre do lado do meu filho, ajudando ele”, afirmou.

De acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 45 milhões de pessoas possuem alguma deficiência física ou mental no Brasil. Destas, estima-se que 300 mil tenham Síndrome de Down, que ocorre com uma prevalência de 1 para cada 600 nascimentos aproximadamente.

Assim, pensando em integrar as pessoas que vivem com Down e para informar a população sobre o cromossoma 21, em dois dias, 20 e 21 de março, a partir das 18 horas, o Boulevard Shopping, em Belém, realizará uma programação especial a fim de celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down (SD). O objetivo do evento é mostrar como as pessoas que vivem com a Síndrome conseguem desenvolver várias atividades, afetivas, artísticas e profissionais. “Com alegria, convidamos as pessoas a participarem deste evento que ratifica o Boulevard como uma marca que abraça as causas sociais e, sobretudo, pensa em ações para todos” afirma a gerente de marketing do Boulevard, Glenda Abdon.

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A falta de conhecimento ainda é a maior dificuldade encontrada pelas pessoas com Síndrome de Down, é o que afirma Paulo Gralato, pai do menino Antônio Gralato, de 7 anos. “O Antônio faz tudo que uma criança sem Down faz. Se diverte e tem uma vida social igual a todas as outras crianças”, afirma. Quanto ao preconceito, Paulo afirma que nunca passou pela situação com o filho, mas o desconhecimento gera desconforto. “Ainda não sofri nenhum preconceito em relação à Síndrome, mas acho possível que aconteça quando ele crescer, algumas vezes o desconhecimento gera desconfortos, mas a gente reverte com informação”, conclui. A programação contará com várias atividades: apresentação do grupo de dança, shows musicais e oficinas.

Serviço

2º piso do Boulevard Shopping, localizado na avenida Visconde de Souza Franco, a partir das 18h

Dia 20

Papo Down – Como contribuo com minha comunidade.

19h – Apresentação do grupo de dança da Polícia Militar, Ao passo da arte.

Dia 21

18h – Sessão de autógrafos com Romeu Neto e apresentação de dança do grupo Viver com Alegria.

19h – apresentação da orquestra do Propaz.

20h – Show de talentos do Tio Acácio.

20h30 – Oficina de ovos de Páscoa na loja Camicado.

Da assessoria do evento.

 

 

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