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A compositora que assina vários hinos do forró, como "Saga de um vaqueiro", morreu nessa terça-feira (3), em Fortaleza. Aos 50 anos, Rita de Cássia foi internada mais cedo, mas não resistiu aos efeitos de uma fibrose pulmonar, informou o empresário. 

A lista de sucessos escritos pela cantora ainda conta com "Meu vaqueiro, Meu peão" e "Jeito de Amar". Suas músicas foram regravadas por bandas reconhecidas da cena do forró como Mastruz com Leite, Amelinha, Aviões do Forró e Frank Aguiar. 

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Rita será velada e sepultada na cidade natal de Alto Santo. Ela já lutava contra a doença há meses. Em uma de suas últimas postagens, a cantora mandou uma mensagem de ano novo com a voz fraca, um dos sintomas da doença. 

Ícones do forró lamentaram a morte e citaram o talento da artista. Xand Avião chamou Rita de poetisa, enquanto Lucy Alves mencionou sua trajetória como uma referência feminina na música. O perfil da banda Mastruz com Leite destacou que seu legado será eternizado por suas composições. 

Marília Mendonça era conhecida como uma grande cantora de sofrência e, também, como exímia e incansável compositora. Ela era dona de vários dos maiores sucessos da história recente da música sertaneja brasileira, muitas gravadas por ela própria, outras por variadas duplas e artistas. Falecida no início deste mês de novembro, após um trágico acidente aéreo, Mendonça partiu deixando registradas um vasto legado: cerca de 100 canções ainda não gravadas. 

Antes de morrer, a artista  havia registrado 98 músicas inéditas no Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), compostas entre os anos de 2012 e 2016. Ela também deixou nove músicas não gravadas, mas catalogadas, na Abramus (Associação Brasileira de Música e Artes). 

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Ao G1, Renno Poeta, produtor musical e parceiro de trabalho de Marília, explicou que é normal artistas arquivarem muitas produções no Ecad. “Claro que a gente, como autor, queria que tudo que produzisse fosse gravado. Mas nem sempre acontece"

O programa Plurarte desta semana, com apresentação da cantora Sandra Duailibe, entrevista a cantora e compositora Ana Costa. O Plurarte está no ar sempre às sextas-feiras, na Rádio Unama FM (105.5), às 13h20, com reapresentação aos sábados, às 10 horas. Também será exibido no Espaço Universitário da TV Unama, na TV RBA, no sábado de manhã, e no portal LeiaJá. Acesse o Plurarte no Youtube aqui.

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O programa Plurarte desta semana, com apresentação da cantora Sandra Duailibe, entrevista a cantora, compositora e pianista Eliane Salek. O Plurarte está no ar sempre às sextas-feiras, na Rádio Unama FM (105.5), às 13h20, com reapresentação aos sábados, às 10 horas. Também será exibido no Espaço Universitário da TV Unama, na TV RBA, no sábado de manhã, e no portal LeiaJá. Acesse o Plurarte no Youtube aqui.

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O programa Plurarte desta semana, com apresentação da cantora Sandra Duailibe, entrevista a cantora e compositora Ninah Jo. O Plurarte está no ar sempre às sextas-feiras, na Rádio Unama FM (105.5), às 13h20, com reapresentação aos sábados, às 10 horas. Também será exibido no Espaço Universitário da TV Unama, na TV RBA, no sábado de manhã, e no portal LeiaJá. Acesse o Plurarte no Youtube aqui.

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Não que uma roqueira não possa falar sobre tão nobre sentimento. Não. A própria Mayara Pera, cantora e compositora baiana radicada em Pernambuco, já abordou o tema em trabalhos anteriores. Mas no EP Lado Bê, com lançamento marcado para o dia 14 de dezembro, a artista decidiu ignorar  eventuais pudores para cantar o amor de forma íntima e sincera. Na próxima segunda (7), às 21h, em seu Instagram, ela mostra o resultado em uma live que antecede o lançamento do mini álbum, no dia 14 de dezembro. 

Em cinco músicas, e uma faixa bônus, compostas, produzidas e gravadas por ela em seu home estúdio, Mayara parece querer nos lembrar que o amor ainda existe (e nunca deixará de existir). Em tempos de relações frívolas, joguetes indiscriminados e de uma das maiores crises humanitárias da história, a artista traz o sentimento de forma leve, livre, corajosa e até divertida. E não é assim que deveria ser?

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O trabalho foi produzido ao longo do confinamento imposto pela pandemia do coronavírus,   na segurança de seu seio familiar, entre cafés com o marido - o guitarrista e produtor Danillo Campelo -, e a rotina atarefada e carinhosa com os filhos pequenos. Talvez por isso soe tão acolhedor. As agruras do momento de reclusão também a colocaram em uma espécie de limite, levando a artista à terapia e, em seguida, ao estúdio, para colocar a mão na massa e produzir ao passo que aprendia novas habilidades. 

Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, Mayara abriu mais uma vez o seu coração; dessa vez, para falar do processo criativo que culminou em Lado Bê, um disco que, certamente, vai acender em muita gente a vontade de ter um bem só pra enviar uma dessas canções pela DM. 

Mayara produziu o EP sozinha, em seu home studio. Foto: Reprodução/Instagram

LJ - O disco foi totalmente produzido apenas por você? ‘Lado B’ foi uma espécie de auto-desafio da quarentena?

Mayara - Só tem eu. A única coisa que teve de outra mão foi a arte da capa, que é de Pally Siqueira, artista plástica e atriz;  e as artes que vão pro YouTtube e depois pro Instagram, que são de Bárbara Guerra. Acho que (foi) sim (um desafio), porque na verdade, eu tava entristecida pela falta de fazer show, tem toda aquela questão de o quanto isso mexe financeiramente mas pra mim o que estava mais pesado era a saudade das pessoas, de tocar… Eu não sou cantora de estúdio, sou uma cantora de palco e estar longe do palco é uma tristeza. Eu não tava com vontade de fazer nada porque eu ia fazer pra quem? Fui pra terapia e aí comecei a ter vontade de aprender outras coisas, eu já via Danilo mexendo nos programas de gravação já, tinha uma certa familiaridade, já tinha aprendido a deletar e apertar o Rec.  Quando eu me meti a fazer as coisas, focar, aí rolou, começou a ficar bonitinho. Na primeira música que eu testei, acabei decidindo fazer o EP pra continuar estudando. 

LJ - As composições do disco já existiam ou elas surgiram durante esse período?

Mayara - As canções já existiam. Quando eu decidi fazer o EP, eu usei um critério pra escolher as canções, que eram: músicas que eu já era habituada a tocar no violão, porque a princípio só seria voz e guitarra e  que ainda não tivessem sido lançadas; eu não ia me atrever a fazer mais nada, só que aí não tem como, você vai produzindo e querendo colocar mais elementos. A primeira canção é uma música antiga, já estava em outro projeto, as outras são inéditas, nunca foram gravadas nem apresentadas. 

LJ - Por que você escolheu esse momento para falar assim de amor?

Mayara - (Risos)  Eu tenho a impressão que a coisa está forte nesse momento e na verdade é por ele que a gente tá aguentando todo esse processo de pandemia, com a grande força e potência do amor é que a gente vai conseguir resistir. Também é  outra vocação (minha),  porque as pessoas não esperam que eu vá fazer um trabalho desse tipo, elas esperam a potência, dedo na cara, mas também existe esse lado, que existe em qualquer ser humano. Eu sou romântica que só. Uma das coisas que eu tava conversando na terapia e que eu tinha dificuldade muito grande é com vulnerabilidade, não gostava de me mostrar frágil, chorar, nem que fosse de amor na frente de alguém e a coisa que eu mais fiz na pandemia foi chorar, seja de saudade, de emoção... Mas pra mim, é um lugar novo, de vulnerabilidade total, mas eu disse: ‘isso é uma bobagem, é hora de realmente mostrar sensibilidade’. 

A capa do EP foi ilustrada pela artista plástica e atriz Pally Siqueira. Imagem: Reprodução

LJ - Foi preciso muita coragem para assumir esse lugar? 

Mayara - Não foi tão difícil não, difícil mesmo é você ir na terapia e dizer: ‘tenho problemas’, em voz alta. Não foi muito trabalhoso porque eu gosto muito das músicas, foi mais um prazer porque eu não queria deixar essas músicas de lado. Eu achava que não tinha nada a ver cantar, tanto que eu fiquei em dúvida no nome do EP que seria ‘Músicas de amor que você nunca vai me ouvir cantar ao vivo’, aí eu disse, não, vou fazer ‘Lado Bê’, acho que é um nome legal porque o lado B é sempre o lado diferente do que você é acostumado a ouvir no artista, e o meu é  esse bonitinho. 

LJ - Você vai dar uma prévia do disco na próxima segunda (7) em uma live que vai contar com uma contribuição espontânea. Esse período continua bastante difícil para a classe artística apesar do relaxamento das medidas de segurança, não é?  

Mayara - Ainda que fosse aberto tudo e o presidente dissesse que pode, eu não ia fazer (show). Primeiro que o presidente é um doido, não existe você seguir nada do que parte dali, então eu só posso sair de casa realmente quando tiver uma vacina e quando tiver segura pra isso. Até lá, são muitos discos, EPs, lives... Não fiz muitas (lives) porque me sinto muito só, mas vou fazer essa live e coloquei um valor acessível pra incentivar a galera a contribuir. Os ingressos vão estar disponíveis até um dia após o lançamento do EP, que estará disponível inicialmente somente no Spotify,  depois vou organizar com as ilustrações de Bárbara pra colocar no YouTube, devagarzinho.



 

Isolda Bourdot, compositora - e amiga - de ninguém menos que Roberto Carlos, o Rei, faleceu aos 61 anos de idade, dia 16 de dezembro.

Segundo sua página oficial no Facebook, ela sofreu um infarto e não resistiu.

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Ela é autora de sucessos como Outra Vez e Elas por Elas, ao lado do irmão, Milton Carlos.

A cantora e compositora brasileira Anaadi lamentou nesta quinta-feira (15) que o país esteja "sofrendo uma ameaça neofascista", ao receber um Grammy Latino em Las Vegas por seu álbum, "Noturno".

A cantora recebeu o gramofone dourado de melhor álbum de pop contemporâneo em língua portuguesa, lembrando que a independência de um artista não se trata apenas de "quem coloca dinheiro no seu projeto, mas de fazer a música que a gente quer, do jeito que a gente quer, pra quem a gente quer".

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"O Brasil agora está sofrendo uma ameaça neofascista de um governo novo", prosseguiu, referindo-se ao presidente eleito, o ultradireitista Jair Bolsonaro.

"Espero que a gente possa continuar sendo independente para fazer cultura, arte, música independente nesse país que tanto precisa de identidade, que tanto precisa reforçar sua identidade neste momento histórico", acrescentou.

Anaadi foi indicada em outras três categorias, entre elas a de melhor artista revelação, na cerimônia de premiação, realizada nesta quinta-feira no MGM Grand Garden Arena de Las Vegas (Nevada, oeste dos Estados Unidos).

Seu trabalho ganhou reconhecimento depois de passar pelo programa The Voice Brasil 2013, quando conquistou a admiração de artistas como Carlinhos Brown e Ivan Lins.

"Noturno", seu mais recente álbum independente, é a primeira parte de uma trilogia inspirada no que ela denomina de "estados mentais": o purgatório, o céu e o inferno, segundo o site especializado Shock.

A cantora e compositora Dona Ivone Lara morreu na noite dessa segunda-feira (16), aos 97 anos, no Rio de Janeiro. Ela estava internada desde a última sexta-feira (13)  no Centro de Tratamento e Terapia Intensiva (CTI) da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, com um quadro de anemia.

O corpo será velado agora de manhã na quadra da Império Serrano, sua escola do coração, em Madureira, na zona norte da cidade. O sepultamento está marcado para a tarde, no cemitério de Inhaúma.

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A Portela, outra escola tradicional de Madureira, divulgou nota chamando dona Ivone Lara de "patrimônio do Império, da Portela e da cultura brasileira". Considerada um dos maiores nomes da música popular brasileira em todos os tempos, a cantora sempre foi muito ligada também aos compositores da Portela. Era grande amiga de Candeia, Monarco e Paulinho da Viola, por exemplo.

O sambista Dudu Nobre usou o seu perfil no facebook para homenagear a artista. "Obrigado por tudo dona Ivone Lara. As bênçãos, os ensinamentos,as conversas, os sambas, a poesia. Descanse em paz, Grande Dama do Samba".

Nascida em 13 de abril de 1921, no Rio de Janeiro, dona Ivone Lara compôs seu primeiro samba aos 12 anos, "Tiê, tiê", depois de ganhar de seus primos um pássaro da espécie tiê. Aprendeu a tocar cavaquinho com o tio  Dionísio Bento da Silva, que tocava violão de sete cordas e integrava o grupo de chorões que reunia Pixinguinha e Donga.

Sua primeira escola de samba foi a Prazer da Serrinha, que começou a frequentar em 1945 e para quem compunha sambas que eram assinados pelo seu primo Fuleiro, devido ao preconceito contra as mulheres que existia nas agremiações naquela época.

Enfermeira e assistente social, trabalhou com pacientes que tinham doença mental. Ingressou na Império Serrano em 1965 e gravou seu primeiro disco, "Samba minha verdade, samba minha raiz", em 1974. Ao se aposentar da área da saúde em 1977, passou a se dedicar integralmente à música.

Entre suas composições mais conhecidas estão "Sonho meu" e "Acreditar", ambos em parceria com Délcio Carvalho.

Desde 2013, Tereza Nogueira afirma, em tom bem humorado, que leva “uma vida dupla” dividida entre a profissão de delegada, atuando na Delegacia da Mulher, e a carreira artística como cantora e compositora. Acabou que uma coisa influenciou a outra e trouxe influências nas composições, que ganharam temas voltados aos relacionamentos amorosos da vida real e ao empoderamento feminino.

A mudança de estilo trouxe também uma nova roupagem. “Meu novo trabalho tem uma linguagem mais simples, próxima do público e da realidade, mostrando relações reais, sem muito romantismo e encantamento” além de ressaltar “essa questão do empoderamento das mulheres, pois a mulherada hoje está numa outra vibe e a música traduz isso”, explica Tereza. 

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A razão da mudança, segundo ela, foi a vivência com várias mulheres depois de estar à frente da delegacia e assumir o combate à violência doméstica como uma bandeira e fonte de inspiração. “Muitas vezes você meio que vira uma psicóloga da família e dos casais, escuto relatos comuns da vida das pessoas e das relações conjugais, e isso foi me inspirando a escrever”, afirma. 

Ela conta que a rotina é difícil, tendo que se dividir entre a polícia, os palcos e o filho pequeno, mas que uma atividade complementa a outra e ajuda a melhorar o desempenho das duas funções. “Sou delegada de dia e cantora à noite quando não estou de plantão na delegacia. A cantora dá mais leveza para a delegada lidar com os casos no dia a dia”, conta Tereza.

No momento, Tereza grava o clipe da sua música “A delegada tá chegando”, que fala da tentativa de um homem que está traindo a esposa em uma festa sair dali antes que “a delegada o pegue em flagrante”. O clipe, segundo a cantora, deve ficar pronto ainda em setembro e o retorno aos palcos deverá ser em outubro, com shows no Recife e no interior de Pernambuco. Até lá, a músicas da artista podem ser conferidas no SoundCloud, Palco MP3 e Spotify, além da página da cantora.

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Os fãs de Marisa Monte já podem se programar. Os ingressos para as apresentações, da turnê Verdade, uma ilusão, que a cantora fará no Recife dias 29 e 30 de novembro, no Teatro Guararapes, começam a ser vendidos nesta segunda (9). 

As entradas custam entre R$ 100 e R$ 280, à venda no site Bilheteria Virtual e na bilheteria do Teatro Guararapes de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h ao 12h – além do site Bilheteria 

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Adele ganhou dois prêmios na importante celebração Ivor Novello Awards, de compositores britânicos. A cantora, que foi eleita a compositora do ano, disse em seu discurso de agradecimento que as críticas negativas a seu disco de estreia, "19", fizeram com que ela fizesse um esforço maior na hora de escrever as canções de "21".



"Muita gente disse que as canções não eram tão boas quanto minha voz. Levei em consideração e agora estou ganhando o prêmio de compositora do ano!" "Rolling in the Deep" também ganhou o prêmio de canção mais tocada de 2011. "Let England Shake", de PJ Harvey, levou o prêmio de melhor álbum e Ed Sheeran o de melhor música e letra, por "The A-Team". Os Ivor Novello Awards estão em sua 57ª edição. (Planet Pop)

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